man on the moon
music will provide the light you cannot resist! ou o relato de quem vive uma nova luz na sua vida ao som de algumas das melhores bandas de rock alternativo do planeta!
Radio Free Alice - Rule 31
Formados em dois mil e vinte e liderados pelo vocalista Noah Learmonth, ao qual se juntam o guitarrista Jules Paradiso, o baixista Michael Phillips e o baterista Lochie Dowd, os australianos Radio Free Alice lançaram no início deste ano um excelente tema intitulado Empty Words e acabam de chamar a atenção do nosso radar, devido a Rule 31, mais um novo single deste projeto sedeado em Melbourne e que se prepara para entrar em digressão no próximo ano e no seu país natal, com os nova iorquinos Geese, uma tournée com passagens por cidades como Sidney, Melbourne ou Perth.

Produzida pelo mítico Peter Katis, Rule 31 é uma poderosa canção, que transporta nos seus pouco mais de quatro minutos, a melhor herança daquele punk rock que marcou o início deste milénio e que bandas como os The Strokes, Bloc Party, ou LCD Soundsystem ajudaram a cimentar e a escalar globalmente.
Uma linha de baixo potentíssima, que constitui, diga-se, o esqueleto da composição e que é depois exemplarmente acompanhada por uma guitarra com uma poderosa distorção metálica aguda e uma bateria frenética, são os três ingredientes essenciais de Rule 31, um tema enleante e épico, uma incrível explosão sónica de pós punk, conseguida com apreciável crueza e espontaneidade instrumental. Confere...
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Ulrika Spacek – Square Root Of None
Pouco mais de dois anos depois de Compact Trauma, um dos melhores discos de dois mil e vinte e três para a nossa redação, figurando num honroso décimo sétimo lugar, os britânicos Ulrika Spacek de Rhys Edwards, Rhys Williams, Joseph Stone, Syd Kemp e Callum Brown, estão de regresso ao formato longa duração em dois mil e vinte e seis com EXPO, um alinhamento de onze canções que vai ver a luz do dia a seis de fevereiro, com a chancela da Full Time Hobby Recordings.

pic by Anya Broido
Square Root Of None é o mais recente single revelado do conteúdo de EXPO. Oitava canção do alinhamento do registo, esta composição ilustra o modo exímio como este projeto Ulrika Spacek consegue mesclar concetual e sonoramente o digital e o analógico, através de um modus operandi eminentemente experimental, que utiliza instrumentação sintética, mas também, do ponto de vista mais orgânico, cordas das mais variadas proveniências e variados elementos percussivos.
De facto, o dinamismo e o registo amosférico denso e imersivo, feito de guitarras distorcidas e texturas eletrónicas com um curioso perfil retro, são as traves mestras do esqueleto sonoro de Square Root Of None, um tema que replica uma sonoridade punk, feita com fortes reminiscências naquela faceta sessentista ácida e psicotrópica com um acabamento exemplar, enquanto nos proporciona uma jornada sonora emocionante e introspetiva. Confere Square Root Of None e o artwork e a tracklist de EXPO...


Intro
Picto
I Could Just Do It
Build A Box Then Break It
This Time I'm Present
Showroom Poetry
Expo
Square Root Of None
Weights & Measures
A Modern Low
Incomplete Symphony
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Soft Kill – Feel This High
Depois de terem colocado em sentido a crítica em outubro de dois mil e vinte e dois com o registo Canary Yellow, o projeto Soft Kill manteve-se extremamente ativo e profícuo, lançando mais dois discos desde então. Em dois mil e vinte e três incubaram o registo Metta World Peace, que foi cuidadosamente dissecado pela nossa redação e na primavera do ano passado um alinhamento de treze canções intitulado Escape Forever.

