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Alligator Indian - Corpsing

Quarta-feira, 17.07.13

Os Alligator Indian são uma dupla de Orlando, na Flórida, formada Christian Church e Spooky Bubble e Corpsing o primeiro avanço para o EP More Songs About Animals and TV, um trabalho que chegará a 17 de setembro via Bleeding Gold Records e que na altura recordarei com uma análise ao conteúdo. Confesso-me fascinado por esta canção, algures entre Yeasayer e Animal Collective, quatro minutos assentes numa batida hipnótica e num sintetizador inebriante e caótico, que juntos com a voz criam uma atmosfera algo intimidante e muito futurista e onde tudo encaixa na perfeição. A canção foi disponibilizada gratuitamente pelos Alligator Indian e além de isso ser uma autêntica dádiva, tendo em conta a qualidade da composição, ela merece uma audição atenta. Este projeto ficou definitivamente debaixo do meu radar. Confere...

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publicado por stipe07 às 22:01

Surfer Blood – Pythons

Quarta-feira, 17.07.13

Os Surfer Blood são uma banda de surf rock natural de West Palm Beach, na Flórida, formada por John Paul Pitts (guitarra e voz), Tyler Schwarz (bateria), Thomas Fekete (guitarra), Brian Black (baixo) e Marcos Marchesani (percussão). Um ano após o lançamento do álbum de estreia, Astro Coast, lançaram a vinte e cinco de outubro de 2011 o EP Tarot Classics, através da Kanine Records, e agora chegou finalmente Pythons o tão aguardado segundo longa duração do grupo.

Em 2010, com Astro Coast, os Surfer Blood procuraram passar a mensagem que as gravações caseiras e as guitarras dominadas pelo ruído lo-fi, seriam o fio condutor do percurso musical da banda. No entanto, o EP que se seguiu começou a contrariar esta tese e demonstrou que na estreia o apelo a práticas mais artesanais e caseiras de gavação, deveu-se a razões meramente económicas, até porque esse disco teve de ser custeado pelos próprios integrantes e foi captado em grande parte no interior de estúdios improvisados. todas estas contingências fizeram com que Astro Coast parecesse mais um rascunho do que propriamente aquele conceito de álbum a que estamos um pouco (mal) habituados.

Pythons, lançado já na multinacional Warner Brothers, parece reviver as mesmas experiências instrumentais e líricas de há três anos, mas agora o som é mais límpido e cuidado e assente numa menor dose de crueza e distorção. Produzido pelo experiente Gil Norton, um produtor que já trabalhou com os Pixies e os Foo Fighters, entre outras bandas, Pythons é, portanto, uma espécie de uma extensão do primeiro disco, como se todas as composições entregues há três anos fossem representadas agora sem a mesma capa de ruídos exposta na estreia.

Da surf music ao rock alternativo dos anos noventa, Pythons é um disco com uma particular relevância do ponto de vista comercial e por isso vai certamente aproximar os Surfer Blood de um maior número de ouvintes. A voz é também um importante factor para essa aproximação já que, melodicamente, decide a maioria dos rumos sonoros que as diferentes cançãos têm, em deterimento das várias camadas de distorção que alicerçavam Astro Coast. Assim, da explosão inicial escutada em Demon Dance ao toque melancólico de Prom Song, tudo parece ter sido pensado para soar bem nos nossos ouvidos, com naturalidade e sem exageros desnecessários.

Pythons faz os Surfer Blood crescer, já que enquanto músicas como Gravity exploram o lado mais ensolarado do grupo, sem renegarem o ADN que a banda produziu na estreia, outras como Weird Shapes, assumem o novo rumo que a presença de Gil Norton exige. Esta canção, algo pop punk, é aquela que talvez nos leva com maior facilidade para os anos noventa, mas sem uma exagerada componente nostálgica, o que permite que os Surfer Blood nos consigam levar um pouco até ao passado, mas sem passaram uma imagem distorcida dos fundamentos que sustentam o seu cardápio sonoro.

