Segunda-feira, 28 de Fevereiro de 2011

3 de rajada... XVII

Como acontece por cá todas as segundas-feiras, ficam três novidades com informação breve e pertinente para, quem queira, conhecer e tirar conclusões. Sugiro hoje Brother, Edwyn Collins e Does It Offend You, Yeah?. Confere...

Brother – Darling Buds Of May

Se a Brit pop renascer então os Brother são, ao que se consta, a banda certa para liderar este movimento. Este é o maior elogio que descobri que tem sido feito a esta banda britânica nos últimos tempos. Eles são de Slogh, no Reino Unido e têm sido referenciados pela Rough Trade, citados no The Guardian e aclamados pelo NME como uma das novidades mais cool de 2010, os substitutos dos Oasis e um dos supostos estrondos de 2011. Por esta amostra, Darling Buds Of May, prometem cumprir algumas destas profecias. Vamos ver...

 

 
 
Edwyn Collins feat. The Drums – In Your Eyes 
 

Edwyn Collins é conhecido há muito tempo como  o autor de A Girl Like You e também considerado uma espécie de clone vocal do David Bowie. Depois de cinco anos fora de cena devido a problemas de saúde, recrutou um notável grupo de músicos da cena indie e rock e gravou um álbum a solo. Assim, Losing Sleep conta com participações de Ryan Jarman e Johnny Marr (The Cribs), Alex Kapranos e Nick McCarthy (Franz Ferdinand), Romeo Stodart (The Magic Numbers), Roddy Frame (Aztec Camera) e dos The Drums.

O disco foi gravado no estúdio de Collins, entre o final de 2008 e o início de 2010 e foi produzido pelo próprio, em parceria com Sebastian Lewsley. Chegou ao mercado discográfico no final do ano passado.

Hoje foi lançado o segundo single, feito a meias com os The Drums, intitulado In Your Eyes.

 

 
Does It Offend You, Yeah? – The Monkeys Are Coming 
 
The Monkeys Are Coming é o single de apresentação do novo álbum dos Does It Offend You, Yeah?. O novo disco desta banda britânica, Don't Say We Didn't Warn You, estará disponível a 14 de Março, depois do estrondoso álbum de estreia de 2008, You Have No Idea What You're Getting Yourself Into e que lhes valeu a passagem pelo palco secundário do Optimus Alive!09.
Já tinha saudades deles e dos seus ruidosos sons new wave/electro/indie rock/punk/ e what the fuck you wanna call it!


autor stipe07 às 22:05
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Sábado, 26 de Fevereiro de 2011

Six Feet Under - Genérico Final.

Um dos melhores momentos que guardo na memória em televisão é o final de Six Feet Under. Durante quase sete minutos as personagens despedem-se de nós e do mundo, enquanto Claire Fischer conduz, de costa à costa, rumo a uma nova vida. É um final perfeito para uma série fabulosa e da qual muitos sentem saudades.

A morte é um fim, não vale a pena escamoteá-lo e a vida, sendo algo efémero e passageiro, não pode ser desperdiçada, devendo ser vivida com o máximo de intensidade e o maior entusiasmo possível.

Desde sempre tive curiosidade em descobrir a música desse genérico e, por acaso, há poucos dias encontrei-a. A voz é de Sia, habitual colaboradora dos Zero 7 e um nome já referido por cá algumas vezes. Vale a pena relembrar...


autor stipe07 às 16:32
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Quinta-feira, 24 de Fevereiro de 2011

O Último Comboio de Hiroxima – Os Sobreviventes Olham para Trás

Foi lançado no passado dia 9 de fevereiro no nosso mercado livreiro O Último Comboio de Hiroxima, livro de Charles Pellegrino, autor de obras de relevo, entre as quais a obra que deu origem ao filme Titanic.

Consta que este livro é um relato preciso e emocionante do que se passou, não só em Hiroxima mas também em Nagasaki, logo após as explosões nucleares que todos infelizmente conhecemos. A narrativa também surpreende por questionar a versão oficial dos factos, tentando mostrar o que realmente aconteceu. Fica a sinopse;

 

Através das vozes dos sobreviventes e da nova ciência da arqueologia forense, o autor descreve os acontecimentos e as consequências das explosões nucleares que devastaram o Japão e mudaram, para sempre a vida na Terra.
No centro da narrativa estão os testemunhos dos que sobreviveram a esta experiência dramática; os civis japoneses em terra e os pilotos americanos no ar. Pellegrino conta com o relato dramático de Tsutomu Yamaguchi, a única pessoa a sobreviver às duas bombas. O Último Comboio de Hiroxima oferece-nos uma espécie de cápsula do tempo, fazendo-nos sentir como se estivéssemos mesmo lá.

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autor stipe07 às 22:59
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Quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2011

Campfire Ok - Strange Like We Are

Nas minhas leituras sobre o novo disco dos Radiohead no pouquíssimo tempo livre que tenho tido, dei de caras com uma banda que não conhecia e me deixou curioso, até porque lançaram recentemente um disco de estreia que tem feito furor; São americanos e chamam-se Campfire Ok...

Assim, descobri que são uma banda de Seattle e com as mais variadas influências, que vão desde o jazz até bandas mais modernas como os já citados Radiohead e os Arcade Fire. A sua sonoridade aposta numa mistura de instrumentos acústicos tradicionais (guitarra, banjo, bateria) com música eletrónica.

