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Coachella 2014 - Cartaz Oficial

Terça-feira, 28.01.14

Já é conhecido o cartaz do próximo Coachella, um dos melhores festivais do mundo de música alternativa e que se vai realizar de onze a dezoito de abril. Do pop rock ao punk, passando pelo indie rock e a eletrónica, nessa semana vão-se encontrar na Califórnia algumas das melhores bandas e projetos musicais do mundo.

É um cartaz impressionante, só ao alcance de uma organização com fundos quase ilimitados e difícil de igualar. são imensas as bandas que eu adorava ver se fosse possível marcar lá presença e já há várias bandas a pronunciar-se, quer através das redes sociais quer de comunicados para a imprensa a enorme excitação por estarem lá presentes. Sem dúvida, um evento único e uma viagem que sugiro para quem tiver a possibilidade!

Anunciado cartaz de Coachella: quais destas bandas gostava de ver por cá? -

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publicado por stipe07 às 17:06

Elbow – New York Morning

Terça-feira, 28.01.14

Depois de Fly Boy Blue / Lunette, já é conhecido mais um single de The Take Off and Landing of Everything, o sexto álbum de estúdio dos britânicos Elbow de Guy Garvey, Craig Potter, Mark Potter, Pete Turner e Richard Jupp. Com cerca de seis minutos, esta nova canção intitulada New York Morning, à semelhança da primeira, contém a habitual sonoridade desta extraordinária banda, assente num indie rock épico e luminoso, mas onde não faltam, frequentemente, pequenos detalhes acústicos, feitos com a viola e o piano, que conferem aos Elbow um estilo muito próprio e peculiar. 

The Take Off and Landing of Everything será editado no próximo dia dez de março através da Fiction Records. Confere...

Elbow - New York Morning

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publicado por stipe07 às 12:31

The Base - Twenty Minutes By Fall EP

Segunda-feira, 27.01.14

Naturais de Padova, na Italia, os The Base são Renato Rancan (guitarra e sintetizador), Francesco Zambon (bateria), Paolo Fava (voz, guitarra), Andrea Visaggio (voz, baixo), Stefano Murrone (sintetizador) e Filippo Lorenzin (editor). Twenty Minutes By Fall é o trabalho de estreia da banda, um EP com seis canções, integralmente disponível para download gratuito no soundcloud da banda.

Os The Base existem desde o início de 2013 e tudo começou com a criação do single Balance, que encerra este EP e de um video promocional do tema. A boa aceitação da canção pela crítica encorajou o grupo as continuar a criar, de tal forma que já se econtram a preparar o lançamento do disco de estreia, que poderá ocorrer ainda este ano.

Quanto à sonoridade dos The Base, são evidentes as aproximações diretas ao legado dos Joy Division e ao trabalho mais contemporâneo desenvolvido pelos Interpol, resultado identificado nas guitarras e nas vozes sóbrias, com o típico registo grave, que delimitam toda a mecânica do EP, com especial destaque para Space, uma canção que poderia facilmente ser encontrada nos primeiros discos da banda de Nova Iorque. Essa tonalidade simultaneamente sombria e dançável é também audível em Twin Peaks, canção que mesmo mergulhada em acertos mais sombrios e em alguns detalhes eletrónicos, está sonoramente próxima do velho fulgor anguloso e elétrico do indie rock.

A terminar o EP, algures entre os U2 e Codplay, a tal Balance explora nuvens de sintetizadores e encaixes certeiros de guitarras, o que resulta em algo simultaneamente épico e cativante.

Twenty Minutes By Fall é uma descoberta algo inesperada numa Itália que raramente nos habituou a dar-nos bandas que apostam em replicar referências sonoras alimentadas por grandes ícones em décadas anteriores e cuja receita assentava no uso de melodias rock com riffs imparáveis que davam forma a sons volumosos, densos e principalmente etéreos, mas também algo nostálgicos e sombrios. Pela amostra, os The Base merecem, desde já, o maior crédito e uma certa ansiedade pela chegada do longa duração de estreia. Espero que aprecies a sugestão...

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publicado por stipe07 às 17:56

Balthazar - Leipzig

Segunda-feira, 27.01.14

Leipzig é o novo single dos belgas Balthazar, gravado durante a atual digressão da banda. Confere...

Balthazar - Leipzig

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publicado por stipe07 às 12:51

Conheces os Agua Roja?

Domingo, 26.01.14

Os Agua Roja são November (voz), Benjamin Porraz (guitarra) e Clement Roussel (teclados), uma banda francesa natural de Paris. Chamaram-me a atenção por causa do soundcloud do grupo, onde é possível escutar e obter gratuitamente Summer Ends, Third Eye Vision e Troublemaker, as três canções já lançadas pelos Agua Roja.

Com um propósito certamente vintage, os três temas têm um groove com um certo clima tropical, que nos remete para os primórdios do surf rock e da indie pop, algures nas décadas de sessenta e setenta. Vale a pena ficar atento a futuros lançamentos destes Agua Roja. Confere...

