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Alvvays - Archie, Marry Me

Sexta-feira, 25.04.14

Alvvays

Naturais de Toronto, no Canadá, os Alvvays preparam-se para se estrear nos discos já neste verão com Alvvays, um homónimo que será editado pela Polyvinyl Records. Tendo em conta o tema Archie, Marry Me, a primeira amostra revelada do disco, este quinteto aposta numa dream pop romântica e luminosa, feita com uma voz muito feminina, a exuberância das guitarras e um baixo vincado, certamente uma sonoridade propícia para os dias mais quentes e solarengos que se aproximam. Confere...

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publicado por stipe07 às 14:50

Chad Vangaalen – I Want You Back EP

Quinta-feira, 24.04.14

O canadiano Chad Vangaalen prepara-se para regressar aos discos com Shrink Dust, o novo trabalho de estúdio do músico, com data de lançamento anunciada para vinte e nove de Abril, através da Sub Pop Records. No entanto, como sucedeu o Record Store Day, Chad não quis deixar passar e efméride em claro e, no âmbito do evento, divulgou um EP com quatro canções intitulado I Want You Back e também editado por intermédio da Sub Pop Records.

As quatro canções do EP são curtas e com uma sonoridade muito crua, com destaque para o rock visceral do tema homónimo, que conta com a participação especial do coletivo Xiu Xiu. Após o instante acústico intitulado Candle chega It Must Be Alright, um breve passeio pela essência do melhor rock psicadélico. O EP termina com She Calls For Me, mais uma canção onde fica explícita a habitual toada experimental e fortemente sintetizada, mas que nunca se entrega ao exagero, que Chad habitualmente propôe. Confere...

Chad Vangaalen - I Want You Back

01. I Want You Back
02. Candle
03. It Must Be Alright
04. She Calls For Me

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publicado por stipe07 às 22:03

NO – El Prado

Quarta-feira, 23.04.14

Nascidos em maio de 2010 em Echo Park, nos arredores de Los Angeles e formados por Bradley, Sean, Michael, Reese, Ryan, Simon, os NO ganharam vida depois do cantor Bradley Hanan Carter e do baixista Sean Daniel Stentz se terem conhecido num restaurante de Los Angeles, os NO estrearam-se nos lançamentos discográficos em 2011 com Don’t Worry, You’ll Be Here Forever, um EP que logo os colocou no radar dos críticos e da imprensa especializada local e possibilitou que andassem, nessa época, a abrir concertos para nomes tão importantes como os Best Coast e os Electric Guest e, na Europa, com Father John Misty. Em 2013 continuaram a dar concertos e a participar em festivais, nomeadamente em Londres no London’s Hard Rock Calling e na Alemanha no festival Southside and Hurricane, além de terem aberto concertos dos The Smashing Pumpkins, Public Image LTD e The Naked and Famous.

Ao longo desses dois anos foram-se dando a conhecer e a alargar uma base já interessante de admiradores que aguardavam com elevada expetativa o lançamento de El Prado, o longa duração de estreia dos NO, editado no passado dia 18 de fevereiro por intermédio da Arts & Crafts, um disco misturado por Billy Bush (Tegan & Sara, Foster The People, Jake Bugg) e masterizado por Joe LaPorta (Beach House, Foo Fighters, Vampire Weekend).

Os NO nasceram da admiração dos músicos do grupo por artistas que são, acima de tudo, cantautores, principalmente quando versam sobre o amor e o lado mais obscuro e menos feliz desse sentimento e isso é algo que se percebe no conteúdo de El Prado. Leonard Cohen, Bill Callahan, Johnny Cash e Lou Reed, são influências declaradas da banda, mas parece-me que a escrita de Matt Berninger e o universo sonoro imagiando pelos irmãos Dessner são a zona sonora de conforto estabelecida pelos NO, que parecem muito confortáveis a residir num universo algo sombrio e fortemente entalhado numa forte teia emocional amargurada. No entanto, há que, desde já, clarificar que não existe aqui o perigo relacionado com uma possível queda na redundância convencional ou na repetição aborrecida de uma fórmula, que tem nos The National um líder incontestado e incomparável. Os NO sabem como utilizar as influências que mexem com o seu âmago e dar-lhes um cunho muito próprio.

