Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


DIIV – Frog In Boiling Water

Segunda-feira, 29.04.24

Meia década depois de Deceiver, os DIIV de Zachary Cole-Smith, Andrew Bailey, Colin Caulfield e Ben Newman estão de regresso aos discos com Frog In Boiling Water, o quarto compêndio de originais da carreira da banda nova-iorquina que se estreou em dois mil e doze com o extraordinário álbum Doused. Com Chris Coady nos créditos da produção, Frog In Boiling Water terá dez canções e irá ver a luz do dia a vinte e quatro de maio, com a chancela da Fantasy.

DIIV Share New Album's Title Track "Frog In Boiling Water": Listen

Há quase três meses conferimos na nossa redação, Brown Paper Bag, o primeiro single retirado do alinhamento de Frog In Boiling Water, uma composição imponente e rugosa, que se ia arrastanto à boleia de um baixo encorpado que acamava cascatas de guitarras intensas, abrasivas e sujas. Depois, no início deste mês de abril, escutámos Everyone Out, o quinto tema do alinhamento de Frog In Boiling Water, uma composição com um perfil sonoro menos ruidoso que o primeiro tema revelado do disco, feita com diversos arranjos acústicos com uma crueza e um imediatismo irrepreensíveis, que acamavam um trecho melódico algo hipnótico.

Agora, no final do mês, chega a vez de conferirmos o tema homónimo deste novo álbum dos DIIV e a quarta composição do seu alinhamento. Frog In Boiling Water, uma canção que ironiza sobre o modo como o nosso mundo poderá estar prestes a implodir devido ao seu próprio peso, assenta num intenso perfil noventista, algures entre um grunge rugoso e um shoegaze intenso, à boleia de guitarras abrasivas e que enquanto se arrastam por uma melodia imponente, vão recebendo diversos detalhes e arranjos, num resultado final simultaneamente majestoso e de elevado travo lo fi, como é usual nas propostas dos DIIV. Confere...

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por stipe07 às 16:07

DIIV - Everyone Out

Quinta-feira, 18.04.24

Meia década depois de Deceiver, os DIIV de Zachary Cole-Smith, Andrew Bailey, Colin Caulfield e Ben Newman estão de regresso aos discos com Frog In Boiling Water, o quarto compêndio de originais da carreira da banda nova-iorquina que se estreou em dois mil e doze com o extraordinário álbum Doused. Com Chris Coady nos créditos da produção, Frog In Boiling Water terá dez canções e irá ver a luz do dia a vinte e quatro de maio, com a chancela da Fantasy.

DIIV - Music Farm

Há precisamente dois meses conferimos na nossa redação, Brown Paper Bag, o primeiro single retirado do alinhamento de Frog In Boiling Water, uma composição imponente e rugosa, que se ia arrastanto à boleia de um baixo encorpado que acamava cascatas de guitarras intensas, abrasivas e sujas. Agora chega a vez de escutarmos Everyone Out, o quinto tema do alinhamento de Frog In Boiling Water.

Everyone Out é uma composição com um perfil sonoro menos ruidoso que o primeiro tema revelado do disco. Diversos arranjos acústicos das guitarras, com uma crueza e um imediatismo irrepreensíveis, acamam um trecho melódico algo hipnótico, que vai recebendo diversos detalhes e arranjos, quase sempre com origem em cordas ou em subtis nuances sintéticas, num resultado final de elevado travo lo fi, que oferece ao ouvinte um perfil mais intimista e emotivo do que o usual nas propostas dos DIIV, mas que não deixa, por isso, de ser, como sempre, tremendamente criativo, vibrante e acolhedor. Confere...

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por stipe07 às 16:39

Pond – (I’m) Stung

Terça-feira, 02.04.24

Pouco mais de dois anos após 9, um disco que colocou os Pond voltados para ambientes sonoros com elevado sentido melódico e uma certa essência pop, numa busca de uma maior acessibilidade e abrangência, a banda liderada por Nick Allbrook, baixista dos Tame Impala, está de regresso as discos com Stung!, um alinhamento de catorze canções, que irá ver a luz do dia a vinte e um de junho com a chancela da Spinning Top.

