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Jeff Tweedy – Feel Free

Segunda-feira, 25.08.25

O norte-americano Jeff Tweedy, líder do míticos Wilco, é, claramente, um dos músicos mais profícuos e criativos do cenário musical alternativo atual. Concretizando, na última década e meia, ao comando da sua banda, idealizou e incubou The Whole Love (2011), Star Wars (2015), Schmilco (2016) Cruel Country (2022) e, muito recentemente, Cousin (2023). Entretanto, em dois mil e dezoito, aproveitou para escrever uma auto-biografia intitulada Let's Go (So We Can Get Back): A Memoir of Recording and Discording with Wilco, Etc., onde dissertou sobre aspetos da sua personalidade e do seu trajeto nos Wilco.

Jeff Tweedy of Wilco

Pic by Shervin Lainez

À boleia desse exaustivo exercício escrito de introspeção, acabou por criar alguns registos a solo, sendo o mais conseguido WARM, onze canções que viram a luz do dia nesse mesmo ano de dois mil e dezoito com a chancela da insuspeita dBpm Records e que sucederam a Together at Last (2017), um registo de versões de alguns dos temas mais emblemáticos da sua, na altura, já extensa carreira. Depois de WARM, em dois mil e dezanove chegou Warmer, disco que, conforme o título indica, não estava dissociado do conteúdo do antecessor, já que, além de ter sido gravado durante o mesmo período em que foi captado WARM, acabou por, na sua essência, obedecer à mesma filosofia sonora estilística.

No início do estranho outono de dois mil e vinte, Jeff Tweedy deu ao mundo Love Is The King, a última obra discográfica em nome próprio de um compositor que assenta o seu processo criativo numa concepção de escrita que explora bastante a dicotomia entre sentimentos e no modo criativo e refinado como musica as letras que daí surgem, aliando o seu adn pessoal às tendências mais contemporâneas da folk e do rock alternativo.

Agora, em pleno verão de dois mil e vinte e cinco, Jeff Tweedy volta a colocar-nos em sentido devido ao anúncio de um novo capítulo discográfico da sua carreira a solo. Trata-se de um triplo (?) álbum com um total de trinta canções, intitulado Twilight Override, que irá ver a luz do dia a vinte e seis de setembro, com a chancela da dBpmTwilight Override foi gravado pelo próprio Tweedy no seu estúdio The Loft, em Chicago, com a ajuda do seu colaborador de longa data, Tom Schick e conta com as participações especiais de James Elkington, Sima Cunningham, Macie Stewart, Liam Kazar e Spencer e Sammy, filhos de Tweedy.

Em jeito de antecipação, Jeff Tweedy revelou há pouco mais de um mês quatro composições desse extenso alinhamento de Twilight Override. Eram os temas EnoughOne Tiny FlowerOut In The Dark e Stray Cats In Spain. O primeiro era um tema eminentemente contemplativo e intimista, Stray Cats In Spain também carregava essa marca eminentemente reflexiva e pessoal, One Tiny Flower impressionou-nos pela exuberância e Out In The Dark refletia sobre o processo criativo que tem orientado a carreira deste músico extraordinário.

Agora, na última semana de agosto, temos a oportunidade de escutar a canção Feel Free, o tema que encerra o alinhamento do segundo disco de Twilight Override. É uma composição que, de acordo com o próprio Tweedy, incentiva-nos a reconhecer as diferentes formas e vertentes que o conceito de liberdade pode abranger, em pouco mais de sete minutos com um perfil sonoro inicialmente de forte pendor orgânico e reflexivo. Depois, as cordas da viola tocada por Tweedy, recebem um violino insinuante, alguns efeitos planantes e uma bateria com elevado travo jazzístico, nuances que oferecem a Feel Free um carisma ímpar e uma alma intensa.

Esta é mais uma composição do alinhamento de Twilight Override que nos mostra que vem aí um álbum que será jubilante tratado folk, assente numa constante dicotomia entre sentimentos e confissões, não faltando também, de certeza, algumas nuances mais eletrificadas e radiofónicas, algo também muito presente na génese do catálogo deste músico de Chicago. Confere...