O primeiro disco chama-se Strange Like We Are e já está à venda, desde o passado dia 1 de Fevereiro. Lançado pela Ana-Them Records, pode ser comprado na maior parte dos distribuidores de música online como itunes e afins. Se estiveres interessado encontras os links no site oficial da banda.

Não me vou estender muito na crítica ao álbum, até porque só conheço duas músicas. Mas, de acordo com os artigos que li, percebi que Strange Like We Are prima desde logo pela excelente produção e a sonoridade das suas canções a fazerem lembrar não só as bandas já referidas, mas também os seus conterrâneos Fleet Foxes. Seja como for, apesar destas influências bem percetíveis, já asseguraram, com a estreia, uma identidade bem vincada, elevando o indie/folk a patamares bastante apreciáveis.
Esta distribuição quase exclusivamente digital do disco acontece por sugestão da editora, supostamente para tentar atingir um maior número de pessoas. Também justificam a opção com factores ecológicos, pretendendo utilizar e desperdiçar pouco material fisico.

Finalmente, descobri também que os Campfire Ok estão em conversações com algumas agências para tocarem na Europa ainda este ano e esperam passar por Portugal. Em suma, mais uma banda a seguir com a máxima atenção!


1. We Lay in Caves
2. Hard Times
3. Strange Like We Are
4. I Would Like Everything
5. Not Young Not Old
6. Magic Tricks
7. Brass
8. Complimenting Parts
9. Bleach Blonde
10. Primp and Prune
11. You Would Owe Me
12. Mexico N-O

 

Download: “Strange Like We Are” by Campfire OK

 

 


autor stipe07 às 22:00
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Terça-feira, 22 de Fevereiro de 2011

The Answering Machine - Lifeline

Já falei AQUI dos The Answering Machine e na altura despertaram-me uma enorme curiosidade devido ao single Lifeline, inserido no seu novo disco homónimo...

O rock inglês tem uma capacidade incrível de surpreender! Todos os dias surgem novas bandas e algumas com boa qualidade. A grande questão é que poucas bandas tem o poder de reinventar o rock ou fazer algo que nenhuma outra esteja a fazer no momento, pois atualmente a massificação da produção musical torna isso quase impossível. Mas são essas boas bandas que alavancam e mantêm vivo o estilo.
Depois de se encontrarem na Universidade de Manchester, ainda estudantes, Martin Colclough, Pat Fogarty e Gemma Evans descobriram que compartilhavam a admiração por música indie e decidiram formar uma banda. Tocando os três e com uma bateria eletrónica apelidada de Mustapha Beat, os The Answering Machine atraíram logo uma fiel legião de fãs em Manchester e lançaram alguns singles de edição limitada, através editoras independentes como a High Voltage.
À medida que o rock independente, contagiante e animado desta banda foi ficando mais conhecido, encontraram um baterista e gravaram o sempre importante primeiro álbum. Chamou-se Another City, Another Sorry, foi lançado em junho de 2009 pela Heist Or Hit Records e incluia algumas das canções já lançadas em singles anteriormente, tendo como grande destaque Obviously Cold.  Este quarteto marcou logo aí uma posição e afirmou-se como uma banda que aposta numa sonoridade inspirada no pós-punk oitentista, muito ao estilo dos Libertines, The Strokes e os Arctic Monkeys.
 Pouco tempo depois e quase sem darem por isso, já tocavam em festivais de todo o mundo, apareciam na banda sonora de jogos de computador e de programas de TV e recebiam enormes elogios e admiração nos sempre importantes mercados americano e japonês.

Another City, Another Sorry Cover Art

 

 
1.
   
 
2.
   
 
3.
   
 
4.
Tomorrow 03:05
   
 
5.
Cliffer 03:41
   
 
6.
Emergency 04:36
   
 
7.
Oklahoma 02:33
   
 
8.
   
 
9.
   
 
10.
   
 
11.
   

O sempre difícil segundo álbum da banda, com o nome Lifeline como referi acima, foi lançado ontem, mas a primeira amostra, Animals, já podia ser ouvida e mostra que a banda está realmente em boa forma. De salientar que o disco inclui também um segundo CD com algumas raridades da banda, nunca editadas e gravadas entre 2006 e 2009.

De acordo com a crítica, em Lifeline o grupo já não soa apenas como uma típica banda de Manchester e ficou, também quanto a mim, mais próxima do som de bandas independentes americanas, como os The Shins ou os Death Cab For Cutie.

Os The Answering Machine são um nome a ter em conta nos próximos tempos e estão prontos para o sucesso no futuro. Tentarei estar, como sempre, bem atento...

 

 

The Answering Machine - Lifeline

 

CD1
01. My Little Navy 3:41
02. Lifeline 4:20
03. Animal 3:49
04. 3 Miles 4:12
05. Romantic And Square 2:32
06. Anything Anything 5:23
07. Hospital Lung 3:38
08. Rules 4:42
09. Video 8 4:19
10. So Alive 4:22
11. The End 3:41

 

CD2
Rarities 2006-2009
01. Romantic And Square (Demo 2006)
02. Answer Me (Demo 2006)
03. The Hold Up (Demo 2006)
04. Emergency (Demo 2006)
05. Hospital Lung (Demo 2006)
06. Winter Without You (Demo 2009)


autor stipe07 às 22:07
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Segunda-feira, 21 de Fevereiro de 2011

3 de rajada... XVI

Como já é hábito à segunda-feira, ficam três novidades com informação breve e pertinente para, quem queira, conhecer e tirar conclusões. Sugiro hoje Brandon Flowers, Magnetic Man e Manic Street Preachers. Confere...

