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Damien Jurado – Day Of The Robot

Terça-feira, 24.05.22

Depois de há cerca de um ano, na primavera de dois mi l e vinte e um, ter editado o excelente registo The Monster Who Hated Pennsylvania, o norte-americano Damien Jurado está de regresso com um novo disco intitulado Reggae Film Star que terá a chancela da Maraqopa Records e que verá a luz do dia a vinte e quatro de junho.

Damien Jurado comparte nuevo single: 'Day Of The Robot'

Reggae Film Star será o décimo oitavo registo de originais do músico e compositor natural de Seattle e conta, nos seus créditos, com o multi-instrumentista Josh Gordon, Alex Bush na mistura, tendo sido masterizado nos estúdios Sterling Sound de Greg Calbi e Steve Fallone.

Já se conhecem vários temas do alinhamento de Reggae Film Star. O último divulgado é Day Of The Robot, uma composição com um travo mais eletrificado do que o habitual em Jurado e que pisca o olho, com gula e intensidade, à herança do melhor indie rock norte-americano de final do século passado. Uma bateria exemplarmente marcada, cordas com um timbre metálico pleno de charme e violinos a planar pela melodia, são detalhes que dão a Day Of The Robot o merecido carimbo de canção essencial do ano, justificando, uma vez mais, porque é que este autor atualmente a residir em Los Angeles é um dos nomes fundamentais da folk norte americana. Confere...

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publicado por stipe07 às 13:16

Kevin Morby – This Is A Photograph

Quarta-feira, 18.05.22

Pouco mais de um ano depois do magnífico registo Sundowner, o sexto disco da carreira, Kevin Morby, um músico natural de Lubbock, no Texas, mas atualmente sedeado em Kansas City, depois de uma temporada a viver em Los Angeles, está de regresso aos discos com um alinhamento de doze composições intitulado This Is A Photograph, um registo que chegou aos escaparates com a chancela da insuspeita Dead Oceans.

Kevin Morby regressa aos discos com “This Is A Photograph” – Glam Magazine

Produzido por Sam Cohene e com as participações especiais de Cassandra Jenkins, Makaya McCraven, Tim Heideker e Alia Shawkat, This Is A Photograph é um disco de memórias e de exorcização, já que é bastante inspirado numa coleção de fotografias que estavam guardadas na casa onde cresceu e que Morby começou a vasculhar na mesma noite em que o pai faleceu enquanto jantava.

É este o curioso e apelativo mote para um extraordinário acervo sonoro que, mais uma vez, nos oferece um retrato impressivo sobre a América dos anos setenta e oitenta do século passado, ainda a lamber as feridas do Vietname e em pleno Watergate. Uma América à época cada vez mais refém de um sedento capitalismo e de um processo de industrialização intenso, mas que ainda conseguia manter em algumas zonas mais rurais, principalmente no sul, em estados como o Kentucky, o Texas, o Arkansas, a Georgia ou o Alabama, profundas marcas identitárias de uma ancestralidade que é hoje parte importante da definição daquilo que é ser-se verdadeiramente americano. Ao longo do disco, em temas como Forever Inside A Picture ou Stop Before I Cry, à medida que Morby descreve algumas das fotografias que encontrou e confessa as memórias que as mesmas lhes suscitam, acabamos por assistir a um desfile desses tiques, em simples descrições do quotidiano da sua família de que ele se recorda e que acabaram por ser eventos únicos da infância de Morby.

Assim, além desta narrativa que o autor de modo altruísta nos oferece sobre algo tão privado como as memórias familiares, algumas delas particularmente únicas, This Is A Photograph comprova, uma vez mais, que situações com potencial elevado para suscitarem sentimentos negativos e depressivos são, muitas vezes, incubadoras das melhores obras, porque a tristeza traz mais facilmente à tona udo aquilo que de mais profundo e nostálgico guardamos no nosso âmago e que quando encontra um veículo expressivo privilegiado, como a criação musical criativa de elevado calibre, acaba por resultar em algo estranhamente belo e de maravilhosa contemplação, ou audição, como é o caso.

