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A Jigsaw - Have Yourself A Merry Little Christmas

Terça-feira, 23.12.14

1943 foi o ano que viu nascer a canção Have Yourself A Merry Little Christmas escrita por Hugh Martin. No entanto, seria necessário aguardar mais um ano até que a canção fosse apresentada pela primeira vez na voz da actriz Judy Garland no filme "Meet Me in St Louis".

Os a Jigsaw escolheram gravar esta canção para o Natal de 2014 como tributo aos 70 anos decorridos da sua primeira exibição, que em nada diminuíram a magia desta pérola.

Convidaram o colaborador e amigo de longa data Luis Belo (que desenhou o artwork do seu álbum "Drunken Sailors & Happy Pirates") para a criação/edição do vídeo com que é apresentada agora esta canção.

 

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publicado por stipe07 às 18:23

Los Campesinos! - A Los Campesinos! Christmas

Segunda-feira, 22.12.14

Los Campesinos! - A Los Campesinos Christmas

Los Campesinos! são uma banda de indie pop formada por sete amigos em 2006 que se conheceram e começaram a tocar na universidade de Cardiff, no país de Gales, com a curiosidade de nenhum dos membros ser natural desse país. O coletivo já é presença habitual por cá e nos lançamentos relacionados com esta quadra festiva, com destaque para A Doe To A Deer, um tema que disponibilizaram na sua página ogficial no natal de 2012.

Agora, em 2014, foram mais longe e compuseram um EP de seis canções relacionado com este período do ano e onde se inclui além de originais do grupo, uma cover do clássico Lonely This Christmas de Mud, datado de 2000.

Apesar do cariz concetual do trabalho, os Los Campesinos! mantiveram nos temas a génese do seu ADN sonoro, que privilegia o mergulho em sons adocicados e guiados por uma elevada instrumentalidade melancólica. Assim, este EP está carregado de composições puras encantadoras e delicadas e cuja sonoridade vai do épico ao melancólico, mas sempre com uma vincada e profunda delicadeza. É um álbum límpido onde todas as composições parecem intimamente ligadas, criando assim uma coleção de canções ao mesmo tempo acessíveis e radiofónicas, mas também imbuídas dos habituais arranjos que distinguem composições sonoras relacionadas com o Natal, como convém aliás. Espero que aprecies a sugestão...

Los Campesinos! - A Los Campesinos! Christmas

01. When Christmas Comes

02. A Doe To A Deer
03. The Holly And The Ivy
04. Kindle A Flame In Her Heart
05. The Trains Don’t Run (It’s Christmas Day)
06. Lonely This Christmas

 

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publicado por stipe07 às 21:43

Scarlet Chives - This Is Protection

Domingo, 21.12.14

Oriundos de Copenhaga e formados por Maria Mortensen, Brian Batz, Peter Esben, Rasmus Lindahl e Daniel Kolind, os dinamarqueses Scarlet Chives regressaram este ano aos discos com This Is Protection, um trabalho que viu a luz do dia a dez de setembro, através da Riot Factory e que sobrevive graças ao típico indie pop nórdico, assente em melodias alimentadas por texturas eletrónicas sintetizadas com um elevado pendor shoegaze, que dão vida a letras geralmente sombrias e com elevado cariz introspetivo, que conseguem ser para os Scarlet Chives um veículo privilegiado de transmissão da angústia que frequentemente os invade, até porque falam muito da necessidade que todos temos de nos proteger dos outros e, principalmente, dos nossos próprios medos.

As canções dos Scarlet Chives localizam-se, muitas vezes, entre o sono e o estado de consciência, não só por causa do esplendor instrumental, mas, principalmente, por serem adornadas pela belíssima voz de Maria Mortensen, que num registo em tudo semelhante a uma diva chamada Kate Bush, consegue facilmente transmitir-nos praticamente todas as sensações possíveis e improváveis de existir no pensamento do humano. Maria consegue olhar para o interior da nossa alma e incita os nossos desejos mais profundos, como se cavasse e alfinetasse um sentimento em nós, ajudada por melodias que exploram uma miríade alargada de instrumentos e sons e onde a vertente experimental assume uma superior preponderância ao nível da exploração do conteúdo melódico que compôe.

A melancolia é um conceito vital e preponderante para os Scarlet Chives e está claramente plasmada não só nessa voz inconfundível, mas também nas nas notas do piano e do sintetizador, nos efeitos e numa percussão que, sendo muitas vezes vigorosa, não prejudica a perceção clara daquele momento em que se dorme, mas se está também acordado. Mesmo na sequência proposta por Sohn e Others Are The Force, em que o grupo pisca o olho ao rock progressivo e embala para uma espiral ruidosa que parece querer fugir, a qualquer instante, do mais absoluto controle, há um evidente equilíbrio sonoro, que permite as sensações típicas de um sono calmo coabitar com a natural euforia subjacente ao caos, muitas vezes apenas visível numa cavidade anteriormente desabitada e irrevogavelmente desconhecida do nosso ser.