Ainda em dois mil e vinte e quatro e algumas semanas depois do lançamento desse oitavo álbum da carreira da banda liderada por Tobias Grave, o projeto sedeado em Portland, mas natural de Chicago, no Ilinois, surpreendeu-nos com uma versão de In The Town Where I Was Born, um original que fazia parte do registo The Pain And The Pinkerton Thugs, que a banda The Pinkerton Thugs lançou em mil novecentos e noventa e sete. Se o original era uma canção de elevado pendor acústico e intimista, a versão assinada pelos Soft Kill colocou todas as fichas num perfil sonoro eminentemente pop, com o timbre metálico enleante de uma guitarra a suportar um shoegaze cósmico repleto de têmpora e invulgarmente luminoso.
Agora, quase no ocaso de dois mil e vinte e cinco, os Soft Kill estão de regresso ao nosso radar devido a um novo single intitulado Feel This High, que tem como b) side o tema Cullerton Girls., ambos produzidos e masterizados por Trey Frye e com direito a uma edição física limitada e em formato maxi-single de 12'', com trezentos exemplares.
Feel this High é uma canção vibrante, um tema com as portas e as janelas escancaradas para um post punk bastante imersivo e exemplarmente nostálgico. O registo ecoante das guitarras, a robustez do baixo e o frenesim dos teclados, aprimoram essa filosofia estilística ímpar e com um adn muito próprio que, no caso dos Soft Kill, acaba por mover-se também nas areias movediças de uma psicadelia lisérgica particularmente narcótica. Confere...

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Living Hour – Internal Drone Infinity
O bucolismo de Winnipeg é o poiso dos Living Hour, um projeto sonoro canadiano que se estreou em dois mil e dezasseis nos discos com um homónimo que teve a chancela da conceituada Lefse Records e que em oito canções nos ofereceu uma revisão bastante contemporânea de toda a herança que o indie rock de cariz mais melancólico, ambiental e lo fi nos tem deixado, com fundamentos que remontam à psicadelia que começou a fazer escola na década de sessenta do século passado.

Em dois mil e vinte e dois e três anos após o registo Softer Faces, os Living Hour regressaram ao formato álbum com Someday Is Today, um trabalho que contava nos créditos da produção com a colaboração da multi-instrumentista e produtora norte-americana Melina Mae Duterte aka Jay Som, além de Jonathan Schenke e Samur Khouja e que sonoramente parecia estar preso num qualquer transístor há várias décadas, mas que foi libertado com o aconchego que a evolução tecnológica permite, ajudando-nos a olhar de frente para o vasto oceano de questões existenciais, que entre o arrojado e o denso, nos obrigam sempre a procurarmos uma estadia de magia e delicadeza invulgares, caso queiramos respostas consistentes e definitivas.
Agora, três anos depois de Someday Is Today, os Living Hour têm já nos escaparates um álbum intitulado Internal Drone Infinity, que viu a luz do dia com a chancela da Paper Bag Records e que estilisticamente acaba por seguir as premissas reflexivas do disco anterior, já que as suas dez canções incorporam, na íntegra, doses indiscretas de uma pop suja e nostálgica, que nos leva a degustar, em pouco mais de trinta e cinco minutos, um amigável confronto entre o rock alternativo de cariz mais lo fi com aquela pop particularmente luminosa e com um travo a maresia muito peculiar.
Temas como Wheel, que sobrevive à custa de cordas vibrantes, que são trespassadas por efeitos abrasivos ecoantes, num tema que vai crescendo em arrojo e emoção, ou Waiter, uma canção que os coloca na senda daquele rock com elevado travo shoegaze, feito de cordas sujas e tremendamente abrasivas, acamadas por um baixo imponente, mas discreto, são momentos impressivos de Internal Drone Infinity e que nos elucidam relativamente ao elevado nível de densidade, nostalgia, crueza e hipnotismo que o disco contém. No entanto, no superior travo intimista orgânico da guitarra que sustenta Best I Did It, no registo percussivo arrastado e simultaneamente hipnótico da épica e rugosa Firetrap e no clima grunge e enleante de Big Shadow, encontramos outros atributos transversais a todo o registo, com alguns sintetizadores a conferirem, amiúde, a toda a trama os indispensáveis adornos, além de ajudarem as canções a terem a alma e a filosofia desejadas.
Em suma, Internal Drone Infinity amplifica ainda mais a faceta oitocentista que sempre instigou este quarteto no momento de compor e de criar. Instrumentalmente, impressiona o elevado grau de lisergia das guitarras, melodicamente sagazes, que dão vida a um clima bastante sentimental e envolvente, mas também se nota um superior cuidado com os detalhes e a busca constante de majestosidade e de têmpera. Como já referi, conceitos como densidade, nostalgia, crueza e hipnotismo, assaltam a nossa mente canção após canção, sempre com elevada essência pop e um acerto melódico que nunca vacila. Espero que aprecies a sugestão...