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publicado por stipe07 às 18:29

Kurt Vile – Classic Love

Domingo, 29.06.25

Três anos depois de (watch my moves), o oitavo disco da carreira, Kurt Vile tem apostado no formato EP, tendo iniciado a safra em novembro de dois mil e vinte e três com Back To Moon Beach. No próximo dia vinte e cinco de julho, este músico que descende da melhor escola indie rock norte americana e que adora piscar o olho à melhor folk nativa do outro lado do atlântico, quer através da forma como canta, quer nos trilhos sónicos da guitarra elétrica que abraça há duas décadas, sempre com elevado requinte, regressa ao mesmo formato com Classic Love, um alinhamento de cinco canções que conta com a participação especial de Luke Roberts, um cantor e compositor também norte-americano, mas natural de Nashville.

Kurt Vile e Luke Roberts conheceram-se há alguns anos na plataforma MySpace e Roberts andou em digressão com Vile em dois mil e quinze. No ano seguinte, Kurt Vile participou no tema Silver Chain de Luke Roberts e agora o cantor retribui fazendo parte dos créditos de um EP que também tem como curiosidade contar com uma versão do clássico Wildflower, um original dos Beach House.

O tema que temos hoje para partilhar é o que batiza o EP. Classic Love oferece-nos um luminoso e lisérgico instante sonoro que olha para a folk de espírito livre e aberto, uma opção criativa que deu origem a uma composição sublime no modo como aprimora o melhor adn identitário de Vile, feito, neste caso, de uma melodia conduzida por cordas acústicas inspiradas, em quase cinco minutos de enorme beleza, emoção, arrojo e, acima de tudo, contemplação, caraterísticas que o timbre vocal grave de Roberts amplifica com mestria. Confere Classic Love e a tracklist de Classic Love EP... 

classic love
hit of the highlife
classic love (kv version)
slow talkers ’22
wildflower

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publicado por stipe07 às 19:21

Colony House – Telephone Pole

Quinta-feira, 29.05.25

Os Colony House são Caleb Chapman, Will Chapman, Park Cotrell e Scott Mills, uma banda norte americana de indie rock de Franklin, no Tennessee, mas sedeada atualmente em Nashville e que se inspirou num complexo habitacional na baixa da sua cidade natal para dar nome a um projeto que se estreou nos discos em dois mil e catorze com When I Was Younger, uma coleção de catorze canções particularmente inspiradas e com uma toada eminentemente comercial e virada para o airplay fácil. Três anos depois viu a luz do dia Only The Lonely, o sempre difícil segundo disco, que teve como sucessor, em dois mil e vinte, Leave What's Left Behind, registo que cimentou a marca identitária de um projeto que replica com tremendo requinte o indie rock tipicamente norte-americano de cariz mais nostálgico.

Colony House – “Would Ya Could Ya” (Song Premiere) • chorus.fm

Em dois mil e vinte e três os Colony House lançaram o registo Cannonballers, o quarto disco do quarteto, um trabalho que chamou a nossa atenção e que tinha nos singles Landlocked Surf Rock, uma ode à cidade natal da banda e ao estado do Tennessee e em Would Ya Could Ya, uma efusiante e frenética canção, os momentos mais altos de um alinhamento que apostou todas as fichas num rock colegial tipicamente noventista e com um forte cariz punk.

Agora, em dois mil e vinte e cinco, os Colony House estão de regresso aos discos com 77, o quinto da carreira, um novo alinhamento de canções que deverá manter a tónica no adn do projeto acima descrito, tendo em conta Telephone Pole, o avanço revelado por estes dias do trabalho. Telephone Pole é uma efusiante e frenética canção, que coloca a tónica num perfil melódico intenso e arrojado, assente numa percussão bem vincada e em distorções de guitarra bastante efusivas, num resultado fervoroso e emocionalmente intenso. Confere...

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publicado por stipe07 às 12:41

Old Sea Brigade – Green Tea (feat. Katie Pruitt)

Segunda-feira, 19.05.25

Natural de Atlanta, na Georgia, mas a residir em Nashville, no Tennessee, Ben Cramer encabeça o projeto Old Sea Brigade, um dos nomes fundamentais da indie folk do lado de lá do atlântico. O artista prepara-se para lançar um novo EP intitulado If Only I Knew (Pt. 2), que irá ver a luz do dia a oito de agosto e que sucede ao registo 5am Paradise, que Cramer editou em dois mil e vinte e dois.

