Depois de a 2 de Junho do corrente ano, uma das minhas bandas de eleição, ter editado Hombre Loco (anunciei AQUI), parece que Mark Everett, ou Mr. E, teve um ano de 2009 bastante profícuo, após quatro anos de silêncio absoluto.
Assim, os Eels irão lançar um novo disco no dia 19 de Janeiro de 2010, intitulado End Times.

The Beginning
Gone Man
In My Younger Days
Mansions Of Los Feliz
A Line In The Dirt
End Times
Apple Trees
Paradise Blues
Nowadays
Unhinged
High And Lonesome
I Need A Mother
Little Bird
On My Feet
End Times será o 8.º disco de uma das melhores bandas do circuito alternativo norte-americano, consolidando uma carreira recheada de grandes momentos.
Ainda não são conhecidos grandes detalhes acerca da sonoridade do novo trabalho dos Eels; No entanto e tendo em conta a proximidade temporal com Hombre Loco, não deverá haver grandes mudanças, ou seja, será mais um disco tipicamente old Eels, a fazer relembrar os melhores momentos de Electro-Shock Blues e Daisies Of the Galaxies. Pelo menos são estas as minhas expectativas...
Pensamento Do Dia - Crie-se em Portugal uma Vacina contra a Corrupção, a aplicar através de um processo semelhante ao da Vacina contra a Gripe A; Primeiro os grupos prioritários: Empresários, Gestores, Politicos...
Para quem quer conhecer, relembrar ou simplesmente usufruir, disponibilizo algumas novidades e descobertas, uma parte essencial da playlist que ando a ouvir...
Editors - In This Light And On This Evening
Flaming Lips - Silver Trembling Hands
Au Revoir Simone - Another Likely Story
The Horrors - Sea Within A Sea
Another Likely Story e Ghosts fazem parte da 6º temporada de Anatomia de Grey, que reiniciou há duas semanas na RTP2 e cuja banda-sonora me tem deixado deslumbrado! Au Revoir Simone confirmam créditos e os Fanfarlo revelam-se como uma das grandes surpresas de 2009. Já agora, em relação a estes últimos deixo uma dica; Quem gostar de Smashing Pumpkins faça o favor de procurar a deliciosa versão que os Fanfarlo fizeram para We Only Come Out At Night!
In This Light And On This Evening ,Sing Sang Sung e Swing integram os últimos discos de Editors, Air e Zero 7, três discos fundamentais de 2009 e que poderão definir o futuro destes três projectos.
Shoot The Runner e Chocolate são já dois clássicos do rock alternativo da década, Sea Within A Sea (dar o nome The Horrors a uma banda talvez não seja premonitório para grandes feitos, mas estou certo que estes tipos vão ainda dar muito que falar) e Blue Mind duas grandes descobertas e Silver Trembling Hands mais um grande momento experimental dos norte-americanos Flaming Lips.
É fazer o favor de clicar nas músicas, procurar conforto e usufruir! Se alguma vos levar à Lua, avisem; Pode ser que nos encontremos por lá! E agradeço boas dicas... Ando ávido de novidades boas!
Cumprem-se hoje 50 anos sobre a publicação do primeiro livro de uma das mais famosas figuras de banda desenhada de sempre, o Astérix. René Goscinny, filho de uma família judia de origem polaca e Albert Uderzo, filho de imigrantes italianos, criaram um mito.

Em Agosto de 1959, em Bobigny, subúrbios de Paris, Goscinny e Uderzo trocavam ideias sobre novas personagens para incluir numa nova revista de banda desenhada, a ser lançada em outubro, quando a ideia finalmente surgiu: dois gauleses, um baixinho e outro gordo. Dois meses depois, Astérix e Obelix apareciam pela primeira vez no número um da tal nova revista, chamada Pilote.
O primeiro álbum sai dois anos depois e chamou-se Astérix, o Gaulês. Seguiram-se mais 32 álbuns. Até hoje todos eles já venderam cerca de 300 milhões de exemplares em todo o mundo!
