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Elbow – Lovers’ Leap

Segunda-feira, 29.01.24

Dois anos depois de Flying Dream 1, os Elbow já têm pronto Audio Vertigo, o décimo registo de originais do grupo formado por Guy Garvey, Craig Potter, Mark Potter e Pete Turner. O novo álbum da banda britânica irá ver a luz do dia a vinte e dois de março, com a chancela do consórcio Polydor / Geffen e será certamente mais um notável e majestoso marco discográfico na carreira de uma das bandas fundamentais do cenário indie britânico deste milénio.

Listen to the brand new Elbow single Lovers' Leap here...

De facto, majestosidade é um dos conceitos que assalta, desde logo, os ouvidos mais atentos e familizarizados com o catálogo dos Elbow, assim que se escuta Lover's Leap, o primeiro single retirado do alinhamento de Audio Vertigo. É uma composição vibrante e intensa, instrumentalmente riquíssima e que até contém um curioso travo inicial latino. Os saxofones e os trompetes, assim como um registo percurssivo e um baixo intensos e impulsivos, induzem no tema um clima intenso e recheado de astúcia e virtuosismo. Os Elbow estão em grande forma e Audio Vertigo vai ser, certamente, um dos grandes marcos discográficos de dois mil e vinte e quatro. Confere...

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publicado por stipe07 às 20:57

Liam Gallagher & John Squire – Just Another Rainbow

Quinta-feira, 11.01.24

Os gloriosos anos noventa estão ainda bem presentes entre nós, duas décadas após esse período aúreo de movimentos musicais incríveis como a britpop que, do lado de cá do atlântico, fez na altura frente ao grunge e ao indie rock norte americano, num período temporal que massificou definitivamente o acesso global à música. E os Oasis e os Stone Roses foram nomes fundamentais da arte musical em Terras de Sua Majestade nessa época, liderados pelos irmãos Gallagher e por John Squire, que acaba dar as mãos a Liam para, juntos, criarem um tratado de indie rock psicadélico intitulado Just Another Rainbow.

Liam Gallagher and John Squire announce new single 'Just Another Rainbow'

Este novo tema assinado a meias por dois nomes incontornáveis do rock britânico contemporâneo, que já tinham colaborado no tema Love Me and Leave Me, assinado pelos Seahorses, liderados por John, é o primeiro avanço de um álbum que irá ver a luz do dia em dois mil e quatro, mas ainda sem data concreta de lançamento anunciada, ou tracklist divulgada.

Just Another Rainbow é uma alegre canção sobre desilusão, com um clima épico e majestoso. O travo ecoante da voz de Liam e o fuzz tão caraterístico das guitarras, que não dispensam um momento a solo tão ao gosto de Squire, oferecem a Just Another Rainbow um elevado apelo radiofónico e adicionam à filosofia estilistica da composição aquele caraterístico som de estádio que ajudará certamente a sustentar com firmeza a promoção ao vivo de uma parceria que promete fazer furor por terras de Sua Majestade este ano. Confere...

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publicado por stipe07 às 17:46

Frank Turner – No Thank You For The Music

Quarta-feira, 10.01.24

Até dois mil e cinco, Frank Turner, músico inglês nascido em Meonstoke, era vocalista da banda de post hardcore Million Dead. Nesse ano abandonou as guitarras para seguir uma carreira a solo numa sonoridade bem mais acústica. A vontade do músico em seguir uma linha menos agressiva e mais sofisticada já era antiga e em dois mil e sete estreou-se nos discos com o bem sucedido Sleep Is For The Week. Nesse disco Turner não abandonou a voz forte e exuberante, nem a atitude típica de um verdadeiro rockstar. No entanto, adaptou a folk de forma singular a estas caraterísticas e por isso recebeu inúmeras críticas positivas e foi mais um a mostrar que a música acústica também poderá ter uma toada punk. Acabou por se tornar numa das figuras mais queridas da pop britânica e em dois mil e onze lançou England Keep My Bones, mais um registo distante do hardcore e que que continha letras tocantes e apaixonadas.