 

Brandon Flowers – Jilted Lovers And Broken Hearts

Referi AQUI, há alguns meses, que Brandon Flowers, vocalista dos Killers, iria também apostar numa carreira a solo e que o seu primeiro disco de originais se chamaria Flamingo.

Hoje foi revelado, na íntegra, o segundo single deste disco, Jilted Lovers And Broken Hearts, após Crossfire, a primeira música lançada. 

 

 

Magnetic Man feat. John Legend – Getting Nowhere

O trio inglês de dubstep conhecido como Magnetic Man(Benga, Skream and Artwork) lançou hoje o seu single Getting Nowhere, a meias com John  Legend, depois de I Need Air, um dos grandes sucessos já desta banda. Esta parceria inusitada resultou, quanto a mim, muito bem. 

 

 

Manic Street Preachers – Postcards From A Young Man

Depois do contundente e espetacular Journal For Plague Lovers (2009), os galeses Manic Street Preachers reapareceram em 2010 com Postcards From a Young Man, décimo álbum da sua respeitável carreira. Segundo a crítica, é um disco com menos peso nas guitarras, mas ainda conserva a aspereza lírica e a genialidade musical dos discos anteriores. Hoje foi lançado o primeiro single, homónimo do disco.


autor stipe07 às 22:27
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Sexta-feira, 18 de Fevereiro de 2011

Radiohead - Lotus Flower

 

Quando só falta um dia para ser lançado The King Of Limbs, o novo disco dos Radiohead, já é conhecido o primeiro vídeo oficial. E também já há quem tenha conseguido ouvir o disco na íntegra e feito uma breve descrição de cada música. Podes ler o artigo AQUI.

O vídeo de Lotus Flower foi realizado por Garth Jennings e os movimentos de Thom Yorke coreografados por Wayne McGregor.

 


autor stipe07 às 17:03
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Quinta-feira, 17 de Fevereiro de 2011

Oscares 2011 by Lego

Algumas cenas carismáticas dos filmes nomeados para os Óscares de 2011 foram reproduzidas com peças Lego, pelo artista Alex Eylar...

 

Natalie Portman em Black Swan de Darren Aronofsky

 

 

Cena de The Inception de Christopher Nolan

 

Christian Bale e Mark Wahlberg em The Fighter de David O Russell

 

Jeff Bridges em True Grit, dos Irmãos Coen

 

Annette Bening e Julianne Moore em Minhas Mães e Meu Pai de Lisa Cholodenko

 

Cena de 127 hours de Danny Boyle

 

Jesse Eisenberg em A Rede Social de David Fincher

 

Colin Firth em The King's Speech de Tom Hooper

 

Jennifer Lawrence em Winter's Bone, de Debra Granik

 

E o autor destas verdadeiras obras de arte.


autor stipe07 às 22:41
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Quarta-feira, 16 de Fevereiro de 2011

Curtas VIII

A dupla The Raveonettes lança o novo disco Raven In The Grave a cinco de Abril e já tem single de apresentação, Forget That You're Young. Este álbum vai suceder ao bastante elogiado In And Out Of Control, disco lançado em 2009.

 

 

 

O novo disco de Moby chama-se Destroyed e chega às lojas a dezasseis de maio. Será lançado pela editora do próprio músico, a Little Idiot, e acompanhado por um livro de fotografias, também da sua autoria. O livro tem cento e vinte e oito páginas e apresenta cinquenta e cinco fotografias tiradas pelo artista durante as suas viagens na última digressão.

Antecipando o disco, escrito em quartos de hotel e descrito por Moby como uma banda sonora para cidades vazias às 2h da manhã,  está disponível no Site do músico um EP grátis com três canções que farão parte de Destroyed.

 

 

O projecto paralelo do baixista dos Bloc Party, Gordon Moakes, chama-se Young Legionnaire e vão lançar o seu álbum de estreia, Crisis Works, no próximo dia nove de maio.
A banda também já divulgou o single de estreia; Chama-se Chapter, Verse e está disponível para download gratuito em Younglegionnaire.com.

 

 

Os britânicos Elbow disponibilizaram recentemente Neat Little Rows, primeiro single oficial do seu novo álbum Build A Rocket Boys!. Neat Little Rows afasta-se um pouco da delicadeza de Lippy Kids, primeira música divulgada deste novo disco (que, para já, não é single do disco) e à qual fiz referência AQUI, aproximando-se de sucessos como Grounds For Divorce, The Bones of You e Forget Myself.

Para os vídeos de divulgação de seu novo álbum, os Elbow têm apostado na simplicidade completa. Se a belíssima Lippy Kids foi gravada estúdios Blueprint, este primeiro vídeo oficial do álbum foi filmado no mesmo local, mas agora com uma produção mais cuidada e grandiosa. Build a Rocket, Boys! promete muito e depois destas duas músicas mal posso esperar pelo dia sete de março.

Os Elbow tocam a dezasseis de julho no Festival Super Bock Super Rock, na praia do Meco.


autor stipe07 às 21:54
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Terça-feira, 15 de Fevereiro de 2011

Foster The People EP

Revelo mais uma excelente descoberta musical, neste caso uma banda que começa agora a dar os primeiros passos. São de Los Angeles, chamam-se Foster The People e nasceram no Outono de 2009. Cheguei até eles devido a Pumped Up Kicks, uma música que mistura os assobios de Peter, Bjorn & John com a melodia dos MGMT, grupos a quem são já comparados.

