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Soft Kill – Feel This High

Quinta-feira, 27.11.25

Depois de terem colocado em sentido a crítica em outubro de dois mil e vinte e dois com o registo Canary Yellow, o projeto Soft Kill manteve-se extremamente ativo e profícuo, lançando mais dois discos desde então. Em dois mil e vinte e três incubaram o registo Metta World Peace, que foi cuidadosamente dissecado pela nossa redação e na primavera do ano passado um alinhamento de treze canções intitulado Escape Forever.

Soft Kill

Ainda em dois mil e vinte e quatro e algumas semanas depois do lançamento desse oitavo álbum da carreira da banda liderada por Tobias Grave, o projeto sedeado em Portland, mas natural de Chicago, no Ilinois, surpreendeu-nos com uma versão de In The Town Where I Was Born, um original que fazia parte do registo The Pain And The Pinkerton Thugs, que a banda The Pinkerton Thugs lançou em mil novecentos e noventa e sete. Se o original era uma canção de elevado pendor acústico e intimista, a versão assinada pelos Soft Kill colocou todas as fichas num perfil sonoro eminentemente pop, com o timbre metálico enleante de uma guitarra a suportar um shoegaze cósmico repleto de têmpora e invulgarmente  luminoso.

Agora, quase no ocaso de dois mil e vinte e cinco, os Soft Kill estão de regresso ao nosso radar devido a um novo single intitulado Feel This High, que tem como b) side o tema Cullerton Girls., ambos produzidos e masterizados por Trey Frye e com direito a uma edição física limitada e em formato maxi-single de 12'', com trezentos exemplares.

Feel this High é uma canção vibrante, um tema com as portas e as janelas escancaradas para um post punk bastante imersivo e exemplarmente nostálgico. O registo ecoante das guitarras, a robustez do baixo e o frenesim dos teclados, aprimoram essa filosofia estilística ímpar e com um adn muito próprio que, no caso dos Soft Kill, acaba por mover-se também nas areias movediças de uma psicadelia lisérgica particularmente narcótica. Confere...

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publicado por stipe07 às 17:34

Pure Bathing Culture – I Said What I Said (The Softies cover)

Quarta-feira, 19.11.25

Em dois mil e vinte e quatro os The Softies, uma dupla formada por Rose Melberg, que também integra os Tiger Trap e Jen Sbragia, dos Pretty Faces, reuniram-se novamente e lançaram um disco intitulado The Bed I Made. Foi o primeiro álbum do projeto em vinte e quatro anos, já que, tendo a sua origem em mil novecentos e noventa e quatro, tinham-se separado em dois mil, depois de terem lançado alguns registos ainda na década de noventa.

pic by Shervin Lainez

Um dos momentos altos de The Bed I Made era o single I Said What I Said, que acaba de ser exemplarmente revisto pela dupla de Portland, Pure Bathing Culture, formada por Daniel Hindman e Sarah Versprille, antigos membros dos consagrados Vetiver, que já tinham lançado este ano, em formato single, os temas Wild Fillies e Cardinal.

A nova roupagem que os Pure Bathing Culture conferiram a I Said What I Said assenta as suas permissas numa sonoridade eminentemente orgânica, mas luxuriante, com a bossa nova a ser um estilo que salta logo à mente do ouvinte durante a sua audição. É uma versão charmosa e plena de bom gosto, onde os acordes da guitarra e o teclado atmosférico nos fazem planar de forma quase surrealista. Confere a cover assinada pelos Pure Bathing Culture e o original da autoria dos The Softies...

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publicado por stipe07 às 16:33

Mint Julep – Holding On

Terça-feira, 03.06.25

Quase década e meia depois do registo Save Your Season, a dupla norte-americana Mint Julep, natural de Portland, no Oregon e formada pelos irmãos Hollie e Keith Kenniff, está de regresso ao nosso radar devido a Holding On, um novo single desta dupla entusiasta da eletrónica, mas que também não renega a inclusão de alguns elementos acústicos nas suas criações sonoras.

