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José González – El Invento

Sexta-feira, 26.02.21

Exatamente seis anos após Vestiges & Claws, à época o seu terceiro álbum, o sueco José González está de regresso com uma nova canção, curiosamente a sua primeira aventura na língua castelhana, a mesma que falam os seus progenitores, naturais da Argentina. El Invento é o nome da composição e marca o regresso do autor e compositor à City Slang, etiqueta com quem já trabalhou no seu projeto Junip, que partilha com Tobias Winterkorn.

El Invento é inspirado na felicidade que González tem sentido com a experiência recente no universo da paternidade, com a sua filha Laura, atualmente com quatro anos e com quem conversa diariamente em espanhol, fator também decisivo para esta primeira experiência nessa língua, conforme referi. A canção é um belíssimo tratado de indie folk acústica, de elevado cariz intimista e confessional, criada por um artista que já nos deliciou ao longo da sua carreria, com pérolas como Down the LineKilling for Love e Hand on Your Heart. O tema também já tem direito a um video dirigido por Mikel Cee Karlsson e protagonizado pelo artista e pela filha. Confere...

José González - El Invento

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publicado por stipe07 às 14:11

The Antlers – Just One Sec

Quarta-feira, 24.02.21

Projeto fundamental do indie rock experimental norte-americano da última década e meia, os The Antlers de Peter Silberman e Michael Lerner, habituaram-nos desde o fabuloso Hospice (2009) a um faustoso banquete de composições encharcadas em sensibilidade, angústia e conflito, canções cheias de sons aquáticos e claustrofóbicos, mas que nos mantinham sempre à tona porque também sabiam salvaguardar um soporífero cariz relaxante. Após o monumental registo Familiars, editado em dois mil e catorze e colocado em primeiro lugar nos melhores álbuns desse ano para a nossa redação, esse desfile de discos assertivos e metaforicamente intensos foi interrompido por opção da própria dupla e os The Antlers entraram num hiato que está finalmente quase a ser interrompido, para gaúdio de todos aqueles que se têm deliciado com a sua notável discografia.

The Antlers – “Just One Sec”

Assim, e depois de os The Antlers já nos terem proporcionado a audição dos inéditos Wheels Roll Home, It Is What It Is e Solstice, tema que confirmou a feliz suspeita de estar na forja um novo disco dos The Antlers, que se chama Green To Gold e que chegará aos escaparates em março com dez canções que trarão consigo, certamente, uma nova fase do grupo de Brooklyn ainda mais promissora, luminosa e empolgante do que a anterior, agora chegou a vez de nos deliciarmos com Just One Sec, a quinta composição do alinhamento do registo.

Música sobre a dificuldade de escapar das experiências que construimos com alguém que conhecemos intimamente e da dificuldade de abandonar, mesmo que temporariamente, uma história a dois e de experimentar essa liberdade, como explica a banda na apresentação do tema, Just One Sec é um portento de intimidade e delicadeza, uma composição em que a cândura vocal de Silberman é permanentemente afagada quer pelo registo jazzístico da bateria, quer pela tonalidade blues das cordas, nas quais se destaca o já habitual efeito metálico da guitarra, que começa a ser uma imagem de marca dos temas já divulgados de Green To Gold. Confere...

The Antlers - Just One Sec

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publicado por stipe07 às 11:03

Flock Of Dimes – Two

Quarta-feira, 17.02.21

A cantora e compositora Jenn Wasner, membro fundamental da banda Wye Oak, mas também com uma respeitável carreira a solo assinada como Flock of Dimes, passou por cá há alguns meses por ter dado as mãos a Roberto Carlos Lange, aka Helado Negro e a Devendra Banhart, para assinarem, em conjunto, uma versão do clássico Lotta Love de Neil Young. Agora, e ainda no pontapé de saída de dois mil e vinte e um, Flock Of Dimes anuncia um novo disco lá para abril, à boleia da Sub Pop Records. Irá chamar-se Head Of Roses, foi gravado com a ajuda de Nick Sanborn, do projeto Sylvan Esso, nos estúdios Chapel Hill e conta com as participações especiais de Meg Duffy, Matt McCaughan, membro do projeto Bon Iver, Andy Stack, colega de Jenn nos Wye Oak e Adam Schatz, dos Landlady.

