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Vancouver Sleep Clinic – Blood Money

Segunda-feira, 30.05.22

Um dos discos que mais agradou à nossa redação em dois mil e dezanove foi Onwards To Zion, um trabalho assinado, quase na íntegra, por Tim Bettinson, o músico e compositor australiano que encabeça o projeto Vancouver Sleep Clinic. Era, à altura, o segundo registo de originais de um projeto que ficou logo debaixo de merecidos holofotes, não só da crítica dos antípodas, mas também de diversas outras latitudes do nosso globo e que tinha como grande força motriz a perca de um amigo muito chegado do músico, sendo um exercício de catarse dessa inevitável dor.

Soundevent Entertainment GmbH | VANCOUVER SLEEP CLINIC

Agora, quase no verão de dois mil e vinte e dois, Blood Money é o novo tema deste projeto Vancouver Sleep Clinic e que anuncia o terceiro álbum do grupo, um trabalho intitulado Fallen Paradise, que irá ver a luz do dia a oito de julho próximo, com a chancela da Believe.

Canção que pretende ajudar-nos a ultrapassar eventos negativamente marcantes, de modo a dar-nos esperança num futuro mais risonho, Blood Money contém todos os ingredientes sonoros que têm marcado este projeto com um carimbo qualitativo bastante vincado, já que se baseia numa mescla entre um lindíssimo piano sonhador, abraçado à voz tocante de Tim e a sintetizadores cósmicos, sofisticados e camaleónicos arranjos da mais diversificada proveniência, tudo embrulhado num profundo e inebriante pendor emotivo. Confere...

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publicado por stipe07 às 21:50

Ball Park Music - Manny

Terça-feira, 10.05.22

Quase uma década depois de termos analisado um disco com o curioso nome Puddinghead, e ano e meio após o registo seguinte, voltamos a colocar os nossos holofotes sobre os Ball Park Music , uma banda oriunda de Brisbane, na Austrália, formada por Sam Cromack, Jennifer Boyce, Paul Furness, Daniel Hanson e Dean Hanson. Eles têm um novo single intitulado Manny, o mais recente sinal de vida da banda e avanço para o trabalho intitulado Weirder & Weirder, o terceiro do quinteto, que irá ver a luz do dia a três de junho próximo.

Listen to Ball Park Music's new single 'Manny'

Manny é uma animada canção, dominada por uma guitarra encharcada num fuzz que carrega consigo o adn do melhor rock noventista, em especial o que ganhou fulgor à epoca por terras de Sua Majestade. É um um tema onde os arranjos e a combinação entre cordas, teclas, bateria e teclados e as mudanças de ritmo constantes impressionam verdadeiramente, mostrando que estes Ball Park Music são um grupo que tem realmente no seu seio músicos extremamente competentes e criativos. Confere...

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publicado por stipe07 às 15:34

Gang Of Youths – Angel In Realtime.

Terça-feira, 08.03.22

Os Gang Of Youths são uma banda australiana formada por David Le'aupepe (vozes e guitarra), Max Dunn (baixo), Jung Kim (guitarra, teclados), Donnie Borzestowski (bateria) e Tom Hobden (violinos, teclados e guitarra). Kim é descendente de um casal coreano e norte-americana, Dunn é da Nova Zelândia, Borzestowski é descendente de um casal polaco e australiano, Hobden é de terras de Sua Majestade e o pai de Le'aupepe era natural da Samoa e a mãe uma austríaca com raízes judaícas. Sedeados em Sidney, estrearam-se nos discos em dois mil e quinze com o registo The Positions, que teve, à época, excelente aceitação da crítica.

Gang Of Youths – 'Angel In Realtime.' review: A towering account of love  and loss

No ano transato os Gang Of Youths estiveram particularmente ativos. Lançaram em julho o EP Serene e em outubro revelaram uma canção intitulada The Man Himself. Depois, no mês seguinte, confirmaram ter um novo álbum chamado Angel In Realtime, que viu a luz do dia em fevereiro e que encontra a sua grande inspiração na morte recente do pai de David Le'aupepe, um nativo da Samoa, como já referi, e que emigrou para a Austrália, tendo passado antes pela Nova Zelândia.