(pic by Laura Partain)

Deste novo EP de Old Sea Brigade já foram divulgados os temas According to Planned e Distant Skies. No entanto, o que nos chamou definitivamente a atenção foi o mais recente, uma composição intitulada Green Tea, que conta com a contribuição especial vocal de Katie Pruitt, uma cantora que também é natural de Atlanta. Debruçando-se sobre a força interior que todos precisamos de ter para seguir em frente sempre que perdemos alguém, Green Tea é uma canção intensa, envolvente e comovente, com cordas vibrantes e luminosas a conduzirem uma melodia que sabe à melhor indie folk que se pode ouvir atualmente, porque tem nos fundamentos da sua arquitetura uma coabitação eficaz entre a melhor herança do cancioneiro norte-americano muito sustentado nas cordas e a ascenção de uma instrumentação que também não coloca de parte um arsenal tecnológico cada vez mais diversificado e sofisticado. Confere...

 

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publicado por stipe07 às 18:12

Magic Wands – Moonshadow

Quarta-feira, 26.03.25

Os Magic Wands são de Los Angeles e formaram-se em dois mil e oito quando Chris descobriu o myspace de Dexy Valentine, onde ouviu uma canção chamada Teenage Love e, desde logo, resolveu contactá-la. Pouco tempo depois Dexy mudou-se para Nashville e começaram a escrever música juntos, sendo o nome da banda uma alusão à capacidade de ambos conseguirem trabalhar e escrever música como equipa, apesar de viverem em lados opostos dos Estados Unidos. Ainda nesse ano de dois mil e oito a dupla assinou pela Bright Antenna e editaram o primeiro EP, intitulado Magic Love & Dreams, gravado em Nova Iorque com o produtor John Hill. Na primavera de dois mil e doze editaram o disco de estreia, um registo chamado Aloha Moon que, oito anos depois, em dois mil e vinte, ganhou sucessor, um álbum intitulado Illuminate, que foi dissecado por cá nos últimos dias desse ano.

Magic Wands Share New Single "Moonshadow"

Entretanto, o ano passado, em plena primavera, os Magic Wands, que também contam na formação com o baterista Pablo Amador, regressaram com um novo compêndio de doze canções intitulado Switch, que nos remetiam para aquele universo oitocentista bem balizado e com caraterísticas bastante peculiares e únicas, aquele rock com forte pendor nostálgico, feito com diversas camadas de guitarras, mudanças rítmicas constantes e um registo vocal geralmente abafado, nuances que voltam a ser as pedras basilares de Moonshadow, o novo single do projeto e primeiro avanço de um novo disco da banda, com o mesmo nome, que vai ver a luz do dia no verão, com a chancela da Metropolis Records.

Em Moonshadow, o baixo encorpado de Joy e o cavernoso efeito planante que se entrelaça com a voz de Dexy, é uma porta escancarada, para este adn dos Magic Wands, cada vez mais impregnado com um polimento e uma majestosidade claramente superiores. De facto, Moonshadow comprova que o grande elogio que se pode fazer a estes Magic Wands é a capacidade que têm de agregar diferentes géneros e influências e, com essa amálgama impecavelmente organizada, incubarem um som com forte cariz identitário que tanto consegue ser enérgico, como etéreo e sempre bastante texturizado numa paleta vasta de efeitos, timbres e distorções, com a voz marcante de Dexy Valentine a ser o principal elementos agregador de toda esta trama conceptual. Confere...

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publicado por stipe07 às 13:33

Nicole Atkins – The Sweetest Season

Quinta-feira, 19.12.24

A norte-americana Nicole Atkins deu vida a uma canção para celebrar esta época do ano tão especial, intitulada, com todo o propósito, The Sweetest Season.

Nicole Atkins - Domino – Lightning 100

Produzida por Teddy Morgan, The Sweetest Season, a proposta sonora natalícia desta cantora natural de Nashville, no Tennessee, contém todos os ingredientes daquela típica folk norte-americana, apimentada pelo clima jazzístico da bateria e pelo slide de uma guitarra planante, enquanto Nicole, com a sua voz única e vigorosa, nos recorda a magia de uma época do ano única e que é, obviamente, diferente de todas as outras. Confere...

