Sexta-feira, 6 de Novembro de 2015

Coldplay - Adventure Of A Lifetime

imagem não apresentada

Ano e meio após Ghost Stories, os britânicos Coldplay estão de regresso aos lançamentos discográficos com A Head Full Of Dreams, um disco que sairá para as lojas já no próximo dia 4 de Dezembro, através da Parlohone e que poderá muito bem vir a ser o último da carreira do grupo de Cris Martin.

Adventure Of A Lifetime é o primeiro avanço já divulgado de A Head Full Of Dreams e também já é conhecida a tracklist de um alinhamento de onze canções, onde aparecem convidados especiais do calibre de Beyoncé, Noel Gallagher, Tove Lo e Merry Clayton. Produzido pela dupla norueguesa Stargate, A Head Full Of Dreams deixou a banda muito feliz com o resultado final e terá direito a uma digressão mundial. Confere...

1. A Head Full Of Dreams

2. Birds

3. Hymn For The Weekend

4. Everglow

5. Adventure Of A Lifetime

6. Fun

7. Kaleidoscope

8. Army Of One

9. Amazing Day

10. Colour Spectrum

11. Up&Up


autor stipe07 às 21:11
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Quinta-feira, 5 de Novembro de 2015

Here We Go Magic – Be Small

Vêm de Nova Iorque, são uma das grandes apostas da Secretly Canadian e tocam um indie rock experimental bastante apelativo e rico em detalhes e texturas capazes de nos surpreender em cada audição. Chamam-se Here We Go Magic e estão de regresso aos discos com Be Small, onze canções que viram a luz do dia a quinze de outubro e que caracterizam-se pela subtileza com que este grupo incorpora uma musicalidade prática, concisa e ao mesmo tempo muito mais abrangente, num disco marcado pela proximidade entre as canções, fazendo com que o uso de letras cativantes e de uma instrumentação focada em estruturas técnicas simples, amplie os horizontes e os limites que foram sendo traçados numa carreira com quase uma década e marcada por discos como A Different Ship ou Pigeons, já verdadeiros clássicos da pop experimental.

Se os Here We Go Magic fizeram sempre questão e não se preocupar demasiado em manter o controle quando pisavam um terreno mais experimental e banhado pela psicadelia pop mais ampla e elaborada, principalmente no antecessor A Different Ship, produzido por Nigel Godrich, habitual colaborador dos Radiohead, agora, em Be Small, apresentam um som mais íntimo e resguardado, mas também mais firme e definido e onde cada instrumento parece assumir uma função de controle, nunca se sobrepondo demsiado aos restantes, evitando a todo momento que o disco desande, apesar das cordas e das teclas mostrarem uma constante omnipresença, como é apanágio de um som que se pretende luminoso, atrativo e imponente, sem descurar aquela fragilidade e sensorialidade que no tema homónimo, por exemplo, encanrna um registo ecoante e esvoaçante que coloca em sentido todos os alicerces da nossa dimensão pessoal mais frágil e ternurenta.

A nova direção, delicada e ao mesmo tempo mais esculpida e etérea, que a banda assume em Be Small, arranca o máximo de cada componente do projeto. Se as guitarras ganham ênfase em efeitos e distorções hipnóticas, como sucede em Candy Apple ou Stella e se bases suaves sintetizadas, acompanhadas de batidas, cruzam-se com cordas e outros elementos típicos da folk em Girls In The Early Morning ou Ordinary Feeling, já Tokyo London US Korea torna sonoramente bem audível um piscar de olhos insinuante a um krautrock que, cruzando com um certo minmalismo eletrónico, prova o minucioso e matemático planeamento instrumental de um disco que contém um acabamento límpido e minimalista, seguindo em ritmo ascendente, mas sempre controlado, até à última canção.