De facto, Angel In Realtime é, claramente, um daqueles discos de celebração de uma memória, mas também de exorcização espiritual de tudo aquilo que de significativo e redentor ficou marcado na personalidade de quem incubou o registo. Percebe-se, ao longo do álbum, a força das marcas, das lições, das vivências e dos ensinamentos que o progenitor de David lhe deixou, sendo tudo isso um legado que o músico pretende perpetuar neste sumptuoso alinhamento de treze canções.

O receituário sonoro para atingir esse desiderato abarca a esmagadora maioria dos cânones identitários do mais vibrante indie rock, feito com guitarras encharcadas em charme e vigor, um registo percussivo sempre ritmicamente efusivo, um baixo que dá às canções o corpo e o balanço que elas precisam para exalar o conteúdo filosófico e lírico que as sustenta e teclados sempre prontos a ofereceram ao andamento melódico arranjos, detalhes e sons que ajudam os temas a ficarem ainda mais ricos e vibrantes. No fundo, é possível fazer um paralelismo entre aquilo que é o universo sonoro do disco e o modo como o mesmo honra, na sua complexidade, a herança de alguém que teve uma vida atribulada, rica e plena de experiências. Se o grande objetivo de L'aupepe foi encarnar em Angel In Realtime. aquilo que foi o seu progenitor, a vida que teve e o legado que deixou, a missão foi exemplarmente cumprida. Os samples que se escutam do hino das ilhas Cook em the man himself, a grandiosidade do piano em Brothers, ou o revigorante travo pop de tend the garden, demonstram-no claramente. Espero que aprecies a sugestão...

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publicado por stipe07 às 17:30

Gang Of Youths – In The Wake Of Your Leave

Sábado, 15.01.22

Os Gang Of Youths são uma banda australiana formada por David Le'aupepe (vozes e guitarra), Max Dunn (baixo), Jung Kim (guitarra, teclados), Donnie Borzestowski (bateria) e Tom Hobden (violinos, teclados e guitarra). Kim é descendente de um casal coreano e norte-americana, Dunn é da Nova Zelândia, Borzestowski é descendente de um casal polaco e australiano, Hobden é de terras de Sua Majestade e o pai de Le'aupepe era natural da Samoa e a mãe uma austríaca com raízes judaícas. Sedeados em Sidney, estrearam-se nos discos em dois mil e quinze com o registo The Positions, que teve, à época, excelente aceitação da crítica.

Gang of Youths sing of becoming 'dependent on grief' on new single 'In The  Wake Of Your Leave' - Indie88

No ano transato os Gang Of Youths estiveram particularmente ativos. Lançaram em julho o EP Serene e em outubro revelaram uma canção intitulada The Man Himself. Depois, no mês seguinte, confirmaram ter um novo álbum chamado Angel In Realtime, que irá ver a luz do dia em fevereiro e que encontra a sua grande inspiração na morte recente do pai de David Le'aupepe, um nativo da Samoa, como já referi, e que emigrou para a Austrália, tendo passado antes pela Nova Zelândia.

In The Wake Of Your Leave é o mais recente single divulgado de Angel In Realtime, uma canção em que David reflete sobre o modo como se tornou criativamente tão dependente do evento da perca do seu pai, parecendo ser essa a única alavanca que o faz compor e que tudo o resto não passa para ele de uma mera futilidade. Sonoramente, In The Wake Of Your Leave assenta num rock vibrante, exuberante e majestoso. Confere...

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publicado por stipe07 às 16:33

Courtney Barnett - Things Take Time, Take Time

Sábado, 01.01.22

Três anos depois do registo Tell Me How You Really Feel, que na altura sucedeu a Sometimes I Sit and Think, and Sometimes I Just Sit, o feliz título do arrebatador disco de estreia, a australiana Courtney Barnet regressou aos álbuns em dois mil e vinte e um com Things Take Time, Take Time, um alinhamento de dez canções produzido por Stella Mozgawa (Warpaint, Cate Le Bon, Kurt Vile) em Sidney e Melbourne e que viu a luz do dia por intermédio do consórcio Mom+Pop Music/Marathon. Foi um disco concebido durante o período de confinamento, que Barnett aproveitou para se embrenhar a fundo na filmografia de Agnes Varda e Andrei Tarkovsky, leituras de livros e pinturas em aguarelas.