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Two é o primeiro avanço divulgado de Head Of Roses, uma composição vibrante, assente numa salutar confusão sonora, em que a percurssão assume uma faceta muito experimental e heterogénea, nuance que originou uma atmosfera sonora simultaneamente íntima e eloquente, que se debruça sobre a ténue fronteira que exite no âmago de todos nós e que separa a nossa necessidade de independência, da inevitabilidade de precisarmos dos outros para nos sentirmos felizes, em suma, o desejo que todos sentimos de sermos autónomos e a necessidade biológica de criarmos laços com quem amamos. Two é, em suma, um espelho dos tempos em que vivemos, um modo eloquente mas também intrigante de demonstrar a nossa incapacidade de percebermos que é muito pouco aquilo que controlamos realmente do nosso destino, quando comparado com aquilo que pensamos e ansiamos controlar. Confere Two e a tracklist de Head Of Roses...

Flock Of Dimes - Two

01 “2 Heads”
02 “Price Of Blue”
03 “Two”
04 “Hard Way”
05 “Walking”
06 “Lightning”
07 “One More Hour”
08 “No Question”
09 “Awake For The Sunrise”
10 “Head Of Roses”

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publicado por stipe07 às 13:53

Saintseneca – All You’ve Got Is Everyone

Sábado, 13.02.21

Os norte americanos Saintseneca, uma banda natural de Columbus, no Ohio e liderada por Zac Little, não davam sinais de vida desde o single Winter Breaking, editado em dezembro de dois mil e dezanove. E quanto a discos, o último foi Pillar Of Na, já com três anos de existência. Agora, em fevereiro de dois mil e vinte e um, voltam à carga com umsingle intitulado All You've Got Is Everyone que, infelizmente, não traz atrelado o anúncio de um novo longa duração do projeto.

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Um baixo vibrante e, além de percurssor rítmico, também o grande condutor melódico da composição, em redor do qual cordas acústicas, uma guitarra com um pronunciado timbre metálico e um piano insinuante deambulam, é o eixo central deste All You've Got Is Everyone, uma canção assente num rock rugoso e direto de primeira água, um delicioso exercício experimental, buliçoso e pleno de luz. Confere...

Saintseneca - All You've Got Is Everyone

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publicado por stipe07 às 17:21

Lonely Tourist – Remuneration (Solo)

Quinta-feira, 11.02.21

Natural de Bristol, Paul Terney encabeça o projeto Lonely Tourist, que impressionou a crítica inglesa em fevereiro de dois mil e dezoito com Remuneration, o seu quarto disco, um compêndio de indie folk absolutamente ímpar. Pouco mais de um ano depois, no verão de dois mil e dezanove, Lonely Tourist voltou à carga com a edição de Last Night At Tony's, um dos melhores discos ao vivo que a folk britânica viu chegar ao seu catálogo em dois mil e dezanove.

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No verão passado, quase um ano depois desse delicioso alinhamento, Paul Terney deu sinais de vida com um novo tema intitulado Tom And The Library, e agora chegou a vez do músico olhar de novo para o alinhamento de Remuneration e induzir-lhe uma roupagem mais acústica e minimalista, mas igualmente emotiva, servindo-se apenas da viola e da voz para nos oferecer um exuberante e luminoso alinhamento, assente em cordas vibrantes, repletas de vivacidade e ritmo, aspetos que conferem à nova roupagem do disco, juntamente com a notável performance declamativa vocal de Paul, um inconfundível charme, tipicamente british. Confere...