Frank Turner: 'I'm a cis, hetero white male and what that means I should do  is shut the f*** up' | The Independent

Em dois mil e dezoito e depois de dois registos que serviram para exerocizar alguns demónios pessoais, Tape Deck Heart (2013) e Positive Songs For Negative People (2015), Frank Turner chamou definitivamente a nossa atenção devido a Be More Kind, na altura o seu oitavo disco, um trabalho com treze canções vibrantes e que colocaram novamente o autor na rota de sonoridades rugosas e impulsivas, misturadas com arranjos de forte pendor orgânico e teor acústico.

Agora, no início de dois mil e vinte e quatro e dois anos depois de um disco intitulado FTHC, Frank Turner regressa ao nossa radar à boleia de No Thank You For The Music, uma nova composição, que ainda não traz atrelada o anúncio daquele que poderá ser o décimo trabalho do autor. No Thank You For The Music mantém o autor na senda de sonoridades épicas, vibrantes e impulsivas, um modus operandi sonoro cru e até algo insolente, com aquele travo inconfundível que a melhor britpop contém, feito de guitarras repletas de distorções efusiantes, um registo percurssivo intenso e algo frenético e exemplarmente acompanhado por um baixo encorpado. Sarcasmo e ironia são conceitos muito presentes numa canção que se debruça sobre a necessidade de fuga ao mainstream e aos estereótipos, o modo como a música, como forma de arte, pode contribuir para o culto da diversidade e o orgulho que devem sentir todos aqueles que defendem o direito à diferença. Confere...

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publicado por stipe07 às 17:46

Kula Shaker – Natural Magick

Domingo, 07.01.24

Depois do lançamento de um EP no final de dois mil e vinte um e seis anos após o registo K 2.0, que comemorou os vinte anos do mítico K, os britânicos Kula Shaker lançaram no verão de dois mil e vinte e dois um fabuloso álbum intitulado 1st Congregational Church Of Eternal Love And Free Hugs, um tomo de vinte temas que comprovaram que este projeto, que surpreendeu em mil novecentos e noventa e seis com o tal K, até à data o disco de estreia mais rapidamente vendido em Terras de Sua Majestade, vive num mundo completamente à parte, já que para os Kula Shaker o tempo é uma noção que não existe, tendo parado para o quarteto algures no final da década de sessenta do século passado.

KULA SHAKER Share Video For New Single 'NATURAL MAGICK' | XS Noize | Latest  Music News

Agora, cerca de ano e meio depois deste extraordinário lançamento, os Kula Shaker já estão de regresso com outro álbum, um trabalho intitulado Natural Magick, um alihamento de treze canções que irá ver a luz do dia a vinte e seis de janeiro próximo.

No último verão a banda liderada por Crispian Mills revelou Waves, o primeiro single retirado do alinhamento de Natural Magick. Depois, em outubro, rodou por cá com insistência, Indian Record Player, o segundo single, uma composição assente em vibrantes cordas, com um fuzz enérgico e encharcada num estupendo groove.

Agora, poucas semanas antes do lançamento do registo, os Kula Shaker divulgam o tema homónimo, a terceira composição do alinhamento do álbum. Natural Magick é outra canção vibrante e luminosa, um orgasmo de psicadelia e de cor, um tratado de rock progressivo tremendamente festivo e alienador. Confere...

Natural Magick: Amazon.co.uk: CDs & Vinyl

01 - Gaslighting
02 - Waves
03 - Natural Magick
04 - Indian Record Player
05 - Chura Liya (You Stole My Heart)
06 - Something Dangerous
07 - Stay With Me Tonight
08 - Happy Birthday
09 - IDONTWANNAPAYMYTAXES
10 - F-bombs
11 - Whistle and I Will Come
12 - Kalifornia Blues
13 - Give Me Tomorrow

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publicado por stipe07 às 20:19

Kula Shaker – Indian Record Player

Quarta-feira, 18.10.23

Depois do lançamento de um EP no final de dois mil e vinte um e seis anos após o registo K 2.0, que comemorou os vinte anos do mítico K, os britânicos Kula Shaker lançaram no verão do ano passado um fabuloso álbum intitulado 1st Congregational Church Of Eternal Love And Free Hugs, um tomo de vinte temas que comprovaram que este projeto, que surpreendeu em mil novecentos e noventa e seis com o tal K, até à data o disco de estreia mais rapidamente vendido em Terras de Sua Majestade, vive num mundo completamente à parte, já que para os Kula Shaker o tempo é uma noção que não existe, tendo parado para o quarteto algures no final da década de sessenta do século passado.

