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Miep Gies RIP

Quarta-feira, 13.01.10

O Diário de Anne Frank foi um dos primeiros livros que li, já lá vão cerca de duas décadas. E, tal como muitos milhões de leitores, tal só terá sido possível graças a esta senhora...

 

 

 

 

Miep Gies chegou a Amsterdão em 1920 e conheceu Otto Frank, o pai de Anne, ao pedir-lhe trabalho na sua loja de comércio de especiarias.

Com o início da II Guerra Mundial, a ocupação da holanda em 1940 e a perseguição aos judeus nesse país, a família Frank é obrigada a esconder-se num pequeno compartimento da sua empresa, no número 263 da Prinsengracht, em Amsterdão.

Gies e seu marido não eram judeus. Mantiveram-se nessa casa e asseguraram que a família judia era abastecida com comida e outros móveis e utensílios essenciais, pondo as próprias vidas em risco.

Infelizmente, o refúgio dos Frank foi descoberto em junho de 1942 pelas SS e toda a família foi presa e transferida para um campo de concentração de Bergen-Belsen, no norte da Alemanha, semanas antes da libertação da Holanda pelas tropas aliadas.

Edith, a mãe de Anne, morreu de inanição a 6 de janeiro de 1945 e Margot (irmã de Anne) e Anne em consequência de uma epidemia de tifo em Bergen-Belsen, no início de março do mesmo ano.

Apenas o pai, Otto Frank, conseguiu sobreviver e regressou a Amsterdão no final da Guerra, onde Miep Gies lhe entregou o diário de Anne que ela tinha guardado.

Desde que Otto Frank decidiu publicá-lo em 1947, o diário foi traduzido para várias línguas e foram vendidas dezenas de milhões de exemplares.

 Miep Gies morreu esta segunda-feira, dia 11 de Janeiro de 2010, aos 100 anos.

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publicado por stipe07 às 21:42

Jonsí - Boy Lilikoi

Terça-feira, 12.01.10

É muito estranho ouvir Jonsí a cantar em inglês, depois de tantos anos habituado a ouvi-lo em islandês e hopelandish (dialecto inventado pelos Sigur Rós).

Boy Lilikoi soa-me a uma mistura da magia de Glósoli (2ª faixa de Ágætis Byrjun) com a alegria de Goobledigook (1ª faixa de Með Suð Í Eyrum Við Spilum Endalaust), duas das músicas mais belas da banda islandesa da qual Jonsí é vocalista.

Go promete vir a ser um disco perfeito para a próxima Primavera...

 

 

Quem quiser a música... AQUI.

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publicado por stipe07 às 21:49

Discos em 2010

Segunda-feira, 11.01.10

Já fiz a retrospectiva de 2009, musicalmente falando e foi um ano muito rico, uma belíssima colheita. Mas um novo ano já está em marcha e promete ser ainda melhor, tendo em conta o que tenho lido.

Não vou entrar em grandes detalhes, até porque muitas das bandas e discos que referir neste texto, voltarão, espero eu, a ser motivo de análise ao longo do ano, em Man On The Moon. E também só vou destacar as bandas que realmente me interessam e que merecem a minha atenção.

Assim e depois da estreia de Julian Casablancas a solo, parece que os The Strokes irão regressar aos discos, estando já a preparar o sucessor de First Impressions On Earth (2005); Para já estão confirmados como cabeças-de-cartaz da edição deste ano do consagrado Festival da Ilha de Wright.

Como já referi anteriormente, os Radiohead estão de volta ao estúdio e o sucessor de In Rainbows poderá ver a luz do dia em 2010. Esta notícia é excelente depois dos rumores de que a banda deixaria de editar discos no formato habitual e que estaria mesmo em risco o futuro da banda.

Os Pavement também prometem disco novo para este ano, após terem confirmado o regresso aos palcos, de onde estavam arredados há algum tempo.

