
Autor: Frank McLynn
Título Original: Marcus Aurelius Warrior, Philosopher, Emperor
Tradução: Michelle Hapetian
Tema: Biografia
Sinopse;
Marco Aurélio, o último dos "cinco bons imperadores" de Roma, é a única grande figura da Antiguidade que ainda nos toca, quase dois mil anos após a sua morte. Podemos entusiasmar-nos com os feitos de Alexandre o Grande, de Aníbal ou de Júlio César, mas a única voz do mundo greco-romano que ainda parece assumir relevância na nossa contemporaneidade é a do homem que dirigiu o Império Romano entre 161 e 180 d. C.
Seleccionado por Adriano para futuro imperador, Marco Aurélio foi educado por alguns dos maiores académicos do seu tempo. Após os anos de sua formação passou a colaborar com o imperador, seu pai adoptivo, ocupando o cargo de cônsul por três vezes. Em 161, Aurélio Antonino morre e ele torna-se imperador, junto com Lúcio Vero. Quando este morre, em 169, Marco Aurélio torna-se único imperador.
O governo de Marco Aurélio, que se estendeu por quase duas décadas (até sua morte, em campanha militar), foi marcado por guerras sangrentas e prolongadas e por uma série de dificuldades internas. Ele foi excelente guerreiro e administrador e, ao mesmo tempo, humanizou profundamente o exercício do poder.
Quando as obrigações de governo permitiam, entregava-se à reflexão filosófica e escrevia os seus pensamentos. Escritas enquanto estava em campanha, entre 170 e 180, as suas Meditações são um guia para nos orientar na vida, permanecendo um dos livros da Antiguidade mais lidos em todo o mundo. O reinado de Marco Aurélio prenunciou a inevitável queda do Império Romano, apesar da sua vida ter representado o cumprimento do famoso ditame de Platão, segundo o qual a Humanidade só poderá prosperar quando os filósofos se tornarem dirigentes e os dirigentes filósofos.
Esta promete ser, quanto a mim, a biografia mais nítida e decisiva, até à data, de tão monumental figura histórica. Estou muito curioso para a ler...

A Levis convidou algumas bandas contemporâneas das áreas da pop, rock, soul ou hip hop, para re-criar canções clássicas norte-americanas, numa iniciativa intitulada Levi’s Pioneer Sessions.
Das músicas já disponíveis, destaco a versão dos Passion Pit, para o clássico de 1996 Tonight, Tonight dos Smashing Pumpkins, pela voz de Michael Angelakos. O falsete e o timbre de Angelakos encaixam de forma perfeita na letra de Billy Corgan, dando uma roupagem totalmente nova à grandiosidade do original e transformam a música numa balada arrebatadora.
Outros nomes que destaco neste projecto são os The Shins, Os Dirty Projectors com uma versão de I Dreamed I Saw St. Augustine de Bob Dylan e Our Generation por John Legend & The Roots.
Para breve esperam-se versões dos Bomba Stereo e dos The Kills, entre outros. Obter estas músicas é muito simples; Basta seguir os links e dar em troca um email. Vale a pena...
Dirty Projectors - I Dreamed I Saw St. Augustine
Passion Pit - Tonight Tonight (Smashing Pumpkins cover)
John Legend & The Roots - Our Generation
Depois de terem apresentado Plastic Beach no programa Later With Jools Holland, conforme mencionei AQUI, os Gorillaz foram, dias depois, ao Friday Night With Jonathan Ross, da BBC1.
Tocaram a minha música favorita do disco, On Melancholy Hill e uma nova versão da Clint Eastwood, single retirado de Gorillaz (2001), primeiro disco da banda, com a presença do rapper britânico Tinie Tempah, que escreveu novos versos para a canção.
Ficam os dois vídeos...
Continuando na temática Festivais de Verão - Cartazes, partilho aquele que é, para mim, o melhor cartaz dos nossos Festivais de Verão... Quer pelo aspecto, quer pelo conteúdo!

