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Born Ruffians – Supersonic Man EP

Segunda-feira, 31.03.25

Depois de uma sequência de temas divulgados em dois mil e vinte e um e no ano seguinte, os canadianos Born Ruffians de Luke Lalonde, Mitch DeRosier e Steve Hamelin, voltam a mostrar intensa atividade e a chamar novamente a nossa atenção devido a um EP com quatro temas intitulado Supersonic Man, que antecipa um novo disco do projeto, intitulado Beauty’s Pride, que deverá ver a luz do dia a seis de junho, com a chancela da Wavy Haze Records.

Beauty's Pride | Born Ruffians

Gravadas com a ajuda do produtor Roger Leavens e misturadas por Gus Van Go (Metric, The Beaches), estas quatro novas canções dos Born Ruffians são um excelente aperitivo para um disco que será uma obra conceptual sobre a experiência recente da paternidade, vivida por Luke Lalonde, pai há pouco mais de um ano. Todas as composições do disco terão presente essa novidade, começando logo por Supersonic Man, um tema que, metaforicamente, se debruça sobre as primeiras experiências vividas por um alien humanóide que acaba de chegar ao nosso planeta e que, na opinião do vocalista e guitarrista, pode muito bem ser o seu filho.

Sonoramente, no shoegaze cósmico do tema homónimo, uma canção que os Oasis poderão vir a recriar lá para dois mil e sessenta e sete, no clima épico e vibrante de Mean Time, no intenso perfil radiofónico consistente de Let You Down e no excelente indie pop em que se sustenta What A Ride, todas as canções deste EP têm um brilho lisérgico único, sendo adornadas por sintetizações borbulhantes, que vão recebendo diversos timbres de cordas, acústicos e eletrificados, geralmente responsáveis pela condução melódica das mesmas. O registo vocal ecoante de Luke tem sempre um perfil bastante emotivo e, para rematar, um imponente baixo ajuda a conferir brilho e vigor à medida que os temas cimentam o seu elevado cariz confessional.

Como seria de esperar, Supersonic Man EP é um extraordinário aperitivo para um álbum que deverá, uma vez mais, focar-se, em jeito de influência, no período mais áureo daquele experimentalismo setentista que tanto dava enorme ênfase ao vigor das cordas, como à opção por arsenais instrumentais de proveniências menos orgânicas e, em simultâneo, comprovar porque é que os Born Ruffians são unanimemente aceites como fiéis sustentáculos de uma permissa revivalista sonora, plena de atitude e de firmeza. Espero que aprecies a sugestão...

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publicado por stipe07 às 17:44

Cass McCombs – Priestess

Domingo, 30.03.25

Foi há pouco mais de meia década, com o belíssimo registo Tip Of The Sphere, que o norte-americano Cass McCombs ficou definitivamente na mira da nossa redação, uma boa impressão que se acentuou um par de anos depois com o tema Vacation Thought, que resultou de uma parceria do músico com a banda de indie rock nova iorquina Weak Signal.

Pic by Ebru Yildiz

Agora, na primavera de dois mil e vinte e cinco, CassMcCombs está de regresso ao nosso ouvido à boleia de Priestess, a primeira canção que o músico divulga depois de ter regressado à chancela da Domino Recordings, etiqueta pela qual lançou já, o ano passado, a coletânea Seed Cake on Leap Year, após um período de ligação contratual à Anti-Records.

Gravada com a ajuda de Brian Betancourt (baixo), Frank LoCrasto (teclados) e Austin Vaughn (bateria), Priestess é uma composição que sobrevive à boleia do maravilhoso timbre uma guitarra que exala um vasto oceano de nostalgia que se espraia nos nossos ouvidos com fino recorte e com aquela vibração que carateriza o melhor indie tipicamente americano. Confere...

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publicado por stipe07 às 19:30

Jay-Jay Johanson – How Long Do You Think We’re Gonna Last?

Sábado, 29.03.25

Quatro anos depois do extraordinário registo Rorschach Test, o décimo terceiro álbum de Jay-Jay Johanson, o músico sueco está de regresso ao formato longa duração em dois mil e cinco, com um álbum ainda sem nome divulgado, mas do qual já é conhecido um extraordinário avanço, um tema intitulado How Long Do You Think We're Gonna Last?, que impressionou verdadeiramente a nossa redação.

Jay-Jay Johanson dévoile le titre inédit "Labyrinth"

Jay-Jay Johanson tem já entre mãos um riquíssimo reportório de experimentações sónicas que têm cimentado um percurso sonoro tremendamente impressivo e cinematográfico de um dos nomes mais relevantes da pop europeia das últimas três décadas, um artista com uma carreira ímpar e que merece ser apreciada com profunda devoção.