Sete meses depois de Hombre Loco, End Times, dos Eels, já foi lançado e prometo, muito em breve, falar com mais detalhe do disco, assim que o ouvir.

Contra, dos Vampire Weekend já se pode ouvir por aí e dois singles são conhecidos: Horchata e o fantástico Cousins. Parece que o estigma do segundo álbum não passará por esta banda e que Contra é mesmo um grande disco.

Charlotte Gainsbourg lançará, já no final deste mês, um novo disco. Tal facto chamou-me a atenção porque é um trabalho de parceria com Beck, já que ele é o escritor e produtor de todas as músicas do álbum.

Na mesma altura, o sucessor do aclamado Distortions, dos Magnetic Fields, chegará às lojas e já tem nome, Realism. Parece que a banda vai regressar às canções rápidas e simples... E ainda bem!

No final deste mês também está prometido o lançamento do terceiro disco dos Beach House, uma das minhas mais recentes descobertas.

Em Fevereiro o ex-Génesis Peter Gabriel vai lançar Scratch My Back. Tal facto interessa-me porque é um disco só de versões e de nomes tão importantes para mim como David Bowie, Arcade Fire ou Lou Reed.

Outro dos regressos que mais aguardo em 2010 é o de James Murphy e os seus LCD Soundsystem; Será em Março. Pela mesma altura os Gorillaz  de Damon Albarn estarão de volta, também com o seu terceiro disco, Plastic Beach, que fará certamente parte da minha colecção.

Jonsí, vocalista dos Sigur Rós vai lançar o seu primeiro disco a solo, Go, lá para Abril, com arranjos de Nico Muhly.

MGMT, Interpol, Panda Bear, Goldfrapp e Liars também deverão ter novo disco em 2010.

E para terminar, parece que os Coldplay e os R.E.M. estão enfiados nos seus estúdios, como já fiz referência aqui.

Para já são estas as novidades que tenho conhecimento! Nada mau... A confirmar-se todos estes rumores vai ser um 2010 em grande!

 

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publicado por stipe07 às 22:01

O meu post de 2009 - True Love Waits.

Segunda-feira, 11.01.10

Não tenho dúvidas sobre qual foi o meu post mais feliz de 2009. 

True Love Waits sintetiza tudo o que sentia naquele tão quente e feliz mês de Junho. O texto é ainda actual e, melhor que isso, mais sólido e fundamentado, porque tem vindo a ser posto em prática e experimentado! Não há um único dia em que não tente fazer sorrir quem amo e o bem, nem que seja a mim próprio, canalizando as minhas capacidades e inteligência para o usufruto do amor.

Mesmo assim, às vezes sinto alguma frustração por saber que não tenho a capacidade de contagiar o mundo inteiro nestes dias em que sou tão feliz e fazer com que todos possam também vibrar com este sentimento! Mesmo assim, é bom saber que escrevi True Love Waits de forma espontanea, reflectindo o estado de alma que me tem iluminado nos últimos meses.

Com True Love Waits quis simplesmente dizer que sou feliz como nunca fui ou imaginei vir a ser, que não quero que este estado de alma passe e que, por me sentir tão preenchido, gostava que todos pudessem ter a oportunidade de viver também um verdadeiro amor, que fizessem o inexplicável todos os dias, tivessem só manhãs maravilhosas e fossem assim pessoas maiores, mais grandes e mais bonitas!

Adorava que todos soubessem saborear os momentos de ausência por serem um retardar de um reencontro certo e não sinónimo de solidão.

Queria muito que todos tivessem sempre a impaciência esbatida, vivendo uma vida serena, sem apertos no peito ou buracos na barriga.

Gostava que todos os que amam com coragem, determinação e alegria, fossem recompensados e pudessem deixar uma marca indelével no mundo; Assim o nosso Planeta seria uma praia gigante, num dia de verão, cheia de pegadas e marcas de vida, deixadas por todos aqueles que amaram em plenitude e se divertiram imenso com isso, para que nunca fossem esquecidos e se tornassem verdadeiros exemplos.