Canções como a sensual Hunting, a claustrufóbica The Rooms Are Too Small, o inquietante single Timber Will Fall, a sedutora Bigger Than The Tall, e a melancólica Some Days Stay, comprovam que estamos perante um coletivo maduro e assertivo, que parece apostado em sair um pouco do casulo instrospetivo e da timidez que tantas vezes enclausura os projetos provenientes do norte da Europa, já que consegue recriar um ambiente sonoro luminoso, colorido e expansivo, mas que não descura a essência enigmática e sombria que alicerça o seu ADN. Espero que aprecies a sugestão...

Scarlet Chives - This is Protection (2013)

01 Hunting 5:08
02 The Rooms Are Too Small 4:22
03 Timber Will Fall 4:43
04 Bigger Than The Tall 3:38
05 Sohn 6:22
06 Others Are The Force 2:58
07 Show The Rest 4:24
08 Some Days Stay 5:34
09 Lift 4:29
10 Eyes Go Dim 6:27

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publicado por stipe07 às 18:52

Stumbleine - Infinite Overcast

Sábado, 20.12.14

Depois de em dezembro de 2013 Stumbleine ter editado o EP Things Don't Sparkle Like they Used To, agora, sensivelmente um ano depois, este músico britânico está de volta com Infinite Overcast, uma coleção de nove novas canções, disponivel no seu bandcamp gratuitamente ou com a possibilidade de doares um valor pela mesma.

Infinite Overcast é mais um compêndio de canções com a habitual sensibilidade rara que este músico cria, verdadeiros achados que merecem a maior divulgação possivel, não só porque a eletrónica em que Stumbleine aposta tem uma vertente mais calma, melódica e clássica do que habitual, ou seja, é algo inédita, possui uma sua bela voz que casa muito bem com as viagens climáticas e etéreas que compôe.

Infinite Overcast são então novas canções, algumas delas apenas instrumentais, que criam ambientes etéreos e lo fi, através de sons misteriosos, samples vocais e batidas sintetizadas. Às vezes sente-se alguma soul, numa toada chillwave e shoegaze que podes obter por um preço simbólico no Bandcamp da banda, assim como a restante discografia de um projeto que acho que vale a pena conhecer e conferir.

Stumbleine - Infinite Overcast

01. Adora Skyline

02. Thawn
03. Skeksis
04. Abacus
05. Exit Sandman
06. The Great Flood
07. Camber (Feat. Steffaloo)
08. Brunette

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publicado por stipe07 às 22:24

ScotDrakula - Burner & Break Me Up EP

Sexta-feira, 19.12.14

Os ScotDrakula são Matt Neumann (guitarra, voz), Evianne Camille (bateria, voz) e Dove Bailey (baixo, voz), três jovens músicos australianos, oriundos de Melbourne, que gostam de misturar cerveja com o rock de garagem e darem assim asas à devoção que sentem pela música e pela cultura punk. No passado dia dezasseis foi disponibilizado fisicamente, em formato cassete e num único exemplar, Burner, o novo disco do grupo, no lado a, assim como um EP intitulado Break Me Up, no lado b, com a edição a poder ser encomendada através da insuspeita e espetacular Fleeting Youth Records, uma etiqueta essencial para os amantes do rock e do punk, sedeada em Austin, no Texas.

Para ouvir e apreciar os ScotDrakula é necessário ter fé, sentir a luz do alto e ter a mente aberta e livre de qualquer ideia pré concebida relativamente a um hipotético encontro imediato com canções detentoras de artifícios sonoros intrincados e alicerçados numa receita demasiado complexa. Percebe-se, logo que inicia a audição, que da percussão vibrante de Ain't Scared ao baixo de Burner!, passando pela distorção que orienta Little Jesus, um tema clássico no que diz respeito à conexão feliz entre o fuzz de uma guitarra e a secção rítmica vitaminada que encorpora o rock psicadélico dos anos sessenta, estes nove temas são, apenas e só, mais uma excelente porta de entrada para um universo sonoro feito com guitarras carregadas de fuzz, uma percussão vibrante e ritmada e uma postura vocal jovial e com um encanto lo fi que inicialmente se estranha, mas que depois, rapidamente se entranha.

