Segunda-feira, 11 de Novembro de 2019

The Districts – Hey Jo

The Districts - Hey Jo

Um dos nomes mais interessantes do catálogo da Fat Possum Records são os The Districts, um coletivo de indie rock lo fi oriundo da Filadélfia e que teve como último grande sinal de vida o excelente registo Popular Manipulations, lançado em dois mil e dezassete. Dois anos depois, o quarteto formado por Rob Grote, Connor Jacobus, Braden Lawrence e Pat Cassidy divulgou no passado verãor um tema feito propositadamente para apoiar a Everytown For Gun Safety, uma organização norte-americana que luta pelo fim da atual lei de posse de armas em vigor nesse país e que, na opinião de muitos cidadãos dessa nação, é uma das principais causas da onda recente de tragédias com armas de fogo nos Estados Unidos da América. 

Agora, cerca de três meses depois dessa sanção, os The Districts voltam à carga com Hey Jo, primeiro avanço para You Know I’m Not Going Nowhere, o quarto álbum de originais do grupo, que irá ver a luz do dia em março do próximo ano. Canção sobre o quanto é difícil manter um relacionamento estável e feliz no meio de todas as agruras que afligem o mundo moderno e que podem destruir facilmente a individualidade de quem é permanente obcecado com a beleza e a perfeição (We are all imperfect products of the natural world, and more specifically products of our own minds. This song was inspired by navigating how to be your best self and detach from what is destructive in you, to be something more perfect, gentle, and beautiful), Hey Jo assenta num rock vibrante feito com teclas melodicamente sagazes e uma distorção na guitarra bastante apelativa e, a espaços, particularmente imponente. Confere Hey Jo e a traclist de You Know I’m Not Going Nowhere, disco que terá direito a uma digressão de promoção, para já apenas com datas marcadas no país natal dos The Districts...

  1. My Only Ghost
  2. Hey Jo
  3. Cheap Regrets
  4. Velour and Velcro
  5. Changing
  6. Descend
  7. The Clouds
  8. Dancer
  9. Sidecar
  10. And The Horses All Go Swimming
  11. 4th of July

autor stipe07 às 18:29
link do post | comenta / bad talk | The Best Of... Man On The Moon...
Segunda-feira, 4 de Novembro de 2019

Coldplay – Everyday Life

Coldplay - Everyday Life

Quatro anos depois de A Head Full Of Dreams, os britânicos Coldplay estão finalmente de regresso, e já a vinte de dois de novembro, com Everyday Life, um disco duplo que contém um total de dezasseis composições, um alinhamento que já é conhecido e cuja primeira metade tem como título Sunrise, ao passo que a segunda se chama SunsetEveryday Life irá ver a luz do dia através da Parlohone, a etiqueta de sempre da banda formada por Chris Martin, Guy Berryman, Will Champion e Jonny Buckland.

Disco antecipado desde há algumas semanas através da publicação de diversas mensagens enigmáticas na página oficial da banda, cartas escritas aos fãs e da divulgação de diversos cartazes em várias cidades do mundo, com fotos vintage dos membros dos Coldplay a tocarem numa orquestra dos anos vinte do século passado, juntamente com o filósofo alemão Friedrich Nietzsche, Everyday Life começou por se entreabrir a semana passadacom a divulgação dos singles Arabesque e Orphans, um tema de cada uma das duas metades do registo.

Agora, alguns dias depois dessa dose dupla, chegou a vez de conhecermos o tema homónimo do disco e que encerra Sunset, uma composição instrumentalmente bastante cinematográfica e que tem no piano a ferramenta maior de uma melodia com uma sensibilidade muito própria, como é apanágio das propostas mais recentes da banda de Chris Martin. Everyday Life foi estreada na última edição do programa norte americano Saturday Night Live, uma atuação que com a participação especial da atriz Kristen Stewart. Confere Everyday Life... 


autor stipe07 às 16:04
link do post | comenta / bad talk | The Best Of... Man On The Moon...
Domingo, 3 de Novembro de 2019

CocoRosie – Smash My Head

Será a seis de março do próximo ano que irá ver a luz do dia o novo registo de originais das francesas CocoRosie, que têm andado ocupadas com colaborações, nomeadamente com Chance the Rapper no registo Roo e ANOHNI no seu trabalho Smoke ´em Out, além de terem editado o single Lamb And The Wolf no passado mês de agosto. Esse novo álbum das irmãos Casady chama-se Put The Shine, sucede ao já longínquo Heartache City de dois mil e quinze e terá o selo da Marathon Artists.

