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Scott Orr – Disappear

Quinta-feira, 22.07.21

O canadiano Scott Orr é um dos nomes fundamentais da indie mais melancólica e introspetiva da América do Norte. Depois do excelente registo Worried Mind, um álbum com uma subtileza muito própria e contagiante e que marcou o ano discográfico de dois mil e dezoito, Orr tem-se dedicado a lançar alguns singles avulsos, através da editora independente canadiana Other Songs Music Co., uma etiqueta indie independente de Hamilton no Ontário, terra natal deste extraordinário músico e compositor.

SCOTT ORR - Letras, playlists e vídeos | Shazam

Depois de no final de dois mil evinte ter lançado o tema Do You?, uma lindíssima paisagem sonora assente num minimalismo eletrónico eminentemente etéreo e com uma forte vocação experimental de elevado travo pop, agora, no verão de dois mil e um, o artista canadiano volta à carga com Disappear, uma canção conduzida por um sintetizador bastante subtil, ao qual diferentes nuances percurssivas, teclas e sopros vão sendo adicionados, com uma intimidade muito própria e contagiante. São pouco mais de três minutos onde a toada instrumental se entrelaça com o charme inconfundível da voz do autor, um lançamento disponível gratuitamente ou com a possibilidade de doares um valor pelo mesmo. Confere...

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publicado por stipe07 às 17:20

Said The Whale – Show Me Everything

Sexta-feira, 18.06.21

Como certamente se recordam, no passado mês de março noticiámos que os Said the Whale de Tyler Bancroft, Ben Worcester, Jaycelyn Brown e Lincoln Hotchen estavam em estúdio com o produtor Steve Bays a ultimar alguns temas que poderiam fazer parte de mais um disco desta banda de Vancouver, no Canadá, com catorze anos de vida e já seis álbuns no catálogo. Nesse mesmo artigo revelámos também a composição Honey Lung como a primeira materialização divulgada dessa colaboração. Agora, três meses depois dessa agradável novidade, confirma-se que haverá um novo álbum em breve dos Said The Whale, que será abrigado pela nova etiqueta Everything Forever, do próprio Tyler Bancroft e há, pelo menos, mais uma nova canção do projeto para contemplar chamada Show Me Everything.

Said The Whale Continue Their LP7 Saga With New Video “Show Me Everything”  | Dusty Organ

Composição já com direito a um vídeo dirigido por Sterling Larose e Riley Orr e tremendamente intimista, mas sonoramente deslumbrante, Show Me Everything é fortemente sintetizada, mas também acama no seu arquétipo um cardápio de guitarras nada desprezível, além de diversas outras cordas replicadas por membros da Vancouver Symphony Orchestra, uma mescla que resulta num indie rock de elevado calibre e ímpar contemporaneidade. Confere...

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publicado por stipe07 às 13:50

Chad VanGaalen – World’s Most Stressed Out Gardener

Segunda-feira, 29.03.21

Foi há poucos dias e por intermédio da Sub Pop Records que chegou aos escaparates World’s Most Stressed Out Gardenero novo trabalho do canadiano Chad Van Gaalen, um alinhamento de treze canções gravado, misturado e produzido pelo próprio nos seus estudios Yoko Eno Studio em Calgary, Alberta e masterizado por Ryan Morey em Montreal, no Quebeque.

Chad VanGaalen: 5 Albums That Changed My Life | TIDAL Magazine

Antes de tecer considerações sobre o conteúdo do alinhamento de World’s Most Stressed Out Gardener, é, como habitual, importante contextualizar o autor desta magnífica obra musical e esclarecer que Chad é, acima de tudo, um artista que domina diferentes vertentes e se expressa em múltiplas linguagens artísticas e culturais, sendo a música mais um dos códigos que ele utliza para expressar o mundo próprio em que habita e dar-lhe a vida e a cor, as formas e os símbolos que ele idealizou. E basta ouvir World’s Most Stressed Out Gardener para perceber que, realmente, Chad comunica connosco através de um código específico, tal é a complexidade e a criatividade que estão plasmadas nas suas canções, usando como principal ferramenta alguns dos típicos traços identitários de uma espécie de folk psicadélica, com uma considerável vertente experimental associada.

