
Brandon Flowers, vocalista dos The Killers, confirmou rumores que já circulavam por aí, acerca de um projecto a solo. O álbum vai-se chamar Flamingo e será editado ainda este ano.
A notícia foi divulgada após um desmentido por parte do visado, como é normal nestas coisas e após uma misteriosa contagem decrescente ter surgido no site oficial da banda, TheKillersMusic.com, algo que deixou todos os fãs dos The Killers bastante curiosos!
Não consegui descobrir mais informações sobre Flamingo, nem nenhuma música ainda disponível. No entanto, tenho a certeza que haverão novidades nos próximos tempos e prometo estar atento e divulgar.
Entretanto, o baterista da banda, Ronnie Vannucci, envolveu-se num projecto paralelo que me parece ser bastante interessante e que será divulgado aqui brevemente.
Os Interpol estão de volta...
Lights é o single de avanço para o novo disco, a editar ainda este ano e disponível para download gratuito no site oficial da banda.
Gostei de Lights... O melhor elogio que para já consigo fazer, é sentir que esta banda de Nova York, formada por Paul Banks (vozes e guitarra), Carlos Dengler (baixo), Sam Fogarino (bateria), e Daniel Kessler (guitarra), não vai perder a sua sonoridade, caracterizada por um baixo pulsante, sons variados de guitarra e uma atmosfera sombria, densa e com letras ambíguas.

Hoje é um dia triste não só para o Sporting Clube de Portugal, como para todo o futebol português...
Com 75 anos, faleceu, no Porto, João Pedro Morais, autor do golo que deu a Taça das Taças ao Sporting em 1964, ao apontar de canto directo o golo da vitória sobre o MTK de Budapeste, na finalíssima da Taça das Taças de 1963/64, a 15 de Maio, em Antuérpia.
Morais, estava internado no Instituto Português de Oncologia do Porto.
Os leões disputaram uma Taça das Taças muito competitiva em 1963/64 e a final teve direito a finalíssima. No jogo, Morais é indicado para cobrar um canto do lado esquerdo do ataque. Preparou o remate para repetir algo que já noutras ocasiões obtivera: o canto directo.
Morais descreveu assim o seu golo;
Virei-me para o banco e confirmei se era eu. O técnico acenou-me que sim. Lá fui. Peguei na bola com jeitinho, disse-lhe umas palavrinhas amigas, dei-lhe um beijinho Depois, mal senti o pé a bater nela fiquei logo com a sensação de que seria golo. Parece que o tempo parou ali. Observei a trajectória do esférico, vi o Figueiredo a correr para o primeiro poste e o guarda-redes atrás dele para interceptar a eventual cabeçada do desvio, mas o destino estava traçado. A bola passou por cima dos dois e acabou por entrar junto ao segundo poste. Foi a euforia total, ainda para mais porque foi o golo que ditou a vitória e permitiu-nos trazer a taça. Não foi um golo de sorte. Ao longo da minha carreira marquei mais uns quantos da mesma maneira.
Este golo ficou imortalizado numa canção intitulada Cantinho do Morais, interpretada por Margarida Amaral e popularizada por Maria José Valério, aproveitando o relato radiofónico feito por Artur Agostinho. Fica o lance histórico...
Pelos vistos este filme já estreou há algumas semanas no nosso país e eu não fazia a mínima ideia... Mas, por ser um filme de animação, logo que soube e tive tempo, fui pesquisar!
Ultimamente as produções de animação da Pixar/Disney têm sido classificadas como as melhores do cinema de animação, mas a DreamWorks também tem conseguido surpreender, como comprovam Kung-Fu Panda e Shrek.
Inspirado num livro homónimo de Cressida Cowell e dirigido por Dean DeBlois e Chris Sanders, Como Treinares o Teu Dragão é, segundo as minhas pesquisas, uma longa-metragem com uma narrativa completa e cativante e que deve agradar facilmente aos espectadores de todas as faixas etárias, não só pela pela história, mas também pelo visual atraente e criativo. O protagonista chama-se Hiccup, um pequeno viking que habita na Ilha de Berk. A sua força intelectual ultrapassa em muito as suas capacidades físicas e, por isso, apesar de ser filho do chefe, é motivo de gozo de toda a tribo, cujo principal passatempo é caçar dragões. Por tudo isto, o seu pai não encontra nele a audácia necessária para ser um verdadeiro caçador de dragões e um futuro líder. Quando Hiccup é incluído no Treino de Dragão com outros jovens vikings, percebe que essa é a oportunidade para provar que tem tudo para ser um combatente. No entanto, tudo isso muda quando se torna amigo de um dragão ferido, Toothless. Agora, o seu principal objectivo será demonstrar à sua tribo que nem todos os dragões são criaturas mortíferas e malévolas.
A amizade entre o protagonista e um dragão, pelos vistos afável, é o enfoque temático da história e pelo trailer dá para perceber que os cenários são ricos em pormenores e cores e bastante crediveis e expressivos, devido também à tecnologia tridimensional.
Li algumas críticas feitas após o visionamento do filme e a maioria considera que, apesar de Tangled e Toy Story 3, Como Treinares O Teu Dragão é o grande candidato ao Óscar de Melhor Filme de Animação de 2010.
Outra motivação extra que me leva a querer ir ver este filme é a banda-sonora, da qual Jónsi faz parte...
Eu sei, tem sido ultimamente hábito estar um dia atrasado em relação às efemérides...
A leitura é uma das minhas actividades favoritas e ontem comemorou-se o Dia Mundial do Livro.
Quem me conhece, sabe qual é desde a minha adolescência o meu livro preferido, o livro da minha vida, aquele livro que já me levou à Lua tantas vezes e também, de alguma forma, responsável pela escolha do meu futuro profissional! Partilho algumas das muitas citações dessa obra, com as quais ainda hoje aprendo e frequentemente me identifico... Este livro é, na minha modesta opinião, uma verdadeira lição de vida!