Como é habitual nesta altura do ano, publico o cartaz daquele que é para mim o suprasumo dos festivais de verão, o FIB Heineken, que se realiza todos os anos em Benicàssim, mesmo aqui ao lado, no sul de Espanha e que vai já para a 16.ª edição.
É sempre complicado destacar bandas num festival com 83 nomes no cartaz mas, Kasabian, Broken Bells, Vampire Weekend, Goldfrapp, DJ Shadow, Hot Chip, The Temper Trap, Gorillaz, Leftfield, Cut Copy, Midnight Juggernauts e Efterklang seriam motivos mais que suficientes para merecerem a minha presença.
No Site oficial do festival, que decorrerá de 15 a 18 de Julho, encontras toda a informação necessária caso estejas interessado e tenhas a possibilidade de passar 4 dias fantásticos no melhor festival de música alternativa do mundo.
A grande novidade este ano no recinto é o VillaCamp, um parque de campismo pago onde, por 65 euros, tens acesso a tenda com parqueamento, instalações sanitárias dignas, patrulhamento de seguranças e zona de restauração. Digamos que é uma espécie de condomínio fechado na zona de campismo do festival! Bons concertos...


Três anos depois de Volta, o seu último disco, a Islandesa Björk vai lançar um EP em colaboração com os Dirty Projectors. A edição integra-se numa campanha de preservação das espécies marítimas e criação de áreas marítimas protegidas, apoiada pela cantora, sempre muito activa, social e politicamente.
Björk já tinha dado um concerto com este grupo de NY em 2009 (excerto abaixo), cuja receita reverteu para a associação Housing Works, sediada nessa cidade e que apoia pessoas sem casa e infectadas com o vírus HIV. Nesse concerto tocaram algumas músicas incluídas em Mount Wittenberg Orca, o nome dado a este EP.
As primeiras cópias do EP vão estar disponíveis em Topspin.net e as doações podem ser feitas a partir de 7 dólares (5,70 euros).
Fica a tracklist de Mount Wittenberg Orca:
1. Ocean
2. On And Ever Onward
3. When The World Comes To An End
4. Beautiful Mother
5. Sharing Orb
6. No Embrace
7. All We Are

Barbara é o quarto disco desta banda pouco conhecida de indie rock, os We Are Scientists. O disco foi editado no passado dia 14, pela PIAS Recordings e tem como single de apresentação Rules Don't Stop, já lançado a 5 de Abril de 2010. Entretanto, a segunda malha, Nice Guys, foi editada já dia 7 deste mês.
Aconselho este disco porque, dentro do género, coloco as duas músicas ao nível do melhor que já ouvi este ano.
Já agora, acrescento que os We Are Scientists são um trio formado por Keith Murray (guitarrista e vocalista), Chris Cain (baixista) e Andy Burrows (baterista que já tocou com os Razorlight), com origem na Califórnia.
Podes conferir o novo álbum em: www.myspace.com/ wearescientists

A dupla electro-pop australiana Aeons, formada por Lance Gurisik e Josh Matysek está a oferecer o seu novo EP, Beyond The Satellites, produzido Diamond Cut.
É uma excelente sugestão para quem sente a nostalgia dos anos oitenta, novamente em voga nas áreas da pop, disco e electrónica, o que, na minha modesta opinião, em alguns casos, tem significado um retrocesso e um regresso ao que de pior e mais piroso foi feito na história da música contemporânea.
Assim, aconselho vivamente Beyond The Satellites a quem, por exemplo, gosta de dar nas vistas ao volante e debitar para o alcatrão sonoridades sintetizadas estelares e acompanhadas por vocalizações quentes e prontinhas a derreter os corações por onde se passa! Também me parece uma boa sugestão para os proprietários de equipamentos de diversão dos recintos de feiras e festas populares.
Esta dupla está um pouco atrasada no tempo... Há vinte cinco anos atrás, talvez tivessem feito furor!
Há que sugerir de tudo...
Caso interesse, tens o EP aqui para download gratuito.