Como seria de esperar e apesar da tal importância da voz, as guitarras são um dos principais atributos de Pythons e do seu dinamismo. Tocadas por Thomas Fekete e pelo também vocalista John Paul Pitts, são extremamente criativas e dão-nos melodias únicas, com destaque para Squeezing Blood e Needles And Pins. A primeira dissolve-se uniformemente em acordes muito precisos e a segunda cresce num solo que nos leva, ainda que levemente, até à psicadelia. Surgem ainda instantes de plena aceleração (Weird Shapes), canções pontuadas pelo detalhe das cordas (I Was Wrong) e blocos de alguma distorção que de algum modo se aproximam da essência do primeiro disco (Slow Six).

Se por um lado a limpidez sonora  de Pythons impulsiona os Surfer Blood para um novo domínio, também é verdade que contraria um pouco aquele efeito surpresa que Astro Coast continha. Mas, quanto a mim, este grupo norte americano passa com distinção a sempre difícil prova do segundo disco e prova que poderão ser capazes de manter a capacidade criativa que sempre demonstraram. Espero que aprecies a sugestão...

 

01. Demon Dance
02. Gravity
03. Weird Shapes
04. I Was Wrong
05. Squeezing Blood
06. Say Yes To Me
07. Blair Witch
08. Needles And Pins
09. Slow Six
10. Prom Song

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publicado por stipe07 às 21:15

Curtas... CXVI

Quarta-feira, 17.07.13

A dupla Mazzy Star não lança um disco desde 1996, ano em que criaram Among My Swan. No final de 2011 a banda chegou a anunciar o fim do hiato quando apresentou o tema Common Burn / Lay Myself Down. Agora, em 2013, Hope Sandoval e David Roback renascem novamente com Seasons of Your Day, um novo álbum que tem lançamento agendado para o dia 24 de setembro e que tem em California o primeiro single já conhecido. Confere...

 

Naturais de Portland, no Oregon, os Pure Bathing Culture são uma dupla formada por Daniel Hindman e Sarah Versprille e que começa a ser muito falada dentro do universo dream pop. Moon Tides chega às lojas a vinte de agosto via Memphis Industries/Partisan e a banda já divulgou dois singles, Pendulum e Dream The Dare, estando o primeiro disponível, em modo ÉFV. Confere...

 

Before Your Very Eyes foi editado a um de julho e é já o terceiro single retirado de AMOK, sendo o tema de abertura do disco deste estreia dos Atoms for Peace, grupo liderado por Thom Yorke, acompanhado por Nigel Godrich, Flea, Joey Waronker e Mauro Refosco. O b-side do single é Magic Beanz.
Entretanto já há digressão mundial dos Atoms For Peace, estando previstas as presenças de James Holden, nos Estados Unidos e no México e The Owiny Sigoma, na Europa, como projetos de suporte, assim como a actuação do DJ The Gaslamp Killer no final de cada concerto.

01. Before Your Very Eyes…
02. Magic Beanz

 

Os Flower Drums vêm de Perth, na Austrália e são um coletivo apaixonado pela indie pop lo fi que se cruza com a psicadelia, criando uma espécie de sonoridade chill wave retro e inspirada, de acordo com a banda, na ficção científica dos anos oitenta. Swim Down, disponível gratuitamente, é o primeiro single já conhecido de um disco de estreeia que deverá chegar até ao final do ano. Confere...

 

 

Já é conhecida mais uma contribuição para a coletânea Adult Swim que tem lançado durante o ano de 2013 vários singles propositadamente criados para o efeito e que exploram aspectos diversos da música alternativa. Depois de há duas semanas ter partilhado Can't understand dos METZ, agora sugiro On & On dos Autre Ne Veut, banda que lançou já este ano o excelente Anxiety. Confere...

mp3: Autre Ne Veut - On & On

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publicado por stipe07 às 13:29






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