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Harlan - Native Son EP

Sábado, 10.09.11

Harlan nasceu em Nova York e aos quatro anos já estudava música clássica. Aos seis anos foi viver para Los Angeles com a mãe e o pai que era compositor musical e regente de orquestra. Anos mais tarde, descobriu Boston, quando se inscreveu no Berklee College of Music, onde se formou em produção musical e engenharia. Depois de perceber que gastava mais tempo a trabalhar na sua música do que nas composições que lhe eram dadas a estudar, abandonou esta instituição e regressou à costa oeste.

Atualmente, Harlan escreve, produz e toca todos os instrumentos nas suas gravações. Já lançou dois álbuns sob o seu nome do meio na dupla Alex & Sam e tem escrito e produzido algumas canções que se podem ouvir em séries tão conhecidas como Private Practice e Castle.

O EP Native Son marca o início da carreira a solo e está disponível gratuitamente no site do músico. Harlan mistura funk e R&B com batidas eletrónicas, resultando daí um som apelativo e dançante, numa espécie de mistura de Marvin Gaye com Michael Jackson que, na minha opinião, vale a pena descobrir. Espero que aprecies a sugestão...

The Come Down

Native Son

Private Party

Wild At Heart

I Never

Dancing On The Bed

download

 

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publicado por stipe07 às 23:14

Klaxons - Landmarks Of Lunacy EP

Sexta-feira, 09.09.11

Hoje sugiro um EP que foi lançado no final de 2010 mas que só descobri recentemente. Refiro-me a Landmarks of Lunacy, dos londrinos Klaxons, que ficou disponível no dia de Natal de 2010 no site oficial do grupo. Este EP foi produzido por James Ford, membro da dupla conterrânea de música eletrónica Simian Mobile Disco e gravado durante três semanas de 2008 no estúdio Black Box, na cidade francesa de Nantes, durante as primeiras sessões de gravação de seu segundo álbum, Surfing the Void, lançado em agosto de 2010. Consta que as músicas deste EP foram recusadas pela Polydor Records devido ao elevado teor psicadélico do som, já que a editora pretendia uma viragem radical na sonoridade do grupo, apesar do sucesso na altura recente de Myths Of The Near Future, o álbum de estreia da banda.

Este Landmarks Of Lunacy é uma peça importante para conhecer os Klaxons perdidos. Sim, perdidos porque isto são os Klaxons de 2008 do acima citado e extraordinário Myths Of The Near Future e não os Klaxons do Surfing The Void que brotou destas sessões de gravação. As cinco belas músicas tresandam à harmonia lirica e melódica do disco de estreia e aos sedativos que estes rapazes andavam a tomar na altura. Falo principalmente de Ivy Leaves e Wildeflower. Ivy Leaves é uma senhora obra-prima. Movimentos oscilantes em torno dum orgasmo sonoro que não se chega a atingir. Soa ligeiramente a um experimental perdido entre um bosque daquelas séreis que agora abundam sobre vampiros e uma manhã de nevoeiro numa cidade fantasma; Wildeflower parece uma marcha feita também num local sombrio. Para quem sempre sonhou em meter ouvidos nuns Klaxons reinvente themselves e ficou, como eu, dececionado com Surfing The Void, este EP cai que nem ginja.

Agora vou conjeturar, mas se algum downtempo que se possa sentir na audição de Landmarks Of Lunacy pode parecer pouco excitante, é reconfortante perceber que a intenção dos Klaxons depois de Myths Of The Near Future era prosseguir no rumo escolhido e não optar pela sonoridade que moldou Surfing The Void por imposição da editora. Descarrega o EP aqui e espero que aprecies a sugestão...