É neste mescla feliz entre o orgânico e o sintético que assenta Holding On, tema alimentado por batidas sintéticas que mobilizam um delicioso fluxo dançante, apimentado pelo tom sóbrio da voz de Hollie e pelas guitarras e sintetizadores nebulosos de Keith, num resultado final suave e algo lisérgico, mas também bastante assertivo e cativante. Confere...

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publicado por stipe07 às 18:27

Soft Kill – In The Town Where I Was Born (The Pinkerton Thugs cover)

Terça-feira, 09.07.24

Depois de terem surpreendido a crítica em outubro de dois mil e vinte e dois com o registo Canary Yellow, o projeto Soft Kill manteve-se extremamente ativo e profícuo, lançando mais dois discos desde então. O ano passado incubaram o registo Metta World Peace, que foi cuidadosamente dissecado pela nossa redação e na passada primavera um alinhamento de treze canções intitulado Escape Forever.

An Interview with Tobias Grave of Soft Kill — Rock In:flux

Algumas semanas depois do lançamento desse oitavo álbum da carreira da banda liderada por  Tobias Grave, o projeto sedeado em Portland tem para nos oferecer mais uma espetacular novidade. Trata-se de uma versão de In The Town Where I Was Born, um original que fazia parte do registo The Pain And The Pinkerton Thugs, que a banda The Pinkerton Thugs lançou em mil novecentos e noventa e sete.

Se o original é uma canção de elevado pendor acústico e intimista, a versão assinada pelos Soft Kill coloca todas as fichas num perfil sonoro eminentemente pop, com o timbre metálico enleante de uma guitarra a suportar um shoegaze cósmico repleto de têmpora e invulgarmente  luminoso. A mesma, ao apoiar-se em teclados frenéticos e num baixo vigoroso, acaba por mover-se também nas areias movediças de uma psicadelia lisérgica particularmente narcótica. Confere a cover e o original...

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publicado por stipe07 às 15:29

STRFKR – Parallel Realms

Terça-feira, 05.03.24

Já chegou aos escaparates Parallel Realms, o espetacular novo registo de originais dos STRFKR, mestres a transmitir boas vibrações e com uma inclinação para a beleza sonora que é, quanto a mim, inquestionável. O disco contém dezassete composições e em pouco menos de uma hora oferece-nos um faustoso banquete de contemporaneidade sonora charmosa, vibrante e luminosa, com a chancela da Polyvinyl Records.

STRFKR announce their forthcoming album, Parallel Realms | The Line of Best  Fit

Parallel Realms sucede ao excelente disco Future Past Life, que a banda de Josh Hodges lançou em dois mil e vinte e um e comprova a guinada que o projeto tem dado, na última meia década, rumo a um perfil criativo que, sem renegar as guitarras e o baixo, coloca os teclados e os sintetizadores em plano de destaque, procurando, com astúcia e bom gosto, animar e encher de êxtase as pistas de dança. Isso fica comprovado, desde logo, no tema de abertura, Always / Never, canção em que uma guitarra com um timbre setentista ímpar introduz-nos num cosmos de groove e de psicadelia efusiantes, em quase quatro minutos em que luz, cor e plumas se entrelaçam continuamente, enquanto o orgânico e o sintético trocam entre si, quase sem se dar por isso, o protagonismo intepretativo e instrumental, numa composição plena de cosmicidade e lisergia e em que rock e eletrónica conjuram entre si com elevada mestria e bom gosto.

Esta descrição minuciosa da canção que abre o disco, podia servir de resumo para a trama conceptual de todo o álbum. De facto, Parallel Realms é um disco animado, em que instantes como Armatron, uma composição sedutora, que começa por assentar numa batida com um groove delicioso, que vai sendo trespassada por diversos efeitos cósmicos e flashantes e um teclado insinuante e Under Water / In Air, tema melodicamente irrepreensível, afagado por uma guitarra com um timbre metálico aconchegante, um registo percurssivo vincado e diversas sintetizações enleantes, num resultado final festivo e tremendamente radiofónico e com uma ímpar luminosidade, assim como a bateria inebriante e o efeito metálico contundente da guitarra qe ciranda por Running Around, a serem exemplos de canções que se espraiam alegremente nos nossos ouvidos, sem pedir licença, algo que se saúda.

