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Yellow Days – Special Kind Of Woman

Segunda-feira, 22.12.25

Oito após o EP de estreia Harmless Melodies e o seu primeiro longa duração, Is Everything OK In Your World?, e meia década depois do registo A Day In A Yellow Beat, o cantor e multi-instrumentista britânico George van den Broek, de vinte e seis anos e que assina a sua música como Yellow Days, está de regresso ao nosso radar com Special Kind Of Woman, o mais recente avanço revelado de Rock And A Hard Place, o novo disco do músico natural de Manchester, um alinhamento de catorze canções que vai ver a luz do dia a treze de fevereiro do próximo ano, com a chancela da Independent Co..

Yellow Days has shared new single "Special Kind Of Woman." The track is off his album Rock And A Hard Place, on February 13, 2026
pic by  Charlotte Manuel

Tema que pretende encarnar uma sentida declaração de amor à atual companheira de van den Broek, Special Kind Of Woman é um incrível tratado de indie pop de forte toada jazzística, com elevada influência da soul, do blues, do R&B e do funk e, por isso, sonoramente bastante eclético. É uma canção bastante orgânica, charmosa e angulosa, com um travo retro delicioso e que transmite bastante alegria e positividade. Confere...

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publicado por stipe07 às 13:49

LCD Soundsystem – Home (Tom Sharkett Edit)

Segunda-feira, 30.06.25

Quase nove anos depois de American Dream, os norte-americanos LCD Soundystem de James Murphy, vão regressar aos discos ainda este ano com o quinto registo de estúdio da carreira, um trabalho que, de acordo com Murphy, ainda está em pleno processo de incubação.

Check out Tom Sharkett's euphoric remix of LCD Soundsystem classic 'Home'

Enquanto o álbum não chega aos escaparates, os LCD Soundsystem mantêm-se ativos, acabando de divulgar uma espetacular remistura de Home, o tema que encerrava o alinhamento de nove canções de This Is Happening, o trabalho que a banda nova-iorquina lançou há década e meia, ou seja, em dois mil e dez.

Assinada por Tom Sharkett, membro da banda inglesa de Manchester W. H. Lung, esta remistura de Home recorda-nos, com renovada e justificada excitação, aquela fórmula clássica, contagiante e lasciva, que é a imagem de marca de uma banda sempre disposta a levar o garage rock numa direção eminentemente dançável e psicadélica. É um indie dance post punk rock, com uma assinatura muito identitária e que nos possibilita usufruir de um mosaico declarado de referências, que se centram, essencialmente, numa mescla entre a típica eletrónica underground nova iorquina e o colorido neon dos anos oitenta, como é apanágio do catálogo dos LCD Soundsystem. Confere...

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publicado por stipe07 às 20:07

BC Camplight – A Sober Conversation

Terça-feira, 10.06.25

Cerca de oito anos depois do registo Deportation Blues, Brian 'BC Camplight' Christinzio está de regresso ao nosso radar devido a A Sober Conversation, o tema que dá nome ao novo disco do músico nascido em Nova Jersey, mas a residir em Manchester, um alinhamento de nove canções que vai ver a luz do dia a vinte e sete de junho com a chancela da Bella Union.

“A Sober Conversation” by BC Camplight is Northern Transmissions Song of the Day. The artist's track is now available via Bella Union and DSPs
BC Camplight photo Credit: Jessica Branney

Toda a discografia de BC Camplight tem sido muito marcada pela sua luta constante contra algumas adições psicotrópicas que o têm afligido, nomeadamente desde que deixou de fazer parte da etiqueta One Little Indian, onde lançou os registos Hide, Run Away (2005) e Blink Of A Nihilist (2007). São questões pessoais de peso na carreira de um artista que chegou a ser comparado, na primeira década deste século, a nomes com Brian Wilson ou George Gershwin e que têm feito da sua vida uma verdadeira epopeia que chegou a impedi-lo de escrever e compôr, tendo mesmo habitado numa igreja abandonada de Filadélfia durante algum tempo.

