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Wintersleep – Surrender

Domingo, 16.12.18

Wintersleep - Surrender

Os canadianos Wintersleep vão regressar aos discos em março do próximo ano com In The Land Of, o sexto álbum da carreira deste projeto liderado por Paul Murphy e que verá a luz através da Dine Alone Records.

Álbum que será bastante centrado no que é ser um estranho num território adverso e as implicações que a mudança provoca sempre, de acordo com declarações recentes do guitarrista Tim D'Eon, In The Land Of acaba de ver o seu primeiro single divulgado, um tema intitulado Surrender, assente num rock que começa por ser intimista, mas que depois ganha uma majestosidade e um sentido emotivo muito pronunciados. De acordo com o baterista Loel Campbell, Surrender é uma canção de amor que versa sobre a luta interior que todos aqueles que optam pela tal mudança acabam por sentir, devido às dúvidas que sentem acerca da retidão dessa decisão. Confere...

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publicado por stipe07 às 22:47

Cut Off Your Hands – On The Sea

Sexta-feira, 14.12.18

Cut Off Your Hands - On The Sea

Sedeados em Auckland, na Nova Zelândia e ativos desde dois mil e seis, os indie groovers Cut Off Your Hands de Nicholas Johnston, Philip Hadfield, Brent Harris e Jonathan Lee acabam de revelar um novo tema intitulado On The Sea, algo que já não faziam há cerca de dois anos depois das excelentes composições Hate Somebody e Higher Lows and Lower Highs (tema inspirado no diagnóstico de bipolaridade de Nicholas, o grande mentor do projeto) que, à semelhança desta nova canção, também resultaram de uma profícua colaboração em estúdio da banda com Jeremy Toy, habitual colaborador do grupo.

Declaradamente influenciados pela mescla entre o chamado dub de Madchester e a DFA nova-iorquina, o que neste caso, tendo em conta a bitola qualitativa das propostas sonoras que apresentam é um elogio, os Cut Off Your Hands oferecem-nos em On The Sea uma daquelas típicas canções de início de festa, com a batida seca a puxar-nos sedutoramente para debaixo da bola de espelhos, juntamente com um aditivo refrão, uma simples mas bastante encorpada linha de baixo, acompanhada por uma percussão enleante e guitarras insinuantes, num tema já com direito a um psicadélico vídeo da autoria do conceituado realizador Benjamin Zambo. Confere...

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publicado por stipe07 às 11:23

Wavves – Emo Christmas EP

Quinta-feira, 13.12.18

Depois do excelente You're Welcome, lançado no verão do ano passado, os californianos Wavves de Nathan Williams e Stephen Pope, atualmente em digressão interna com os Beach Fossils, acabam de nos surpreender com Emo Christmas, um EP com duas canções inspiradas nesta época festiva que estamos já a viver e que também tem fortes raízes e tradições no outro lado do Atlântico.

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No lado a de Emo Christmas EP podemos conferir o tema homónimo, uma canção melodicamente incisiva, de acordes simples, como se exige a uma boa canção de Natal e bastante orelhuda. Já So Glad It's Christmas, o lado b deste EP de Natal dos Wavves, escrita por Pope, é uma composição mais intimista, com um cariz algo lo-fi, mas com um travo de sarcasmo e ironia muito marcante. 

Em suma, neste Natal o que importa para os Wavves é curtir ao máximo e este Emo Christmas EP é uma excelente banda sonora pensada para esse propósito com duas canções a obedecerem a essa fórmula tão legitima como outra qualquer. Se o Natal também já faz parte da indústria do entretenimento, Emo Christmas EP é uma seta apontada diretamente ao centro do alvo desse conceito de abordagem a uma época tão especial e rica em sentimentos e emoções. Confere...

Wavves - Emo Christmas

01. Emo Christmas
02. So Glad It’s Christmas

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publicado por stipe07 às 13:15

Copeland - Pope

Quarta-feira, 12.12.18

Copeland - Pope

Os norte-americanos Copeland de Aaron Marsh (voz, guitarra, baixo, piano), Bryan Laurenson (guitarra) e Stephen Laurenson (guitarra) já andam por cá, algo despercebidos, é certo, mas tremendamente criativos, desde o início do novo milénio. Têm cinco discos em carteira, sendo o último IXORA, um registo editado em novembro de dois mil e catorze e que vai ter finalmente sucessor, já no início do próximo ano.

Gravado nos dois últimos dois anos no The Vanguard Room, o estúdio de Aaron Marsh, em Lakeland, Florida, terra natal da banda e misturado em Nova Iorque por  Michael Brauer, Blushing é o nome desse novo álbum dos Copeland e irá ver a luz do dia a catorze de fevereiro, à boleia da tooth & nail records.

