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Balthazar – Sand

Sexta-feira, 23.04.21

O excelente registo Fever ainda não tem dois anos de existência, mas os belgas Balthazar mantêm-se criativamente ativos, estando de regresso aos lançamentos discográficos com Sand, um alinhamento de onze canções que viram a luz do dia através da etiqueta Play It Again Sam e que foi idealizado por Jinte Deprez e Maarten Devoldere, as duas grandes mentes criativas do projeto.

Balthazar lança aguardado álbum "Sand" | NSC Total

O busílis de Sand foi criado durante a digressão de promoção a Fever e, por isso, muitas das nuances que marcaram esse trabalho que o grupo belga lançou em dois mil e dezanove, mantêm-se ou foram aprimoradas neste quarto álbum da carreira de um projeto ímpar a explorar diferentes graus e latitudes sonoras, dentro de um espetro indie que se vai balizando nos cânones fundamentais do melhor rock alternativo contemporâneo.

De facto, basta ouvir, quase no ocaso do disco, Halfway, uma composição melodicamente assente num travo R&B algo peculiar, abrigado por uma linha de baixo plena de groove e adornada por deliciosos falsetes e diversos arranjos de elevado apuro melódico e onde as teclas são protagonistas, para se perceber toda a trama conceptual que orientou os Balthazar na concepção deste trabalho. Depois, num alinhamento que tematicamente se debruça sobre conceitos como a perda e a inquietação, sensações muito prementes no período pandémico atual em que parece que vivemos todos à espera que a areia (sand) que desliza pela ampulheta do Covid termine o seu percurso rapidamente, no virtuosismo vocal de On A Roll, no elevado sentimentalismo de You Won't Come Around e no superior travo jazzístico de Linger On, a dupla mostra claramente uma preocupação em seguir determinados cânones e regras pré-estabelecidas, mas as que foram criadas por eles próprios.

Os Balthazar sempre elegeram esta bitola criativa charmosa e com uma soul muito própria como o caminho bem balizado rumo ao estrelato e ao sucesso comercial e Sand demonstra bem essa filosofia, quer no modo como se assume como um compêndio sonoro com uma elevada maturidade, quer melódica quer instrumental, quer no acerto criativo do mesmo e que não defrauda minimamente a herança anterior deste grupo belga. São notáveis composições que demonstram o modo coerente e apaixonado como os Balthazar funcionam enquanto corpo único e como catalizam toda a energia para compor, provando também uma notável auto confiança, uma tremenda experiência e um acerto interpretativo incomum. Espero que aprecies a sugestão...

Balthazar - Sand

01. Moment
02. Losers
03. On A Roll
04. I Want You
05. You Won’t Come Around
06. Linger On
07. Hourglass
08. Passing Through
09. Leaving Antwerp
10. Halfway
11. Powerless

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publicado por stipe07 às 13:10

Holy Holy – How You Been

Quinta-feira, 22.04.21

A Austrália é o local de origem dos Holy Holy, uma dupla formada por Tim Carroll e o guitarrista e compositor Oscar Dawson, dois músicos oriundos de Brisbane e Melbourne, respetivamente e, em tempos, professores de inglês no sudoeste da Ásia. Ambos mudaram-se para a Europa em 2011, com Carroll a fixar-se em Estocolmo, na Suécia e Dawson em Berlim, na Alemanha. Depois, num reencontro de ambos na primeira cidade, resolveram fazer música juntos, tendo sido criadas aí as primeiras demos em conjunto, que foram, depois, aprimoradas na Austrália, dando origem a estes Holy Holy. Em 2015 o projeto, já com o baterista Ryan Strathie, estreou-se nos discos com o excelente When The Storms Would Come, que teve um excelente sucessor em dois mil e dezassete, um trabalho intitulado Paint, com dez canções que foram compostas com a dupla a ir contra o seu próprio instinto e vontade, que costumava divagar em redor de sonoridades eminentemente folk, com o resultado a constituir-se, no seu todo, como algo de mais arriscado, mas também mais preciso e minimal, do que o disco de estreia.