Tudo começou quando o músico Mark Foster, natural de Cleveland, Ohio, reuniu alguns amigos e acabou por formar uma banda, os The People. Esses músicos eram Mark Pontius (bateria), Cubbie Fink (baixo, vozes) e Zach Heiligman (MC e compositor), que entretanto abandonou o projecto. Os outros três (Mark F., Mark P. e Cubbie) fizeram-se à vida e à estrada, acrescentaram o apelido do fundador ao nome da banda e assim surgiram os Foster The People.

Depois de um ano de 2010 cheio de concertos e a viverem do sucesso do tema Pumped Up Kicks, no passado dia vinte e cinco de Janeiro publicaram o seu primeiro EP, homónimo,  pela Startimeintl, editora que inclui no seu catálogo nomes tão conhecidos como os já mencionados Peter Bjorn & John e os Magnetic Man.

Com teclados e batidas eletrónicas ritmadas por uma bateria cujo som parece um bater de palmas, Houdini apresenta este animado EP; É uma música que além do enorme potencial dançante, abusa de um excelente refrão.

A segunda faixa é a já mencionada Pumped Up Kicks, uma música límpida, estival  e que faz sentir uma incontida alegria, quanto a mim um verdadeiro fôlego de ar fresco e de esperança. O vídeo foi gravado num ambiente ensolarado e tipicamente californiano, seguindo a banda através de concertos e gravações, mas assente naquela boa sensação de férias nos vários instantes retratados.

Helena Beat é a música menos orelhuda do EP; Conta com vocalizações em soprano de Mark Foster, que me fizeram recordar de imediato os falsetes afinados quer de Jónsi, quer dos Passion Pit e a atmosfera Oracular Spectacular dos MGMT, devido à melodia aguda, inserida num ritmo dançante e electropop com influências descaradas dos anos oitenta.

Apesar de ainda serem novatos no circuito de bandas indie, os Foster The People mostram com este EP enorme competência e qualidade para virem a fazer boa música. Vi no site da editora que preparam o seu primeiro longa duração. O disco deverá ver a luz do dia lá para o final do ano e contará com um nome de peso na produção; Refiro-me a Paul Epwoth, produtor britânico que já trabalhou com os Bloc PartyAdele, Cee-Lo Green, Florence and the Machine, Plan B, Friendly Fires, Primal Scream, The Rapture, Kate Nash e Maxïmo Park, entre outros. São, sem sombra de dúvida, nomes de enorme peso! Vamos então aguardar porque deve vir coisa boa por aí, aposto! Eu estarei atento...

 

Houdini

Pumped Up Kicks

Helena Beat

 

Site Oficial da banda refere que neste momento andam em digressão pela Austrália. Em abril vão ter um grande teste quando tocarem no tradicional festival Coachella, na Califórnia, com bandas como os The Strokes, Kings Of Leon, Animal Collective Kanye West.

Fica o vídeo de Pumped Up Kicks e as músicas do EP... Deliciem-se!

 

 

 


autor stipe07 às 22:01
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Segunda-feira, 14 de Fevereiro de 2011

3 de rajada... XV

Depois de pela manhã ter extraordinariamente interrompido os meus afazeres profissionais breves minutos para, em primeira mão, anunciar o novo disco dos Radiohead (posso adiantar com segurança que Man On The Moon foi o primeiro site / publicação / blog a dar a novidade em Portugal) deixo, como é hábito à segunda-feira, três singles lançados hoje no mercado, com informação breve e pertinente para, quem queira, conhecer e tirar conclusões. Sugiro hoje The Answering Machine, Lykke Li e Villagers. Confere...

 

The Answering Machine - Lifeline

Os The Answering Machine são uma banda originária de Manchester e formada em 2005 por dois amigos de faculdade: Martin Colclough e Pat Fogarty. Lifeline é o segundo disco deste grupo e será lançado na próxima semana, dia 21. Adorei este single homónimo e ao longo da semana vou tentar saber mais. Por isso, prometo voltar a falar deles muito em breve!

 

Lykke Li – I Follow Rivers

Já em 16 de Novembro tinha anunciado AQUI que Lykke Li estaria prestes a lançar o seu segundo disco e divulguei o primeiro single, Get Some. Confirma-se o primeiro dia de março como a data de lançamento do álbum que se chamará Wounded Rhymes.

Também já é conhecido o segundo single, I Follow Rivers, que divulguei no início do ano, também AQUI e que chegou hoje ao mercado discográfico. O respectivo video é realizado desta vez por Tarik Saleh.

 

Villagers – Becoming A Jackal

Os Villagers são de Dublin e já mereceram uma nomeação para o prestigiado Mercury Prize de 2010, ganho pelos The XX. Becoming a Jackal é o disco de estreia e o single homónimo é editado hoje.

Não os conheço, mas parece-me que sonoridade deste grupo insere-se na indie folk, à semelhança dos The Decemberists, Bright Eyes e Bon Iver, entre outros.

 

Alguns álbuns lançados hoje no mercado discográfico;

Bright Eyes – The People's Key

Crowbar – Sever The Wicked Hand

Drive-By Truckers – Go Go Boots

Gruff Rhys – Hotel Shampoo

Mogwai – Hardcore Will Never Die, But You Will

Neon Trees – Habits

PJ Harvey – Let England Shake

Sonic Youth – Simon Werner A Disparu


autor stipe07 às 22:10
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Radiohead - Novo disco já à venda!

Os Radiohead adoram surpreender-nos...