Em El Prado temos instantes em que os instrumentos clamam pela simplicidade e outros em que a teia sonora se diversifica e se expande para dar vida a um conjunto volumoso de versos sofridos, sons acinzentados e um desmoronamento pessoal que nos arrasta sem dó nem piedade para o ambiente sombrio e nostálgico que esta banda californiana pretende replicar. Há canções extremamente simples e que prezam pelo minimalismo da combinação de apenas quatro instrumentos (North Star), enquanto outras soam mais ricas e trabalhadas, como Stay With Me.

Seja como for, não se pense que El Prado é apenas um compêndio de canções que abordam a recusa em encontrar o lado mais feliz da existência humana, ou uma tomada de consciência de que a existência humana deve apenas esforçar-se por ampliar intimamente o seu lado negro. Sofrer por amor será sempre uma inevitabilidade, mas canções como Leave the Door Wide Open ou Another Life ajudam-nos a direcionar também o foco para o que de melhor nos sucede e explorar até à exaustão o usufruto das benesses com que o destino nos brinda, mesmo que as relações interpessoais nem sempre aconteçam como nos argumentos dos filmes.

Portanto, se para os mais distraídos, os mais de cinquenta minutos de El Prado podem soar algo depressivos e angustiantes, esclareço que esta é uma rodela que exige tempo, que se revela a pouco e pouco e que só será devidamente entendida após várias e repetidas mas dedicadas audições, já que está muitas vezes algo implícta uma toada mais épica e aberta do grupo, juntamente com a capacidade eclética que os NO demonstram para compôr, em simultâneo, temas com um elevado teor introspetivo.

El Prado é um excelente disco de estreia de um grupo que busca na luminosidade das guitarras, na delicadez dos arranjos e numa apurada versatilidade instrumental, a receita que levará cada um de nós a dizer SIM a uma banda e a um disco que, à imagem das nossas vidas, tem dois lados aparentemente contraditórios mas que se complementam. Espero que aprecies a sugestão...  

NO - El Prado

01. Leave The Door Wide Open
02. Stay With Me
03. What’s Your Name
04. Monday
05. So Scared
06. There’s A Glow
07. Interlude
08. Another Life
09. The Long Haul
10. North Star
11. Last Chance
12. Hold On
13. Go Outside

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publicado por stipe07 às 21:30

Jack White - Lazaretto

Quarta-feira, 23.04.14

Na passada sexta feira, no âmbito do evento Record Store Day, Jack White deu a conhecer o single Lazaretto enquanto eram impressas em Nashville, nas instalações da Third Man Records, a sua editora, cópias em vinil do tema, que tinha como lado B uma cover de The Power Of My Love, um original de Elvis Presley. Todo o processo decorreu em menos de quatro horas e fez com que a façanha ganhasse o título de The World’s Fastest Studio-to-Store Record.

Agora, alguns dias depois, o músico apresenta a mesma canção na versão de estúdio, ou seja, aquela que fará parte de Lazaretto, o próximo disco de Jack White. No tema, White arrisca alguns acordes de guitarra com um certo cariz funk, mas a habitual assinatura impressa a rock de garagem feito com uma forte pitada de blues é o grande sustento da canção. Confere...

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publicado por stipe07 às 12:39

Bootstraps – Bootstraps

Terça-feira, 22.04.14

Formados por Jordan Beckett (voz, guitarra, piano), Nathan Warkentin (bateria) e David Quon (guitarras, piano), os norte americanos Bootstraps são uma banda de indie rock natural de Los Angeles, que acaba de se estrear nos discos com um homónimo lançado por intermédio da Harvest Records e da Capitol Records.

Bootstraps foi gravado por Skip Saylor (Tom Petty, Wilco, Suicidal Tendencies) em Northridge, na Califórnia depois de o actor e realizador Sam Jaeger ter pedido a Beckett para escrever canções para o seu aclamado filme Take Me Home. A banda passou um dia em estúdio a gravar alguns temas e, ne sequência dessa sessão produtiva, os Bootstraps regressaram aos estúdio mais quatro sessões, onde gravaram os três últimos temas que completaram o disco, com a ajuda de Richard Dodd (Kings of Leon, The Raconteurs).

