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DIIV - Raining On Your Pillow

Sexta-feira, 24.05.24

Meia década depois de Deceiver, os DIIV de Zachary Cole-Smith, Andrew Bailey, Colin Caulfield e Ben Newman estão de regresso aos discos com Frog In Boiling Water, o quarto compêndio de originais da carreira da banda nova-iorquina que se estreou em dois mil e doze com o extraordinário álbum Doused. Com Chris Coady nos créditos da produção, Frog In Boiling Water tem dez canções e acaba de ver a luz do dia hoje mesmo, com a chancela da Fantasy.

DIIV - Frog In Boiling Water Tour 2024, Majestic Theatre, Detroit, 31 July  2024 | AllEvents.in

Dentro de dias vamo-nos debruçar exaustivamente sobre o conteúdo de Frog In Boiling Water mas, para já, temos para partilhar o tema Raining On Your Pillow, que também já foi extraído deste novo disco da banda de Brooklyn, em Nova Iorque, em formato single. Conceitos como densidade, nostalgia, crueza e hipnotismo, continuam a assaltar a nossa mente cada vez que ouvimos uma nova canção deste registo e Raining On Your Pillow não foge à regra.

Importa desde logo dizer que Raining On Your Pillow oferece-nos quase quatro minutos de indie rock que exala um elevado travo oitocentista. Isso acontece porque, quer ao nível dos arranjos, muitos de origem sintética, quer no que diz respeito ao edifício melódico, assente numa linha de guitarra abrasiva, acamada por um baixo vigoroso, o tema não descura uma elevada essência pop, conferida quer pelos tais sons sintéticos, quase sempre flashantes a algo cavernosos, mas também pelo timbre ecoante da voz de Zachary. O resultado final é um oásis de imponência e de rugosidade,  comprovando o cada vez maior apuro melódico dos DIIV, claramente fruto do estado de maturidade criativa em que o projeto se encontra e que pode muito bem vir a ter o seu pico de forma em Frog In Boiling Water. Confere...

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publicado por stipe07 às 16:45

The The – Cognitive Dissident

Segunda-feira, 20.05.24

Vinte e quatro anos depois de NakedSelf, o projeto The The, encabeçado por Matt Johnsson, está de regresso aos discos em dois mil e vinte e quatro com Ensoulment, um alinhamento de doze canções que irão ver a luz dia a seis de setembro com chancela do consórcio Cinéola e earMUSIC.

The The's Matt Johnson interviewed: "I was hallucinating giant spiders!" -  Page 3 of 4 - UNCUT

Ensoulment foi escrito em Londres por Matt, que compôs as letras e criou o esboço de grande parte dos temas. O álbum foi depois burilado pelos restantes membros da banda, que afirmam que o disco entronca no adn dos The The, sem deixar de conter algumas nuances novas que vão ao encontro dos gostos musicais atuais dos membros do projeto. Tematicamente, o álbum tanto vai versar sobre a contemporaneidade política, o amor e as guerras em curso, como sobre alguns dilemas que hoje colocam em sobressalto o íntimo de Matt, colocando, desse modo, no centro da sua filosofia artística, a complexidade emocional da condição humana.

De Ensoulment já é possível escutar Cognitive Dissident, o tema que abre o disco. É uma canção poderosa e vibrante, um portento de punk rock progressivo com um curioso travo jazzístico e com um forte cariz experimental, conduzido por um baixo imponente e cavernoso, que vai sendo exemplarmente trespassado por diversas distorções abrasivas e subtis sintetizações, num resultado final que encarna uma fina e vigorosa interseção entre o melhor dos dois mundos, o do orgânico e o do sintético, fazendo-o de modo exemplarmente burilado. Confere Cognitive Dissident e a tracklist de Ensoulment...

Cognitive Dissident
Some Days I Drink My Coffee By The Grave Of William Blake
Zen & The Art Of Dating
Kissing The Ring Of POTUS
Life After Life
I Want To Wake Up With You
Down By The Frozen River
Risin’ Above The Need
Linoleum Smooth To The Stockinged Foot
Where Do We Go When We Die?
I Hope You Remember (the things I can’t forget)
A Rainy Day In May

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publicado por stipe07 às 16:19

GUM – Ill Times

Quinta-feira, 16.05.24

GUM é um projeto a solo liderado pelo australiano Jay Watson, um músico com ligações estreitas aos POND e aos Tame Impala, que em dois mil e vinte e três fez faísca no nosso radar devido a um disco intitulado Saturnia, um alinhamento de dez canções que viu a luz do dia no final do verão e que sucedeu ao registo Out In The World, que o artista lançou em dois mil e vinte.

