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The Academic – Kids (Don’t End Up Like Me)

Sábado, 05.06.21

Os irlandeses The Academic estiveram particularmente ativos durante o período de confinamento e gravaram várias canções que vão dar origem a um EP intitulado Community Spirit, que tem lançamento previsto para o dia nove de julho, à boleia da Capitol Records.

Assente num rock efusivo e de forte cariz radiofónico, com uma filosofia estilística que pretende cativar o público mais jovem, Kids (Don’t End Up Like Me) é a primeira amostra divulgada de Community Spirit, uma canção que, de acordo com o vocalista Craig Fitzgerald é uma das primeiras canções que me lembro de ter escrito quando era adolescente. Foi a primeira vez que as letras vieram com facilidade para mim. A faixa fala sobre o medo de não sair da sua cidade natal e não valer a pena. Tive um pressentimento que ela poderia ganhar vida agora, alguns anos após ter sido originalmente escrita. Confere...

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publicado por stipe07 às 17:21

Villagers – The First Day

Terça-feira, 27.04.21

Os irlandeses Villagers são, neste momento, praticamente monopólio da mente criativa de Conor O'Brien e estão já na linha da frente do universo indie folk europeu, pelo modo criativo e carregado com o típico sotaque irlandês, como replicam o género, ainda por cima oriundos de um país com fortes raízes e tradições neste género musical. Com um trajeto musical bastante profícuo nos últimos anos, além de intenso e rico, com momentos discográficos significativos do calibre de Becoming a Jackal (2010), {Awayland} (2013) e Darling Arithmetic (2015), entre outros, os Villagers anunciaram finalmente um sucessor para o também fantástico The Art Of Pretending To Swim, de dois mil e dezoito.

Villagers talks faith, technology and new album 'The Art Of Pretending To  Swim' | Features | DIY

Fever Dreams, o novo álbum dos Villagers, irá ver a luz do dia a vinte de agosto próximo, ainda a tempo de incendiar com encanto um verão que se espera ansiosamente que venha a ser libertador, na verdadeira aceção da palavra. The First Day é o primeiro single divulgado de Fever Dreams, uma deslumbrante canção, já com direito a um vídeo realizado por Daniel Brereton. É uma composição com uma amplitude sónica impressiva e com uma heterogeneidade instrumental bastante audível, com sopros, metais, cordas, sintetizadores e diversos efeitos de múltiplas proveniências a conjurarem entre si permanentemente, de um modo otimista e festivo, mas tambêm cândido e aconchegante. O resultado de toda esta trama é um tratado de indie folk absolutamente imperdível. Confere...

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publicado por stipe07 às 17:03

Ailbhe Reddy - Walk Away

Domingo, 01.11.20

Uma das estreias discográficas mais interessantes deste outono foi o álbum de estreia da irlandesa Ailbhe Reddy, uma jovem artista de Dublin, estudante de psicoterapia. O registo intitula-se Personal History e continua fazer furor no mainstream alternativo europeu, devido ao seu conteúdo íntimo e introspetivo.

Ailbhe Reddy conta-nos um pouco sobre si em Personal History ~ Threshold  Magazine

Personal History é um disco recheado de excelentes canções que ruminam os ritos de passagem de uma mulher exímia a escrever sincera e honestamente sobre si própria, navegando autobiograficamente pelas agruras das relações amorosas mal sucedidas nesta era em que impera a lei das redes sociais (Looking Happy), mas que também sentiu necessidade de exalar aquilo que sente acerca da habitual dualidade de sentimentos, entre a solidão e a independência, que muitas vezes um artista sente em digressão (Time Difference), além de revelar explicitamente e sem pudores a sua orientação sexual (Between Your Teeth e Loyal).

São já vários os singles extraídos de Personal History, sendo o mais recente Walk Away, uma composição que tem a eletrónica em pano de fundo, mas sem descurar a orgânica das cordas que, neste caso, abraçam até a mais inspirada acusticidade, enquanto Ailbhe Reddy se debruça sobre como enfrentar os medos do compromisso, como a própria confessa. Confere...

Walk Away is about ending a relationship with a lot of uncertainty. I think in most relationships when two people still care about each other it is more difficult to end things, it can feel like the only option but also like something you may come to regret.

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publicado por stipe07 às 18:01

Ailbhe Reddy - Personal History

Terça-feira, 06.10.20

Uma das estreias discográficas mais interessantes deste outono é o álbum de estreia da irlandesa Ailbhe Reddy, uma jovem artista de Dublin, estudante de psicoterapia. O registo intitula-se Personal History e acaba de ver a luz do dia à boleia da Street Mission Records.