No fundo, gostava que este mundo fosse um local bem melhor para se viver e que todas as pessoas, todos os dias, fizessem algo por amor... algo bonito, absurdo, estranho, desconcertante, luminoso, ensaiado, espontâneo, doce, rude, brilhante, imprevisível, perigoso, sensato, sofrido, não importa... mas que fosse algo feito por amor... E assim teríamos, decerto, o tal mundo bem melhor!

Apesar deste frio que contrasta com a luminosidade e o calor daqueles dias, aqui, no meu peito, a chama continua tão intensa como era em Junho. E sei que naqueles olhos verdes tenho combustível mais do que suficiente para que ela não se apague até ao fim dos meus dias.

Fica de novo o texto...

 

Nunca temos tempo para parar e pensar no que mais nos motiva a querer ser feliz e a lutar por este mundo. Perdemos a esmagadora maioria do nosso tempo consumidos nas obrigações do tempo que nos consome e se conta demasiado rápido. Adiamos repetidamente o que sabemos ser essencial, sobrevivemos na ilusão que já estar vivo nos faz bem e feliz e andamos demasiadamente crentes, conformados que amanhã tudo ficará melhor! Pensamos que se somos bons vai correr tudo bem ou, pior ainda, seguimos em frente, nem sempre de cabeça erguida, porque estamos esmagados num conformismo fétido que nos diz que não vale a pena insistir, que nunca alcançaremos o justo e merecido, sendo melhor deixar tudo como está, porque somos vivos, temos os bens materiais essenciais e um dia, como já disse, vai ficar tudo bem.

O amor é o sentimento maior, é a parte mais bonita de cada um de nós. Não é o lado mais frágil, só porque às vezes nos faz sofrer; é antes o lado mais poderoso porque nos leva a fazer o inexplicável; o amor é a veia motriz deste mundo, a única razão que considero plausível esperar e lutar até ao fim e nunca desistir, por maior que seja a dor e o embaraço que nos cause, nem que isso nos leve a abdicar de tudo  o resto que nos importa. É que não há maior sentimento de felicidade do que sentir o verdadeiro amor. E desafio que alguém me prove o contrário!

O amor faz-nos crescer, torna-nos muito maiores, mais grandes e mais bonitos!

Usufruir de um verdadeiro amor é sentir aquela ânsia sufocante de não ver os minutos a passar mas, ao mesmo tempo, querer que o relógio pare, por se saber que se vive um presente radioso, quando as manhãs são maravilhosas porque nos apercebemos da nossa realidade.

É  incrível como o amor  vira a nossa impaciência de pernas para o ar e dá-nos a serenidade que antes estava completamente esbatida. Por isso é que amar é também saber esperar, saborear os momentos de ausência, querer até, com alguma auto-malícia, prolongá-los, retardar o reencontro... É que quando ele sucede, sabemos sempre que as horas vão correr, que o tempo vai ser fugaz e esfumar-se sem saborearmos convenientemente a presença do outro, porque estamos demasiados ofuscados com a mesma e perdidos nos seus braços a deleitar o nosso sedento coração!

Esperar por um verdadeiro amor é ter de ser forte, muito forte e forte outra vez, é resistir a todas as adversidades, a múltiplas tentações que só nos trazem prazeres passageiros e vazios, bons no momento, mas embaraçosos e inócuos instantes depois. Viver uma aventura fugaz é tapar as feridas do nosso coração com pequenos remendos. Vivemos uma verdadeira aventura quando amamos com plenitude e usamos toda a nossa inteligência para conseguir surpreender o outro com algo novo e diferente todos os dias.

Ser grande e importante neste mundo, deixar uma pegada indelével, não significa termos de fazer algo que dê nome a uma rua, que baptize uma rotunda, um museu ou uma ponte. A marca indelével que deve ficar no dia em que partirmos é a marca do exemplo, o reflexo daquilo que fomos ao longo da nossa vida. Sermos maiores é, mais do que por aquilo que produzirmos e construirmos, sermos um dia lembrados pelo que amámos, pelo bem que fizemos e sermos recordados quando nos virem reflectidos nos nossos descendentes, que vivem orgulhosos do que testemunharam em nós enquanto cresceram.