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Preoccupations – MUR/PONR
Um dos discos que esteve em maior rotação na nossa redação na primavera deste ano foi Ill At Ease, um alinhamento de oito canções, assinado pelo projeto canadiano Preoccupations, formado por Matt Flegel, Mike Wallace, Scott Munro e Daniel Christiansen, que já se chamou Viet Cong ainda nesta vida e que tem estado permanentemente na linha da frente da reinvenção do rock.

pic by Loicia Samson
Ill At Ease teve a chancela da Born Losers, a etiqueta do próprio grupo que cessou a sua ligação à Jagjaguwar e estava recheado de momentos altos que terão resultado de um profícuo processo criativo que, como é costume, terá dado origem a canções que acabaram por ficar de fora do registo.
Em boa hora os Preoccupations lembraram-se de olhar para essas sobras e acabaram por revelar duas delas, os temas MUR e PONR, sucessivamente lados a) e b) de uma edição especial em vinil de sete polegadas e também digital, igualmente, como é óbvio, com a chancela da Born Losers.
Explosiva, abrasiva e vigorosa, criada, de acordo com a própria banda, com o intuito de recriar sonoramente aquilo que o nosso âmago sente em momentos de maior tensão e até pânico, MUR é uma canção excitante no modo como nos trespassa com um registo percussivo contundente e com guitarras abrasivas e exemplarmente eletrificadas. Já PONR, canção que versa sobre o modo como frequentemente nos sentimos desapontados com tudo aquilo que nos rodeia e, consequentemente, isso nos faz sentir vontade de mudar ou de recomeçar, oferece-nos um perfil sonoro um pouco mais contemplativo e atmosférico, com um modus operandi que coloca as fichas numa faceta um pouco mais pop, em que sintetizações planantes e guitarras com elevado travo psicadélico, marcam um forte posição na indução de um edifício melódico bastante convincente.
A audição de MUR e PONR como um todo sequencial, acaba por traduzir um saudável experimentalismo, feito à boleia de um exercício sonoro catárquico, onde reina uma certa megalomania e uma saudável monstruosidade agressiva, tudo isto aliado a um curioso sentido de estética, que fascina e seduz. Confere...

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Colony House – OK OK OK OK
Os Colony House são Caleb Chapman, Will Chapman, Park Cotrell e Scott Mills, uma banda norte americana de indie rock de Franklin, no Tennessee, mas sedeada atualmente em Nashville e que se inspirou num complexo habitacional na baixa da sua cidade natal para dar nome a um projeto que se estreou nos discos em dois mil e catorze com When I Was Younger, uma coleção de catorze canções particularmente inspiradas e com uma toada eminentemente comercial e virada para o airplay fácil. Três anos depois viu a luz do dia Only The Lonely, o sempre difícil segundo disco, que teve como sucessor, em dois mil e vinte, Leave What's Left Behind, registo que cimentou a marca identitária de um projeto que replica com tremendo requinte o indie rock tipicamente norte-americano de cariz mais nostálgico.

