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Metronomy – The Look (MGMT Remix)

Terça-feira, 30.03.21

A comemorar dez anos de existência, The English Riviera é o título do fabuloso disco de estreia dos Metronomy, um projeto nascido da fértil imaginação de Joseph Mount, natural da pequena localidade de Totnes, Devon, sudoeste de Inglaterra; Reza a lenda que tudo começou quando o pai lhe ofereceu um computador para que ele pudesse dedicar-se à produção de música electrónica no quarto, onde se ouvia discos de Autechre, LFO, Aphex Twin e Devo, entre outros.

MGMT Remix Metronomy's “The Look”: Listen | Pitchfork

O motivo da recordação por este dias de The English Riviera é que o registo vai ser alvo de reedição no ocaso deste mês de Abril. Será um disco duplo, que além do alinhamento original incluirá seis temas extra. Um deles é a remistura para o tema The Look, da autoria dos MGMT, uma roupagem da canção ainda mais melancólica que o original e na qual é possível identificar o som ecoante e lisérgico tão peculiar dos MGMT que, já agora, ainda não têm sucessor previsto para Little Dark Age (2018). Confere...

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publicado por stipe07 às 19:25

Warpaint – Paralysed

Terça-feira, 23.03.21

Como todos certamente se recordam, o ano passado partiu do nosso mundo Andy Gill, um dos pilares do mítico projeto britânico Gang Of Four, que se notabilizou por uma ímpar discografia, dentro de um punk rock adornado por tiques da funk e do dub e que olhava com gula para as mazelas sociais e políticas da sociedade, sendo Entertainment! a obra master do catálogo da banda de Leeds e uma das mais aclamadas da história do rock dos últimos quarenta anos.

Warpaint share Gang of Four cover, 'Paralysed' | News | DIY

Logo após o desaparecimento de Andy Gill começou a ser burilado um registo de tributo aos Gang Of Four, que começa finalmente a ganhar forma. O registo vai chamar-se The Problem With Leisure: A Celebration Of Andy Gill And Gang Of Four e irá ver a luz do dia já em maio. Um dos temas já conhecidos do alinhamento desse trabalho é a cover assinada pelas Warpaint da canção Paralysed, que fazia parte do disco Solid Gold que os Gang Of Four lançaram há precisamente quatro décadas. Esta nova roupagem do projeto formado por Theresa Wayman, Emily Kokal, Jenny Lee Lindberg e Stella Mozgawa adiciona a Paralysed uma nova envolvência e um clima mais refinado e cuidado, sem que isso coloque em causa a orgânica e o pulsar rítmico sui generis do original. Confere a cover e o original...

 

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publicado por stipe07 às 17:02

William The Conqueror – Maverick Thinker

Quinta-feira, 18.03.21

Maverick Thinker é o título do novo registo de originais do projeto britânico William The Conqueror, dez imponentes canções assentes num folk blues de primeira água, incubadas por um trio sedeado na lindíssima região da Cornualha e que viram a luz do dia à boleia da Chrysalis Records.

Terceiro disco do projeto, Maverick Thinker sucede a Proud Disturber of the Peace, um álbum que tinha sido gerado na garagem de Ruarri Joseph, o líder da banda, enquanto este álbum já teve uma gestação mais profissional, digamos assim, tendo sido gravado no famoso  estúdio LA Studio Sound City, do lado de lá do atlântico. Foi uma decisão acertada porque é notória a evolução do som dos William The Conqueror, não só no que concerne ao acerto melódico, mas também ao modo como todo o arsenal instrumental consegue a notoriedade necessária, dentro de uma filosofia interpretativa que olha com gula para o rock mais clássico, mas numa toada eminentemente boémia.

De facto, logo em Move On nota-se o peso do blues no disco e percebe-se que será essa a base auditiva do mesmo. Mesmo quando em Wake Up ou Reasons o arrojo das guitarras parece resvalar até um som mais pesado, ou quando nas mais intimistas Quiet Life ou The Deep End parece haver uma atração profunda pela clássica folk, não é colocada em causa, em ambas as situações, a matriz de um alinhamento que algures entre os The Rolling Stones e Bob Dylan, encontra a zona de interseção que o define com melhor clareza.

