
Será a vinte e cinco de outubro que irá chegar aos escaparates Cry, o novo registo de originais dos norte americanos Cigarettes After Sex, um projeto oriundo de El Paso, no Texas e liderado por Greg Gonzalez, ao qual se juntam Jacob Tomsky, Phillip Tubbs e Randy Miller. Este novo alinhamento de uma das novas coqueluches da indie pop de cariz mais ambiental, terá a chancela da Partizan Records e sucede ao muito aclamado registo homónimo de estreia que este grupo lançou há pouco mais de dois anos.
Gravado em sessões noturnas numa mansão na ilha de Maiorca e, de acordo com o grupo, uma meditação cinematográfica sobre as muitas facetas complexas do amor – encontro, desejo, necessidade, perda… ou tudo uma vez só, Cry tem em Heavenly o primeiro single divulgado, uma composição que serve-se de um imponente baixo, do reverb ecoante de uma guitarra e do ritmo hipnótico da bateria para, com uma filosofia estilística assente numa sonoridade simples e nebulosa, mas bastante melódica e etérea, arrastar-nos com complacência e sem pressas, para um universo feito com uma aura melancólica e mágica indistinta. Confere...
Já chegou aos escaparates e através da insuspeita Domino Records, Can You Really Find Me, o novo registo de originais da dupla norte-americana Night Moves, formada por Micky Alfano e John Pelant, sendo o último o principal responsável pela escrita das canções neste projeto. Can You Really Find Me foi produzido por Jim Eno, membro fundador e baterista dos Spoon, nos estúdios Public Hi-Fi em Austin, no Texas e contou com as participações especiais dos músicos Mark Hanson e Chuck Murlowski.

Sedeados em Minneapolis, estes Night Moves apostam todas as fichas numa espécie de mistura entre um country cósmico e o típico rock psicadélico, um caldeirão improvável mas perfeito para incubar canções texturalmente ricas e que acabam por encarnar deliciosos tratados de epicidade e lisergia, como é possível atestar no conteúdo de Can You Really Find Me.
De facto, neste sucessor de Pennied Days, o disco que os Night Moves lançaram em fevereiro de dois mil e dezasseis, canções como Ribboned Skies, uma composição onde o piano se mostra tremendamente sedutor, Mexico, um solarengo tratado de pop efusiva, Keep Me In Mind, uma ode à melhor herança daquela América profunda que teve sempre uma indisfarçável faceta psicotrópica, Waiting For The Simphony, um portento de cosmicidade e sentimentalismo e, principalmente, Strands Align, uma verdadeira orgia lisérgica que nos catapulta, em simultâneo, para duas direções aparentemente opostas, a indie folk psicadélica e o rock experimental, divagamos por um alinhamento extremamente coeso, com uma identidade sonora perfeitamente definida e certamente conduzido pela ambição de criar um microcosmos sonhador onde a realidade ao redor ganha cores garridas ou um romantismo incurável.
Can You Really Find Me sabe a Queen e a Fleetwood Mac e transporta melodias gentis, cantadas quase sempre com a voz de John Pelant próxima de um registo enternecedor e delicado e muitas vezes atravessada por trechos de rock cósmico, que apenas nos sobressaltam um pouco antes do regresso à pureza original em que o disco assenta, uma convocatória à celebração e até ao romantismo, que nos emerge numa realidade palpável e, ao mesmo tempo, efabulada, com canções que nos trazem o melhor de uma América cada vez mais heterogénea e saudosa de um passado que já foi bem mais glorioso, por muito que o poder instalado tente demonstrar o contrário. Espero que aprecies a sugestão...