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1.
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Via Lactea 04:49
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Raise Your Flag 03:48
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5.
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No passado dia 27 de Abril, os Gorillaz estiveram naquele que é considerado actualmente um dos programas mais importantes de música, transmitido na BBC2, o Later With Jools Holland, produzido por Alison Howe e realizado por Janet Fraser Crook.

O propósito foi o último disco da banda, Plastic Beach. E levaram a equipa completa! Além dos músicos que tocam na banda, também Bobby Womack, Mos Def, De La Soul e a Syrian National Symphony Orchestra, entre outros, apareceram nas suas músicas, cujas performances poderão visualizar abaixo.
Além disso, os dois grandes mentores do projecto Gorillaz, Damon Albarn & Jamie Hewlett, foram entrevistados por Jools Holland, o apresentador e famoso pianista britânico; Falaram do disco Plastic Beach e de todo o conceito que envolve a banda virtual Gorillaz, constituída pelos quatro membros animados 2D (voz) , Murdoc Niccals (guitarra), Noodle (baixo) e Russel (bateria). Poderá visualizar essa entrevista AQUI.
Sei que não posso obrigar ninguém a visualizar os vídeos abaixo, mas aconselho-os vivamente! Estão lá, conforme já referi, todos os convidados do disco e algumas versões, nomeadamente Stylo, são, quanto a mim, melhores que o original. Pelo menos visualizem Melancholy Hill... no tema é notável a presença em palco de Mick Jones e Paul Simonon , respectivamente guitarrista e baixista dos extintos (?) The Clash, Shaun Ryder, ex-Happy Mondays e a postura Leonard Cohan de Damon.
Acredito que Man On The Moon tem sido um pouco repetitivo, mas é um risco que se corre quando, na falta de tempo, o mesmo é (bem) gasto a ouvir e pesquisar essencialmente o que mais gosto... Usufruam e comentem!
Em plena época de exames, fica a terceira revisão anual da matéria dada. Usufrui...
The National - Afraid Of Everyone



Flying Lotus - Galaxy In Janaki

Flying Lotus - ... And The World Laughs With You (feat Thom Yorke)


Thom Yorke - Reckoner (Live At BBC 2)
Emiliana Torrini - Jungle Drum

The Killers - Romeo and Juliet (Dire Straits cover)

Oasis - Don't Look Back In Anger (Acoustic)
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Florence + The Machine - Heavy In your Arms


Pode haver quem ache estranho ouvir-me afirmá-lo, mas nutro uma admiração sincera pelo Robbie Williams! Acho que é o verdadeiro e maior One Man Show dos últimos 20 anos, a versão masculina da Madonna.
Apesar das vicissitudes que marcaram sempre a sua vida particular, nomeadamente a dependência de drogas e outros excessos que pouco me interessam, considero que soube gerir de forma exemplar a sua carreira, nomeadamente após a saída dos Take That, talvez a melhor decisão profissional que alguma vez tomou. E acho que é um excelente compositor e escritor de canções, do melhor que existe na música britânica contemporânea. Angels é, sem qualquer dúvida, a música do artista, responsável por esta minha admiração.
Robbie tem grandes interpretações ao vivo de Angels mas, das que conheço, destaco a versão Live at Knebworth e a interpretação acústica no Later With Jools Holland, um programa televisivo de música contemporânea, onde as grandes bandas mundiais tocam ao vivo e são entrevistadas, geralmente quando lançam novos discos. Este programa é apresentado pelo pianista inglês Jools Holland e a nossa Mariza já lá cantou.
Ainda no último mês de Abril os Gorillaz estiveram no programa e em breve abordarei esse evento.
Fica a versão Live at Knebworth de Angels e podes encontrar AQUI a interpretação acústica no Later With Jools Holland.
she offers me protection
a lot of love and affection
whether I’m right or wrong!
Muito bom...

