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Hank Bee - 10:23

Sábado, 10.01.26

Hannah Brown é de Liverpool e encabeça o projeto a solo Hank Bee, que se vai estrear nos lançamentos musicais com um EP intitulado a sudden hankering, que irá ver a luz do dia a trinta de janeiro, em formato digital e fisicamente em formato cassete, com a chancela da londrina Memorials of Distinction.

pic by Alice Lovatt

10:23 é o mais recente tema divulgado do alinhamento de cinco composições que incorporam a sudden hankering. A canção foi escrita em março de dois mil e vinte e três, enquanto Bee olhava pela janela do sotão do seu quarto, numa casa de estilo georgiano em Liverpool e o título indica a hora em que a artista começou a escrever a canção inspirando-se no que via lá fora, na rua, durante esse momento.

Sonoramente, 10:23 é um tema intimista e contemplativo, conduzido por uma guitarra exemplarmente eletrificada e plena de soul, que depois vai sendo revestida de modo charmoso com uma vasta miríade de elementos orgànicos, acústicos e eletrificados, que se cruzam com um registo percussivo bem vincado, nuances que ampliam um certo sentimento de urgência que se vai sentindo ao longo da canção que, quase no seu ocaso, ganha arrojo e imponência, dando uma espécie de salto conceptual sonoro da folk para o rock. Confere 10:23 e o vídeo do tema assinado por Aidan Shard, assim como o acesso ao restante conteúdo de a sudden hankering EP...

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publicado por stipe07 às 14:56

Yellow Days – Special Kind Of Woman

Segunda-feira, 22.12.25

Oito após o EP de estreia Harmless Melodies e o seu primeiro longa duração, Is Everything OK In Your World?, e meia década depois do registo A Day In A Yellow Beat, o cantor e multi-instrumentista britânico George van den Broek, de vinte e seis anos e que assina a sua música como Yellow Days, está de regresso ao nosso radar com Special Kind Of Woman, o mais recente avanço revelado de Rock And A Hard Place, o novo disco do músico natural de Manchester, um alinhamento de catorze canções que vai ver a luz do dia a treze de fevereiro do próximo ano, com a chancela da Independent Co..

Yellow Days has shared new single "Special Kind Of Woman." The track is off his album Rock And A Hard Place, on February 13, 2026
pic by  Charlotte Manuel

Tema que pretende encarnar uma sentida declaração de amor à atual companheira de van den Broek, Special Kind Of Woman é um incrível tratado de indie pop de forte toada jazzística, com elevada influência da soul, do blues, do R&B e do funk e, por isso, sonoramente bastante eclético. É uma canção bastante orgânica, charmosa e angulosa, com um travo retro delicioso e que transmite bastante alegria e positividade. Confere...

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publicado por stipe07 às 13:49

The Afghan Whigs - Fake Like (Poliça cover) vs Downtown (Still Corners cover)

Quinta-feira, 18.12.25

Os norte-americanos The Afghan Whigs de Greg Dulli, são um estrondoso projeto em atividade desde mil novecentos e oitenta e seis e já com uma reputação mítica no universo sonoro indie e alternativo, das últimas quatro décadas. Estão de regresso ao nosso radar no final de dois mil e vinte e cinco com um lançamento em formato digital e fisico de 7'', que contém um par de covers e que conta com a chancela da Shake It Records, a etiqueta do próprio grupo.

FLOOD - The Afghan Whigs Return with Poliça and Still Corners Covers

Primeiro sinal de vida da banda natural de Cincinnati, no Ohio, desde o disco How Do You Burn?, lançado em dois mil e dois, este par de versões resultaram de um processo criativo espontâneo levado a cabo por Greg Dulli em estúdio e oferecem-nos um registo inpterpretativo majestoso e épico, bem à imagem de um projeto que assenta os seus pilares naquele rock eminentemente denso, mas com elevada sagacidade melódica, um rock carregado com guitarras poderosas e incisivas que não descuram uma faceta psicadélica que se aplaude e que é reforçada pela presença infatigável e marcante da clássica bateria.