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publicado por stipe07 às 13:45

Interpol – Live At Third Man Records

Sábado, 07.12.24

Enquanto não chega o sucessor de The Other Side Of Make-Believe, o disco que os Interpol de Banks, Fogarino e Kessler lançaram em dois mil e vinte e dois, a banda nova-iorquina volta a dar sinais de vida no final do presente ano com um espetacular registo ao vivo intitulado Interpol - Live At Third Man Records. Trata-se de um alinhamento de oito canções gravadas em apenas um take, num concerto de quarenta minutos que a banda deu na sala Third Man Records, em Nashville, no Tennessee, no dia treze de junho deste ano.

Interpol's 2024 Live To Acetate Performance At Third Man Records' Blue Room  Will Arrive In December – Wildfire Music + News

Interpol - Live At Third Man Records vê a luz do dia pouco tempo depois da espetacular reedição de Antics, o segundo álbum de estúdio lançado pela banda em vinte e sete de setembro de dois mil e quatro e a poucos dias de começar uma extensa digressão que pretende comemorar os vinte anos da edição desse álbum. Acaba por ser uma espécie de aperitivo e de aquecimento para os espetáculos que aí vêm, mas as suas oito canções não terão sido escolhidas ao acaso, já que acabam por fazer uma espécie de súmula da carreira dos Interpol, contendo temas de Turn on the Bright Lights, Antics, Our Love to Admire, Interpol e El Pintor, cinco discos essenciais do catálogo do grupo. 

A audição deste pequeno concerto é obrigatória para todos os fãs dos Interpol, e não só, permitindo apreciar o Banks incisivo de sempre, não só na voz mas também no modo como toca aquela guitarra baixo agreste, agudizada pelo efeito identitário dos Interpol. Aliás, além do modo como Fogarino improvisa na bateria, dando-lhe corpo e enriquecendo a rugosidade de grande parte das canções, em especial, em Say Hello To The Angeles e Not Even Jail, é exemplar o modo como Kessler, aos comandos da guitarra, respeita as diferentes distorções e efeitos que dão alma a cada composição e definem a sua identidade, sem colocar em causa a indispensável crueza e imediatismo, ampliando a alma e o vigor daquele indie rock genuíno que abraça um post punk revivalista que, a partir de Nova Iorque, tem conquistado meio mundo desde o início deste século. Espero que aprecies a sugestão...

01. Pioneer To The Falls
02. Say Hello To The Angels
03. Narc
04. My Desire
05. All The Rage Back Home
06. Lights
07. NYC
08. Not Even Jail

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publicado por stipe07 às 20:21

Foreign Fields – What It Cost

Quinta-feira, 19.09.24

Eric Hillman e Brian Holl são os Foreign Fields, uma dupla norte americana, natural de Nashville, que se tem notabilizado desde dois mil e doze, quando se estrearam com o registo Anywhere But Where Am I, uma consistente coleção de treze canções construídas com fino recorte e indesmentível bom gosto. Take Cover, o segundo longa duração do projeto, lançado no final de dois mil e dezasseis, assumiu-se como o lógico passo em frente desse glorioso percurso inicial, um disco assente em canções bastante emotivas e incisivo a expôr os dilemas e as agruras da vida comum à maioria dos mortais, mas também as alegrias e as recompensas que a existência terrena nos pode proporcionar.

Foreign Fields

No início de de dois mil e vinte, The Beauty Of Survival, o terceiro álbum da dupla, misturado por Joe Visciano, foi dissecado por cá com minúcia e já tem, finalmente, sucessor. O quarto disco dos Foreign Fields chama-se What It Cost e foi gravado no Wisconsin, nos estúdios Hive in Eau Claire, com o engenheiro e produtor Brian Joseph (Bon Iver, Sufjan Stevens, Volcano Choir).

O clima aconchegante e sedutor das cordas de After All convida-nos a entrar, pé ante pé, num disco que se percebe, logo à partida, que será um verdadeiro oásis de charme e bom gosto. E não seria de esperar outra coisa de uma dupla que sempre se mostrou tão criativa e feliz no modo como consegue sustentar uma simbiose perfeita entre dois músicos ímpares. Depois, à medida que o disco prossegue, a audição de canções do calibre de Faultlines ou a Little Longer, fazem de What It Cost uma banda sonora perfeita para elevar o ego e induzir a nossa alma de boas vibrações. São temas com uma indesmentível aúrea de beleza e esplendor que, juntamente com a riqueza do perfil percussivo de When You Are, uma composição com um groove indisfarçável ou, em oposição, o minimalismo profundamente tocante de Show Me Love, fazem de What It Cost um daqueles álbuns sinceros no modo como exalam uma intenção prática de mostrarem o que encharca o coração de quem os idealiza, enquanto encarnam um modo de criar música que, independentemente dos gostos pessoais do ouvinte, não deixa ninguém indiferente, tal é a sua beleza.

