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Fujiya And Miyagi – Digital Hangover

Quinta-feira, 21.07.22

Três anos depois de Flashback, os britânicos Fujiya And Miyagi têm um novo disco na forja. Irá chamar-se Slight Variations e chega aos escaparates no final de setembro, com a cancela da Impossible Objects of Desire, a etiqueta da banda.

Digital Hangover | Fujiya & Miyagi

Digital Hangover é o primeiro single divulgado do alinhamento de um disco assinado por um projeto com mais de década e meia de atividade e que se foi assumindo, à boleia de um já vasto e riquíssimo catálogo discográfico, como um dos grupos mais relevantes do cenário indie britânico, pelo modo exímio como tem vindo a misturar alguns dos melhores aspetos do rock alternativo com a eletrónica de cariz mais progressivo.

Digital Hangover é uma composição luminosa e animada, que tem na performance vocal um elevado trunfo, mas que também impressiona pela vertente rítmica, que é, sem sombra de dúvida, um dos atributos maiores dos Fujiya And Miyagi. Além destes dois aspetos vitais, a canção também impressiona pela simbiose feliz entre elementos orgânicos e sintéticos, com cordas e sintetizações planantes a entrecuzar-se com elevada astúcia entre si. Digital Hangover tem também já direito a um excelente vídeo assinado por David Best e Bob Brown. Confere...

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publicado por stipe07 às 12:28

Panda Bear & Sonic Boom - Go On

Terça-feira, 19.07.22

Os Panda Bear e o projeto Sonic Boom têm já uma longa história de parcerias, mais ou menos profícuas. Recordo que Peter Kember misturou e masterizou o registo Tomboy, disco a solo de Noah Lennox, a grande trave mestra dos Panda Bear e fez também parte dos créditos de produção de disco de dois mil e quinze, Panda Bear Meets The Grim Reaper, que à época fez furor na nossa redação. Entretanto, por essa altura, Kember mudou-se para Lisboa, onde Lennox, natural de Baltimore, no Maryland, já vive há ainda mais tempo e os dois artistas têm cimentado ainda mais uma relação que vai, finalmente, materializar-se num disco intitulado Reset, que irá ver a luz do dia em novembro com a chancela da Domino Recordings.

Panda Bear reveals details of collaborative album and shares new song, 'Go  On'

Reset terá como grande inspiração a coleção de discos de Peter Kember das duas primeiras décadas da última metade do século passado e terá vários samples desse acervo. Aliás, a demora na publicação de Reset deve-se com o processo de obtenção das indispensáveis autorizações para a utilização de vários trechos de outros artistas, desses anos cinquenta e sessenta.

Go On é o primeiro single revelado de Reset, uma composição que contém um sample do clássico de mil novecentos e sessenta e sete, Give It To Me, dos míticos The Troggs, uma banda inglesa que era formada por Reg Presley, Chris Britton, Pete Staples e Ronnie Bond. Uma guitarra agreste, sempre firme no jogo de cintura que mantém com diversas sintetizações inebriantes e diversos elementos percussivos das mais diversas proveniências, é a grande pedra de toque de uma composição que impressiona, como é hábito nos Panda Bear, pelo inconformismo experimental e pelo modo buliçoso como se mantêm particularmente inventivos mesmo num espetro sonoro onde é fácil cair na redundância e num certo marasmo, ou então, pior do que isso, resvalar para uma exacerbada radiofonia e um vício comercial que acabe por tolher, absorver e, no final, asfixiar projetos. Confere Go On e a tracklist de Reset...

Gettin’ To The Point
Go On
Everyday
Edge Of The Edge
In My Body
Whirlpool
Danger
Livin’ In The After
Everything’s Been Leading To This

 

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publicado por stipe07 às 21:39

Efterklang - Plexiglass EP

Terça-feira, 28.06.22

Foi o ano passado que os dinamarqueses Efterklang protagonizaram uma das transferências mais badaladas da temporada musical, assinando pela City Slang depois de três discos na britânica 4AD. A estreia na etiqueta alemã aconteceu pouco depois com um disco intitulado Windflowers, o sexto da carreira do projeto formado por Mads Brauer, Casper Clausen e Rasmus Stolberg e que, recordo, foi bastante marcado pela circunstância covid, mas também por algumas questões pessoais do trio, uma conjuntura que acabou por criar um clima criativo invulgar no seio dos Efterklang, impulsionando-os para um trabalho em que acusticidade orgânica e texturas eletrónicas particularmente intrincadas, conjuraram entre si, muitas vezes de modo quase impercetível, para incubar uma alinhamento elegante e com uma beleza sonora inquietante.