O hino country Jesus Died a Young Man e o cheiro de whisky blues de Suddenly Scared (24 Storeys High) acabam por ser os grandes momentos de um trabalho com força, profundidade lírica e repleto de canções que se ouvem com inegável prazer. Espero que aprecies a sugestão...

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publicado por stipe07 às 17:34

Everything Everything - Supernormal

Terça-feira, 16.03.21

art rock crescente e explosivo dos britânicos Everything Everything, regressou no verão passado com Re-Animator, o último disco da banda de Jonathan Higgs, o quinto registo do grupo oriundo de Manchester e que apostou num formato eminentemente sintético, um eletropop plasmado no modo exemplar como efeitos sintetizados cósmicos e baterias eletrónicas conduziam a maior parte dos temas.

Everything Everything discuss 'A Fever Dream': "It was more about  collective shock" | Features | DIY

Agora, no início de mais uma primavera, o projeto volta à carga com Supernormal, uma nova canção composta durante o período de gravação de Re-Animator, um rodopio eletrificado, carimbado por uma construção melódica estrutural minuciosamente planeada, rematada pelo falsete único de Higgs, que também assina o vídeo do tema. Confere...

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publicado por stipe07 às 14:01

Still Corners - The Last Exit

Segunda-feira, 15.03.21

Dois anos depois do belíssimo registo Slow Air, a dupla britânica Still Corners está de regresso, novamente à boleia da Wrecking Light, com The Last Exit, o quinto álbum da carreira deste projeto formado por Greg Hughes e Tessa Murray e que sedeado há já alguns anos nos Estados Unidos tem pautado a sua carreira por calcorrear um percurso sonoro balizado por uma pop leve e sonhadora, íntima da natureza etérea e onde os sintetizadores são reis, mas também uma pop que pisca muitas vezes o olho aquele rock alternativo em que as guitarras eléctricas e acústicas marcam indubitavelmente uma forte presença.

Still Corners – 'The Last Exit' review: open-road Americana

A década e meia de carreira dos Still Corners, que teve o seu arranque num encontro fortuíto num autocarro, foi sempre em crescendo, com The Last Exit a marcar, com segurança, mais um patamar evolutivo contundente na habitual fórmula da banda e que já descrevi acima. Importa, portanto, no caso deste registo, destriçar o seu ponto marcante neste percurso e que centra-se no modo como os Still Corners colocaram na linha da frente do arquétipo sonoro das suas novas canções alguns dos tiques fundamentais da folk. Assim, a normalização do uso de elementos acústicos no arsenal instrumental e texturas cristalinas e sons da natureza, ao nível dos arranjos, são marcas indeléveis e preponderantes em The Last Exit, disco com elevado travo orgânico e onde os sintetizadores passaram ser meros adornos indutores de detalhes e tiques que, muitas vezes, servem apenas para preservar o adn do projeto.

The Last Exist, o tema homónimo, é feliz nesta nova moldura sonora da dupla, uma composição que apontando timidamente para ambientes dançantes e contendo um efeito sintetizado retro, impressiona principalmente na saudável rugosidade orgânica que o baixo e a guitarra eletrificada oferecem à canção, que tem em ponto de mira um indisfarçável ambiente de romantismo e sensualidade.

A partir daí, no travo poeirento de Crying, no clima retro pop luxuriante de White Sands, na luminosidade do classicismo folk de A Kiss Before Dying e de Static, na guitarrada à Dire Straits que conduz It's Voodoo, ou na abordagem mais elétrica, mas igualmente pastoril de Mystery Road, encontramos os grandes instantes de um álbum claramente primaveril e feliz, como estes tempos exigem e que sai airosamente do risco que contém e que se define numa nova proposta instrumental, conforme já foi descrita e que, propositadamente, ou não, vai de encontro ao movimento atual que resgata de forma renovada as principais marcas e particularidades sonoras de décadas anteriores, mas sem deixar de acrescentar e incuir a esse referencial retro toques de modernidade. Espero que aprecies a sugestão...