Lonely Tourist - Remuneration (Solo)

01. Frank The Barber
02. Last Day At Tony’s
03. Luxury Coach
04. Highland Dress and Menswear
05. Father Tierney Has His Doubts
06. Sometimes I Can’t Even Say Hello
07. White Beard Kings
08. Wherever You Stand, You’re In The Way
09. Ho-Hum Silver Lining

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publicado por stipe07 às 14:41

Olivae - There's A Time

Segunda-feira, 01.02.21

Vasco Oliveira é do Porto e um dos nomes mais interessantes em ascensão no espetro musical nacional alternativo. Assina a sua música como Olivae, tendo começado a tocar piano aos nove anos de idade e percussão algum tempo depois. Já no início da vida adulta, com vinte e um anos, lançou-se à guitarra, de modo autodidata, acabando por gravar e produzir um cd, em dois mil e dezassete, com vários originais dentro da temática escutista que foi compondo ao longo dos anos. No ano anterior tinha já dado o pontapé de saída como membro de uma banda juntamente com a Sara Teixeira, Fábio Dinis e Marcelo Macedo. Chamavam-se  The Joy Nuts e chegaram a tocar covers ao vivo em pequenas salas. Dois anos depois, decidiu então iniciar um projeto a solo para dar vida a algumas músicas antigas que criara, inspiradas em sentimentos e subtraídas aos seus momentos de reflexão e introspeção.

Olivae lança single / vídeo… “There's a Time” – Glam Magazine

Olivae abriu as hostilidades nos lançamentos discográficos em dois mil e oito com um promissor EP intitulado State Of Mind, ao qual se seguiu Wander Off, o seu primeiro longa duração, um trabalho que continha treze composições, com letras tanto em Português como em Inglês e que viu a luz do dia à pouco menos de um ano. 

Agora, no início de dois mil e vinte e um, Olivae está de regresso com um lindíssimo tema em formato single intitulado There's A Time, com o objetivo de fazer os ouvintes parar um pouco e ponderar na vida. A canção conta com a participação da Sara Teixeira que o vem acompanhando desde o início e acrescenta sonoridades e melodias novas ao seu estilo característico, com vários coros e instrumentos  de fundo, a voz forte e uma letra de esperança e otimismo. Confere There's A Time e o vídeo oficial da canção realizado por José Garcês...

Site: https://olivaemusic.com/

Facebook: https://www.facebook.com/olivaemusic

Instagram: https://www.instagram.com/olivaemusic/

YouTube: https://www.youtube.com/c/Olivaemusic

Spotify: https://open.spotify.com/artist/2STNv0QOfn4fO3u3Hxsd3W

Apple Music: https://music.apple.com/us/artist/olivae/1358150408

Soundcloud: https://soundcloud.com/olivaemusic

 

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publicado por stipe07 às 11:19

Tindersticks – Man Alone (Can’t Stop The Fadin’)

Terça-feira, 26.01.21

Os Tindersticks de Stuart Staples e David Boulter estão finalmente de regresso aos discos com Distractions, um alinhamento de sete canções que irá ver a luz do dia a dezanove de fevereiro próximo à boleia da City Slang Records e do qual acaba de ser retirado o single Man Alone (Can’t Stop The Fadin’), o tema que abre o alinhamento do disco, fazendo-o em grande estilo, já depois de ter sido dado a conhecer You’ll Have To Scream Louder, uma versão bastante solarenga e jazzística de um original dos Television Personalities.

See: Tindersticks release new video for Man Alone (can't stop the fadin') |  Backseat Mafia

“Man Alone (Can’t Stop The Fadin’) é a mais longa canção que a banda de Stuart Staples já gravou até hoje. É uma espetacular composição, tremendamente cinematográfica, assente num vigoroso baixo, uma batida hipnótica e variadíssimas sobreposições milimétricas de efeitos vocais, tudo apresentado com uma emotividade crescente, e um clima impregnado numa aúrea de mistério e sensualidade únicos. Confere Man Alone (Can’t Stop The Fadin’) e o alinhamento de Distractions...