Assim, quer Fake Like, um original que o projeto Poliça, sedeado em Minneapolis, lançou em dois mil e dezasseis, quer Downtown, tema que os britânicos Still Corners incubaram nesse mesmo ano, não vêm colocado em causa o adn sonoro dos originais, mas ganham uma outra exuberância, com as guitarras no primeiro tema e o piano no segundo, a serem os grandes sustentos de duas novas roupagens que também acabam por recriar com astúcia o habitual ambiente misterioso e sombrio das criações sonoras do Afghan Whigs. Confere as covers e os originais...

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publicado por stipe07 às 20:51

Gorillaz - Damascus (feat. Omar Souleyman and Yasiin Bey)

Segunda-feira, 15.12.25

Dois anos e meio depois de Cracker Island, os britânicos Gorillaz, projeto formado por Russell, Noodle, 2D e Murdoc e conduzido pelo enorme Damon Albarn, talvez a única personalidade da música alternativa contemporânea capaz de agregar nomes de proveniências e universos sonoros tão díspares e fazê-lo num único registo sonoro, estão de regresso aos discos com The Mountain, o nono álbum da carreira do projeto, um alinhamento de quinze canções que vai chegar aos escaparates a vinte de março de dois mil e vinte e seis, com a chancela da KONG, etiqueta criada pelo próprio grupo.

The Mountain será mais um disco conceptual, como é hábito nos Gorillaz, pretendendo, neste caso, ser uma espécie de banda sonora de uma festa na fronteira entre este mundo e o seguinte, explorando a jornada da vida e a emoção de existir. Para conseguir isso, o quarteto refugiou-se em Mumbai, na Índia, chegando lá à boleia de passaportes falsos fornecidos a Murdoch, por um mafioso de Nova Iorque. Na metrópole asiática, deixaram-se envolver pelo misticismo local e deixaram fluir corpo e mente pelos terrenos íngremes e montanhosos daquilo a que chamamos vida.

O resultado final desta jornada intimista, produzida pelos próprios Gorillaz, com a ajuda de James Ford, Samuel Egglenton e Remi Kabaka Jr. e gravada nos estúdios no Studio 13, em Londres e Devon, em diversos locais da Índia, incluindo Mumbai, Nova Deli, Rajasthan e Varanasi e em Ashgabat, Damasco, Los Angeles, Miami e Nova Iorque, são quinze canções repletas de participações especiais de excelência, como são os casos de Bizarrap, Black Thought, Anoushka Shankar, Omar Souleyman, Johnny Marr (The Smiths), Mark E. Smith (The Fall), Paul Simonon (The Clash), Yasiin Bey (anteriormente conhecido como Mos Def), os Idles e os Sparks, dos veteraníssimos irmãos Ron e Russell Mael.

The Happy Dictator, uma canção ímpar no modo como recria um verdadeiro oásis de pop sintética, à boleia de uma batida frenética cósmica, um teclado encharcado em sintetizações retro e um sem fim de entalhes, foi o primeiro single divulgado do alinhamento de The Mountain. Em outubro, tivemos a possibilidade de conferir The Manifesto, canção que conta com as participações especiais do rapper argentino Trueno e com um pequeno trecho de Proof, membro dos D12, que faleceu há quase vinte anos, em abril de dois mil e seis. Era uma tema que, de acordo, com Russell Hobbs, o baterista fictício dos Gorillaz, encarnava uma meditação musical recheada de luz e uma viagem do nosso âmago à boleia de batidas. O resultado final foi, como certamente se recordam, um verdadeiro oásis lisérgico e contemplativo, em que world music, R&B, eletrónica, jazzrap e hip-hop, conjuravam entre si com particular deleite e também com a ajuda de vários músicos indianos, nomeadamente os irmãos Amaan Ali Bangash e Ayaan Ali Bangash, Ajay Prasanna, a banda Jea Band Jaipur e o coro Mountain Choir, dirigido por Vijayaa Shanker.

Já em novembro, tivemos para escuta The God Of Lying, canção que contava com a participação especial de Joe Talbot, vocalista dos IDLES, artista que induziu no tema o seu habitual registo vocal carismático e bastante vincado. Sonoramente, The God Of Lying ofereceu-nos uma espécie de reggae psicadélico, feito com sintetizadores buliçosos, um registo percussivo anguloso, a cargo do indiano Viraj Acharya e diversos arranjos acústicos algo subtis, dos quais se destacavam os que são proporcionados por um banjuri tocado pelo também indiano Ajay Prasanna.