Quanto às letras, parecem ser aquele aspeto do alinhamento, que gozou de uma maior liberdade e indulgência interpretativa. Divididos entre redutos intimistas e recortes tradicionais esculpidos de forma cíclica, os versos parecem dançar de acordo com a música. É como se para cada acorde, uma estrofe específica fosse montada e reaproveitada posteriormente. Tanto a melancólica e já citada Girls In The Morning, como News assumem isso, evitando que o álbum atinja uma proposta excessivamente calculada e linear.

Com nuances variadas e harmonias magistrais, em Be Small tudo se orienta com o propósito de criar um único bloco de som, fazendo do disco um corpo único e indivisível e com vida própria, com os temas a serem os seus orgãos e membros e a poderem personificar no seu todo, se quisermos, uma sonoridade própria e transparente, através de um disco assertivo, onde os Here We Go Magic utilizaram todas as ferramentas e fórmulas necessárias para que a criação de algo verdadeiramente único e imponente e que obriga a crítica a ficar mais uma vez particularmente atenta a esta nova definição sonora que deambula algures pela big apple. Espero que aprecies a sugestão.

Here We Go Magic - Be Small

01. Intro
02. Stella
03. Be Small
04. Falling
05. Candy Apple
06. Girls In The Early Morning
07. Tokyo London US Korea
08. Wishing Well
09. Ordinary Feeling
10. News
11. Dancing World


autor stipe07 às 21:28
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DIIV - Bent (Roi’s Song)

Os DIIV (lê-se Dive) são um grupo do nova iorquino Zachary Cole Smith, músico dos Beach Fossils e que tem como companheiros de banda neste projeto Andrew Bailey (guitarra), Devin Ruben Perez (baixo) e Colby Hewitt (bateria). O disco de estreia chamou-se Oshin e viu a luz do dia há pouco mais de três anos através da Captured Tracks, mas já tem sucessor.

Is The Is Are, o novo trabalho dos DIIV, foi escrito na íntegra por Zachary, gravado em Brooklyn e chegará lá para fevereiro de 2016 à boleia da mesma etiqueta. Depois de ter sido divulgado Dopamine, o primeiro single retirado do registo, agora chegou a vez de podermos ouvir Bent (Roi’s Song), mais uma trip deambulante proporcionada pelas guitarras e a voz melódica do autor e onde o rock alternativo de cariz mais lo fi se confronta amigavelmente com uma pop particularmente luminosa e com um travo a maresia muito peculiar, mais comum em projetos do outro lado da costa americana. Confere...


autor stipe07 às 20:55
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Quarta-feira, 4 de Novembro de 2015

Company of Selves - Butterfly Handlers & Memory Travelers

Os norte americanos Company Of Selves de Christopher Hoffman, Christina Courtin, Ryan Ccott, Frank Locrasto, Jake Silver, Bill Campbell, Ian Hoffman e Robin Macmillan, estrearam-se nos discos recentemente com Butterfly Handlers & Memory Travelers, um trabalho que viu a luz do dia em formato cassete e digital através da insuspeita e espetacular editora, Fleeting Youth Records, uma etiqueta essencial para os amantes do rock e do punk, sedeada em Austin, no Texas.

Sedeado em Nova Iorque e tendo no núcleo duro o cantor e multi-instrumentista Christopher Hoffman e a cantora Christina Courtin, este coletivo fundamenta a sua sonoridade em cenários e experiências instrumentais que encontram a sua génese num rock clássico, quase sempre esculpido e complexo e que nos convida a um exercício maior na percepção das suas composições, mas que recomendo vivamente e que asseguro ser altamente compensador.

O encaixe entre as cordas que ecorrem melancolia por todos os acordes e a percussão em Stand Or Disappear, depois cortado pelo fuzz inebriante das guitarras, a bateria sintética que cria uma espécie de marcha fúnebre em Roman Candles, a guitarra abrasiva que rebarba e corta a direito em Pyramid Schemes ou a história de uma mulher que acorda para a realidade depois de um longo período de tempo aprisionada num universo paralelo, na graciosa Presidential Model, explicitam com clareza uma espécie de epopeia experimental, onde a sobreposição de texturas, sopros  e trechos melódicos contemplativos, com sons mais rugosos e agrestes, nos permite visualizar uma paisagem imensa e ilimitada de possibilidades, um refúgio bucólico que entre a razão e harmoniosas lamentações e a loucura e o caos, se situa dentro da amálgama sonora que sustenta a música atual. 