Todas as pessoas grandes começaram por ser crianças, embora poucas se lembrem disso.
As pessoas grandes nunca compreendem nada sozinhas e é cansativo, para as crianças, terem sempre, sempre, de dar-lhes explicações.
As crianças têm de ser muito indulgentes para com as pessoas grandes.
Só as crianças sabem do que andam à procura.
Quando se está muito triste, muito triste, gosta-se do pôr do Sol...
Só se conhece aquilo com que se tem intimidade.
És sempre responsável por aquele com quem tens intimidade.
Corre-se o risco de chorar um pouco quando se tem intimidade com alguém.
-Estou a beber.
- Porque bebes?
- Para esquecer.
- Para esquecer o quê?
- Para esquecer que tenho vergonha.
- Vergonha de quê?
- Vergonha de beber!
Os homens deixaram de ter tempo para conhecer seja o que for. Compram coisas feitas aos vendedores. E como não há vendedores de amigos, os homens já não têm amigos.
Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.
Os olhos são cegos. É preciso procurar com o coração.

E o teu livro preferido, qual é?

Ontem assinalou-se o Dia da Terra e a minha consciência ecológica pede-me que não deixasse de assinalar a data. Assim, transcrevo alguns excertos de um artigo da Quercus e que serve como alerta. Ninguém vai salvar o mundo sozinho, mas também... é preciso deixar de assobiar pró lado !
A civilização humana está prestes a causar um cataclismo de magnitude planetária, de que as alterações climáticas são apenas um dos sintomas.
No que respeita a Portugal (...) e segundo dados de 2009, o país tem uma pegada ecológica de 4,4 hectares globais per capita quando tem apenas uma biocapacidade de 1,2 hectares globais per capita. Isto significa que a pegada ecológica nacional está mais de 70% acima da capacidade produtiva e de processamento dos resíduos produzidos.
Actualmente a produção e consumo a nível global excede em 40% a capacidade de carga do planeta, pelo que seriam necessários 1,4 planetas para suprir as necessidades.
Mais de três quartos da população não consegue produzir dentro das suas fronteiras os recursos que consome, nem desfazer-se dos resíduos que produz.
A pegada ecológica do cidadão europeu ocupa, em média, 4,6 hectares globais e a de um cidadão dos EUA 9,6 hectares globais, quando a disponibilidade global é de 1,8 hectares globais per capita.
Este desrespeito pelos limites do planeta Terra acontece quando apenas mil milhões de pessoas têm uma vida abastada, mil a dois mil milhões vivem em economias de transição e cerca de três a quatro mil milhões sobrevivem com apenas alguns euros por dia.
Pessoalmente, gosto de imaginar o nosso planeta como uma espécie de condomínio, onde ninguém se pode abster de cuidar da sua porção e de contribuir para o bem comum e a sutentabilidade de todos!
