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Wallows – A Warning

Sexta-feira, 17.05.24

Os Wallows têm a sua génese em Los Angeles há meia década e são atualmente formados por Dylan Minnette, Braeden Lemasters e Cole Preston. Logo em dois mil e dezassete começaram a divulgar música com o single Pleaser, que alcançou centenas de milhar de audições nas plataformas digitais, o que lhes valeu a atenção de Atlantic Records e um contrato com essa editora. Spring foi o título do EP de estreia do projeto, em dois mil e dezoito e o primeiro longa duração, Nothing Happens, chegou no ano seguinte, tendo como grande destaque do seu alinhamento o single Are You Bored Yet?.

Wallows share new single 'Calling After Me' and reveal tracklist for 'Model'

A sequência discográfica ganhou nova vida em dois mil e vinte com o EP Remote, do qual fazia parte uma melancólica canção intitulada Wish Me Luck e que encerrava o alinhamento do registo. No início do outono de dois mil e vinte e um, os Wallows voltaram à carga com um single intitulado I Don’t Want to Talk, uma canção sobre inseguranças, que antecipou o segundo registo dos Wallows, um trabalho intitulado Tell Me That It's Over, que chegou aos escaparares a vinte e cinco de março deste ano e que tem finalmente sucessor.

Model é o título do terceiro álbum dos Wallows, um registo produzido por John Congleton e que vai ver a luz do dia já a vinte e quatro deste mês, com a chancela da Atlantic Records. Já foram extraídos vários singles do alinhamento de Model e o mais recente é A Warning, uma canção que sonoramente assenta num indie rock de superior calibre, que impressiona pelo vigor de um baixo tremendamente encorpado, exemplarmente acompanhado pela bateria, com alguns efeitos sintéticos faustosos e insinuantes a darem vivacidade e cor a um tema que também teve direito a um extraordinário vídeo, assinado por Nina Ljeti. Confere A Warning e o artwork e a tracklist de Model...

Wallows - Model Lyrics and Tracklist | Genius

Your Apartment
Anytime, Always
Calling After Me
Bad Dream
A Warning
I Wouldn’t Mind
You (Show Me Where My Days Went)
Canada
Don’t You Think It’s Strange
She’s an Actress
Going Under
Only Ecstasy

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publicado por stipe07 às 16:45

EELS – If I’m Gonna Go Anywhere

Segunda-feira, 13.05.24

Quase três anos depois do excelente registo Extreme Witchcraft, os Eels de E. (Mark Oliver Everett), Kool G Murder e P-Boo, estão de regresso aos discos em dois mil e vinte e quatro com Eels Time!, o décimo quinto registo da carreira do grupo norte-americano, um alinhamento de doze canções que irá ver a luz do dia a sete de junho com a chancela do consórcio E Works e PIAS Recordings.

Gravado em Los Feliz, na Califórnia, e Dublin, na Irlanda, com a colaboração do músico e ator Tyson Ritter, Eels Time! irá conter alguns dos temas mais introspetivos e pessoais que Mark Oliver Everett escreveu e compôs na sua carreira, muito à imagem do que criou no disco End Times, em dois mil e dez, algo que estava bem patente em Time, o primeiro single retirado do álbum e que divulgámos no início do mês de março.

No entanto, não é só de intimidade e acusticidade que irá viver Eels Time!, tendo em conta Goldy, o segundo single retirado do registo e terceira canção no seu alinhamento e um dos temas escritos a meias com Ritter, canção que divulgámos no início do passado mês de abril e que apostava em territórios sonoros mais eletrificados e, de certo modo, mais angulosos.