1. The Pale Blue Dot
2. Silver Forest
3. Ivy Leaves
4. Wildeflowers
5. Marble Fields

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publicado por stipe07 às 18:27

Bill Callahan - Apocalypse

Quinta-feira, 08.09.11

Bill Callahan, nascido em 1966, é um músico folk natural de Silver Spring no Maryland, EUA. A sua carreira musical começou na década de noventa com o bem sucedido projeto Smog e desde então Callahan não sabe o que é descanso. Depois de em 2005 ter lançado A River Ain’t Too Much To Love, o último disco nos Smog, começou a carreira a solo em 2007 com Woke on a Whaleheart, logo após ter assinado pela editora independente Drag City. Mas o melhor ainda estava para vir; Lançado em 2009, Sometimes I Wish We Were an Eagle resgatava toda a funcionalidade e beleza das composições da antiga banda do músico e figurou nas listas de alguns dos melhores lançamentos desse ano. O segundo disco, Sometimes I Wish We Were An Eagle chegou dois anos depois, em 2009 e agora, em 2011, foi editado Apocalypse, um álbum que ando a ouvir e ao qual já me rendi incondicionalmente.

Logo à primeira audição de Apocalypse percebi que é um disco feito de arquétipos para a alma, uma coleção de músicas que escavam a cultura norte americana para encontrar um tesouro de raízes identitárias. Se nessa audição o disco pareceu algo simples, quando houve outra mais atenta e com as atenções todas focadas na mesma, senti nas canções uma espécie de gravitar divertido em redor de um intimismo controlado, simultaneamente espontâneo e livre. Logo de seguida, a palavra paradoxo também me surgiu devido à beleza e mistério deste álbum à base de guitarras eléctricas embutidas em sonoridades folk, a roçar o country e o jazz.

São apenas sete faixas, mas todas impressionam tanto na voz como na instrumentação sofisticada e plural. O músico abre espaço para que guitarras, baterias, instrumentos de sopro, pianos, percussão e os tradicionais violões brilhem de forma monumental, enquanto a voz em barítono se diverte a cada nova canção. Com ela, Bill, uma espécie de trovador da era moderna, sussura contos pessoais, funcionando nitidamente como mais um instrumento, que se junta com os restantes no nosso ouvido. Dessa forma ela comunica directamente connosco e, ao mesmo tempo, parece que fala consigo próprio.

Por vezes, e como Drover exemplifica, há pausas subtis nas melodias para, posteriormente, surgir um exacerbar crescente de intensidade, até ao clímax, quase sempre suportado pelo piano. America!, a minha música preferida do álbum e que destaca o lado roqueiro do músico, tem a tal beleza inerente, mas diz-me bem mais do que as outras seis canções porque é carregada de ironia, humor e até alguma preversão: America!, You are so grand and gold, golden, Oh, I wish I was deep in America, tonight, America! America!, I watch David Letterman in Australia. Outro dos meus destaques é Universal Applicant, uma faixa versátil e que cresce com o formidável arranjo instrumental que potencializa a canção. Inicialmente simplista, a canção vai gradativamente agrupando novos elementos e sons distintos, até ao final envolvente. Em Free’s, Bill deixa-se cercar por um clima jazzístico e convidativo; Os acompanhamentos constantes dos pratos, um piano compenetrado e os esporádicos acordes de guitarra, circundam a voz do músico e dão-lhe substância. No fecho e como súmula, em One Fine Morning o músico faz uma espécie de resumo dos elementos e influências sonoras que figuraram ao longo do álbum.

Cada tema em Apocalypse é um capítulo tocante, quente e directo ao coração. As paisagens e o lirismo narrativo completam um  ambiente tradicional onde só faltam os veados a saltitar pelos bucólicos campos verdejantes.

O apocalipse musical certamente nunca acontecerá com discos assim e estamos, sem dúvida e para já, perante um dos melhores registos do ano. Se para alguns a genialidade é algo com que se nasce, para outros ela pode ser alcançada com o passar dos anos e da prática. Este talentoso Bill Callahan, que passarei a acompanhar com uma certa devoção, a par de figuras como Josh Rouse, Mr. E, Beck, Jónsi e outros músicos a solo que prendem a minha atenção a cada suspiro que dão, é uma das provas vivas deste conceito.