Os Coldplay, já chamados Fab Four de Londres (Todos sabemos quem eram os de Liverpool) têm o novo disco de originais quase pronto e, aparentemente, estão muito excitados(?) com o resultado (A Gwineth que se cuide!).
Espreitei o blog da banda onde descobri que, segundo os músicos, as canções ainda não assumiram a sua bela forma final, mas já estão na fase de assumirem 'flesh and bone'. O que podemos concluir com toda a certeza é que estão lá canções brutais.
Pelos vistos criatividade não é o que falta no seio da banda; Compuseram mais de 50 temas para o novo disco e dividiram-nos por várias categorias, tentando definir as músicas prioritárias para o alinhamento final.
O quinto álbum de originais dos Coldplay ainda não tem nome e data de lançamento, mas é quase certo que o sucessor de Viva la Vida or Death and All His Friends (2008) será editado ainda em 2010. Boas noticias portanto...

Foram divulgadas mais duas músicas de The Suburbs, terceiro disco de originais dos Arcade Fire e que será lançado a 3 de Agosto. Ready To Start e We Used To Wait. A primeira foi divulgada pela estação radiofónica The End e arrisco que será a música de abertura do disco; We Used To Wait surgiu pela primeira vez no programa de Zane Lowe, na BBC Radio One.
Das duas, a minha preferência inicial vai para We Used To Wait. Gostei do início; O efeito do teclado e a bateria em contratempo dão-lhe desde logo músculo e a música vai crescendo, guiada por Butler, até atingir a intensidade orquestral típica da banda, agora com arranjos bem mais electrónicos.
De resto, Win Butler numa entrevista recente, afirmou que The Suburbs terá uma forte influência electrónica, ao contrário de Funeral e Neon Bible, os dois primeiros discos da banda. É também perceptível nas músicas já divulgadas, uma produção mais intensa e cuidada e bastantes referências aos anos 80, altura do apogeu da pop e surgimento do movimento indie. Gostei muito destas novidades; Vem aí um grande disco!
"Cheers"... DuponD.

Referi AQUI, há algumas semanas, que Brandon Flowers, vocalista dos Killers, iria também apostar numa carreira a solo e que o seu primeiro disco de originais se chamaria Flamingo.
Hoje foi finalmente revelado, na íntegra, o primeiro single, que se intitula Crossfire. O cantor disponibilizou o tema no seu site, ontem à noite, depois de ter revelado pequenos excertos instrumentais nos últimos dias.
Entretanto, em declarações à NME, Brandon confidenciou que alguns dos temas que fazem parte de Flamingo estavam inicialmente programados para o próximo disco dos Killers, mas que a banda decidiu fazer uma pausa por iniciativa própria.

Os infelizmente extintos Oasis dos irmãos Gallagher, lançam hoje uma colectânea dos melhores singles dos seus 15 anos de carreira. O disco chama-se Time Flies e contém 26 músicas, das quais destaco Roll With It, Stand By Me, Who Feels Love e Whatever. Falta-lhe, quanto a mim, Champagne Supernova (a minha música preferida da banda) para ser uma colectânea perfeita.
Para os verdadeiros fãs, existe também uma edição especial que inclui 36 vídeos inéditos e um CD do último concerto ao vivo da banda, gravado em Londres, no verão do ano passado.
Durante a década de 90 assisti com enorme entusiasmo à luta titânica entre os irmãos Gallagher e a dupla Albarn / Coxon pelo trono da Brit-Pop. A minha preferência foi sempre para os Blur mas, devido a essa disputa, acabei também por seguir com enorme atenção a carreira dos Oasis. Assim, este será, sem dúvida, um disco obrigatório na minha prateleira.
Recordo que os Oasis separaram-se em Agosto do ano passado após uma violenta discussão entre os irmãos Liam e Noel Gallagher.
Confere o alinhamento de Time Flies e ouve / vê Champagne Supernova:

1-Supersonic
2-Roll With It
3-Live Forever
4-Wonderwall
5-Stop Crying Your Heart Out
6-Cigarettes & Alcohol
7-Songbird
8-Don’t Look Back In Anger
9-The Hindu Times
10-Stand By Me
11-Lord Don’t Slow Me Down
12-Shakermaker
13-All Around The World
14-Some Might Say
15-The Importance of Being Idle
16-D’You Know What I Mean?
17-Lyla
18-Let There Be Love
19-Go Let It Out
20-Who Feels Love?
21-Little By Little
22-The Shock Of The Lightning
23-She Is Love
24-Whatever
25-I’m Outta Time
26-Falling Down
Entretanto Liam Gallagher está prestes a voltar aos palcos com uma nova banda, os Beady Eye, formada pelos também ex Oasis Andy Bell e por Gem Archer e Chris Sharrock.
A banda encontra-se em estúdio com o produtor Steve Lillywhite, que já trabalhou em discos dos U2 e de Morrissey, entre outros.

Os Vampire Weekend, divulgaram há poucos o novíssimo vídeo para Holiday, do aclamado segundo álbum Contra.
Resolvi partilhar esta notícia porque acho o vídeo muito divertido. Foi realizado por The Malloys, e mostra a banda numa versão barroca da nobreza do século XVIII, mas em plena LA no Século XXI.
The Malloys são dois irmão cineastas, Emmett Malloy e Brendan Malloy e que fazem parte do catálogo da HSI Productions. Realizaram na última década algumas dezenas de videos musicais, dos quais destaco;
Breakout - Foo Fighters (2000)
Shut Up - Black Eyed Peas (2003)
Diamonds On The Inside - Ben Harper (2003)
St. Anger - Metallica (2003)
Don't Phunk With My Heart - Black Eyed Peas (2005)
Sitting Waiting Wishing - Jack Johnson (2005)
Icky Thump - The White Stripes (2007)
Don't Wanna Cry - Pete Yorn (2009)
Sooner or Later - N*E*R*D* (2009)
É sempre assim... Em ano de Mundial de Futebol, as grandes marcas de artigos de desporto não olham a meios para ter as melhores campanhas publicitárias.
No dia em que começa finalmente a grande competição futebolística que durante um mês vai colar ao ecrã todos aqueles que, como eu, adoram futebol, apresento, na minha opinião, os grandes destaques do género, criados propositadamente para a competição. Refiro-me aos anúncios das multinacionais Nike (Nike Football Write The Future) e Adidas (Star Wars - Cantina, 2010).
E lanço um repto; Qual é a melhor campanha publicitária?
Eu voto na Adidas.
Constituição das equipas:
Nike
Drogba
Waine Rooney
Ronaldinho Gaúcho
Ribéry
Cristiano Ronaldo
Fabio Canavarro
Theo Walcott
Landon Donovan
Tim Howard
Cesc Fabregas
Roger Federer
Gael Garcia Bernal
Homer Simpson
Alejandro González Iñarritu
Adidas
David Beckam
Daft Punk
Snoop Dogg
Ian Brown
Noel Gallagher
Obi-Wan Kenobi
Ciara
Jay Baruchel
Han Solo
C-3PO
R2-D2
Franz Beckenbauer
DJ Neil Armstrong
Alguns discos cá de casa ganharam vida, talvez ansiosos por irem amanhã na pasta...
The Strokes - Is This It
The Beatles - Twist and Shout
PJ Harvey - Stories From The City, Stories From The Sea
Eels - Electro-Shock Blues
Beck - Odelay
Rolling Stones - Voodoo Lounge
Gorillaz - Demon Days
Moloko - Do You Like My Tight Sweater?
Moby - Play
Eels - Daisies Of The Galaxy
The Smashing Pumpkins - Mellon Collie and the Infinite Sadness
Sigur Rós - Agaetis Bjryun
Radiohead - OK Computer
Big Black - Songs About Fucking

RPClub - Castelo de Paiva

11.06.10, Sexta-Feira
Time GMT, 00h - 04h

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