Cocorosie-Put-The-Shine-On

Smash My Head é o primeiro tema divulgado do alinhamento de Put The Shine, uma composição que mantém intocável o habitual clima intrigante e até algo tenebroso das CocoRosie, numa composição que traz à tona o típico ambiente daquela pop gótica que marcou a última década do século passado. Juntamente com o single, foi divulgado um vídeo de forte cariz teatral dirigido por Bianca Casady, uma das duas irmãs. Confere...


autor stipe07 às 16:59
link do post | comenta / bad talk | The Best Of... Man On The Moon...
Sábado, 2 de Novembro de 2019

Deerhunter – Timebends

Parece que ainda foi ontem, mas já foi em janeiro que os Deerhunter de Bradford Cox, Lockett Pundt, Moses Archuleta e Josh McKay, nos ofereceram o seu tão aguardado oitavo registo de originais, um fabuloso álbum intitulado Why Hasn’t Everything Disappeared?, gravado em Marfa, no Texas, mítica localidade norte-americana que serviu de cenário a Giant (1956), o último filme protagonizado por James Dean. Agora, a poucos dias de Bradford Cox editar um EP intitulado Myths 004, a meias com o músico e produtor galês e seu amigo Cate Le Bon, que produziu Why Hasn’t Everything Disappeared?, os Deerhunter divulgam um novo inédito, um verdadeiro épico intitulado Timebends, gravado em Nova Iorque na passada noite de doze de setembro.

Resultado de imagem para Deerhunter – Timebends

Em pouco mais de treze minutos, Timebends possibilita ao ouvinte contemplar uma peça sonora de eminentemente experimental, um tratado de pop rock setentista de forte cariz psicadélico, que vai progredindo até um final catárquico e portentoso, uma composição sustentada num piano cru e enevoado e numa guitarra repleta de fuzz, além de um trabalho percurssivo brilhante, nuances que poderão indicar novas coordenadas sonoras por parte dos Deerhunter em futuros registos, que poderão ter na expressão rock cósmico talvez a forma mais feliz de se catalogarem. Confere...

Deerhunter - Timebends


autor stipe07 às 15:26
link do post | comenta / bad talk | The Best Of... Man On The Moon...
Terça-feira, 29 de Outubro de 2019

Tame Impala – It Might Be Time

Tame Impala - It Might Be Time

Quase cinco anos após Currents e a testar os limites da nossa paciência devido a tão prolongado hiato, eis que os australianos Tame Impala de Kevin Parker voltam, finalmente, a dar sinais de vida com It Might Be Time, tema que fará parte de The Slow Rush, o novo registo de originais do projeto, um alinhamento com doze músicas gravadas, produzidas e misturadas pelo próprio Parker entre Los Angeles e o estúdio do artista em Fremantle, na Austrália, onde reside. The Slow Rush tem data de lançamento prevista para catorze de fevereiro do próximo ano, à boleia da Modular Records, a habitual etiqueta do grupo.

It Might Be Time é já o terceiro tema divulgado de The Slow Rush. Os leitores mais atentos de Man On The Moon certamente recordam-se que este ano a nossa redação já divulgou as composições Patience e Borderline. No entanto esta é a primeira canção a confirmar alguns dos detalhes fundamentais daquele que será o quarto alinhamento dos Tame Impala e certamente um dos marcos discográficos de dois mil e vinte.

Quanto ao seu conteúdo, It Might Be Time oferece-nos quatro minutos e meio de um pop rock de forte matriz psicadélica e com uma atmosfera sonora bastante aprazível, num resultado final algo melancólico e espiritual e onde, como é norma no projeto, é dado um enorme ênfase na nostalgia e no modo como apresenta com uma contemporaneidade invulgar alguns sons do passado, importantes pedras de toque da filosofia sonora dos Tame Impala.Confere...


autor stipe07 às 13:33
link do post | comenta / bad talk | The Best Of... Man On The Moon...
Domingo, 27 de Outubro de 2019

The 1975 – Frail State Of Mind

The 1975 - Frail State Of Mind

Depois de um percurso discográfico com três tomos em que a grande aposta foi um anguloso piscar de olhos a algumas das referências pop dos anos oitenta com forte tendência radiofónica, não faltando até interseções com o melhor R&B norte americano e a eletrónica mais futurista, os The 1975 de Matt Healy preparam-se para uma verdadeira inflexão sonora à boleia de Notes On A Conditional Form, o ábum que o grupo britânico se prepara para lançar no início do próximo ano.


autor stipe07 às 12:01
link do post | comenta / bad talk | The Best Of... Man On The Moon...
Sexta-feira, 25 de Outubro de 2019

Coldplay – Arabesque vs Orphans

Quatro anos depois de A Head Full Of Dreams, os britânicos Coldplay estão finalmente de regresso, e já a vinte de dois de novembro, com Everyday Life, um disco duplo que contém um total de dezasseis composições, um alinhamento que já é conhecido e cuja primeira metade tem como título Sunrise, ao passo que a segunda se chama Sunset. Everyday Life irá ver a luz do dia através da Parlohone, a etiqueta de sempre da banda formada por Chris Martin, Guy Berryman, Will Champion e Jonny Buckland.