Esta abrangência sonora bem patente nos dois primeiros singles não desmente a expetativa inicial relativamente a Eels Time! e que foi descrita acima, porque um evidente espírito predominantemente acústico foi permissa essencial da construção da base melódica dessas duas canções, mesmo de Goldy, algo que se mantém em If I'm Gonna Go Anywhere, o terceiro single retirado do alinhamento do disco. Trata-se de uma composição que, à semelhança de Goldy, foi escrita a meias com Ritter e que impressiona pelo inedetismo de um entalhe sintetizado que se vai insinuando por cordas acomodadas com sobriedade e por um registo percussivo bem vincado, criando um clima planante e algo psicadélico, com um elevado travo experimentalista, a fazer lembrar a sonoridade predominante dos primeiros discos da banda, nomeadamente o Beautiful Freak, de mil novecentos e noventa e seis.

If I'm Gonna Go Anywhere é, sem dúvida, mais uma belíssima amostra de um disco que deverá estar recheado de composições felizes e empolgantes, que irão manter bem viva a aúrea de um grupo essencial no momento de contar a história do melhor rock alternativo das últimas três décadas. Confere...

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publicado por stipe07 às 16:46

GRMLN – Apocalypse

Quinta-feira, 09.05.24

O projeto GRMLN, encabeçado pelo artista Yoodoo Park, nascido em Quioto, no Japão, mas a residir em Orange County, no sul da Califórnia, está de regresso aos discos em dois mil e vinte e quatro com um registo intitulado New World, que irá ver a luz do dia a vinte e sete de junho próximo, com a chancela da Carpark Records.

Temos dado conta dos singles que têm sido retirados do alinhamento de New World. Essa demanda começou em meados de fevereiro com Yoko, uma canção fervorosa e emocionalmente intensa. Depois, nos últimos dias de março, conferimos Yr Friend, a quarta composição do alinhamento de New World, uma canção rápida e incisiva no modo como replicava uma espécie de indie surf punk rock, numa espécie de mescla entre as heranças de bandas como os Wavves ou os The Strokes.

Agora chega a vez de escutarmos Apocalypse, a canção que encerra o alinhamento de onze canções de New World. É um tema que mantém a filosofia sonora dos singles anteriores, mas fá-lo de um modo ainda mais rugoso e imponente. Apocalypse assenta em guitarras abrasivas e uma bateria intensa, num resultado final com um irrepreensível travo noventista, atingido com astúcia, grandiosidade e luminosidade. Confere...

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publicado por stipe07 às 16:49

Local Natives – But I’ll Wait For You

Terça-feira, 30.04.24

Quase um ano depois do excelente disco Time Will Wait For No One, os Local Natives de Taylor Rice estão de regresso ao formato longa duração em dois mil e vinte e quatro, à boleia de But I’ll Wait For You, um alinhamento de dez canções que, de acordo com a própria banda, é uma espécie de segundo tomo ou de continuação do conteúdo do antecessor, algo que o título do disco de algum modo faz prever. But I’ll Wait For You, o sexto disco da carreira da banda californiana, tem a chancela da Loma Vista Recordings.

Local Natives announce new album, But I'll Wait For You | The Line of Best  Fit

Time Will Wait for No One foi incubado num período de metamorfose dos Local Natives. Era um disco muito marcado pela questão pandémica e em que, além de importantes eventos familiares no seio do grupo, já que alguns membros da banda experimentaram a paternidade, exprimia um elevado desejo de mudanças sonoras e de experimentar novas abordagens instrumentais no seio da banda, depois do sucesso que foi Violet Street. Tal conjuntura era propícia a um faustoso manancial de criatividade, que parece realmente ter sucedido, já que estas dez novas composições dos Local Natives foram incubadas praticamente em conjunto com os temas que fizeram parte do alinhamento do antecessor.