Agora, quase no final do ano, temos para escuta Damascus, composição que conta com as participações especiais do cantor sírio Omar Souleyman e do rapper nortem-americana Yasiin Bey, que já foi Mos Def. Damascus impressiona pela imponência e pelo misticismo que exala. Cascatas de camadas diversas de sintetizações retro, rematadas por aquele clima percussivo frenético típico do crescente asíático e um olhar anguloso ao melhor hip-hop, adornando-o com referências óbvias ao mundo árabe, encarnam um festim multicultural de world music enérgico, rico, festivo e intenso. Confere...

 

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publicado por stipe07 às 13:36

Ulrika Spacek – Square Root Of None

Sábado, 29.11.25

Pouco mais de dois anos depois de Compact Trauma, um dos melhores discos de dois mil e vinte e três para a nossa redação, figurando num honroso décimo sétimo lugar, os britânicos Ulrika Spacek de Rhys Edwards, Rhys Williams, Joseph Stone, Syd Kemp e Callum Brown, estão de regresso ao formato longa duração em dois mil e vinte e seis com EXPO, um alinhamento de onze canções que vai ver a luz do dia a seis de fevereiro, com a chancela da Full Time Hobby Recordings.

pic by Anya Broido

Square Root Of None é o mais recente single revelado do conteúdo de EXPO. Oitava canção do alinhamento do registo, esta composição ilustra o modo exímio como este projeto Ulrika Spacek consegue mesclar concetual e sonoramente o digital e o analógico, através de um modus operandi eminentemente experimental, que utiliza instrumentação sintética, mas também, do ponto de vista mais orgânico, cordas das mais variadas proveniências  e variados elementos percussivos.

De facto, o dinamismo e o registo amosférico denso e imersivo, feito de guitarras distorcidas e texturas eletrónicas com um curioso perfil retro, são as traves mestras do esqueleto sonoro de Square Root Of None, um tema que replica uma sonoridade punk, feita com fortes reminiscências naquela faceta sessentista ácida e psicotrópica com um acabamento exemplar, enquanto nos proporciona uma jornada sonora emocionante e introspetiva. Confere Square Root Of None e o artwork e a tracklist de EXPO...

Intro
Picto
I Could Just Do It
Build A Box Then Break It
This Time I'm Present
Showroom Poetry
Expo
Square Root Of None
Weights & Measures
A Modern Low
Incomplete Symphony

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publicado por stipe07 às 20:50

Saccades – Between Two Bodies Of Water

Quarta-feira, 26.11.25

Os londrinos The KVB, formados pela dupla Nicholas Wood e Kat Day, construiram na última década um firme reputação que permite afirmar, com toda a segurança, que são, atualmente, uma das melhores bandas a apostar na herança do krautrock e do garage rock, aliados com o pós punk britânico dos anos oitenta.

No entanto, não é só dos The KVB, que se faz a carreira musical destes artistas. Wood tem também um projeto a solo que batizou com o nome Saccades, com vários singles já editados e disponíveis na plataforma bandcamp do músico.

Assim depois de no início de outubro último, Saccades ter causado mossa na nossa redação com Greek Fire, um tema com um perfil sonoro bastante solarengo e intimista, mas igualmente imponente e enleante, agora volta a fazê-lo à boleia de uma outra composição. Trata-se de Between Two Bodies Of Water, tema inspirado numa canção com o mesmo nome assinada pelo guitarrista espanhol Paco de Lucia.

Solarenga, charmosa e intimista, Between Two Bodies Of Water impressiona pela riqueza de entalhes e detalhes sintéticos que adornam uma composição com um elevado travo cósmico e com um perfil enleante e aconchegante. É uma canção em que o registo vocal ecoante de Wood, a subtileza das guitarras e a exuberância dos teclados se fundem e se confundem com minúcia e cálculo milimétrico, num resultado final que espreita perigosamente, e ainda bem, uma sonoridade muito próxima da pura psicadelia. Confere...

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publicado por stipe07 às 17:26

King Hannah – This Hotel Room

Terça-feira, 11.11.25

Sedeada em Liverpool, a dupla King Hannah, formada por Hannah Merrick e Craig Whittle, tem uma curta carreira de menos de meia década, mas já dois excelentes discos, um intitulado I'm Not Sorry, I Was Just Being Me, lançado em dois mil e vinte e dois e Big Swimmer, o sucessor, editado em dois mil e vinte quatro, ambos sob a chancela da insuspeita City Slang.