Ailbhe Reddy 'Personal • History' out now! (@ailbhereddy) | Twitter

Personal History é uma colecção íntima e introspetiva de canções que ruminam os ritos de passagem de uma mulher exímia a escrever canções de auto-avaliação sincera e honesta, navegando autobiograficamente pelas agruras das relações amorosas mal sucedidas nesta era em que impera a lei das redes sociais (Looking Happy), mas que também sentiu necessidade de espalhar no registo aquilo que sente acerca da habitual dualidade de sentimentos, entre a solidão e a independência, que muitas vezes um artista sente em digressão (Time Difference), além de revelar explicitamente e sem pudores a sua orientação sexual (Between Your Teeth e Loyal).

Além dessa componente pessoal, Personal History também coloca Ailbhe Reddy a olhar para o mundo que a rodeia, fruto do seu percurso académico acima referido. Assim, no alinhamento de Personal History encontramos também canções que mostram a sua compreensão e empatia relativamente às perspectivas e problemas das pessoas que a rodeiam. O estimulante tema Self Improvement oferece-nos um diálogo sobre as dificuldades em lidar com a saúde mental, enquanto outras músicas dissecam com maior precisão questões como aprender a conviver com o fracasso, nomeadamente Late Bloomer e como enfrentar os medos de compromisso Failing e Walk Away.

Sempre com a eletrónica em pano de fundo, mas sem descurar a orgânica das cordas, que abraçam até a mais inspirada acusticidade em Walk Away e a folk genuína em Loyal e de colocar na linha da frente também diversos elementos percurssivos, tão bem expressos em Time Difference, Personal History é um verdadeiro portento de indie pop, um disco de reflexão mas também de perceção, com as diferentes canções a não viverem isoladamente, mas agregadas num todo sustentado por uma míriade instrumental extensa, que entre esse jogo entre o orgânico e o sintético, o acústico e o elétrico,  balançam-se entre si e formam um alinhamento harmonioso, imbuído de um faustoso charme e brilho, bem à medida da moldura sonora estética que tem brilhado com maior intensidade no panorama alternativo atual. Espero que aprecies a sugestão...

Site: http://www.ailbhereddy.com/

Facebook: https://www.facebook.com/AilbheReddy/

Instagram: https://www.instagram.com/ailbhereddy/

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCzRCXBOHcUu0pgpQfvJQcgQ

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publicado por stipe07 às 17:49

Ailbhe Reddy - Looking Happy

Sexta-feira, 18.09.20

Conforme já demos conta por cá há sensivelmente um mês, uma das estreias discográficas mais interessantes do próximo outono é a da irlandesa Ailbhe Reddy, uma jovem artista de Dublin, estudante de psicoterapia e que tem na forja um álbum intitulado Personal History, com lançamento previsto para daqui a duas semanas à boleia da Street Mission Records.

Ailbhe Reddy anticipates album with single "Looking Happy" – portugalinews  the best news

Personal History é uma colecção íntima e introspetiva de canções que ruminam os ritos de passagem de uma mulher exímia a escrever canções de auto-avaliação sincera e honesta, navegando autobiograficamente pelas agruras das relações amorosas mal sucedidas nesta era em que impera a lei das redes sociais (Looking Happy), mas que também sentiu necessidade de espalhar no registo aquilo que sente acerca da habitual dualidade de sentimentos, entre a solidão e a independência, que muitas vezes um artista sente em digressão (Time Difference), além de revelar explicitamente e sem pudores a sua orientação sexual (Between Your Teeth e Loyal). Além dessa componente pessoal, Personal History também coloca Ailbhe Reddy a olhar para o mundo que a rodeia, fruto do seu percurso académico acima referido. Assim, no alinhamento de Personal History encontramos também canções que mostram a sua compreensão e empatia relativamente às perspectivas e problemas das pessoas que a rodeiam. O estimulante tema Self Improvement oferece-nos um diálogo sobre as dificuldades em lidar com a saúde mental, enquanto outras músicas dissecam com maior precisão questões como aprender a conviver com o fracasso, nomeadamente Late Bloomer e como enfrentar os medos de compromisso Failing e Walk Away.

Um verdadeiro portento de indie pop, Looking Happy é, logo o primeiro tema acima mencionado, é o mais recente single retirado de Personal History, um tema pessoal e comovente e que, de acordo com a própria autora, é sobre observar a vida de alguém de longe após o término do namoro. Todos nós deveríamos saber agora que o que as pessoas apresentam online é uma versão brilhante e feliz dos eventos mas, às vezes, é impossível ter essa lógica quando estás a sofrer. A maioria das pessoas provavelmente acaba por visitar o perfil online de um ex e sente que sua vida é cheia de festas e dias divertidos porque isso é tudo o que as pessoas mostram da sua vida no online. Confere...