No entanto, Parallel Realms também proporciona instantes sonoros contemplativos, que escutados, por exemplo, numa estufa de plantas, tornam-se no adubo ideal para as fazer crescer. A cosmicidade planante de Holding On, o groove robótico minimal de Chizzlers e a pueril cândura de Carnival são belos exemplos deste modus operandi mais ambiental e que acentua um perfil também algo nostálgico de um disco que não deixa de encontrar fortes reminiscência naquela eletrónica que nomes como os Phoenix, Hot Chip ou Passion Pit começaram a cimentar no início deste século.

Parallel Realms está cheio de temas notáveis e extremamente belos, impregnados, como é habitual nos STRFKR, com letras de forte cariz introspetivo e de fácil identificação com as nossas agruras e recompensas diárias. No seu todo, o disco acaba por saber a uma espécie de devaneio psicadélico, que não deixa de mostrar uma acentuda vibe setentista, em que, como já foi referido, diversas texturas orgânicas, orientadas por uma guitarra ecoante e sintéticas, conduzidas por sintetizadores repletos de efeitos cósmicos, se entrecruzam entre si e dividem o protagonismo no andamento melódico e estilístico do alinhamento no seu todo. Parallel Realms eleva os STRFKR a um patamar ímpar de qualidade, mas também de percepção de uma visão sagaz não só daquilo que tem sido a suprema herança da pop das últimas quatro décadas, mas também daquilo que poderá ser o futuro próximo da melhor indie rock. Espero que aprecies a sugestão...

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publicado por stipe07 às 17:38

STRFKR – Under Water / In Air

Segunda-feira, 05.02.24

E já vão em quatro o número de amostras já reveladas de Parallel Realms, o novo registo de originais dos STRFKR, mestres a transmitir boas vibrações e com uma inclinação para a beleza sonora que é, quanto a mim, inquestionável. É impressionante a capacidade desta banda de Portland de criar composições que oferecem êxtase às pistas de dança, mas que também proporcionam instantes sonoros contemplativos, que escutados, por exemplo, numa estufa de plantas, tornam-se no adubo ideal para as fazer crescer. Aliás, não será assim tão absurdo quanto isso, acreditar que aquela new wave de forte intensidade e que num misto de nostalgia e contemporaneidade, baliza o catálogo dos STRFKR, foi pensada por Hodges, o grande cérebro criativo do projeto, para o cultivo de sementes.

STRFKR release new single, "Under Water / In Air" | The Line of Best Fit

Assim, depois dos singles Always / NeverArmatron e, já em dois mil e vinte quatro, Together Forever, agora chega a vez de escutarmos Under Water / In Air, uma canção com um interessantíssimo travo oitocentista. Melodicamente irrepreensível e com uma ímpar luminosidade, Under Water / In Air espraia-se nos nossos ouvidos, que são afagados por uma guitarra com um timbre metálico aconchegante, um registo percurssivo insinuante e diversas sintetizações enleantes, num resultado final festivo e tremendamente radiofónico. Parallel Realms chega aos escaparates a um de março com a chancela da Polyvinyl Recods e sucede ao excelente disco Future Past Life, que a banda de Josh Hodges lançou em dois mil e vinte e um. Confere...

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publicado por stipe07 às 17:35

STRFKR – Together Forever

Segunda-feira, 15.01.24

Não é assim tão incomum quanto isso encontrar quem ache que os STRFKR de Josh Hodges são a maior banda de todos os tempos. De facto, esta banda norte-americana, natural de Portland, no Oregon, é mestre a transmitir boas vibrações e tem uma inclinação para a beleza que é, quanto a mim, inquestionável. É impressionante a sua capacidade de criar composições que oferecem êxtase às pistas de dança, mas também de proporcionar instantes sonoros contemplativos, que escutados, por exemplo, numa estufa de plantas, tornam-se no adubo ideal para as fazer crescer. Aliás, não será assim tão absurdo quanto isso, acreditar que aquela new wave de forte intensidade e que num misto de nostalgia e contemporaneidade, baliza o catálogo dos STRFKR, foi pensada por Hodges, o grande cérebro criativo do projeto, para o cultivo de sementes.