Com a chegada do verão… Efterklang lançam EP surpresa! – Glam Magazine

Agora, em pleno solstício de verão de dois mil e vinte e dois e para marcar essa mesma efeméride que assinala o dia mais longo do ano, os Efterklang voltam à carga, em formato EP, com Plexiglass, cinco inéditos que contêm nos seus créditos contribuições de nomes tão distintos como Karl Hyde, do projeto Underworld e Katinka Fogh Vindelev, entre outros.

Plexiglass é um verdadeiro bouquet de pop charmosa e delicada, mas também vibrante e orquestral, sonoramente perfeita para estes dias em que vivemos num constante limbo entre a marcha do calendário e a discrepância entre esse movimento celeste do nosso planeta e as sensações metereológicas que tal fenómeno cósmico nos tem feito sentir. É um tomo de cinco lindíssimas composições, em que acusticidade orgânica e texturas eletrónicas particularmente intrincadas conjuram entre si, muitas vezes de modo quase impercetível, para incubar um registo com uma beleza sonora inquietante, onde não faltam momentos de euforia e celebração, como é o caso de Circles, um tema que nos coloca um enorme sorriso no rosto sem razão aparente e nos enche o peito, mas também instantes de recolhimento íntimo, nomeadamente na lindíssima balada Brænder, construída em redor de um delicado piano. Depois, o perfil eminentemente experimental de Rain Take Me Back Himalaya, uma composição trepidante e que nos deixa em contínuo sobressalto, ou os preciosos detalhes intrigantes, interessantes e exuberantes que se emaranham no perfil percussivo que sustenta Laughing In The Rain, ajudam a compôr o ambiente geral de um alinhamento que voltou a fazer os Efterklang descolarem ainda mais da sua habitual zona de conforto sonora para arriscarem ambientes eminentemente épicos e com uma instrumentalização ainda mais diversificada, ao mesmo tempo que nos proporcionam outra banda sonora perfeita para uma jornada de meditação, onde o brilho da suprema criatividade artística e a típica melancolia nórdica caminham, uma vrez mais, de mãos dadas, em perfeita comunhão. Espero que aprecies a sugestão...

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publicado por stipe07 às 16:51

Gorillaz – Cracker Island (feat. Thundercat)

Domingo, 26.06.22

Foi há já ano e meioa que chegou aos escaparates Song Machine, Season One: Strange Timez, o sétimo álbum dos britânicos Gorillaz, que ofereceram ao úblico português aquele que foi muito possivelmente, a par dos Pavement, o melhor concerto da última edição do NOS Primavera Sound, que decorreu no Parque da Cidade do Porto há cerca de duas semanas. Agora, em pleno início tímido do verão de dois mil e vinte e dois, Russell, Noodle, 2D e Murdoc, conduzidos pelo enorme Damon Albarn, talvez a única personalidade da música alternativa contemporânea capaz de agregar nomes de proveniências e universos sonoros tão díspares e fazê-lo num único registo sonoro, apresentam-nos um novo tema intitulado Cracker Island que, para já, não traz atrelado a divulgação de um novo disco do projeto.

Gorillaz tease release of techno-tinged new track 'Cracker Island'

Canção produzida por Greg Kurstin, Remi Kabaka Jr. e os próprios Gorillaz e que resulta de uma feliz parceria da banda com Stephen Lee Bruner, aka Thundercat, Cracker Island pretende, antes de mais, convidar-nos a todos a aderirmos a uma espécie de culto, que tem como grande líder, nada mais nada menos que o próprio Murdoc Niccals, o baixista da banda. E o convite irresistível é feito à boleia de uma inebriante e polida composição, que junta a uma batida angulosa guitarras efusiantes e diversas camadas de sintetizações ondulantes, ou seja, é uma canção cujo centro nevrálgico gravita em redor de toda a diversidade que sustenta muita da pop que é mais apreciada nos dias de hoje, principalmente a que tem como origem o lado de lá do atlântico. Confere...

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publicado por stipe07 às 15:32

The Mary Onettes - What I Feel In Some Places

Terça-feira, 21.06.22

Os suecos The Mary Onettes já têm na forja um novo registo de originais. Chama-se What I Feel In Some Places, irá ver a luz do dia no início do próximo mês de julho e, de acordo com o próprio Philip Ekström, líder do projeto, é um registo bastante inspirado no melhor catálogo do mítico Peter Gabriel.