Bootstraps

A audição de Bootstraps entende-se claramente à luz da inclusão das sessões de gravação do álbum na criação de alguns temas para a banda sonora de um filme dramático, já que o conteúdo melódico do disco transporta-nos facilmente para um universo melancólico e dramático. As canções do álbum apoiam-se na voz intensa de Jordan, algures entre Bryan Adams e John Mellencamp, que combinada com o piano e a guitarra acústica originaram várias baladas verdadeiramente inspiradoras e direcionadas diretamente para todos aqueles que gostam de ouvir algo que toque, seja inspirador e que vá direto ao coração. 

O disco abre com a instrumental Road Noise que nos remete para o universo post rock que nomes como os Explosions in The Sky tão bem replicam, mas também há uma inegável toada indie pop, que bandas como os consagrados Coldplay terão certamente servido de forte inspiração. E isso sucede não só nesse tema, mas também, e principalmente, em Sleeping Giant, o single já retirado do disco e uma escolha certamente justificada pelo forte cariz radiofónico da canção. O terceiro tema do alinhamento de Bootstraps, OH CA, mantêm-se nesta tendência e consegue facilmente levar-nos até às paisagens mais deslumbrantes de uma Califórnia cheia de luz

Até ao final do disco, canções como Nothin On You Kid, Haywire, Highway Miles, Guiltfree e Revel, alteram um pouco esta atmosfera inicial e remetem-nos para ambientes mais introspetivos, através de uma maior preponderância da componente acústica, com os arranjos de cordas a serem um aspeto importante na seleção dos arranjos que suportam a arquitetura das canções.

Bootstraps são trinta e cinco minutos de entretenimento indie pop rock agradável, bem escrito, tocado e impecavelmente produzido. As canções são inspiradoras, exalam sentimentos fortes e intensos e este disco pode ser uma escolha acertada para quem pretenda dar um toque mais emocional à banda sonora da sua vida. Espero que aprecies a sugestão...

Bootstraps - Bootstraps01. Road Noise

02. Sleeping Giant
03. Oh CA
04. Nothing On You
05. FortyFive
06. Haywire
07. Highway Miles
08. Wild Moan
09. Guiltfree
10. Revel

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publicado por stipe07 às 21:33

Damon Albarn – Heavy Seas Of Love

Terça-feira, 22.04.14

Damon Albarn, o líder dos Blur e dos Gorillaz, vai editar no próximo dia vinte e oito o tão aguardado disco a solo. O álbum chama-se Everyday Robots e irá ver a luz do dia por intermédio da Parlophone.

Depois do tema homónimo e de Lonely Press Play, foi divulgada a canção Heavy Seas Of Love, uma excelente balada que conta com belíssimos arranjos, um piano extraordinário e um dueto entre Albarn e Brian Eno. Confere... 

Damon Albarn - Heavy Seas Of Love

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publicado por stipe07 às 16:43

The Flaming Lips – 7 Skies H3

Segunda-feira, 21.04.14

Os The Flaming Lips de Wayne Coyne são uma presença habitual nas edições do Record Store Day e na edição de 2014 marcaram a sua presença com 7 Skies H3, um EP com dez canções, onde se destaca o single honónimo.

A canção 7 Skies H3 já havia sido divlgada pelos The Flaming Lips no Halloween de 2011 e a versão da altura era um tema megalómano com a exata duração de vinte e quatro horas, que foi vendido no formato Pen Drive, incrustradas em caveiras humanas, tendo sido vendidos dezassete exemplares dessa edição especial ao preço unitário de cinco mil doláres.

Três anos depois o coletivo de Oklahoma recupera a canção para a edição deste ano do Record Store Day e reduz a sua duração para uns meros quarenta e três minutos, divididos em dez temas, misturados por Dave Fridmann com o apoio de Michael Ivins. Como é de esperar e a sequência do que os The Flaming Lips propuseram em The Terror, 7Skies H3 baseia-se em composições atmosféricas com marcas sonoras relacionadas com vozes convertidas em sons e letras que praticamente atuam de forma instrumental e onde tudo é dissolvido de forma aproximada e homogénea. A habitual onda expressiva relacionada com o espaço sideral que diz tanto a Coyne, tem vindo a oscilar, desta vez, entre o rock sinfónico e guitarras experimentais, com travos de krautrock.