Resultado de imagem para Coldplay Arabesque Orphans

Disco antecipado desde há algumas semanas através da publicação de diversas mensagens enigmáticas na página oficial da banda, cartas escritas aos fãs e da divulgação de diversos cartazes em várias cidades do mundo, com fotos vintage dos membros dos Coldplay a tocarem numa orquestra dos anos vinte do século passado, juntamente com o filósofo alemão Friedrich Nietzsche, Everyday Life acaba de se entreabrir com a divulgação dos singles Arabesque e Orphans, um tema de cada uma das duas metades do registo.

Se Arabesque, sétima canção de Sunrise, com trechos cantados em francês e que conta com as participações especiais de Stromae (voz) e de Femi Kuti (sopros), está repleta de detalhes eletreónicos, mas também conta com um excelente trabalho percurssivo, já Orphans, segunda composição de Sunset, oferece-nos aquela faceta eminentemente pop que marcou os últimos trabalhos dos Coldplay, um tema luminoso e festivo, mas também melodicamente amplo e épico e que celebra o otimismo e a alegria. Confere Arabesque e Orphans e a tracklist de Everyday Life... 

Coldplay - Arabesque - Orphans

01. Arabesque
02. Orphans

Disc 1: Sunrise
01 “Sunrise”
02 “Church”
03 “Trouble in Town”
04 “BrokEn”
05 “Daddy”
06 “WOTW / POTP”
07 “Arabesque”
08 “When I Need a Friend”

Disc 2: Sunset
01 “Guns”
02 “Orphans”
03 “Èkó”
04 “Cry Cry Cry”
05 “Old Friends”
06 “بني آدم” (“Bani Adam,” Arabic for “Children Of Adam”)
07 “Champion Of The World”
08 “Everyday Life”


autor stipe07 às 11:06
link do post | comenta / bad talk | The Best Of... Man On The Moon...
Quarta-feira, 23 de Outubro de 2019

Born-Folk - Fall-Inn

Têm apenas alguns meses de vida os Born-Folk, um projeto oriundo de Lisboa constituido por músicos com influências oriundas de épocas distintas, mas que assume uma dimensão criativa pop, livre e eclética. O grupo quer chegar ao âmago do coração, de modo assumidamente casual e algo romântico, tendo já na forja um EP intitulado Come Inside! e do qual começou por ser retirado o tema Heat And Rum, no ocaso do último verão. Agora, em pleno estio outunal, chega a vez da composição Fall-Inn, tema que encerra o alinhamento do EP e também já com direito a um vídeo realizado por Luis Vieira, um possível retrato de um peculiar “rendez vous” outonal falhado com uma “patinadora artística” que vai pirateando corações com o seu sorriso alemão.

Resultado de imagem para Born-Folk

Se Heat And Rum era uma típica canção de verão, com uma indesmentível e peculiar vibe surf rock sessentista, carregada de surf tremolo na guitarra e voz delicada e com uma letra em que estava patente toda a simbologia ligada à temática do surf, calor, ondas e raparigas a exibirem-se e toda a parte, Fall-Inn, conduzida por um eletrificação de cordas agreste e abrasiva, mas tremendamente charmosa e com um travo punk delicioso, tem um clima mais outunal. De acordo com os Born-Folk, no hotel FALL-INN (uma espécie de open space hostel) somos saqueados por uma coelhinha pirata que embala os hóspedes com o seu olho empalado. A enigmática mensagem em “alemão da região da baixa googlândia” é o hall de entrada. Segue-se uma imperial overdrive interminável até à infusão fatal, um cházinho relaxante e inebriante carregado de wah wah “delayano” que nos levará até ao grand finale, onde a queda é uma aposta segura. Willkommen!!! Confere...


autor stipe07 às 18:53
link do post | comenta / bad talk | The Best Of... Man On The Moon...
Segunda-feira, 21 de Outubro de 2019

Perfume Genius – Pop Song

Perfume Genius - Pop Song

Cerca de dois anos e meio depois do excelente No Shape, Mike Hadreas, aka Perfume Genius, está de regresso com novidades que poderão muito bem antecipar o lançamento em breve do quinto álbum da carreira de um dos nomes mais excitantes do cenário musical alternativo. Importa, no entanto, ressalvar que Hadreas não este parado durante este par de anos, já que criou os temas Eighth GradeBooksmart e13 Reasons Why, para a banda sonora do filme The Goldfinch, além de ter andado em digressão a promover No Shape e de ter ainda autorizado algumas remisturas e participado em colaborações.

Entretanto também já era do conhecimento público que Perfume Genius andava a colaborar com a coreógrafa Kate Wallich e com a companhia de dança The YC, num bailado contemporâneo e numa performance ao vivo. O nome dessa inusitada obra éThe Sun Still Burns Here e começam a ser revelados cada vez mais detalhes do produto final e da performance, estando o seu conteúdo cada vez menos confinado aos estúdios de dança onde têm decorrido os ensaios e as gravações.