Três anos depois do extraordinário álbum Future Past Life, os STRFKR estão de regresso com uma nova digressão mundial, que foi assinalada no passado mês de outubro, como certamente se recordam, com a divulgação de um single intitulado Always / Never. Depois, quase no ocaso do ano passado, os STRFK voltaram à carga com Armatron, um single que a banda tinha no baú, em formato demo, desde a pandemia.

Agora, no arranque de dois mil e vinte e quatro, o quarteto volta à carga com o single Together Forever, que confirma, finalmente, o anúncio de um novo disco dos STRFKR, um trabalho intitulado Parallel Realms, que irá ver a luz do dia no início do próximo mês de março. Together Forever confirma a já esperada inflexão deste projeto para uma sonoridade mais pop, acentuando um cariz nostálgico que encontra fortes reminiscência naquela eletrónica que nomes como os Phoenix, Hot Chip ou Passion Pit começaram a cimentar no início deste século.

De facto, em Together Foreverrock e eletrónica conjuram entre si, criando um tema charmoso, dançante, luminoso e festivo, assente numa melodia de forte cariz radiofónico, que vai sendo trespassada por diversos efeitos cósmicos e flashantes e um teclado insinuante, num resultado final em que o orgânico e o sintético trocam entre si, quase sem se dar por isso, o protagonismo interpretativo e instrumental, com elevada mestria e bom gosto. Confere Together Forever e o artwork e a tracklist de Parallel Realms...

01 Always / Never
02 Holding On
03 Interspace 2
04 Feelings
05 Together Forever
06 Under Water / In Air
07 Armatron
08 Interspace 3
09 Chizzlers
10 interspace 4
11 Running Around
12 Carnival
13 Lot Of Nice Things
14 Interspace 5
15 Waited For It
16 Something To Prove
17 Leaving

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publicado por stipe07 às 16:47

STRFKR – Armatron

Segunda-feira, 04.12.23

Não é assim tão incomum quanto isso encontrar quem ache que os STRFKR de Josh Hodges são a maior banda de todos os tempos. De facto, esta banda norte-americana, natural de Portland, no Oregon, é mestre a transmitir boas vibrações e tem uma inclinação para a beleza que é, quanto a mim, inquestionável. É impressionante a sua capacidade de criar composições que oferecem êxtase às pistas de dança, mas também de proporcionar instantes sonoros contemplativos, que escutados, por exemplo, numa estufa de plantas, tornam-se no adubo ideal para as fazer crescer. Aliás, não será assim tão absurdo quanto isso, acreditar que aquela new wave de forte intensidade e que num misto de nostalgia e contemporaneidade, baliza o catálogo dos STRFKR, foi pensada por Hodges, o grande cérebro criativo do projeto, para o cultivo de sementes.

Três anos depois do extraordinário álbum Future Past Life, os STRFKR estão de regresso com uma nova digressão mundial, que foi assinalada no passado mês de outubro, como certamente se recordam, com a divulgação de um single intitulado Always / Never. Agora, quase no ocaso do ano, os STRFK voltam à carga com Armatron, um single que a banda tinha no baú, em formato demo, desde a pandemia.

Armatron é uma composição sedutora, que começa por assentar numa batida com um groove delicioso, que vai sendo trespassada por diversos efeitos cósmicos e flashantes e um teclado insinuante, num resultado final dançante e em que luz, cor e plumas se entrelaçam continuamente, enquanto o orgânico e o sintético trocam entre si, quase sem se dar por isso, o protagonismo interpretativo e instrumental, numa canção plena de cosmicidade e lisergia e em que rock e eletrónica conjuram entre si com elevada mestria e bom gosto.

Depois de Always / Never, Armatron encarna, sem dúvida, um regresso muito aguardado de um projeto que nos bem habituando na última década a um patamar ímpar de qualidade e visão, não só da suprema herança da pop das últimas quatro décadas, mas também daquilo que poderá ser o futuro próximo da melhor indie rock. Oxalá estes dois singles que viram a luz do dia nestas últimas semanas, sejam o pré anúncio de um novo disco dos STRFKR para muito em breve. Confere...