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publicado por stipe07 às 18:11

Ailbhe Reddy - Time Difference

Quinta-feira, 20.08.20

Uma das estreias discográficas mais interessantes do próximo outono é a da irlandesa Ailbhe Reddy, uma jovem artista de Dublin, estudante de psicoterapia e que tem na forja um álbum intitulado Personal History, com lançamento previsto para 2 de Outubro de 2020 pela Street Mission Records.

Track Review: Time Difference // Ailbhe Reddy | by Adam Goldsmith | The  Indiependent | Jun, 2020 | Medium

Personal History é uma colecção íntima e introspetiva de canções que ruminam os ritos de passagem de uma mulher exímia a escrever canções de auto-avaliação sincera e honesta, navegando autobiograficamente pelas agruras das relações amorosas mal sucedidas nesta era em que impera a lei das redes sociais (Looking Happy), mas que também sentiu necessidade de espalhar no registo aquilo que sente acerca da habitual dualidade de sentimentos, entre a solidão e a independência, que muitas vezes um artista sente em digressão (Time Difference), além de revelar explicitamente e sem pudores a sua orientação sexual (Between Your Teeth e Loyal). Além dessa componente pessoal, Personal History também coloca Ailbhe Reddy a olhar para o mundo que a rodeia, fruto do seu percurso académico acima referido. Assim, no alinhamento de Personal History encontramos também canções que mostram a sua compreensão e empatia relativamente às perspectivas e problemas das pessoas que a rodeiam. O estimulante tema Self Improvement oferece-nos um diálogo sobre as dificuldades em lidar com a saúde mental, enquanto outras músicas dissecam com maior precisão questões como aprender a conviver com o fracasso, nomeadamente Late Bloomer e como enfrentar os medos de compromisso Failing e Walk Away.

Um verdadeiro portento de indie pop, Time Difference é o primeiro single retirado de Personal History, um tema já referido acima, escrito no precipício de uma separação e que captura um momento de percepção, quando dois amantes vêem as suas vidas em direcções opostas. Pessoal e comovente, a canção foi escrita há dois anos durante uma digressão da artista com Will Varley. Sozinha, no seu quarto de hotel, depois de um concerto em Glasgow, a disparidade entre a agitada vida nocturna da cidade com o seu próprio isolamento fez ecoar os sentimentos vacilantes de solidão e de emoção que ela sentia naquele momento. Parando num momento de reflexão e percepção, Time Difference encaixou perfeitamente ali mesmo. 

A canção também já tem direito a um vídeo realizado por Ciaran O'Brien, filmado em Dublin em dois dias e que mostra Ailbhe aparentemente fora de sincronia com o resto do mundo. Confere...

Site: http://www.ailbhereddy.com/

Facebook: https://www.facebook.com/AilbheReddy/

Instagram: https://www.instagram.com/ailbhereddy/

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCzRCXBOHcUu0pgpQfvJQcgQ

Twitter: https://twitter.com/ailbhereddy

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publicado por stipe07 às 15:49

Fontaines D.C. – Televised Mind

Quarta-feira, 01.07.20

Um dos discos mais aguardados em dois mil e vinte é, claramente, o novo trabalho dos irlandeses Fontaines D.C., uma das bandas mais excitantes do indie rock atual, um registo intitulado A Hero's Death e que será o segundo da banda de Dublin formada por Carlos O'Connell, Conor Curley, Conor Deegan III, Grian Chatten e Tom Coll, sucedendo ao espetacular registo de estreia do grupo, intitulado Dogrel, lançado o ano passado.

Produzido por Dan Carey, A Hero's Death irá ver a luz do dia no ocaso dia do próximo mês de julho pela Partisan Records e a semana passada, como certamente se recordam, foi destaque neste espaço o single homónimo e o tema I Don't Belong, duas amostras que fizeram por cá adivinhar, desde logo, um disco com onze enraivecidas canções, assentes num punk rock de elevado calibre e com uma forte toada abrasiva, como se exige a um projeto que sempre se fez notar, desde dois mil e dezassete, por uma filosofia estilística de choque com convenções e normas pré-estabelecidas.

Televised Mind, a nova canção que veio a público nas últimas horas do alinhamento de A Hero's Death, confirma e reforça tais impressões. A canção, com o adn típico dos Fontaines D.C., é um convite direto à dança e ao movimento, apelo assente em guitarras combativas e um registo percussivo vibrante e claramente marcado, tema que, de acordo com vocalista dos Fontaines D.C., Grian Chatten, reflete sobre a câmara de eco e como a personalidade é arrancada pela aprovação circundante. As opiniões das pessoas são reforçadas por um acordo constante e somos roubados da nossa capacidade de nos sentirmos errados. Nunca recebemos realmente a educação de nossa própria falibilidade. As pessoas fingem estas grandes crenças para parecerem modernas, em vez de chegarem independentemente aos seus próprios pensamentos.