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publicado por stipe07 às 17:42

BirdPen – All Function One

Terça-feira, 09.03.21

Os BirdPen são uma banda de rock eletrónico alternativa formada por Dave Pen (cantor e guitarrista dos Archive) e o guitarrista e teclista Mike Bird. O projeto tem já um respeitável catálogo, sendo a adição mais recente All Function One, um tomo de doze canções, o sexto do grupo de Southampton, produzidas e masterizadas pela própria dupla e pelo carismático Frank Arkwright nos míticos estúdios Abbey Road, em Londres.

BirdPen chante les "Invisible" dans son nouveau single - Rolling Stone

Mais um disco gravado em período período pandémico, à semelhança do que sucede com vários registos que vão chegando aos escaparates e à nossa redação por estes dias, All Function One é uma jornada reflexiva sobre o modo como Dave e Mike viveram dois mil e vinte e os períodos de isolamento imposto que tiveram que experienciar. No entanto, aproveitando a temática, acabaram também por se debruçar sobre todos aqueles a quem a pandemia não trouxe nada de novo porque vivem já enclausurados, há anos a fio, pelas mais variadas circunstâncias, havendo mesmo uma personagem em específico que inspirou de modo intenso a dupla: At the time we wrote the songs they weren’t about a global pandemic that forced everyone to stay inside, but about people who already spent most of their lives indoors due to fear of the outside world. You can have everything you want from your own home these days, even creating a virtual partner. However, by the time we mixed the album in March this theme had become a reality. There was a story about a man who didn’t leave his home for years, built a silver room with no electrical appliances or phone, etc to keep out the radiation. It was really inspiring but also quite tragic. It helped build a kind of narrative to the album. Switching off from everything almost feels like an impossible thing to do these days. Modern junk continually drip feeds into us all. The album follows this theme and also about living in a designed life that is cold, fake and faceless with people feeling lost and invisible.

Sonoramente, All Function One é uma amálgama bem arquitetada, minuciosamente projetada com guitarras repletas de distorções psicadélicas e linhas de baixo vigorosas. Partindo dessa permissa, da eletrónica mais clássica ao krautrock, sempre com uma elevada atmosfera cinemtográfica presente, o disco segue a sua narrativa sem complacência, com a atmosfera sempre crescente, rumo à eloquente majestosidade de Function, o clássico rock vibrante de Life In Design, o intimismo frágil, etéreo e ternurento de Seat 35, a hipnótica cadência da secção rítmica pulsante de Modern Junk, o acerto jazzístico de Flames, ou o irresistível romantismo da acusticidade das cordas que conduzem Shakes a congregarem toda uma vastidão de subgéneros sonoros, apimentados por um travo intenso a melancolia e lisergia, sensações que caminham constantemente lado a lado, em todas estas paisagens multicoloridas de sons e sentimentos que deambulam pelos nossos ouvidos num frágil balanço entre uma eletrónica com um vincado sentido cósmico e uma indulgência orgânica imponente.

De facto, All Function One é um lugar mágico, com um toque de lustro de forte pendor introspetivo, ausente de constrangimentos estéticos, um compêndio de canções que nos ajuda a observar como é viver num mundo onde somos a espécie dominante e protagonista, mas também sujeita às contrariedades mais inesperadas que a mãe natureza implacavelmente nos coloca, um trabalho experimentalista naquilo que o experimentalismo tem por génese: a mistura de coisas existentes, para a descoberta de outras novas, como tão bem prova Blackhole, uma das mais bonitas canções que já foi possível escutar este ano. Espero que aprecies a sugestão...

