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Luke Sital-Singh – Future History

Segunda-feira, 31.10.22

Dois anos depois do EP New Haze, o britânico Luke Sital-Singh, agora radicado na costa oeste do outro lado do Atlântico, dedicou este início de outono à divulgação de um novo disco intitulado Dressing Like A Stranger, disponivel no bandcamp do artista, um alinhamento de onze canções que plasmam de modo tremendamente fiel o espírito intimista e profundamente reflexivo deste artista e o habitual misticismo a a inocência da sua filosofia sonora.

Behind the music - Luke Sital-Singh

Poucas semanas depois da divulgação do disco, Luke Sital-Singh volta à carga com um novo tema intitulado Future History, canção que faz parte da nova temporada da série Anatomia de Grey. Future History é um lindissimo tema, assente num delicioso cruzamento entre cordas e outros arranjos sintetizados, impregnados com uma pegada folk eminentemente melancólica, que atinge, na nossa opinião, um elevado grau de brilhantismo. Confere...

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publicado por stipe07 às 21:44

Philip Selway – Check For Signs Of Life

Domingo, 30.10.22

Certamente já terás ouvido falar de Philip Selway, o baterista de uma banda muito pouco conhecida chamada Radiohead e que também tem uma carreira a solo desde dois mil e dez, quando lançou, através da Bella UnionFamilial, o seu disco de estreia, que teve, quatro anos depois, um sucessor chamado Waterhouse. Depois desse segundo álbum Selway trabalhou num par de bandas sonoras e tem, finalmente, mais um registo de originais prestes a ver a luz do dia.

Phil Selway de Radiohead anuncia nuevo álbum en solitario

Assim, o terceiro disco da carreira a solo de Philip Selway chama-se Strange Dance e irá ver a luz do dia em fevereiro do próximo ano. Esse novo alinhamento do músico britânico acaba de ser antecipado com o single Check For Signs Of Life, uma imponente canção que impressiona pela sua atmosfera enigmática e cinematográfica, criada por um registo percurssivo enleante e alguns efeitos sintéticos hipnóticos, que dão vida a uma majestosa melodia com uma tensão rítmica contínua, aspetos que ajudam a cimentar a ideia de que as contribuições de Selway para os Radiohead terão certamente alguma efetividade na sonoridade da banda e não serão menosprezadas. Confere...

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publicado por stipe07 às 21:57

Jimmy Eat World – Place Your Debts

Sexta-feira, 28.10.22

Depois de terem divulgado o espetacular tema Something Loud no passado verão, os norte americanos Jimmy Eat World de Jim Adkins voltam à carga este outono com uma nova canção intitulada  Place Your Debts que, infelizmente, ainda não traz atrelado o anúncio de um novo disco do projeto natural de Mesa, no Arizona, já com quase três décadas de uma muito profícua e bem sucedida carreira e que lançou álbuns tão fundamentais como Clarity (1999) ou Bleed American (2001), para muitos ainda a obra-prima do colectivo.

Jimmy Eat World Released Video For Place Your Debts – Thoughts Words Action

Place Your Debts é uma efusiante balada, encharcada em sentimentalismo e emoção, uma canção que vai crescendo, segundo após segundo, em arrojo e beleza e que explode num clímax pleno de cordas eletrificadas que clamam por um enorme sentido de urgência e caos, um incómodo sadio que não nos deixa duvidar acerca da manutenção do melhor ADN dos Jimmy Eat World numa das melhores canções que a nossa redação teve o privilégio de escutar nos últimos dias. Confere...

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publicado por stipe07 às 12:48

Arctic Monkeys - The Car

Quarta-feira, 26.10.22

Pouco mais de quatro anos após o extraordinário registo Tranquility Base Hotel And Casino, os britânicos Arctic Monkeys, estrondosa banda liderada por Alex Turner e ao qual se juntam Matt Helders, Jamie Cook e Nick O'Malley, estão de regresso com The Car, o sétimo disco da carreira do grupo de Sheffield, um alinhamento de dez canções que viu a luz do dia com a chancela da Domino Records e que conta nos créditos de produção com James Ford.