Do nada e sem qualquer aviso prévio, anunciaram o oitavo disco da banda, sucessor do In Rainbows (2007). Para já, será apenas lançado em formato digital no próximo... sábado, dia 19 de fevereiro.

O álbum vai chamar-se The King Of Limbs (pelo que percebi é uma referência a um carvalho com cerca de mil anos, numa floresta perto da casa onde a banda gravou In Rainbows) e não são conhecidos ainda outros detalhes, nomeadamente, a playlist e singles. É apenas pública a belíssima capa e o facto de estar a ser publicitado pelo grupo como o primeiro disco-jornal da história da música. Podes saber todos as características desta novidade e encomendar o disco no site oficial da banda ou em TheKingofLimbs.com. Depois é só esperar por sábado para receber os ficheiros.

Eu vou aguardar pelo formato físico do disco até nove de maio, data prevista de chegada às lojas. Será disponibilizado um pacote com um CD, dois discos em vinil e várias folhas com ilustrações que compõem a parte artística do disco e justificam o conceito disco-jornal. Recordo que a inovação promocional e a criatividade artística foram sempre importantes na carreira dos Radiohead. Em 2007 O In Rainbows foi o primeiro disco da história da música a ser disponibilizado para download legal pelo preço que os compradores quisessem pagar.

Actualização - 15.02.11

Entretanto, um dia após este anúncio os Radiohead confirmam que haverá mesmo edição física de The King Of Limbs e que a data de lançamento, em CD e vinil, foi antecipada para vinte e oito de março. O pacote mencionado ontem e que justifica o conceito disco-jornal será colocado à venda algumas semanas mais tarde, dia nove de maio, conforme noticiado ontem.

Chris Hufford manager da banda, caracteriza o lançamento deste disco como uma progressão lógica na forma como os Radiohead querem entregar a música aos seus fãs, após terem sido a primeira banda a disponibilizar um disco para download legal sem preço fixado. Referiu também que representa os interesses de uma banda e não de um grupo de editoras e etiquetas, ou seja, os Radiohead querem que a sua música chegue directamente aos fãs, passando pela menor quantidade de intermediários possível; Our allegiances are to the band! We manage Radiohead, we don’t manage retail or labels, we just manage the band and are just trying to do the best possible thing to allow another brilliant record to be embraced by the fanbase.


autor stipe07 às 11:04
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Domingo, 13 de Fevereiro de 2011

Festival para Gente Sentada 2011

Já é conhecido o cartaz e alinhamento da edição deste ano do já carismático festival para gente sentada e onde tive o privilégio de ver Josh Rouse pela primeira vez.

 

 

A edição de 2011 vai decorrer entre os dias 18 de 19 de Março e não inclui nomes particularmente sonantes. No entanto é sempre bom podermos ter a oportunidade de rever a vocalista dos Stereolab, Laetitia Sadier e The Legendary Tiger Man e Piano Magic, para mim os dois grandes destaques desta edição.
Já agora, o cartaz completo é o seguinte: No dia 18 actuam The Legendary Tiger Man, Nuno Prata e Laetitia Sadier; no dia 19 actuam Piano Magic, Spokes e B Fachada.
Com um estilo singular, e muito aplaudido pela crítica, o já legendary Paulo Furtado é um autêntico one man show do rock e do blues. Toca guitarra, harmónica e bateria sozinho e, às vezes, alguns instrumentos em simultâneo. Com dez anos de carreira e Femina ainda presente nos ouvidos de todos os portugueses, o homem tigre promete um excelente ocncerto. Já no dia seguinte, os Piano Magic, autores já de dez dos discos classificados pela crítica que li como uma banda com canções sedutoras, poéticas, românticas e que misturam dream pop, ambient, post-rock e indietronica. Devem ser bastante interessantes e fiquei curioso em saber mais sobre estes Piano Magic.
Como habitualmente, os concertos terão lugar no Cine-Teatro António Lamoso, em Santa Maria da Feira. Os bilhetes para o Festival Para Gente Sentada 2011 custam 20 euros (um dia) e 30 euros (passe geral) estando já à venda nos locais habituais.

autor stipe07 às 22:28
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Sexta-feira, 11 de Fevereiro de 2011

Capas de Discos Lego II

Acabam de ser divulgadas mais vinte e cinco capas de discos reproduzidos com peças da Lego. Recordo que no verão de 2008 a Lego teve uma iniciativa semelhante e que dei conta AQUI.

A Lego sempre fez parte do meu mundo de infância; Eram os meus brinquedos preferidos, ainda muito antes de descobrir os encantos dos pedais de uma bicicleta. Ter um conjunto da Lego era quase sempre motivo para grandes birras junto dos progenitores... Certamente muitos saberão bem do que falo!

Actualmente, enquanto não chega uma bicicleta nova, algo que espero não demorar, os discos são ainda a minha maior perdição, felizmente mais contida. Por isso, é para mim um encanto ver alguns dos meus discos reproduzidos desta forma tão peculiar e original. Poderão apreciar toda a colecção no link abaixo;

http://speckyboy.com/2009/07/22/30-classic-music-albums-recreated-with-lego/

 

Partilho os meus preferidos, onde se incluem alguns discos que andam cá por casa, a juntar à seleção que já tinha feito em agosto de 2008. Mas antes, façam o favor de passar AQUI, no blog do meu grande amigo Mojorising, onde poderão conferir outra mistura extraordinária entre a música e a Playmobil.