OSCAR DAWSON (HOLY HOLY) - GUITAR - Australian Musician MagazineAustralian  Musician Magazine

De facto, se em Paint, há quase quatro anos atrás, os Holy Holy ampliaram largamente o seu espetro sonoro, num disco onde alguns riscos foram tomados e nem sempre calculados, mas com o resultado final a ser bastante compensador, já que encarnou uma espécie de osmose de vários detalhes típicos de sonoridades, que da eletrónica à já referida folk, passando pela pop mais radiofónica e o rock alternativo, deram ao disco e à banda um elevado cariz eclético, o mesmo mantém-se hoje, estando bemplasmado na amplitude e luminosidade de How You Been, a primeira canção que a dupla nos oferece em dois mil e vinte e um. Esta nova canção dos Holy Holy é, claramente, uma vista panorâmica para diversas interseções que, quer na seleção dos arranjos, quer do arsenal instrumental, obedeceu à procura de uma consonância com a componente lírica, parecendo também ter resultado de um arrojado processo de filtragem fina do que de melhor cada subgénero sonoro que influencia atualmente a dupla tem para lhe oferecer. Confere... 

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publicado por stipe07 às 09:43

Lucy Dacus – Hot And Heavy

Terça-feira, 20.04.21

Depois de andar envolvida durante algum tempo na revisitação de vários temas de artistas que admira e de ter participado ativamente no disco Little Oblivions da sua colega Julien Baker no projeto Boygenius, a norte-americana Lucy Dacus virou finalmente o seu foco para o projeto a solo que assina e que terá um novo capítulo discográfico. O álbum vai chamar-se Home Video e irá ver a luz do dia a vinte e cinco de junho, com a chancela da Matador Records.

Lucy Dacus partilha novo single… “Hot & Heavy” – Glam Magazine

Hot And Heavy, que pode ser já considerada como uma das melhores canções de dois mil e vinte e um, é o mais recente single divulgado de Home Video, uma vibrante e empolgante canção sobre um amor antigo, que abre o alinhamento do registo e que chama a atenção não só pelo registo vocal impregnado com uma rara honestidade e sentimentalismo, mas também pelo modo vibtrante como diversas camadas de guitarras e sintetizações se entrelaçam com uma interpretação rítmica e percurssiva bastante heterogénea, num resultado final consistente e de elevado travo classicista, tendo em conta a herança do melhor rock norte-americano contemporâneo. Confere Hot And Heavy e a tracklist de Home Video...

01 Hot & Heavy
02 Christine
03 First Time
04 VBS
05 Cartwheel
06 Thumbs
07 Going Going Gone
08 Partner In Crime
09 Brando
10 Please Stay
11 Triple Dog Dare

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publicado por stipe07 às 11:13

Andrage - Andrage

Segunda-feira, 19.04.21

Margarida Marques (Voz), Daniel Gouveia (Trompete), Humberto Dias (Bateria), João Heliodoro (Saxofone Tenor), José Rego (Baixo) e Pedro Campos (Guitarra), são os Andrage, uma banda que começou o seu percurso em dois mil e dezassete e cujo nome é inspirado numa planta nativa do território Alentejano, uma escolha que se deve ao facto de grande parte dos elementos da banda serem naturais do Baixo Alentejo. Esta planta acaba por servir de metáfora para a filosofia interpretativa do grupo, que se assume como detentor de ideias delicadas à superfície mas bem firmes desde a baseNa passada sexta-feira, dia dezasseis de abril, chegou aos escaparates Andrage, o novo trabalho homónimo do grupo, um alinhamento de oito canções gravadas e masterizadas por Bruno Xisto nos estúdios Black Sheep Studios em Sintra e com a chancela da Throwing Punches.