Este primeiro aperitivo do seu próximo álbum, o tema How Long Do You Think We’re Gonna Last?, cimenta essa constatação óbvia, alicerçada, neste caso, num piano envolvente, diversos arranjos subtis enleantes e um registo vocal intenso e emotivo, que incubaram uma composição que contém uma beleza sonora inquietante, proporcionada por um artista exímio no modo como, utilizando como instrumento de base o piano e como universos estilísticos prediletos o jazz, o trip hop e a pop, cria sons com forte inspiração em elementos paisagísticos e onde conceitos como majestosidade e bom gosto estão sempre presentes de modo bastante impressivo. Confere...

 

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publicado por stipe07 às 13:43

Half Moon Run - The Message

Sexta-feira, 28.03.25

Devon Portielje, Conner Molander e Dylan Phillips, são os Half Moon Run, um projeto canadiano oriundo de Montreal e que já faz música desde dois mil e nove. Estrearam-se nos discos três anos depois com Dark Eyes e em dois mil e quinze chamaram a atenção desta redação devido a Sun Leads Me On, um disco que tinha o selo Glassnote Records. Em dois mil e dezanove adicionaram ao seu catálogo o álbum A Blemish in the Great Light e no verão de dois mil e vinte e três voltaram a ser escutados por cá à boleia de Salt, o último disco do projeto, um compêndio de onze canções que navegavam nas águas turvas de um indie rock que em determinados momentos tanto infletia para a folk como para a própria eletrónica.

Half Moon Run Montreal band

Nas últimas semanas os Half Moon Run voltam a chamar a atenção do nosso radar por causa de alguns temas que têm divulgado e que tinham ficado de fora do alinhamento de Salt, tendo sido criados durante o processo de gravação desse registo. Assim, em dezembro último tivemos a oportunidade de conferir Loose Ends, um solarengo e otimista instante sonoro, em que um buliçoso piano e uma viola acústica exemplarmente dedilhada, se iam cruzando entre si no processo de construção melódica de uma composição tocante, feliz e detalhisticamente rica.

Depois, já em fevereiro, chegou a vez de escutarmos Back On The Road, outra magnífica canção, que também assentava a sua base sonora numa filosofia interpretativa eminentemente acústica, mas que olhava com especial gula para a herança da melhor country que se faz do lado de lá do atlântico.

Agora, já quase no ocaso de março, temos a oportunidade de conferir The Message, uma composição enérgica, tocante e frenética e que exala um curioso travo radioheadiano. Em The Message, uma guitarra buliçosa e agreste, é exemplarmente acompanhada por um baixo encorpado e por uma bateria impulsiva, um modus operandi que criou um tema detalhisticamente rica e que assenta a sua base sonora numa filosofia interpretativa eminentemente orgânica. Confere...

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publicado por stipe07 às 13:46

Lucy Dacus – Talk

Quinta-feira, 27.03.25

Quatro anos depois de Home Vídeo, um registo que foi dissecado com minúcia nesta redação em dois mil e vinte e um, a norte-americana Lucy Dacus está de regresso em dois mil e vinte e cinco ao formato longa-duração, com o quarto disco da sua carreira, um trabalho intitulado Forever Is A Feeling, que vai ver a luz do dia já amanhã, com a chancela da Geffen Records.

No ocaso de janeiro, a artista natural da Virginia revelou dois temas do alinhamento de Forever Is A Feeling. Tratavam-se das canções Ankles e Limerence, temas com um elevado lustro classicista e particularmente emotivas.

Depois, quase no ocaso de fevereiro, chegou a vez de escutarmos Best Guess, o terceiro avanço conhecido do alinhamento de Forever Is A Feeling, uma canção com um elevado travo orgânico, conduzida, do início ao fim, por uma bateria sóbria que acamava um arsenal instrumental eminentemente acústico e que também impressionou pelo modo como diversas cordas reluzentes e alguns entalhes sintéticos, criaram um edifício melódico consistente e com um elevado travo classicista, tendo em conta a herança do melhor rock norte-americano contemporâneo.

Agora, a apenas um dia do lançamento do disco, temos a oportunidade de escutar Talk, uma composição que tem como base melódica uma viola acústica rugosa, que depois recebe a companhia de uma guitarra abrasiva. Mas antes disso, deixa-se envolver por uma bateria hipnótica e por diversos entalhes sintéticos que, juntamente com diferentes expressões vocais, originam um tema algo misterioso e ríspido, mas pleno de personalidade, alma e cor. Confere...