Butterfly Handlers & Memory Travelers é uma ode intensa, crua e incisiva à celebração daquela faceta da nossa vida que também é capaz de abarcar um lado mais paranóico e senil, que muitas vezes serve de escape às nossas angústias e frustrações ou nos oferece o local exato para deixarmos escorrer pela nossa mente aquele romancismo frequentemente paranóico e obsessivo, tantas vezes oculto em dissertações filosóficas acerca do momento exato onde a emoção se sobrepõe à razão. A insanidade desconstrutiva em que alicerçam as camadas de sons que dão vida a I Won't Go e a incontestável beleza e coerência dos detalhes orgânicos, em especial da bateria, que nos fazem levitar em Off World, permitem-nos conferir, num mesmo bloco autoral, os diferentes fragmentos que o grupo foi convocar aos diversos universos sonoros que o rodeia e com os quais se identifica, com um elevado índice de maturidade e firmeza, mostrando imenso bom gosto no modo como estes Company of Selves apostam numa relação simbiótica de estilos e géneros, enquanto partem à descoberta de texturas sonoras amplamente majestosas e particularmente progressivas. Espero que aprecies a sugestão...


autor stipe07 às 21:35
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Youthless - Golden Spoon

Os Youthless do londrino Sebastiano Ferranti e do nova iorquino Alex Klimovitsky, estão sedeados em Lisboa e vão regressar aos discos no início de 2016 com This Glorious No Age, um trabalho que vai ser editado por cá pela NOS Discos e em Inglaterra pela Club.The.Mammoth / Kartel Music Group.

Golden Spoon é o primeiro avanço divulgado do álbum e o press release de lançamento deste single merece leitura atenta, já que conta a história incrível e inaudita deste grupo único no panorama nacional, Assim, em 2011 os Youthless gravaram em Londres “Telemachy” com produção de Rory Attwell (Palma Violets, The Vaccines, Big Deal), abriram para bandas como The Horrors, Crystal Castles e John Maus, viram as suas músicas serem remisturadas por Olugbenga (Metronomy), foram elogiados pela BBC1, NME, Drowned in Sound, ou pelo Irish Times e atraíram o amor de artistas como os Metronomy, Tiga e D/R/U/G/S. Quando estavam prestes a ir para o Festival Eurosonic, Alex sofreu uma grave lesão nas costas que acabou por resultar numa cirurgia e em vários anos de reabilitação.
Dum momento para o outro, Youthless ficou em suspenso. Tanto Alex como Sebastiano abraçaram outros projectos de música, cinema e teatro experimental nos anos seguintes, apesar de Youthless nunca ter desaparecido dos seus planos, o projecto permanecia num hiato. Ou pelo menos permanecia até ao verão passado, quando o duo voltou ao activo revigorado e inspirado com um novo conceito para o seu primeiro longa duração, um conceito que transmitia na perfeição as suas ambições musicais, as suas observações da sociedade e as suas próprias experiências pessoais.
This Glorious no Age é então, como se percebe, um trabalho aguardado com enorme expetativa e este Golden Spoon, o primeiro avanço, disponível para download gratuíto, uma canção segundo as palavras de Alex, de contentamento apocalíptico, sobre o sentimento de alegria e excitação de viver num mundo insano em decadência acelerada, no qual estamos a industrializar o belicismo e a militarizar a indústria. Fala sobre apreciar sem medos uma viagem de montanha-russa, o descer a pique e o voltar a subir. Um adeus a uma Era no seu ocaso, a estruturas quebradas e velhas ferramentas, e a mapas que já se esgotaram na estrada. Confere...