Esta filosofia sonora aventureira começou a ganhar forma sem rodeios em Infiniheart (2004) e Soft Airplane (2008), trabalhos que apostaram numa sonoridade folk eminentemente acústica e orgânica, mas a partir de Diaper Island (2011) e com mais vigor em Shrink Dust (2014) e Light Information (2017), o estilo foi aprimorado com um arsenal sintético cada vez mais diversificado, tendência que se mantém em World’s Most Stressed Out Gardener, um disco eclético, complexo e de audição verdadeiramente desafiante, mas altamente recompensadora.

Se dúvidas ainda existiam, World’s Most Stressed Out Gardener, o oitavo disco do autor e que tem este nome porque o músico gosta de cultivar vegetais no seu quintal e comê-los crus, como um animal no pasto, prova que é mesmo a eletrónica o terreno onde hoje musicalmente VanGaalen se move com maior conforto, utilizando-a até para reproduzir muitos dos sons mais orgânicos que podemos escutar neste álbum. Sintetizadores e teclados são a matriz do arsenal bélico com que o canadiano nos sacode e traduz em grande parte destas treze canções, que materializam, na forma de música, visões alienadas de uma mente criativa que parece, em determinados períodos, ir além daquilo que ele vê, pensa e sente, nomeadamente quando questiona alguns cânones elementares ou verdades insofismáveis do nosso mundo. A visão apocalítica que nos oferece com a sua voz profusa e decadente sobre o futuro do mundo na lindíssima balada Nothing Is Strange, ou o frenesim roqueiro que avalia os diferentes níveis de realismo de alguns pesadelos em Nightwaves, são bons exemplos desta escrita e composição emocionalmente ressonante e que parte também, muitas vezes, de premissas absurdas, como sucede na sua visão de uma pêra mágica em Golden Pear, ou uma curiosa busca por uma espada de samurai perdida, plasmada em Samurai Sword, uma das canções mais bonitas do disco. Aliás, a própria criatura mutante que estampa a capa deste World’s Most Stressed Out Gardener, é também uma representação feliz das diferentes colagens de experiências assumidas por VanGaalen ao longo da sua carreira e que parece ser alvo de uma espécie de súmula neste seu mais recente cardápio, um festim de canções pop ruidosas, exemplarmente picotadas e fragmentadas e que penetram profundamente no nosso subconsciente.

A trama adensa-se à medida que o álbum floresce nos nossos ouvidos, com a fantasia coalhante do rock estridente de Spider Milk, o clima sci-fi oitocentista dos instrumentais Earth From a Distance e Plant Musica energia alienígena positivamente agressiva de Starlight e o krautrock sombrio de Inner Fire, a servirem-se dos sonhos do autor como matéria-prima por excelência, para consolidar um verdadeiro jogo de texturas e distorções, em suma, um notável passeio pela essência da música psicadélica, idealizado por um inventor de sons que nos canta as subtilezas da sua existência pessoal e que nos oferece neste World’s Most Stressed Out Gardener, o disco mais estranho e abrasivo, mas também feliz, da sua carreira. Espero que aprecies a sugestão...

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publicado por stipe07 às 10:34

Said The Whale – Honey Lungs

Quarta-feira, 24.03.21

Os Said the Whale de Tyler Bancroft, Ben Worcester, Jaycelyn Brown e Lincoln Hotchen estão em estúdio com o produtor Steve Bays a ultimar alguns temas que poderão fazer parte de mais um disco desta banda de Vancouver, no Canadá, com catorze anos de vida e já seis álbuns no catálogo.