Courtney Barnett Interview: New Album 'Things Take Time, Take Time' -  Rolling Stone

Courtney Barnett tem-se mostrado na sua carreira bastante hábil no modo como expôe aqueles pequenos detalhes da vida comum e do seu próprio quotidiano e os transforma, na sua escrita, em eventos magnificientes e plenos de substância. E se na estreia, há seis anos, procurou um ambiente eminentemente festivo e jovial que nos levasse a colocar o nosso melhor sorriso eufórico e enigmático e a passar a língua pelo lábio superior com indisfarçável deleite, ao som de uma voz doce, uma bateria intensa e uma guitarra que brilhava daqui ao céu, num vaivém musculado e constante, em dois mil e dezoito a opção foi por uma atmosfera menos imediata e um pouco mais intrincada e até amargurada e agressiva.

Agora, em dois mil e vinte e um, o propósito foi deixar refletir, sem grandes amarras, no fundo aquilo que todos temos feito nos últimos dois anos, que tem sido olhar um pouco mais para dentro de nós e para, em jeito de balanços, tomarmos novas decisões e criarmos sonhos e expetativas diferentes. Things Take Time, Take Time, tem esse condão de nos convidar a um certo recolhimento, mas também a nos tornarmos, em simultâneo, confindentes e bons amigos desta artista cada vez mais impressiva e realista. Fá-lo em dez canções sonoramente assentes na destemida companheira de sempre de Barnett, a guitarra, mas também com os sintetizadores, como sucede em Sunfair Sundown, por exemplo, a se quererem mostrar cada vez mais interventivos no catálogo da australiana, assim como o piano em Oh The Night. São quase trinta e cinco minutos que escorrem sempre num clima eminentemente folk e que nunca dispensa tonalidades algo lisérgicas e até acústicas, algo que sucede com ímpar beleza em Here's The Thing, mas também, e principalmente, em Before You Gotta Go, um belíssimo quadro sonoro de indie rock, uma composição íntima e muito pessoal sobre um beijo de despedida, que tem um elevado travo nostálgico e contemplativo, mas também vibrante, efeito conseguido no modo como o já habitual timbre metálico delicioso da guitarra de Barnett é trespassado por diversos arranjos acústicos, enquanto o baixo e a bateria acamam, de modo disciplinado e crescente, uma  balada quente e tremendamente elegante. Outra composição que mostra a já elevada maturidade desta artista e o modo como consegue, definitivamente, ampliar o seu espetro de influências, sem colocar em causa a sua assência, é Write A List Of Things To Look Forward To, uma homenagem de Barnett aos amigos que nunca a deixaram para trás. Neste tema o tal timbre metálico delicioso da guitarra da autora é trespassado por diversos outros acordes, enquanto o baixo e a bateria acamam, de modo disciplinado e quase intuitivo, uma canção quente, plena de groove e tremendamente elegante. Finalmente, merecem também audição dedicada a divertida Take It Day By Day, uma frenética descrição daquilo que é um dia a dia normal neste novo normal que todos temos vivido nos últimos meses e ainda If I Don't Hear From You Tonight, mais um tema liricamente claro nos propósitos poéticos que inspiraram o disco e que instrumentalmente descende da melhor escola indie rock norte americana, que sempre foi marcante para esta artista australiana.

Registo obrigatório para quem pretende viver o presente com um olhar mais otimista, sem recear conhecer mais a fundo o íntimo da autora, Things Take Time, Take Time testemunha e materializa o cada vez maior ecletismo de Barnett, enquanto oferece ao ouvinte diferentes perspetivas sobre a realidade sociológica e psicológica que a abriga, merecendo um lugar de destaque no que concerne aos álbuns mais inspirados e acolhedores deste ano. Espero que aprecies a sugestão...

