Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Bloc Party - Traps

Segunda-feira, 29.11.21

Será a vinte e seis de abril do próximo ano e à boleia do consórcio infectious/BMG que chegará aos escaparates Alpha Games, o sexto e novo trabalho dos britânicos Bloc Party, uma banda londrina liderada pelo carismático vocalista e guitarrista Kele Okereke e referência fundamental do indie rock alternativo do início deste século.

Bloc Party anunciam sexto álbum, “Alpha Games”, e lançam single “Traps”

Alpha Games chega seis anos depois de Hymns, foi produzido pela dupla Nick Launay e Adam Greenspan e Traps é o primeiro single retirado do seu alinhamento, uma explosão de pós punk, como descreve o próprio Okereke, com uma crueza e espontaneidade instrumental e interpretativa que faz recordar os primórdios dos Bloc Party e a herança do carismático disco Silent Alarm. Confere...

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por stipe07 às 17:03

Palace - Fade & Gravity

Segunda-feira, 15.11.21

Sedeados em Londres, os Palace consomem a sua criatividade na esfera de um indie alt-rock expansivo e encharcado em emotividade, que encontra fortes reminiscências no catálogo de nomes tão credenciados como os DIIV, Alt-J ou os My Morning Jacket. No centro das criações sonoras do projeto está quase sempre o inconfundível falsete de Leo Wyndham, o vocalista dos Palace, que nos faz recordar facilmente a maravilhosa tonalidade que era imagem de marca do saudoso Jeff Buckley.

PALACE return with new single 'Gravity' - Listen Now | XS Noize | Online  Music Magazine

Depois de no início do passado mês de outubro o projeto ter revelado a canção Lover (Don’t Let Me Down), o primeiro avanço de Shoals, o novo disco da banda, agora chega a vez de conferirmos, em dose dupla, Fade e Gravity. Estas duas composições também irão fazer parte do alinhamento de Shoals, na terceira e quarta posições, respetivamente, um álbum que tem o lançamento agendado para vinte e um de janeiro de dois mil e vinte e dois, através do consórcio Avenue A/Fiction. Shoals sucede aos registos So Long Forever, o trabalho de estreia, lançado em dois mil e dezasseis e Life After, editado há dois anos, em dois mil e dezanove.

Fade é uma canção que aborda a sempre estreita relação entre o corpo e a mente e o modo como a forma como o nosso lado mais físico responde a determinados estímulos exteriores pode influenciar, mais cedo ou mas tarde, a nossa sanidade mental. Já Gravity aborda a ténue fronteira entre o mundo dos sonhos e a vida real e que muitas vezes é o fenómenos físico da gravidade que acaba por nos acordar para o óbvio. As duas canções são belíssimos instantes sonoros, plenos de soul, que, com bravura, serenidade e exaltação, nos remetem, curiosamente, para a melhor herança do trip-hop britânico que nomes como os Zero 7 ou os Archive cimentaram no início deste século. Confere Fade e Gravity e o alinhamento de Shoals...

Never Said It Was Easy
Shame On You
Fade
Gravity
Give Me The Rain
Friends Forever
Killer Whale
Lover (Don’t Let Me Down)
Sleeper
Salt
Shoals
Where Sky Becomes Sea

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por stipe07 às 20:55

Elbow – Flying Dream 1

Segunda-feira, 08.11.21

Os Elbow acabam de anunciar aquele que será o nono álbum de estúdio do grupo formado por Guy Garvey, Craig Potter, Mark Potter e Pete Turner, dois anos depois do excelente Giants Of All Sizes, e um de Elbowrooms, já agora, um dos registos mais curiosos do período pandémico recente, no qual o quarteto intepretou alguns dos seus principais exitos com uma roupagem mais íntima e acústica, com cada um dos músicos da banda a tocar e a cantar a partir de sua casa, sem desrespeitar as regras de confinamento.