Arctic Monkeys on How New Album Weds Their Historic and Current Sounds -  Variety

Há bandas que, invariavelmente, observam sempre o público e a crítica a colocarem as expetativas bastante elevadas e a precisarem de saltar uma fasquia bem alta, para o bem ou para o mal, sempre que anunciam um novo registo de originais. E, muitas vezes, saiem airosamente dessa inevitabilidade, quando não dão a mínima importância a tal evidência e cingem-se ao seu mundo e aquilo que lhes apetece oferecer, tendo como único constrangimento o arsenal de criatividade, bom gosto e qualidade que guardam no seu seio. Os Arctic Monkeys carregam esse fardo, que acaba por ser um selo de qualidade, diga-se, e The Car pode, portanto, ser analisado, tomando como ponto de partida esses dois prismas que, diga-se a verdade, são apenas aparentemente opostos.

A desilusão será então óbvia para quem, depois dos felizes devaneios jazzistícos de Tranquility Base Hotel And Casino, contava com a acendalha das guitarras bem acesa e, com este The Car, uma viagem direta rumo ao melhor punk rock que marcou a carreira inicial do projeto de Sheffield. Não nos esqueçamos que este grupo nessa altura habituou os seus fâs a um rock incisivo e esfuziante, repleto de guitarras distorcidas e riffs vigorososos. Por outro lado, a satisfação será redobrada para quem adorou o álbum de dois mil e dezoito, porque The Car aprimora, com um bom gosto incrível, esse naipe de temas que tinham um fantástico apuro melódico e uma diversidade e subtileza instrumentais únicas.

Sendo assim, The Car mantém as teclas como grandes protagonistas do esqueleto dos seus temas, quase sempre criados ao piano por Turner. No entanto, é curioso escutar atentamente os primeiros acordes de quase todas as canções porque, além de nos deixarem muitas vezes numa deliciosa dúvida sobre qual será o rumo de cada canção, demonstram que as cordas e a bateria foram também essenciais no burilamento arquitetural de praticamente todo o alinhamento do disco. Os restantes elementos do grupo estiveram claramente sintonizados com Turner, nomeadamente pelo modo harmonioso e simbiótico como incorporaram os seus instrumentos nas melodias.

Canções como There'd Be A Mirrorball e a insinuante Body Paint, outra elegante canção, muito buliçosa e com um delicioso travo retro, são, só para citar dois exemplos felizes, composições instrumentalmente ricas, irresistivelmente jazzísticas e encharcadas em mistério e sedução. Agitam e inebriam os nossos ouvidos, fazendo-nos rodopiar num mundo de sonho e fantasia sem grande sacrifício, enquanto conseguem um notável equilíbrio entre um sublime piano e a típica orgânica das cordas, que dos violinos às guitarras, se acamam entre si de modo profundamente charmoso. Depois, num universo repleto de sobreposições densas e intrincadas de arranjos e efeitos, a soul enevoada de Jet Skies On The Mot, a pop sessentista que exala subtilmente do clima clássico de Sculptures Of Anything Goes, a psicadelia de Mr Schwartz e até o próprio jazz mais intemporal, homenageado com um charme algo invulgar em Hello You, envolvem-nos, sem apelo nem agravo, numa arrepiante aurea de mistério e sedução.

Os Arctic Monkeys continuam sintonizados com o absurdo sociológico e político dos nossos tempos, numa carreira de assinalável coerência e bastante marcada por momentos de exaltação e de vigor que nunca descuraram uma profunda reflexão sobre aquilo que os rodeia. Portanto, à semelhança do que sucedeu em Tranquility Base Hotel And Casino, mostram-se, em The Car, incisivos e irónicos, desta vez olhando menos para o espaço e mais para o outro vazio, o das cidades densamente povoadas, fazendo-o abrigados por um vasto manancial de referências que, piscando o olho a latitudes sonoras consentâneas com as tendências atuais do espetro sonoro em que se movimentam, enriquecem tremendamente o cardápio sonoro do quarteto, que é, claramente, uma banda fundamental do indie rock alternativo contemporâneo. Espero que aprecies a sugestão...