A minha vontade de ser bem sucedido neste mundo, de encontrar o meu lugar, de deixar a minha pegada indelével, é ter a certeza que, quando tive a oportunidade de amar, não desperdicei essa benção, usufrui dela plenamente e fiz sorrir quem aceitou o meu amor.

A única coisa que me irrita no amor é não ter jeito nenhum para falar ou escrever sobre ele; por isso, prefiro canalizar as minhas capacidades e a minha inteligência para o seu usufruto.

Ao final do dia, fazendo a retrospectiva, devemos, além das obrigações que cumprimos, recordar vivamente tudo aquilo que fizemos por amor! Quer tenha sido a aquisição de um jipe verde, ou o simples carregar num botão de um electrodoméstico, devemos saborear com todas as células do nosso corpo esse momento que nos fez grandes e nobres, por ter sido um gesto de amor. 

Como disse no início, nunca temos tempo para parar e pensar no que mais nos motiva a querer ser feliz e a lutar por este mundo. Eu diria que deve ser um verdadeiro amor, demore o tempo que for preciso. E eu também diria que já o encontrei...

 

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publicado por stipe07 às 15:23

Bell X1 - Eve, The Apple Of My Eye

Sábado, 09.01.10

Música do dia....

 

You left it, I sent it
I want it back
You left it, I sent it
I want it back

If I had you here, I'd clip your wings
Snap you up and leave you sprawling on my pin
This plan of mine is oh so very lame
Can't you see the grass is greener where it rains

You left, I died,
I went and you cried
You came, I think
But I never really know
I've served my time
I've watched you climb
The wrong incline
But what do I know

Accept it, Don't let it
Turn the screw
Accept it, And let it
Scream back at you

Now this applies both equally to you and I
The only thing we share
Is the same sky
These empty metaphors
They're all in vain
Like can't you see the grass is greener where it rains

In the garden Snake was a charmin'
And Eve said let's give it a try
Now lead us not into temptation
But no matter how hard I try
When in the garden and
Snake is a charmin'
And Eve says let's give it a try
Eve is the apple of my eye

And I lie behind you
And a cradle you in the palm of me
And I pat your hair down
I think will we sink or swim?
'Cause we could do either on a whim

 

Os Bell X1 são uma banda irlandesa, formada em 1990 e constituída actualmente por Paul Noonan, David Geraghty, Dominic Philips e Tim O’Donovan. Chegaram a contar na sua formação inicial, que se chamava Juniper, com Damien Rice, que entretanto enveredou por uma bem sucedida carreira a solo.

Têm até agora quatro álbuns lançados, sendo uma banda muito querida no seu país natal e agora também nos EUA, devido ao sucesso que esta canção, Eve, The Apple Of My Eye, reitrada do álbum Music In Mouth (2003) tem tido nesse país, ao ser usada em programas famosos, como a Anatomia de Grey.
O nome da banda foi inspirado no avião Bell X1, o primeiro a superar a velocidade do som, construido pela Bell Aircraft Corporation, para a USAF (Força Aérea dos Estados Unidos), em 1947.

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publicado por stipe07 às 14:02

I Blame Coco

Quinta-feira, 07.01.10

Atenção a esta miúda...

Chama-se Coco Sumner, tem 19 anos e merece o meu destaque por ser a filha de Sting e, principalmente, porque parece ter talento!

O projecto chama-se I Blame Coco, já assinou um contrato de longa duração com uma reputada editora e promete dar que falar em 2010. O primeiro single, Caesar, é um dueto com a sueca Robyn e já começou a causar sensação no meio alternativo, apesar de só ter edição prevista lá para Março. 