BirdPen - All Function One

01. Function
02. Life In Design
03. Modern Junk
04. Shakes
05. Seat 35
06. Blackhole
07. Flames
08. Otherside
09. Changes
10. Universe
11. Invisible
12. Undone

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publicado por stipe07 às 14:32

James – All The Colours Of You

Segunda-feira, 08.03.21

Já se vislumbra no horizonte o décimo sexto álbum da carreira dos britânicos James, um trabalho intitulado All The Colours Of You e que sucede a LIVE In Extraordinary Times, um tomo de composições gravadas ao vivo e que fazem parte do alinhamento de Living In Extraordinary Times. Esse novo compêndio da banda de Tim Booth irá ver a luz do dia a quatro de junho próximo e, tendo sido bastante marcado pelo atual período pandémico, foi produzido por Jacknife Lee (U2, REM, Taylor Swift, Snow Patrol, The Killers).

James com novo disco em junho

All The Colours Of You, o tema que dá nome ao registo, é o primeiro single extraído do mesmo, uma composição majestosa e vibrante, como é apanágio do catálogo de Jacknife Lee, assente numa fórmula pop, feita com um vasto catálogo de sons convencionais e característicos de uma radiofonia marcada por teclados melancolicamente projetados, guitarras carregadas de efeitos, a voz encaixada de forma a soar épica e a bateria com um leve eco, de modo a chegar ao maior número possível de ouvintes do modo mais acessível possível. Confere...

James - All The Colours Of You

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publicado por stipe07 às 14:31

The Telescopes - Songs Of Love And Revolution

Sábado, 06.03.21

Com mais de trinta anos de carreira e já descritos pela imprensa musical britânica como uma revolução da psique, os The Telescopes estão de regresso aos discos com Songs Of Love And Revolution, o décimo segundo álbum do quarteto e mais uma explosão solar de ritmos indutores de transe, presa no leme por uma parede de baixo pulsante e mantida no lugar por um enxame de guitarras ao redor, como é apanágio num projeto com um legado cheio de momentos “eureka”, alimentados via intravenosa através de uma racha no ovo cósmico, e que sempre revelou algo novo dentro de um espetro indie de forte cariz lisérgico e amplamente progressivo.

The Telescopes – Songs of Love and Revolution – P3DRO

Neste Songs Of Love And Revolution, em quase quarenta minutos de absoluta hipnose e nebulosa alienação,  temas como Mesmerised, composição assente num registo minimalista e crú, com o vibrante hipnotismo da relação frutuosa que se estabelece entre um repetitivo dedilhar da guitarra e a voz a criarem uma espécie de fuzz acústico psicadélico, ou Strange Waves, tema em que a tónica é colocada, primordialmente, na criação de um ambiente com forte travo lisérgico e cósmico, proporcionado pela eficaz interseção entre um efeito tenebroso de uma guitarra e um efeito reverbante de outra, são pináculos de uma experiência auditiva de forte pendor metafísico e sensorial.

Como se percebe então Songs Of Love And Revolution atiça, enquanto impressiona o ouvinte devido ao modo como se serve das guitarras para construir canções embrulhadas numa espécie de névoa radioativa, que intoxica pela majestosidade e ímpeto, nuances conjuradas com elevada mestria  e que cimentam essa relação simbiótica perfeita entre instrumento e intérprete, oferecida por um projeto sempre visionário, revolucionário e marcadamente experimental. Espero que aprecies a sugestão...

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publicado por stipe07 às 18:29

Tindersticks - Distractions

Quinta-feira, 04.03.21

Os Tindersticks de Stuart Staples e David Boulter estão finalmente de regresso aos discos com Distractions, um alinhamento de sete canções bastante marcadas pelo contexto pandémico atual, nomeadamente no processo de gravação das mesmas que, de acordo com Staples, foi algo doloroso porque criar, compor, misturar e produzir à distância não é um modus operandi com o qual a dupla que encabeça o projeto se sinta particularmente confortável. Seja como for, Distractions, o décimo terceiro disco dos Tindersticks, é um registo muito orgânico, encarnando uma forte componente experimental e uma busca por novas sonoridades algo inéditas na discografia do grupo, nomeadamente as origens do chamado punk rock, com o groove do baixo a ser um instrumento fulcral no arquétipo sonoro do registo, assim como o piano, tocado sempre com uma elegância sombria inimitável.