Tindersticks - Man Alone (Can't Stop The Fadin')

Man Alone (Can’t Stop The Fadin’)
I Imagine You
A Man Needs A Maid
Lady With The Braid
You’ll Have To Scream Louder
Tue-moi
The Bough Bends

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publicado por stipe07 às 11:44

Sun Kil Moon – Snowbound

Quinta-feira, 14.01.21

Sun Kil Moon é o projeto atual de cantor e compositor Mark Kozelek, que ficou conhecido por ter sido o líder dos carismáticos Red House Painters. Sun Kil Moon encontra então Kozelek ao volante de uma banda que se estreou em dois mil e três com o fabuloso disco Ghosts of the Great Highway, e que tem um novo trabalho intitulado Welcome To Sparks, que será analisado por esta redação nos próximos dias.

Sun Kil Moon – Snowbound – The Predatory Wasp

Para já, a primeira nota do ano deste blogue para Sun Kil Moon centra-se em Snowbound, uma canção que Kozelek divulgou logo após o último natal e que afirma com subtil beleza a habitual sonoridade frágil e cândida deste projeto, através de um belíssimo tratado de folk acústica onde a simplicidade melódica coexiste com uma densidade sonora suave que transborda uma majestosa e luminosa melancolia. Confere...

Sun Kil Moon - Snowbound

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publicado por stipe07 às 17:53

Louis Philippe & The Night Mail - Thunderclouds

Sexta-feira, 08.01.21

Francês, mas a viver em Londres há já trinta e quatro anos, Louis Philippe tem já no seu catálogo discográfico um interessante cardápio com mais de uma dezena de discos dos quais é nome de destaque nos seus créditos. De facto, tem sido uma vida inteira dedicada à escrita, produção, composição e interpretação, de mãos dadas com nomes como os The High Llamas, Towa Tei, Martin Newell, Big Big Train, Testbild!, The Clientele e Bertrand Burgalat e produzindo para artistas abrigados pela É! Records de Mie Alway.

Louis Philippe & The Night Mail editam “Thunderclouds” – Glam Magazine

Assim, depois de Louis Philippe ter aberto as hostilidade em dois mil e vinte com o lançamento de The Devil Laughs, a sua segunda colaboração com Stuart Moxham (Young Marble Giant), perto do ocaso desse ano atípico e através da Tapete Records divulgou Thunderclouds, o título da sua nova obra-prima e o primeiro álbum do músico feito com uma banda ao vivo em estúdio, neste caso  os The Night Mail, um trio formado pelo músico e jornalista Robert Rotifer na guitarra (ex-Acid Jazz e Weller), o DJ, produtor e enciclopédia ambulante de pop Andy Lewis no baixo e o supremo Papernut Cambridge, ex-membro de Thrashing Doves e Death in Vegas Ian Button na bateria. Já agora, esta colaboração entre Louis Philippe e os The Night Mail, começou a ser incubada  em dois mil e dezassete, na festa de duas noites do aniversário dos quinze anos da Tapete Records no Lexington de Londres, quando tocaram juntos, pela primeira vez, na segunda noite.

Thunderclouds contém treze composições encharcadas por uma pop bastante inspirada e concebidas quer por Louis Philippe quer por Rotifer, dois amigos de há muitos anos que se inspiraram na sua experiência compartilhada de espectadores democraticamente marginalizados da agitação em torno da saída da Grã-Bretanha da União Europeia e da confluência dessa crise crescente com a pandemia atual para criarem um disco no momento certo das vidas de ambos.