Para assinalar a data, a NASA disponibilizou AQUI magníficas imagens do nosso lar! Visto do espaço e no meio de tanta beleza, até custa a acreditar no caos e na rebaldaria que muitas vezes acontece cá por baixo...
Heal The World
Make It A Better Place
For You And For Me
And The Entire Human Race...

O quinto álbum de originais dos rebeldes do rock Gogol Bordello acaba de ver a luz do dia e intitula-se Trans-Continental Hustle. Produzido por Rick Rubin, o disco inclui 13 canções, desta vez fortemente influenciadas pelo Brasil, onde o líder da banda, Eugene Hutz, decidiu morar há dois anos atrás. Uma Menina Uma Cigana e Sun On My Side são músicas influenciadas pela comunidade cigana do Brasil e pelo Carnaval.
Os Gogol Bordello são formados pelo baterista Oliver Charles, o baixista etíope Thomas Gobena, o percussionista latino-americano Pedro Erazo-Segovia, Sergey Rjabtzev no violino, Yuri Lemeshev no acordeão, Oren Kaplan na guitarra, as bailarinas/percussionistas Elizabeth Sun e Pamela Jintana Racine, bem como o carismático líder da banda, Eugene Hutz, na voz, guitarra e percussão. A sonoridade da banda inclui ska, metal, punk, rap, dub e agora, neste disco, os sons indígenas brasileiros que referi acima, produzindo uma mistura festiva e electrizante. São também uma das bandas mais apreciadas ao vivo e bastante conhecidos pela sua consciência ecológica.
Robert Christgau, crítico de música norte-americano e um dos grandes fãs da banda, descreveu este colectivo como a banda mais visionária do mundo.
Quem estiver interessado, poderá ouvir o disco no Myspace da banda. Fica a interpretação de Pala Tute, o single de abertura do disco, no programa Jools Holland, da BBC2 e o alinhamento de Trans-Continental Hustle;
1. Pala Tute
2. My Companjera
3. Sun is on My Side
4. Rebellious Love
5. We Comin’ Rougher (Immigraniada)
6. When Universes Collide
7. Uma Menina Uma Cigana
8. Raise The Knowledge
9. Last One Goes The Hope
10. To Rise Above
11. In The Meantime In Pernambuco
12. Break The Spell
13. Trans-Continental Hustle

A australiana Sia Furler, a voz mais emblemática dos Zero 7, estará de volta em Junho com We Are Born, o seu novo álbum, o quarto da carreira. Produzido por Greg Kurstin (Lily Allen, Britney Spears, Kylie Minogue), será, pelo pouco que consegui descobrir, ao jeito do que Sia já nos habituou, pelo menos tendo em conta Clap Your Hands, o single de avanço. A música é bastante alegre, convida a dançar e conta com a participação de Nick Valensi dos The Strokes na guitarra!
Sia descreve assim We Are Born: the album I've been wanting to make since 'Colour the Small One', the album I've made when I've been hanging out with myself.
Sia tem também estado a trabalhar com Christina Aguilera no novo álbum da norte-americana, intitulado Bionic e anda em digressão, agora nos E.U.A. e a partir de Maio na Europa.