 

 

Para os interessados, a música, no formato habitual, AQUI.

 

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publicado por stipe07 às 17:10

Filmes em 2010

Quarta-feira, 06.01.10

2010 promete ser um ano bastante profícuo na indústria cinematográfica. A primeira nota de relevo após a pesquisa que efectuei é a massificação das versões 3D, que serão certamente acompanhadas, infelizmente, por uma subida do preço do bilhetinho mágico, para essa opção! Em períodos de aperto, não há outro remédio senão abdicar do balde das pipocas e da pouca Pepsi que costuma vir nuns baldes de plástico cheios de gelo!

Começando pelo cinema de animação que tanto me interessa, os dois primeiros episódios de Toy Story vão voltar ao grande ecrã, neste novo formato 3D, em Junho. No mês seguinte tem estreia agendada o terceiro capítulo da saga, ainda sem título.

A Dreamworks continuará em grande em 2010, com a estreia da quarta e última película de Shrek, que já comentei AQUI, Shrek Forever After.

A Disney irá apresentar uma alternativa a esta tendência 3D, apresentando como grande trunfo, no formato tradicional de animação, o filme A Princesa e o Sapo, de John Musker e Ron Clements. No entanto, também entrará na onda 3D com Alice No País Das Maravilhas, da autoria de Tim Burton, com Johnny Depp no elenco, como também já referi AQUI. Neste filme a Disney deu ainda mais um passo em frente, porque será um filme, em formato 3D, que conjugará animação com imagens reais.

Lá para o Natal de certeza que haverá mais novidades no campo do cinema de animação. 

No que concerne aos restantes estilos cinematográficos, nos meses mais próximos e tendo em conta só os filmes que me poderão interessar, começo por destacar A Estrada, de John Hillcoat que adapta o livro homónimo de Cormac McCarthy. Saliento igualmente O Laço Branco, de Michael Haneke, distinguido com a Palma de Ouro em Cannes e o  filme de Jason Reitman, Nas Nuvens, Com George Clooney no elenco (um bom pretexto, para alguns, para conseguir convencê-la a ir ao cinema) e que foi nomeado para 6 Globos de Ouro.

Tentarei também não perder o regresso de Spike Jonze à realização, no filme O Sítio das Coisas Selvagens, uma adaptação de um clássico da literatura infantil.

Ridley Scott também terá o seu filme em 2010... E que filme! Será uma adaptação de Robin dos Bosques, Robin Hood, protagonizada por Russel Crowe. Imperdível!!

 

Lars Von Trier regressará ao grande ecrã, como realizador e novamente envolto em polémica. Desta vez trará Anticristo, cuja data de estreia no nosso país tem vindo a ser adiada desde Novembro.

 

A meio do ano chegará um dos filmes mais aguardados em 2010 e que conta a história de Nelson Mandela. Interpretado por Morgan Freeman (excelente escolha!!) e realizado por Clint Eastwood, intitula-se Invictus.

 

Irónica a forma como Eastwood regressa à realização, depois de ter sido acusado de racismo, por não ter usado actores negros em As Bandeiras dos Nossos Pais e As Cartas de Iwo Jima.

Apesar da morte prematura de Heath Ledger, no final de 2008, poderemos vê-lo, nas salas de cinema, em O Homem Que Queria Enganar O Diabo, último papel deste actor, num filme terminado por Terry Gilliam.

Os irmãos Cohen (Joel e Ethan), Woody Allen e Peter Jackson, também estão de volta em 2010, com Um Caso Sério, Tudo Pode Dar Certo e Visto Do Céu, respectivamente.

O jogo de computador Prince of Persia: The Sands of Time também será adaptado ao grande ecrã, por Mike Newell e protagonizado por Jake Gyllenhaal.

Robert Downey Jr. voltará a interpretar o Homem de Ferro, em Iron Man 2.