Sonoramente, tal desiderato é alcançado num alinhamento que mistura com fino recorte folk, blues, rock e country, idealizado por um artista que começou a carreira aventurando-se no rock clássico, depois deu-lhe algumas pitadas indie e agora, mais maduro e na melhor fase da carreira, navega confortavelmente nas águas agitadas que misturam tudo aquilo que é, por definição, a força da música americana mais pura e genuína. O delicioso piano que conduz, de mãos dadas com lindíssimas cordas, Five Easy Pieces, uma bela balada que Morby dedica a uma antiga namorada chamada Bobby, o fuzz da guitarra que sustenta a angulosa rugosidade de Rock Bottom, o clima melancólico intenso que resvala de alto a baixo pela hipnótica A Coat of Butterflies, o travo climático e introspetivo de Disappearing, o modo desarmante como a flauta e a harpa nos emocionam em Stop Before I Cry, uma sentida e melosa declaração de amor do músico à sua atual companheira Katie Crutchfield, aka Waxahatchee e, ainda nas homeagens, as referências aos gurus da soul Otis Redding e Tina Turner, são belíssimas odes à celebração da vida e à possibilidade que ela nos oferece, diariamente, de podermos homenagear quem já partiu e, desse modo, tornar essas pessoas que nos marcaram bem presentes.

Em suma, This Is A Photograph consolida o modo com Kevin Morby vem, disco após disco, aprimorando um modus operandi bem balizado, que se define por opções líricas em que dominam ambientes nublados, intimistas e reflexivos e um catálogo sonoro emimentemente delicado e fortemente orgânico, sem artifícios desnecessários, ou uma artilharia instrumental demasiado intrincada. E é este, claramente, o travo geral de um disco repleto de tonalidades e que procura a interação imediata, mas também profunda, com o ouvinte, tendo no piano e nas cordas as armas de arremesso preferenciais, mas não as únicas. Kevin Morby é sagaz no modo como sobe mais alguns degraus no que concerne ao conteúdo qualitativo dos seus registos, fazendo-o com segurança e altivez e nunca beliscando uma apenas aparente dicotomia entre aquilo que é a grandiosidade da sua filosofia criativa e o modo simples e direto como a expôe, através de canções repletas de beleza, sensibilidade e conteúdo. Espero que aprecies a sugestão...

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publicado por stipe07 às 15:53

Cass McCombs – Belong To Heaven

Terça-feira, 03.05.22

Três anos depois do belíssimo registo Tip Of The Sphere, o norte-americano Cass Mc Combs está de regresso com uma novidade intitulada Belong To Heaven, canção que resulta de uma colaboração estreita com o produtor Ariel Rechtshaid. Recordo que esta parceria já tinha dado resultados profícuos em alguns dos melhores discos do catálogo do músico de Los Angeles, nomeadamente o trio Catacombs (2009), Humor Risk (2011) e Wit’s End (2011), este último um extraordinário álbum que tinha canções tão inesquecíveis como The Lonely Doll ou County Line.

Listen to Cass McCombs' New Song “Belong to Heaven” | Pitchfork

Mestre do vernáculo mais subtil e abstrato que possas imaginar e sempre com uma escrita tremendamente irónica, mas profundamente realista, McCombs oferece-nos neste tema Belong To Heaven, que também conta com as vozes das irmãs Chaplin, a bateria de Danielle Haim, o baixo, as teclas e o piano de Shahzad Ismaily, as sintetizações de Frank LoCastro e o orgão de Buddy Ross, uma emocionada reflexão sobre a perda de um amigo chegado. Instrumentalmente é uma riquíssima canção, um vasto oceano de nostalgia que se espraia nos nossos ouvidos, abrigado por um faustoso enredo entre teclas e cordas que plasma com fino recorte alguns dos elementos essenciais daquela folk tipicamente americana que nos transporta para o tradicional jogo de sons e versos que caracterizam este género musical tão específico. Confere...

