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Alberta Cross - Mercy

Quinta-feira, 01.12.22

Liderado atualmente pelo guitarrista sueco Petter Ericson Stakee, que já teve a companha do baixista, também sueco, Terry Wolfers, o projeto Alberta Cross, apesar das origens suecas, está sedeado em Londres e tem, desde dois mil e cinco, já uma respeitável carreira, cimentada com seis álbuns que já lhes valeram várias distinções e prémios e uma base segura de fãs.

Alberta Cross Return With New Single 'Mercy'

Os Alberta Cross estão prestes a regressar a discos com o sétimo registo da carreira, um alinhamento que ainda não tem nome divulgado, mas que já se sabe que foi produzido por Luke Potashnick, habitual colaborador do grupo e que irá certamente ver a luz do dia em dois mil e vinte e três. Mercy é o primeiro single revelado desse registo, uma composição muito marcada pela pandemia recente e que, dando a primazia às cordas, também permite que algumas sintetizações de elevado cariz nostálgico brilhem, num resultado final bastante apelativo e encantador. Confere...

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publicado por stipe07 às 18:00

Morrissey – Rebels Without Applause

Quarta-feira, 30.11.22

Steven Patrick Morrissey mais conhecido por Morrissey, nasceu em Davyhulme a vinte e dois de maio de mil novecentos e cinquenta e nove e juntamente com o guitarrista Johnny Marr formaram o núcelo duro dos The Smiths, uma banda essencial e prioritária no momento de contar a história da pop e do indie rock oitocentista. Com o ocaso dos The Smiths em mil novecentos e oitenta e sete, Morrissey dedica-se a uma bem sucedida carreira a solo que foi exemplarmente revista há quase meia década com a edição de This Is Morrissey.

Morrissey tiene nuevo single Rebels Without Applause

Agora, quase no ocaso de dois mil e vinte e dois, Morrissey regressa com pujança ao nosso radar à boleia de Rebels Without Applause, uma nova canção do artista que fará parte do registo Bonfire of Teenagers, ainda sem data de lançamento prevista.

Tema luminoso, produzido por Andrew Watt e com Chad Smith na bateria e Josh Klinghoffer na guitarra, percussão, e teclas, Rebels Without Applause assenta em cordas vibrantes e numa bateria discreta, mas segura, naunces instrumentais que acompanham a sua voz única, que ainda apresenta o timbre peculiar e que o identifica. A canção oferece-nos pouco mais de três minutos de uma espécie de luz que nunca se apaga, uma marca de intemporalidade distinta que é uma das principais virtudes das criações sonoras de uma personalidade ímpar do panorama cultural britânico. Confere...

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publicado por stipe07 às 11:15

Matt Corby - Problems

Terça-feira, 29.11.22

Há cerca de uma década, no meio da interminável vaga de novos artistas que iam surgindo todos os dias e que foram consolidando os alicerces de um blogue já numa fase de afirmação consistente da sua existência, houve alguns que nesse inesquecível ano de dois mil e doze acabaram por ficar na retina da nossa redação. Um deles foi o australiano Matt Corby, músico cujo primeiro single, Brother, editado no verão desse ano e grande destaque de um EP intitulado Into The Flame, soou do lado de cá como um daqueles singles revelação e que fez querer descobrir, na altura, toda a obra que esse artista já tinha lançado.

Matt Corby Solving Problems With His New Single - The future of  entertainment

Agora, quase no final de dois mil e vinte e dois, Matt Corby volta aos nossos radares, dois anos depois de um par de canções chamadas If I Never Say a Word e Vitamin, que lançou em dois mil e vinte. E tal sucede por causa de Problems, um novo tema do autor australiano, gravado nos Rainbow Valley Studios com Chris Collins e o primeiro avanço daquele que será o terceiro disco do artista australiano. É um trabalho ainda sem nome divulgado, mas que irá ver a luz do dia em março do próximo ano.

Problems mistura blues, R&B, soul e folk, com um tremenda sensibilidade pop. É uma canção vibrante, feita de uma espécie de chillwave que nos faz divagar, à medida que somos alcochoados por uma batida enleante, acompanhada por um piano buliçoso e diversos detalhes sintéticos com uma faceta algo cósmica e, por isso, subtilmente futurista. Confere...