Finalmente deixo mais duas propostas que não são propriamente do meu agrado, mas que poderão interessar a quem lê Man On The Moon; Quem gosta de filmes de terror, poderá deliciar-se com o regresso da saga O Pesadelo em Elm Street, realizado por Samuel Bayer. Lá mais para o final do ano, Harry Potter estará de regresso com Harry Potter and the Deadly Hallows, de David Yates.

E para já são estas as novidades que descobri. Como se vê, há excelentes realizadores, com longas e premiadas carreiras, que regressam ao activo. A luta pelos Óscares será certamente renhida! Nota-se uma tendência para o continuidade de várias sequelas e a adaptação de algumas histórias conhecidas.

Durante o ano voltarei a comentar alguns destes filmes e certamente que vários me levarão até uma sala de cinema, assim como muitos outros que ainda estão por descobrir, porque não são distribuidos por grandes mutinacionais e frequentemente me suscitam maior interesse e curiosidade.

 

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publicado por stipe07 às 22:01

Tindersticks em Estarreja! (E mais 2 concertos)

Quarta-feira, 06.01.10

Ora cá está uma notícia impensável ainda há poucos anos atrás...

Os Tindersticks acabam de confirmar um concerto no Cine-Teatro de Estarreja, próximo dia 7 de Fevereiro às 21h00.

Este é o terceiro concerto da banda de Stuart Staples confirmado em solo nacional; Estarão também no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, a 5 de Fevereiro e no Centro Cultural e de Congressos de Calda da Rainha, dois dias antes, a 3 de Fevereiro.

Os bilhetes para o concerto numa das minhas terras custam €20,00 para o balcão, €22,00 para a segunda plateia e €25,00 para a primeira plateia (à venda no site oficial do Cine-Teatro de Estarreja - basta seguires o link).

Os Tindersticks trazem consigo um novo álbum de originais, que se chama Falling Down a Mountain e sucede a The Hungry Saw , de 2008. Este novo disco sai para as lojas no próximo dia 25 de Janeiro com a chancela da 4AD.

Já agora, fica a minha música preferida da banda...

 

Aproveito também para relatar mais dois concertos já confirmados para o nosso país, na primeira metade de 2010.

Assim, os Fischerspooner estão de regresso a Portugal, actuando a 13 de Março no Teatro Sá da Bandeira, num evento inserido nas noites Clash Club, no Porto. Os bilhetes custam €12,50 se comprados antecipadamente e €15,00 no dia do evento.

Os ingleses The XX actuam em portugal, pela primeira vez, dia 25 de Maio, na Aula Magna, em Lisboa. Os bilhetes custam €25,00 e já estão à venda nos locais habituais.

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publicado por stipe07 às 09:09

Michael Stipe - 50 anos

Terça-feira, 05.01.10

Michael Stipe fez ontem 50 anos...

 

Michael Stipe nasceu em Decatur, Georgia, a 4 de Janeiro de 1960. O seu pai era um militar, obrigando a família a viver em vários locais; Na Alemanha e, nos EUA, em Illinois, Alabama e Georgia.

Stipe termina o ensino secundário em 1978, em Collinsville, Illinois, ingressando de seguida na Universidade da Georgia, em Athens, para estudar artes e fotografia.

Nesse período Stipe frequenta assiduamente uma loja de discos chamada Wuxtry, onde conhece Peter Buck. Os dois tornam-se amigos e decidem formar uma banda. A este par juntam-se Mike Mills e Bill Berry, nascendo assim, em 1980, os R.E.M.

Em 1984 Stipe revela oficialmente que é bissexual. Dez anos depois, em 1994, os R.E.M. estão no auge da sua carreira. Nesse ano suicida-se Kurt Cobain, já depois de Michael Stipe se ter tornado Padrinho da sua filha, Frances Bean Cobain. Aliás, estava prevista uma colaboração musical entre Michael Stipe e Kurt Cobain que, no momento da sua morte, ouvia The Automatic For The People.

