man on the moon
music will provide the light you cannot resist! ou o relato de quem vive uma nova luz na sua vida ao som de algumas das melhores bandas de rock alternativo do planeta!
Meltt – In Your Arms
Oriundos de Vancouver, no Canadá, os Meltt têm já uma assinalável reputação no país natal, como uma das bandas que melhor replica aquele rock majestoso e de forte cariz progressivo, enquanto não renega contactos mais ou menos estreitos com outros espetros sonoros, com particular destaque para a eletrónica ambiental, a música de dança e o próprio R&B. Já com um vasto catálogo em mãos, surpreenderam a nossa redação em dois mil e vinte com Another Quiet Sunday, um EP com cinco canções que valeram bem a pena destrinçar e, no ano seguinte, com uma formada de singles que deixaram marcas profundas e este projeto definitivamente na nossa mira.

No início do passado mês de agosto os Meltt regressaram ao nosso radar à boleia de Hesitate, um novo tema do grupo, que ainda não trazia atrelado o anúncio de um novo disco da banda atualmente formada por Chris Smith, Jaime Turner, James Porter e Ian Winkler. O mesmo também não sucedeu com Goodbye, a composição que a banda disponibilizou um mês depois, assim como com By Your Side, a composição que partilhámos no final de outubro último e também com In Your Arms, a cançã que o projeto acaba de revelar. No entanto, tendo em conta o calendário e a sequência destes quatro lançamentos, parece-nos provável que o anúncio de um novo registo de originais dos Meltt, em formato álbum ou EP, deve estar para breve.
Olhando então para o conteúdo sonoro de In Your Arms, uma composição misturada por Chris Coady e masterizada por Joe LaPorta, são pouco mais de quatro minutos de indie folk experimental, eminentemente etérea e contemplativa, com um travo oitocentista ímpar. Cordas reluzentes, uma bateria sóbria e diversos entalhes sintéticos oferecem-nos uma soberba imagem de paz e tranquilidade, enquanto a canção versa sobre a importância dos momentos que passamos com aqueles que são mais importantes para nós e aceitam envelhecer ao nosso lado. Confere...

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Meltt – By Your Side
Oriundos de Vancouver, no Canadá, os Meltt têm já uma assinalável reputação no país natal, como uma das bandas que melhor replica aquele rock majestoso e de forte cariz progressivo, enquanto não renega contactos mais ou menos estreitos com outros espetros sonoros, com particular destaque para a eletrónica ambiental, a música de dança e o próprio R&B. Já com um vasto catálogo em mãos, surpreenderam a nossa redação em dois mil e vinte com Another Quiet Sunday, um EP com cinco canções que valeram bem a pena destrinçar e, no ano seguinte, com uma formada de singles que deixaram marcas profundas e este projeto definitivamente na nossa mira.

No início do passado mês de agosto os Meltt regressaram ao nosso radar à boleia de Hesitate, um novo tema do grupo, que ainda não trazia atrelado o anúncio de um novo disco da banda atualmente formada por Chris Smith, Jaime Turner, James Porter e Ian Winkler. O mesmo também não sucedeu com Goodbye, a composição que a banda disponibilizou um mês depois, assim como como By Your Side, a composição que temos hoje para partilhar convosco. No entanto, tendo em conta o calendário e a sequência destes lançamentos, parece-nos provável que o anúncio de um novo registo de originais dos Meltt, em formato álbum ou EP, deve estar para breve.
Olhando então para o conteúdo sonoro de By Your Side, são pouco mais de quatro minutos de indie folk experimental, eminentemente etérea e contemplativa, com um travo oitocentista ímpar, com cordas reluzentes, uma bateria sóbria e diversos entalhes sintéticos ia criarem uma soberba imagem de paz e tranquilidade, enquanto versa sobre a importância dos momentos que passamos com os amigos durante o verão, as memórias que esses instantes acabam por criar para sempre e como eles nos fazem sentir vivos e felizes. Confere...

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Meltt – Goodbye
Oriundos de Vancouver, no Canadá, os Meltt têm já uma assinalável reputação no país natal, como uma das bandas que melhor replica aquele rock majestoso e de forte cariz progressivo, enquanto não renega contactos mais ou menos estreitos com outros espetros sonoros, com particular destaque para a eletrónica ambiental, a música de dança e o próprio R&B. Já com um vasto catálogo em mãos, surpreenderam a nossa redação em dois mil e vinte com Another Quiet Sunday, um EP com cinco canções que valeram bem a pena destrinçar e, no ano seguinte, com uma formada de singles que deixaram marcas profundas e este projeto definitivamente na mira.