A Sober Conversation terá, portanto, essa marca intimista e autoreflexiva, versando sobre o modo como o autor tem finalmente enfrentado de frente, nos últimos dois anos, toda a problemática aditiva que o assola praticamente desde a adolescência e mostra, de algum modo, como tem sido viver numa luta constante para se manter sóbrio e conseguir atravessar definitivamente essa fronteira.

O tema homónimo é uma composição impressiva no modo como narra essa passagem para um mundo novo e, sonoramente, deve muito da sua vitalidade e emotividade ao modo como um piano frenético e variadíssimos detalhes percussivos, se vão enredando com teclados cósmicos e cordas amiúde abrasivas e quase sempre insinuantes, num resultado final arrojado, recompensador e particularmente refrescante e original. Confere...

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publicado por stipe07 às 14:22

Elbow – Audio Vertigo Echo Elbow EP5

Sexta-feira, 06.06.25

Praticamente um ano depois do lançamento de Audio Vertigo, o décimo registo de originais dos Elbow, o grupo formado por Guy Garvey, Craig Potter, Mark Potter e Pete Turner estão de regresso com um novo EP, um alinhamento de quatro canções intitulado Audio Vertigo Echo, que chegou hoje aos escaparates em formato digital e vinil de edição limitada, com a chancela do consórcio Polydor/GEFFEN.

ELBOW – Audio Vertigo – BEDROOMDISCO

Há cerca de meio ano, chegou ao nosso radar Adriana Again, o single de apresentação do EP, uma canção angulosa, com um espírito tremendamente explosivo e até algo sufocante e que deixou, desde logo, imensa curiosidade e água na boca relativamente ao restante conteúdo do registo, impressão que se ampliou com Sober, a segunda composição divulgada, de Audio Vertigo Echo, um tema excitante e, diga-se, sonoramente algo inédito na discografia dos Elbow, porque puxa imediatamente para o nosso imaginário a herança daquele som que em Manchester, a terra natal dos Elbow, no final dos anos oitenta do século passado e início da década seguinte, misturou, com mestria, indie rock, com elementos do acid house, da psicadelia e da melhor pop sessentista, o chamado movimento Madchester, que bandas como os Stone Roses, os Happy Mondays, ou os Primal Scream, exemplarmente recriaram.

Recentemente escutámos Dis-Graceland 463-465 Bury New Road, o tema que abre o alinhamento de Audio Vertigo Echo. Com um título bastante curioso, trata-se de uma canção pop, na verdadeira acepção da palavra, já que oscila entre um refrão vigoroso e imponente e secções melódicas intermédias repletas de efeitos e detalhes, dos quais se destacam diversos instrumentos percussivos, num resultado final recheado de astúcia e virtuosismo. Os Elbow estão em grande forma e este EP é um dos grandes marcos discográficos de dois mil e vinte e cinco, nesse formato. Espero que aprecies a sugestão...

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publicado por stipe07 às 19:17

Elbow - Dis-Graceland 463-465 Bury New Road

Sexta-feira, 23.05.25

Praticamente um ano depois do lançamento de Audio Vertigo, o décimo registo de originais dos Elbow, o grupo formado por Guy Garvey, Craig Potter, Mark Potter e Pete Turner está de regresso com um novo EP, um alinhamento de quatro canções intitulado Audio Vertigo Echo, que chegará aos escaparates em formato digital e vinil de edição limitada, já a seis de junho, com a chancela do consórcio Polydor/GEFFEN.

ELBOW – Audio Vertigo – BEDROOMDISCO

Há cerca de meio ano, chegou ao nosso radar Adriana Again, o single de apresentação do EP, uma canção angulosa, com um espírito tremendamente explosivo e até algo sufocante e que deixou imensa curiosidade e água na boca relativamente ao restante conteúdo do registo, impressão que se ampliou com Sober, a segunda composição divulgada, há alguns dias atrás, de Audio Vertigo Echo, um tema excitante e, diga-se, sonoramente algo inédito na discografia dos Elbow, porque puxou imediatamente para o nosso imaginário a herança daquele som que em Manchester, a terra natal dos Elbow, no final dos anos oitenta do século passado e início da década seguinte, misturou, com mestria, indie rock, com elementos do acid house, da psicadelia e da melhor pop sessentista, o chamado movimento Madchester, que bandas como os Stone Roses, os Happy Mondays, ou os Primal Scream, exemplarmente recriaram.