Numa época do vale tudo, custe o que custar e seja contra quem for, os Fontaines D.C. parecem mais uma vez apostados em fazer mossa e agitar as mentes mais desprevenidas e incautas com composições plenas de chama nas veias e com um travo nostálgico em que a herança de nomes como os The Clash e os Ramones,  mas também os Suicide, os Nirvana e os The Beach Boys, se fazem notar com elevado grau de impressionismo. Confere...

Fontaines D.C. - Televised Mind

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publicado por stipe07 às 11:15

Fontaines D.C. – A Hero’s Death vs I Don’t Belong

Segunda-feira, 22.06.20

Um dos discos mais aguardados em dois mil e vinte é, claramente, o novo trabalho dos irlandeses Fontaines D.C., uma das bandas mais excitantes do indie rock atual, um registo intitulado A Hero's Death e que será o segundo da banda de Dublin formada por Carlos O'Connell, Conor Curley, Conor Deegan III, Grian Chatten e Tom Coll, sucedendo ao espetacular registo de estreia do grupo intitulado Dogrel, lançado o ano passado.

Produzido por Dan Carey, A Hero's Death irá ver a luz do dia no ocaso dia do próximo mês de julho pela Partisan Records e quer o single homónimo quer o tema I Don't Belong, são duas amostras do alinhamento do registo já divulgadas, que fazem adivinhar um disco com onze enraivecidas canções, assentes num punk rock de elevado calibre e com uma forte toada abrasiva, como se exige a um projeto que sempre se fez notar, desde dois mil e dezassete, por uma filosofia estilística de choque com convenções e normas pré-estabelecidas.

Numa época do vale tudo, custe o que custar e seja contra quem for, os Fontaines D.C. parecem mais uma vez apostados em fazer mossa e agitar as mentes mais desprevenidas e incautas com composições plenas de chama nas veias e com um travo nostálgico em que a herança de nomes como os The Clash e os Ramones,  mas também os Suicide, os Nirvana e os The Beach Boys, se fazem notar com elevado grau de impressionismo. Confere...

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publicado por stipe07 às 21:31

Glen Hansard – Cold Comfort

Domingo, 07.06.20

Glen Hansard - Cold Comfort

O irlandês Glen Hansard é um já velho conhecido do universo musical e com algumas citações por cá desde o início desta década, devido ao seu envolvimento no projeto The Swell Season, onde fazia parceria com Marketá Irglova e de cuja discografia destaco a banda sonora de Once, que lhes valeu um óscar, mas também por causa de Rhythm And Repose álbum de estreia que este ícone da folk contemporânea lançou em dois mil e doze. No início de dois mil e dezoito também mereceu destaque e menção neste espaço com o disco Between Two Shores, dez canções abrigadas pela reputada -ANTI e que começaram a ser incubadas pelo músico logo após a conclusão da gravação de Rhythm And Repose, no estúdio dos Wilco em Chicago.

Agora, em plena primavera de dois mil e vinte, e quase um ano depois da edição de This Wild Willing, o álbum que Glen Hansard editou o ano passado, o músico irlandês está de volta com Cold Comfort, uma nova canção que nos proporciona um delicioso instante folk de filosofia eminentemente acústica, que nos transporta para bem longe, ao mesmo tempo que, havendo predisposição para isso, toca fundo bem aqui, no nosso coração. Confere...

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publicado por stipe07 às 23:19

Villagers – Summer’s Song

Quinta-feira, 18.07.19

Villagers - Summer's Song

Os irlandeses Villagers são, neste momento, praticamente monopólio da mente criativa de Conor O'Brien e estão já na linha da frente do universo indie folk europeu, pelo modo criativo e carregado com o típico sotaque irlandês, como replicam o género, ainda por cima oriundos de um país com fortes raízes e tradições neste género musical.

Com um trajeto musical bastante profícuo nos últimos anos, além de intenso e rico, com momentos discográficos significativos do calibre de Becoming a Jackal (2010), {Awayland} (2013) e Darling Arithmetic (2015), entre outros, os Villagers tardam em anunciar um novo registo de originais que suceda a The Art Of Pretending To Swim, editado o ano passado, mas têm uma nova canção, por sinal perfeita para este inconstante julho. O tema chama-se Summer's Song, é um belíssimo tratado pop, que impressiona pela cadência rítmica, pela robustez das cordas e, principalmente, por um coro de seis fliscornes (instrumento de sopro semelhante a um trompete), que confere uma luminosidade ímpar àcomposição. Será possível apreciares este e outros temas no dia dois de Agosto, em Chaves, no festival N2. Confere...

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publicado por stipe07 às 16:12






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