Mas afinal, quem é que não conhece Astérix, o pequeno gaulês, com um bigode farfalhudo, que anda sempre com o desajeitado Obélix, que carrega menires como quem agarra numa pena e que adora javalis? Quem não sabe que ambos vivem numa invencível aldeia e que têm conseguido sobreviver ao império romano graças à poção mágica do druida Panoramix? Quem não conhece Abraracourcix, o chefe da aldeia, o bardo Assurancetourix e o pequeno cão Ideiafix?
Em 1979 René Goscinny morre subitamente e no ano seguinte é publicado O Grande Fosso; Este torna-se no primeiro livro com argumento e desenho de Albert Uderzo, embora na capa permaneça o nome de Goscinny, o companheiro desta aventura literária.
O último álbum editado, data de 2005 e intitula-se O Céu Cai-lhe em Cima da Cabeça; Teve uma tiragem mundial de oito milhões de exemplares.
Ultimamente o Astérix tem passado mais tempo nos tribunais do que nas vinhetas. Uderzo decidiu que as aventuras de Astérix deveriam continuar após a sua morte; vendeu a editora Albert René, que tinha criado em 1979, à Hachette Livres e encarregou oficialmente os irmãos Fréderic e Thierry Mébarki, que trabalham com ele há anos, de continuarem a desenhar o herói gaulês. No entanto, Sylvie Uderzo, única filha de Albert, não aceita essa venda e accionou judicialmente o próprio pai. O processo ainda não está concluído.
As aventuras de Astérix fizeram parte da minha infância e adolescência, li a grande maioria dos álbuns publicados com um prazer enorme e por isso não poderia deixar passar esta data em claro. Será uma das personagens da banda-desenhada que obrigatoriamente darei a conhecer a quem me proceder!
Já viu a luz do dia o novo disco de uma das minhas bandas preferidas, no campo da pop e da electrónica, os Zero 7. O álbum intitula-se Yeah Ghost
Count Me Out
Mr McGee
Swing
Everything Up (Zizou)
Pop Art Blue
Medicine Man
Ghost Symbol
Sleeper
Solastalgia
The Road
All Of Us
Ainda não tive oportunidade de ouvir o disco na íntegra, excepto algumas faixas disponíveis no myspace da banda. Entretanto não poderei fazer uma análise profundada ao trabalho.
No entanto, por aquilo que já ouvi e que me possiblitou formular uma primeira opinião e tendo em conta o que li, pelos vistos é uma enorme desilusão, um fiasco mesmo.
Parece que os Zero 7 tentaram novamente a mudança a qualquer custo e a fórmula não resultou, tal como já havia sucedido em The Garden (2006), apesar da participação de José Gonzales em alguns temas.
Há que aceitar e respeitar a intenção de alteração de rumo desta dupla britânica. No entanto, esta radicalização dos propósitos sonoros fundados em Simple Things (2001) e When It Falls (2006), álbuns onde os Zero 7 se mostraram dignos embaixadores de uma pop moderna capaz de abraçar também a soul, a electrónica e a folk, indica alguma falta de honestidade para quem, como eu, aprendeu a amar estes dois discos! Pessoalmente sinto-me defraudado!
Tirando talvez Swing e Pop Art Blue, Yeah Ghost é tudo o que não estava à espera num disco da dupla Henry Binns e Sam Hardaker. E nem a sempre excelente Eska consegue salvar o novo trabalho deste projecto britânico.
É sempre bom mudar mas para este resultado, mas valia terem mantido a fórmula anterior, por muito desgastada que parecesse estar. Pessoalmente aguentava mais um ou dois discos dos Zero 7 na mesma onda dos primeiros trabalhos da banda.
Ficao link para Pop Art Blue, uma das poucas que valem a pena a audição, para quem quiser descarregar...

Também já tenho bilhetes.
Agora só me resta aguardar pela confirmação da presença dos Snow Patrol!