Eye In The Wall foi o primeiro grande detalhe já revelado desse trabalho colaborativo, uma composição sonora assinada por Perfume Genius e que nos oferece uma espécie de sinistro western percurssivo, com uma impactante atmosfera lo-fi, mas também com aquela dose de delicadeza e emotividade que carateriza, através de um aparato tecnológico amplo, os principais caminhos de expressão musical da sua discografia. Agora, algumas semanas depois, acaba de ser revelada mais uma composição dessa performance colaborativa e com a assinatura de Hadreas. A canção intitula-se Pop Song e permite-nos contemplar um curioso exercício de simbiose entre elementos sintéticos particularmente rugosos, com um edifício percussivo repleto de groove, tudo temperado com o habitual falsete de Hadreas, sempre emotivo e realisticamente magnético. Confere...


autor stipe07 às 21:12
link do post | comenta / bad talk | The Best Of... Man On The Moon...
Quinta-feira, 17 de Outubro de 2019

Vetiver – Wanted, Never Asked

Vetiver - Wanted, Never Asked

Andy Cabic, a mente profunda e inspirada que em São Francisco, na solarenga Califórnia, alimenta e dá vida ao projeto Vetiver, está de regresso aos discos, com um trabalho intitulado Up On High, que chegará aos escaparates a um de novembro próximo, através das etiquetas Mama Bird Recording Co. (US/World) e Loose Music (UK/EU).

Em jeito de antecipação do registo, já são conhecidos alguns temas do seu alinhamento, sendo o mais recente Wanted, Never Asked, uma aconchegante composição, que contém na sua essência a melhor herança da mais genuína folk norte-americana, uma canção com um travo de pureza e simplicidade únicos, amena, íntima e cuidadosamente produzida, mas também arrojada no modo como, através da suavidade das cordas e do groove da bateria exala uma enorme elegância e sofisticação. Confere...


autor stipe07 às 13:10
link do post | comenta / bad talk | The Best Of... Man On The Moon...
Terça-feira, 15 de Outubro de 2019

Panda Bear – Playing The Long Game

Panda Bear - Playing The Long Game

Pouco mais de meio ano após a edição do excelente registo Buoys, o seu sexto álbum de estúdio, o músico norte-americano Panda Bear acaba de dar mais um vigoroso passo em frente na sua carreira a solo, com a divulgação de um novo tema intitulado Playing The long Game e que não fazia parte do alinhamento desse registo. Além da canção, este músico natural de Baltimore, no Maryland e a residir em Lisboa e um dos nomes obrigatórios da indie pop e daquele rock mais experimental e alternativo que se deixa cruzar por uma elevada componente sintética, sempre com uma ímpar contemporaneidade e enorme bom gosto, também deu a conhecer ao grande público o vídeo da mesma, realizado pela portuguesa Fernanda Pereira e onde se pode ver Noah Lennox a deambular por uma floresta enquanto uma horda de mascarados vagueia à distância.

Canção sobre dilemas existenciais mais ou menos óbvios, como confessou o próprio Lennox (The song is about a brief series of thoughts I had one morning about who I am, what I’m doing, and where I’m going), Playing The Long Game foi produzida pelo próprio músico com a colaboração de Rusty Santos e Sebastian Sartor e assenta numa pop experimental eminentemente sintética e com um indesmentível travo R&B, uma composição de forte cariz etéreo e contemplativo, mas também com uma frescura e um colorido muito curiosos e apelativos. Confere...


autor stipe07 às 15:34
link do post | comenta / bad talk | The Best Of... Man On The Moon...
Segunda-feira, 14 de Outubro de 2019

The Dodos – The Atlantic

Os The Dodos de Meric Long e Logan Kroeber parecem continuar fixados na temática do mar e, de modo mais redutor, no oceano atlântico, já depois de o último álbum da dupla de São Francisco, o registo Certainty Waves, produzido pelo próprio Meric Long e editado no início da passda primavera, através da Polyvinyl Records, ter-se centrado bastante nessa temática oceanográfica.