Said the Whale's growing up and letting go | Georgia Straight Vancouver's  News & Entertainment Weekly

Honey Lung é a primeira materialização divulgada dessa colaboração dos Said The Whale com Steve Bays, uma canção que se debruça sobre as temáticas das alterações climáticas e do turbilhão político em que todos vivemos nos dias de hoje, uma vibrante composição de forte índole sintetizada, que nos mostra um indie rock com pegadas de folkcountry e muita pop e onde é possível a apreciar delicadas harmonias vocais, pianos, guitarras limpas e o imenso impressionismo lírico que sustenta a filosofia descrita da composição. Confere...

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publicado por stipe07 às 17:11

Justin Rutledge – Jellybean

Quarta-feira, 10.03.21

Ansioso por regressar aos palcos, o canadiano Justin Rutledge tem uma carreira de vinte anos bastante aplaudida pela crítica e uma sólida legião de seguidores que não se cinge ao Canadá e que está prestes a ter oportunidade e se deliciar com mais um disco do músico. O novo tomo de originais de Justin Rutledge intitula-se Islands, irá ver a luz do dia dentro de poucas semanas e dele já se conhece uma composição intitulada Jellybean.

After Years In His Pocket, Justin Rutledge Pulls Out "Jellybean" « American  Songwriter

Este primeiro single de Islands começou por ser composto na mente de Justin há já alguns anos atrás, de modo a ganhar forma como uma canção fúnebre, que assentasse numa melodia lenta e sombria, mas que constrastasse com uma letra leve e cativante. O objetivo seria que esta espécie de justaposição entre dois elementos opostos envolvesse e desarmasse o ouvinte logo à primeira audição e, de facto, o objetivo parece ter sido conseguido. Anos depois dos primeiros esboços de Jellybean, o resultado final obedece às permissas iniciais que o músico ideaizou para o tema, numa melodia feita à viola com apenas três acordes, fácil de cantarolar e que realmente empolga e seduz, além de mostrar uma significativa evolução no modo como Rutledge consegue pegar, sem receios, nas suas próprias emoções e experiências de vida, para elaborar músicas que funcionam como autênticas cápsulas do tempo porque, sendo inspiradas em memórias passadas e num ponto específico de uma determinada vida, passeios pela estrada de uma determinada memória que mostram-se atuais e passíveis de ser replicados neste tão conturbado presente. Confere...

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publicado por stipe07 às 21:12

Chad VanGaalen - Nightwaves

Terça-feira, 02.03.21

Vai ser a vinte e nove deste mês e por intermédio da Sub Pop Records que irá ver a luz do dia World’s Most Stressed Out Gardenero novo trabalho do canadiano Chad Van Gaalen, gravado, misturado e produzido pelo próprio nos seus estudios Yoko Eno Studio em Calgary, Alberta e masterizado por Ryan Morey em Montreal, no Quebeque.

Chad VanGaalen - Wikipedia

Chad Van Gaalen é um músico, autor e compositor de quem esta redação já sentia imensas saudades, nomeadamente dos seus devaneios cósmicos. Desaparecido depois de em 2010 ter editado o excelente Diaper Island, andou, pelos vistos, a aprender a usar o pedal steel, além de ter trabalhado na banda desenhada de ficção científica Translated Log Of Inhabitants, surpreendeu a crítica e os fãs três anos depois com o excelente Shrink Dust, aprimorou a receita em dois mil e dezassete com o fabuloso disco Light Information e agora, no início da próxima primavera, oferece-nos mais alguns minutos de excelente música, conforme demonstram os temas já revelados do álbum, nomeadamente Samurai WorldStarlight, Where Is It All Going? e a mais recente Nightwaves, uma composição onde sintetizadores e teclados, são apenas uma pequena parte do arsenal bélico com que a mesma nos sacode e traduz, criada por uma mente criativa que vive num universo paralelo muito próprio e que parece, em determinados períodos, ir além daquilo que ele vê, pensa e sente. Confere Nightwaves e a tracklist de World’s Most Stressed Out Gardener...

