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The National - Cherry Tree EP

Terça-feira, 31.05.11

Em 2010 os The National relançaram em vinil The National (2001) e Sad Songs for Dirty Lovers (2003), os dois primeiros álbuns da banda, através da Brassland. E no próximo dia 28 de junho, chegará às lojas uma reedição do EP Cherry Tree, de 2004. Será limitada a três mil cópias e quinhentas delas terão uma edição especial em vinil vermelho, que estará disponível para venda apenas na loja virtual da editora. A Brassland pretende também lançar em breve uma caixa em vinil contendo estes três discos, mas ainda sem data de lançamento prevista.

Em 2004, a banda tinha entrado em estúdio, novamente com Peter Katis na produção, para gravarem este EP que conta com a música que a banda mais gosta de tocar ao vivo, About Today All The Wine, a minha música preferida da banda e que viria a fazer parte de Boxer. O EP contém também uma versão de Murder Me Racchael gravada no Black Sessions (um programa de televisão do DJ francês Bernard Lenoir) e Reasonable Man (I Don’t Mind) gravada com a participação especial de Padma Newsome.

Este EP foi o último trabalho da banda na sua própria editora e logo depois, impulsionados também pelo sucesso do EP e de uma digressão feita na altura com os The Walkmen, assinaram contrato com a Beggars Banquet Records, cujo primeiro disco lançado através dessa etiqueta foi o já citado Boxer.

É unânime considerar que foi com este EP Cherry Tree que os The National passaram de um grupo de culto adorado por uma mão-cheia de pessoas, para um ainda grupo de culto, mas agora de uma imensa minoria.

1. Wasp Nest
2. All the Wine
3. All Dolled-Up in Straps
4. Cherry Tree
5. About Today
6. Murder Me Rachael (Live)
7. Reasonable Man (I Don't Mind)

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publicado por stipe07 às 22:15

3 de rajada... XXX

Segunda-feira, 30.05.11

Na trigésima edição de  Três De Rajada..., uma rubrica que parte da minha busca por novidades e pretende dar a conhecer música nova, com informação breve e pertinente, destaco Okkervil River, REM e Alex Winston. Toca a ouvir e a tirar ilações...

 

Okkervil River – Rider

 Rider, lançado hoje, é o primeiro single para o álbum I Am Very Far, lançado no passado dia 10 de maio, desta banda índie de Austin, EUA.


R.E.M. – All The Best / It Happened Today

Também hoje os R.E.M. lançam, em dose dupla, mais dois singles retirados de Collapse Into Now.

 
 
Alex Winston – Sister Wife

A multi instrumentista Alex Winston lançou no passado mês de fevereiro um EP de que falarei brevemente em Man On The Moon e que finalmente consolidou o tom doce e quase infantil da sua voz marcante e confirmou que ela tem todo o potencial para ser mais um dos grandes destaques femininos do ano. Sister Wife é a grande canção desse disco.

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publicado por stipe07 às 18:07

The National - Coliseu do Porto, 23.05.2011

Quinta-feira, 26.05.11

Os The National sempre fez disparar cá dentro o sinal de alarme. Com esta consciência e de espírito livre fui, pela segunda vez, assistir a um concerto da banda. Com base no mais recente High Violet e no antecessor Boxer, o espetáculo passou também por alguns momentos mais memoráveis dos primeiros discos, com destaque para Abel, de Alligator.

Foram imensos os momentos altos da noite; No entanto, não posso deixar de destacar a pujança de Apartment Story, a fúria controlada que toda a audiência sentiu em England, ter tido Matt com a mão no meu ombro enquanto cantava it’s a terrible love that I’m walking with spiders, o intimismo de About Today e o derradeiro momento arrepiante da noite, quando a enternecedora Vanderlyle Crybaby Geeks foi tocada e cantada sem amplificação e com a ajuda de todo o Coliseu. Espero revê-los em breve.