The Mary Onettes - What I feel in some places - Popmuzik

O tema homónimo do trabalho é um bom exemplo da trama estilística e sonora que deverá guindar o conteúdo global de What I Feel In Some Places. Trata-se de uma canção que mistura com charme e mestria a mais efervescente pop lo fi contemporânea com uma psicadelia cósmica que fez fulgor há umas quatro décadas e que este grupo, que também tem no seu alinhamento os músicos Henrik Ekström, Simon Fransson e Petter Agurén, replica com inegável bom gosto e clarividência. Confere...

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publicado por stipe07 às 16:28

Born Ruffians – Don’t Fight The Feeling

Quarta-feira, 01.06.22

Quase dois anos depois do registo Squeeze e de uma triologia de temas lançada o ano passado, os canadianos Born Ruffians de Luke Lalonde, Mitch DeRosier e Steve Hamelin têm estado particularmente ativos na reta final desta primavera de dois mil e vinte e dois. Começaram por há algumas semanas atrás divulgar um tema intitulado Chrysanthemums, que, infelizmente, ainda não trazia atrelado o anúncio de um novo disco e agora voltam à carga com mais uma canção chamada Don't Fight The Feeling.

born ruffians (@BornRuffians) / Twitter

Este novo tema dos Born Ruffians continua a não trazer atrelado o anúncio de um novo disco do projeto, mas a banda promete ter mais canções na forja e já afirmou que irá divulgá-las oportunamente. Esperamos nós que essa fornada resulte, à posteriori, num novo alinhamento do coletivo de Ontário. Relativamente a Don't Fight The Feeling, é uma composição que versa sobre o modo como olhamos para o nosso universo e o perspetivamos tendo em conta a sua grandeza e infinitude. Sonoramente, a composição tem um brilho lisérgico único, como seria de esperar, assente numa sintetização borbulhante, que vai sendo adornada por diversos timbres de cordas insinuantes, um registo vocal ecoante bastante emotivo e um imponente baixo, que vai ganhando brilho e vigor à medida que o tema cimenta o seu elevado cariz confessional. Confere...

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publicado por stipe07 às 16:07

Helado Negro – Ya No Estoy Aquí

Quarta-feira, 27.04.22

Poucos meses depois de ter editado o registo Far In, que figurou na lista dos melhores álbuns de dois mil e vinte e um para a nossa redação, o projeto Helado Negro, liderado por Roberto Carlos Lange, um filho de emigrantes equatorianos radicado nos Estados Unidos, está de regresso com um novo tema intitulado Ya No Estoy Aquí, que tem o título inspirado num filme com o mesmo nome assinado por Fernando Frias.

Helado Negro comparte el video de su nueva canción “Ya No Estoy Aquí” -  Rock101

De facto, Roberto Carlos Lange está a começar em grande estilo a sua caminhada ao lado da etiqueta 4AD, para onde se transferiu em dois mil e vinte, quer com o disco Far In, quer com esta nova composição, comprovando, também, estar a viver um dos períodos mais profícuos da sua já respeitável carreira. Além dessa exuberância criativa quantitativa, deve ser realçada igualmente a bitola qualitativa da mesma. Ya No Estoy Aquí é uma lindíssima canção, que escorre sorrateiramente pelos nossos ouvidos, enquanto encarna as já habituais experimentações com samples e sons sintetizados, que fazem parte do receituário de Lange, para recriar um clima bastante acolhedor e imediato e que encarna na perfeição o espírito muito particular e simbólico que pretende para esta nova etapa da sua carreira e da sua música. Confere...

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publicado por stipe07 às 15:30

Hot Chip – Down

Terça-feira, 26.04.22

Os londrinos Hot Chip têm já cerca de duas décadas de uma carreira de créditos firmados e são um projeto absolutamente essencial, quando se quer fazer um ponto de situação rigoroso sobre o estado atual da música de dança. Atualmente formados por Alexis Taylor, John Goddard, Owen Clarke, Felix Martin, Al Doyle, Rob Smoughton e Sarah Jones, os Hot Chip têm esse cariz de banda indispensável porque, além de serem um dos nomes mais consensuais e proficuos do universo sonoro em que navegam, estão cada vez mais ecléticos, uma nuance que deverá ser marca essencial de Freakout/Release, o novo álbum da banda.

Hot Chip: novo disco chega em agosto

Com data de lançamento prevista para dezanove de agosto e com a chancela da Domino Recordings, Freakout/Release será o oitavo disco da carreira dos Hot Chip, tendo sido idealizado e gravado no estúdio da banda, chamado Relax & Enjoy. De acordo com o próprio grupo, será um registo liricamente denso, mas sonoramente vibrante, apelativo e bastante dançável, com a cover que o grupo criou para o clássico Sabotage dos Beastie Boys, a ter servido como rampa de lançamento para a filosofia sonora do trabalho.