Queen - Queen II

Classic Music Albums Recreated with Lego

 

Oasis - Definitely Maybe

Classic Music Albums Recreated with Lego

 

Moby - Play

Classic Music Albums Recreated with Lego

 

Radiohead - In Rainbows

Classic Music Albums Recreated with Lego

 

The White Stripes - White Blood Cells

Classic Music Albums Recreated with Lego

 

Franz Ferdinand - Tonight

Classic Music Albums Recreated with Lego

 

Pink Floyd - The Wall

Classic Music Albums Recreated with Lego

 

The Beatles - Abbey Road

Classic Music Albums Recreated with Lego

 

Queen - The Joshua Tree

Classic Music Albums Recreated with Lego

 

Outkast - Stankonia

Classic Music Albums Recreated with Lego


autor stipe07 às 15:41
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Quinta-feira, 10 de Fevereiro de 2011

The King's Speech

Finalmente estreia hoje em Portugal o grande candidato à próxima edição dos Óscares, com doze nomeações para as estatuetas douradas. Refiro-me, como já perceberam, a The King's Speech (O Discurso do Rei).

Nem sempre partilho do entusiasmo que legitimamente envolve sempre o filme com mais nomeações para as estatuetas de Hollywood. Geralmente são filmes que impressionam pelo aparato visual, ou até pelo elenco e alguma inovação tecnológica mas, frequentemente, o argumento não é a sua mais-valia. E a minha paixão por cinema baseia-se, antes de todo e qualquer outro detalhe, nesse pressuposto fundamental... Para mim é mais importante um filme com uma boa história e um argumento bem escrito, sólido e que deixe algo cá dentro depois de o ver, do que propriamente os efeitos visuais, as técnicas cinematográficas, ou até o próprio elenco que o compõe.

O filme britânico The King's Speech, realizado por Tom Hooper e com as já referidas doze nomeações para os Óscares, prendeu a minha atenção porque a história interessa-me particularmente e o que já li dela deixou-me curioso. É um filme de época, baseado numa história verídica e que aborda um dos períodos mais conturbados da história mundial e que sempre me fascinou, o advento da segunda grande guerra. Também sinto curiosidade em vê-lo porque mistura dois dos meus géneros cinematográficos predilectos: o drama e a comédia.

O argumento relata a caminhada de um rei que se supera para um bem maior, através de um percurso humano feito de enorme preserverança e força de vontade, contado de forma simples e acessível a todo o público. É um compêndio de auto-estima, de alguém com um forte problema com o qual me identifico, mas que foi capaz de o resolver com ajuda e força de vontade, mostrando-nos que o ser humano é, por vezes, capaz de se superar.

Jorge VI chega ao trono num momento de aguda crise interna depois da abdicação do seu irmão e quando o mundo se encontra, repito, numa situação explosiva. Nessa altura Jorge VI já tinha desistido de lutar contra a gaguez que há muito o atormentava e o impedia de falar em público. A solução é encontrada pela sua esposa, Isabel, a rainha-mãe, que descobre um obscuro terapeuta da fala australiano, cujos métodos pouco ortodoxos irão contudo resultar. Este terapeuta acaba por se tornar num dos homens de maior confiança do rei. Em suma, é uma história universalista, porque se pode aplicar a todos nós.

O argumento de The King's Speech foi escrito por David Seidler e, segundo a crítica, a interpretação do já veterano Colin Flirth é fabulosa, o que lhe valeu a nomeação para o Óscar de Melhor Actor, um prémio que certamente não lhe irá escapar!

Geralmente as representações de deficiências físicas e mentais, ou problemas de comunicação e afins, são grandes desafios para os actores que, sendo superados, resultam em interpretações memoráveis. Tom Hanks em Forrest Gump, de Robert Zemeckis, é um exemplo destes que nunca mais esqueci, tendo-lhe valido justamente o Óscar de Melhor Actor. Com se recordam, a história contava o crescimento do jovem Gump, portador de uma deficiência mental, ao mesmo tempo que mostrava uma visão do desenvolvimento da sociedade americana nas últimas décadas. Com este filme Hanks vislumbrou o estrelato, tornando-se num dos actores mais solicitados dos últimos anos.

Mas em The King's Speech há que também salientar aquelas que deverão ser mais duas excelentes interpretações de Geoffrey Rush e Helena Bonham, também nomeados para os Óscares de Melhor Actor e Melhor Actriz Secundários.

Fica a sinopse e o trailer deste filme que supostamente nos eleva o espírito;

 

Após a morte de seu pai, o Rei George V, e da escandalosa abdicação do Rei Eduardo VIII, Bertie, que toda a sua vida sofreu de um debilitante problema de fala, é coroado Rei George VI de Inglaterra. Com o país à beira de uma guerra e a necessitar desesperadamente de um líder, a sua mulher, Elizabeth, futura Rainha-mãe, encaminha o marido para um excêntrico terapeuta da fala, Lionel Logue. Depois de um começo difícil, os dois homens iniciam uma terapia pouco ortodoxa e acabam por formar um vínculo inquebrável. Com a ajuda da sua família, do seu governo e de Winston Churchill, o Rei vai superar a gaguez e tornar-se numa inspiração para o povo.

 


autor stipe07 às 22:17
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Quarta-feira, 9 de Fevereiro de 2011

The Decemberists - The King Is Dead

Os The Decemberists são uma banda norte-americana original de Portland, no Oregon.  Lançaram o seu primeiro EP intitulado 5 Songs, de forma independente, em 2001, relançado no ano seguinte pela Hush Records que também lançou, nesse mesmo ano, o primeiro álbum de originais da banda. Eis a discografia: Castaways and Cutouts (2002), Her Majesty, The Decemberists (2003), Picaresque (2005), The Crane Wife (2006), The Hazards of Love (2009) e The King Is Dead (2011), o disco que me leva a escrever sobre esta banda formada por...