Será a vinte e oito de junho próximo que chegará aos escaparates e através da insuspeita Domino Records, Can You Really Find Me, o novo registo de originais da dupla norte-americana Night Moves, formada por Micky Alfano e John Pelant, sendo o último o principal responsável pela escrita das canções neste projeto. Can You Really Find Me foi produzido por Jim Eno, membro fundador e baterista dos Spoon, nos estúdios Public Hi-Fi em Austin, no Texas e contou com as participações especiais dos músicos Mark Hanson e Chuck Murlowski.
Sedeados em Minneapolis, estes Night Moves apostam todas as fichas numa espécie de mistura entre um country cósmico e o típico rock psicadélico, um caldeirão improvável mas perfeito para incubar canções texturalmente ricas e que acabam por encarnar deliciosos tratados de epicidade e lisergia, como será certamente possível atestar no conteúdo de Can You Really Find Me.
Para já podemos deliciar-nos com Strands Align, o primeiro avanço já revelado de Can You Really Find Me, uma verdadeira orgia lisérgica que nos catapulta, em simultâneo, para duas direções aparentemente opostas, a indie folk psicadélica e o rock experimental. Confere...

Os electro rockers norte americanos Missio vão regressar aos discos este ano, via RCA Records e em dose dupla com The Darker The Weather the Better The Man. The Darker The Weather (Part 1), chega aos escaparates a vinte e nove de março e The Better The Man (Part II) lá mais para o verão.
Os artistas rock estão nos dias de hoje debaixo dos holofotes e, para muitos, ser membro de uma banda é sinónimo, muitas vezes, de ser alguém que sofe de uma adição a drogas e a sexo e de ser alguém irresponsável, imaturo e rebelde. Por outro lado, a sensação que muitas vezes existe é que é cada vez menor a separação entre aquilo que é o conteúdo musical em si e a personalidade do artista, uma ideia claramente errada porque a autobiografia sonora é, na minha opinião, cada vez menos uma realidade. Por isso, geralmente nunca esperamos que os nossos gurus do rock sejam modelos de virtude, mesmo quando conseguem evitar enveredar pela espiral de decadência que a fama muitas vezes potencia.
A crítica a estas ideias pré-concebidas e erradas e uma novela russa cheia de personagens disfuncionais são as ideias centrais de Rad Drugz!, o primeiro single divulgado deste novo registo dos Missio, uma dupla oriunda de Austin, no Texas, uma empolgante composição rica de linhas de baixo encorpadas, um riff de guitarra pulsante e uma batida sintetizada, idealizada com o intuíto de fazer dançar todos aqueles que gostam de abanar a anca mas deprezam terrenos sonoros como o house, o discosound e afins. Confere...

Oriundos de Austin, no Texas, os Quiet Company, estrearam-se no já longínquo ano de dois mil e seis com o registo Shine Honesty e são atualmente formados por Taylor Muse, o cantor, escritor e grande mentor da banda, o guitarrista Tommy Blank, o baixista Trevor Dowdy, o baterista Jeff Stringer e o multi-instrumentista Bill Gryta.
Já neste mês de janeiro os Quiet Company vão editar On corners & Shapes, o terceiro de uma série de eps que têm dado a conhecer aos seus fãs desde o longa duração Your Husband, the Ghost, de dois mil e dezassete e, em jeito de antecipação, acabam de revelar Aloha, um lindíssimo tema que impressiona pelo modo seu grau de intimismo, mas também de epicidade, com o piano e alguns efeitos de cordas a assumirem as rédeas melódicas e a sustentarem diversas mudanças de ritmo. Confere...

Depois da dose dupla em formato single que incluia os temas Crush e Sesame Syrup e que serviram, em junho passado, para comemorar o primeiro anivesário da edição do excelente disco homónimo de estreia, os norte americanos Cigarettes After Sex, uma das novas coqueluches da indie pop de cariz mais ambiental, acabam de divulgar mais uma nova composição, uma versão do clássico Neon Moon, um original com vinte e seis anos da autoria da dupla Brooks and Dunn.
Nesta nova roupagem de Neon Moon, este projeto oriundo de El Paso, no Texas e liderado por Greg Gonzalez, ao qual se juntam Jacob Tomsky, Phillip Tubbs e Randy Miller, deixou impressa a marca indistinta de uma banda que se baptizou com felicidade, já que compôe com todos os sentidos apontados à alcova, servindo-se, neste caso, do reverb eocoante de uma guitarra e do ritmo hipnótico da bateria para, com uma filosofia estilística assente numa sonoridade simples e nebulosa, mas bastante melódica e etérea, arrastar-nos com complacência e sem pressas, para um universo feito com uma aura melancólica e mágica indistinta. Confere...
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