Elbow announce new album, Flying Dream 1, for November | Louder

Flying Dream 1 é o título do novo trabalho dos Elbow e também tem o confinamento muito presente, nomeadamente na sua concepção, já que foi sendo incubado entre Londres e Manchester, nos estúdios caseiros dos membros da banda, gerando-se, portanto, através de uma troca de ficheiros e ideias que o grupo foi mantendo entre si, enquanto confinados.

A gravação final do registo, que vai ver a luz do dia a dezanove de novembro, acabou por acontecer há algumas semanas no Brighton Theatre Royal, que se transformou propositadamente num estúdio para gravar o novo disco de uma das melhores bandas do mundo a ensinar-nos como enfrentar a habitual ressaca emocional que os eventos menos positivos provocam no equilíbrio emocional de qualquer mortal, mas também exímios a oferecer-nos odes celebratórias de todo o encanto e alegria que a vida nos oferece.

O primeiro tema divulgado de Flying Dream 1 é, exatamente, o tema homónimo, uma canção com o típico adn dos Elbow e que mistura com ímpar virtuosismo um piano vibrante, com alguns efeitos sintetizados subtis e uma bateria eloquente, acabando por mostrar todo o seu esplendor no modo como a voz de Garvey, cada vez mais charmosa, se torna ela própria em instrumento de eleição da condução melódica e da indução de alma, caráter e beleza a uma composição plena de alma e de caráter. Confere...

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por stipe07 às 15:33

Damon Albarn - The Tower Of Montevideo

Quarta-feira, 20.10.21

O melancólico, mas sempre genial, brilhante, inventivo e criativo Damon Albarn, personagem central da pop britânica das últimas três décadas, continua a impressionar-nos cada vez que abre um pouco mais a porta para o mundo de The Nearer The Fountain, More Pure The Stream Flows, o seu novo disco a solo, que surge sete anos depois do extraordinário registo Everyday RobotsThe Nearer The Fountain, More Pure The Stream Flows vai ver a luz do dia a doze de novembro próximo, através da Transgressive Records e contém onze canções que exploram temas como a fragilidade, a perda, a emergência e o renascimento, enquanto também pretendem, no seu todo, dar vida a uma peça orquestral inspirada na Islândia, país onde o músico tem assentado arraiais periodicamente nos últimos anos.

Damon Albarn drops 'The Tower Of Montevideo' from new solo record - Retro  Pop

The Tower of Montevideo é o mais recente single divulgado do alinhamento de The Nearer The Fountain, More Pure The Stream Flows, uma composição que impressiona pela riqueza dos arranjos e pelo modo feliz como os mesmos nos conseguem transportar, com elevado nível de realismo auditivo e sensorial impressionista, para o lugar familiar e totalmente sobrenatural  que, segundo Albarn, é a foz do rio de La Plata e a capital do Uruguai. Nesta cidade situa-se o Palacio Salvo, um edifício icónico, construído nos anos vinte do século passado e que inspirou esta composição caliente, romântica e instigadora, repleta de arranjos percussivos e de sopros que colocam o nosso imaginário naquele ambiente jazzístico algo boémio que caraterizava a la movida sul americana na segunda década do século passado. Confere...

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por stipe07 às 13:12

The KVB – World On Fire

Domingo, 10.10.21

Coqueluches da Invada Records, os londrinos The KVB são mais uma banda a apostar na herança do krautrock e do garage rock, aliados com o pós punk britânico dos anos oitenta. Formados pela dupla Nicholas Wood e Kat Day, o núcleo duro do projeto, os The KVB gravaram Only Now Forever, o seu último registo de originais, há já três anos em Berlim, no apartamento que a banda tem nessa cidade alemã e no ano seguinte ofereceram-nos o EP Submersion.

The KVB Share New Song "World On Fire": Listen

Agora, no outono de dois mil e vinte e um, os The KVB estão de regresso com um novo tema intitulado World On Fire. É uma imponente, enleante e luminosa composição, escrita há já dois anos e com uma tonalidade algo dual porque se numa tradução literal o título aponta para algo destrutivo, a verdade é que a canção versa sobre a capacidade que todos podemos ter de fazer algo de verdadeiramente marcante, quer para nós, quer para quem nos rodeia. Confere...