Andrage a uma só voz - bodyspace.net

Disco que se escuta de fio a pavio com um sorriso sincero e instintivamente feliz nos lábios, Andrage está encharcado de composições diversificadas e acessíveis, repletas de melodias orelhudas e que, tendo sido alvo de uma produção aberta e notoriamente inspirada, proporcionam-nos um baquete sonoro de forte cariz eclético e ímpar abrangência. Entre o rock e o jazz, neste deslumbrante festim de sons, cadências rítmicas e dissertações melódicas, é vasta a fusão de estilos e tiques, não só por causa de um arsenal instrumental feliz e que, além das habituais cordas, tem nos sopros e nas teclas elementos preponderantes na indução de emotividade, cor e substância aos temas, mas também devido a um registo vocal sem meios termos e constantemente nos píncaros da emotividade.

De facto, o abraço indulgente entre a guitarra e o saxofone em So Wrong, a subtileza dilacerante de Sign, o ambiente festivo de Getting Wild, uma composição assente em sons inteligentes e solidamente construídos, que nos emergem num universo carregado de batidas e ritmos que não deixam de exalar um certo erotismo, o travo glam de Wasting Time e o vigor rítmico que o baixo impôe em Stuck e que nunca resvala, são provas concretas da excentricidade dos Andrage e da rara graça como os seus membros combinam e manipulam, com sentido melódico e lúdico, a estrutura de uma canção, no fundo, um esforço indisciplinado, infantil, amiúde feito de improviso e claramente emocional, que sobrevive num universo subsónico e contrastante, que parece falar-nos ao ouvido e à anca de sonhos, de liberdade e de redenção.

Andrage é, pois, um disco que exala amadurecimento por todos os poros, uma firmeza artística assente num impecável trabalho de produção que permite que todo o arsenal instrumental utilizado pelos autores tenha o seu protagonismo no tempo certo, em suma, um verdadeiro banquete requintado, sedutor e repleto de charme, um oásis de cor e luz que evoca ambientes sonoros repletos de nostalgia, mas que, simultaneamente, também soam de uma forma muito nova e refrescante. Espero que aprecies a sugestão...

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publicado por stipe07 às 11:54

José González – Visions

Sábado, 17.04.21

Mais de meia década após o extraordinário disco Vestiges & Claws, à época o seu terceiro álbum, o sueco José González está de regresso com um novo alinhamento intitulado Local Valley, um cardápio de treze audazes composições, cantadas com poemas escritos em inglês, sueco e espanhol e que marca o regresso do autor e compositor à City Slang, etiqueta com quem já trabalhou no seu projeto Junip, que partilha com Tobias Winterkorn.

José González preps first album in 6 years (get it on exclusive red vinyl)  — stream “Visions”

O primeiro avanço revelado de Local Valley foi, como certamente se recordam, o tema El Invento, a primeira aventura de José González na língua castelhana, a mesma que falam os seus progenitores, naturais da Argentina, um tema inspirado na felicidade que o músico tem sentido com a experiência recente no universo da paternidade, com a sua filha Laura, atualmente com quatro anos e com quem conversa diariamente em espanhol, fator também decisivo para esta primeira experiência nessa língua, conforme referi.

Agora chega a vez de conferirmos o segundo single do registo; Visions é uma delicada e emotiva canção, um belíssimo tratado de indie folk acústica, de elevado cariz intimista e confessional e onde não faltam também sons da natureza para ampliar ainda mais o cariz realista de um poema sobre a busca de paz de espírito nestes tempos de imensa incerteza. Confere Visions e a tracklist de Local Valley...

01 El Invento
02 Visions
03 The Void
04 Horizons
05 Head On
06 Valle Local
07 Lasso ln
08 Lilla G
09 Swing
10 Tjomme
11 Line Of Fire
12 En Stund Pa Jorden
13 Honey Honey

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publicado por stipe07 às 20:47

YAGMAR - Mítica Luz

Sexta-feira, 16.04.21

Os lisboetas YAGMAR (You Actually Gave Me A Ride) têm já uma carreira com interessante longevidade, mas só começaram a dar realmente nas vistas há cerca de dois anos com o EP Amargo, o segundo da banda, um registo que levou a banda a muitos palcos deste país e a fazer parte da colectânea Fnac Novos Talentos 2019. Acabaram por tocar no festival com o mesmo nome e também no Super Bock em Stock, em dois mil e dezanove. No início do ano passado arregaçaram as mangas para incubar o primeiro longa duração, com a ajuda do produtor e engenheiro de som Vitor Carraca Teixeira, conhecido pelo seu trabalho com nomes emergentes e já consolidados do panorama musical em Portugal como Dream People, Meses Sóbrio, Vila Martel, Left., entre outros, refugiando-se no seu estúdio para criar um disco que terá o nome de Homem Severo e que vê a luz dentro de dias.