No início do último mês de agosto os Meltt regressaram ao nosso radar à boleia de Hesitate, um novo tema do grupo, que ainda não trazia atrelado o anúncio de um novo disco da banda atualmente formada por Chris Smith, Jaime Turner, James Porter e Ian Winkler. O mesmo volta a suceder com Goodbye, a nova composição que a banda disponibilizou por estes dias, mas parece provável que o anúncio de um novo registo de originais dos Meltt, em formato álbum ou EP, deve estar para breve.
Goodbye são três minutos e meio de indie rock clássico, com uma vincada tonalidade psicadélica e progressiva e com um travo nostálgico indesmentível, no modo como coloca em declarado ponto de mira algumas das principais caraterísticas daquela pop lisérgica, mas também épica e vibrante, que fez escola no início da década de oitenta do século passado.
De facto, em Goodbye, Uma bateria com ímpar groove, um baixo vincado e uma guitarra preenchida com um efeito metálico luminoso e pleno de soul, acamam diversos efeitos sintéticos, com o registo vocal ecoante e emotivo de Chris Smith e um refrão grandioso, a rematarem com exemplar bom gosto uma composição vibrante e, como tem sido norma nos Meltt, charmosamente psicadélica. Confere...

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Meltt – Hesitate
Oriundos de Vancouver, no Canadá, os Meltt têm já uma assinalável reputação no país natal, como uma das bandas que melhor replica aquele rock majestoso e de forte cariz progressivo, enquanto não renega contactos mais ou menos estreitos com outros espetros sonoros, com particular destaque para a eletrónica ambiental, a música de dança e o próprio R&B. Já com um vasto catálogo em mãos, surpreenderam a nossa redação em dois mil e vinte com Another Quiet Sunday, um EP com cinco canções que valeram bem a pena destrinçar e, no ano seguinte, com uma formada de singles que deixaram marcas profundas e este projeto definitivamente na mira.

Em pleno verão de dois mil e vinte e cinco os Meltt regressam então ao nosso radar à boleia de Hesitate, um novo tema do grupo que, para já, ainda não traz atrelado o anúncio de um novo disco da banda atualmente formada por Chris Smith, Jaime Turner, James Porter e Ian Winkler.
Hesitate são pouco mais de três minutos de indie rock clássico e imponente. Uma bateria exemplarmente ritmada, acompanhada por um baixo subtil mas vincado, recebe uma guitarra preenchida com um efeito metálico luminoso e pleno de soul. Depois, vários efeitos feitos de cordas, teclas e sopros, sustentam um refrão imponente, radiante e charmosamente psicadélico, num resultado final intenso e vibrante. Confere...

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Dan Mangan – Natural Light
O canadiano Dan Mangan está de regresso aos discos com Natural Light, o sétimo registo da carreira deste músico e compositor natural de Vancouver, que viu a luz do dia a dezasseis de maio com a chancela da Arts & Crafts. Trata-se, de acordo com o próprio autor, de uma coleção de canções de amor, pensadas para dar alguma cor e alento a um mundo claramente à beira do colapso.

Natural Light foi gravado integralmente, durante seis dias, numa cabana no meio de uma floresta, a sul de Ontário, com as contribuições especiais de Jason Haberman, Mike O’Brien and Don Kerr, habituais colaboradores de Mangan e que dividem com o protagonista os créditos da produção de um registo que foi misturado em Toronto.
Em treze canções, Natural Light oferece-nos um intimista, impressivo e tocante tratado de indie folk, repleto de canções melodicamente inspiradas e que têm no registo vocal rugoso, mas tremendamente realista de Mangan e na guitarra acústica, quase sempre enredada com diversos entalhes percussivos, de pendor essencialmente orgânico, as suas grandes traves mestras. Logo em It Might Be Raining fica bem impressa esta trama interpretativa, que depois mostra duas faces aparentemente opostoas, mas claramente complementares, no clima algo jazzístico de Diminishing Returns, dominado por uma guitarra encharcada com um delicioso travo blues e na infinita complacência tocante de I Hated Love Songs.
Natural Light pressegue e, canção após canção, o amor está sempre muito presente, sendo continuamente exaltado como algo demasiado precioso para ser desperdiçado, quando surge, com ou sem aviso. No Such Thing as Wasted Love contém esse apelo franco ao apego ao melhor dos sentimentos sem receios e My Dreams Are Getting Weirder, plasma as consequências do desperdício. Pelo meio, em Melody, enquanto Dan Mangan apoia-se na guitarra acústica para colocar todas as fichas num registo interpretativo que coloca em primeiro plano o adn que sustenta hoje a melhor indie folk contemporânea, oferecendo-nos uma composição melodicamente atraente e repleta de arranjos e orquestrações de cariz classicista, somos, uma vez mais inspirados a nunca duvidar do que sentimos, principalmente quando aquilo que nos move é genuíno e nasceu do mais profundo do nosso ser.
Quase sempre com a viola a dar o pontapé de saída das canções, à medida que Natural Light se desenvolve fica explícita a riqueza de ideias e a destreza e vigor dos arranjos que vão cirandando por pouco mais de quarenta e cinco minutos claramente reveladores da singularidade de um artista sonoramente inspirado e inspirador e que irradia uma luz que cativa instantaneamente qualquer ouvinte mais incauto. Espero que aprecies a sugestão...