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publicado por stipe07 às 16:12

Raised By Swans – Museum Birds

Terça-feira, 25.10.22

Raised by Swans é  nome do projeto a solo de Eric Howden, um artista, cantor, compositor e multi-instrumentista canadiano, mas que passa também algum tempo na Islândia e que tem já uma herança rica, fruto da utilização de canções suas em filmes de nomeada como Adoration (2009) de Atom Egoyan, ou o thriller erótico Chloe (2010), entre outros. Eric assume, praticamente na totalidade, as rédeas das suas criações sonoras, desde a escrita à composição, passando pela produção e a própriacomponente gráfica das suas criações. Tem quatro álbuns no seu catálogo, Codes and Secret Longing (2005), No Ghostless Place (2010), Öxnadalur (2014) e Raised By Swans Is The Name Of A Man, Volume 1 (2021).

Raised By Swans music, videos, stats, and photos | Last.fm

O quinto registo de originais da carreira de Raised By Swans está praticamente pronto. Intitula-se Raised By Swans Is The Name Of A Man, Volume 2; Run With The Silent Wildfires e depois de termosconferido o single Recaptured o há alguns dias atrás, agora chega a vez de ouvirmos Museum Birds, mais uma belíssima composição, que impressiona pela luminosidade dos efeitos que deambulam por um registo vocal ecoante que cria ao nosso redor uma espécie de névoa celestial, com uma beleza sonora que nos deixa boquiabertos e faz da canção uma jóia verdadeiramente preciosa. Museum Birds é mais uma espécie de inusitado momento de agitação elegante e introspetiva que nos obriga a esquecer tudo o que nos rodeia e a refugiar-nos numa espécie de feliz isolamento auto imposto. Confere...

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publicado por stipe07 às 17:37

Teleman - Short Life

Segunda-feira, 24.10.22

Os britânicos Teleman do vocalista Tommy Sanders, do baixista Peter Cattermoul e do baterista Hiro Amamiya, estão de regresso ao formato longa duração com Good Time​/​Hard Time, o quatro álbum da carreira do grupo natural de Reading. O álbum irá ver a luz do dia a sete de abril de dois mil e vinte e três com a chancela da Moshi Moshi e será o primeiro disco dos Teleman em formato trio, depois da saida de Johnny Sanders, em dois mil e vinte, o irmão do líder do grupo, Tommy Sanders, para se dedicar de modo mais intenso à sua carreira como realizador e designer.

Teleman's 'Short Life' Is An Inspired Return | News | Clash Magazine Music  News, Reviews & Interviews

Short Life é o primeiro single retirado de Good Time/Hard Time, composição, que, curiosamente, tem já direito a um vídeo que foi realizado por Johnny Sanders. É a canção que abre o alinhamento do álbum e,  sonoramente, assenta a sua estrutura numa secção percussiva com aquela pulsão rítmica que carateriza a personalidade dos Teleman e que vai sendo adornada com uma insinuante guitarra, melodicamente sagaz e pelo peculiar registo vocal de de Tommy, nuances que deverão sustentar mais um alinhamento consistente e carregado de referências assertivas. Confere...

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publicado por stipe07 às 14:43

Destroyer – Somnambulist Blues

Domingo, 23.10.22

Os canadianos Destroyer, de Dan Bejar, foram uma das sensações discográficas da última primavera com, imagine-se, o décimo quarto registo discográfico do projeto, um álbum intitulado Labyrinthitis que viu a luz do dia a vinte e cinco de março, com a chancela da Merge Records.

Destroyer shares new song 'Somnambulist Blues'

Agora, pouco mais de meio ano depois desse espetacular alinhamento de dez canções, que assentava, essencialmente, em camadas desordenadas de sons sintéticos e orgânicos, um piano e uma bateria em constante desfasamento e o habitual registo vocal peculiar do músico, sempre intrigante e sinistro, os Destroyer voltam à carga com Somnambulist Blues, uma nova canção, que tem também a chancela da Mexican Summer e que conta com a participação especial de Sandro Perry, um amigo de longa data de Dan Bejar e que amiúde colabora com os Destroyer.