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publicado por stipe07 às 13:48

Magic Wands – Moonshadow

Quarta-feira, 26.03.25

Os Magic Wands são de Los Angeles e formaram-se em dois mil e oito quando Chris descobriu o myspace de Dexy Valentine, onde ouviu uma canção chamada Teenage Love e, desde logo, resolveu contactá-la. Pouco tempo depois Dexy mudou-se para Nashville e começaram a escrever música juntos, sendo o nome da banda uma alusão à capacidade de ambos conseguirem trabalhar e escrever música como equipa, apesar de viverem em lados opostos dos Estados Unidos. Ainda nesse ano de dois mil e oito a dupla assinou pela Bright Antenna e editaram o primeiro EP, intitulado Magic Love & Dreams, gravado em Nova Iorque com o produtor John Hill. Na primavera de dois mil e doze editaram o disco de estreia, um registo chamado Aloha Moon que, oito anos depois, em dois mil e vinte, ganhou sucessor, um álbum intitulado Illuminate, que foi dissecado por cá nos últimos dias desse ano.

Magic Wands Share New Single "Moonshadow"

Entretanto, o ano passado, em plena primavera, os Magic Wands, que também contam na formação com o baterista Pablo Amador, regressaram com um novo compêndio de doze canções intitulado Switch, que nos remetiam para aquele universo oitocentista bem balizado e com caraterísticas bastante peculiares e únicas, aquele rock com forte pendor nostálgico, feito com diversas camadas de guitarras, mudanças rítmicas constantes e um registo vocal geralmente abafado, nuances que voltam a ser as pedras basilares de Moonshadow, o novo single do projeto e primeiro avanço de um novo disco da banda, com o mesmo nome, que vai ver a luz do dia no verão, com a chancela da Metropolis Records.

Em Moonshadow, o baixo encorpado de Joy e o cavernoso efeito planante que se entrelaça com a voz de Dexy, é uma porta escancarada, para este adn dos Magic Wands, cada vez mais impregnado com um polimento e uma majestosidade claramente superiores. De facto, Moonshadow comprova que o grande elogio que se pode fazer a estes Magic Wands é a capacidade que têm de agregar diferentes géneros e influências e, com essa amálgama impecavelmente organizada, incubarem um som com forte cariz identitário que tanto consegue ser enérgico, como etéreo e sempre bastante texturizado numa paleta vasta de efeitos, timbres e distorções, com a voz marcante de Dexy Valentine a ser o principal elementos agregador de toda esta trama conceptual. Confere...

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publicado por stipe07 às 13:33

Ezra Furman – Jump Out

Terça-feira, 25.03.25

Em setembro de dois mil e dezoito foi disco de destaque nesta redação Transangelic Exodus, na altura o quarto registo de originais de Ezra Furman, um cantor e compositor norte-americano natural de Chicago e que aos trinta e dois anos assinava, na altura, o seu disco mais maduro e consistente. Transangelic Exodus era um trabalho tremendamente expositivo e resultou de uma entrega total de um músico a uma causa que era, sem tirar nem pôr, o querer mostrar ao mundo a sua identidade vincada, assumir-se perante nós como um ser humano com as suas fragilidades e os seus demónios, mas que também tinha um lado muito corajoso e interventivo.

Ezra Furman Talks 'Sex Education' Soundtrack

Agora, mais de meia década depois, Ezra Furman, a agora artista, está de regresso ao nosso radar à boleia dos primeiros avanços que vai revelando para Goodbye Small Head, o novo disco da autora, um alinhamento de doze canções que vai ver a luz do dia a dezasseis de maio, com a chancela da insuspeita Bella Union.

Sucessor de um registo intitulado All Of Us Flames, lançado em dois mil e vinte e dois, Goodbye Small Head foi gravado com o produtor Brian Deck e Furman descreve o mesmo como doze variações sobre a experiência de perder completamente o controle, seja por fraqueza, doença, misticismo, BDSM, drogas, desgosto ou apenas por viver numa sociedade doente com os olhos abertos.

Grand Mal, tema que impressionava pelo requinte das cordas e pela impulsividade do piano, intenso e melodicamente requintado, com a profundidade lírica e a habitual expressividade vocal de Furman, foi o primeiro single que revelámos do álbum, há pouco mais de um mês. Agora chega a vez de escutarmos Jump Out, a terceira canção do alinhamento de Goodbye Small Head. Trata-se de uma curiosa composição, na medida em que retrata um momento angustiante, em que alguém está dentro de um carro e salta dele, com o mesmo em movimento, porque se sente ameaçado por um condutor que demonstra ter uma conduta duvidosa. sonoramente, Jump Out aposta num perfil declaradamente orgânico, através de um rock acelerado e convincente, feito com cordas ruidosas e vibrantes. Confere Jump Out e o vídeo da canção assinado por Lex Walton...