Agora, já a poucos dias do lançamento do EP, chega a vez de escutarmos Dis-Graceland 463-465 Bury New Road, o tema que abre o alinhamento de Audio Vertigo Echo. Com um título bastante curioso, trata-se de uma canção pop, na verdadeira acepção da palavra, já que oscila entre um refrão vigoroso e imponente e secções melódicas intermédias repletas de efeitos e detalhes, dos quais se destacam diversos instrumentos percussivos, num resultado final recheado de astúcia e virtuosismo. Os Elbow estão em grande forma e o EP Audio Vertigo Echo vai ser, certamente, um dos grandes marcos discográficos de dois mil e vinte e cinco, nesse formato. Confere...

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publicado por stipe07 às 18:17

Elbow – Sober

Quarta-feira, 14.05.25

Praticamente um ano depois do lançamento de Audio Vertigo, o décimo registo de originais dos Elbow, o grupo formado por Guy Garvey, Craig Potter, Mark Potter e Pete Turner está de regresso com a confirmação do anúncio já feito em novembro último, de um novo EP do quarteto para dois mil e vinte e cinco, um alinhamento de quatro canções intitulado Audio Vertigo Echo, que chegará aos escaparates em formato digital e vinil de edição limitada, a seis de junho, com a chancela do consórcio Polydor/GEFFEN.

ELBOW Invite Us On The Dancefloor With New Single 'SOBER' - TURN UP THE  VOLUME

Há cerca de meio ano, chegou ao nosso radar Adriana Again, o single de apresentação do EP, uma canção angulosa, com um espírito tremendamente explosivo e até algo sufocante e que deixou imensa curiosidade e água na boca relativamente ao restante conteúdo do registo, impressão que se amplia com Sober, a segunda composição divulgada, por estes dias, de Audio Vertigo Echo.

Sober é um tema excitante e, diga-se, sonoramente algo inédito na discografia dos Elbow, mesmo que no último disco tenham abordado territórios sonoros algo incomuns, tendo em conta o histórico do projeto. A canção é particularmente contundente no modo como assenta num perfil percussivo eminentemente sintético, nuance que puxa imedatamente para o nosso imaginário a herança daquele som que em Manchester, a terra natal dos Elbow, no final dos anos oitenta do século passado e início da década seguinte, misturou, com mestria, indie rock, com elementos do acid house, da psicadelia e da melhor pop sessentista, o chamado movimento Madchester, que bandas como os Stone Roses, os Happy Mondays, ou os Primal Scream, exemplarmente recriaram. Além disso, Sober ganha um cunho qualitativo ainda mais distinto, no modo como  não deixa de conter um curioso travo tropical. Trata-se, em suma, de uma canção majestosa e com um ímpar groove, assinada por uma das bandas fundamentais do cenário indie britânico deste milénio e, sem sombra de dúvida, cada vez mais eclética e abrangente. Confere...

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publicado por stipe07 às 15:52

Elbow - Adriana Again

Sexta-feira, 08.11.24

Pouco mais de meio ano depois do lançamento de Audio Vertigo, o décimo registo de originais dos Elbow, o grupo formado por Guy Garvey, Craig Potter, Mark Potter e Pete Turner está de regresso com o anúncio de um novo EP para dois mil e vinte e cinco, antecipado com Adriana Again, o single de apresentação de um tomo de canções que deverá, de acordo com esta amostra, ser mais um notável e majestoso marco discográfico na carreira de uma das bandas fundamentais do cenário indie britânico deste milénio, mesmo que desta vez apostem num formato um pouco diferente do habitual.