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publicado por stipe07 às 15:52

STRFKR – Always / Never

Quarta-feira, 25.10.23

Não é assim tão incomum quanto isso encontrar quem ache que os STRFKR de Josh Hodges são a maior banda de todos os tempos. De facto, esta banda norte-americana, natural de Portland, no Oregon, é mestre a transmitir boas vibrações e tem uma inclinação para a beleza que é, quanto a mim, inquestionável. É impressionante a sua capacidade de criar composições que oferecem êxtase às pistas de dança, mas também de proporcionar instantes sonoros contemplativos, que escutados, por exemplo, numa estufa de plantas, tornam-se no adubo ideal para as fazer crescer. Aliás, não será assim tão absurdo quanto isso, acreditar que aquela new wave de forte intensidade e que num misto de nostalgia e contemporaneidade, baliza o catálogo dos STRFKR, foi pensada por Hodges, o grande cérebro criativo do projeto, para o cultivo de sementes.

STRFKR – Ambient 1 - man on the moon

Três anos depois do extraordinário álbum Future Past Life, os STRFKR estão de regresso com uma nova digressão mundial, assinalada com a divulgação de um single intitulado Always / Never. Uma guitarra com um timbre setentista ímpar introduz-nos num cosmos de groove e psicadelia efusiantes, em quase quatro minutos tremendamente dançantes e em que luz, cor e plumas se entrelaçam continuamente, enquanto o orgânico e o sintético trocam entre si, quase sem se dar por isso, o protagonismo intepretativo e instrumental, numa canção plena de cosmicidade e lisergia e em que rock e eletrónica conjuram entre si com elevada mestria e bom gosto.

Always / Never encarna, sem dúvida, um regresso muito aguardado de um projeto que nos bem habituando na última década a um patamar ímpar de qualidade e visão, não só da suprema herança da pop das últimas quatro décadas, mas também daquilo que poderá ser o futuro próximo da melhor indie rock. Oxalá este single seja o pré anúncio de um novo disco dos STRFKR para muito em breve. Confere...

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publicado por stipe07 às 15:46

Portugal. The Man – Plastic Island

Domingo, 11.06.23

Conforme temos dado conta nas semanas mais recentes, Chris Black Changed My Life é o fantástico título do novo disco dos norte americanos Portugal. The Man, de John Baldwin Gourley, um trabalho que irá chegar aos escaparates a vinte e três de junho com a chancela da Atlantic Records e que terá nos créditos da produção Jeff Bhasker, colaborador de longa data de nomes como Beyoncé, Harry Styles e SZA.

Música #27: Portugal. The Man

Chris Back Changed My Life será o nono disco da carreira desta banda natural de Portland, no Oregon. É dedicado a Chris Black, antigo membro do grupo que faleceu há quase quatro anos e teve já alguns singles revelados, como Dummy ou What, Me Worry?, e Summer Of Lov, que nos foram mostrando que este novo álbum dos Portugal. The Man será um excelente tratado de pop psicadélica, ágil e rápida.

Se os temas acima referidos ampliavam essa certeza na riqueza dos detalhes e das texturas, além de conterem um forte apelo às pistas de dança e uma atmosfera eminentemente pop, Plastic Island, o último single revelado de Chris Back Changed My Life, oferece-nos um registo interpretativo eminentemente intimista e até lo fi, mas sem descurar a têmpora algo lisérgica que tem definido as propostas qus os Portugal. The Man têm apresentado para este seu novo álbum. E Plastic Island fá-lo quer no modo escorreito como a bateria sustenta a composição, mas principalmente pelo modo como o timbre metálico das cordas vai preparando terreno para diversos loops e distorções que, quase no seu ocaso, vão dar à canção uma curiosa sensação nostálgica, ao mesmo tenpo que ajuda Chris Back Changed My Life a atingir a tal estética bastante abrangente e que se adivinha. Confere...

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publicado por stipe07 às 19:48






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