Damon Albarn não para! Depois dos Gorillaz terem editado Plastic Beach e de ter participado no último disco dos Massive Attack, este músico parece apostado, conforme já referi anteriormente, em não deixar que os Blur dêem o último suspiro sem deixarem algo de novo. Excelente exemplo disso é o filme No Distance Left To Run, que estreou em Janeiro deste ano e que noticiei AQUI. Na sequência das pazes de Albarn com Graham Coxon, além de ter surgido esse filme, há rumores de um novo disco ainda para este ano e a primeira música dos Blur a ver a luz do dia após o álbum Think Tank, de 2003, chama-se Fool's Day e foi editada como single no último Sábado, dia 17 de Abril.
Fool's Day foi lançada como pretexto para assinalar o Record Store Day, um evento anual e que promove por toda a Europa as lojas de discos de pequena e média dimensão e com catálogos mais alternativos. Algumas lojas do Porto aderiram a este evento por aquilo que tive conhecimento.
A edição em vinil de Fool's Day foi limitada a 1000 cópias e em algumas lojas londrinas formaram-se enormes filas para obter uma das rodelas.
Em Portugal o single ainda não se encontra à venda mas, felizmente, os Blur disponibilizaram Fool's Day para download gratuíto no seu site, de forma a evitar que quem não consegue comprar o single faça download ilegal do mesmo.
Infelizmente, por estar com pouco tempo livre para o meu hobbie predilecto, ainda não ouvi a música com o cuidado e atenção que pretendo e acredito que ela merece! Mas, como soube desta notícia ainda hoje e devido à importância da mesma, não quis deixar passar nem mais um dia sem a divulgar! Deixo o desafio para que a ouçam e deixem a vossa opinião neste espaço.
Este ano de 2010 não para de nos surpreender em termos musicais! Tirando a fase de euforia ocorrida em 2002, como consequência do 11 de Setembro do ano anterior e que serviu de inspiração a muitas bandas, não me lembro de um ano tão profícuo no mundo musical alternativo.

A Índia do início deste século vive um autêntico milagre económico, é o país com maior densidade populacional e supostamente a maior democracia(?) do mundo. A grande maioria dos seus cidadãos vivem numa Grande Jaula, metáfora utilizada por Aravind Adiga para descrever a estratificação social deste país, feito de alguns ricos, mesmo muito ricos, que formam uma classe corrupta dominante e que vivem às custas dos restantes.
Balram, outrora um simples motorista e hoje um bem sucedido e empreendedor homem de negócios de Bangalore, cidade do sul da Índia, escreve uma extensa carta ao Primeiro Ministro Chinês, Wen Jiabao, dias antes da visita deste à Índia, onde conta a história da sua vida e como saiu da enorme Jaula e pertence agora à elite.
O Tigre Branco leva-nos pois a uma viagem por uma Índia negra, violenta e exuberante, a Índia das desigualdades sociais endémicas. É um retrato cru da desumana realidade da vida das classes mais pobres e permite-nos conhecer as discrepâncias chocantes entre o luxo da elite rica deste país e a luta desesperada dos que nada têm.
Este livro desmitifica a Índia lírica e nostálgica que muitas vezes nós, os Ocidentais, idealizamos e mostra a Índia real, que vive o tal milagre económico, mas assente num lastro de corrupção e vício.
Coincidindo com a digressão de Acceleratte, os R.E.M. lançaram um livro de fotografias, já em 2008, onde a banda é captada, pela primeira vez na carreira, em momentos intimistas e locais de acesso reservado.
As fotos foram tiradas por David Belisle, que viajou com a banda nestes últimos 10 anos e assistiu a concertos, gravações de vídeos, trabalho de estúdio e entrevistas, acedendo a locais que só os familiares e amigos mais chegados de Stipe, Mills e Buck costumam ter acesso.
O prefácio é da autoria de Michael Stipe e o livro já pode ser encontrado na nossas melhores livrarias, razão pela qual só agora dei conta dele, apesar de ter sido editado, conforme já referi, em 2008.