Disponibilizo a sua discografia e espero que sintas curiosidade conhecer melhor todo o trabalho deste músico genial... 

01. Drover
02. Baby’s Breath
03. America!
04. Universal Applicant
05. Riding for the Feeling
06. Free’s
07. One Fine Morning

 

1. From the Rivers to the Ocean
2. Footprints
3. Diamond Dancer
4. Sycamore
5. The Wheel
6. Honeymoon Child
7. Day8. Night
9. A Man Needs a Woman or a Man To Be a Man

 

 

1. Jim Cain
2. Eid Ma Clack Shaw
3. The Wind and the Dove
4. Rococo Zephyr
5. Too Many Birds
6. My Friend
7. All Thoughts Are Prey to Some Beast
8. Invocation of Ratiocination
9. Faith/Void

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publicado por stipe07 às 19:06

Wise Blood - These Wings

Quarta-feira, 07.09.11

Chris Laufman aka Wise Blood é um músico jovem natural de Pittsburgh e cheio de vontade de fazer canções pop. Depois de em agosto ter lançado um EP homónimo com cinco canções, disponível para download em Wise Blood Bandcamp, acabou de disponibilizar para audição um novo EP de dezassete minutos e sete músicas, intitulado These Wings e que será editado fisicamente a 13 de setembro, pela Dovecote.

Laufman é geralmente o único elemento vocal original nas canções dos Wise Blood. Depois há uma série de samples, alguns deles mais ou menos conhecidos. As influências da banda são difíceis de catalogar, mas assentam numa mistura de rock com gospel, R&B e funk. Nosferatu, o meu destaque do EP, abusa de sintetizadores e efeitos na voz, mas tem bons acordes de guitarra.

A banda pode ser ouvida no tributo promovido pelo site Stereogum ao álbum Is This It, dos The Strokes, do qual dei conta há algumas semanas. Espero que aprecies a sugestão...

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publicado por stipe07 às 20:51

Snow Patrol - Called Out In The Dark EP

Terça-feira, 06.09.11

Conforme referi no passado mês de agosto, após um hiato de três anos os Snow Patrol estão de regresso. Depois de divulgarem o single Called Out In The Dark, chegou finalmente o restante EP homónimo, que antecipa o novo álbum, sucessor de A Hundred Million Suns (2008). A banda tem estado a gravar no estúdio Topanga Canyon em Los Angeles, com o produtor Jacknife Lee e o disco vai chamar-se Fallen Empires, devendo chegar às lojas apenas em fevereiro de 2012.

Os Snow Patrol já não são uma qualquer banda de rock indie. Com sucessos como How To Be Dead, Chasing Cars, Chocolate, Open Your Eyes e Signal Fire, não é surpreendente esperarmos deles nunca menos do que a excelência. Assim que soube deste regresso e um pouco desiludido com  A Hundred Million Suns, senti alguma apreensão com o novo rumo sonoro da banda.

A sonoridade recente dos Snow Patrol tem sugerido uma mudança de direção em relação às origens, nomeadamente Final Straw, e já li que o novo disco pode trazer uma diferente dimensão à sonoridade da banda. Neste EP a base das canções construidas em torno das guitarras continua lá, assim como a componente acústica, mas há resquícios de batidas a entrar juntamente com a voz de Gary Lightbody. Logo a abrir o EP, Called Out In The Dark, com uma linha de baixo extremamente cativante, carimba esta mudança de direcção sonora, algo que tem sequência em Fallen Empires. No entanto, em My Brothers e I'm Ready regressam os Snow Patrol mais poéticos e deslumbrantes, carregados de apontamentos felizes e ideias que oscilam entre a magia e a esperança, como é do meu agrado. 