Se tal suceder, os U2 lá farão a 2.ª parte do concerto! Não é para qualquer banda... :)
Em Inglaterra são já considerados pela imprensa musical The Next Big Thing... Chamam-se A Silent Film
Os A Silent Film são uma banda britânica, de Oxford, composta por Robert Stevenson (Voz/Piano), Lewis Jones (Guitarra), Spencer Walker(Bateria) e Ali Hussain (Baixo) e com uma sonoridade que varia entre a música contemporânea e o rock alternativo. Este grupo surgiu em 2005 e parece dever o nome ao fascínio que os filmes mudos de Chaplin, Buster Keaton provocam nos seus membros.
Costumam ser comparados aos Radiohead, Coldplay e Snow Patrol, razão pela qual me chamaram a atenção. No entanto, a audição do seu single You Will Leave A Mark, soa-me imenso a Keane.
Os A Silent Film lançaram este ano o álbum, The City That Sleeps, onde se insere o single referido. Contagiam logo ao primeiro acorde e transformam este silêncio numa das mais expressivas emoções que a música britânica deu a conhecer nos últimos anos.
Uma das curiosidades desta banda é ensaiar desde sempre num barracão de madeira ao qual deram o nome de O Rancho; pelos vistos, a maior parte do álbum The City That Sleeps foi lá composto.
Já estiveram em Portugal no Optimus Alive!09, a 11 de Julho, no palco Super Bock , no mesmo dia em que tocaram Trouble Andrew, Los Campesinos e Fischerspooner.
No próximo dia 27 de Outubro, terça-feira, estarão por cá novamente, num concerto de angariação de fundos para a Liga Portuguesa contra o Cancro, no Hard Rock Café, às 23h, num evento organizado pela MTV Portugal.
Fica You Will Leave A Mark...

Os The Butterfly Explosion são oriundos da Irlanda e acabam de lançar Closer, um single que está a fazer furor no circuito alternativo.
São frequentemente descritos como uma junção de My Bloody Valentine, M83 e Sigur Rós. Também acrescento Cure e Smashing Pumpkins às influências.

Os fãs destas bandas irão certamente apreciar esta nova banda irlandesa.
Closer e Sophia, outra música da banda, estão disponíveis para download gratuito AQUI.
O que faz mover e alimenta um verdadeiro amor não são só os momentos arco-íris e das surpresas bonitas, os instantes de encantamento e da vivência prática e efectiva da paixão (às vezes tão fugazes), mas e talvez mais importante que tudo isso, os compromissos que entretanto se estabeleceram e vão perdurando no tempo, além do que nos diz o coração, em permanência.
Mais significativo do que ter imaginação suficiente para conseguir, todos os dias, sem descanso e de forma asfixiante, viver a prática do amor e surpreender o outro (até para isso a imaginação pode ter limites e depois, quando a fonte seca e o outro está mal habituado, poderá nascer aí um sério problema), é ter a capacidade de respeitar esse EU, sendo essa uma das maiores provas de amor que podemos fazer sobressair em nós, em determinados momentos-chave da nossa vida! Como já disse uma vez, até dizer todos os dias amo-te pode não ser bom; Tal constância acabará por tirar significado à expressão e não dar o impacto que se pretende quando a mesma é dita!
Saber viver um verdadeiro amor é também ter momentos em que sabemos que não nos importamos nada de conduzir enormes distâncias, ou de ficar à espera, serena e silenciosamente, encostados às esquinas que surgem na vida e à chuva, ao frio e ao relento que também invadem, em determinados dias, a nossa alma porque, sem contarmos, podemos ser solicitados de novo à presença prática e efectiva do Amor! Assim, é importante estarmos sempre acordados e prontos para continuar a dar o melhor de nós!
Ser Maior é saber não ser demasiado dependente da pessoa que se gosta, para não criar nela a obrigação de ter de corresponder da mesma forma, porque aí, em vez de um amor, vive-se uma competição onde um dos dois ficará certamente a perder, com um prejuízo final e inevitável para ambos! Ser Maior é ter a capacidade de manter a lucidez e um sorriso permanente no nosso íntimo, saber entender os momentos de ausência e ser-se feliz com eles, só porque vivemos um amor que nos preenche e nos faz assim... tão feliz!