autor stipe07 às 18:25
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Terça-feira, 3 de Novembro de 2015

Girls Names – Arms Around A Vision

Cathal, Claire, Phil e Gib são os Girls Names, uma banda oriunda de Belfast, na Irlanda do Norte, de regresso aos discos com Arms Around A Vision, o  sucessor do aclamado The New Life (2013) e terceiro registo de originais deste quarteto. Este novo compêndio de canções viu a luz do dia no início de outubro através da Though Love, que o apresenta como uma carta de amor à elegância europeia, futurismo italiano, construtivismo russo, Zero alemão (de Heinz Mack e Otto Piene) e a Berlim de Bowie e Neubauten.

Sendo já um dos nomes mais interessantes do pós punk europeu contemporâneo, os Girls Names têm vindo a assumir uma sonoridade própria e particularmente intensa, sem deixarem de nos oferecer, dentro de um aparente caos e uma elevada dose ruido, um som adulto e jovial. E, com efeito, disco após disco, eles têm revelado o modo aprimorado como exploram uma abordagem crua ao rock, de modo progressivo, mas apimentado com uma elevada toada shoegaze, que procura captar o ouvinte mais sensível ao primor melódico, mas sem nunca colocar em causa a essência ruidosa do projeto. Reticence, o tema que abre o alinhamento de Arms Around A Vision, contém estes ingredientes, impressos no efeito metálico da guitarra que se estende depois na vigorosa An Artificial Spring, canção com uma densidade muito particular também por causa do ritmo imposto por uma bateria e um baixo que não desarmam em nenhum instante, enquanto nos oferecem um rock que há vinte atrás era considerado marginal e corrosivo na esfera sonora em que gravitam, mas que replicado por estes Girls Names soa intemporal, influente e até obrigatório.

Cada vez mais atraídos por um lado sonoro negro e cavernoso, este quarteto coloca o ruído e a distorção para o centro do seu processo criativo, com uma potência sonora intrigante, enquanto tentam escapar a todas categorias e gavetas do rock, ao mesmo tempo que as abarcam num enorme armário que, tendo tanto de caótico como de hermético, não deixa de se organizar com uma arrumação muito própria e sempre coerente. Há um forte sentido melódico na distorção da guitarra em Desire Oscilations e no punk caótico de Chrome Rose, que se torna mais incisivo em A Hunger Artist e Dysmorphia, assim como um ambiente psicadélico em Exploit Me que nunca compromete as vias auditivas, mesmo que, neste tema, o teclado e a voz possam distorcer a nossa mente.

Com a guitarra e a bateria a servirem, frequentemente, de elo de ligação entre os temas, Arms Around A Vison é um compêndio que impressiona pela monumentalidade rugosa que agrega um emaranhado de melodias que juntas constituem uma obra grandiosa e eloquente, ao mesmo tempo que cimenta o adn destes Girls Names, num disco pleno de ruido, espasmos de guitarra funk, ruído, contaminação cruzada de microfones e odes ao imprevisto. Espero que aprecies a sugestão...

Girls Names - Arms Around A Vision

01. Reticence
02. An Artificial Spring
03. Desire Oscillations
04. (Obsession)
05. Chrome Rose
06. A Hunger Artist
07. Málaga
08. Dysmorphia
09. (Convalescence)
10. Exploit Me
11. Take Out The Hand
12. I Was You


autor stipe07 às 18:17
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Segunda-feira, 2 de Novembro de 2015

Half Moon Run – Sun Leads Me On

Devon Portielje, Conner Molander, Dylan Phillips, Isaac Symonds são os Half Moon Run, um projeto canadiano oriundo de Montreal e que já faz música desde 2009. Estrearam-se nos discos três anos depois com Dark Eyes e agora, após o mesmo hiato temporal, regressaram à boleia de Sun Leads Me On, o novo registo de originais da banda, editado a vinte e três de outubro pelo selo Glassnote Records.