KULA SHAKER Announce New Single 'INDIAN RECORD PLAYER' | XS Noize | Latest  Music News

Agora, pouco mais de um ano depois deste extraordinário lançamento, os Kula Shaker já estão de regresso com outro álbum, um trabalho intitulado Natural Magick, que irá ver a luz do dia a vinte e seis de janeiro próximo. No verão recente a banda liderada por Crispian Mills revelou Waves, o primeiro single retirado do alinhamento de Natural Magick. Mas já é possível conferirmos outro single do disco; É um tema intitulado Indian Record Player, uma composição assente em vibrantes cordas, com um fuzz enérgico e encharcada num estupendo groove que as palmas ajudam a ampliar com enorme requinte, num resultado final que materializa uma indisfarçável ode à melhor herança psicadélica setentista. Confere...

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publicado por stipe07 às 17:35

Teenage Fanclub – Nothing Lasts Forever

Sexta-feira, 22.09.23

Trinta anos após o registo de estreia e quatro do excelente disco Here, os icónicos veteranos escoceses Teenage Fanclub, formados por Norman Blake, Raymond McGinley, Francis Macdonald, Dave McGowan e Euros Childs, voltaram em dois mil e vinte e um ao ativo e mais efusivos e luminosos do que nunca, com Endless Arcade, doze canções de um projeto simbolo do indie rock alternativo e que provou, nesse registo, que ainda tem um lugar reservado, de pleno direito, no pedestal deste universo sonoro.

Teenage Fanclub Announce New Album Nothing Lasts Forever, Share Video for  New Song: Watch | Pitchfork

Um ano depois desse belíssimo regresso, ou seja, o ano passado, o projeto escocês voltou a dar sinais de vida com uma nova composição intitulada I Left A Light On, que acabou por ser a primeira amostra de um novo trabalho dos Teenage Fanclub, um disco intitulado Nothing Lasts Forever, que acaba de chegar aos escaparates, com a chancela da Merge Records e da PeMa, etiqueta do próprio grupo.

A ideia de luz é o foco central de um portentoso alinhamento de dez canções que, no seu todo, encarnam um tratado de indie rock com aquele perfil fortemente radiofónico que sempre caracterizou os Teenage Fanclub. De facto, Nothing Lasts Forever, um álbum encharcado em positividade, sorridente melancolia, inocente intimismo e ponderado pendor reflexivo, é um caminho seguro, retílineo e consistente rumo aquele indie rock que provoca instantaneamente sorrisos de orelha a orelha, independentemente do estado de espírito inicial. É um disco cheio de canções leves, melodicamente sagazes e, se forem analisadas tendo em conta o catálogo já vasto do projeto, são imperiosas no modo como, com uma intensidade nunca vista no quinteto, desbravam caminho até uma mescla contundente entre os primórdios da indie folk, a britpop e o melhor rock oitocentista.

Logo a abrir o disco, em Foreign Land, o modo como uma rugosa e épica distorção é trespassada por cordas vibrantes e melodicamente irrepreensíveis, cativa de imediato o ouvinte, ao mesmo tempo que o esclarece devidamente acerca da caraterização do adn que fez dos Teenage Fanclub, ao longo destas décadas, uma banda de pedestal, ou seja, uma referência obrigatória para muitos outros grupos que também procuram o seu lugar ao sol. A guitarra elétrica que acama Tired Of Being Alone é outra imagem de marca e, ao mesmo tempo, um porto seguro para uma canção sentimentalmente desafiante e o piano de I Left A Light On, a prova do apurado ecletismo e da superior sagacidade interpretativa de um quinteto que, por incrível que pareça, pode muito bem estar, à boleia de Nothing Lasts Forever, no pináculo da carreira.

O disco prossegue e no embalo percurssivo de It's Alright, uma canção com um espírito veraneante anguloso, no travo surf punk de Falling Into The Sun, ou na singela acusticidade que atiça a lágrima fácil ao som de Middle Of My Mind, somos afagados por quase quarenta minutos feitos de canções assobiáveis, mas com substância, que dão vida a um bom disco de indie pop rock, feito da mais pura estirpe escocesa. Nothing Lasts Forever é calor e luz, mas ouve-se em qualquer altura do ano. Intenso, poético e cheio de alma, exala um sedutor entusiasmo lírico, uma atmosfera sempre amável e prova que, quando os intérpretes têm qualidade, escrever e compôr boa música não é uma ciência particularmente inacessível. Aliás, para os Teenage Fanclub nunca foi. Espero que aprecies a sugestão...