KH_Press Shot Final Edits_Lucy Mclachlan-2.jpg

Este projeto King Hannah já tinha chamado a atenção da nossa redação perto do natal do ano passado com a cover que criaram para o clássico Blue Christmas, um original de mil novecentos e cinquenta e sete, assinado pelo king Elvis Presley e agora voltam a fazê-lo com o anúncio do lançamento de um single de sete polegadas com os temas This Hotel Room, no lado a) e Look At Miss Ohio, no lado b), este uma cover de um original de Gillian Welch, que faz parte do alinhamento do álbum Jimmy Carter: Man from Plains, que este músico natural de Nova Iorque lançou em dois mil e sete.

Temos para sugestão e escuta neste artigo o principal tema do lançamento, a composição This Hotel Room. É uma canção que brilha no modo como honra os alicerces fundamentais da mais pura indie folk, com destaque para uma bateria complacente e comodamente paciente no modo como acomoda cordas acústicas e eletrificadas, que vão subindo o tom e os decibéis, enquanto criam uma melodia inspirada, que se vai deixando enlear por uma quase impercetível vastidão de arranjos e detalhes e nuances das mais diversas proveniências, que adornam, com um charme intenso, um tema que, entre melancolia, contemplação e experimentalismo, contém uma enorme beleza, emoção e arrojo. Confere...

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publicado por stipe07 às 17:30

Gorillaz – The God Of Lying (feat. IDLES)

Segunda-feira, 10.11.25

Dois anos e meio depois de Cracker Island, os britânicos Gorillaz, projeto formado por Russell, Noodle, 2D e Murdoc e conduzido pelo enorme Damon Albarn, talvez a única personalidade da música alternativa contemporânea capaz de agregar nomes de proveniências e universos sonoros tão díspares e fazê-lo num único registo sonoro, estão de regresso aos discos com The Mountain, o nono álbum da carreira do projeto, um alinhamento de quinze canções que vai chegar aos escaparates a vinte de março de dois mil e vinte e seis, com a chancela da KONG, etiqueta criada pelo próprio grupo.

The Mountain será mais um disco conceptual, como é hábito nos Gorillaz, pretendendo, neste caso, ser uma espécie de banda sonora de uma festa na fronteira entre este mundo e o seguinte, explorando a jornada da vida e a emoção de existir. Para conseguir isso, o quarteto refugiou-se em Mumbai, na Índia, chegando lá à boleia de passaportes falsos fornecidos a Murdoch, por um mafioso de Nova Iorque. Na metrópole asiática, deixaram-se envolver pelo misticismo local e deixaram fluir corpo e mente pelos terrenos íngremes e montanhosos daquilo a que chamamos vida.

O resultado final desta jornada intimista, produzida pelos próprios Gorillaz, com a ajuda de James Ford, Samuel Egglenton e Remi Kabaka Jr. e gravada nos estúdios no Studio 13, em Londres e Devon, em diversos locais da Índia, incluindo Mumbai, Nova Deli, Rajasthan e Varanasi e em Ashgabat, Damasco, Los Angeles, Miami e Nova Iorque, são quinze canções repletas de participações especiais de excelência, como são os casos de Bizarrap, Black Thought, Anoushka Shankar, Omar Souleyman, Johnny Marr (The Smiths), Mark E. Smith (The Fall), Paul Simonon (The Clash), Yasiin Bey (anteriormente conhecido como Mos Def), os Idles e os Sparks, dos veteraníssimos irmãos Ron e Russell Mael.