Resultado de imagem para The Dodos The Atlantic

De facto, The Atlantic, o novo tema divulgado da dupla, versa sobre a questão do isolamento e de como muitas vezes, ao não nos rodearmos das pessoas certas, acabamos por nos tornar numa espécie de ilha, perdida e inatingível. Sonoramente, na crueza do dedilhar das cordas, na variedade rítmica algo intuitiva e no clima melódico particularmente contemplativo, ampliado pelo registo vocal em falsete de Long, The Atlantic tem esse travo muito sui generis à imensidão de um oceano e à mágoa que aquela sensação claustrofóbica de desnorte traz sempre associada ao conceito de solidão. Confere...


autor stipe07 às 17:31
link do post | comenta / bad talk | The Best Of... Man On The Moon...
Quinta-feira, 10 de Outubro de 2019

Men On The Couch - Areia

Chega amanhã aos escaparates Senso Comum, o primeiro álbum gravado em estúdio dos madeirenses Men On The Couch, de Guilherme Gomes, João Rodrigues, Tiago Rodrigues e Francisco Sousa, um alinhamento de onze canções captado nos míticos BlackSheep Studios em Sintra e que será revisto pela nossa redação muito em breve. Após vários anos a tocarem juntos, a banda madeirense decidiu finalmente pegar nas músicas que foi acumulando e aventurar-se na criação do disco de estreia, um álbum que, de acordo com o grupo, carrega todas as felicidades, desilusões, pensamentos e teorias que uns miúdos na casa dos vinte anos possam ter.

Resultado de imagem para Men On The Couch - Areia

Para marcar a edição do disco de estreia, os Men On The Couch acabam de divulgar o vídeo de Areia, um dos destaques do seu alinhamento e o segundo single retirado do mesmo. O tema conta uma história de amor passada numa ilha semelhante ao paraíso, intensificada pelos beijos salgados, mergulhos no mar e cervejas na areia. Nesta balada com apenas três elementos, a melodia do rhodes acompanhada pelos acordes ao estilo bossa nova, convida o ouvinte a cantar de imediato e consegue fazê-lo viajar para uma altura onde tudo era mais simples. E a vida boa é mesmo assim: simples, como esta canção.

O vídeo foi filmado na ilha do Porto Santo e realizado por Saúl Caires (VINCO films). Nele os membros da banda aparecem enterrados na areia até ao pescoço como se fossem parte da praia, desempenhando um papel de narrador ausente e observando os vários acontecimentos mundanos de um dia típico numa ilha paradisíaca. Confere...


autor stipe07 às 20:37
link do post | comenta / bad talk | The Best Of... Man On The Moon...
Domingo, 6 de Outubro de 2019

Kurt Vile – Baby’s Arms (feat. The Sadies)

Kurt Vile - Baby's Arms

Quase um ano depois de Kurt Vile ter lançado Bottle It In, o sétimo disco da sua carreira, que continha treze temas gravados em várias cidades norte-americanas e finalizados com o produtor Shawn Everett nos estúdios Beer Hole em Los Angeles, contando com a participação especial de nomes tão notáveis como Kim Gordon, Cass McCombs, Stella Mozgawa e Mary Lattimore, o músico natural de Filadélfia, na Pensilvânia, volta a ser notícia com a divulgação de uma versão do seu tema Baby's Arms, que fez parte do alinhamento de Smoke Ring For My Halo, o trabalho que o norte-americano lançou em dois mil e onze.

Contando com a colaboração especial da banda canadiana The Sadies, esta nova roupagem de Baby's Arms, tema que abria o alinhamento daquele que foi, à altura, o quarto álbum de Kurt Vile, foi captada o ano passado durante uma estadio do grupo e do músico nas montanhas Catskill, no Estado de Nova Iorque, sendo apelidado pelos intervenientes como um momento mágico de interação musical e com um resultado tremendamente intimista e impressivo.

Essa estadia de Kurt Vile com os The Sadies nas montanhas Catskill, com o objetivo de ensaiar e preparar a digressão de suporte a Bottle It In, resultou também num documentário intitulado bottle black, dirigido por Ryan Scott e que, tal como esta versão de Baby's Arms, viu a luz do dia via Matador Records. Confere...


autor stipe07 às 21:08
link do post | comenta / bad talk | The Best Of... Man On The Moon...
Sexta-feira, 4 de Outubro de 2019

Colony House – Looking For Some Light

Os Colony House são Caleb Chapman, Will Chapman, Park Cotrell e Scott Mills, uma banda norte americana de indie rock de Franklin, no Tennessee e que se inspirou num complexo habitacional na baixa da sua cidade natal para dar nome a um projeto que se estreou nos discos há meia década com When I Was Younger, uma coleção de catorze canções particularmente inspiradas e com uma toada eminentemente comercial e virada para o airplay fácil. Três anos depois viu a luz do dia Only The Lonely, o sempre difícil segundo disco, que já tem sucessor. O terceiro álbum dos Colony House intitula-se Leave What's Left Behind, será editado muito em breve e tem em Looking For Some Light o mais recente single divulgado de antecipação ao registo.

Resultado de imagem para Colony House Looking For Some Light

Com a banda a partir, de forma decidida, para um ambiente épico, mas também climático, que pretende de algum modo recriar o clima de tensão e de assombro em que vive o país natal dos Colony House, Looking For Some Light aposta em guitarras e sintetizadores, que servem de bitola do processo de criação musical de um tema agregado, no seu todo, como um edifício sonoro complexo e claramente inspirado, com ecos e sensações que também nos convidam à auto análise interior. Confere...