Pond anuncian nuevo disco para junio - Muzikalia

Como certamente se recordam, no início do passado mês de fevereiro passou por cá Neon River, uma composição de forte cariz lisérgico, ficando-se agora a saber que era a primeira antecipação divulgada pelos POND de Stung!. Agora, chega a vez de dançarmos ao som de (I’m) Stung, o segundo temado alinhamento do álbum.

Uma guitarra encharcada com um riff metalico fulminante, que trespassa uma viola acústica vibrantes, uma bateria vigorosa e repleta de variações rítmicas e diversos entalhes sintéticos com elevada cosmicidade, são os ingredientes que alimentam (I’m) Stung, uma canção opulenta, vigorosa, majestosa e instrumentalmente repleta de detalhes inebriantes e cheios de fuzz e de acidez, num resultado final que, qual odisseia em tecnicolor, mistura com mestria synth pop com rock psicadélico. Confere (I’m) Stung e o artwork e a tracklist de Stung!...

Constant Picnic
(I’m) Stung
Neon River
So Lo
Black Lung
Sunrise For The Lonely
Elf Bar Blues
Edge Of The World Pt. 3
Stars In Silken Sheets
Boys Don’t Crash
O, UV Ray
Last Elvis
Elephant Gun
Fell From Grace With The Sea

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por stipe07 às 11:26

Hazel English – Jesse

Quarta-feira, 20.03.24

Artista debaixo dos holofotes da crítica mais atenta desde que lançou há pouco mais de meia década o EP Give In / Never Going Home, Hazel English estreou-se nos discos em dois mil e vinte com Wake Up!, um buliçoso alinhamento de dez composições que nos ofereceram uma bagagem nostálgica tremendamente impressiva, já que, ao escutarmos o registo, parecia que embarcavamos numa máquina do tempo rumo à melhor pop que se fazia há mais ou menos meio século e que ainda hoje influencia fortemente alguns dos melhores nomes da indie contemporânea.

Mavoy Music - indie music blog: Hazel English - Jesse (feat. Day Wave)

Na primavera dois mil e vinte e três, e já depois de no final de dois mil e vinte e um nos ter brindado com um inédito intitulado Nine Stories, que foi grande destaque de um EP chamado Summer Nights, lançado no verão do ano seguinte, a cantora australiana a residir atualmente em Oakland, nos Estados Unidos, voltou à carga com uma belíssima cover de Slide, um icónico tema dos anos noventa assinado pelos míticos Goo Goo Dolls de Johnny Rzeznik, Robby Takac, George Tutuska e Mike Malinin.

No outono, Hazel English deliciou-nos com uma novidade intitulada Heartbreaker, que ainda não trazia atrelado o anúncio de um novo disco da artista e que contava nos créditos de produção com Jackson Phillips aka Day Wave, seu colaborador de longa data. No entanto, parece que esse segundo registo de originais da cantora de Oakland será mesmo uma realidade em dois mil e vinte e quatro, porque ela continua bastante ativa e a revelar novas composições, ao mesmo tempo que mantém profícua esta parceria com Day Wave.

Assim, depois de no início deste inverno Hazel English nos ter brindado com um tratado filosófico sobre desencontros amorosos e sobre a necessidade de saber seguir em frente quando uma relação termina, à boleia de Real Life, agora, quase no início da primavera, volta à carga com Day Wave para nos brindar com Jesse, um belíssimo tratado de indie rock com um forte travo chillwave. Jesse assenta em guitarras com um timbre metálico ziguezaguenta intenso, algumas sintetizações subtilmente charmosos e um registo vocal ecoante e sentimentalmente intenso, nuances que materializam pouco mais de dois minutos de puro deleite pop. Confere...

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por stipe07 às 16:34

Ride – Last Frontier

Terça-feira, 20.02.24

Cinco anos após This Is Not A Safe Place, os míticos Ride, uma banda britânica nascida em mil novecentos e oitenta e oito e formada por Andy Bell, Mark Gardener, Laurence "Loz" Colbert e Steve Queralt, estão de regresso aos discos à boleia de Interplay, o terceiro registo de originais após a segunda fase da vida do grupo, iniciada em dois mil e quinze, um alinhamento de onze canções que vai ver a luz do dia a vinte e nove de março, com a chancela do consórcio PIAS / Wichita Recordings.