No final do primeiro período de confinamento, Rotifer foi ver Louis Philippe para lhe mostrar a infindável pilha de demos musicais que ele tinha acumulado ultimamente. No início de setembro, a banda finalmente reuniu-se para dois ensaios antes de ir para os Rimshot Studios na zona rural de Kent gravar as faixas de base para todas as treze músicas do álbum, bem como as cordas (tocadas pela violinista Rachel Hall de Big Big Train) e partes do trompete (por Shanti Jayasinha), seguido por outra sessão de vozes, teclados, percussão e mais algumas guitarras, habilmente projectadas por Andy Lewis no estúdio caseiro de Rotifer em Canterbury. O resultado é um álbum que evoca a marca lendária do progressivo caprichoso daquela cidade, tanto quanto as raízes profundas de Philippe na arte da música francesa e um amor compartilhado pelo lado outonal da pop ensolarada.

Transcrevendo a press release de lançamento do registo, Thunderclouds inicia as hostilidades com “Living on Borrowed Time, um cativante tema que soa a uma música de um filme perdido de Lemmy Caution. Enquanto a faixa-título do álbum esconde a antecipação de uma tempestade de acordes Wyattesque com toques de jazz que se erguem magicamente do barulho musical que emana de umas obras dum edifício junto à casa de Shepherd's Bush de Louis Philippe, valsas leves como "Fall in a Daydream" e “Once in a Lifetime of Lies” conseguem fazer Londres parecer Paris, antes da faixa de encerramento “When London Burns” convidar o ouvinte para uma pista de dança imaginária onde o anglófono Michel Polnareff encontra o disco. Entre tudo isso, atravessamos as misteriosas paisagens urbanas aurais de “Alphaville”, a ampla gama dinâmica de duas suítes de música (“The Man who had it All” e “Rio Grande”), a Tropicália/ subtileza folk de “The Mighty Owl ”, os surpreendentes ritmos gospel de“ Love is the Only Light ”, os cativantes dramáticos de“ No Sound ”, os tons celtas inesperados de“ Do I ”e o igualmente maluco e belo semi-instrumental“ Willow ”.

Como Louis Philippe conseguiu manter todas estas ideias reprimidas dentro de si por todos estes anos permanece um mistério, mas assim que elas começam a jorrar, ele é verdadeiramente imparável. E como ele previu com razão em 2017, The Night Mail provou ser capaz de acompanhá-lo a todo gás. Sem dúvida, porém, essa urgência recém-descoberta é um testemunho dos tempos desafiadores que todos nós estamos passando. Espero que aprecies a sugestão...

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publicado por stipe07 às 17:43

Bill Callahan & Bonnie ‘Prince’ Billy – Rooftop Garden

Quarta-feira, 06.01.21

Nomes proeminentes da mítica etiqueta Drag City, Bill Callahan e Will Oldham, que assina a sua música como Bonnie “Prince” Billy, têm vindo a abençoar-nos, desde outubro último e mês após mês, com uma fascinante coleção de versões de originais de nomes que respeitam e veneram, juntando sempre, em cada nova gravação, um terceiro elemento convidado.

Bill Callahan and Bonnie "Prince" Billy Cover Lou Reed's "Rooftop Garden":  Listen

A mais recente composição criada ao abrigo dessa iniciativa é a cover de Rooftop Garden, um clássico assinado por Lou Reed, incluído no disco Legendary Hearts que este músico norte-americano, natural de Brooklyn, em Nova Iorque, editou no já longínquo ano de mil novecentos e oitenta e três.

Para gravar esta nova roupagem de Rooftop Garden, Bill Callahan e Bonnie "Prince" Billy convidaram George Xylouris, mentor do projeto Xylouris White, dando ao tema uma sonoridade mais contemporânea e atual, tipicamente americana, que sobrevive impecavelmente numa base eminentemente elétrica, mas que não deixa de ter embutidos alguns tiques e detalhes que roçam um curioso noise experimental de forte cariz lo-fi. Confere...

Bill Callahan And Bonnie 'Prince' Billy - Rooftop Garden

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publicado por stipe07 às 17:26






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