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por stipe07 às 20:51

Palace – Lover (Don’t Let Me Down)

Quarta-feira, 06.10.21

Sedeados em Londres, os Palace consomem a sua criatividade na esfera de um indie alt-rock expansivo e encharcado em emotividade, que encontra fortes reminiscências no catálogo de nomes tão credenciados como os DIIV, Alt-J ou os My Morning Jacket. No centro das criações sonoras do projeto está quase sempre o inconfundível falsete de Leo Wyndham, o vocalista dos Palace, que nos faz recordar facilmente a maravilhosa tonalidade que era imagem de marca do saudoso Jeff Buckley.

Lover (Don't Let Me Down)' from Palace is scarily gorgeous rock

Lover (Don’t Let Me Down) é o mais recente single divulgado por estes Palace e fará parte de Shoals, o disco que a banda tem agendado para lançamento a vinte e um de janeiro de dois mil e vinte e dois, através do consórcio Avenue A/Fiction. Lover (Don’t Let Me Down) é uma composição que mescla com bravura serenidade e exaltação, através de uma simbiose perfeita entre espirais de timbres de guitarras, uma pulsação rítmica inconstante e o tal falsete contundente no modo como instiga, enquanto explora os conceitos de palpável e de realidade, colocando em causa uma relação direta entre estes dois mundos que, de acordo com a canção, podem ser, pelos vistos, separados. Confere...

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por stipe07 às 12:50

Django Django - Under Fire

Quarta-feira, 01.09.21

Como certamente se recordam, há pouco mais de dois meses esmiuçámos Glowing In The Dark, um excelente naipe de canções feitas com uma pop angulosa, proposta pelos Django Django, quatro músicos que, entre muitas outras coisas, tocam baixo, guitarra, bateria e cantam, sendo isto praticamente a única coisa que têm em comum com qualquer outra banda emergente no cenário alternativo atual.

Django Django announce deluxe edition of 'Glowing In The Dark' with new  song 'Under Fire'

Quinze dias depois dessa análise, regressámos ao projeto assinado por Dave Maclean, Vincent Neff, Tommy Grace e Jimmy Dixon para dar conta de uma nova canção intitulada Say Something,  assinada também por Denai Moore e pelo produtor Bullion, tendo sido gravada nos míticos estúdios Abbey Road Studios, para fazer parte do primeiro episódio da iniciativa dinamizada por esse estúdio chamada Lock-In series.

Agora, no início de setembro, os Django Django voltam a merecer referência neste blogue por causa de Under Fire, um inédito do quarteto que fará parte de uma reedição de luxo de Glowing In The Dark, que irá ver a luz do dia no final deste mês e que também incluirá, além desta Under Fire e do alinhamento original do registo, os temas Shutters, Everything Flows, Days Are Numbered e Show Me the Way.

Under Fire é uma canção em que um travo retro setentista conferido por um sintetizador hipnótico constante se confunde com uma visão bastante contemporânea e feliz acerca do modo como o baixo e o piano se podem aliar para, juntos, criar uma base rítmica que sem ser muito rápida, contém uma cadência encharcada com um groove que apela instantaneamente à dança. Em suma, Under Fire é, claramente, uma das melhores canções do catálogo dos Django Django, devido a um sóbrio pendor experimental, uma linguagem melódica inspirada, incisiva e plena de contemporaneidade e, já agora, uma letra atual e contagiante. Confere...

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por stipe07 às 13:39

Django Django – Say Something

Segunda-feira, 05.07.21

Foi há cerca de quinze dias que analisámos Glowing In The Dark, um excelente naipe de canções feitas com uma pop angulosa, proposta pelos Django Django, quatro músicos que, entre muitas outras coisas, tocam baixo, guitarra, bateria e cantam, sendo isto praticamente a única coisa que têm em comum com qualquer outra banda emergente no cenário alternativo atual.