01. It Might Be Raining
02. Diminishing Returns
03. I Hated Love Songs
04. Contained Free (Interlude)
05. No Such Thing As Wasted Love
06. Melody
07. My Dreams Are Getting Weirder
08. Soapbox
09. Cut The Brakes
10. For Him
11. Sound The Alarm
12. Proximity
13. Hit The Wall
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Dan Mangan – Melody
O canadiano Dan Mangan está de regresso ao nosso radar devido a Melody, o mais single revelado do alinhamento de Natural Light, o sétimo disco da carreira deste músico e compositor natural de Vancouver e que vai ver a luz do dia a dezasseis de maio com a chancela da Arts & Crafts. De acordo com o próprio autor, será uma coleção de canções de amor, pensadas para dar alguma cor e alento a um mundo claramente à beira do colapso.

Natural Light foi gravado integralmente, durante seis dias, numa cabana no meio de uma floresta, a sul de Ontário, com as contribuições especiais de Jason Haberman, Mike O’Brien and Don Kerr, habituais colaboradores de Mangan e que dividem com o protagonista os créditos da produção de um registo que foi misturado em Toronto.
Em Melody, a sexta canção do alinhamento do disco, Dan Mangan apoia-se na guitarra acústica para colocar todas as fichas num registo interpretativo que coloca em primeiro plano o adn que sustenta hoje a melhor indie folk contemporânea, oferecendo-nos uma composição melodicamente atraente e repleta de arranjos e orquestrações de cariz classicista, que deram a Melody uma imponência e um nível de refinamento superiores. Confere Melody e o artwork e a tracklist de Natural Light...


01 It Might Be Raining
02 Diminishing Returns
03 I Hated Love Songs
04 Contained Free (Interlude)
05 No Such Thing As Wasted Love
06 Melody
07 My Dreams Are Getting Weirder
08 Soapbox
09 Cut The Brakes
10 For Him
11 Sound The Alarm
12 Proximity
13 Hit The Wall
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Meltt – Within You, Within Me (Bayonne Remix)
Oriundos de Vancouver, no Canadá, os Meltt têm já uma assinalável reputação no país natal, como uma das bandas que melhor replica aquele rock majestoso e de forte cariz progressivo, enquanto não renega contactos mais ou menos estreitos com outros espetros sonoros, com particular destaque para a eletrónica ambiental, a música de dança e o próprio R&B. Já com um vasto catálogo em mãos, surpreenderam a nossa redação o ano passado com Another Quiet Sunday, um EP com cinco canções que valeram bem a pena destrinçar.

Um dos grandes destaques desse EP era o tema Within You, Within Me, uma canção tremendamente nostálgica, delicada e contemplativa, que acaba de ser revista pelo projeto Bayonne, encabeçado pelo músico e compositor norte-americano Roger Sellers, natural de Austin, no Texas. Esta remix de Within You, Within Me ofereceu ao original um perfil sonoro ainda mais charmoso, com a guitarra e a bateria a replicarem repetitivamente um trecho melódico simples mas orelhudo, ao qual vão sendo induzidos arranjos percussivos e outras nuances das mais variadas proveniências, num resultado final imponente e que não deixa de conter uma simplicidade marcante. Confere a remix assinada por Bayonne e o original...
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The New Pornographers – Firework In The Falling Snow (Acoustic Version)
Os canadianos The New Pornographers de Neko Case, Kathryn Calder, John Collins, Todd Fancey, Joe Seiders e o saxofonista Zach Djanikian, editaram já na primavera deste ano o disco Continue As A Guest, que tem fortes probabilidades de figurar numa posição de relevo na listagem dos melhores álbuns de dois mil e vinte e três para a nossa redação e que sucedeu ao excelente In The Morse Code Of Brake Lights, de dois mil e dezanove. Continue As A Guest foi o nono registo da carreira do coletivo natural de Vancouver e, como certamente estão recordados, contém um faustoso alinhamento de dez canções que aprimoram, de um modo nunca antes visto, o habitual indie pop rock inspirado do grupo, com o alto patrocínio da Merge Records.