The Happy Dictator, uma canção ímpar no modo como recria um verdadeiro oásis de pop sintética, à boleia de uma batida frenética cósmica, um teclado encharcado em sintetizações retro e um sem fim de entalhes, foi o primeiro single divulgado do alinhamento de The Mountain. Em outubro, tivemos a possibilidade de conferir The Manifesto, canção que conta com as participações especiais do rapper argentino Trueno e com um pequeno trecho de Proof, membro dos D12, que faleceu há quase vinte anos, em abril de dois mil e seis. Era uma tema que, de acordo, com Russell Hobbs, o baterista fictício dos Gorillaz, encarnava uma meditação musical recheada de luz e uma viagem do nosso âmago à boleia de batidas. O resultado final foi, como certamente se recordam, um verdadeiro oásis lisérgico e contemplativo, em que world music, R&B, eletrónica, jazzrap e hip-hop, conjuravam entre si com particular deleite e também com a ajuda de vários músicos indianos, nomeadamente os irmãos Amaan Ali Bangash e Ayaan Ali Bangash, Ajay Prasanna, a banda Jea Band Jaipur e o coro Mountain Choir, dirigido por Vijayaa Shanker.

Agora, poucas semanas depois, do alinhamento de The Mountain, temos para escuta The God Of Lying, canção que conta com a participação especial de Joe Talbot, vocalista dos IDLES, artista que induz no tema o seu habitual registo vocal carismático e bastante vincado. Sonoramente, The God Of Lying oferece-nos uma espécie de reggae psicadélico, feito com sintetizadores buliçosos, um registo percussivo anguloso, a cargo do indiano Viraj Acharya e diversos arranjos acústicos algo subtis, dos quais se destacam os que são proporcionados por um banjuri tocado pelo também indiano Ajay Prasanna. Confere...

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publicado por stipe07 às 18:45

Tunng – Anoraks

Domingo, 09.11.25

Quase sete anos depois do excelente Songs You Make At Night, disco que chegou aos escaparates em dois mil e dezoito, à boleia da insuspeita Full Time Hobby, o coletivo britânico Tunng, que está a comemorar em dois mil e vinte e cinco duas décadas de uma respeitável carreira, onde tem misturado, com uma ímpar contemporaneidade e bom gosto, eletrónica e folk, editou, no início do ano, Love You All Over Again, um novo catálogo de canções deste coletivo formado por Mike Lindsay, Sam Genders, Ashley Bates, Phil Winter, Becky Jacobs e Martin Smith.

Tunng revient avec l'album "Love You All Over Again"

Agora,quase no ocaso de dois mil e vinte e cinco, os Tunng lançam um novo tema em formato single intitulado Anoraks, que pretende encerrar em grande um ano intenso para o projeto.

Cordas dedilhadas com astúcia, um clima de fundo cândido assente em subtis texturas eletrónicas e um registo vocal declamativo intenso, são as grandes traves mestras de Anoraks, uma canção que acaba por conter uma curiosa luminosidade e encantamento, tendo origem numa filosofia intepretativa com um adn sem paralelo no panorama alternativo atual. . Confere...

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publicado por stipe07 às 19:33

Ed Harcourt – The Low Spirits

Terça-feira, 04.11.25

O músico Ed Harcourt lançou em dois mil e vinte e três um excelente disco intitulado El Magnifico, um alinhamento de doze canções que tinha a chancela do seu próprio selo, Deathless Recordings e que à época sucedeu ao extraordinário compêndio de instrumentais Monochrome To Colour, de dois mil e vinte.

Ed Harcourt | Think Tank NCL

El Magnifico, tinha sido produzido pelo próprio Ed Harcourt e gravado nos seus estúdios estúdios Wolf Cabin, com as canções a serem depois retocadas com a ajuda do produtor Dave Izumi Lynch, nos estúdios Echo Zoo Studio, em Eastbourne. O resultado final foi bastante cinematográfico e evocativo, uma evidência sustentada numa sequência de temas em que entalhes eletrónicos das mais diversas proveniências, um piano repleto de variações rítmicas e cordas insinuantes se abraçavam e contrapunham-se, quase sempre de modo bastante rico e emotivo.

Agora, pouco mais de dois anos depois, Ed Harcourt está de regresso ao nosso radar com o anúncio de um novo disco intitulado Orphic, o décimo primeiro da carreira do artista, um alinhamento de onze canções que terão novamente a chancela da Deathless Recordings. Uma delas é The Low Spirits, a oitava composição da listagem de Orphic.

The Low Spirits é sobre primaveras e recomeços e trata-se de um tema luminoso e intenso e que, apesar de entroncar numa filosofia eminentemente acústica, é instrumentalmente riquíssimo, com especial ênfase para um piano assombroso e um violino bastante charmoso. Confere...

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publicado por stipe07 às 17:32






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