Django Django and Denai Moore release Abbey Road Studios Lock-In series  track “Say Something”

Agora voltamos ao projeto assinado por Dave Maclean, Vincent Neff, Tommy Grace e Jimmy Dixon para dar conta de uma nova canção intitulada Say Something. É assinada pelos Django Django, mas também por Denai Moore e pelo produtor Bullion, tendo sido gravado nos míticos estúdios Abbey Road Studios, para fazer parte do primeiro episódio da iniciativa dinamizada por esse estúdio chamada Lock-In series.

Em Abbey Road, o trio teve a oportunidade de, no final do ano passado, numa janela temporal de quarenta e oito horas, trabalhar nos estúdios número três, do Abbey Road Studios, com um arsenal instrumental diversificado, acedendo a equipamento vintage, mas também a outro bastante tecnológico e compôr uma canção com forte travo R&B, arquitetada em sintetizações com um sóbrio pendor experimental, uma linguagem melódica inspirada, incisiva e plena de contemporaneidade e uma letra atual e contagiante. Confere...

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por stipe07 às 13:18

Dignan Porch – Pictures

Domingo, 14.02.21

Oriundos de Londres, os britânicos Dignan Porch de Joseph Walsh e Sam Walsh estão de regresso com Pictures, composição que estilisticamente não tem grandes segredos, mas esse acaba por ser um dos maiores elogios que se pode fazer a um tema que aposta numa sonoridade indie rock, próxima de uma pop ligeira e nostálgica e que, com um travo psicadélico ímpar, foi também objeto de um irrepreensível trabalho de produção cuidado e apurado.

Resultado de imagem para Dignan Porch – Pictures

De facto, o rock alternativo dos anos noventa é uma das grandes bitolas que orientam o som dos Dignan Porch, mas uma apimentada lisergia setentista, bem patente no modo como as cordas são eletrificadas e nos efeitos, quase sempre em eco, na voz, são recursos técnicos indispensáveis nesta canção cheia de personalidade e onde todo o cardápio instrumental se interliga numa sequência que flui naturalmente.

Aparentemente sem grandes pretensões mas, na verdade, de forma claramente calculada, Pictures volta a colocar os holofotes sobre estes Dignan Porch já mestres a recriar um som ligeiro, agradável e divertido, simples, mas verdadeiramente capaz de nos empolgar, tendo o louvável intuíto de nos fazer regressar ao passado. Confere...

Dignan Porch - Pictures

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por stipe07 às 19:21

Louis Philippe & The Night Mail - Thunderclouds

Sexta-feira, 08.01.21

Francês, mas a viver em Londres há já trinta e quatro anos, Louis Philippe tem já no seu catálogo discográfico um interessante cardápio com mais de uma dezena de discos dos quais é nome de destaque nos seus créditos. De facto, tem sido uma vida inteira dedicada à escrita, produção, composição e interpretação, de mãos dadas com nomes como os The High Llamas, Towa Tei, Martin Newell, Big Big Train, Testbild!, The Clientele e Bertrand Burgalat e produzindo para artistas abrigados pela É! Records de Mie Alway.

Louis Philippe & The Night Mail editam “Thunderclouds” – Glam Magazine

Assim, depois de Louis Philippe ter aberto as hostilidade em dois mil e vinte com o lançamento de The Devil Laughs, a sua segunda colaboração com Stuart Moxham (Young Marble Giant), perto do ocaso desse ano atípico e através da Tapete Records divulgou Thunderclouds, o título da sua nova obra-prima e o primeiro álbum do músico feito com uma banda ao vivo em estúdio, neste caso  os The Night Mail, um trio formado pelo músico e jornalista Robert Rotifer na guitarra (ex-Acid Jazz e Weller), o DJ, produtor e enciclopédia ambulante de pop Andy Lewis no baixo e o supremo Papernut Cambridge, ex-membro de Thrashing Doves e Death in Vegas Ian Button na bateria. Já agora, esta colaboração entre Louis Philippe e os The Night Mail, começou a ser incubada  em dois mil e dezassete, na festa de duas noites do aniversário dos quinze anos da Tapete Records no Lexington de Londres, quando tocaram juntos, pela primeira vez, na segunda noite.