Assim, é natural que exista um fio condutor entre ambos os discos e as traves mestras sonoras de ambos sejam similares. De facto, But I'll Wait For You assenta a sua filosofia interpretativa em canções que parecem ser aparentemente simples e diretas mas que, na verdade, estão repletas de nuances, efeitos, variações rítmicas e uma riqueza instrumental que nem sempre é evidente, coabitando nele atmosferas mais enérgicas e pulsantes, como em Throw It Into The Fire ou April, um oásis de vigor e cor, feito com variadas emanações sumptuosas e encaixes musicais sublimes, com instantes de maior densidade e contemplação, como em Alpharetta, uma típica composição de abertura de disco, com um perfil bastante acolhedor e repleta de diversos entalhes acústicos e sintéticos que vão surgindo numa melodia suportada por cordas singelas, um modus operandi que, sendo cada vez mais emotivo e buliçoso, se repete, por exemplo, em Camera Shy, um tema sentimentalmente tocante.

Depois, fazendo uma espécie de contraponto e de simbiose de toda esta trama, a harmoniosa identidade falsamente minimalista que define Ending Credits e, principalmente, o modo como Neon Memory combina uma base sintética rítmica algo hipnótica, com diversos arranjos orgânicos que colocam as cordas na linha da frente da alma melódica da canção, demonstram a perícia cada vez maior dos Local Natives em exalar minúcia, criatividade e diversidade estilística, sem deixar que as canções percam o perfil charmoso, pueril e classicista que faz já parte do adn sonoro do projeto e não resvalem para um caos desnecessário, sendo as diversas interseções e nuances que se vão escutando, controladas e calculadas milimetricamente.

Em suma, But I'll Wait For You é um disco pleno de complexidade e com uma riqueza ímpar, caraterísticas que comprovam o modo inteligente e criativo como os Local Natives, continuam a querer explorar novos caminhos e possibilidades, enquanto idealizam e concretizam colagens simbióticas de diferentes puzzles com tonalidades diferentes, de modo a obter um resultado final sólido e homogéneo, com uma atmosfera bem delineada e que atesta também uma vontade permanente de estreitar o mais possível quaisquer distâncias que possam existir entre as vertentes líricas e musical. Espero que aprecies a sugestão...

 

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publicado por stipe07 às 16:15

Eels - Goldy

Quinta-feira, 04.04.24

Quase três anos depois do excelente registo Extreme Witchcraft, os Eels de E. (Mark Oliver Everett), Kool G Murder e P-Boo, estão de regresso aos discos em dois mil e vinte e quatro com Eels Time!, o décimo quinto registo da carreira do grupo norte-americano, um alinhamento de doze canções que irá ver a luz do dia a sete de junho com a chancela do consórcio E Works e PIAS Recordings.

Gravado em Los Feliz, na Califórnia, e Dublin, na Irlanda, com a colaboração do músico e ator Tyson Ritter, Eels Time! irá conter alguns dos temas mais introspetivos e pessoais que Mark Oliver Everett escreveu e compôs na sua carreira, muito à imagem do que criou no disco End Times, em dois mil e dez, algo que estava bem patente em Time, o primeiro single retirado do álbum e que divulgámos no início do mês de março.

No entanto, não é só de intimidade e acusticidade que irá viver Eels Time!, tendo em conta Goldy, o segundo single retirado do registo e terceira canção no seu alinhamento e um dos temas escritos a meias com Ritter. Assim, se Time era um portento de folk intimista e melancólica, um faustoso momento de intimidade e delicadeza acústicas, Goldy mantém a tónica num certo minimalismo e imediatismo, bem patente no hipnotismo melódico que o tema exala, mas procura estabelecer o já habitual contacto próximo com o ouvinte, apostando em territórios sonoros mais eletrificados e, de certo modo, mais angulosos, uma nuance que deverá servir para que este décimo quinto registo de originais dos Eels seja marcante em termos de abrangência sonora, mesmo que o tal espírito predominantemente acústico seja permissa essencial do seu conteúdo.

Goldy é, portanto e sem dúvida, mais uma belíssima amostra de um disco que deverá estar receheado de composições felizes e empolgantes, que manterão bem viva a aúrea de um grupo essencial no momento de contar a história do melhor rock alternativo das últimas três décadas. Confere...