Ride anuncia novo single 'Last Frontier' e detalhes do sétimo álbum  'Interplay'

Grandes mestres do indie fuzz rock, os Ride divulgaram há algumas semanas a primeira amostra de Interplay, uma imponente canção chamada Peace Sign, cheia de guitarras inebriantes e abrasivas, sintetizações cósmicas e um registo percurssivo fenético e algo hipnótico.

Agora, a meio de fevereiro, o grupo de Oxford oferece-nos para audição uma segunda amostra do disco. Trata-se de uma composição intitulada Last Frontier. Foi produzida por Richie Kennedy e impressiona pelo modo como a bateria e o baixo vão replicando diversas nuances rítmicas, à medida que uma melodia com um elevado travo nostálgico setentista é exemplarmente sustentada por uma vigorosa guitarra que mantém sempre um nível de distorção e de eletrificação exemplar. Confere...

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por stipe07 às 17:45

DIIV – Brown Paper Bag

Domingo, 18.02.24

Meia década depois de Deceiver, os DIIV de Zachary Cole-Smith, Andrew Bailey, Colin Caulfield e Ben Newman estão de regresso aos discos com Frog In Boiling Water, o quarto compêndio de originais da carreira da banda nova-iorquina que se estreou em dois mil e doze com o extraordinário álbum Doused. Com Chris Coady nos créditos da produção, Frog In Boiling Water terá dez canções e irá ver a luz do dia a vinte e quatro de maio, com a chancela da Fantasy.

DIIV: “Brown Paper Bag” - Música Instantânea

Brown Paper Bag é o primeiro single retirado do alinhamento de Frog In Boiling Water. Trata-se de uma composição imponente mas rugosa, que se vai arrastanto à boleia de um baixo encorpado que acama cascatas de guitarras intensas, abrasivas e sujas, que ampliam os decibeis no refrão, num resultado final simultaneamente ruidoso e melancólico, que encarna um amigável confronto entre o rock alternativo de cariz lo fi e o mais progressivo, feito com um travo shoegaze muito pronunciado. Confere Brown Paper Bag e o artwork e a tracklist de Frog In Boiling Water...

01 In Amber
02 Brown Paper Bag
03 Raining On Your Pillow
04 Frog In Boiling Water
05 Everyone Out
06 Reflected
07 Somber The Drums
08 Little Birds
09 Soul-net
10 Fender On The Freeway

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por stipe07 às 21:01

Pond – Neon River

Domingo, 04.02.24

Pouco mais de dois anos após 9, um disco que colocou os Pond voltados para ambientes sonoros com elevado sentido melódico e uma certa essência pop, numa busca de uma maior acessibilidade e abrangência, a banda liderada por Nick Allbrook, baixista dos Tame Impala, está de regresso com um novo tema intitulado Neon River, que ainda não traz atrelado o anúncio de um novo disco do projeto australiano.

Pond share psychedelic new single 'Neon River' and announce world tour dates

Neon River é uma composição de forte cariz lisérgico, um oásis de luminosidade alimentado por cordas exuberantes, que tanto debitam uma sensibilidade acústica ímpar, como se deixam alimentar por um combustível eletrificado que inflama raios flamejantes que cortam a direito distorções inebriantes, plenas de fuzz e acidez, sendo depois trespassadas por sintetizações cósmicas efervescentes, num resultado final que, qual odisseia em tecnicolor, mistura com mestria synth pop com rock psicadélico. Confere...

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por stipe07 às 20:32

The KVB – Labyrinths

Quarta-feira, 31.01.24

Os londrinos The KVB construiram na última meia década um firme reputação que permite afirmar, com toda a segurança, que são, atualmente, uma das melhores bandas a apostar na herança do krautrock e do garage rock, aliados com o pós punk britânico dos anos oitenta. Formados pela dupla Nicholas Wood e Kat Day, os The KVB deram nas vistas em dois mil e dezoito com o registo Only Now Forever, criaram semelhante impacto no ano seguinte com o EP Submersion e, em dois mil e vinte e um com o disco Unity e no verão do ano passado enriqueceram ainda mais o seu catálogo à custa de Artefacts (Reimaginings From The Original Psychedelic Era), um disco que chegou aos escaparates a doze de maio com a chancela da Cleopatra Records, uma etiqueta independente sedeada em Los Angeles. Agora, quase um ano após esse registo, a dupla prepara-se para regressar aos discos com Tremors, um alinhamento de dez canções que irá ver a luz do dia a cinco de abril, com a chancela da Invada Records.