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publicado por stipe07 às 16:39

Blur – St. Charles Square

Segunda-feira, 03.07.23

The Ballad Of Darren tem data de lançamento prevista para vinte e um de julho próximo, com a chancela da Parlophone e será o primeiro álbum dos britânicos Blur de Graham Coxon, Damon Albarn, Alex James e Dave Rowntree, desde o extraordinário The Magic Whip de dois mil e quinze. Este novo alinhameno de dez canções dos Blur é o tão badalado regresso à ribalta de uma banda fundamental da música ocidental das últimas três décadas, liderada pelo melancólico e sempre genial, brilhante, inventivo e criativo Damon Albarn, personagem central da cultura pop britânica contemporânea.

Blur Drop New Single, the Britpop Throwback 'St. Charles Square' – Rolling  Stone

O curioso nome deste disco, The Ballad Of Darren, foi inspirado em Darren Smoggy Evans, guarda costas da banda há vários anos e ajudante pessoal de Damon Albarn. Com uma capa também bastante original, feita a partir de uma fotografia captada em dois mil e quatro por Martin Parr e que ilustra a piscina de uma localidade chamada Gourock, na Escócia, este registo funciona como uma espécie de tributo a essa personalidade sempre dedicada e leal e teve como single de avanço uma espetacular canção intitulada The Narcissist, inspirada na figura do Pierrot que se olha ao espelho e procura encontrar e descrever o seu próprio ego.

Agora, algumas semanas após a divulgação de The Narcissist, os Blur já retiraram de The Ballad Of Darren o seu segundo single, por sinal também o segundo tema do alinhamento do disco. É uma canção chamada St. Charles Square e o título pretende fazer uma espécie de alegoria ao local onde todos nós podemos encontrar os fantasmas dos monstros que vão passando pela nossa existência, sejam reais ou fictícios. A composição é um portento de pop rock, assente numa inspirada e abrasiva linha de guitarra assinada por Coxon, a fazer lembrar alguns dos melhores momentos orgânicos de discos como o de estreia intitulado Leisure (1991), ou o homónimo editado seis anos depois. O registo vocal grave e contundente de Albarn e a epicidade fulgurante percurssiva interpretada por Dave Rowntree são também momentos altos de uma canção incrível. Confere...

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publicado por stipe07 às 16:15

Blur - The Narcissist

Domingo, 21.05.23

The Ballad Of Darren tem data de lançamento prevista para vinte e um de julho próximo, com a chancela da Parlophone e será o primeiro álbum dos britânicos Blur de Graham Coxon, Damon Albarn, Alex James e Dave Rowntree, desde o extraordinário The Magic Whip de dois mil e quinze. Este novo alinhameno de dez canções dos Blur é o tão badalado regresso à ribalta de uma banda fundamental da música ocidental das últimas três décadas, liderada pelo melancólico e sempre genial, brilhante, inventivo e criativo Damon Albarn, personagem central da cultura pop britânica contemporânea.

Blur The Narcissist

O curioso nome deste disco, The Ballad Of Darren, foi inspirado em Darren Smoggy Evans, guarda costas da banda há vários anos e ajudante pessoal de Damon Albarn. Com uma capa também bastante original, feita a partir de uma fotografia captada em dois mil e quatro por Martin Parr e que ilustra a piscina de uma localidade chamada Gourock, na Escócia, este registo funciona como uma espécie de tributo a essa personalidade sempre dedicada e leal e tem como single de avanço uma espetacular canção intitulada The Narcissist.

Inspirada na figura do Pierrot que se olha ao espelho e procura encontrar e descrever o seu próprio ego, The Narcissist é um portento de pop rock, assente numa inspirada e repetitiva linha de guitarra assinada por Coxon, que vai recebendo diferentes nuances instrumentais e rítmicas, à medida que a canção cresce em charme e majestosidade e, simultaneamente, em abrangência e ecletismo. Confere The Narcissist e o artwork e a tracklist de The Ballad Of Darren...