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publicado por stipe07 às 14:38

ORANGEPURPLEBEACH - Exposure

Sexta-feira, 18.03.22

Nos primeiros dias de dois mil e vinte, o mítico intérprete e compositor indie John Vanderslice resolveu fechar o seu reputado estúdio de São Francisco Tiny Telephone, onde produziu discos de nomes tão importante como os Death Cab for Cutie, Spoon, Deerhoof, The Magnetic Fields, e mudar-se para Los Angeles. Em pleno confinamento começou a explorar sons de fontes eminentemente analógicas e a tentar abordagens à escrita e à composição sonora radicalmente diferentes de tudo aquilo que tinha feito até então.

John Vanderslice forms new band ORANGEPURPLEBEACH, preps debut LP (stream a  track)

Assim, fortemente inspirado pelos ares da eletrónica e até do próprio hip-hop, Vanderslice resolveu dar vida a um novo projeto a solo intitulado ORANGEPURPLEBEACH e começou a criar o esboço de um naipe de canções que serão materalizadas no disco d E A T h ~ b U g, que irá ver a luz do dia a oito de abril.

De facto, em termos rítmicos, estruturais e texturais, os temas que farão parte do alinhamento de  d E A T h ~ b U g divergem do seu catálogo anterior, algo que já ficou bem patente há algumas semanas quando foi divulgado o tema Pylon Shadow e ainda mais agora na canção Exposure, uma divertida e luminosa composição eminentemente sintética, repleta de sintetizações flashantes, mas que também conta com proeminentes arranjos de cordas, Confere...

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publicado por stipe07 às 17:49

Papercuts – I Want My Jacket Back & The Strange Boys

Quinta-feira, 03.02.22

Quatro anos depois do excelente Parallel Universe Blues, os Papercuts estão de regresso às luzes da ribalta com Past Life Regression, dez canções que irão ver a luz do dia a um de abril próximo, à boleia da Slumberland Records, a nova etiqueta deste projeto encabeçado por Jason Robert Quever e David Enos e oriundo de São Francisco, na costa oeste dos Estados Unidos da América.

Papercuts (band) - Alchetron, The Free Social Encyclopedia

Past Life Regression será mais uma feliz jornada afagada nas nuvens poeirentas da folk pop psicadélica, com nomes como os Spiritualized, Echo & The Bunnymen, ou Leonard Cohen a serem influêcias declaradas, como Jason já admitiu recentemente. Será um disco muito marcado pela mudança deste músico para São Francisco, depois de alguns anos a viver em Los Angeles, assim como pela questão pandémica atual e pela tensão politica que continua a dividir uma América muito marcada pelos acontecimentos que na última década têm criado feridas profundas nesse país.

I Want My Jacket Back e The Strange Boys são os primeiros temas divulgados de Past Life Regression. A primeira canção é um luminoso tratado de indie pop, com a escolha assertiva de diversos arranjos percurssivos a nunca ofuscarem o brilho que as cordas conferem à canção do primeiro ao último segundo. Já The Strange Boys tem uma tonalidade mais burilada, com um orgão distorcido a acamar uma pafernália quase impercetível de sons, numa melodia de elevado cariz épico. Confere...

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publicado por stipe07 às 19:01

EELS – Extreme Witchcraft

Segunda-feira, 31.01.22

Cerca de dois anos depois do excelente registo Earth To Dora, os Eels de Mark Everett já têm sucessor, um disco intitulado Extreme Witchcraft, que confirma também mais uma digressão do projeto, agendada para a próxima primavera, que vai começar por cá, na Europa, em março e que termina nos estados Unidos da América dois meses depois.

Eels – 'Extreme Witchcraft' album review: dispatches for current times

Extreme Witchcraft contém doze canções produzidas por John Parish, que já não trabalhava com o grupo desde o registo Souljacker, a comemorar vinte anos de existência. E realmente, para quem conhece a fundo este projeto com já mais de duas décadas de existência, basta a primeira audição do disco, para a memória daquele punk rock direto, abrasivo e contundente que acamou o álbum de dois mil e um vir logo à tona.