Yagmar antecipam edição do primeiro LP “Homem Severo” com single “Mítica Luz”  – Glam Magazine

Homem Severo terá um alinhamento de oito composições que, por premonição ou não, se tivermos em conta o atual período pandémico que vivemos, acabam por se adequar a estes tempos conturbados e ao estado de espírito que de algum modo nos assalta quase todos e que está cheio de interrogações e ansiedades. Sonoramente, será, certamente, um flirt aos ritmos africanos acompanhados de melodias de outras regiões, tal como sucedeu nos EPs anteriores, mas com outra maturidade e acuidade melódica.

Há sempre algo que nos guia nos momentos de aperto, aquilo que nos faz ter perseverança e lutar contra os momentos desafortunados desta vida. É este o mote de Mítica Luz, o mais recente tema retirado do alinhamento de Homem Severo, um turbilhão melódico e rítmico mas que, por vezes, nos deixa respirar. Confere....

Facebook: https://www.facebook.com/yagmarband/

Instagram: https://www.instagram.com/yagmar.jovem/

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UC9iIEutk-qrsKOMI6Fy-kZw

Soundcloud: https://soundcloud.com/user-556339908

Spotify: https://open.spotify.com/artist/4MH8poPCB7vchDU77AG6C8?si=O4ZxyirjRw6hXK2F8ktHdg

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publicado por stipe07 às 14:36

John Grant – Boy From Michigan

Quinta-feira, 15.04.21

Pouco mais de dois anos após o excelente registo Love Is Magic, um John Grant enraivecido e profundamente incomodado pela conjuntura atual do seu país natal e do mundo, não só devido à crise pandémica, mas também ao crescimento político dos extremismos, que não abrandam apesar da derrota de Trump e da entrada de Biden na Casa Branca, prepara-se para lançar um novo álbum intitulado Boy From Michigan, que irá ver a luz do dia a vinte e cinco de junho próximo, à boleia do consórcio Partisan/Bella Union.

John Grant anuncia o álbum 'Boy From Michigan' e revela a faixa-título

Boy From Michigan conta com Cate Le Bon nos créditos da produção que, já agora, tem um novo disco intitulado Reward e que a nossa redação recomenda vivamente. Mas voltando ao novo álbum de Grant, depois de em janeiro termos contemplado o single The Only Baby, agora chega a vez de conferirmos o tema homónimo do disco, uma canção com uma toada muito charmosa e onde um delicioso travo psicadélico passeia por um tratado de chillwave intemporal, enquanto Grant disserta sobre algumas memórias que ainda guarda dos seus primeiros anos de vida no Michigan. Confere Boy From Michigan e a tracklist de Boy From Michigan...

Boy From Michigan
County Fair
03 “The Rusty Bull
The Cruise Room
Mike And Julie
Best In Me
Rhetorical Figure
Just So You Know
Dandy Star
Your Portfolio
The Only Baby
Billy

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publicado por stipe07 às 17:52

Damien Jurado – Tom

Quarta-feira, 14.04.21

No próximo dia catorze de maio irá chegar aos escaparates The Monster Who Hated Pennsylvania, o novo trabalho do norte-americano Damien Jurado. Esse novo álbum do músico agora a viver em Los angeles, terá a chancela da Maraqopa Records e irá, certamente, voltar a justificar porque é que Damien Jurado é um dos nomes fundamentais da folk norte americana e um dos artistas que melhor tem sabido preservar algumas das caraterísticas mais genuínas de um cancioneiro que dá enorme protagonismo ao timbre acentuado e rugoso das cordas para dissertar crónicas sobre uma América profunda e muitas vezes oculta, não só para os estrangeiros, mas também para muitos nativos que desde sempre se habituaram à rotina e aos hábitos de algumas das metrópoles mais frenéticas e avançadas do mundo, construídas num país onde ainda é possível encontrar enormes pegadas de ancestralidade e que inspiram calorosamente este músico.