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publicado por stipe07 às 17:47

Cassettes On Tape – High Water

Segunda-feira, 28.11.22

Os Cassettes On Tape são uma banda post punk de Chicago formada por Joe Kozak (guitarras e voz), Greg Kozak (baixo e voz), Shyam Telikicherla (guitarras e voz) e Chris Jepson (bateria), que deram o pontapé de saída há cerca de uma década com os eps Cathedrals (2012) e Murmurations (2014). Estrearam-se nos lançamentos discográficos em formato longa duração em dois mil e dezassete com Anywhere, dez canções produzidas e misturadas por Jamie Carter no Atlas Studio e na Pie Holden Suite, em Chicago e masterizadas por Carl Saff.

Cinco anos após essa auspiciosa estreia, os Cassettes On Tape regressaram em dois mil e vinte e dois ao processo criativo, começando por divulgar, no início deste verão, duas novas canções que, já na altura, lançaram rumores de poder estar para breve um novo disco do grupo, algo que ainda não se confirma. Os temas chamavam-se Pinks And Greys e Summer In Three e ambos assentavam numa receita assertiva que, olhando com gula para a simbiose de legados deixados por nomes como Ian Curtis ou Robert Plant e não descurando a habitual cadência proporcionada pela tríade baixo, guitarra e bateria e uma outra tendência mais virada para a psicadelia, primavam por um sofisticado bom gosto melódico, com forte impressão oitocentista.

Agora, em pleno outono, os Cassettes On Tape voltam às luzes da ribalta com um naipe de novas canções, desconhecendo-se, ainda, se farão parte de um novo registo da banda. Começaram há alguns dias atrás por divulgar um novo tema intitulado Hopeful Sludge e agora voltam à carga com High Water, mais uma fabulosa canção, assente num oásis de rock experimental feito de pura psicadelia, conduzido por cascatas de guitarras eletrificadas com distorções inebriantes, um modus operandi que mostra o modo vigoroso como este quarteto dá uma elevada primazia aos detalhes e, mesmo no meio do ruído e de uma salutar sujidade lo-fi, não descura uma tonalidade nostálgica e com um considerável cariz etéreo. Confere...

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publicado por stipe07 às 10:38

The Academic – Don’t Take It Personally

Sexta-feira, 25.11.22

Os irlandeses The Academic estiveram particularmente ativos durante o período de confinamento e gravaram várias canções que deram origem a um EP intitulado Community Spirit, que viu a luz do dia em julho do ano passado, à boleia da Capitol Records. Recordo que esta banda tinha-se estreado nos discos em dois mil e dezoito com o aclamado trabalho Tales From The Backseat, um alinhamento de dez canções que foi, na altura, bastante elogiado pela crítica.

The Academic: "There's always room for a bit of rock'n'roll"

Agora, em dois mil e vinte e dois, o projeto liderado por Craig Fitzgerald entrou em estúdio para incubar aquele que será o segundo disco da banda, um álbum cujo título ainda não foi divulgado mas que irá chegar aos escaparates no início do próximo ano, também com a chancela da Capitol Records.

Don’t Take It Personally é o título de uma das canções já conhecidas do alinhamento do disco. É uma efusiante composição, feita com uma ímpar radiofonia, enquanto aponta para alguns dos melhores tiques identitários de uma britpop que almejou enorme impulso na década final do século passado, mas que, felizmente, ainda faz escola e é tendência marcante em bandas que nas ilhas britânicas procuram um esplendoroso lugar ao sol. Confere...

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publicado por stipe07 às 15:00

Lobo Mau - Agarrado ao Mundo

Quarta-feira, 23.11.22

Há quase uma década, no verão de dois mil e doze, uma das bandas nacionais que fez furor na nossa redação foram os míticos TV Rural, com o registo A Balada Do Coiote. Era um disco cheio de canções explosivas, onde a tensão poética estava sempre latente e onde foi certamente propositada a busca do espontâneo, do gozo e até do feio, se é que é possível falar-se em estética na música. Agora, nove anos depois, David Jacinto, Gonçalo Ferreira e Lília Esteves, antigos colaboradores dos TV Rural, voltam ao nosso radar por causa do seu projeto Lobo Mau, que se estreou em grande em abril do ano passado com o disco Na Casa Dele, que teve poucos meses depois sequência com um tomo de quatro canções intitulado Vinha a Cantar, lançado em formato EP. Agora, na reta final de dois mil e vinte dois, os Lobo Mau têm um novo longa duração. É um trabalho intitulado Agarrado ao Mundo, uma edição de autor apoiada pela República Portuguesa, através do Programa Garantir Cultura.