Colony House - Looking For Some Light


autor stipe07 às 21:28
link do post | comenta / bad talk | The Best Of... Man On The Moon...
Terça-feira, 1 de Outubro de 2019

Foreign Poetry - Freeform

Os Foreign Poetry são Danny Geffin e Moritz Kerschbaumer. Danny é inglês, Moritz é austríaco e ambos tocam vários instrumentos e escrevem canções. Conheceram-se em Londres, durante o verão de dois mil e onze, quando tocavam em projetos diferentes e se cruzaram na mesma noite no The Ritzy, em Brixton. Moritz tocava com Luís Nunes, mais conhecido por (Walter) Benjamin e Danny era uma das duas metades dos Geffin Brothers. Alguns anos depois Moritz enviou a Danny duas ideias para canções nas quais andava a trabalhar e este retribuiu dias depois devolvendo-as cheias de ideias novas. Este encontro tornou-se num hábito, as ideias de ambos começaram a andar para trás e para a frente e ao fim de um ano neste modus operandi, estava praticamente estruturado um alinhamento de canções intitulado Grace and Error on the Edge of Now, que viu a luz do dia há poucos dias, à boleia da Pataca Discos e que será alvo de revisão crítica atenta neste bogue muito em breve.

Resultado de imagem para Foreign Poetry - Chain Of Events

Seja como for, posso já adiantar que este Grace and Error on the Edge of Now foi polido nos estúdios da Pataca Discos, em Lisboa, onde o disco ganhou novas e belas texturas, com a ajuda dos Anna Louisa Etherington (violino), Alice Febles Padron (coros), Luís (W. Benjamin) Nunes (bateria, percussão e coros) e Tony Love (bateria), sendo uma estreia em grande de um projeto que serviu-se de variadas texturas e arranjos, melodias vocais com raízes folclóricas e uma crua vulnerabilidade, para incubar uma espécie de álbum conceptual, que aborda ideias tão mundanas como o universo pessoal, a adolescência e a juventude, o impacto da teconologia na condição humana e as complexidades da vida e das relações humanas, fazendo tudo isso de um modo relevante, provocador e rico. Nele, Moritz e Danny criaram paisagens sonoras e orquestrações complexas, mas também apostaram em grooves mais descontraídos e numa narrativa lírica eminentemente simples, com nomes como Arthur Russell, The National, Lambchop e Future Islands, a serem referências óbvias de um compêndio de rock psicadélico, mas sem rock nem psicadelia no seu estado mais puro, já que a folk é também um ingrediente essencial de toda a trama sonora do registo.

Depois de em pleno verão termos ficado a conhecer Chain Of Events, um dos temas já divulgados deste álbum de estreia dos Foreign Poetry que, faltava referir, foi misturado por Luís Nunes e o próprio Moritz Kerschbaumer e masterizado por Tiago de Sousa, agora, em pleno período de lançamento do registo, chegou a vez de também ganhar direito a superior relevância a canção Freeform, uma belíssima composição envolta numa eletrónica repleta de subtilezas detalhísticas, imbuídas de um charme incomum e etéreo e com uma forte vibe nostálgica e contemplativa, conceitos que amplificam ainda mais a certeza de estarmos na presença de um disco que merece dedicada e fervorosa audição. Confere...


autor stipe07 às 12:34
link do post | comenta / bad talk | The Best Of... Man On The Moon...
Sexta-feira, 27 de Setembro de 2019

Wildlife – No Control

Sedeados em Toronto, os Wildlife têm vindo a captar desde o início desta década a atenção da crítica e de uma cada vez mais vasta legião de fãs, quer no Canadá, quer nos Estados Unidos, devido a um já interessante catálogo de propostas sonoras que gravitam em torno de um indie rock bastante inspirado e atual e que o projeto replica de modo efusiante. Tal também sucede, pelos vistos, nas prestações ao vivo da banda, sempre bastante dramáticas enérgicas e já emblemáticas.

Image result for Wildlife – No Control

Em dois mil e três o disco On The Heart, dos Wildlife, uma mistura de suor, gritos e lágrimas, ou seja de difícil incubação e de aturado trabalho de estúdio, foi produzido por Peter Katis (The National, Interpol) e Gus Van Go (The Stills) e ganhou enorme relevo também devido ao facto de ser um trabalho conceptual, porque com ele os Wildlife quiseram escrever uma espécie de carta de amor aos corações de todos nós e à capacidade que esse músculo tem de nos proporcionar os mais belos sentimentos. Três anos depois, Age of Everything catapultou definitivamente a banda para o mainstream e agora, perto do ocaso de dois mil e dezanove, os Wildlife preparam-se para lançar aquele que é, de acordo com o grupo, o álbum mais conciso e vibrante do cardápio do projeto.