A primeira parte do concerto ficou a cargo dos Dark Dark Dark. O coletivo de Minneapolis, brilhantemente liderado pela voz límpida de Nona Marie Invie, contou as suas histórias de acordeão e clarinete em riste num ambiente que poderia muito bem ser o de um clube de jazz decadente. Foram a primeira surpresa agradável da noite. Ficam algumas imagens...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Runaway
Anyone's Ghost
Secret Meeting
Mistaken For Strangers
Bloodbuzz Ohio
Slow Show
Squalor Victoria
Afraid Of Everyone
Lemonworld
Abel
Driver, Surprise Me
Conversation 16
Apartment Story
Think You Can Wait
England
Fake Empire

Encore:
Santa Clara
Mr. November
Terrible Love 
About Today
Vanderlyle Crybaby Geeks

min. 3:05

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publicado por stipe07 às 18:15

3 de rajada... XXIX

Quinta-feira, 26.05.11

Volto a  Três De Rajada..., que parte da minha busca por novidades e pretende dar a conhecer música nova, com informação breve e pertinente. Esta semana destaco Colbie Caillat, Gruff Rhys e Tom Vek. Toca a ouvir e a tirar ilações...

 

Colbie Caillat – I Do

I Do é o mais recente avanço para Swing, o último disco de Colbie Caillat, lançado já em 2011.

 

Gruff Rhys – Honey All Over

Hotel Shampoo é o terceiro álbum a solo de Gruff Rhys, vocalista dos Super Furry Animals, lançado no passado dia 14 de fevereiro. Honey All Over é o mais recente avanço.

 

Tom Vek – A Chore

A 6 de junho verá a luz do dia Leisure Seizure, o novo disco de Tom VekA Chore é o primeiro avanço.

 

Alguns álbuns lançados esta semana;

Jon Allen – 'Sweet Defeat'
Art Brut – 'Brilliant! Tragic!'
Morcheeba – 'Blood Like Lemonade'
Pete And The Pirates – 'One Thousand Pictures'
Planningtorock - 'W'
The Prodigy- 'World's On Fire'
She Wants Revenge – 'Valleyheart'
Thurston Moore – 'Demolished'
Young Rebel Set – 'Curse Our Love'

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publicado por stipe07 às 18:12

Arrange - Plantation

Domingo, 22.05.11

Malcom Lacey é um músico da Flórida também conhecido como Arrange e após três EPs em pouco mais de meio ano, lançou na passada terça-feira, o álbum de estreia Plantation disponibilizando-o gratuitamente. Plantation é um disco que se insere na esfera da eletrónica, mas que me chamou particularmente a atenção por misturar também indie e pop.

A maior parte das músicas do disco poderão inserir-se na dita música ambiente e algumas parecem intermináveis, não sendo esta minha perceção óbvia após a audição, passível de ser conotada como uma crítica negativa. Há canções como Medicine Man e When’d You Find Me com um tempo certo e que ficam no ouvido. Cada um de nós poderá interpretar pessoalmente a sonoridade da música feita por Arrange e o que ela pretende transmitir. A variedade instrumental que ele coloca neste álbum, a sua voz única e a excelente produção a cargo de Drew Harris, fazem de Plantation um disco a ouvir repetidas vezes. Disponibilizo também a restante discografia do músico e espero que aprecies a sugestão...

 

In Old Theaters
Tiny Little Boy
When’d You Find Me?
Turnpike
Tearing Up Old Asphalt
Golden Neighborhoods
Blinds With You
Veins
Medicine Man
Orange Glow (Thank You for the Night)

 

Two (julho 2010)

Two Cover Art

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Paper Parts (novembro 2010)

paper parts Cover Art

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Quiet State (janeiro 2011)

Quiet State Cover Art

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publicado por stipe07 às 11:19

Sewing Machines - February

Quinta-feira, 19.05.11

Os Sewing Machines (máquinas de cozer) são a concretização de um sonho do cantor, produtor, escritor e multi instrumentista de 23 anos Max Horwich, que gosta de escrever canções sobre o amor, a perda e a esperança. A banda ganhou vida na universidade de Wesleyan, onde Horwich estudou música nas variantes folk tradicional e jazz, tendo aí conhecido Adam Tinkle (guitarras), Michael Hurder (baixo, guitarra, teclado, voz), Ben Seretan (baixo, guitarra, voz) e Max Lavine (bateria).