King Gizzard Crown New Label With Jay Watson/Ambrose Kenny-Smith LP - SPIN

Agora, cerca de nove meses depois de Saturnia, GUM está de regresso e de mãos dadas com Ambrose Kenny-Smith, um dos elementos fundamentais dos King Gizzard. Juntos andaram a incubar um disco intitulado Ill Times, um alinhamento de dez canções que irá ver a luz do dia a dezanove de julho, com a chancela da p(doom) Records, a etiqueta dos King Gizzard.

Do alinhamento de III Times já se conhece o tema homónimo, um estrondoso hino à melhor herança do rock psicadélico setentista do século passado. É uma canção imponente, repleta de guitarras encharcadas com riffs impetuosos, acamados por um baixo cavernoso. Este perfil orgânico que sustenta a composição é depois embrulhado por uma vasta pafernália de sintetizações cósmicas, às quais compete um extraordinário papel de adorno, num resultado final repleto de guinadas, interseções, detalhes inesperados e trechos de puro experimentalismo. Confere o single III Times e a tracklist de III Times...

Dud
Ill Times
Minor Setback
Fool For You
Resilience
Powertrippn’
Old Transistor Radio
Emu Rock
Marionette
The Gloater

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publicado por stipe07 às 16:40

DIIV – Frog In Boiling Water

Segunda-feira, 29.04.24

Meia década depois de Deceiver, os DIIV de Zachary Cole-Smith, Andrew Bailey, Colin Caulfield e Ben Newman estão de regresso aos discos com Frog In Boiling Water, o quarto compêndio de originais da carreira da banda nova-iorquina que se estreou em dois mil e doze com o extraordinário álbum Doused. Com Chris Coady nos créditos da produção, Frog In Boiling Water terá dez canções e irá ver a luz do dia a vinte e quatro de maio, com a chancela da Fantasy.

DIIV Share New Album's Title Track "Frog In Boiling Water": Listen

Há quase três meses conferimos na nossa redação, Brown Paper Bag, o primeiro single retirado do alinhamento de Frog In Boiling Water, uma composição imponente e rugosa, que se ia arrastanto à boleia de um baixo encorpado que acamava cascatas de guitarras intensas, abrasivas e sujas. Depois, no início deste mês de abril, escutámos Everyone Out, o quinto tema do alinhamento de Frog In Boiling Water, uma composição com um perfil sonoro menos ruidoso que o primeiro tema revelado do disco, feita com diversos arranjos acústicos com uma crueza e um imediatismo irrepreensíveis, que acamavam um trecho melódico algo hipnótico.

Agora, no final do mês, chega a vez de conferirmos o tema homónimo deste novo álbum dos DIIV e a quarta composição do seu alinhamento. Frog In Boiling Water, uma canção que ironiza sobre o modo como o nosso mundo poderá estar prestes a implodir devido ao seu próprio peso, assenta num intenso perfil noventista, algures entre um grunge rugoso e um shoegaze intenso, à boleia de guitarras abrasivas e que enquanto se arrastam por uma melodia imponente, vão recebendo diversos detalhes e arranjos, num resultado final simultaneamente majestoso e de elevado travo lo fi, como é usual nas propostas dos DIIV. Confere...

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publicado por stipe07 às 16:07

Lo Moon – I Wish You Way More Than Luck

Terça-feira, 09.04.24

Pouco mais de um ano depois do extraordinário álbum A Modern Life, a revigorante indie pop psicadélica dos norte-americanos Lo Moon de Matt Lowell está de regresso à boleia de I Wish You Way More Than Luck, um álbum com dez canções, produzido por Mike Davis (Ratboys, Pool Kids, Great Grandpa), misturado por Alan Moulder e que chegou aos escaparates com a chancela do consórcio Thirty Tigers / The Orchard.

Lo Moon announce the forthcoming album, I Wish You Way More Than Luck | The  Line of Best Fit

Os Lo Moon são exímios no modo como criam canções com enorme essência pop, ao mesmo tempo que olham com gula para a melhor herança dos anos oitenta do século passado, com bandas como os Talk Talk a saltarem logo do nosso imaginário sonoro assim que escutamos alguma das suas criações que, no caso de I Wish You More Than Luck, falam daquilo que vamos deixando para trás ao longo da nossa vida, amigos, familiares, locais, amantes e a importância que a aceitação dessas evidências acaba por definir, quase sempre, o perfil sentimental da nossa jornada existencial.

