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TOY - TOY

Quarta-feira, 10.10.12

Os londrinos TOY formaram-se em 2010 a partir de elementos dos Joe Lean & The Jing Jang Jong. Atualmente o grupo é formado por Tom Dougall (voz e guitarras), Dominic O'Dair (guitarras), Maxim Barron (baixo e voz), Alejandra Diez (sintetizadores e modulação) e Charlie Salvidge (bateria e voz) e ultimamente tenho ouvido, quase até à exaustão, o primeiro, homónimo e incensado álbum desta banda, lançado no passado dia três de setembro, através da Heavenly Recordings. Este disco de estreia, gravado durante a primavera deste ano, foi produzido por Dan Carey (Mystery Jets, M.I.A, CSS e Hot Chip) e nele escuta-se um leque alargado de sonoridades que incluiem o punk, o psicadelismo, o krautrock ou o post rock, aliadas a um trabalho de exploração experimental de técnicas de gravação feitas em estúdio.

Uma das maiores curiosidades em torno desta banda reside na data de formação, ou seja, os TOY formaram-se entre o Primary Colours (2009) e Skying (2011), os dois últimos discos dos também ingleses The Horrors (a banda britânica que mais me seduziu nos últimos anos). E parece-me óbvio não só a mim como à maioria da crítica especializada que isso não foi uma coincidência e que o grupo surge impulsionado pela atração que sentem pelo conteúdo de Primary Colours e pela sonoridade única da banda liderada por Faris Badwan, que meses depois retribuiria convidando os TOY a abrirem alguns dos seus concertos na Europa.

Assim, um dos desafios que se coloca durante a audição de TOY é distrinçar alguns detalhes mais genuínos e que de alguma forma possam distinguir as duas bandas. E pessoalmente considero que estes TOY são um pouco mais melancólicos e menos ruidosos que os The Horrors, além de serem influenciados de forma ainda mais intensa pelo krautrock dos anos setenta.

Talvez seja ainda um pouco cedo para se tecer qualquer opinião concreta sobre a banda ou para se fazer apostas sobre como será o futuro dos TOY. O certo é que a estreia é extraordinária, feita através de um disco que demonstra que eles são mais uma daquelas bandas que ajudam a contrariar quem, já por milhares de vezes, anunciou a morte do rock. Apesar de, em abono da verdade, não trazerem nada de novo na sua bagagem sonora, têm um som bastante genuíno e essa acaba por ser a maior virtude deste quinteto londrino; A sua música é parecida com a música de outras bandas, a tal colagem aos conterrâneos The Horrors é indesmentível e por isso, o resto que possam dizer deles pouco me interessa. Os TOY são bons, adorei descobrir um álbum que irá em breve fazer parte da minha coleção particular, até porque Dead & Gone e Lose My Way são duas das grandes canções de 2012 e, na minha opinião, gostar de TOY é uma simples questão de bom gosto. Espero que aprecies a sugestão...

CD 1
01. Colours Running Out
02. The Reasons Why
03. Dead And Gone
04. Lose My Way
05. Drifting Deeper
06. Motoring
07. Heart Skips A Beat
08. Strange
09. Make It Mine
10. Omni
11. Walk Up To Me
12. Kopter

 

CD 2 (BBC Sessions)
01. Left Myself Behind
02. Clock Chime
03. Black White Shimmering Sun
04. Motoring
05. Colours Running Out
06. When I Went Back

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publicado por stipe07 às 21:12






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