Damien Jurado shares new single 'Tom' | Folk Radio

Depois de há algumas semanas ter sido retirado do alinhamento de The Monster Who Hated Pennsylvania o single Helena, agora chega a vez de conferirmos Tom, uma canção algures entre a penumbra e a luz, carregada com um timbre simultaneamente revelador de inquietude e de serenidade único, em que as cordas assumem um protagonismo óbvio, mas deixam espaço para que arranjos de outras proveniências, debitados pelo multi-instrtumentista Josh Gordon, confiram à composição um arquétipo sonoro com uma sofisticação muito própria, rematada pelo habitual modo como este autor usa as palavras de modo a fazer fazer-nos passar a sensação que o ouvinte está a conversar com o autor e junto a si. Confere...

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publicado por stipe07 às 13:25

Senhor Jorge - Palhaço

Terça-feira, 13.04.21

Beirão de origem e fadista por paixão, Senhor Jorge Novo é a cabeça de cartaz de um projeto que tem as suas raízes na Igreja da Misericórdia de Viseu. Nela, há pouco mais de dois anos, Rui Sousa (Dada Garbeck), João Pedro Silva (The Lemon Lovers) e Gonçalo Alegre (Galo Cant’às Duas) conheceram este Sr. Jorge Novo, sacristão, ex-lapidador de diamantes e ele próprio uma preciosidade escondida que rapidamente conquistou o coração de quem o ouviu. Foi desse encontro inesperado e feliz, foi dessa surpresa e dos afetos que ela desencadeou, que nasceu este projeto e o E.P. sr. jorge, exercício generoso de troca e de diálogo criativo entre universos artísticos que, frequentemente, estão condenados a viverem separados.

Senhor Jorge assinala edição de EP com videoclip “Palhaço” – Glam Magazine

sr. jorge irá ver a luz do dia a nove de abril próximo e, do seu alinhamento, depois de termos ficado a conhecer o tema Cobertor, uma canção que nos ensina que por vezes, um amor é tão profundo que, para conforto do outro, consegue conter a urgência de repreender, agora chega a vez de ouvirmos Palhaço, uma canção que, na óptica de Pedro Bastos, realizador do vídeo do tema, nos mostra o quanto somos uns palhaços nesta vida sempre que hesitamos (e se eu tivesse ido antes por ali...?), ficamos marcados pelo tempo que não aproveitámos, ou tornamo-nos descartáveis, quando deixamos de ser essenciais. Confere...

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publicado por stipe07 às 13:25

Lou Barlow – Over You

Segunda-feira, 12.04.21

Baixista dos Dinosaur Jr. e vocalista dos Sebadoh, o norte americano Lou Barlow, um músico oriundo de Greenfield, no Massachussets e considerado um dos grandes gúrus do indie alternativo desde a década de noventa, tem também uma profícua carreira a solo. E Lou Barlow está prestes a acrescentar um novo disco no seu cardápio, num momento em que os próprios Dinosaur Jr. têm igualmente novo álbum na forja, um registo intitulado Sweep It Into Space e que conta com o nome de Kurt Vile nos créditos da produção do mesmo.

Lou Barlow announces new solo album, shares “Over You”

Ora, o novo álbum a solo de Lou Barlow chama-se Reason To Live, irá ver a luz do dia em maio próximo e transportar-nos-á, mais uma vez, para um universo eminentemente recatado, mas onde o músico celebra a vida e todos aqueles que dela fazem parte e que ele muito ama, fazendo-o através de uma folk intimista, nostálgica e contemplativa e que terá nas cordas a principal arma de arremesso, mas onde também não faltará a curiosa exuberância vocal deste autor, se tivermos em conta o conteúdo da curta mas lindíssima composição Over You, uma das várias que farão parte do alinhamento de Reason To Live. Confere...

 

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publicado por stipe07 às 17:38






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