Produzido por Dave Schiffman e por Mike Keire e gravado durante três semanas neste verão nos estúdios Threshold Studio, Take The Light With You é o nome desse novo registo de originais dos Wildlife, um compêndio de canções assentes num punk rock bastante cru e direto, mas também com momentos mais nostálgicos e etéreos e dos quais já foi retirado o single No Control, uma canção que antecipa um alinhamento que terá tudo para ser uma das melhores surpresas do ano. Confere...

Wildlife - No Control


autor stipe07 às 13:10
link do post | comenta / bad talk | The Best Of... Man On The Moon...
Segunda-feira, 23 de Setembro de 2019

Allah-Las – Prazer Em Te Conhecer

Allah-Las - Prazer Em Te Conhecer

Naturais de Los Angeles, os norte americanos Allah-Las de Miles Michaud, Pedrum Siadatian, Spencer Dunham e Matt Correia têm finalmente sucessor para o excelente registo Calico Review de dois mil e dezasseis. Será a onze de outubro que irá ver a luz do dia Lahs, o novo compêndio de originais do quarteto, um trabalho que irá chegar aos escaparates através da Mexican Summer, a habitual editora do grupo.

Os Allah-Las viajaram imenso depois da edição de Calico Review, com passagens por locais táo variados como todo o continente americano, a Europa, África do Sul, Austrália, Rússia e leste da Ásia e o conteúdo de Lahs é bastante inspirado por essa demanda mundo fora, nomeadamente as experiências que a banda foi conseguido vivenciar além das normais rotinas de uma digressão musical.

Depois de Polar Onion, o mais primeiro single divulgado das treze canções do alinhamento de Lahs, agora chegou a vez de nos deliciarmos com Prazer Em Te Conhecer, um tema cantado em português e que nos oferece uma espécie de Califórnia verde e amarela, já que são evidentes as influências da melhor música popular brasileira, em especial a bossa nova, numa composição imbuída de uma indesmentível vibe tropical, além da típica psicadelia lo-fi que carateriza o adn dos Allah-Las.

Merece também uma vista de olhos o vídeo de Prazer Em Te Conhecer, que mostra algumas das tais experiências que a banda foi conseguido vivenciar na digressão acima referida e que foram sendo captadas pelo baterista Matt Correia. Confere...


autor stipe07 às 13:14
link do post | comenta / bad talk | The Best Of... Man On The Moon...
Sexta-feira, 20 de Setembro de 2019

DIIV – Blankenship

DIIV - Blankenship

Continuam a ser reveladas estrondosas composições de Deceiver, o terceiro registo de originais dos nova-iorquinos DIIV de Zachary Cole Smith, músico dos Beach Fossils e que tem atualmente como companheiros de banda neste projeto Andrew Bailey (guitarra), Colin Caulfield (baixo) e Ben Newman (bateria). E à medida que se abre o pano sobre aquele que será, certamente, um dos melhores discos de dois mil e dezanove, ficamos cada vez mais entusiasmados com a proximidade da data de lançamento, prevista para quatro de outubro, à boleia da Captured Tracks.

Gravado no passado mês de março em Los Angeles com o produtor Sonny Diperri, Deceiver irá suceder ao excelente Is The Is Are, um registo com já três anos e que não renegando totalmente os atributos essenciais do adn do grupo, assentes num garage rock que dialoga incansavelmente com o surf rock e que incorpora, nessa trama, doses indiscretas de uma pop suja e nostálgica, conduziu-nos, na altura, a um amigável confronto entre o rock alternativo de cariz mais lo fi com aquela pop particularmente luminosa e com um travo a maresia muito peculiar.

DIIV

Is The Is Are foi um disco muito centrado nos problemas de Zachary com a adição às drogas, mas o músico confessou, pouco depois do lançamento desse trabalho, que não foi totalmente honesto no conteúdo do mesmo e que era altura de se dedicar verdadeiramente à superação desse problema. Assim, nos últimos três anos o músico tem realmente tentado lutar contra essa questão, tendo estado internado em diferentes clínicas.

Sendo o conteúdo de Deceiver também muito centrado nessa questão psicotrópica, como se percebeu logo em Skin Game, o primeiro single divulgado do registo há já dois meses, um diálogo imaginário entre duas personagens, que poderão ser muito bem o próprio Zachary e os seus dilemas relativamente à psicotropia e em Taker, a segunda composição também manteve essa tonalidade auto reflexiva e particularmente dolorosa. Blankenship, a nova canção divulgada do registo, atesta, de vez, esta teoria, oferecendo-nos a composição mais ruidosa, efervescente e crua das três já conhecidas, um portento de indie krautrock repleto de nostalgia e crueza, idealizada por um artista que parece já ter percebido que, além do indispensável isolamento, a auto sinceridade e a força de vontade são condições essenciais para o sucesso. Confere...