Como a amostra deste EP denota alguma indecisão relativamente ao futuro da sonoridade da banda, o melhor elogio que posso fazer é que além de ter adorado as duas últimas faixas, este trabalho aguçou o meu apetite e a minha curiosidade em relação a Fallen Empires. Espero que aprecies a sugestão...

Called Out In The Dark

My Brothers
I’m Ready
Fallen Empires

download

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publicado por stipe07 às 19:08

3 de rajada... XLII

Segunda-feira, 05.09.11

Esta semana, em  Três De Rajada..., que parte da minha busca por novidades e pretende dar a conhecer música nova, lançada hoje no mercado discográfico, destaco bBon Iver, Foster The People e The Kooks. Toca a ouvir e a tirar ilações... 

Bon Iver – Holocene

 

Foster The People – Helena Beat

 

The Kooks – Is It Me

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publicado por stipe07 às 19:24

Oupa - Forget EP

Domingo, 04.09.11

O londrino Daniel Blumberg, que juntamente com três amigos, tem recebido os maiores elogios da imprensa indie durante 2011 devido aos Yuck, aventurou-se agora a solo sob o cognome Oupa e lançou no passado dia 15 de agosto o seu EP de estreia, Forget, através do seu próprio selo Boiled Eggs.

Em janeiro deste ano, Blumberg estava desocupado e resolveu gravar uma série de músicas carregadas de melancolia, tristeza e, arrisco dizer, depressão. Por isso, aqui Oupa canta um lamento angustiante, com um piano ao fundo e, às vezes, uma guitarra acústica, influenciado por nomes tão díspares como Thom Yorke ou John Cale.

São sete canções de apertar o coração, que não aconselho a ouvir com os sentimentos mais degradantes à flor da pele. Um disco muito diferente da sonoridade dos Yuck. Espero que aprecies a sugestão...

Driving

Waiting For The Car

Forget

Physical

New Home

Windows

Those Are The Senses

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publicado por stipe07 às 10:42

Summertime Kids - Table Manners EP

Sábado, 03.09.11

Summertime Kids é o projeto a solo de Nicholas Roberts, guitarrista de 19 anos dos And The Giraffe, projeto que dei conta ontem e mais um exemplo perfeito que um estúdio de gravação avançado e uma grande editora não são condição essencial para se fazer boa música. O álbum de estreia, Table Manners, foi lançado a 3 de março e gravado durante seis meses, nos períodos de pausa das gravações dos And The Giraffe, em Gainesville, na Flórida.

A sonoridade de Table Manners tem a folk acústica como grande fio condutor e incorpora também elementos precisos do lo fi com uma sensação de post rock ligeiro. 

O EP começa com a rápida JV, uma simples música ambiente; Em Know ouve-se finalmente Roberts e a sua voz profunda e com um timbre bem afiado. Storm the Station é a antítese perfeita de uma tempestade ou algo sonoramente estridente e August tem o belo pormenor de acrescentar sopros à guitarra e aos sintetizadores. Em Rain on My Parade volta a voz suave e profunda do músico e o álbum acaba com a luminosa Bed Time, outra música ambiente.

Em suma, este EP é uma série de canções profundamente pessoais, nebulosas e etéreas, poderosamente íntimas e sóbrias. Ao contrário do nome do projeto, não são um monólogo para o fim do verão, mas uma ode ao seu início. Durante os cerca de 20 minutos de audição do EP, senti-me profundamente invadido por um arrebatador sentimento de saudade deste imenso e pessoalmente marcante verão, quando ainda nem sequer terminou. Isso talvez tenha também acontecido porque, nas músicas em que Roberts canta, as suas palavras não são apenasoutra camada melódica; Elas têm significado, contam-nos uma história, e envolvem o ouvinte no seio da canção. Apesar do caráter eminentemente instrumental e nostálgico das canções, que faz transparecer uma espécie de mal estar típico dos adolescentes que estão à espera que a vida comece, é um álbum maravilhosamente escrito, relaxante e agradável de ouvir. Espero que aprecies a sugestão... 