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publicado por stipe07 às 16:14

Local Natives – April

Quarta-feira, 03.04.24

Quase um ano depois do excelente disco Time Will Wait For No One, os Local Natives de Taylor Rice estão de regresso ao formato longa duração em dois mil e vinte e quatro, à boleia de But I’ll Wait For You, um alinhamento de dez canções que, de acordo com a própria banda, é uma espécie de segundo tomo ou de continuação do conteúdo do antecessor, algo que o título do disco de algum modo faz prever. But I’ll Wait For You terá a chancela da Loma Vista Recordings, vai ver a luz do dia a dezanove de abril e será o sexto da carreira da banda californiana.

Local Natives anticipan su sexto disco con 'April' - Muzikalia

April, o oitavo tema do alinhamento de But I’ll Wait For You, é o primeiro single retirado do álbum. A canção é um oásis de vigor e cor, feito com variadas emanações sumptuosas e encaixes musicais sublimes, conferidos por sintetizadores, uma bateria imponente, um baixo vigoroso, cordas acústicas e eletrificadas e diversos sopros, num resultado final pleno de complexidade e com uma riqueza estilística ímpar, caraterísticas que comprovam o modo inteligente e criativo como os Local Natives idealizam e concretizam colagens simbióticas de diferentes puzzles com tonalidades diferentes, de modo a obter um resultado final sólido e homogéneo.

Confere April, o vídeo do tema realizado por Jonathan Chu e que recria a sequência de abertura do filme The Conversation de Francis Ford Coppola e o artwork e a tracklist de But I'll Wait For You...

Alpharetta
Throw It In The Fire
Neon Memory
Camera Shy
As Soon As You Arrive
Ending Credits
Raincoat
April
Walk Before You Run
But I’ll Wait For You

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publicado por stipe07 às 11:42

GRMLN – Yr Friend

Sexta-feira, 29.03.24

O projeto GRMLN, encabeçado pelo artista Yoodoo Park, nascido em Quioto, no Japão, mas a residir em Orange County, no sul da Califórnia, está de regresso aos discos em dois mil e vinte e quatro com um registo intitulado New World, que irá ver a luz do dia a vinte e sete de junho próximo, com a chancela da Carpark Records.

GRMLN's Yoodoo Park: “I want to make as much as I can while I'm alive”

Em meados de fevereiro divulgámos Yoko, o primeiro single revelado do alinhamento de New World, uma canção fervorosa e emocionalmente intensa. Agora chega a vez de conferirmos Yr Friend, a quarta composição do alinhamento de New World. Trata-se de uma canção rápida e incisiva no modo como replica uma espécie de indie surf punk rock, assente em guitarras abrasivas e uma bateria intensa, numa espécie de mescla entre as heranças de bandas como os Wavves ou os The Strokes. Confere...

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publicado por stipe07 às 19:00

EELS – Time

Segunda-feira, 04.03.24

Quase três anos depois do excelente registo Extreme Witchcraft, os Eels de E. (Mark Oliver Everett), Kool G Murder e P-Boo, estão de regresso aos discos em dois mil e vinte e quatro com Eels Time!, o décimo quinto registo da carreira do grupo norte-americano, um alinhamento de doze canções que irá ver a luz do dia a sete de junho com a chancela do consórcio E Works e PIAS Recordings.

EELS Unveil 15th Studio Album 'EELS TIME!' With Opening Single 'Time' for  June Release

Gravado em Los Feliz, na Califórnia, e Dublin, na Irlanda, com a colaboração do músico e ator Tyson Ritter, Eels Time! irá conter alguns dos temas mais introspetivos e pessoais que Mark Oliver Everett escreveu e compôs na sua carreira, muito à imagem do que criou no disco End Times, em dois mil e dez, algo bem patente em Time, o primeiro single retirado do álbum e a canção que abre o seu alinhamento. Time é um portento de folk intimista e melancólica, um faustoso momento de intimidade e delicadeza acústicas, que só está ao alcance dos melhores cantautores e compositores.