Um dos melhores momentos sonoros de Continue AS A Guest é a ode oitocentista que configura a lindíssima canção Firework In The Falling Snow , a nona composição do alinhamento do registo. Os The New Pornographers acabam de revelar uma versão acústica do tema, que conta com a participação especial de Aimee Mann e que foi gravada por Michael Penn, o marido da cantora e compositora norte-americana, natural de Richmond, na Virginia.
Esta colaboração teve o primeiro episódio, na reta final do ano passado, quando num concerto de natal da banda Ted Leo And The Pharmacists e que contou com a participação especial dos The New Pornograpers, a banda de Neko Case tocou pela primeira vez em público a canção Firework In The Falling Snow e com a participação especial vocal de Aimee Mann. O resultado da parceria foi tão positivo que ficou logo aí decidido que seria gravada, posteriormente, uma versão de estúdio acústica do tema, com a presença da cantora.
Nesta versão acústica, que impressiona pelo timbre metálico luminoso da viola acústica e pelo slide insinuante de uma guitarra tocada pela própria Aimee, amplia-se o cariz impressivo de uma canção que fala de impossíveis e de como eles podem ficar no passado desde que queiramos muito mudar de vida, num resultado final fluido, contagiante, luminoso e até algo surpreendente, tendo em conta a fluidez do jogo vocal que se estabelece entre os diferentes intervenientes. Confere...
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Meltt – Soak My Head
Como os mais atentos certamente se recordam, a semana passada a nossa redação deu grande ênfase aos Meltt de Chris Smith, Jamie Turner, James Porter e Ian Winkler, por causa de um ep chamado Another Quiet Sunday, pouco mais de dezoito minutos de pura magia, etérea e psicadélica, que nos transportou para um universo sonoro com um adn muito vincado e que encontrava as reminiscências estruturais no melhor rock clássico dos anos oitenta. Poucos dias depois de nos deixarmos maravilhar por esse magnífico ep, já estamos de volta à banda canadiana para escutarmos Soak My Head, o primeiro single divulgado pelos Meltt do seu novo disco, um trabalho ainda sem título ou data de lançamento anunciados e que também terá algumas canções de Another Quiet Sunday no seu alinhamento.

Soak My Head versa sobre a ansiedade de que padecem todos aqueles que passam demasiado tempo online e são viciados em tecnologia e nas redes sociais. É uma canção sonoramente ímpar, com um registo percussivo marcante e vigoroso, induzido por uma bateria omnipresente e um baixo insinuante, cordas de uma viola radiantes e que exalam um espetacular timbre metálico tremendamente orgânico e, para rematar, diferentes arranjos planantes charmosos, onde não faltam inspiradas teclas de um piano. Uma grande canção, que também o é pela simplicidade e bom gosto melódico que contém, a fazer lembrar, por exemplo, o período inicial fulgurante dos conterrâneos Arcade Fire. Confere...
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Teen Daze – Fountains Of The World EP
Em dois mil e quinze o canadiano Teen Daze chamou a atenção da nossa redação devido a Morning World, o seu quarto registo de originais, um disco que embarcava numa toada eminentemente pop, heterogénea e luminosa, depois de dois anos antes, em Glacier (2013), ter criado ambientes sonoros etéreos e texturas sonoras minimalistas, com um cariz um pouco gélido, de modo a encarnar uma espécie de álbum conceptual que pretendia ser a banda sonora de uma viagem a alguns dos locais mais inóspitos e selvagens do nosso planeta.

Agora, quase uma década depois, este músico natural de Vancouver e que sempre mostrou um enorme talento para a conceção de composições sonoras bem estruturadas, regressa ao nosso radar devido a um EP intitulado Fountains Of The World. É um alinhamento de quatro canções, que recebeu influências tão curiosas como o italo disco, o house espanhol, ou o acid house, procurando capturar o ambiente e a vibração de atmosferas noturnas e dançantes.
Detalhes como palmas, pianos, um baixo vibrante e um registo percussivo muito marcado, são tiques essenciais de um alinhamento em que sobressai um ambiente fortemente climático e que impressiona pela criatividade com que os diferentes arranjos vão surgindo à tona, enquanto pretende desconstruir, com ímpar experimentalismo, o típico ambiente de um clube noturno e colocar-nos a dançar, sem apelo nem agravo, num convite direto ao convivio e à boa disposição. Espero que aprecies a sugestão...