World’s Most Stressed Out Gardener
 
Tracklisting:
1. Spider Milk
2. Flute Peace
3. Starlight
4. Where Is It All Going?
5. Earth From a Distance
6. Nightwaves
7. Plant Music
8. Nothing Is Strange
9. Inner Fire
10. Golden Pear
11. Nightmare Scenario
12. Samurai Sword
13. Water Brother

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publicado por stipe07 às 11:18

The Besnard Lakes – Feuds With Guns

Domingo, 03.01.21

The Besnard Lakes Are The Last Of The Great Thunderstorm Warnings é o título do próximo disco dos canadianos The Besnard Lakes, o sexto desta banda de Montreal no Canadá liderada pelo casal Jace Lasek e Olga Goreas. Esse registo irá ver a luz do dia a vinte e nove de janeiro próximo à boleia da Fat Cat Records nos Estados Unidos da América e da Flemish Eye no país natal e do seu alinhamento já se conhecem vários temas, sendo Feuds With Guns o mais recente.

Os The Besnard Lakes são uma banda de indie rock psicadélico, com uma sonoridade que assenta numa espécie de space rock que se cruza com a típica dream pop. Habituados a criar obras grandiosas, The Besnard Lakes Are The Last Of The Great Thunderstorm Warnings deverá manter essa bitola, se tivermos em conta o conteúdo de Feuds With Guns, um tratado de melancolia eloquente e épica, de elevado travo pop e onde das guitarras aos sintetizadores, todas as porções sonoras que nela desfilam encaixam como um enorme puzzle que, no seu todo, cria uma atmosfera sonhadora e plena de hipnotismo, muito por culpa também da voz única de Olga, que nos embala rumo a um mundo onde também abunda um elevado travo vintage particularmente psicadélico. Confere... 

The Besnard Lakes - Feuds With Guns

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publicado por stipe07 às 17:48

Scott Orr – Do You?

Terça-feira, 24.11.20

O canadiano Scott Orr é um dos nomes fundamentais da indie mais melancólica e introspetiva da América do Norte. Depois do excelente registo Worried Mind, um álbum com uma subtileza muito própria e contagiante e que marcou o ano discográfico de dois mil e dezoito, Orr tem-se dedicado a lançar alguns singles avulsos, através da editora independente canadiana Other Songs Music Co., uma etiqueta indie independente de Hamilton no Ontário, terra natal deste extraordinário músico e compositor.

SCOTT ORR - Letras, playlists e vídeos | Shazam

O single mais recente lançado por Scott Orr é Do You?, uma lindíssima paisagem sonora assente num minimalismo eletrónico eminentemente etéreo e com uma forte vocação experimental de elevado travo pop, uma canção conduzida por um sintetizador bastente pueril, ao qual cordas e sopros vão sendo adicionados, com uma subtileza muito própria e contagiante. São pouco mais de quatro minutos onde a toada instrumental se entrelaça com o charme inconfundível da voz do autor, um lançamento disponível gratuitamente ou com a possibilidade de doares um valor pelo mesmo. Confere...

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publicado por stipe07 às 10:54

Born Ruffians - Squeeze

Segunda-feira, 12.10.20

Os Born Ruffians de Luke Lalonde, Mitch DeRosier e Steve Hamelin provam estar no momento maior de forma de uma já irrepreensível e astuta carreira de quinze anos, uma evidência que ficou bem assente nas nove canções de Juice, o sexto e novo disco deste projeto canadiano e que chegou aos escaparates na passada primavera. Este momento de elevada criatividade acaba de ser reforçado com o anúncio surpreendente de um novo álbum dos Born Ruffians intitulado Squeeze, escrito e composto durante o período de confinamento e que acaba por ser uma espécie de segundo tomo de um olhar fortemente crítico à nossa contemporaneidade.