autor stipe07 às 13:08
link do post | comenta / bad talk | The Best Of... Man On The Moon...
Quinta-feira, 19 de Setembro de 2019

LOLA LOLA - Killed a Man in a Field

Com raízes nos extintos Tornados e no sempre pulsante e inovador movimento criativo da cidade do Porto, os LOLA LOLA formaram-se há meia década, fruto da junção de um trio já muito experimentado nas lides musicais, Tiago Gil (Guitarra), Miguel Lourenço (Baixo) e Hélder Coelho (Bateria), que receberam de braços abertos a desconcertante voz de Carla Capela, conhecida da noite portuense como DJ Just Honey e o sax barítono de Rui Teixeira.

Resultado de imagem para LOLA LOLA Killed a Man in a Field

Alimentados pelo universo musical das décadas de 50 e 60 e inspirados pelo R&B/Popcorn, 60´s Beat e Rock n’ Roll, os LOLA LOLA assinaram, no início de 2015, pela prestigiada editora independente Sleazy Records, à boleia da qual lançaram os singles Money in the Can (Junho/2015), Sweet Lovin' (Dezembro/2016) e o double-sider Voodoo Man/ Voodoo Woman (Fevereiro/2018).

Com as suas canções destacadas um pouco por todo o mundo por djs de culto, rádios e blogosfera musical, os LOLA LOLA também têm tocado por toda a Península Ibérica, granjeando uma cada vez mais vasta e fiel legião de fãs que irá certamente ampliar-se devido a Killed A Man In The Field, o novo lançamento do grupo, um sete polegadas que tem como b side uma recriação enérgica do clássico Somebody’s always trying de Joy Byers e que marca a estreia dos LOLA LOLA  pela soberana Chaputa! Records.

Este quarto registo fonográfico dos LOLA LOLA, ilustrado por Rui Ricardo, produzido por Nuno Riviera e masterizado por Mike Mariconda, vê a luz do dia amanhã, mas o tema principal, uma canção que nos leva a viajar por uma larga paisagem de cor e infinito, (...) um rasgo de primordial simplicidade, com uma melodia assente numa base densa e segura, já tem direito a um video captado na Reserva Natural do Estuário do Douro e com brilhantes interpretações de Carla Capela e Tiago André Sue. No filme, assinado por Rodrigo Areias e Susana Abreu, contemplamos uma história de amor trágico que trespassa corações, revelando-se na eternidade da paisagem que a vida é efémera.

Sempre com sede de estrada, os LOLA LOLA aproveitam o lançamento deste 7’ para regressar aos concertos, no Sabotage Club, dia 18 de Outubro e no Barracuda Clube de Roque, no dia seguinte. Confere...

Facebook                  Instagram                                   YouTube


autor stipe07 às 13:14
link do post | comenta / bad talk | The Best Of... Man On The Moon...

eu...


more about...

Follow me...

. 51 seguidores

Powered by...

stipe07

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Parceria - Portal FB Headliner

Facebook

Man On The Moon - Paivense FM (99.5)

Em escuta...

Twitter

Twitter

Blogs Portugal

Disco da semana

Novembro 2019

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9

10
15
16

17
18
19
20
21
22
23

24
25
26
27
28
29
30


posts recentes

The Districts – Hey Jo

Coldplay – Everyday Life

CocoRosie – Smash My Head

Deerhunter – Timebends

Tame Impala – It Might Be...

The 1975 – Frail State Of...

Coldplay – Arabesque vs O...

Born-Folk - Fall-Inn

Perfume Genius – Pop Song

Vetiver – Wanted, Never A...

Panda Bear – Playing The ...

The Dodos – The Atlantic

Men On The Couch - Areia

Kurt Vile – Baby’s Arms (...

Colony House – Looking Fo...

Foreign Poetry - Freeform

Wildlife – No Control

Allah-Las – Prazer Em Te ...

DIIV – Blankenship

LOLA LOLA - Killed a Man ...

R.E.M. - Fascinating

Perfume Genius – Eye In T...

Belle And Sebastian – Thi...

Mando Diao – Long Long Wa...

Mystery Jets – History Ha...

X-Files

Novembro 2019

Outubro 2019

Setembro 2019

Agosto 2019

Julho 2019

Junho 2019

Maio 2019

Abril 2019

Março 2019

Fevereiro 2019

Janeiro 2019

Dezembro 2018

Novembro 2018

Outubro 2018

Setembro 2018

Agosto 2018

Julho 2018

Junho 2018

Maio 2018

Abril 2018

Março 2018

Fevereiro 2018

Janeiro 2018

Dezembro 2017

Novembro 2017

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

tags

todas as tags

take a look...

I Love...

Os melhores discos de 201...

Astronauts - Civil Engine...

SAPO Blogs

subscrever feeds