Natalie Merchant, Peter Gabriel, Thom Yorke, Placebo, Coldplay, Joseph Arthur e Patti Smith foram alguns dos artistas / bandas mais conhecidos com quem Stipe tem colaborado ao longo da sua carreira.

A carreira artistica de Michael Stipe não se fez só no mundo da música. Em 1987 fundou a COO Films, com Jim Mckay, especializada em apoiar, financiar e revelar cinema alternativo. Também participou, como produtor, nos filmes Velvet Goldmine, Man On The Moon, Saved e Being John Malkovich.

Outra das suas grandes paixcões é a fotografia, sendo responsável pelo enlay de alguns dos discos dos R.E.M e por outras obras relevantes. Toca a pesquisar...

Muito mais poderia aqui dizer sobre Michael Stipe, acerca do que sei sobre a sua vida, a sua carreira e os seus projectos; Remeti-me ao essencial.

É, sem sombra de dúvida, uma das pessoas mais influentes do mundo, um Homem simpático, cheio de virtudes, um activista politico e ambiental, com profundas convicções, um poeta e escritor extraordinário e possui uma das vozes mais belas do mundo do rock!

Serei sempre seu fã...

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publicado por stipe07 às 21:37

The Temper Trap vs The Airborne Toxic Event

Sábado, 02.01.10

2009 ficou para trás, é história e os balanços já foram feitos. Depois das festas e desta pausa está na altura de voltar à rotina, contribuir para o futuro e continuar a sugerir a música que vai enchendo os meus dias e ajudando-me a ser um pouco mais feliz!

Começo 2010 com duas sugestões, ainda de 2009, mas descobertas minhas recentes e que me têm marcado nos últimos dias. São mais duas bandas que já sei que irei acompanhar com bastante interesse e que prometem grandes novidades num futuro próximo! Refiro-me aos The Temper Trap e The Airborne Toxic Event.

 

Os The Temper Trap são uma banda de Melbourne, Austrália, que acaba de trocar os antípodas por Londres, onde acalentam a esperança de conquistar os favores do público e cumprir a promessa que Conditions, o primeiro álbum, acabado de chegar às lojas, representa. Liderados pelo indonésio Dougy Mandagi, um vocalista expressivo e emocional, os The Temper Trap baloiçam entre o indie pop à moda dos anos 00 (ver MGMT, Vampire Weekend, Arcade Fire) e uma tentação pelo épico e grandioso, concretizada nas guitarras à U2 e nos crescendos ao jeito dos Coldplay.

Love Lost e principalmente Sweet Disposition (Download grátis AQUI), que já musicou um anúncio com José Mourinho, têm merecido a minha atenção.
Já agora convém referir que eles tocaram na edição de 2009 do Paredes de Coura.

Fica Sweet Disposition! Ouçam porque vale bem a pena... E obrigado por esta dica João Génio!

 

Os The Airborne Toxic Event são uma banda americana de LA composta por Mikel Jollett (voz, guitarra, teclados), Steven Chen (guitarra, teclados), Noah Harmon (baixo), Daren Taylor (bateria) e Anna Bulbrook (viola, teclados, voz).

Estão no início da sua carreira! Formaram-se em 2006, em 2008 assinaram pela Majordomo e no último ano deram o salto para a Island Records, tendo lançado em Abril o seu álbum homónimo.

Confesso que ainda é uma descoberta demasiado recente para conseguir fazer qualquer consideração acerca do som da banda, até porque sintonizei-os com Sometime Around Mignight (dowload grátis AQUI) e ainda não consegui sair desta música, tão viciado que estou nela! Assim, prefiro que, caso queiram, a ouçam vocês e tirem as vossas ilações!

Espero que tenham gostado destas duas dicas! Quanto a mim, acho que Man On The Moon começa muito bem o ano!

Em breve prometo falar dos discos e dos filmes que mais prometem em 2010.

Grande 2010 para todos os que consciente ou inconscientemente vão tropeçando por aqui...

 

 

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publicado por stipe07 às 21:20


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