 

Colin Meloy Chris Funk Jenny Conlee John Moen Nate Query

 

Embora os The Decemberists sejam geralmente classificados como uma banda pop indie, eles percorrem estilos musicais tão variados como o rock progressivo e a folk. Também usam instrumentos peculiares como o xilofone, o acordeão e o contrabaixo acústico e as letras andam quase sempre à volta de histórias sobre personagens peculiares e do universo fantástico, escritas pelo vocalista Colin Meloy.

O disco The Hazards of Love, de 2009, estava recheado de intensidade e boas canções, mas que tinham uma sonoridade até então estranha à banda de Portland, que baseou sempre o seu som na típica coutry-folk.  Pelo que já percebi, no novo disco The King Is Dead voltaram à sua zona de conforto, feita dos instrumentos que referi acima e que servem quase sempre para compôr baladas inspiradas na américa profunda. Já conheço quatro músicas do disco e o cenário de The King Is Dead continua portanto definitivamente folk, com uma mistura instrumental de acordeão, violino e harmónica colada ao normal arsenal da pop-rock (guitarras/baixo/bateria). Peter Buck, guitarrista dos R.E.M., toca em Don’t Carry It All e em Calamity Song, duas músicas curiosamente recheadas de influências da banda liderada por Michael Stipe. Também toca no bem escolhido single Down By The Water, uma canção ritmada, alegre e que atingiu estes dias o primeiro lugar no top da Billboard. Mas a música que mais destaco é This Is Why We Fight, que é, para mim, a melhor do álbum. The King Is Dead é produzido por Tucker Martine, habitual colaborador dos The Decemberists.

A grande questão é que, com esta aposta na continuidade, acabam por fazer de conta que The Hazards of Love não existiu quando foi considerado pela crítica  o melhor disco de sempre da banda. Na minha opinião, decidindo não continuar a arriscar, optaram por não marcar a diferença e ficaram iguais a outras dezenas de bandas. São opções que me fazem uma certa confusão até porque considero qualquer forma de arte e em pespecial a música, como um veículo privilegiado de expressão da criatividade e de manifestação de sentimentos e emoções!

Resumindo, esta não é uma banda extraordinária ou que tenha ao longo da carreira acrescentado algo de fabuloso ao universo da pop e da indie, no trajeto já longo e consistente que possui. Mas os The Decemberists têm uma sonoridade tipicamente americana e para quem aprecia o género, este disco é, na minha opinião, obrigatório.

 

Don't Carry It All 
Calamity Song 
Rise To Me 
Rox In The Box 
January Hymn 
Down By The Water 
All Arise 
June Hymn 
This Is Why We Fight 
Dear Avery 

 

Nas minhas pesquisas descobri uma história curiosa sobre os The Decemberists e que poderia ter ditado o seu fim; Em Março de 2005, a carrinha com a qual o grupo fazia uma digressão foi roubada, assim como todos os instrumentos. Mas graças a doações de fãs, de outras bandas e de fabricantes de instrumentos, a banda pode prosseguir a sua carreira.

 

Site Oficial da Banda

 


autor stipe07 às 22:16
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Terça-feira, 8 de Fevereiro de 2011

Cornershop And The Double 'O' Groove Of

Quem não se recorda desta grande música já com cerca de 12 anos?

 

Pois é, os heróis britânicos da indie, Cornershop, estão de volta com um novo disco, Cornershop And The Double 'O' Groove Of, que já será o sexto de originais desta banda tão peculiar. O álbum chega às lojas dia 14 de março e será o primeiro da banda através da editora Ample Play.

O primeiro single chama-se United Provinces of India e tem a particularidade de ter uma convidada nas vozes, a cantora pop indiana Bubble Kaur, que já tinha cantado em 2004 no single Topknot. No entanto, Tjinder Singh continua a ser o vocalista principal dos Cornershop.

O disco é inspirado na música tradicional indiana, a chamada Punjabi folk music, e este disco estava em gestação há algum tempo, conforme refere Tjinder Singh: There was no need to quickly put the album out, but there was a need to make it top rank and evergreen, especially as I have wanted to do an album like this for 20 years. Relembro que o último disco dos Cornershop data de 2009, chamou-se Judy Sucks A Lemon For Breakfast e passou um pouco despercebido.
Além do single que promove este álbum, os Cornershop também disponibilizaram para download Zombies, The Year Of The Infection, uma remistura de Zombies, um original dos Rodeo Massacre, banda protegida dos Cornershop. Já agora, acrescento que Zombies estará no disco Smoky Carrot Records destes Rodeo Massacre.

Fui acompanhando a carreira dos Cornershop ao longo destes anos e confesso que a desilusão e a indiferença estiveram sempre presentes, talvez porque as expectativas eram sempre elevadas devido a Brimful Of Asha. Mas como amante que sou da cultura indiana e como adorei ouvir United Provinces of India, vou ficar atento ao restante alinhamento deste novo disco.

 

 


autor stipe07 às 21:53
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Segunda-feira, 7 de Fevereiro de 2011

3 de rajada... XIV

Como já é hábito à segunda-feira, ficam três novidades com informação breve e pertinente para, quem queira, conhecer e tirar conclusões. Sugiro hoje Yuck, Sunday Girl e PJ Harvey. Confere...