No seio de um indie rock que tanto pode infletir, em determinados momentos, para a folk como para a própria eletrónica, os Half Moon Run parecem não sentir-se confortáveis com o ideal de continuidade e apostam em pequenos detalhes sonoros que fazem ponte entre dois territórios, numa espécie de simbiose de risco, mas particularmente bem sucedida, entre Radiohead e Fleet Foxes, raramente ouvida nas propostas atuais. Esta fusão assenta em melodias luminosas feitas com linhas de guitarra delicadas e arranjos que criam paisagens sonoras bastante peculiares.

Neste Sun Leads Me On, produzido por Jim Abbiss, o falsete etéreo de Devon é um dos trunfos maiores do alinhamento, como se pecebe desde logo na cândura de Warmest Regards, mas a instrumentação intrincada, os elementos eletrónicos e a própria escrita de algumas canções, exalam uma qualidade hipnótica e aventureira, mas sempre acessível. Os violinos, a bateria insistente e o ambiente progressivo das guitarras de I Can’t Figure Out What’s Going On e os detalhes eletrónicos que vão piscando o olho à guitarra na incandescente Turn Your Love assim como o minimalismo omnipresente da mesma no tema homónimo, são exemplos do modo exemplar como os Half Moon Run complementam a ímpar capacidade vocal do líder da banda, com um arsenal instrumental diversificado e abrangente sempre a postos para criar melodias que recusam ter um comportamento linear, preferindo mostrar-se apoiadas em constantes variações de volume, intensidade e epicidade. As variações de intensidade e ritmo da bateria em It Works Itself Out, assim como a alternância entre detalhes eletrónicos sintetizados e dedilhares acústicos de cordas, nesse mesmo tema, transformam o mesmo numa súmula feliz de todo o ideário intencional destes Half Moon Run e daquilo que os resliza enquanto compositores criativos e intérpretes inspirados.

Melódicos e intencionalmente acessíveis na mesma medida, os Half Moon Run transformaram cada uma das canções de Sun Leads Me On em criações duradouras, ricas em texturas e versos acolhedores que ultrapassam os limites do género, num disco que busca uma abrangência, mas que não resvala para um universo de banalidades sonoras que, em verdade se diga, alimentam há anos a indústria fonográfica. Espero que aprecies a sugestão...

Half Moon Run - Sun Leads Me On

01. Warmest Regards
02. I Can’t Figure Out What’s Going On
03. Consider Yourself
04. Hands in the Garden
05. Turn Your Love
06. Narrow Margins
07. Sun Leads Me On
08. It Works Itself Out
09. Everybody Wants
10. Throes
11. Devil May Care
12. The Debt
13. Trust


autor stipe07 às 18:01
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Noiserv - Don't say Hi if you don't have time for a nice Goodbye

Já fez dois anos a edição de Almost Visible Orchestra, o extraordinário segundo da carreira de noiserv, um trabalho que além de ter sido distinguido como melhor disco de 2013 pela Sociedade Portuguesa de autores (SPA), também foi considerado o melhor álbum nacional desse ano para este blogue. Mas agora, quase no ocaso de 2015, chegou finalmente o momento deste disco procurar o devido reconhecimento e o seu espaço no estrangeiro.

Na próxima sexta-feira, dia seis de Novembro, Almost Visible Orchestra será editado para o resto do mundo pela naïve, editora francesa de artistas como Yann Tiersen e M83. Para comemorar, noiserv acaba de disponibilizar um novo vídeo de um tema do disco, nomeadamente o filme do single Don't say Hi if you don't have time for a nice Goodbye, canção que marca o encerramento do alinhamento do disco.

Para este vídeo, noiserv contou ainda com a participação vocal do músico francês Cascadeur, recentemente distinguido com o prémio de melhor disco eletrónico do ano nos Victoires de la Musique, os Grammy franceses. Confere...


autor stipe07 às 17:28
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