Born Ruffians To Release 'SQUEEZE' October 2nd

A filosofia de Squeeze terá sido mesmo a de, conforme indica o título, espremer ao máximo o conceito intepretativo e o modus operandi que conduziram o processo de criação do antecessor Juice, mas dando mais importância à vertente instrumental, do que propriamente à diomensão lírica. Aliás, a voz de Lalonde é utilizada em algumas composições como um recurso eminentemente instrumental, no que concerne aos sons que debita. Por exemplo, em Rainbow Superfriends é notória essa permissa vocal, neste caso num espetro algo humorístico, o modo como o cantor versa sobre e fama e a amizade, mas os efeitos vocais presentes em Leaning on You, que contribuem para o acerto melódico da canção, também atestam a teoria.

Seja como for, e um pouco à semelhança do que sucedeu com Juice, o ouvinte é anestesiado com um indie rock vibrante, afoito e jovial, muito também devido ao excelente trabalho de produção de Graham Walsh, que, mais uma vez, foi fundamental para o eclodir de um som polido e confiante e com fortes reminiscências no período mais aúreo daquele experimentalismo setentista que tanto dava enorme ênfase ao vigor das cordas, como à opção por arsenais instrumentais de proveniências menos orgânicas.

Temas como 30th Century War, uma ritmada e divertida canção, assente em exuberantes cordas, das quais sobressai o timbre metálico reluzente da viola e um riff de guitarra efusiante, a epicidade funk de Noodle Soup, a subtileza melódica de Sentimental Saddle e a intimista e reflexiva Albatross, uma composição de elevado travo Radioheadiano, que vale pela delicadeza dos seus arranjos, principalmente os que são assegurados pelos teclados, por uma secção de sopros que vai ganhando imponência e brilho à medida que o tema progride e, de um modo geral, pelo seu elevado cariz emocional, assumem o nobre papel de fiéis sustentáculos de uma permissa revivalista plena de atitude e firmeza, num disco pleno de consistência corrosiva e atualidade. Espero que aprecies a sugestão...

Born Ruffians - Squeeze

01. Sentimental Saddle
02. 30th Century War
03. Waylaid (Feat. Hannah Georgas)
04. Rainbow Superfriends
05. Sinking Ships
06. Death Bed
07. Leaning On You
08. Noodle Soup
09. Albatross
10. Waylaid (Feat. Hannah Georgas) (Edit)

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publicado por stipe07 às 17:56

Born Ruffians – 30th Century War vs Albatross

Quinta-feira, 03.09.20

Os Born Ruffians de Luke Lalonde, Mitch DeRosier e Steve Hamelin provam estar no momento maior de forma de uma já irrepreensível e astuta carreira de quinze anos, uma evidência que ficou bem assente nas nove canções de Juice, o sexto e novo disco deste projeto canadiano e que chegou aos escaparates na passada primavera. Este momento de elevada criatividade acaba de ser reforçado com o anúncio surpreendente de um novo álbum dos Born Ruffians já para outubro, um trabalho intitulado Squeeze, escrito e composto durante o período de confinamento e do qual já se conhecem dois dos seus temas, 30th Century War, canção que abre o alinhamento do registo e Albatross.

BORN RUFFIANS

Assim, se 30th Century War é uma ritmada e divertida canção, assente em exuberantes cordas, das quais sobressai o timbre metálico reluzente da viola e um riff de guitarra efusiante, já Albatross, uma composição mais intimista e reflexiva e de elevado travo Radioheadiano, vale pela delicadeza dos seus arranjos, principalmente os que são assegurados pelos teclados, por uma secção de sopros que vai ganhando imponência e brilho à medida que o tema progride e, de um modo geral, pelo seu elevado cariz emocional. Confere...

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publicado por stipe07 às 14:38






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