ELBOW – Audio Vertigo – BEDROOMDISCO

Se em Audio Vertigo conceitos como epicidade, majestosidade e charme estavam, como sempre, presentes, mas adornados com um curioso sabor a um certo hedonismo e por uma aposta ainda mais declarada no jazz, na pop sintetizada e em detalhes com berço africano e brasileiro, territórios sonoros que, sem fugir ao clássico rock, parecem ser, cada vez mais, algo de gula por parte de Garvey, Adriana Again mostra-nos que os Elbow parecem dispostos a dar mais uma guinada acentuada no seu processo criativo, indo, desta vez, sem rédeas e com toda a pujança, rumo a um perfil interpretativo que coloca na linha da frente a crueza das guitarras, a implacável robustez do baixo e a impetuosidade da bateria.

De facto, este novo tema do quarteto de Bury, nos arredores de Manchester, é um verdadeiro oásis de rock duro, elétrico, cru e vibrante. É uma canção angulosa, com um espírito tremendamente explosivo e até algo sufocante, já com direito a um curioso vídeo em que se vê uma banda misteriosa a interpretar a canção numa sala de ensaios claustrofóbica, uma composição que, no fundo, deixa imensa curiosidade e água na boca relativamente ao restante conteúdo de um EP que, repito, chega no início do próximo ano, mas não tem ainda tracklist e data de lançamento divulgadas. Confere...

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publicado por stipe07 às 08:39

Courteeners – Sweet Surrender

Segunda-feira, 14.10.24

É já no próximo dia vinte e cinco de outubro que chega aos escaparates Pink Cactus Café, o novo álbum de estúdio dos britânicos Courteeners de Liam Fray. Produzido pelo próprio líder da banda e com diversas participações especiais de renome, nomeadamente Ian Skelly dos The Coral, Pixey, Charlie Salt dos Blossoms, Ola Modupe-Ojo dos Bipolar Sunshine e Theo Hutchcraft dos Hurts, entre outros, Pink Cactus Café será o sétimo registo de originais da carreira deste projeto oriundo de Middleton, nos arredores de Manchester.

Courteeners lanzan canción junto a Brooke Combe - Muzikalia

O mais recente single retirado do alinhamento de Pink Cactus Café é Sweet Surrender, uma canção que conta com a participação especial vocal do escocês Brooke Combe. Sweet Surrender é um delicioso instante de indie british rock, assente em cordas efusivas e uma percurssão vibrante, que sustentam um inspirado groove melódico de forte cariz radiofónico, não faltando um elevado clima dançante e vibrante, como é apanágio em uma das bandas mais proeminentes do outro lado do Canal da Mancha e comercialmente das mais bem sucedidas na última década, nem tanto devido à quantidade de discos vendidos mas, principalmente, por causa da excelente reputação que os Courteeners posssuem como banda ao vivo. Confere...

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publicado por stipe07 às 17:40

The Covasettes – Love In Polaroid

Quarta-feira, 05.06.24

Ativos desde dois mil e dezasseis, chancelados pela LAB Records e já com um interessante catálogo de singles e EPs em carteira, os The Covasettes são um dos nomes mais interessantes do novo panorama indie pop britânico. Sedeados em Manchester, são atualmente formados por Chris Buxton, Matt Hewlett, Jamie McIntyre e Matthew Buckley e acabam de chegar aos nosso radar devido a Love In Polaroid, o novo single da banda.

Produzida por Jamie McIntyre, o baixista da banda e misturada por John Catlin, Love In Polaroid é uma inspiradora canção, encharcada num intenso perfil radiofónico, ideal para fazer parte da playlist de muitas bandas sonoras pensadas para o verão que se aproxima. Sintetizações efusiantes, um registo percussivo impactante e guitarras repletas de distorções, dão vida a uma composição intensa, melodicamente feliz, dinâmica, calorosa, uma espécie de hino juvenil que faz os The Covasettes subirem mais um degrau no universo sonoro que os definem. Confere...