El Turista é um título apropriado para o novo álbum de Josh Rouse, o meu músico a solo preferido e com o qual às vezes me identifico, nascido no Nebraska e que se mudou definitivamente para Altea, no sul de Espanha, em 2005, por causa de Paz Suay, com quem acabou por se casar recentemente.
Ao longo da sua carreira, Rouse habituou-nos a sermos de certa forma íntimos dele, visto ser um escritor de canções bastante auto-biográfico. Os seus álbuns são retratos fiéis da sua existência; Reflectem a sua vida, as suas viagens constantes e a procura de novos rumos. Os seus discos deixam-nos saber que Josh apaixonou-se no início deste século, de seguida enfrentou uma separação e que foi tremendamente dolorosa, passou por uma fase de profunda angústia e solidão e de seguida, viveu a euforia do encontro de um novo amor; Dressed Up Like Nebraska (1998), Home (2000), 1972 (2003), Nashville (2005, o meu disco preferido), Country Mouse City House (2007), Subtitulo (2006) e She’s Spanish, I’m American (2007), contam pois a vida de Josh Rouse na última década, de forma honesta, livre e desinteressada, sendo óbvio que para este ser humamno a música funciona como a melhor das terapias! Aliás, uma das suas músicas mais conhecidas e auto-biográficas intitula-se Light Therapy.
El Turista segue esta linha e dá-nos a conhecer a nova vida de Josh Rouse, a viver definitivamente no sul de Espanha e com Paz Suay. Assim, influenciado pela sonoridade local, El Turista parece-me ser um disco exótico e cheio de músicas apropriadas para o verão que se aproxima. As músicas com título em espanhol são cantadas na língua castelhana, algo que Rouse já tinha feito antes em Subtitulo (2006) e em She’s Spanish, I’m American (2007), disco gravado com Paz Suay.
A música cubana é outra influência deste disco, visível em duas covers do pianista e cantor cubano Bola de Nieve. Refiro-me aos originais Drume Mobila e Messié Julián, que Josh transformou em Duerme e Mesise Julian. E ao longo do disco também há muitas influências latinas e de bossa-nova, por aquilo que já me apercebi. O próprio Josh Rouse refere acerca de El Turista: I know it’s kind of funny, this Midwestern guy doing Brazilian songs in Spanish; I don’t know if it fits, but I like the way it feels.
Conheço ainda pouco deste disco, infelizmente ainda não o ouvi na totalidade mas, do pouco que já descobri, gostei muito, depois da meia decepção que foi para mim Country Mouse City House.
Don't Act Tough ficou-me no ouvido, assim como Valencia e Lemon Tree. Em breve espero poder ouvir o El Turista na íntegra e repetidamente.