Com a habitual escrita algo intrincada e levemente lúgubre, que carateriza o cardápio lírico dos Copeland, envolvida por um arquétipo sonoro que, piscando também o olho à eletrónica, consegue ser, com superior subtileza, sereno e majestoso, Pope, o single já extraído de Blushing, faz adivinhar mais um álbum emotivo e capaz de mexer com o âmago de quem se predispuser a destrinçar o seu conteúdo, que vai sempre muito além, no caso dos Copeland, da simples vertente musical. Confere...

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publicado por stipe07 às 13:28

Steve Mason – Walking Away From Love

Terça-feira, 11.12.18

Steve Mason - Walking Away From Love

O escocês Steve Mason esteve recentemente ocupado com a reedição em vinil do catálogo dos seus Beta Band, mas está novamente focado na sua carreira a solo. Assim, acaba de divulgar o tema Walking Away From Love, mais uma composição do alinhamento de About The Light, o seu quarto registo de originais. Gravado em vários estúdios de Londres e Brighton, com a ajuda de Stephen Street, About The Light vai ver a luz do dia a dezoito de janeiro próximo e sucede aos aclamados registos Boys Outside (2010), Monkey Minds In The Devil’s Time (2013) e o antecessor Meet The Humans (2016).

Com uma sonoridade bastante efusiva e radiofónica, cimentada num rock que replica alguns dos traços identitários da vibrante herança brit, sempre melodicamente aditiva e assente em cordas exuberantes, Walking Away From Love, faz adivinhar um disco com uma dose divertida de experimentalismo e que continuará a colocar nas luzes da ribalta este nome influente do cenário indie britânico contemporâneo. Confere...

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publicado por stipe07 às 14:39

Broken Bells – Shelter

Segunda-feira, 10.12.18

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Quatro anos depois do álbum After The Disco e três depois do single Is That Talk Again, lançado em dois mil e quinze como avanço do filme concerto Broken Bells: Live At The Orpheum, os Broken Bells de Brian Burton aka Danger Mouse e James Mercer, vocalista dos The Shins, estão de regresso aos lançamentos com Shelter, um tema que ainda não se sabe se antecipa um novo disco dos Broken Bells, mas que foi sendo anunciado por um conjunto de teasers publicados na conta de instagram do projeto em que os dois músicos surgem em estúdio e a gravar juntos.

Repleto de harmonias subtis embrulhadas na voz efusiva de Mercer e com uma forte toada pop, proporcionada por uma batida cheia de groove e que clama por climas etéreos e intimistas, Shelter mantém os Broken Bells na rota de um caminho coeso, assertivo e refinado, numa parceria que sabe como mostrar o real potencial dos seus dois pólos. Confere...

Broken Bells - Shelter

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publicado por stipe07 às 13:35

Deerhunter – Element

Domingo, 09.12.18

Após quase década e meia de excelentes registos discográficos que consolidaram uma das carreiras mais bem sucedidas e profícuas do indie rock experimental contemporâneo, os Deerhunter de Bradford Cox já têm prontoWhy Hasn’t Everything Disappeared?, um registo gravado em Marfa, no Texas, que será lançado a dezoito de Janeiro próximo à boleia da 4AD Records e que foi produzido pela cantora e compositora galesa Cate Le Bon, com a ajuda da própria banda e dos produtores e engenheiros de som Ben H. Allen III e Ben Etter, que já tinham trabalhado com o grupo em discos anteriores.

Deerhunter

O mais recente single divulgado deste Why Hasn’t Everything Disappeared?, o oitavo disco da carreira dos Deerhunter, que sucede ao aclamado disco Fading Frontier (2015), é Element, o quarto tema do alinhamento, uma composição descrita por Cox como uma ode ao ambiente e à natureza, um tema com uma tremenda sensibilidade pop e que resplandesce pelo modo como as cordas e os sopros vão interagindo entre si de um modo muito calculado, o que resulta, no seu todo, em quase três minutos de puro deleite sonoro, com indisfarçável leveza e beleza melódica. Confere...

Deerhunter - Element

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publicado por stipe07 às 18:20

Generationals – State Dogs: Singles 2017-18

Sexta-feira, 07.12.18

Após o lançamento do excelente álbum Alix, em 2014, a dupla norte americana Generationals, de Ted Joyner e Grant Widmer, natural de Nova Orleães, Louisiana, reslveu deixar de lado o habitual formato físico e de alinhamentos, passando a optar pelo lançamento de singles em formato digital. E nestes dois últimos anos os Generationals acabaram por ser bastante profícuos quer criativamente quer na exposição de canções, pelo que acaba de se justificar este State Dogs: Singles 2017-18 que, conforme o título indica, compila todos estes singles que a dupla lançou digitalmente após Alix.