A poesia dos The Flaming Lips é sempre metafórica, o que faz deles um grupo ao mesmo tempo próximo e distante da nossa realidade, capaz de atrair quem se predispõe a tentar entendê-los para cenários complexos, mas repletos de sensações únicas e que só eles conseguem transmitir. O artwork desta edição em vinil é da autoria de George Salsibury. Espero que aprecies a sugestão...

The Flaming Lips - 7 Skies H3

01. 7 Skies H3 (Can’t Shut Off My Head)
02. Meepy Morp
03. Battling Voices From Beyond
04. In A Dream
05. Metamorphosis
06. Requiem
07. Meepy Morp (Reprise)
08. Riot In My Brain!!
09. 7 Skies H3 (Main Theme)
10. Can’t Let It Go

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publicado por stipe07 às 20:48

Coldplay - Midnight

Segunda-feira, 21.04.14

Coldplay - Midnight

 

Os britânicos Coldplay de Chris Martin estão quase a regressar aos discos com Ghost Stories, o sexto álbum da carreira do grupo e que será editado, via Parlophone, no próximo mês de maio. O primeiro indício deste álbum foi tornado público a vinte e cinco de fevereiro último quando os Coldplay revelaram um teaser do álbum onde se incluia Midnight, um dos temas do alinhamento de Ghost Stories.

No passado dia dezanove de abril, no âmbito da efeméride Record Store Day, os Coldplay lançaram uma edição em vinil do tema, escrito a meias com Jon Hopkins e com um lindíssimo artwork feito com uma gravura de água com três leões e uma figura humana, da autoria de Mila Furstova. Sonoramente, Midnight assenta num sintetizador vibrante e cheio de efeitos luminosos, numa voz também sintetizada e numa percussão bastante vincada, mas com alguns arranjos, nomeadamente do piano, a conferirem o habitual cariz pop, épico e melancólico dos Coldplay. Confere...

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publicado por stipe07 às 19:50

Pixies - Women Of War

Segunda-feira, 21.04.14

Pixies - "Women Of War"

No dia vinte e nove de abril vai chegar às lojas Indie Cindy, o novo disco dos Pixies de Black Francis e o primeiro longa duração da banda em vinte e três anos e, na verdade, uma súmula de dois EPs que o grupo editou em 2013 e que fui dando conta no blogue, aqui e aqui.

Quem comprou a pré-edição especial do disco no último Record Store Day foi surpreendido com um vinil de 7" com uma nova canção chamada Women Of War e que não faz parte do alinhamento de Indie Cindy. Confere...

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publicado por stipe07 às 11:59

Tame Impala - Live Versions

Sábado, 19.04.14

Naturais de Perth e liderados pelo multi instrumentista Kevin Parker, os Tame Impala são um dos grandes destaques do dia de hoje, data em que se celebra a edição de 2014 do Record Store Day. No âmbito desta efeméride é hoje editado Live Versions, um novo EP dos Tame Impala, composto por gravações ao vivo.

Do alinhamento do EP constam nove temas captados num concerto do ano passado em Chicago e, segundo Kevin Parker, pretendem ilustrar o quanto ficam diferentes as canções ao vivo comparadas com as versões de estúdio. De acordo com o press release do alnçamento, o objectivo é dar aos fãs algo que ainda não possuam; algo que apenas tenham experienciado num concerto dos Tame Impala.

Tendo como principal trunfo a capacidade que demonstram em replicar a psicadelia que surgiu na década de sessenta e adicionar outras sonoridades atuais, mais coloridas e aprimoradas, os Tame Impala são uma das bandas fundamentais do universo sonoro alternativo atual e Innerspeaker e Lonerism os discos da banda australiana que forneceram a matéria-prima de Live Versions.

Este EP é um excelente aperitivo para a atuação que os Tame Impala têm prevista dia deassete de Julho no Meco, por ocasião do Super Bock Super Rock. Confere...

Tame Impala - Live Versions

01. Endors Toi
02. Why Won’t You Make Up Your Mind
03. Sestri Levante
04. Mind Mischief
05. Desire Be Desire Go
06. Half Full Glass
07. Be Above It
08. Feels Like We Only Go Backwards
09. Apocalypse Dreams

 

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publicado por stipe07 às 18:30







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