Somnambulist Blues faz parte de uma iniciativa da Mexican Summer intitulada Looking Gass Singles e oferece-nos pouco mais de seis minutos luxuriantes, intimistas e contemplativos, em que Bejar eleva a sua escrita críptica e crítica a uma intensidade e requinte nunca antes visto, abrigado por diversos efeitos insinuantes, alguns dedilhares de uma envergonhada guitarra e um teclado ago hipnótico. Confere...

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publicado por stipe07 às 18:31

Cool Sounds – Like That

Sexta-feira, 21.10.22

O coletivo australiano Cool Sounds fez furor em dois mil e dezasseis quando se apresentou ao mundo com um extraordinário registo de estreia intitulado Dance Moves, uma notável coleção de canções pop que tinham no catálogo de bandas como os Talking Heads ou os Roxy Music declaradas influências. Dois anos depois os Cool Sounds viraram agulhas para territórios que calcorream o típico indie rock de cariz eminentemente lo-fi, com o registo Cactus Country, sempre com Dainies Lacey ao leme, o único membro da formação original que ainda permanece no agora sexteto Cool Sounds e a grande força motriz da banda.

Track: Cool Sounds funk it up with '6 or 7 More': a shimmering disco  inflected indie pop masterpiece that floats like a butterfly and stings  like a bee. Plus album news. – Backseat Mafia

Em dois mil e vinte e um as guitarras mantiveram-se na linha da frente estilística do grupo com o disco Bystander, que já tem sucessor, um trabalho intitulado Like That, que chegou aos escaparates recentemente, com a chancela da Chapter Music e que tem nas pistas de dança o grande alvo. É um disco de dez composições com uma sonoridade muito veraneante e repleto de sons essencialmente orgânicos, mas também de proveniência sintética, que vão surgindo ao longo do disco de forma algo surpreendente, em alguns casos, mas que nunca parecem desfasados ou exagerados, sempre em busca de um registo anguloso, vibrante e funky. A consistência do álbum deriva, essencialmente, da versatilidade percurssiva que o traça de alto abaixo, mas também à composição dos arranjos e à voz, fundamentando ainda mais um conceito de diversidade, que tem também a vantagem de conceder a Like That uma abrangência estilística alargada, dentro do espetro que sustenta a melhor pop contemporânea.

Logo no baixo agitado de 6 Or 7 More, um tema que Lacey confessa inspirar-se numa mescla entre os catálogos dos The Clash e de Jessie Ware e que, de facto, no funk anguloso da guitarra que conduz o tema, no já referido baixo vibrante que marca o seu ritmo e nos arranjos sintetizados que o adornam, plasma uma espécie de dance punk bastante charmoso e contundente, ficamos simultaneamente boquiabertos e esclarecidos ao que vêem os Cool Sounds em Like That. A partir dai, em temas como Part Time Punk ou Hello, Alright, You Got That , só para citar os mais contundentes, somos confrontados com um incomum frenesim e vigor, que nos encharcam de entusiasmo e vibrações positivas.

O sintetizador retro do tema homónimo, as suas cordas fluorescentes e o saxofone tocado por Pierce Morton, terminam em grande estilo um disco brilhante, que mais parece a banda sonora de uma festa privada meticulosamente criada, que nunca teve a preocupação de replicar estilos ou tendências, mas antes exalar o gosto pessoal e coletivo de um projeto que deve ser admirado pelo seu arrojo e vanguardismo ímpares. Espero que aprecies a sugestão...

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publicado por stipe07 às 16:59

Fujiya And Miyagi – Slight Variations

Quinta-feira, 20.10.22

Três anos depois de Flashback, os britânicos Fujiya And Miyagi têm um novo disco nas lojas. Chama-se Slight Variations e viu a luz do dia recentemente com a cancela da Impossible Objects of Desire, a própria etiqueta da banda.