O amor não é quantidade, mas qualidade! O amor não é um exercício de contabilidade, mas uma soma desinteressada de afectos...
É isto o que me ensina a música com a qual acordei hoje... Tap on my window knock on my door, I want to make you feel beautiful (devemos estar sempre preparados para, quando ela bater de novo à nossa porta, voltarmos a fazer com que se sinta a pessoa mais importante e mais bonita deste mundo...)
Beauty queen of only eighteen
She had some trouble with herself
He was always there to help her
She always belonged to someone else
I drove for miles and miles
And wound up at your door
I've had you so many times but somehow
I want more
I don't mind spending everyday
Out on your corner in the pouring rain
Look for the girl with the broken smile
Ask her if she wants to stay awhile
And she will be loved
She will be loved
Tap on my window knock on my door
I want to make you feel beautiful
I know I tend to get so insecure
It doesn't matter anymore
It's not always rainbows and butterflies
It's compromise that moves us along, yeah
My heart is full and my door's always open
You can come anytime you want
I don't mind spending everyday
Out on your corner in the pouring rain
Look for the girl with the broken smile
Ask her if she wants to stay awhile
And she will be loved
And she will be loved
And she will be loved
And she will be loved
I know where you hide
Alone in your car
Know all of the things that make you who you are
I know that goodbye means nothing at all
Comes back and begs me to catch her every time she falls
Tap on my window knock on my door
I want to make you feel beautiful
I don't mind spending everyday
Out on your corner in the pouring rain
Look for the girl with the broken smile
Ask her if she wants to stay awhile
And she will be loved
And she will be loved
And she will be loved
And she will be loved
Please don't try so hard to say goodbye
Please don't try so hard to say goodbye
Yeah
I don't mind spending everyday
Out on your corner in the pouring rain
Try so hard to say goodbye
Amanhã, dia 18 de Outubro, a ADEP - Castelo de Paiva organiza mais uma edição da Feira do Século XIX. O Parque das Tílias vai ser de novo o cenário de mais uma feira à moda do século XIX.
Esta 12.ª edição vai apostar na recriação histórica de um evento social rural do séc. XIX. A entrada é gratuita e não vão faltar produtos agrícolas, artesanato, animais domésticos, bem como grande animação e gastronomia a preceito: pratos típicos, bons petiscos, broa de milho e o vinho verde.
Apareçam!!

Voltando ao Irão...
Este ano o Prémio Mohamed Amin foi atribuido a todos os bloggers iranianos, pela coragem, empenho e dedicação na cobertura das presidenciais de Junho.
Na cerimónia de entrega do prémio, que decorreu em Istambul, na Turquia, a classe premiada foi representada pela jornalista Delbar Tavakoli, que fugiu há poucos meses do Irão. No evento, a mesma afirmou que desde o período pós-eleições já fugiram do Irão cerca de 50 jornalistas, no que é considerado o maior êxodo de jornalistas e repórteres iranianos desde a revolução de 1979.
O Prémio Mohamed Amin foi criado em 1997, em homenagem ao lendário cameraman com esse nome, morto no ano anterior, durante o sequestro de um avião
Entretanto Reza Ali Zamani continua sem ver revisto o seu veredicto. Para saberes mais, clica AQUI e visita http://www.iran-resist.org/
Enquanto o mundo ocidental exulta com a atribuição do Prémio Nobel da Paz a Barack Obama e o mesmo se mostra surpreendido, Mohamed Reza Ali Zamani é mais um nome que passa despercebido à maioria de nós. Hoje, neste dia em que o Prémio Nobel da Paz foi atribuido, quero homenagear alguém que talvez também tenha feito por o merecer. Mas afinal quem é Zamani?