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publicado por stipe07 às 13:17

Marika Hackman – Skin (feat. Laura Marling)

Segunda-feira, 24.03.25

Depois de no início do ano ter sido dissecado na nossa redação, com particular minúcia, o álbum Big Sigh, assinado pela britânica Marika Hackman e o quarto registo da carreira desta artista natural de Hampshire, a residir atualmente em Londres, a mesma está de regresso ao nosso radar devido à nova versão que criou para o single Skin, que era um dos momentos altos do seu trabalho de estreia, intitulado We Slept At Last, um alinhamento que está a comemorar dez anos de existência.

 

Se o original contava com a participação especial de Sivu, nesta nova roupagem de Skin é Laura Marling que se junta a Marika Hackman. O resultado final, preservando a essência tranquila e contemplativa do original, é um instante sonoro bastante intimista e introspetivo, marcado por um subtil dedilhar de uma viola e por um teclado algo sombrio, mas também, e fundamentalmente, pelo extraordinário diálogo sentimental que se vai estabelecendo entre as duas protagonistas vocais do tema, que possuem um timbre de voz quase idêntico. Confere...

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publicado por stipe07 às 08:42

Dan Mangan – Melody

Quinta-feira, 20.03.25

O canadiano Dan Mangan está de regresso ao nosso radar devido a Melody, o mais single revelado do alinhamento de Natural Light, o sétimo disco da carreira deste músico e compositor natural de Vancouver e que vai ver a luz do dia a dezasseis de maio com a chancela da Arts & Crafts. De acordo com o próprio autor, será uma coleção de canções de amor, pensadas para dar alguma cor e alento a um mundo claramente à beira do colapso.

Natural Light foi gravado integralmente, durante seis dias, numa cabana no meio de uma floresta, a sul de Ontário, com as contribuições especiais de Jason Haberman, Mike O’Brien and Don Kerr, habituais colaboradores de Mangan e que dividem com o protagonista os créditos da produção de um registo que foi misturado em Toronto.

Em Melody, a sexta canção do alinhamento do disco, Dan Mangan apoia-se na guitarra acústica para colocar todas as fichas num registo interpretativo que coloca em primeiro plano o adn que sustenta hoje a melhor indie folk contemporânea, oferecendo-nos uma composição melodicamente atraente e repleta de arranjos e orquestrações de cariz classicista, que deram a Melody uma imponência e um nível de refinamento superiores. Confere Melody e o artwork e a tracklist de Natural Light...

01 It Might Be Raining
02 Diminishing Returns
03 I Hated Love Songs
04 Contained Free (Interlude)
05 No Such Thing As Wasted Love
06 Melody
07 My Dreams Are Getting Weirder
08 Soapbox
09 Cut The Brakes
10 For Him
11 Sound The Alarm
12 Proximity
13 Hit The Wall

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publicado por stipe07 às 17:00

The Kooks – Sunny Baby

Quarta-feira, 19.03.25

Oriundos de Brighton, uma cidade inglesa com uma vida cultural bastante animada, os The Kooks são uma das bandas mais incompreendidas do cenário indie britânico e nunca foram levados demasiado a sério. Com tenra idade começaram a dar nas vistas, havendo mesmo quem os tivesse catalogado de boys band. No entanto, e tendo passado mais de década e meia desde a estreia, o grupo tem mostrado trabalho árduo e sério, responsabilidade e criatividade, pelo que, de modo coerente e sério, merecem que se desbrave, sem concessões, uma já apreciável discografia com mais de meia dezena de tomos.

The Kooks - "Sunny Baby" (Single + offizielles Video) - POP-HIMMEL.de

Em dois mil e vinte e cinco, os The Kooks vão ampliar o seu catálogo de propostas sonoras com um novo álbum intitulado Never/Know, um alinhamento de onze composições que vai ver a luz do dia a nove de maio, com a chancela da Virgin Music Group. Depois de já ter sido divulgado o single homónimo do disco, agora chega a vez de conferirmos Sunny Baby, um tema luminoso, intenso e que exala um indesmentível groove, através de uma guitarra enleante e com um travo a funk delicioso e uma bateria claramente dançante, nuances que nos vão vão captando à medida que a canção escorre pelos nossos ouvidos e nos convida a abanar a anca, sem percebermos muito bem como ou porquê. Confere...

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publicado por stipe07 às 08:55


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