Em canções como Evidence, que se debruça sobre a vontade que todos devemos ter de aprender com os nossos erros, começando por contemplar a inocência das primeiras relações amorosas e a jornada existencial que nesse instante das nossas vidas todos iniciamos e o modo como a mesma pode fazer de nós melhores companheiros e pessoas, está bem patente a filosofia estilística de um disco que, de facto, pretende estabelecer um forte contacto íntimo com o ouvinte e criar laços. Water mantém esse cunho de intimidade e de busca de identificação, mas é Borrowed Hills que, não renegando o perfil sonoro e estilistico dos temas anteriores, quem se assume como composição central do disco. Não será à toa que abre o seu alinhamento, servindo, assim, de montra para a filosofia subjacente ao conteúdo de I Wish You More Than Luck, álbum também muito marcado pela questão do pós pandemia e do modo como todos precisamos de encontrar novos horizontes e caminhos, num mundo em que se adivinha um futuro muito incerto e algo obscuro para todos nós.

A partir daí, no rock vibrante e impulsivo de Waiting a Lifetime, na reconfortante luminosidade de When The Kids Are Gone, na simplicidade folk de Day Old News e na insinuante grandiosidade de Mary In The Woods, somos afagados por pouco mais de quarenta minutos que, num misto de intimidade e majestosidade, na delicadeza das cordas, no toque suave do piano e em diversos efeitos cósmicos planantes, criam no nosso âmago uma intensa sensação de nostalgia, também conduzida pela falsete adocicado de Lowell, mostrando, com elevado grau de impressionismo, o modo astuto como este projeto natural de Los Angeles consegue, uma vez mais, mexer com as nossas emoções. Espero que aprecies a sugestão...

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publicado por stipe07 às 16:23

Pond – (I’m) Stung

Terça-feira, 02.04.24

Pouco mais de dois anos após 9, um disco que colocou os Pond voltados para ambientes sonoros com elevado sentido melódico e uma certa essência pop, numa busca de uma maior acessibilidade e abrangência, a banda liderada por Nick Allbrook, baixista dos Tame Impala, está de regresso as discos com Stung!, um alinhamento de catorze canções, que irá ver a luz do dia a vinte e um de junho com a chancela da Spinning Top.

Pond anuncian nuevo disco para junio - Muzikalia

Como certamente se recordam, no início do passado mês de fevereiro passou por cá Neon River, uma composição de forte cariz lisérgico, ficando-se agora a saber que era a primeira antecipação divulgada pelos POND de Stung!. Agora, chega a vez de dançarmos ao som de (I’m) Stung, o segundo temado alinhamento do álbum.

Uma guitarra encharcada com um riff metalico fulminante, que trespassa uma viola acústica vibrantes, uma bateria vigorosa e repleta de variações rítmicas e diversos entalhes sintéticos com elevada cosmicidade, são os ingredientes que alimentam (I’m) Stung, uma canção opulenta, vigorosa, majestosa e instrumentalmente repleta de detalhes inebriantes e cheios de fuzz e de acidez, num resultado final que, qual odisseia em tecnicolor, mistura com mestria synth pop com rock psicadélico. Confere (I’m) Stung e o artwork e a tracklist de Stung!...

Constant Picnic
(I’m) Stung
Neon River
So Lo
Black Lung
Sunrise For The Lonely
Elf Bar Blues
Edge Of The World Pt. 3
Stars In Silken Sheets
Boys Don’t Crash
O, UV Ray
Last Elvis
Elephant Gun
Fell From Grace With The Sea

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publicado por stipe07 às 11:26

Man Man – Iguana

Terça-feira, 26.03.24

O texano Ryan Kattner, que já criou música com o pseudonimo Honus Honus, vive em Filadélfia e que também é mundialmente famoso por estar casado com a célebre atriz Constance Wu, é o líder do projeto sonoro Man Man, que já conta com vinte anos de carreira e que se prepara para regressar aos discos com um trabalho intitulado Carrot On Strings, um alinhamento de onze canções que vai suceder ao registo Dream Hunting In The Valley Of The In-Between, de dois mil e vinte e que irá ver a luz do dia a sete de junho, com a chancela da Sub Pop Records.

Ryan Kattner & Constance Wu Welcome Their First Child

É nas asas de um curioso e labiríntico indie rock psicadélico experimental, de forte pendor setentista, que navega Iguana, o primeiro single divulgado do alinhamento de Carrot On Strings e a canção que abre o disco. Iguana inicia com uma hipnótica linha melódica abrasiva sintética, que começa por ser trespassada por uma batida seca encharcada com um groove irrepreensível e que nos obriga automaticamente a abanar a anca. Depois, com a ajuda das guitarras e de diversos sopros, Ryan enlea-nos com uma amálgama sinfónica recheada de elementos e detalhes que, do jazz ao eletro, nos instigam com uma vibe psicadélica incomum, mas prodigiosa, num resultado final que nos embarca numa viagem contundente rumo a uma indie lo fi e psicadélica, que nota-se claramente que foi cuidadosamente pleaneada e cuidada. Confere Iguana e o artwork e a tracklist de Carrot On Strings...