Gravado entre Bristol e Manchester com a ajuda do produtor James Trevascus, Tremors deverá, de acordo com o próprio projeto, aprofundar os conceitos de distopia e apocalipse, que estiveram sempre presentes no ideário lírico dos The KVB, mas de um modo mais pessimista e profundo, abordando também os conceitos de perda, resistência, lamento e aceitação de mudanças inevitáveis.

Labyrinths é o primeiro single revelado do alinhamento de Tremors. É um verdadeiro tratado de indie punk rock progressivo, enérgico e abrasivo, com um travo geral denso, agressivo e sujo, que encontra o seu principal sustento em guitarras encharcadas em distorções vigorosas, na impetuosidade da bateria e na cosmicidade dos sintetizadores, instrumentos que se entrelaçam na construção de uma canção que espreita perigosamente uma sonoridade muito próxima da pura lisergia. Confere...

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por stipe07 às 17:19

The Smile – Wall Of Eyes

Terça-feira, 30.01.24

Cerca de ano e meio depois de A Light For Attracting Attention, o disco de estreia do projeto The Smile que reúne Thom Yorke e Jonny Greenwood, o chamado núcleo duro dos Radiohead, com Tom Skinner, baterista do Sons of Kemet, a banda está de regresso com um novo álbum intitulado Wall Of Eyes, um alinhamento de oito canções que viu a luz do dia recentemente, com a chancela da XL Recordings.

The Smile 'Wall of Eyes' Review

Já em junho do ano passado tinha ficado a pairar no ar a ideia de que os The Smile teriam na forja um novo disco, quando divulgaram o single Bending Hectic, uma canção que fez parte do alinhamento apresentado pelo trio em alguns dos seus concertos de verão e que, contando com a participação irrepreensível de alguns membros da London Contemporary Orchestra, oferecia-nos, em pouco mais de oito minutos, uma fina e vigorosa interseção entre o melhor dos dois mundos, o do orgânico e o do sintético, de modo exemplarmente burilado. Essa suspeita inicial acabou por se confirmar, materializando-se num disco que agrega nas suas oito composições um fabuloso conteúdo sonoro, lírico e conceptual.

De facto, Wall Of Eyes capitaliza todos os atributos intepretativos do trio que assina os seus créditos e que, partindo dessa base, soube rodear-se de outros músicos que, em momentos chave do álbum, como é o caso do clarinete e do saxofone de Robert Stillman em Read The Room e Friend Of A Friend, ou da flauta de Pete Warehan em Teleharmonic e também em Read The Room, só para citar dois exemplos, foram preponderantes para acentuar um charmoso e contemporâneo ecletismo que materializa uma fina e vigorosa interseção entre o melhor de dois mundos, o do orgânico e o do sintético, de modo exemplarmente burilado, tendo, na sua génese, o jazz como pedra de toque e uma mescla entre rock alternativo e eletrónica ambiental como traves mestras no adorno e na indução de cor e alma a um catálogo de canções de forte cariz intimista e que apenas revelam todos os seus segredos se a sua audição for dedicada.

Logo a abrir o registo, o tema homónimo oferece-nos um portento de acusticidade intimista, sem colocar em causa a personalidade eminentemente rugosa e jazzística do projeto. Cordas dedilhadas com vigor, exemplarmente acompanhadas por um baixo pulsante, sustentam a voz enleante e profundamente enigmática de Yorke, enquanto diversos efeitos se vão entalhando na melodia, ampliando o efeito cinematográfico da mesma. É uma canção repleta de nuances, pormenores, sobreposições e encadeamentos, num resultado final indisfarçadamente labiríntico e que, mesmo não parecendo, guarda em si também algo de grandioso, comovente e catárquico. Depois, Teleharmonic parece querer imobilizar-nos definitivamente porque afunda-nos numa angulosa espiral cósmica hipnotizante, mas o travo progressivo de Read The Room, que paira no regaço de um carrocel psicadélico de sintetizações e distorções e efeitos, logo nos recorda novamente que estas são, acima de tudo, canções feitas para atiçar, inflamar zonas de conforto e deixar definhar apatias e desconsolos.