Thunderclouds contém treze composições encharcadas por uma pop bastante inspirada e concebidas quer por Louis Philippe quer por Rotifer, dois amigos de há muitos anos que se inspiraram na sua experiência compartilhada de espectadores democraticamente marginalizados da agitação em torno da saída da Grã-Bretanha da União Europeia e da confluência dessa crise crescente com a pandemia atual para criarem um disco no momento certo das vidas de ambos.

No final do primeiro período de confinamento, Rotifer foi ver Louis Philippe para lhe mostrar a infindável pilha de demos musicais que ele tinha acumulado ultimamente. No início de setembro, a banda finalmente reuniu-se para dois ensaios antes de ir para os Rimshot Studios na zona rural de Kent gravar as faixas de base para todas as treze músicas do álbum, bem como as cordas (tocadas pela violinista Rachel Hall de Big Big Train) e partes do trompete (por Shanti Jayasinha), seguido por outra sessão de vozes, teclados, percussão e mais algumas guitarras, habilmente projectadas por Andy Lewis no estúdio caseiro de Rotifer em Canterbury. O resultado é um álbum que evoca a marca lendária do progressivo caprichoso daquela cidade, tanto quanto as raízes profundas de Philippe na arte da música francesa e um amor compartilhado pelo lado outonal da pop ensolarada.

Transcrevendo a press release de lançamento do registo, Thunderclouds inicia as hostilidades com “Living on Borrowed Time, um cativante tema que soa a uma música de um filme perdido de Lemmy Caution. Enquanto a faixa-título do álbum esconde a antecipação de uma tempestade de acordes Wyattesque com toques de jazz que se erguem magicamente do barulho musical que emana de umas obras dum edifício junto à casa de Shepherd's Bush de Louis Philippe, valsas leves como "Fall in a Daydream" e “Once in a Lifetime of Lies” conseguem fazer Londres parecer Paris, antes da faixa de encerramento “When London Burns” convidar o ouvinte para uma pista de dança imaginária onde o anglófono Michel Polnareff encontra o disco. Entre tudo isso, atravessamos as misteriosas paisagens urbanas aurais de “Alphaville”, a ampla gama dinâmica de duas suítes de música (“The Man who had it All” e “Rio Grande”), a Tropicália/ subtileza folk de “The Mighty Owl ”, os surpreendentes ritmos gospel de“ Love is the Only Light ”, os cativantes dramáticos de“ No Sound ”, os tons celtas inesperados de“ Do I ”e o igualmente maluco e belo semi-instrumental“ Willow ”.

Como Louis Philippe conseguiu manter todas estas ideias reprimidas dentro de si por todos estes anos permanece um mistério, mas assim que elas começam a jorrar, ele é verdadeiramente imparável. E como ele previu com razão em 2017, The Night Mail provou ser capaz de acompanhá-lo a todo gás. Sem dúvida, porém, essa urgência recém-descoberta é um testemunho dos tempos desafiadores que todos nós estamos passando. Espero que aprecies a sugestão...

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por stipe07 às 17:43






mais sobre mim

foto do autor


Parceria - Portal FB Headliner

HeadLiner

Man On The Moon - Paivense FM (99.5)

Man On The Moon · Man On The Moon - Programa 454


Disco da semana 135#


Em escuta...


pesquisar

Pesquisar no Blog  

links

as minhas bandas

My Town

eu...

Outros Planetas...

Isto interessa-me...

Rádio

Na Escola

Free MP3 Downloads

Cinema

Editoras

Records Stream


calendário

Dezembro 2021

D S T Q Q S S
1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.