A maior parte destas canções vive da intimidade psicadélica que se estabelece no baixo e na guitarra, uma conexão algumas vezes com uma toada visceral algo sensual, como se percebe na crueza vintage de Doors & Fours e de Dynopsykism, mas feita e vivida com extremo charme e classe, muito à moda de um estilo alinhado, que dá alma à essência de um rock que nos convida para uma viagem no tempo, do passado ao presente, através de uma banda contagiante e que parece ser mais experiente do que o seu tempo de existência, tal é o grau de maturidade que já demonstra. O hipnotismo desenfrado que se pode conferir em CrazyGoNuts é uma autêntica ode à revisão da psicadelia que busca pontos de encontro com o rock clássico, proposto há mais de quatro décadas por gigantes do rock clássico que se entregaram ao flutuar sonoro da lisergia.

Burner & Break Me Up tem uma forte ligação com o passado e se tivermos a capacidade de confiar nestes ScotDrakula e deixarmos que eles nos mostrem que são também o caminho, a verdade e a vida, conseguimos facilmente viajar e delirar ao som das suas canções. Apreciar o verdadeiro rock clássico é também uma questão de fé e este trio australiano sabe o caminho certo para nos guiar até uma feliz, renovada e efetiva conversão. Espero que aprecies a sugestão.

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publicado por stipe07 às 18:28

The Road Chief - Our First Christmas

Sexta-feira, 19.12.14

The Read Chief - "Our First Christmas"

Mark Mcguire costuma fazer música assinando como The Road Chief e Our First Christmas é o seu novo single, um tema de Natal que Mark oferece aos seus seguidores e nada mais nada menos que uma cover de um original de Alexander O'Neal de 1986.

Com a contribuição de Rachel Waterhouse na voz e produzido pelo próprio McGuire, o single com um lado b intitulado You Were Meant To Be My Lady (Not My Girl) e as duas canções mantêm o clima pop fortemente sintetizado que costuma caraterizar as canções de The Road Chief. Confere...

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publicado por stipe07 às 16:07

Mile Me Deaf - Holography

Quinta-feira, 18.12.14

Oriundos de Viena, os austríacos Mile Me Deaf regressaram em 2014 aos discos com Holography, um trabalho que viu a luz do dia no início de maio e que podes escutar no bandcamp do grupo, onde está igualmente disponível toda a sua discografia, podendo ser adquirido através da Siluh Records.

Um músico chamado Wolfgang Möstl é o lider destes Mile Me Deaf, sendo ele quem escreve e compôe a maioria das canções. No entanto, não se trata propriamente de um projeto a solo até porque ao vivo os Mile Me Deaf apresentam-se como um conjunto coeso, com vários músicos e que não sofre grandes alterações desde 2008, ano em que se estrearam nos lançamentos.

Quanto à música e a este disco em particular, os Mile Me Deaf são exemplares no modo como sugerem um rock de garagem, cru e lo fi, exemplarmente replicado em canções como Science Fiction, o sensual rock de cabaret de True Blood, o grunge de Cryptic Boredom Rites e em Out Of Breath At Ego Death, este último um tema algo inédito no alinhamento já que nele coexiste uma relação frutuosa entre a distorção da guitarra e da voz, com uma bateria acelerada, algo que remete a canção para o experimentalismo punk, que se estende para Domestics, no caso da voz e também para o fuzz psicadélico de Motor Down, plasmado na relação progressiva que, neste caso, se estabelece entre o baixo e a bateria.

No entanto, os Mile Me Deaf também não descuram paisagens sonoras mais amenas, com a indie pop descomprometida que temas como o single Artificial ou a divertida War Bonding, claramente comprovam. A primeira é um dos grandes destaques de Holography, uma canção com uma tonalidade muito vincada e onde Wolfgang consegue, através da voz, envolver-nos numa elevada toada emotiva e delicada, que faz o nosso espírito facilmente levitar e que provoca um cocktail delicioso de boas sensações.

Holography são doze canções onde a herança dos anos oitenta e do rock alternativo da década seguinte estão bastante presente e com o processo de construção melódica a não descurar uma forte vertente experimental nas guitarras e uma certa soul na secção rítmica, o que só abona a favor deste projeto austríaco que contém uma forte componente nostálgica, mas também algo descomprometida. Espero que aprecies a sugestão...

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publicado por stipe07 às 21:12

Leapling - Silent Stone

Quinta-feira, 18.12.14

Leapling - Vacant Page

É já a dez de fevereiro que chega aos escaparates via Inflated/Exploding In SoundVacant Page o novo disco do projeto nova iorquino Leapling, que já pode ser encomendado.