Em dois mil e vinte e três os Colony House lançaram o registo Cannonballers, o quarto disco do quarteto, um trabalho que chamou a nossa atenção e que tinha nos singles Landlocked Surf Rock, uma ode à cidade natal da banda e ao estado do Tennessee e em Would Ya Could Ya, uma altiva canção, os momentos mais altos de um alinhamento que apostou todas as fichas num rock colegial tipicamente noventista e com um forte cariz punk.
Agora, em dois mil e vinte e cinco, os Colony House estão de regresso aos discos com 77, o quinto da carreira, um novo alinhamento de canções que será dividido em dois tomos, 77 (Pt. 1) e 77 (Pt. 2), cm o primeiro a chegar aos escaparates já a cinco de setembro com a chancela da LastDaze Records.
De 77 (Pt. 1) já são conhecidos vários singles, nomeadamente Atomic e Telephone Pole, esta última uma efusiante e frenética canção, que andou por cá, em alta rotação, no apogeu da última primavera. Agora, pouco mais de dois meses depois, chega a vez de conferirmos mais um avanço do disco, a canção com o curioso título OK OK Ok OK. São quase três minutos vibrantes, cavernosos e intensos, encharcados em guitarras distorcidas com intensidade e arrojo, um baixo imponente e uma bateria frenética. O resultado final desta trama jovial e incandescente, é um verdadeiro tratado de indie punk pop, melodicamente inspirado, que demonstra que os irmãos Chapman continuam a aprimorar com distinção as suas qualidades interpretativas, olhando sempre e com indisfarçável gula, para a herança do melhor universo sonoro acima mencionado. Confere OK OK OK OK e o artwork e a tracklist de 77 (Pt. 1)...

Telephone Pole
Atomic
OK OK OK OK
Ready To Go
What’s It Gonna Take
Highwire
77
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The Lemonheads – In The Margin
Quase duas décadas depois de um disco homónimo, os The Lemonheads de Evan Dando estão finalmente de regresso ao mesmo formato à boleia de Love Chant, um álbum que deverá ver a luz do dia no início do próximo outono e que certamente nos vai fazer voltar a sentir aquele clima tão caraterístico, que o cenário indie norte-americano replicou com pujança nos anos noventa do século passado.

Criado com a ajuda de Tom Morgan, dos australianos Smudge e com a participação especial de J Mascis na guitarra e de Juliana Hatfield, no baixo, Deep End foi o primeiro single divulgado do alinhamento de Love Chant, um álbum produzido pelo brasileiro Apollo Nove e que além dos nomes já referidos, também conta com os contributos do produtor Bryce Goggin, a cantora Erin Rae, John Strohm, Nick Saloman e Adam Green. Nele, a banda de Boston ofereceu-nos um espetacular tratado de indie punk rock, com guitarras exemplarmente eletrificadas e repletas de distorções abrasivas e um baixo e uma bateria arritmados, mas exemplarmente coordenados, a sustentarem uma composição, onde não faltavam solos inebriantes e aquele notável espírito garageiro que nos marcou a todos há cerca de três décadas.
Agora, algumas semanas depois da audição de Deep End, temos para escuta mais um espetacular tema que deverá fazer parte do alinhamento de Love Chant, uma canção intitulada In The Margin. Trata-se de uma composição mais garageira e abrasiva do que a anterior, com o fuzz das guitarras e um registo percussivo frenético a oferecem a In The Margin aquele inconfundível travo grunge, que não deixa de ser também uma das matrizes essenciais do ADN dos The Lemonheads, sempre abertos a novas descobertas e paisagens sonoras. Confere...

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Steve Queralt – Messengers (feat. Verity Susman)
Membro dos míticos Ride, o britânico Steve Queralt prepara-se para dar início à sua carreira a solo com Swallow, o primeiro disco em nome próprio do baixista natural de Londres, um alinhamento de nove canções misturadas por Matthew Simms, colega de Steve nos Ride e que vai ver a luz do dia já depois de amanhã, dia treze de junho, com a chancela da Sonic Cathedral.