Gerador

Agarrado ao Mundo tem um alinhamento de nove canções, que têm como ponto de partida a herança do melhor folk rock nacional, induzindo uma forte componente experimental no mesmo, de modo a obter texturas sonoras que juntem a ousadia da electrónica, o arrojo dos trompetes e dos kazoos e a insistência da caminhada no ritmo das peles, das cordas e das teclas que acompanham a génese das canções, que se faz, sempre, da guitarra e das duas vozes que se escutam.

Assim sendo, ouvir Agarrado ao Mundo oferece-nos uma experiência de certa forma surreal quando contextualizamos este disco no panorama musical nacional atual. Infelizmente ainda apenas acessíveis a um grupo não muito amplo de fervorosos e dedicados fãs, o que é uma perfeita e incompreensível injustiça, os Lobo Mau escrevem em português e, quanto a mim, é nas letras que está outra enorme virtude e arrojo do projeto, já que fazem canções com um significado literal nem sempre coerente e facilmente entendível, mas que emparelhadas com as tais guitarras que correm abrasivamente e fogem às fórmulas compositivas de formatos amigos da rádio, resultam na perfeição e originam algo único e de algum modo surreal.

O Lobo Mau que este trio personifica sonoramente, é um animal agarrado ao mundo, um eremita que observa, alinha pensamentos e os deixa sair e Agarrado ao Mundoé o resultado da caminhada contínua, insaciável e porfiante que o trio escolheu fazer. Aliciado por novas texturas sonoras, este Lobo Mau questiona e questiona-se, observa e observa-se, é e deixa-se ser, e, nesta relação ambígua entre o seu mundo interior e o que o rodeia, vai-se agarrando ao que lhe é familiar e fundamental. Por vezes tem um tom íntimo, outras é como a rebentação do mar bravo, compassado e intenso, mas é sempre explosivo e poético, sendo certamente propositada a forma como, num engenhoso e fulminante modus operandi, busca o espontâneo, o gozo e até o feio, se é que é possível falar-se em estética na música. Pelo menos a mim custa-me. Espero que aprecies a sugestão...

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publicado por stipe07 às 17:33

Cigarettes After Sex – Pistol

Terça-feira, 22.11.22

Ainda não há sucessor anunciado para Cry, o disco que os norte-americanos Cigarettes After Sex lançaram em dois mil e dezanove, mas o quarteto começa já a fazer salivar os seguidores mais acérrimos, mas também a crítica especializada, com Pistol, a nova canção divulgada pelo projeto oriundo de El Paso, no Texas e liderado por Greg Gonzalez, ao qual se juntam Jacob Tomsky, Phillip Tubbs e Randy Miller.

Cigarettes After Sex processa uma separação amorosa no single "Pistol"

Pistol carimba com ainda maior grau de impressionismo um modus operandi já claramente balizado, que personifica um adn sonoro único, assinado por uns Cigarettes After Sex especialistas em replicar uma pop de elevado cariz ambiental e intimista. A guitarra feita de cordas de forte pendor metálico e vibrante, um sintetizador enevoado, diversos arranjos soturnos e um registo vocal declamativo, quase sussurrante, mas bastante impressivo, alicerçam Pistol, uma canção que, enquanto se debruça sobre um fracasso amoroso, apela aos mais carnais sentidos e cavalga até ao hipotálamo do ouvinte sem receio da rejeição. Confere...

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publicado por stipe07 às 18:04

Teleman – Easy Now I’ve Got You

Segunda-feira, 21.11.22

Os britânicos Teleman do vocalista Tommy Sanders, do baixista Peter Cattermoul e do baterista Hiro Amamiya, estão de regresso ao formato longa duração com Good Time​/​Hard Time, o quatro álbum da carreira do grupo natural de Reading. O álbum irá ver a luz do dia a sete de abril de dois mil e vinte e três com a chancela da Moshi Moshi e será o primeiro disco dos Teleman em formato trio, depois da saida de Johnny Sanders, em dois mil e vinte, o irmão do líder do grupo, Tommy Sanders, para se dedicar de modo mais intenso à sua carreira como realizador e designer.

Teleman have released a new track, 'Easy Now I've Got You', from their  upcoming fourth studio album, 'Good Time / Hard Time' | Dork

Depois de há algumas semanas atrás termos tido a oportunidade de conferir Short Life, o primeiro single retirado de Good Time/Hard Time, composição, que, curiosamente, tem já direito a um vídeo que foi realizado por Johnny Sanders, agora chega a vez de escutar Easy Now I’ve Got You, a quarta canção do alinhamento do disco, um tema que explora a solidão que muitos sentem num mundo feito de multidões, mas que atualmente é tão vertiginoso, competitivo e egoísta que acaba por, no meio de tantos excessos, haver quem esteja perigosamente só. Sonoramente, Easy Now I’ve Got You oferece-nos pouco mais de quatro minutos de notável encantamente nostálgico, em que sintetizações com elevada sobriedade se cruzam com uma guitarra melodicamente sagaz, com o peculiar registo vocal de Tommy a oferecer ao tema um intimismo e uma humanidade que nos faz conetar instantaneamente com a filosofia do tema. Confere...