Iguana
Cryptoad
Tastes Like Metal
Mongolian Spot
Blooodungeon
Carrots On Strings
Mulholland Drive
Pack Your Bags
Alibi
Cherry Cowboy
Odyssey

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publicado por stipe07 às 18:07

Ride – Last Frontier

Terça-feira, 20.02.24

Cinco anos após This Is Not A Safe Place, os míticos Ride, uma banda britânica nascida em mil novecentos e oitenta e oito e formada por Andy Bell, Mark Gardener, Laurence "Loz" Colbert e Steve Queralt, estão de regresso aos discos à boleia de Interplay, o terceiro registo de originais após a segunda fase da vida do grupo, iniciada em dois mil e quinze, um alinhamento de onze canções que vai ver a luz do dia a vinte e nove de março, com a chancela do consórcio PIAS / Wichita Recordings.

Ride anuncia novo single 'Last Frontier' e detalhes do sétimo álbum  'Interplay'

Grandes mestres do indie fuzz rock, os Ride divulgaram há algumas semanas a primeira amostra de Interplay, uma imponente canção chamada Peace Sign, cheia de guitarras inebriantes e abrasivas, sintetizações cósmicas e um registo percurssivo fenético e algo hipnótico.

Agora, a meio de fevereiro, o grupo de Oxford oferece-nos para audição uma segunda amostra do disco. Trata-se de uma composição intitulada Last Frontier. Foi produzida por Richie Kennedy e impressiona pelo modo como a bateria e o baixo vão replicando diversas nuances rítmicas, à medida que uma melodia com um elevado travo nostálgico setentista é exemplarmente sustentada por uma vigorosa guitarra que mantém sempre um nível de distorção e de eletrificação exemplar. Confere...

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publicado por stipe07 às 17:45

DIIV – Brown Paper Bag

Domingo, 18.02.24

Meia década depois de Deceiver, os DIIV de Zachary Cole-Smith, Andrew Bailey, Colin Caulfield e Ben Newman estão de regresso aos discos com Frog In Boiling Water, o quarto compêndio de originais da carreira da banda nova-iorquina que se estreou em dois mil e doze com o extraordinário álbum Doused. Com Chris Coady nos créditos da produção, Frog In Boiling Water terá dez canções e irá ver a luz do dia a vinte e quatro de maio, com a chancela da Fantasy.

DIIV: “Brown Paper Bag” - Música Instantânea

Brown Paper Bag é o primeiro single retirado do alinhamento de Frog In Boiling Water. Trata-se de uma composição imponente mas rugosa, que se vai arrastanto à boleia de um baixo encorpado que acama cascatas de guitarras intensas, abrasivas e sujas, que ampliam os decibeis no refrão, num resultado final simultaneamente ruidoso e melancólico, que encarna um amigável confronto entre o rock alternativo de cariz lo fi e o mais progressivo, feito com um travo shoegaze muito pronunciado. Confere Brown Paper Bag e o artwork e a tracklist de Frog In Boiling Water...

01 In Amber
02 Brown Paper Bag
03 Raining On Your Pillow
04 Frog In Boiling Water
05 Everyone Out
06 Reflected
07 Somber The Drums
08 Little Birds
09 Soul-net
10 Fender On The Freeway

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publicado por stipe07 às 21:01

Pond – Neon River

Domingo, 04.02.24

Pouco mais de dois anos após 9, um disco que colocou os Pond voltados para ambientes sonoros com elevado sentido melódico e uma certa essência pop, numa busca de uma maior acessibilidade e abrangência, a banda liderada por Nick Allbrook, baixista dos Tame Impala, está de regresso com um novo tema intitulado Neon River, que ainda não traz atrelado o anúncio de um novo disco do projeto australiano.

Pond share psychedelic new single 'Neon River' and announce world tour dates

Neon River é uma composição de forte cariz lisérgico, um oásis de luminosidade alimentado por cordas exuberantes, que tanto debitam uma sensibilidade acústica ímpar, como se deixam alimentar por um combustível eletrificado que inflama raios flamejantes que cortam a direito distorções inebriantes, plenas de fuzz e acidez, sendo depois trespassadas por sintetizações cósmicas efervescentes, num resultado final que, qual odisseia em tecnicolor, mistura com mestria synth pop com rock psicadélico. Confere...

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publicado por stipe07 às 20:32






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