Este quarteto formado por Dan Arnes, Yoni David, R.J Gordon e Joey Postiglione já tinha divulgado Crooked, o primeiro single de Vacant Page, há algumas semanas e agora chegou a vez da promissora Silent Stone, uma magnífica canção que que flutua entre o indie rock mais anguloso e aquele que aposta num forte cariz experimental, já que no tema, além de um maravilhoso falsete, sobressai uma percussão com um elevado pendor jazzístico. Vacant Page promete ser um dos lançamentos mais interessantes do início de 2015 e eu cá estarei para analisar cuidadosamente o disco. Confere... 

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publicado por stipe07 às 17:40

Canopies - Maximize Your Faith

Quarta-feira, 17.12.14

Foi a nove de dezembro, através da Forged Artifacts, que chegou aos escaparates Maximize Your Faith, o primeiro longa duração dos norte americanos Canopies, um coletivo do Milwaukee, no Wisconsin, que se estreou em maio de 2011 com um EP homónimo e que constrói paisagens sonoras verdadeiramente deslumbrantes, sempre com a synth pop e uma elevada dose de psicadelia a orientarem o processo de composição.

Assim que foi divulgado Choose Your Own Adventure, o primeiro avanço para Maximize Your Faith, uma canção que vive de uma linha de guitarra inebriante e à volta da qual borbulham detalhes e efeitos inspirados, percebeu-se, desde logo, que estes Canopies orbitram em redor do indie rock de cariz mais melódico e que aposta no revivalismo de outras épocas. Este é o código genético de uma banda fiel aos princípios que estiveram na génese da sua formação e Maximize Your Faith tresanda essa honestidade desde o início, como se percebe na toada épica e luminosa de Getting Older, ampliada por um sintetizador que conduz a canção e impregnado com uma forte componente vintage.

Como se percebe, logo a seguir, na dança que se estabelece entre a guitarra e os teclados de New Memories, ou, mais adiante, nos efeitos do teclado que borbulham em The Year Of Jubilee, o disco também exala uma apreciável veia experimentalista, com a adição destes detalhes que vão sendo disparados ao longo das canções e fazerem balançá-las entre o indie rock luminoso e épico e aquela toada mais sensível e sombria, que o rock alternativo dos anos oitenta ajudou a disseminar e que as guitarras e a percurssão do baixo e da bateria de The Plunderers And The Pillagers ou de Enter Pure / Exit Pure também replicam, revisitam e resumem.

A voz parece ser um trunfo importante para os Canopies, já que não descola de um elevado e constante grau de emotividade que é colocada na interpretação que, ao longo do disco, evidencia uma elevada elasticidade e a capacidade de reproduzir diferentes registos e dessa forma atingir um significativo plano de destaque.

Recheado de sensações positivas, plasmadas em temas expansivos e, ao mesmo tempo, imbuídas por um forte caráter intimista, Maximize Your Faith são dez canções dominadas pelo rock festivo e solarengo, mas onde a eletrónica tem também uma palavra importante a dizer, já que os sintetizadores conduzem, quase sempre, o processo melódico, de modo a replicar uma sonoridade que impressiona pelo charme vintage. Os riffs de guitarra harmoniosos e a percurssão vincada de temas como Sparkle And Hum e Miss You Now, além de outros já citados, abrem-nos uma janela imensa de luz e cor e convidam-nos a espreitar para um mundo envolvido por uma psicadelia luminosa, fortemente urbana, mística, mas igualmente descontraída e jovial, que está sempre presente durante os cerca de quarenta minutos que dura o disco. Espero que aprecies a sugestão...

Canopies - Maximize Our Faith

01. Getting Older
02. New Memories
03. The Plunderers And The Pillagers
04. Enter Pure / Exit Pure
05. Miss You Now
06. Choose Yer Own Adventure
07. The Year Of Jubilee
08. Sparkle And Hum
09. All That’s Left Is All We Need
10. Deliverance

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publicado por stipe07 às 14:15

Wild Beasts – Soft Future / Blood Knowledge

Quarta-feira, 17.12.14

O quarteto britânico Wild Beasts regressou em 2014 aos discos com o excelente Present Tense e, quase no ocaso do ano, acaba de revelar um single com dois temas, que resultam de uma parceria com um ilustrador francês, natural de Paris, chamado Mattis Dovier. Juntos criaram uma história interativa, da qual fazem parte os dois lados do single, um trabalho incluído no projeto The Jameson Works.

Soft Future é o primeiro tema instrumental do cardápio sonoro da banda e está disponivel para download gratuíto. Quanto a Blood Knowledge, continua a mostrar uns Wild Beasts apostados em mergulhar num universo que abrange alguns elementos específicos das novas propostas que vão surgindo no campo da dream pop. Confere...

Wild Beasts - Soft Future - Blood Knowledge

01. Soft Future
02. Blood Knowledge

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publicado por stipe07 às 14:10







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