 

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publicado por stipe07 às 16:40

Elbow - Audio Vertigo

Domingo, 24.03.24

Dois anos depois de Flying Dream 1, os Elbow já têm nos escaparates Audio Vertigo, o décimo registo de originais do grupo formado por Guy Garvey, Craig Potter, Mark Potter e Pete Turner. O novo álbum da banda britânica viu recentemente a luz do dia com a chancela do consórcio Polydor / Geffen e, como não podia deixar de ser, é um notável e majestoso marco discográfico na carreira de uma das bandas fundamentais do cenário indie britânico deste milénio.

ELBOW – Audio Vertigo – BEDROOMDISCO

É bastante interessante a capacidade inventiva dos Elbow e a forma como conseguem, com uma regularidade ao alcance de poucos, apresentar novas propostas sonoras que apresentam, em simultâneo, uma saudável coerência que tipifica um ADN muito específico e um elevado grau de inedetismo, fugindo sempre, disco após disco, à redundância e à repetição de fórmulas, mesmo que bem sucedidas, como aconteceu quase sempre nas já quase três décadas de carreira do grupo.

Assim sendo, basta escutar-se uma única vez Audio Vertigo para se perceber que conceitos como epicidade, majestosidade e charme estão, como sempre, presentes, mas adornados, desta vez e com um curioso sabor a um certo hedonismo, por uma aposta ainda mais declarada no jazz, na pop sintetizada e em detalhes com berço africano e brasileiro, territórios sonoros que, sem fugir ao clássico rock, parecem ser, cada vez mais, algo de gula por parte de Garvey, que apresenta aqui os seus poemas mais negros e ironicos dos últimos tempos e de Craig Potter, o responsável maior pelo ideário instrumental dos discos deste grupo natural de Manchester.

De facto, logo em Things I’ve Been Telling Myself For Years, o trombone, a bateria seca, o coro gospel e o travo blues da guitarra dão à canção uma identidade jazzística indesmentível que, mais adiante, se amplifica para uma tonalidade algo psicadélica em Very Heaven, principalmente no modo como o baixo e a bateria se deixam enlear por uma guitarra eletrificada mas com um intenso perfil jam. Depois, em Her To The Earth, o teclado introdutório abre alas para uma batida com um groove bastante marcado por parte de uma bateria que se deixa enlear por um piano insolente, num resultado final pleno de sagacidade e altivez.

Pelo meio, o curioso travo oitocentista da explosiva e enérgica Balu, uma canção pop na verdadeira acepção da palavra, que oscila entre um refrão vigoroso e imponente e secções melódicas intermédias repletas de efeitos e detalhes, dos quais se destacam diversos instrumentos de sopro, num resultado final recheado de astúcia e virtuosismo, a intensa e vibrante Lover's Leap, composição instrumentalmente riquíssima feita de saxofones e trompetes faustosos e uma bateria e um baixo impulsivos e que até contém um curioso travo inicial latino e as intensas, progressivas e rugosas The PictureGood Blood Mexico City, oferecem a Audio Vertigo aquela faceta roqueira intensa e vigorosa que foi também sempre imagem de marca dos Elbow, deixando para From The River todas as despesas no que concerne aquele perfil interpretativo mais reflexivo, etéreo e cósmico que também não é nada estranho à banda.

Em suma, depois de em dois mil e vinte e dois, em Flying Dream 1, este quarteto britânico nos ter oferecido um dos discos mais refinados, envolventes e íntimos da sua discografia, um verdadeiro deleite melódico, que brilhava canção após canção, no modo como nos ofereceu composições irrepreensíveis ao nível da beleza e do aconchego, em Audio Vertigo o quarteto solta as rédeas, deixa-se inspirar por alguns dos conceitos que vão definindo o melhor rock contemporâneo, sem perder identidade e de modo sedutor, adulto, certamente minuciosamente arquitetado e alvo de um trabalho de produção irrepreensível, criam um álbum que vai ser, claramente, um dos grandes marcos discográficos de dois mil e vinte e quatro. Espero que aprecies a sugestão...

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publicado por stipe07 às 21:27






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