What It Cost é, em suma, um verdadeiro oásis de indie folk orquestralmente rico. Dominado, quase sempre, por cordas exuberantes, que se vão deixando enlear por diversos adornos e arranjos sintéticos, os seus pouco mais de quarenta minutos oferecem-nos uma trama melodicamente inspirada e com um travo de contemporaneidade único e fortemente inebriante. Espero que aprecies a sugestão...

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publicado por stipe07 às 16:36

Foreign Fields – Faultlines

Quinta-feira, 11.04.24

Eric Hillman e Brian Holl são os Foreign Fields, uma dupla norte americana, natural de Nashville, que se tem notabilizado desde dois mil e doze, quando se estrearam com o registo Anywhere But Where Am I, uma consistente coleção de treze canções construídas com fino recorte e indesmentível bom gosto. Take Cover, o segundo longa duração do projeto, lançado no final de dois mil e dezasseis, assumiu-se como o lógico passo em frente desse glorioso percurso inicial, um disco assente em canções bastante emotivas e incisivo a expôr os dilemas e as agruras da vida comum à maioria dos mortais, mas também as alegrias e as recompensas que a existência terrena nos pode proporcionar.

Foreign Fields, Lush Ambient Indie Rock Duo Shares "Damages" ; Signs to  Nettwerk - Nettwerk Music Group

No início de de dois mil e vinte, The Beauty Of Survival, o terceiro álbum da dupla, misturado por Joe Visciano, foi dissecado por cá com minúcia, mas ainda não está anunciado sucessor. Seja com for, é bem possível que essa novidade esteja para breve, porque os Foreign Fields têm divulgado alguns temas novos, sendo o mais recente Faultlines, uma banda sonora perfeita para elevar o ego e induzir a tua alma de boas vibrações.

Canção com uma indesmentível aúrea de beleza e esplendor e um verdadeiro oásis de poesia comovente, Faultlines está adornada por uma interpretação instrumental rica em detalhes e onde a folk mais clássica e luminosa, profundamente orgânica e sensorial, feita de pianos e cordas efervescentes, é quem mais dita a sua lei. Uma belíssima novidade dos Foreign Fields, que de algum modo nos indica o caminho rumo à luz nestes tempos de escuridão. Confere...

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publicado por stipe07 às 16:50

Kings Of Leon – Mustang

Terça-feira, 27.02.24

Três anos depois de When You See Yourself, os Kings Of Leon dos irmãos Followill e restante trupe, estão de regresso aos discos em dois mil e vinte e quatro com Can We Please Have Fun, um alinhamento de doze canções produzidas por Kid Harpoon e que irá ver a luz do dia a dez de maio com a chancela da Capitol Records.

Kings of Leon Return With Rousing Single 'Mustang'

Can We Please Have Fun será o nono disco da carreira do coletivo de Nashville e Mustang, a quarta canção do seu alinhamento, é o primeiro single divulgado. Basta escutar os primeiros acordes da guitarra e a evolução rítmica da bateria da canção para se perceber que é um típico tratado de indie rock, vibrante e contundente, com forte sentido radiofónico e uma imponência orquestral ímpar e vibrante, concebida por uns Kings Of Leon que estarão à procura dar um novo impulso a uma carreira que, tendo vindo a decrescer de qualidade disco após disco, mas que obtém outra relevância quando se deixa contagiar em estúdio, intuitivamente, como criadora de típicas canções de uma banda de estádio. Confere o vídeo de Mustang, assinado por Brook Linder e o artwork e a tracklist de Can We Please Have Fun...

01 Ballerina Radio
02 Rainbow Ball
03 Nowhere to Run
04 Mustang
05 Actual Daydream
06 Split Screen
07 Don’t Stop the Bleeding
08 Nothing to Do
09 Television
10 Hesitation Generation
11 Ease Me On
12 Seen

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publicado por stipe07 às 17:37






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