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The Blood Arm – Infinite Nights

Terça-feira, 03.09.13

Com origem em Los Angeles, mas atualmente sedeados em Berlim, os The Blood Arm são Zebastian Carlisle (guitarra), Nathaniel Fregoso (voz), Matthew Wheeler (bateria) e Dyan Valdés (teclados). Já compôem, gravam e tocam juntos há dez anos e no passado dia dezassete de junho editaram Infinite Nights, o seu quarto álbum de estúdio, por intermédio da RIP Ben Lee Records.

toast head

A mudança dos The Blood Arm de Los Angeles para Berlim foi uma opção bastante ponderada pela banda, nomeadamente por Dyan Valdes e Nathaniel Fregoso e sucedeu porque eles próprios sentiram a necessidade de mudar de ares, nomeadamente após o lançamento, em 2006, de Lie Lover Lie e há dois anos de Turn And Face Me, dois trabalhos muito aclamados pela crítica. A mudança teve o apoio de alguns fãs alemães que estão ser recompensados com uma digressão que os The Blood Arm têm andado a fazer pela Alemanha nos últimos tempos.

Quanto a Infinite Nights, o disco tem muito a ver com a esperança e as expetativas, algo compreensível quando há uma importante mudança, sendo o rock a grande pedra de toque das doze canções. A própria participação especial de Matthew Wheeler dos The Rumble Strips, na voz e na bateria, é mais uma achega para um certo virar de agulhas para outras direções, também sonoras. O alinhamento tem alguns destaques; Logo no início temos a intrigante, introspetiva e charmosa Wrong Side Of The Law, com o disco a acelerar em Midnight Moan, compreensivelmente o grande destaque do disco e single principal, uma canção assente num rock com pitadas de blues que Jack White não se importaria certamente de ter criado.

A calma e melódica Oh Ali Bell!, é uma ligeira mudança na direção do disco, mas sem fugir da toada geral, algo que se aplica também a  Happy Hour e Let Me Be Your Guide. Mas há um certo reverso da moeda em Bubblegum, um tema algo destoado do restante conteúdo de Infinite Nights, mas cuja toada mais experimental não ultrapassa os limites sonoros que a banda sempre impôs a si própria.

Não posso terminar a sucinta análise a este disco sem falar de Sex Fiend, uma injeção frenética e peculiar de um rock enérgico e genuíno e de uma indie pop típica de, por exemplo, uns B-52, uma canção que contribui para que Infinite Nights seja um excelente compêndio sonoro para quem quiser conhecer mais um projeto musical no universo do indie rock que talvez merecesse maior projeção. Espero que aprecies a sugestão...

The Blood Arm - Infinite Nights

01. Wrong Side Of The Law
02. Midnight Moan
03. Oh Ali Bell!
04. Revenge
05. Happy Hour
06. Torture
07. Infinite Nights
08. Sex Fiend
09. Bubblegum
10. Matters Of The Heart
11. Let Me Be Your Guide
12. Another Stop Along The Way

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publicado por stipe07 às 21:47

Zero 7 - On My Own

Terça-feira, 03.09.13

Um dos nomes fundamentais da eletrónica downtempo e da chillwave são os britânicos Zero 7, que já não davam sinais de vida há quatro anos, desde Yeah Ghost (2009). Mas agora, quase sem aviso prévio, Sam Hardaker e Henry Binns estão de regresso com o lançamento de um single de doze polegadas intitulado On My Own, onde se destacam o tema homónimo e Don't Call It Love.

Talvez ainda mais surpreendente do que este súbito ressurgimento dos Zero 7 é a sonoridade adoptada, agora mais virada para a pop e para o house, certamente com as pistas de dança ainda mais na mira. Estas duas canções contam também com as vozes de dois intérpretes que ainda não tinham cantado para os Zero 7. Em On My Own canta Danny Pratt (aka Danny Boy), um australiano natural de Canberra e que brevemente, de acordo com a dupla, irá colaborar novamente com os Zero 7; Em Don't Call It Love, o meu tema preferido deste pequeno trabalho, ouve-se a voz sedutora e misteriosa de Tom Leonard.

Estas duas músicas têm um forte cariz hipnótico e efervescente e, quer uma quer outra, contam com guitarras melódicas, sintetizadores inebriantes e as vozes já citadas com um registo muito quente e a apelar à soul. No entanto, aquele típico registo sonoro dos Zero 7, ao nível dos detalhes e efeitos, permanece lá e quem acompanhou a carreira da dupla, irá facilmente reconhecê-los.

On My Own foi editado no passado dia vinte e seis de Agosto, via Make Records. Confere...

Zero 7 - On My Own

01. On My Own (12″ Version)
02. Don’t Call It Love (12″ Version)
03. On My Own (Dub Version – Bonus Track) 

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publicado por stipe07 às 12:15






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