Messengers, canção que conta com a participação especial vocal de Verity Susman, é o mais recente single retirado do alinhamento de Swallow. Trata-se de um verdadeiro tratado de post punk lisérgico, instrumentalmente intenso e rico, com um início contemplativo e divagante, mas que depois ganha têmpora e vigor à boleia de guitarras inebriantes, abrasivas e sempre um nível de distorção e de eletrificação exemplar, sintetizações cósmicas e um registo percussivo frenético e algo hipnótico. Confere Messengers e a tracklist de Swallow...

Mission Creep
Lonely Town feat. Emma Anderson
High Teens
A Porsche Shaped Hole
Swiss Air feat. Emma Anderson
I Don’t Know How To Sing
Messengers feat. Verity Susman
1988
Motor Boats
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Shame - Cutthroat
Dois anos depois do extraordinário registo Food for Worms, os britânicos Shame, um quinteto formado por Eddie Green, Charlie Forbes, Josh Finerty, Sean Coyle-Smith e Charlie Steen e que se estreou em dois mil e dezoito com o disco Songs Of Praise, que fez furor na nossa lista dos melhores lançamentos discográficos desse ano, estão de regresso em dois mil e vinte e cinco com Cutthroat, um alinhamento de doze canções produzidas pelo premiado John Congleton, que versam sobre temas como corrupção, desejo, vaidade e a hipocrisia dos tempos atuais e que vai ver a luz do dia a cinco de setembro com a chancela da Dead Oceans.

Cutthroat, o tema que batiza e abre o alinhamento deste novo álbum dos Shame, é o primeiro single retirado do registo. Em pouco mais de três minutos Cutthroat oferece-nos um punk rock de primeira água, com o vigor do baixo, o timbre seco da bateria e diversos entalhes sintéticos a definirem um tema apimentado por uma indisfarçável atmosfera sensual e dançante. Confere Cutthroat, o vídeo do single e o artwork e a tracklist do registo...

Cutthroat
Cowards Around
Quiet Life
Nothing Better
Plaster
Spartak
To And Fro
Lampião
After Party
Screwdriver
Packshot
Axis Of Evil
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Colony House – Telephone Pole
Os Colony House são Caleb Chapman, Will Chapman, Park Cotrell e Scott Mills, uma banda norte americana de indie rock de Franklin, no Tennessee, mas sedeada atualmente em Nashville e que se inspirou num complexo habitacional na baixa da sua cidade natal para dar nome a um projeto que se estreou nos discos em dois mil e catorze com When I Was Younger, uma coleção de catorze canções particularmente inspiradas e com uma toada eminentemente comercial e virada para o airplay fácil. Três anos depois viu a luz do dia Only The Lonely, o sempre difícil segundo disco, que teve como sucessor, em dois mil e vinte, Leave What's Left Behind, registo que cimentou a marca identitária de um projeto que replica com tremendo requinte o indie rock tipicamente norte-americano de cariz mais nostálgico.

Em dois mil e vinte e três os Colony House lançaram o registo Cannonballers, o quarto disco do quarteto, um trabalho que chamou a nossa atenção e que tinha nos singles Landlocked Surf Rock, uma ode à cidade natal da banda e ao estado do Tennessee e em Would Ya Could Ya, uma efusiante e frenética canção, os momentos mais altos de um alinhamento que apostou todas as fichas num rock colegial tipicamente noventista e com um forte cariz punk.
Agora, em dois mil e vinte e cinco, os Colony House estão de regresso aos discos com 77, o quinto da carreira, um novo alinhamento de canções que deverá manter a tónica no adn do projeto acima descrito, tendo em conta Telephone Pole, o avanço revelado por estes dias do trabalho. Telephone Pole é uma efusiante e frenética canção, que coloca a tónica num perfil melódico intenso e arrojado, assente numa percussão bem vincada e em distorções de guitarra bastante efusivas, num resultado fervoroso e emocionalmente intenso. Confere...