De facto, logo a abrir o registo, a ligeireza eletrificada das sobreposições das guitarras com a bateria e o registo vocal de Amateur Hour, confirmam estarmos na presença do disco mais direto e intuitivo da discografia mais atual dos Eels. E logo a seguir, o fuzz da guitarra de Good Night On Earth, semelhante à distorção que rasgou Souljacker de alto a baixo à duas décadas, confirma a vontade saudosista de Mr. E de voltar a um receituário que lhe ofereceu substância para as melhores atuações ao vivo da carreira do grupo. Depois, em temas como The Magic, um orgasmo de décibeis e distorções inebriantes, a psicadélica Stumbling Bee, o blues de Steam Engine, ou o groove efusiante de Grandfather Clock Strikes Twelve, o momento maior do registo, são mais achas para a fogueira que incendeia Extreme Witchcraft, um alinhamento que mesmo em momentos mais burilados, como a alt-pop Strawberries & Popcorn, uma lindíssima alegoria pop sobre a vida mundana, ou a bela canção de amor I Know You're Right, sobrevive, no seu âmago, a sombra  daquele rock experimental mais abrasivo, frenético e visceral, com elevado travo punk, que, diga-se de passagem, assenta que nem uma luva às capacidades interpretativas dos Eels, sempre frescos e atuais e prontos e de mala cheia de novas canções impecáveis para sobressairem em mais um punhado de grandes concretos nos próximos meses. Mesmo que estas canções tenham sido incubadas na ressaca de mais um revés na vida pessoal de Everett, com algumas chagas do seu segundo divórcio ainda muito vivas em várias canções, são, claramente, doze composições felizes e empolgantes e que mantêm bem viva a aúrea de um grupo essencial no momento de contar a história do melhor rock alternativo das últimas três décadas. Espero que aprecies a sugestão...

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publicado por stipe07 às 17:57

Widowspeak – Everything Is Simple

Sábado, 08.01.22

Quase dois anos depois de Plum, um dos melhores discos de dois mil e vinte para a nossa redação, os Widowspaek estão de regresso aos lançamentos discográficos no próximo mês de março. O novo registo da dupla formada pela cantora e escritora Molly Hamilton e o guitarrista Robert Earl Thomas, dois músicos com raízes em Tacoma e Chicago, mas estabelecidos na cidade que nunca dorme há já algum tempo, chama-se The Jacket, tem dez canções e irá ver a luz do dia a onze de março, com a chancela da insuspeita Captured Tracks.

Everything Is Simple é o primeiro single divlgado de The Jacket, uma composição que explora, com a ajuda das cordas do baixo e da guitarra, a mescla de alguns cânones fundamentais do melhor rock setentista, com a graciosidade única da folk-pop atual. Depois os sintetizadores e um meditativo piano adornam a canção com inspiradas texturas psicadélicas, num resultado final bastante charmoso e emoldurado com uma identidade declaradamente vintage. Será, tendo em conta esta amostra, um inspirado regresso de um dos projetos mais queridos da nossa redação nos últimos anos. Confere Everything Is Simple e a tracklist de The Jacket...

01 While You Wait
02 Everything Is Simple
03 Salt
04 True Blue
05 The Jacket
06 Unwind
07 The Drive
08 Slow Dance
09 Forget It
10 Sleeper

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publicado por stipe07 às 15:52

Massage – Lane Lines EP

Terça-feira, 04.01.22

Cerca de meio ano depois do excelente registo Still Life, os norte-americanos Massage estão de volta com Lane Lines, um EP com quatro canções, que mostram o quinteto de Los Angeles a embrenhar-se por territórios um pouco mais psicadélicos do que aquela sonoridade tipicamente indie e universitária, que no catálogo do grupo liderado por Alex Naidus, membro dos Pains Of Being Pure At Heart, nos leva facilmente e num abrir e fechar de olhos, do nostálgico ao glorioso, à boleia de uma espécie de indie-folk-surf-suburbano, particularmente luminoso e que acaba por se tornar até viciante.