Table Manners está disponível para download gratuito e poderás saber mais sobre o músico e os seus projetos musicais numa entrevista que deu recentemente para o site I Think You Will Like This Song.

Table Manners Cover Art

JV

Know

Storm The Station

August

Rain On My Parade

Bed Time

download

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publicado por stipe07 às 10:19

And The Giraffe – Something For Someone EP

Sexta-feira, 02.09.11

O EP Something For Someone e que hoje sugiro, foi editado no passado dia 21 de agosto pela Sunshine Music e resulta de um aturado trabalho de estúdio neste verão entre Nick Roberts e Josh Morris. Ambos são naturais de Gainsville na Flórida e os grandes suportes deste projeto chamado And The Giraffe, cuja sonoridade se insere na indie folk e que me fez lembrar bandas como os The Postal Service e Belle & Sebastian.

A maior parte dos instrumentos foram tocados por ambos. Outros envolvidos neste projeto foram Robert Edmondson na produção, no baixo e no saxofone e Malcolm Martin na bateria, na faixa Still.

A antecipar Something For Someone, já no no passado dia 16 de abril tinham lançado um outro EP, The Magical Masquerade, na qual se incluiam Magic 8 e Masquerade. Os dois trabalhos estão disponíveis para download no bandcamp da banda.

Nick Roberts tem um outro projeto a solo, chamado Summertime Kids, do qual darei conta entretanto.

01. Underground Love
02. 1055
03. Welshrats
04. Magic 8
05. Masquerade
06. Still

download

 

The Magical Masquerade Cover Art

Magic 8

Masquerade

download

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publicado por stipe07 às 17:55

The Weeknd - Thursday

Quinta-feira, 01.09.11

O enigmático músico canadiano de apenas 21 anos Abel Tesfaye, aka The Weeknd, regressou com Thursday, o segundo acto de uma trilogia que iniciou a 21 de março com o  lançamento de House Of Balloons e que lá para o final do ano Echoes of Silence completará. Este é já considerado um dos projectos R&B com mais qualidade no momento.

Thursday, que está disponível para download no site oficial do projeto é, tal como o seu antecessor, inspirado e viciante e com uma sonoridade fortemente sexual. A maior diferença aqui é uma predominância da melodia, mais constante que em House of Balloons, resultado do uso frequente da caixa de ritmos na percussão, bem como da guitarra eléctrica.

Tesfaye torna-se, assim, num criador de uma sonoridade que arde e dói, apoiada na intensidade de efeitos electrónicos, nos falsetos vocais e em sintetizadores futuristas. Apesar da literal Life Of Party, o urbano depressivo nocturno  traz de volta um imaginário há muito tempo negligenciado pelas rotinas do dia a dia de uma vida agitada e preenchida; O início de Lonely Star, baby, I can fuck you right, leva-nos a desejar novamente aquele sexo matinal lento e preguiçoso, tantas vezes negligenciado. Destaque também para The Zone, a contar com participação do congénere Drake; Uma música que parece assentar numa situação depressiva, talvez mais sentimental do que sexual e, se calhar por isso, mais bonita.

O fenómeno The Weeknd parece estar para ficar! Sem cair na redundância de um qualquer dia da semana, Thursday já marcou uma posição, mais próxima do hip hop, mas também na pop em alguns momentos. O esforço deste jovem de 21 anos, no seu corte e cola de influências actuais, não desilude. Agora, é esperar pelo terceiro ato e rezar que a ressaca até lá seja pouco dolorosa.

O hip hop não é o género musical que mais ouço, mas confesso que estou rendido a este projecto de Abel Tesfaye. Espero que aprecies a sugestão...

  

01 Loney Star

02 Life Of The Party

03 Thursday

04 The Zone

05 The Birds Part One

06 The Birds Part Two

07 Gone
08 Rolling Stone

09 Heaven Or Las Vegas

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publicado por stipe07 às 21:31


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