Down é o primeiro single retirado de Freakout/Release, um tema extremamente vibrante, que impressiona pela grandiosidade e pela saudável espontaniedade e convincente no modo como as suas guitarras e sintetizaodres nos agarram pelos colarinhos, em direção da pista de dança mais próxima, criado em torno de um looping samplado de um trecho da composição More Than Enough dos Universal Togetherness Band, que fazia parte do disco Saturday Night que este grupo lançou em dois mil e catorze. Confere...

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publicado por stipe07 às 16:18

Destroyer - Labyrinthitis

Quarta-feira, 06.04.22

Dois anos depois de Have We Met, os canadianos Destroyer de Dan Bejar, já têm na montra o, imagine-se, décimo quarto registo discográfico do projeto, um álbum intitulado Labyrinthitis que viu a luz do dia a vinte e cinco de março, com a chancela da Merge Records.

Destroyer: Labyrinthitis review – wayward, dance-infused weirdness | Pop  and rock | The Guardian

Labyrinthitis, é, certamente, obra de um esforço coletivo, mas deve muito do seu conteúdo, à mente de Dan Bejar, um músico que também está escalado na formação dos The New Pornographers e que não gostando de lutar contra o tempo e não aprecia estipular prazos, prefere que a música escorra na sua mente e depois nas partituras e nos instrumentos de modo fluído, no devido timing e com a pressa que merece, sempre com uma tonalidade algum cinzenta e agreste e eminentemente reflexiva. E, de facto, Labyrinthitis, uma obra muito orgânica, repleta de contrastes, nuances e amálgamas exemplarmente tricotadas e agregadas e que versa sobre assuntos tão díspares como o romance ou o terror, mas também a arte, tem esta filosofia engimática e intrincada, tão do agrado do autor canadiano.

O alinhamento do disco, no seu todo, assenta, essencialmente, em camadas desordenadas de sons sintéticos e orgânicos, um piano e uma bateria em constante desfasamento e o habitual registo vocal peculiar do músico, mais intrigante e sinistro que nunca. A partir daí, na ímpar interioridade reflexiva a que nos instiga It's In Your Heart Now, na parada cósmica a que tresanda June, no delicioso romantismo vintage de All My Pretty Dresses, no festim eletro de Tintoretto, It's For You, no charme pop de Eat The Wine, Drink The Bread, ou na serena ambiguidade do tema homónimo, confrontamo-nos com um compêndio bastante burilado e tremendamente bem conseguido, abrigado num clima eminentemente sofisticado, claramente clássico e moderno.

Labytinthitis é intenso e joga com diferentes nuances sonoras sempre com um espírito aberto ao saudosismo e à relevância inventiva. É um verdadeiro oásis de pop sofisticada em que Bejar eleva a sua escrita críptica e crítica a uma intensidade e requinte nunca antes vistos, rodeado por um grupo de músicos que também já habituou os seus fãs a um espetro rock onde não faltavam de guitarras distorcidas e riffs vigorosos, mas que opta agora, e mais do que nunca, num claro sinal de maturidade e de pujança criativa, por compôr composições que olham de modo mais anguloso para a eletrónica e para ambientes eminentemente clássicos, fazendo-o com superior apuro melódico. Espero que aprecies a sugestão...

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publicado por stipe07 às 16:09

Thom Yorke – 5.17 / That’s How Horses Are

Segunda-feira, 04.04.22

Além de andar atarefado com o lançamento do disco de estreia do projeto The Smile, Thom Yorke tem também dedicado algum tempo à sua carreira a solo, criando composições que fazem parte da banda sonora da série britânica Peaky Blinders.

Thom Yorke, do Radiohead, lança faixa '5.17' composta para série 'Peaky  Blinders' - Ligado à Música

Assim, depois de no passado mês de março ter divulgado a composição 5.17, agora, no início de abril, o músico britânico, que tem contado com a ajuda de Jonny Greenwood neste processo criativo, divulga a segunda composição criada propositamente para a série dramática, uma composição intitulada That's How Horses Are.

Os dois temas oferecem-nos, em conjunto, um maravilhoso momento sonoro intimista e acolhedor, sustentado na habitual filosofia estilística de Yorke, que olha com particular gula para as teclas do piano, adornando-as, depois, com variados efeitos e sintetizações de elevado pendor ambiental. Confere...

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publicado por stipe07 às 13:28






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