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publicado por stipe07 às 14:31

Golf Alpha Bravo – Smoothie

Quarta-feira, 15.12.21

Um dos discos mais curiosos que rodou na nossa redaçao no verão de dois mil e vinte chegou da Austrália. Chamava-se The Sundog e era o registo de estreia da carreira a solo de Gab Winterfield, guitarrista e vocalista dos Jagwar Ma, que assinou o registo sob o peudónimo Golf Alpha Bravo, tendo sido editado pela própria etiqueta do músico, a Treasured Recordings Label. The Sundog continha onze canções e no regaço delas viajámos espacial e temporalmente, até à melhor herança do rock psicadélico setentista, uma epopeia pincelada com impressivos tiques do melhor jazz e do melhor blues, uma espécie de surf blues inspirado pelas vivências pessoais de Gab durante a sua infância e adolescência na zona costeira australiana perto de Sidney, onde cresceu.

Golf Alpha Bravo returns with a nautical-inspired single, 'Smoothie'

Agora, cerca de ano e meio depois dessa auspiciosa estreia, Golf Alpha Bravo regressa ao nosso radar à boleia de uma nova composição intitulada Smoothie, que deverá fazer parte de um novo registo do artista, a publicar em dois mil e vinte e dois. É um tema fortemente inspirado no mar e, de facto, é uma daquelas canções que se escutam com o mesmo prazer com que se encosta uma concha ao ouvido e se finge que, durante esse ato tão simples, mas também simbólico, se consegue escutar todo o vasto oceano que está defronte de nós e os seres que nele habitam e que se tornam, através desse ato tão simples, nossos amigos e confidentes. À boleia de explorações sonoras eminentemente eletrónicas, feitas com uma batida charmosa e encharcada num groove lascivo e diversas interseções cósmicas, são criadas, em Smoothie, pontes seguras e estreitas entre o rock, o funk e o jazz, temperadas com uma toada eminentemente lo fi e psicadélica, com o ritmo perfeito para tratar da necessidade primária que todos nós temos, de longe a longe, fugir ao ritmo alucinante desta modernidade que nos absorve, e acender nos nossos corações uma narcótica fogueira de festa, charme e boa disposição. Confere...

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publicado por stipe07 às 16:16

Gang Of Youths - tend the garden

Terça-feira, 16.11.21

Os Gang Of Youths são uma banda australiana formada por David Le'aupepe (vozes e guitarra), Max Dunn (baixo), Jung Kim (guitarra, teclados), Donnie Borzestowski (bateria) e Tom Hobden (violinos, teclados e guitarra). Kim é descendente de um casal coreano e norte-americana, Dunn é da Nova Zelândia, Borzestowski é descendente de um casal polaco e australiano, Hobden é de terras de Sua Majestade e o pai de Le'aupepe é natural da Samoa e a mãe uma austríaca com raízes judaícas. Sedeados em Sidney, estrearam-se nos discos em dois mil e quinze com o registo The Positions, que teve, à época, excelente aceitação da crítica.

This Week's Model — Gang of Youths, “Tend the Garden” – Coffee for Two

Em dois mil e vinte e um os Gang Of Youths têm estado particularmente ativos. Lançaram em julho o EP Serene e há algumas semanas atrás revelaram uma canção intitulada The Man Himself. Agora, em pleno outono no hemisfério norte, confirmam ter um novo álbum na forja. Chama-se Angel In Realtime, irá ver a luz do dia em fevereiro e dele já podemos escutar o single tend the garden.

Angel In Realtime encontra a sua grande inspiração no pai de David Le'aupepe, um nativo da Samoa, como já referi, que emigrou para a Austrália, tendo passado antes pela Nova Zelândia. O tema tend the garden debruça-se sobre o ofício desse Samoês, que era jardineiro e que exercia a profissão de modo apaixonado, colocando sempre um misto de energia e de sensibilidade nas suas criações, que ele considerava serem manifestações vivas de uma forma de arte única. Os Gang Of Youths quiseram encontrar a maior similaridade possível entre a canção e este modo de viver do pai de Le'aupepe e conseguiram-no porque é uma composição plena de exuberância e de majestosidade e que nos permite a absorção plena e dedicada de uma assumida quietude algo celestial, onde o retro se confunde com charme, uma simbiose à qual é impossível ficar indiferente, até porque se situa num patamar superior de abrangência. Confere tend the garden e o alinhamento de Angel In Realtime...