 

 

 

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publicado por stipe07 às 21:55

Fanno Creek – Monuments

Sábado, 25.01.14

Os Fanno Creek são Quinn Mulligan, Evan Hailstone e Dane Brist, um trio de Portland, no Oregon, que aposta numa sonoridade ligeira e tipicamente folk. Monuments é o disco de estreia deste grupo norte americano, um trabalho que viu a luz do dia em dezembro de 2013 por intermédio da Sohitek Records.

Monuments é uma coleção de doze canções feitas com uma folk muito inspirada e liderada, quase sempre, pelo belíssimo jogo de vozes entre Quinn e Evan, sem dúvida uma das mais valias dos Fanno Creek. O single On My Way é um dos grandes destaques deste trabalho, um tema que nos remete para o universo de uns Fleet Foxes, uma canção com uma belíssima harmonia repleta de elementos pop, com palmas no momento certo e as cordas, a percurssão, os metais e o orgão sintetizado a assumirem a vanguarda na composição.

Outro tema que também chama facilmente a nossa atenção é How Long, não só devido ao falsete da voz, mas também por causa da vibração da guitarra e de um baixo proeminente, que criam uma atmosfera sonora que nos remete para a década de sessenta. Mas a minha canção favorita é Trilithon, um tema que começa com uma simples guitarra e que depois se vai alicerçando numa bateria em contínuo crescimento e numa voz harmoniosa que, juntamente com o violino, confere à canção um ambiente muito nostálgico e emotivo, enquanto a banda canta I’ve seen death, and I’ve seen love, but all that I am thinking of, is dollar bills that I don’t have, it’s comfort in your clenching hands. Este é um bom exemplo de como as histórias contidas neste álbum fazem-nos sentir tudo aquilo que os Fanno Creek têm para nos contar, sobre o amor, a felicidade, o companheirismo ou simples desabafos.

Depois, ao longo do disco, além da instrumentação de base já referida, os trompetes, os metais, o violoncelo e o violino e alguns elementos sintetizados criam arranjos que enriquecem imenso Monuments e o fazem fluir para territórios que irão certamente unir todos aqueles que tanto apreciam uma folk, algures entre Neil Young e os Lumineers

É interessante ouvir Mountains e perceber que os Fanno Creek não tiveram receio de arriscar e buscaram uma simbiose de detalhes raramente ouvida nas propostas atuais. É uma fusão de elementos da indie, da pop, da folk e da eletrónica assente em melodias luminosas feitas com linhas de guitarra delicadas e arranjos que criam paisagens sonoras bastante peculiares. A banda impressiona pela simplicidade e rusticidade e demonstram que não é preciso ser demasiado extravagante e ousado para soar musicalmente bem. Têm um som honesto e despido de grandiosidade e é exatamente isso que faz deste Monuments um ótimo disco.

Uma das iniciativas mais peculiares que a banda para promover monuments foi a realização de uma espécie de caça ao tesouro; Espalharam em nove monumentos e locais emblemáticos de Portland um pacote com um exemplar de Monuments e outro material promocional, para que, quem quisesse, os procurasse, havendo algumas pistas no site oficial dos Fanno Creek. Espero que aprecies a sugestão...

Fanno Creek - Monuments

01. Overture
02. On My Way
03. Trilithon
04. How Long
05. Page
06. Bones
07. Body, Brain
08. Dead Wrong
09. Break In
10. Green Stones
11. Dream Song
12. What Am I Thinking

 

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publicado por stipe07 às 14:02

The Mary Onettes - Silence Is A Gun

Sexta-feira, 24.01.14

Cerca de um ano após o lançamento de Hit The Waves, os suecos The Mary Onettes já têm sucessor anunciado. Portico é o nome do próximo trabalho deste banda de synth pop sueca e chegará aos escaparates muito em breve, por intermédio da Labrador.

Portico será, de acordo com a banda, uma espécie de mini-álbum que, tendo em conta a amostra Silence Is A Gun, manterá a habitual sonoridade que mistura uma pop lo fi com psicadelia, do grupo liderado por Philip Ekström. Confere...

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publicado por stipe07 às 19:10

Metronomy - Love Letters

Sexta-feira, 24.01.14

Depois de I'm Aquarius, os Metronomy de Joseph Mount estão de regresso com mais um avanço para Love Letters, o segundo álbum deste coletivo, que verá a luz do dia a dez de março. O novo tema divulgado é o homónimo e mantém a subtileza synthpop que caraterizou o trabalho de estreia dos Metronomy e o cuidado melódico particularmente delicado e assertivo que define a típica sonoridade do grupo. Tendo em conta mais esta amostra, Love Letters poderá vir a ser um dos grandes álbuns do início de 2014. Confere...