Entre 2007 e 2008 a banda passou o tempo em ensaios e concertos e gravou o disco de estreia, Sundays, no estúdio do campus da universidade acima citada. Em Agosto de 2008, Sundays ficou disponível para download gratuito na Future Folk Records, uma editora online que Horwich administra juntamente com o produtor e DJ Rod O’Connor. Ainda nesse verão foram para a estrada e durante três semanas deram cerca de vinte concertos em bares, lojas, museus e outros espaços, no leste dos Estados unidos.

Quando esta tournée terminou em Chicago, Horwich e Hurder resolveram assentar na cidade e alugaram um apartamento, onde ainda vivem e organizam concertos de pequenas bandas, alojam outras que andam em digressão, ensaiam, gravam e ocasionalmente dormem.

Agora, em 2011 acabam de dar a conhecer um novo trabalho discográfico. Refiro-me ao EP February, lançado no passado dia 2 de maio e que tem este nome porque, segundo Max, I started working on these songs in February 2010 and (basically) finished in February of 2011, with a LOT of time off in the middle. E acrescenta: The first three songs are new. The last three songs are old.

Todas as canções de February evidenciam uma forte sonoridade folk, misturada com a eletrónica e partem quase todas de uma combinação entre os sons do banjo e do violino, aos quais se juntam a guitarra e sons de bateria, diretos e samplados. Come and Stay é a música que melhor exemplifica esta descrição sonora e tal amálgama instrumental interage muito bem com a voz única de Horwich, criando uma atmosfera sonora verdadeiramente refrescante. Fica a sugestão...

February Cover Art

 

 
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Celebrate 03:58
 
 
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Free Download

Site Oficial EMAIL FACEBOOK MYSPACE TWITTER

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publicado por stipe07 às 22:22

Emerald Park - For Tomorrow

Quarta-feira, 18.05.11

Depois de ter divulgado o EP Slow 2004-2005, regresso aos suecos Emerald Park para dar a conhecer o disco For Tomorrow, lançado no inicio de 2008, reeditado em 2010 através da www.af-music.de e produzido por Ola Frick  e Daniel Jönsson nos estúdios Sweet Morning, de Malmö, excepto Pasadena, música gravada na Dinamarca, nos Danish Daycare Studios.

Começo por referir que os Emerald Park, naturais de Malmö, são formados por Mats Andreasson (bateria), Tobias Borelius (vozes, guitarra), Mikael Eskilsson (teclas, guitarra, vozes), Martina Johansson (teclas e vozes), Daniel Jönsson (baixo, guitarra e teclas) e Frans af Schmidt (baixo e gitarras); For Tomorrow marca o relançamento da banda com esta formação. Ouvi o álbum atentamente nos últimos dias e foi, sem dúvida, uma agradável descoberta!
A qualidade dos temas e serem quase todos potenciais singles é um dos pontos de destaque do disco e assim que escutei a Intro e a Commonfield percebi de imediato que estava perante um disco especial e viciante. Algo que me saltou logo ao ouvido foi a dualidade entre a voz de Martina e as vozes masculinas que se podem escutar nas faixas. Este contraste oferece tanto um bom equilíbrio nalguns casos, como uma extrema beleza emocional noutros. Um bom exemplo disto é o tema Värnhem, um dos meus favoritos do disco e de uma beleza bucólica arrepiante, onde até os assobios nos fazem derreter com toda a atmosfera criada na música. Destaco também a parte instrumental de grande parte das faixas, que é capaz por si só de transmitir as mais diversas emoções, seja melancolia e alegria, ou a urgência de soltarmos algo cá para fora. Algumas músicas tornam-se longas devido ao prolongamento de momentos instrumentais mas, na minha opinião, em todas essas situações justifica-se a opção, que nos permite ir lentamente saboreando com indiscritível satisfação o final dos temas.
Dizer que os Emerald Park praticam uma sonoridade pop rock de contornos alternativos e indie pode ser verdade, mas acho redutor catalogá-los apenas desta forma. E este é, quanto a mim, mais um caso de uma banda que só não irá mais longe na carreira por não ser suportada por uma máquina promocional bem oleada. É que a qualidade e a criatividade musical estão lá... E bem doseadas.
Foi com um enorme sorriso que escutei este álbum dos Emerald Park, um disco jovial, contagiante e uma pérola a escutar atentamente nestes dias que antecedem um fantástico verão.