Tindersticks Announces New Album Distractions for February 2021 Release and  Shares New Song "Man along (can't stop the fadin')" - mxdwn Music

Com quatro originais e três versões, A Man Needs a Maid, de Neil Young, You’ll Have To Scream Louder, dos Television Personalities e Lady With the Braid, de Dory Previn, Distractions abre as hostilidades com Man Alone (Can’t Stop The Fadin’), a mais longa canção que os Tindersticks já gravaram até hoje. É uma espetacular composição, tremendamente cinematográfica, assente num vigoroso baixo, uma batida hipnótica e variadíssimas sobreposições milimétricas de efeitos vocais, tudo apresentado com uma emotividade crescente, e um clima impregnado numa aúrea de mistério e sensualidade únicos. 

Está dado o mote para um alinhamento com uma míriade instrumental densa e elaborada, como é apanágio dos Tindersticks, onde não faltam os habituais sopros, sem dúvida outra das principais imagens de marca deste projeto. É um naipe de canções ricas em pequenos detalhes e muitos deles deliciosamente hipnóticos, que evidenciam o charme muito próprio e a matriz identitária bastante vincada do grupo, ao mesmo tempo que absorve a tal exploração de um ideário sonoro que há umas quatro décadas colocou um universo mais negro e depressivo na primeira linha do rock alternativo.

Assim, num registo que pleno de soul, exuberante e hirto, que penetra na nossa pele até ao âmago e nos faz tremer, enquanto eriça todos os nossos sentidos, canções como a já referida You’ll Have To Scream Louder, uma versão bastante solarenga e jazzística do original dos Television Personalities, Tue-moi, um dos originais, inspirado nos ataques a Paris e Manchester, cantado na língua de Voltaire e com Staples divino ao piano e The Bough Bends, outra longa composição, na qual um chilrear de pássaros e uma flauta embalam a magnífica capacidade declamativa de Staples, são o pináculo de uma teia sublime, mágica e com uma beleza muito imediata e acessível. Espero que aprecies a sugestão...

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publicado por stipe07 às 13:23

The Horrors - Lout

Sábado, 27.02.21

Os The Horrors de Faris Badwan, Joshua Hayward, Tom Cowan, Rhys Webb e Joseph Spurgeon, preparam-se para lançar às feras o sexto tomo de uma discografia ímpar, idealizada por um quinteto de rapazes com o típico ar punk de há quarenta anos atrás, mas que têm mostrado que não pretendem apenas ser mais uma banda propagadora do garage rock ou do pós-punk britânico dos anos oitenta, mas donos de uma sonoridade própria e de um som adulto, jovial e tremendamente inovador, que, pelos vistos, se prepara para virar agulhas para o rock mais industrial.

The Horrors Announce Lout EP, Share New Song: Listen | Pitchfork

Tal suposição baseia-se no conteúdo do single que dá nome ao novo álbum dos The Horrors e que será, talvez, o disco mais arriscado e eclético da carreira do projeto natural de Southend-on-Sea. Falo de Lout, uma vigorosa composição sobre a relação entre a escolha e o acaso, a tomada compulsiva de riscos e o empurrar da sorte, conforme referiu recentemente Faris Badwan e que, da viscerilidade e do fuzz agreste das guitarras, à aspereza da bateria e dos arranjos, nos oferece um rock duro, corrosivo e denso. Sobre a canção, Tom Furse, o teclista, acrescentou que parece um regresso a um som mais pesado mas está a um milhão de milhas de distância de qualquer coisa que a banda tenha feito antes. Confere...

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publicado por stipe07 às 13:29






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