O disco prossegue e se a robótica guitarra que introduz Under Our Pillows nunca desarma no modo como nos inquieta, enquanto conduz uma abrasiva composição que em pouco mais de seis minutos nos inebria com um punk jazz rock de elevadíssimo calibre, já em Friend Of A Friend, os diversos entalhes sintéticos e alguns sopros, assim como o registo vocal ecoante de Yorke, dão asas a um tema que inicialmente cresce em arrojo e acalma repentinamente para, logo depois, numa espécie de jogo sonoro do toca e foge, deixar-nos, uma vez mais, irremediavelmente presos à escuta.

Até ao ocaso de Wall Of Eyes, a melancolia comovente de I Quit, o bucolismo etéreo e introspetivo de Bending Hectic que, curiosamente, fica ainda mais vincado e realista quando aos seis minutos explode numa majestosa espiral de imediatismo e de rugosidade labiríntica e a longínqua cândura do piano que se insinua em You Know Me!, rematam, com notável nível de destreza, bom gosto e requinte, a essência de Wall Of Eyes, um disco que disserta com gula sobre cinismo, ironia, sarcasmo, têmpera, doçura, agrura, sonhos e esperança, enquanto se torna num portento de indie rock do mais contemporâneo, atual e sofisticado que é possível escutar nos dias de hoje.

De facto, Wall Of Eyes é um álbum excitante e obrigatório, não só para todos os seguidores dos Radiohead, mas também para quem procura ser feliz à sombra do melhor indie rock atual, independentemente do seu espetro ou proveniência estilística. O alinhamento do registo contém uma atmosfera densa e pastosa, mas libertadora e esotérica, materializando a feliz junção de três músicos que acabaram por agregar, no seu processo de criação, o modus operandi que mais os seduz neste momento e que, em simultâneo, melhor marcou a sua carreira, quer nos Radiohead, quer nos Sons Of Kemet. É um disco experimentalista naquilo que o experimentalismo tem por génese: a mistura de coisas existentes, para a descoberta de outras novas. Espero que aprecies a sugestão...

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por stipe07 às 13:49

Ride – Peace Sign

Domingo, 14.01.24

Cinco anos após This Is Not A Safe Place, os míticos Ride, uma banda britânica nascida em mil novecentos e oitenta e oito e formada por Andy Bell, Mark Gardener, Laurence "Loz" Colbert e Steve Queralt, estão de regresso aos discos à boleia de Interplay, o terceiro registo de originais após a segunda fase da vida do grupo, iniciada em dois mil e quinze, um alinhamento de onze canções que vai ver a luz do dia a vinte e nove de março, com a chancela do consórcio PIAS / Wichita Recordings.

Ride: “Peace Sign” - Música Instantânea

Os Ride são grandes mestres do indie fuzz rock e, tendo em conta Peace Sign, a composição que abre o registo e a primeira amostra revelada do alinhamento de Interplay, o novo disco da banda de Oxford será um verdadeiro oásis para os amantes desse género sonoro, já que é uma imponente canção, cheia de guitarras inebriantes e abrasivas, sintetizações cósmicas e um registo percurssivo fenético e algo hipnótico.

Peace Sign, um portentoso hino shoegaze, tem origem numa jam session dos Ride, que decorreu, algures em dois mil e vinte e um, nos estúdios OX4 studios, de Mark Gardener e liricamente inspira-se no filme O Alpinista, produzido por Peter Mortimer, Nick Rosen  e que conta a história do visionário alpinista canadiano Marc-André Leclerc. Confere Peace Sign e o artwork e atracklist de Interplay...

01. Peace Sign
02. Last Frontier
03. Light in a Quiet Room
04. Monaco
05. I Came to See the Wreck
06. Stay Free
07. Last Night I Came
08. Sunrise Chaser
09. Midnight Rider
10. Portland Rocks
11. Essaouira
12. Yesterday Is Just a Song

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por stipe07 às 20:47






mais sobre mim

foto do autor


Parceria - Portal FB Headliner

HeadLiner

Man On The Moon - Paivense FM (99.5)

Man On The Moon · Man On The Moon - Programa 579


Disco da semana 180#


Em escuta...


pesquisar

Pesquisar no Blog  

links

as minhas bandas

My Town

eu...

Outros Planetas...

Isto interessa-me...

Rádio

Na Escola

Free MP3 Downloads

Cinema

Editoras

Records Stream


calendário

Maio 2024

D S T Q Q S S
1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.