Massage e sua máquina do tempo chamada 'Still Life' | Urge!

Lane Lines resultou de várias sessões de gravação nos estúdios do produtor e compositor Andrew Brasell. Nele, Alex Naidus, Andrew Romano, Gabrielle Ferrer, David Rager e Natalie de Almeida, sem grandes expetativas ou uma filosofia sonora pré-concebida, deixaram-se levar livremente pela exploração de sonoridades um pouco diferentes e mais arriscadas do que a habitual indie pop que sempre os norteou e criaram temas que têm enorme eco na melhor herança oitocentista. O timbre metálico luminoso das cordas e do sintetizador de In Gray And Blue tem o ADN dos New Order em declarado ponto de mira e Stalingrad olha para a herança de uns The Feelies com avassalador descomprometimento, assim como a viola e o baixo que afagam melodicamente o tema homónimo. I'm Going In The Field acaba por ser a canção que encontra mais pontos em comum com o ambiente geral de Still Life, mas não deixa de ter uma tonalidade lo fi que espelha o melhor do dito rock universitário norte-americano que nomes como os R.E.M. ou os Pavement firmaram e cimentaram com inocente presunção há quase quarenta anos.

Lane Lines é um belíssimo catálogo de canções que escondem a sua complexidade na simplicidade e mostram, como é habitual nos Massage, que é sempre bonito quando o rock pode ser básico e ao mesmo tempo encantador, divertido e melancólico, sem muito alarde. Espero que aprecies a sugestão...

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publicado por stipe07 às 21:03

Wallows – I Don’t Want To Talk

Domingo, 03.10.21

Os Wallows têm a sua génese em Los Angeles há cerca de quatro anos e são atualmente formados por Dylan Minnette, Braeden Lemasters e Cole Preston. Logo em dois mil e dezassete começaram a divulgar música com o single Pleaser, que alcançou centenas de milhar de audições nas plataformas digitais, o que lhes valeu a atenção de Atlantic Records e um contrato com essa editora.

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Spring foi o título do EP de estreia do projeto, em dois mil e dezoito e o primeiro longa duração, Nothing Happens, chegou no ano seguinte, tendo como grande destaque do seu alinhamento o single Are You Bored Yet?.

Agora, no início do outono de dois mil e vinte e um os Walows voltam à carga com I Don’t Want to Talk, uma nova canção sobre inseguranças, mas vibrante e frenética, sonoramente assente num indie rock que cruza com elevada mestria a clássica tríade guitarra, baixo e bateria com alguns efeitos sintéticos faustosos e produzida por Ariel Rechtshaid (Vampire Weekend, Haim, Adele), tendo já direito a um vídeo assinado por Jason Lester. Confere...

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publicado por stipe07 às 21:17

Damien Jurado - Take Your Time

Terça-feira, 21.09.21

Depois de na passada primavera ter editado o excelente registo The Monster Who Hated Pennsylvania, o norte-americano Damien Jurado está de regresso com um novo tema intitulado Take Your Time, que conta com a participação especial de Josh Gordon e que, não aparecendo em nenhum registo do autor e nem sendo, para já, acompanhado do anúncio de um novo álbum, tem a chancela da Maraqopa Records.Top 5: Damien Jurado - The Influences

Take Your Time é uma belíssima composição, plena de soul, com a bateria e o piano a trocarem entre si o protagonismo melódico da mesma, enquanto diversos efeitos metálicos percussivos e sintetizações etéreas deambulam pela canção sem aparente norte, num resultado final que justifica, uma vez mais, porque é que este autor atualmente a residir em Los Angeles é um dos nomes fundamentais da folk norte americana. Confere...

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publicado por stipe07 às 18:03






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