Kurt Cobain, nascido em Aberdeen - Washington, a 20 de Fevereiro de 1967, foi encontrado morto dia 8 de Abril de 1994, três dias depois de se ter suicidado com um tiro na boca. Ao lado do seu corpo, a polícia de Seattle encontrou um bilhete que, entre outras coisas, dizia it’s better to burn out than to fade away (é melhor estoirar de uma vez do que desaparecer aos poucos) e o disco Automatic For The People dos R.E.M. a tocar ininterruptamente. O maior ídolo do rock naquela época tinha-se suicidado no auge da sua carreira.
Um mês antes, Kurt tinha sofrido uma overdose num hotel em Roma, que quase o levou a morte. De volta aos EUA, foi internado numa clínica de reabilitação na Califórnia, de onde fugiu pouco depois para Seattle, cidade fria e cinzenta do noroeste americano, berço do grunge, o último grande movimento do rock, responsável pelo nascimento de bandas como Mudhoney, Soundgarden, Pearl Jam e os Nirvana.
Dois meses antes da sua morte, os Nirvana estiveram em Portugal para um concerto no Pavilhão Dramático de Cascais.
Foi com Kurt Cobain, Billy Corghan e Michael Stipe que me apaixonei pelo Rock alternativo e Cobain põe fim à sua vida no ano em que a minha banda sonora era Automatic For The People, Monster, Nevermind, In Utero, Laid e Mellon Collie & The Infinite Sadness.
Fica Lithium, a minha música preferida da banda, numa versão ao vivo extraordinária, potente, visceral, arrebatadora... Nirvana!
Para quem quiser saber mais sobre Kurt Cobain;
Livros
Kurt Cobain: Fragmentos de uma Autobiografia
autor: Marcelo Orozco
Editora: Conrad
O autor analisa e comenta as músicas do Nirvana e as letras de Cobain, ligando-as à cronologia da vida do vocalista.
Mais Pesado Que o Céu – Uma Biografia de Kurt Cobain
Autor: Charles R. Cross
Editora: Globo
Considerada por muitos a principal publicação focada na vida de Kurt Cobain, com base em cerca de 400 entrevistas, será adaptada para o cinema.
DVDs
Últimos Dias
Director: Gus Van Sant
Distribuidora: Warner Home Vídeo
São contados os últimos dias de Kurt Cobain, em forma de romance, nesta ficção protagonizada por Michael Pitt.
Nirvana: Unplugged in New York
Distribuidora: Universal Music
Gravado cinco meses antes da morte de Cobain, o concerto produzido pela MTV é uma emocionante despedida do vocalista.
Sites
www.nirvanaclub.com
Reúne grande quantidade de material sobre a banda, como artigos, vídeos, fotos,...
www.livenirvana.com
Site com arquivo de set lists, locais e datas das apresentações da banda, além de detalhes de sessões de gravação e aparições na TV e no rádio.
O que podem mudar trezentos e sessenta e cinco dias numa vida só porque se teve a coragem de dar a tão prometida segunda prenda? O que podem trazer de novo trezentos e sessenta e cinco dias, quando ainda há um futuro pela frente, tantos dias de sol para usufruir e tantas luas cheias para contar?
Trezentos e sessenta e cinco dias mudaram tudo! E além de terem mudado tudo, mudaram as cores da minha vida para uma vida Smartieeees, uma vida com o 100% para viver, mil velas para acender e um relvado com lâmpadas coloridas para cuidar, travestido de Easter Bunny & Christmas Tree.

No primeiro dia dos trezentos e sessenta e cinco dias, o dia em que demos pela primeira vez as mãos, senti aquele formigueiro e comecei a voar... Literalmente! Pronto, não foi voar mesmo, com asas e tudo... Mas foi aquele voar... Sem asas!
Trezentos e sessenta e cinco dias depois, fazendo a retrospectiva do voo, ainda não consegui comprar o prometido jipe verde e são poucos os electrodomésticos com comando e botões onde já carrego, mas não há dia em que não saboreie e usufrua, com todas as células, os gestos que durante estes trezentos e sessenta e cinco dias, foram gestos True Love Waits.
Nunca apreciei doces e agora ainda menos a falta deles sinto porque tenho Smartieeeees, the Candie & the Candle of my life!
Randy Newman - I Think It's Going To Rain Today
Karen O The Kids - All Is Love
Peter Gabriel - My Body Is A Cage (Peter Gabriel Cover)

Coldplay - Lovers In Japan (Acoustic Version)

Band Of Skulls - I Know What I Am

Marina & The Diamonds - Hollywood

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