01 “you in everything”
02 “in the wake of your leave”
03 “the angel of 8th ave.”
04 “returner”
05 “unison”
06 “tend the garden”
07 “the kingdom is within you”
08 “spirit boy”
09 “brothers”
10 “forbearance”
11 “the man himself”
12 “hand of god”
13 “goal of the century”

 

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publicado por stipe07 às 19:10

Ball Park Music – Sunscreen

Quarta-feira, 03.11.21

Sete anos depois de termos analisado um disco com o curioso nome Puddinghead, voltamos a colocar os nossos holofotes sobre os Ball Park Music , uma banda oriunda de Brisbane, na Austrália, formada por Sam Cromack, Jennifer Boyce, Paul Furness, Daniel Hanson e Dean Hanson. Eles têm um novo single intitulado Sunscreen, o primeiro sinal de vida da banda depois do excelente disco homónimo que lançaram em dois mil e vinte e que foi, à altura, o sexto da carreira do projeto.

Ball Park Music Release New Single 'Sunscreen' Just In Time For Summer

Sunscreen tem na sua génese alguns dos cânones fundamtais do melhor indie rock contemporâneo. É uma vigorosa canção, sustentada numa bateria enleante, adornada por diversos efeitos deambulantes e uma guitarra com um perfil melódico algo rugoso, mas bastante intuitivo, um tema onde os arranjos e a combinação entre cordas, teclas, bateria e teclados e as mudanças de ritmo constantes impressionam verdadeiramente, mostrando que estes Ball Park Music são um grupo que tem realmente no seu seio músicos extremamente competentes e criativos. Confere...

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publicado por stipe07 às 19:47

Dope Lemon – Stingray Pete

Segunda-feira, 20.09.21

Dois anos depois do excelente Smooth Big Cat, Angus Stone, um cantor, compositor e produtor australiano, nascido a vinte e sete de abril do já longínquo ano de mil novecentos e oitenta e seis e que também se tem notabilizado com a sua irmã, formando juntos o duo Angus & Julia Stone, está de regresso, dentro de dias, com um novo disco intitulado Rose Pink Cadillac, bem ainda a tempo de fazer furor e aquecer algumas das mentes mais irrequietas que se preparam para gozar o verão dos antípodas.

DOPE LEMON – Stingray Pete Lyrics | Genius Lyrics

Deste Rose Pink Cadillac acaba de ser divulgado Stingray Pete, já depois de termos tido a oportunidade de conferir o tema homónimo, Kids Fallin' In Love e Every Day is A Holiday. A quarta composição do disco e que merece destaque hoje, segue a linha das duas últimas referidas acima, já que aposta num registo sonoro particularmente intimista e recatado. A canção assenta numa bateria com uma indelével toada jazzística, que se cruza com sintetizações cósmicas ondulantes, que se espraiam de modo particularmente solarengo, sustentando um instante melódico de pura subtileza, sensualidade e encantamento. Confere...

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publicado por stipe07 às 21:17

Husky - Meteorite

Quinta-feira, 26.08.21

Foi há já fez anos que fez furor nesta redação Forever So, um álbum dos australianos Husky, uma banda natural de Melbourne e formada, à altura, por Husky Gawenda (voz, guitarra), Gideon Preiss (teclados), Evan Tweedie (baixo) e Lucas Collins (bateria) e que figurou na lista dos melhores álbuns do ano para esta redação, graças a treze maravilhosas canções que formavam, no seu todo, uma espécie de pintura sonora carregada de imagens evocativas de outro tempo, salpicada com melodias acústicas bastante virtuosas e cheias de cor e arrumadas com arranjos meticulosos e lúcidos, que provavam a sensibilidade desta banda para expressar pura e metaforicamente a fragilidade humana.

Husky - Meteorite Tour Tickets at Gasometer Bandroom (Collingwood, VIC) on  Thursday, 9 December 2021

Agora, quase no ocaso do verão de dois mil e vinte e um, os Husky voltam à carga com Meteorite, uma lindíssima canção, quente e intimista, repleta de delicadas camadas de sons e ritmos, um registo que exala uma forte vibe setentista, à boleia de um buliçoso piano lisérgico e um registo vocal tremendamente adoçicado, que comprova o já público amor que os Husky confessam sentir pela pop clássica, celebrizada por nomes tão influentes como Leonard Cohen, Paul Simon, The Doors, ou os Beach Boys. Confere...

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publicado por stipe07 às 15:41






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