Sem dúvida uma belíssima amostra de um disco que deverá estar receheado de composições felizes e empolgantes, que manterão bem viva a aúrea de um grupo essencial no momento de contar a história do melhor rock alternativo das últimas três décadas. Confere Time e o artwork e a tracklist de Eels Time!...

EELS-Time.jpg

Time
We Won’t See Her Like Again
Goldy
Sweet Smile
Haunted Hero
If I’m Gonna Go Anywhere
And You Run
Lay With The Lambs
Song For You Know Who
I Can’t Believe It’s True
On The Bridge
Let’s Be Lucky

 

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publicado por stipe07 às 17:41

GRMLN – Yoko

Sexta-feira, 16.02.24

O projeto GRMLN, encabeçado pelo artista Yoodoo Park, nascido em Quioto, no Japão, mas a residir em Orange County, no sul da Califórnia, está de regresso aos discos em dois mil e vinte e quatro com um registo intitulado New World, que irá ver a luz do dia a vinte e sete de junho próximo, com a chancela da Carpark Records.

GRMLN's Yoodoo Park: “I want to make as much as I can while I'm alive”

Yoko é o primeiro single revelado do alinhamento de New World. É uma canção fervorosa e emocionalmente intensa, sustentada por uma guitarra que vai sendo dedilhada de um modo algo hipnótico e em redor da qual se vai entalhando a percurssão e diversos efeitos sintéticos, que vão criando uma espécie de limiar que se transforma, finalmente, numa angulosa explosão sónica que se mostra algo entalada, mas que acaba por acontecer, finalmente, a cerca de um minuto do ocaso do tema. Confere...

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publicado por stipe07 às 17:49

Grandaddy – Long As I’m Not The One

Sexta-feira, 09.02.24

Seis anos depois do registo Last Place, os californianos Grandaddy, de Jason Lytle, preparam-se para regressar aos discos com Blu Wav, um alinhamento de treze canções que chegará aos escaparates a dezasseis de fevereiro, com a chancela da Dangerbird Records. É uma fantástica notícia que nos chega do lado de lá do Atlântico e que temos vindo a atualizar nos últimos dois meses, com a divulgação dos vários singles que têm sido extraídos daquele que será o oitavo disco da carreira deste projeto norte-americano natural de Modesto, na Califórnia.

Watercooler, uma canção que, de acordo com o próprio Jason Lytle, versa sobre o fim de um dos seus relacionamentos com alguém que trabalhava num escritório, foi o primeiro single revelado do alinhamento de Blu Wav, tema que, como certamente se recordam, foi dissecado por cá no início de novembro. Depois, no mês seguinte, debruçámo-nos no conteúdo de Cabin On My Mind, a segunda composição do alinhamento de Blu Wav, um tema que impressionou-nos a todos pelo seu cariz  eminentemente pop e pela sua invulgar cosmicidade.

Agora, a pouco mais de um mês do lançamento do disco, chega a vez de contemplarmos Long As I'm Not The One, mais um imersivo, hipnótico e etéreo catálogo de sintetizações planantes, vocalizações de forte cariz lo fi e guitarras com efeitos encharcados numa soul lisérgica intensa. À semelhança dos dois temas anteriores, mas destacando-se desses por ter um travo psicadélico superior, este modus operandi que deu origem a Long As I'm Not The One, é uma trama sonora que acaba por sustentar mais um curioso tratado de pop cósmica, comprovando que os Grandaddy mantêm-se em grande forma e na linha da frente na abordagem a um universo sonoro que encontra raízes no rock progressivo setentista do século passado, um género sonoro com caraterísticas muito próprias, mas que possibilita inúmeras abordagens e explorações. Confere...

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publicado por stipe07 às 17:48






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