Yuck - Holing Out

Li algures que estes Yuck vão editar em breve o disco do ano, a sair no próximo dia 21 de fevereiro e do qual este Holing Out faz parte. Exageros eufóricos à parte, na minha opinião, os Yuck para já fazem apenas relembrar os primórdios dos Dinosaur Jr. e, ao ouvir esta música, recordei logo também Teenage Fanclub e Sonic Youth.

A banda é de Londres e os seus membros são Daniel Blumberg (vozes), Max Bloom (guitarra), Llana (vozes), Mariko (baixo) e Jonny (bateria). Têm os dois pés bem assentes no revivalismo das guitarradas carregadas de distorção e são para ouvir com o volume bem lá em cima.

 

Sunday Girl - Stop Hey

Sunday Girl lança hoje mais um single, depois de Four Floors e da cover de Self Control. Stop Hey mantêm o clima melancólico habitual nos trabalhos desta cantora e artista plástica e, quer na música quer no vídeo, continua presente a boa produção visual e musical, duas vertentes sobre as quais tem assentado o sucesso da sua carreira.

 

PJ Harvey - The Words That Maketh Murder

PJ Harvey é o meu grande destaque de hoje! A cantora acaba de editar o single The Words That Maketh Murder, retirado de Let England Shake, disco já citado por mim anteriormente. A música na minha opinião é belíssima e deixa enormes expectativas para o disco que aí vem. 


autor stipe07 às 22:03
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Sábado, 5 de Fevereiro de 2011

Sugiro IX

Mais uma revisão da última matéria dada em Man On The Moon. Usufrui...

 

Pnau - The Truth (Jump Jump Dance Dance Remix)

 

Mogwai - San Pedro

 

Pandit - Pack Your Bags

 

Backseat Dreamer - February Fires

 

Coma Cinema - Only

 

The Very Most - Away In A Manger

 

Bikini - American Mourning

 

Painted Palms - All Of Us

 

The Dears - You And I Are A Gang Of Losers

 

Destroyer - Kaputt

 

R.E.M. - Mine Smell Like Honey

 

James - Of Monsters Heroes And Men

 

The Phoenix Foundation - Flock of Hearts

 

John Grant - Queen Of Denmark

 

Fleet Foxes - Helplessness Blues

 

The Like - He's Not a Boy


autor stipe07 às 17:38
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Sexta-feira, 4 de Fevereiro de 2011

Cut Copy - Zonoscope 07.02.11

O terceiro e mais ambicioso disco dos Cut Copy tem por título Zonoscope e chega a Portugal já na próxima segunda-feira,  dia 7 de Fevereiro. O novo trabalho foi imaginado na ressaca de In Ghost Colours, o álbum de 2008 que consagrou os Cut Copy como fenómeno global.

Depois de dois anos de um caos delirante de concertos, farras e digressões, Dan Whitford, o rosto da banda, enfiou-se em casa a trabalhar nas vozes e nos sintetizadores, para depois regressar a um estúdio que a banda alugou em Melbourne e dar vida a esse trabalho prévio; Desde o princípio tínhamos uma visão estranha de um som tropical, da selva, tribal. Era um lugar ou uma ideia a que queríamos chegar com as canções, explorar um transe hipnótico e rever a paleta de significados dos Cut Copy, descreve Whitford. Nesse trabalho os Cut Copy contaram com a preciosa ajuda de Ben Allen (colaborador habitual de Gnarls Barkley e dos Animal Collective); Ben acabou por ser também o responsável pela mistura do disco, gravado com a ajuda de instrumentos tão inusitados com panelas ou colchões antigos e que teve como grande influência, apontada pela própria banda, o Screamadelica dos Primal Scream e que anda cá por casa. Depois do inesperado sucesso a nível global do In Ghost Colours, a banda não podia sequer dar-se ao luxo de falhar nem descurar pormenores tão importantes como a escolha do produtor e esta foi, quanto a mim, uma escolha segura.
A longevidade de uma banda depende muito do sucesso do segundo trabalho e este Zonoscope é como se o fosse, pois é o trabalho que vai suceder ao primeiro bem recebido a nível internacional, apesar de ter sido o segundo disco da banda. Se o vão conseguir fazer esquecer só o tempo o dirá.
Blink And You’ll Miss A Revolution é a faixa que melhor consegue descrever o sentimento tribal e hipnótico que norteia o som característico dos Cut Copy, levando em conta as músicas que já conheço deste disco. No entanto, é a segunda faixa Take Me Over, o primeiro single de Zonoscope. Esta é uma canção onde as guitarras se misturam com uma percussão tropical, criando uma canção tipicamente pop. Quem assistiu ao concerto da banda na última edição do festival Super Bock Super Rock teve oportunidade de ouvir esta música.

Os Cut Copy confirmaram a sua presença por cá em Março, com passagem pelo Porto. Pelas mãos da Everything Is New, vão tocar no Hard Club (21 de Março) e no Coliseu dos Recreios (23 de Março). Estes dois concertos fazem parte da digressão europeia que servirá de promoção a Zonoscope. Os bilhetes, pelo que sei, já se encontram à venda nos locais habituais!

 

 

Need You Now
Take Me Over
Where I’m Going
Pharaohs & Pyramids
Blink And You’ll Miss A Revolution
Strange Nostalgia For The Future
This Is All We’ve Got
Alisa
Hanging Onto Every Heartbeat
Corner Of The Sky
Sun God

 

 


autor stipe07 às 15:38
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