 

 
Cover: Jonatan Grönkvist

1. Intro01:09
2. The Commonfield 05:01
3. Ume 03:57
4. A Higher Loss 04:41
5. Värnhem 03:57
6. Istanbul 04:30
7. At the Mall 02:50
8. Open 04:04
9. Pasadena 04:22
10. Lights of Sunday 04:44
11. Ambivalence 01:56
12. For Tomorrow 06:24
13. Obscured By Lies 04:12
14. Satellite 05:24

 

Download

 

www.emeraldmusic.net www.myspace.com/emeraldpark 

emeraldpark.bandcamp.com last.fm/music/Emerald+Park discogs/artist/Emerald+Park

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publicado por stipe07 às 22:19

Alex Turner - Submarine

Terça-feira, 17.05.11

Depois dos Arctic Monkeys terem lançado o primeiro single do seu próximo álbum, o vocalista Alex Turner lançou no passado dia 14 de março um pequeno disco a solo, banda sonora de uma comédia dramática inglesa chamada Submarine, realizada por Richard Ayoade e cujo enredo gira em torno de um adolescente e o seu crescimento.

Este filme tem sido muito aclamado pela crítica e nomeado para vários prémios. Vi o trailer e fiquei muito curioso e interessado em vê-lo. Em relação ao álbum, é composto por seis músicas muito calmas e melancólicas. Alex Turner tem uma voz fantástica e única, que encaixa muito bem nas guitarras eléctricas e distorções dos Arctic Monkeys, como também em músicas com uma guitarra acústica e um piano, como as deste EP.

Há muito tempo que não ouvia uma banda sonora abençoada por uma mão cheia de canções pop tão bem feitas, até por terem nascido, ao que consegui desvendar, no momento e com pouca reflexão. Habitualmente, nestas coisas da pop, tocar espontaneamente resulta sempre melhor do que enveredar por elaborados exercícios de laboratório e produção em estúdio.

Assim, este EP é um registo sonoro muito diferente do que estamos habituados a ouvir nos Arctic Monkeys. As músicas são todas muito boas e muito bonitas. Uma das melhores e a minha preferida, apesar de não ser totalmente melancólica é Piledriver Waltz; Na música, a voz de Alex e a guitarra são rodeadas por diversos instrumentos que transmitem alegria, mas o solo de guitarra que se ouve não deixa que a melancolia desapareça. E anda por ali um forte sentimento épico a rondar subtilmente toda a composição.

Outra música que gostei muito foi Stuck on the Puzzle, pois tem um refrão com muita sonoridade e que encaixa muito bem no ouvido. Glass in The Park e Hidding Tonight são os melhores exemplos da tal melancolia e beleza que o EP transmite. No fundo, a sonoridade de Submarine mistura o nevoeiro britânico onde Alex nasceu, com o deserto californiano que lhe é familiar, dando origem a um registo efémero e delicioso.

Ouçam-no e digam o que acharam (Download)! Eu gostei muito...

 

Submarine 320x320 Alex Turner / Submarine [2011]

01. Stuck On The Puzzle (Intro)
02. Hiding Tonight
03. Glass In The Park
04. It’s Hard To Get Around The Wind
05. Stuck On The Puzzle
06. Piledriver Waltz

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publicado por stipe07 às 22:15

3 de rajada... XXVIII

Segunda-feira, 16.05.11

Volto a  Três De Rajada..., que parte da minha busca por novidades e pretende dar a conhecer música nova, com informação breve e pertinente. Esta semana destaco Death Cab For CutieLykke Li e Noah And The Whale. Toca a ouvir e a tirar ilações...

Death Cab For Cutie – You Are A Tourist


Lykke Li – Sadness Is A Blessing


Noah And The Whale – Tonight's The Kind Of Night

 

Discos da semana;

Austra – 'Feel It Break'

The Computers – 'This Is The Computers'

Danger Mouse & Daniele Luppi – 'Rome'

Friendly Fires – 'Pala'

Moby – 'Destroyed'

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publicado por stipe07 às 22:04

Música do dia...

Sábado, 14.05.11

1/2 vida na maioridade...

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publicado por stipe07 às 09:58


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