New Body Language' by Fujiya & Miyagi | New Album, 'Slight Variations' -  It's Psychedelic Baby Magazine

Slight Variations é um portentoso acrescento ao já valioso compêndio de um projeto com mais de década e meia de atividade e que se foi assumindo, à boleia desse vasto e riquíssimo catálogo discográfico, como um dos grupos mais relevantes do cenário indie britânico, pelo modo exímio como tem vindo a misturar alguns dos melhores aspetos do rock alternativo com a eletrónica de cariz mais progressivo.

A trama mantem-se em Slight Variations e nas suas dez composições, que têm uma tonalidade um pouco mais introspetiva que o habitual, como se os Fujiya And Miyagi quisessem fazer um disco de dança, mas para que não gosta propriamente de dançar. Os temas são, na generalidade, luminosos e animados, têm na performance vocal um elevado trunfo, mas o álbum também impressiona pela vertente rítmica, que é, sem sombra de dúvida, um dos atributos maiores dos Fujiya And Miyagi. Além destes dois aspetos vitais, o disco também é majestoso no modo como exexuta uma simbiose feliz entre elementos orgânicos e sintéticos, com cordas e sintetizações planantes a entrecuzar-se com elevada astúcia entre si.

Em suma, Slight Variations oferece-nos, com elevado grau de impressionismo, todo o ideário sonoro que tem guiado a carreira deste projeto britânico, através da simbiose entre as batidas graves e palmas, a voz sussurrada de Best e o groove de um teclado retro, ao qual se juntam amiúde efeitos metálicos percurssivos com uma declarada essência vintage. É uma filosofia interpretativa que, numa mescla entre electropop, disco e o clássico krautrock alemão setentista, nos proporciona um dos alinhamentos mais dançáveis do ano, mesmo que à primeira audição essa caraterística não pareça muito evidente. Espero que aprecies a sugestão...

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publicado por stipe07 às 21:41

Manuel Linhares - Suspenso (reediçao)

Quarta-feira, 19.10.22

Manuel Linhares lançou no inicio deste ano Suspenso, um trabalho com uma edição limitada e numerada de trezentas cópias, apoiada pela DGARTES e lançada pelo carimbo Porta-Jazz em Janeiro de 2022. A gravação do disco contou com as contribuições de Paulo Barros no piano, José Carlos Barbosa no contrabaixo e João Cunha na bateria. A este elenco de luxo, juntaram-se ainda os portugueses Paulo Perfeito no trombone e Gonçalo Marques no trompete. Essa edição esgotou com um considerável número de vendas para o mercado japonês, porque Suspenso suscitou o interesse do distribuidor japonês Disk Union que conheceu o disco através do músico e multi-instrumentista brasileiro António Loureiro, produtor de Suspenso, que tem um forte percurso artístico no Japão.

Manuel Linhares |

Agora, em outubro, Manuel Linhares reedita Suspenso, um novo lançamento do registo que antecipa os concertos da sua apresentação com a participação especial do saxofonista americano David Binney, músico que possui uma das mentes mais originais da música contemporânea, segundo a Stereophile Magazine. Recebendo elogios de críticos e colegas, David foi recentemente apontado pelo Jazz Times como um dos poucos músicos que criaram uma estética de jazz alternativa. Binney venceu por três vezes o prémio dos críticos da revista Downbeat na categoria de Saxofone Alto, foi capa das revistas Jazz Times, Downbeat e do editorial de arte do NY Times Magazine.

Esta reedição de Suspenso é também numerada e de trezentos exemplares e está a ser divulgada juntamente com o video de Dança Macabra, o segundo single de Suspenso, um tema composto pelo cantor em parceria com a rapper e escritora Capicua e a sua extraordinária forma de escrever, através da letra que compôs para esta canção. Margarida Rêgo ficou a cargo da direcção artística do video, feito em colaboração com Miguel C. Tavares. Suspenso está disponível no site e bandcamp do artista, bem como estará à venda nos concertos que aí vêm. Confere...

 

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publicado por stipe07 às 21:19


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