Blur Previews New 'The Ballad of Darren' LP With 'The Narcissist'

1. The Ballad
2. St. Charles Square
3. Barbaric
4. Russian Strings
5. The Everglades (For Leonard)
6. The Narcissist
7. Goodbye Albert
8. Far Away Island
9. Avalon
10. The Heights

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publicado por stipe07 às 16:19

The WAEVE - Kill Me Again

Sexta-feira, 03.02.23

Graham Coxon, um dos elementos fundamentais dos Blur e Rose Dougall são a espinha dorsal de um curioso novo projeto britânico intitulado The WAEVE, que acaba de se estrear nos lançamentos discográficos com um registo homónimo de dez canções, que tem a chancela da Transgressive Records.

Graham Coxon and Rose Elinor Dougall's The WAEVE share new song 'Kill Me  Again'

Enquanto a nossa redação não se debruça a fundo no conteúdo de The WAVE, disco que já toca em alta rotação na nossa redação, deixamos como aperitivo o single Kill Me Again, uma composição intensa e vigorosa, que impressiona pela modo como o saxofone a sustenta logo desde o início e pela mestria percussiva de um baixo envolvente, num resultado final intenso, charmoso e bastante apelativo. Se Graham Coxon é sobejamente conhecido por ser extremamente talentoso, virtuoso e detentor de uma musicalidade tão avançada no manuseio das cordas, como se a guitarra fosse uma extensão do seu corpo, Kill Me Again e, consequentemente, os dez temas do disco homónimo de estreia deste incrível projeto que abraça com a não menos talentosa Rose Dougall, são a prova evidente que nesta dupla britânica o chamado pós punk britânico terá uma esplendorosa via sonoras aberta para se expressar de modo radiante e efusivo. Confere...

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publicado por stipe07 às 14:09

Gaz Coombes – Feel Loop (Lizard Dream)

Segunda-feira, 02.01.23

Quem esteve atento à luta fraticida pelo domínio da brit pop durante a década de noventa, recorda-se imediatamente da dupla Blur vs Oasis e depois acrescenta-lhe os Suede e os Pulp, os The Charlatans e talvez os Spiritualized e os Supergrass, este, sem dúvida, o grupo britânico mais negligenciado nessa altura. Gaz Coombes, antigo líder desta banda britânica, estreou-se numa carreira a solo em 2012 e em boa hora o fez com o fabuloso Here Come The Bombs. Uns dois anos depois desse início prometedor, Coombes regressou mais uma vez à boleia da Hot Fruit Recordings, com Matador, um disco produzido pelo próprio autor e gravado no seu estúdio caseiro em Oxford.

Gaz Coombes dei Supergrass annuncia il suo quarto LP solista. Guarda il  video del singolo "Don't Say It's Over" | IndieForBunnies

No início do verão de dois mil e dezoito foi a vez de nos revelar o terceiro disco, um trabalho intitulado World's Strongest Man, com onze canções idealizadas por uma das personalidades mais criativas da indie britânica e inspiradas no concurso anual World's Strongest Man, um enorme sucesso televisivo em Inglaterra, um talkshow passado numa qualquer ilha das Caraíbas e que escolhe, após várias provas, aquele que é supostamente o homem mais forte do mundo.

Agora cerca de meia década depois de World's Strongest Man, Gaz está de regresso com novidades, um novo disco intitulado Turn The Car Around, que já foi antecipado por cá no último verão com um single intitulado Sonny The Strong. Agora chega a vez de conferirmos outra tema extraído desse novo álbum de Gaz Coombes. A canção intitula-se Feel Loop (Lizard Dream) e oferece-nos pouco mais de três minutos e meio de um tratado de indie rock encorpado, vibrante e enleante, conduzido por uma distorção contundente, que vai sendo cortada por um riff metálico insinuante, com outros detalhes rebarbantes a irem cortando a direito uma composição que, no seu tdo, nos oferece-nos uma relação pouco vista em Coombes entre o rock clássico e climas mais progressivos, sem descurar um intenso sentido melódico e a tipica epicidade das melhores propostas da indie experimental que habitualmente é incubada em terras de Sua Majestade. Confere...

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publicado por stipe07 às 11:30






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