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publicado por stipe07 às 12:47

Solander - Monochromatic Memories

Quinta-feira, 23.01.14

Naturais de Malmö, na Suécia, os Solander são Fredrik Karlsson e Anja Linna e Monochromatic Memories é o ,mais recente disco da dupla, editado este mês de janeiro por intermédio da A Tenderversion Recording. A banda estreou-se nos discos em 2009 com We Are Pigeons e depois de uma extensa digressão no ano seguinte, chegou, no inverno de 2011, Passing Mt. Satu, o segundo disco dos Solander, que projetou ainda mais este projeto, que tem na típica indie folk nórdica a sua pedra de toque.

Monochromatic Memories é pois, o terceiro disco de dois amigos da faculdade que resolveram fazer música juntos e que têm vindo progressivamente e de forma natural a tornar-se numa referência importante do cenário musical alternativo sueco. No início do processo de idealização de Monochromatic Memories a banda tinha em mente buscar inspiração em ambientes alegres e luminosos.No entanto, Fredrik e Anja viram-se envolvidos por um intenso sentimento de perca devido a um evento certamente relacionado com a partida de alguém querido para ambos e, por isso, não conseguindo abstrair-se dessa nova realidade, acabaram por compôr um trabalho intensamente nostálgico e que terá servido para carpir a mágoa.

All Opportunities, o segundo tema do alinhamento de Monochromatic Memories, será talvez a canção que melhor espelha toda esta ambiência à volta da gestação do disco. Gravado em Estocolmo com o produtor Christian Gabel, o tema alicerça-se num sintetizador e num violoncelo tocado por Anja, onde se deita a voz de Karlsson, sobre uma núvem espessa de dor e amoção. O mesmo sentimento é facilmente percetível em Preludium, desta vez com diversos arranjos de cordas a acentuarem a delicadeza do quase falsete de Karlsson.

Monday Afternoon e Black Rug são dois exemplos perfeitos do cariz mais folk deste trabalho e de uma clara aproximação à típica sonoridade dos conterrâneos Junip, algo a que não será alheio o facto de os Solander serem muito admirados por José González, tendo inclusivamente andado em digressão com a banda desse músico sueco.

Todas as canções de Monochromatic Memories que se destacam por uma preponderância da folk, assentam em arranjos bem feitos e que prendem a atenção, alternando entre climas calmos e agitados, conseguidos através da combinação do dedilhar da viola e da bateria com o órgão e com sons do tal violoncelo. Em Hey Wolf essa cumplicade entre teclas e cordas assume contornos de excelência e gera uma melodia que, com a voz incrivelmente bonita de Karlsson a pairar delicadamente sobre ela, cria uma canção pop simples e muito elegante.

Já na reta final do disco, não posso deixar de destacar o charme da viola que se escuta em London Marbles e na canção homónima, mais dois exemplos perfeitos de como restam poucas dúvidas que a música dos Solander, apesar das vicissitudes que rodearam o processo de criação de Monochromatic Memories, é fortemente influenciada pelas paisagens simultaneamente espetaculares e melancólicas de uma Suécia que viveu séculos de isolamento e dificuldades e onde reside uma população com traços peculiares de caráter, bem expressos na cândura orgânica e introspetiva das suas canções.

Em suma, a música dos Solander é feita de uma indie predominantemente acústica, com forte vínculo à folk moderna, mas onde também cabem detalhes e arranjos eletrónicos, que têm tanto de delicado e etéreo como de grandioso. Encontramos aqui dois músicos competentes na forma como abarcam diferentes universos dentro de um mesmo cosmos, que misturam harmoniosamente estilos, mas sendo este um álbum pop, em toda a sua elegância e sofisticação. 

Não custa imaginar estas músicas a serem compostas em dias curtos e longas e frias noites, onde terá sido intensa e constante a procura de harmonias o mais doces e transparentes possíveis. Com tantas bandas e artistas a fazer atualmente a dita indie folk, é refrescante encontrar alguém que o faz de forma diferente e com músicas profundas e poderosamente bem escritas. Espero que aprecies a sugestão...

1. The Woods Are Gone
2. All Opportunities
3. Monday Afternoon
4. Preludium
5. Black Rug
6. Hey Wolf
7. Social Scene
8. London Marbles
9. Monochromatic Memories
10. Lighthouse

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publicado por stipe07 às 21:57

Mando Diao - Black Saturday

Quinta-feira, 23.01.14

Depois da transformação sonora que operaram em 2012 com Infruset, um disco essencialmente acústico e muito introspetivo, os suecos Mando Diao de Björn Dixgård, Gustaf Norén, CJ Fogelklou e Mats Björke, estão de volta aos álbuns, na próxima primavera, com Aelita, um novo trabalho de originais.

De acordo com Black Saturday, a primeira amostra de Aelita, os Mando Diao voltaram a ligar os amplificadores e os sintetizadores e a apostar na típica sonoridade que definia o glam rock que fez escola há há trinta anos atrás, nomeadamente em muitas bandas nórdicas. Confere...

Mando Diao - Black Saturday

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publicado por stipe07 às 12:56







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