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publicado por stipe07 às 21:20

Metamito - Oração Sem Sujeito

Sexta-feira, 18.11.22

Metamito é um projeto musical que visa diluir a fronteira entre o sonho e a realidade. Fruto da imaginação de António Miguel, músico multi-instrumentista e produtor da zona de Sintra, tem vindo a ser descrito por alguns como um dos mais inovadores e promissores projetos do panorama musical português. É um projeto totalmente independente, desde a criação até à distribuição, o que se reflecte na sua expressão musical autêntica e livre. Com uma sonoridade dreamy e neo-psicadélica, aborda temas como o mito, a mística, o amor, a verdade e a vida mas o seu som é diversificado e em constante mutação por isso é difícil de o fechar numa caixa. Existem travos de dream pop, rock psicadélico e world music, entre muitos outros.

Metamito apresenta o segundo single Oração Sem Sujeito de novo disco  homónimo | e-cultura

 Em dois mil e dezanove Metamito lançou independentemente o seu primeiro EP Reflexo. No ano seguinte saiu o single Pandora e gora tem já pronto o seu disco de estreia, um trabalho homónimo qiue irá ver a luz do dia em janeiro do próximo ano e que irá pedir-nos, certamente, para ser ouvido numa boa escuta, de olhos fechados e atentos, como quem visita um museu no seu subconsciente.

Desse álbum de estreia de Metamito, que terá nove canções em que o autor cristalizará a sua estética e identidade, ambas muito próprias, enquanto nos remete para viagens espirituais e psicadélicas, já têm vindo a ser retirados vários singles. O mais recente é Oração Sem Sujeito, canção já com direito a um vídeo realizado e produzido pelo próprio artista e pela já habitual colaboradora Ísis Gonçalves. Oração Sem Sujeito é uma musica densa, de estrutura atípica e experimental, onde Metamito atinge o ponto mais alto de tensão e libertação do álbum. Neste tema, a já característica fusão de elementos tradicionais, como a guitarra portuguesa, com uma abordagem moderna, em simbiose com ritmos rústicos, leva-nos numa viagem entre o tribal e o futurista. Uma viagem que passa pela dúvida e pelo vazio, terminando num tom melancolicamente esperançoso. Confere...

Facebook: https://www.facebook.com/Metamitomusic/

Instagram: https://www.instagram.com/metamito/

YouTube: https://www.youtube.com/metamito

Apple: https://music.apple.com/us/artist/metamito/1446365532

Spotify: https://open.spotify.com/artist/1N04E5TW0i6e1AU5jyD9I7?si=i6lwNLcNTKeeFfOf-EyqvQ

Bandcamp: https://metamito.bandcamp.com/

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publicado por stipe07 às 17:15

Said The Whale – Girls Night Out

Quarta-feira, 16.11.22

Cerca de nove meses do curioso registo Dandelion, o sétimo álbum da carreira, os canadianos Said The Whale de Tyler Bancroft, Ben Worcester, Jaycelyn Brown e Lincoln Hotchen, voltam às luzes da ribaltaneste outono com um novo single intitulado Girls Night Out, disponível no bandcamp da banda natural de Vancouver.

Said The Whale | Spotify

Girls Night Out contém um aditivo charme efusiante, assente numa batida empolgante e plena de groove, que vai sendo entrelaçada por uma majestosa guitarra encharcada em acidez e diversos efeitos sintéticos de elevada cosmicidade, com o registo vocal reverberizado a conferir ainda mais ao tema uma indisfarçável acentuação futurística. Esta composição eleva para patamares superiores o catálogo dos Said The Whale, que sempre souberam calcorrerar airosamente territórios sonoros que induziram ao mesmo pegadas de folk, country e muita pop que, pelos vistos, vai olhar com maior gola para a eletrónica num futuro próximo. Seja como for, Girls Night Out , fazendo adivinhar essa previsão, é mais um carimbo que atesta ser esta uma das melhores bandas desse imenso país da América do Norte chamado Canadá. Confere...

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publicado por stipe07 às 17:55






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