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Guards – In Guards We Trust

Terça-feira, 05.03.13

Os Guards são um trio de Nova Iorque formado pelo vocalista Richie James Follin (irmão de Madeline Follin, o elemento feminino da dupla Cults), Loren Humphrey e Kaylie Church. In Guards We Trust, o disco de estreia, viu a luz do dia a cinco de fevereiro via Black Bell Records e Velvet Vision. O disco está disponível para audição na Pitchfork.

É incontável o número de bandas que nos últimos trinta anos surgiram influenciadas e fascinadas pelos Velvet Underground, desejosas de serem, no imediato, classificados de indie, devido à sonoridade em que apostam, mas também à postura que alimentam. Este trio oriundo da cidade que nunca dorme chamado Guards, não esconde a busca por uma zona de conforto no seio dessa espécie de cliché cada vez mais atual, por estarmos num período de assunção do fenómeno vintage e retro, ao qual a música não escapa. Assim, com tanta oferta e com tantas bandas novas a darem o corpo ao manifesto no universo indie e alternativo, com um cariz assumidamente lo fi e psicadélico, há que dar o devido mérito aquelas que de algum modo se destacam e nos oferecem algo de novo, diferente e contagiante.

Em In Guards We Trust, a guitarra é o instrumento nuclear, o elo de ligação de toda a sonoridade e a distorção que delas debita, o manto que cobre belíssimos teclados e que adorna, com doçura, luz e brilhantismo, doze canções onde a voz se divide muitas vezes entre os universos masculino e feminino. Neste disco os Guards, assumem, sem rodeios, que lhes corre nas veias essa toada surf popretrolo fi, apaixonada e nostálgica, mas sem deixarem de colocar o olho a outros horizontes mais abrangentes. Coming True e Giving Out não terão sido certamente escolhidos ao acaso como singles de In Guards We Trust, porque são duas canções que nos remetem para o rock mais comercial.

Esta aparente dicotomia talvez venha um dia a colocar os Guards numa encruzilhada muito semelhante aquela que, por exemplo, os Kings Of Leon tiveram que resolver há meia década. Pessoalmente, estou convicto que os Guards merecem ficar debaixo dos radares mais atentos e espero que se mantenham nesta toada que adorna a estreia. Espero que aprecies a sugestão...

Well take the very best moment that you ever had
That’s the one, that is what we have
Now take the very same moment when you fell apart
Give it back, ‘cause that is where you stopped

Guards - I Know It's you 

01. Nightmare
02. Giving Out
03. Ready To Go
04. Silver Lining
05. Heard The News
06. Not Supposed To
07. I Know It’s You
08. Coming True
09. Your Man
10. Can’t Repair
11. Home Free
12. 1 And 1

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publicado por stipe07 às 21:30

Curtas... LXXXIX

Terça-feira, 05.03.13

Tricky está de volta aos discos a vonte e oito de maio com False Idols. A fantástica Nothing's Changed, um tema que conta com a participação especial de Francesca Belmonte, é o primeiro single revelado e está disponível para download no sitio do músico.

 

Foi disponibilizada em modo ÉFV pela Erased Tapes, uma cover de Outside In Here, um original de Heather Woods tocado por Peter Broderick. Confere...

 

Johnny Jewel, o músico responsável pelo selo Italians Do It Better, prepara-se para lançar a segunda edição da coletânea After Dark. Ao lado de Ida No, o músico, que também é a principal mente por trás dos Glass Candy, acaba de lançar mais uma excelente criação que será encontrada nesse novo e inédito registo. Trata-se de The Possessed, um tema que já rodava nas apresentações da dupla, mas que agora conta com uma versão de mais de sete minutos de sintetizadores climáticos, vozes sensuais e uma produção nostálgica.

 

Para Azealia Banks o hip hop é indie e eu às vezes concordo. Depois de fazer uma versão para Slow Hands, dos Interpol, a rapper nova-iorquina resolveu mexer noutro clássico da última década, nomeadamente Barely Legal, dos The Strokes. Com base numa sonoridade essencialmente eletrónica, a canção ficou muito diferente da versão original, que fazia parte do clássico Is This It, de 2001.

 

 

Um dos vídeos que tem feito mais furor nos últimos dias tem sido o filme de Ingenue, tema retirado de AMOK; o álbum de estreia dos Atoms for Peace. Em Ingenue, o britânico Thom Yorke regressa às mesmas estranhas coreografias estranhas do vídeo de Lotus Flower.

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publicado por stipe07 às 13:20






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