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O registo contém um total de nove singles, além de mais um novo original, o tema Beggars In The House Of Plenty, sendo, portanto, um alinhamento de dez canções de forte cariz radiofónico, que resultam, todas agregadas, num tratado de indie rock repleto de fuzz e incisivo e feliz no modo como nos faz dançar e despertar em nós aquela alegria e boa disposição que muitas vezes buscamos na música e raramente encontramos com este acerto criativo.

State Dogs: Singles 2017-18 é um álbum perfeito para se perceber como este projeto, já com quatro discos de originais além desta compilação, deambula de modo escorreito entre abordagens mais electrónicas e tonalidades que exalam um indie sombrio e nublado, sempre com uma base melódica muito elaborada e coesa, com pronunciadas influências quase sempre relacionadas com os teclados típicos do anos oitenta e que acabam por cair facilmente no goto do grande público, já que para os Generationals, independentemente da receita, uma toada experimental animada, luminosa e feliz é sempre algo transversal ao conteúdo musical que criam. Espero que aprecies a sugestão...

Generationals - State Dogs Singles 2017-18

01. Keep It Low
02. It May Get Bad When You’re Lonely And Cold
03. Catahoula Man
04. Silent Ocean
05. Mythical
06. Avery
07. Beggars In The House Of Plenty
08. Days Alone
09. Kid
10. Turning The Screw

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publicado por stipe07 às 17:38

White Lies – Finish Line

Quinta-feira, 06.12.18

White Lies - Finish Line

Pouco mais de dois anos após Friends, os ingleses White Lies de Charles Cave, Harry McVeigh e Jack Lawrence-Brown, que entretanto passaram a fazer parte da [PIAS] Recordings, preparam-se para colocar nos escaparates, lá para fevereiro do próximo ano, mais um registo de originais. É um álbum que servirá também para marcar os dez anos de carreira do grupo. Será um alinhamento de nove canções intitulado Five e que irá continuar a firmar o grupo num lugar de destaque no universo sonoro ocupado pelo revivalismo do post punk e do indie rock, se tivermos em conta não só as composições já divulgadas do seu alinhamento, mas também o rock épico e esplendoroso esplanado nas cordas vibrantes, acústicas e eletrificadas e nas variações do ritmo marcial de Finish Line, a última a ser conhecida.

Five foi gravado em Inglaterra e nos Estados Unidos da América, mais concretamente em Los Angeles, onde os White Lies estiveram em estúdio com Ed Buller, produtor de To Lose My Life e Big TV, os dois antecessores deste Five. Também participaram nas sessões de gravação o engenheiro de som James Brown (que já trabalhou com Arctic Monkeys e Foo Fighters) e o renomado produtor Flood, que também tocou sintetizadores e teclados em algumas canções. Quanto à mistura de Five, ficou a cargo do carismático e reputado Alan Moulder, que já tinha trabalhado com os White Lies nos dois primeiros capítulos da discografia do grupo. Confere...

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publicado por stipe07 às 13:45

Cat Power – What The World Needs Now (Jackie DeShannon Cover)

Quarta-feira, 05.12.18

Seis anos depois do excelente Sun, já viu a luz do dia, através da insuspeita Matador Records, Wanderer, o décimo álbum de estúdio da norte-americana Cat Power, uma cantora e compositora também conhecida como Chan Marshall, nascida em Atlanta, na Georgia e que também se tem destacado ao longo da carreira pelas covers e versões com que nos tem presenteado, geralmente com a mesma filosofia estilística, ir ao esqueleto do tema, despi-lo de grande parte dos seus arranjos e dar-lhe um cariz mais orgânico, intimista e melancólico. Os mais atentos devem recordar-se, por exemplo, da versão que ela gravou no início deste século do original dos Rolling Stones (I Can’t Get No) Satisfaction. Retirou do tema o riff de guitarra principal e aprimorou com enorme bom gosto e simplicidade o esqueleto acústico desse clássico do rock contemporâneo.

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Agora, algumas semanas depois da edição do seu último álbum, conforme referi acima, Cat delicia-nos com uma nova cover, presente na edição deluxe de Wanderer. É a sua versão da canção What The World Needs Now, um também clássico, com mais de meio século (1965), da autoria da dupla Burt Bacharach e Hal David e cantada magistralmente, à época, por Jackie DeShannon. Esta composição foi revista, ao longo das últimas décadas, por nomes tão proeminentes como Dionne Warwick, Mahalia Jackson, Luther Vandross, ou Diana Ross, que gravou duas versões, uma delas a solo e outra com as Supremes. Na sua revisitação do tema, Cat Power criou, à boleia de um inspirado piano, um clima jazzistico bastante sedutor e charmoso, preenchido com alguns arranjos de cordas de rara beleza e a exalarem um forte travo a vulnerabilidade. Confere a cover de Cat Power para o clássico What The World Needs Now e compara-a com o original cantado por Jackie DeShannon...

Cat Power - What The World Needs Now

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publicado por stipe07 às 13:12







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