Iraniano, com 37 anos e activista dos direitos humanos, foi um dos líderes das manifestações pós-eleitorais no Irão, que reelejeram Mahmoud Ahmadinejad para o lugar de presidente desta república islâmica. Após ter sido preso, Zamani foi acusado de combater a elite islâmica no poder e de liderar uma associação monárquica terrorista. Esta semana foi transferido da prisão de Evin para o Tribunal Revolucionário de Teerão, tendo conhecido o veredicto: condenação à morte.
Parece que as confissões de Zamani foram arrancadas em condições extraordinárias e ele agora está a ser usado pelas autoridades iranianas como um exemplo para os restantes opositores ao regime.
Obama tem dado mostras de querer mudar a imagem externa dos Estados Unidos, fortemente afectada pela politica do seu antecessor, George Bush. Já deu passos concretos nesse sentido, ao ter afirmado querer abolir as armas nucleares, ao optar por uma politica mais conservadora e cuidadosa no Afeganistão e de procurar mehorar a imagem dos Estados Unidos no Médio Oriente, como mostra a sua recente visita ao Egipto. No entanto e na mesma semana em que foi descoberta mais uma central nuclear no Irão e quando há ainda duas semanas este país testou dois novos foguetões de longo alcance, capazes de transportar ogivas nucleares, não restam dúvidas que o Irão possui capacidade para construir a bomba nuclear e que a ameaça é real, não só para Israel como para a Europa.
O Irão e Ahmadinejad perfilam-se actualmente como a maior ameaça futura à paz mundial; Por muito menos, Saddam Hussein foi considerado o lider do eixo do mal, em 2002. Talvez seja altura do mundo ocidental olhar de forma menos complacente para este país onde os direitos humanos mais elementares são todos os dias postos à prova, em nome de um regime fundamentalista, onde a essência do Islão certamente não se revê.
Deixo aqui a minha homenagem a Zamani e a todos aqueles que vestidos de verde, no último verão, invadiram as ruas de Terrão, clamando por um Irão mais justo, democrático e plural!
Se quiseres saber mais sobre Zamani, este processo e a luta da oposição Iraniana consulta...
Três missões lunares encontraram claras evidências de água na lua, possivelmente formada por ventos solares. Os autores da investigação terão utilizado dados fornecidos por um instrumento da Nasa, o Moon Mineralogy Mapper, mais conhecido como M3, que foi colocado na órbitra lunar em 2008, a bordo do satélite indiano Chandrayyan-1. O M3 foi concebido como um instrumento de cartografia mineralógica da Lua, através da análise da reflexão da luz do sol na superfície lunar para determinar a sua composição.
É sabido que a luz reflecte-se em comprimentos de ondas diferentes de acordo com a natureza dos minerais; Assim, os investigadores estão a utilizar estas variações para determinar a composição da camada superior do solo da Lua. Há uns dias o M3 detectou um comprimento de onda luminoso que indica um elemento químico que liga o hidrogénio e o oxigénio, o que poderá provar a presença de água. No entanto não estamos a falar em lagos, oceanos ou poças, mas de moléculas de água e hidroxilo (hidrogénio e oxigénio) que interagem com as rochas e poeira.
A existência de água na lua poderia viabilizar a construção e manutenção de uma estação lunar, abrindo novas perspectivas para a exploração espacial. O hidrogénio liquido poderia ser usado como combustível para as naves espaciais e o oxigénio, como se sabe, é indispensável à vida do homem. A autonomia das naves aumentaria consideravelmente, porque a maior parte do combustível que elas transportam é gasto só para se afastarem do campo de gravidade da Terra, muito maior que o da Lua e essas naves poderiam ser reabastecidas numa estação lunar.

Antes desta descoberta, a teoria mais plausível, mas ainda não provada, defendia a presença de gelo em zonas de obscuridade permanente, nos pólos da Lua, estando a mesma totalmente seca, na superfície restante.
Apesar desta descoberta fascinante, haver alguma forma de vida na lua é uma hipótese que está completamente descartada... excepto quando eu lá vou!
O que têm em comum estes 3 R's? Radiohead, R.E.M. e Red Hot Chili Peppers? A resposta chama-se... Thom Yorke!
Há cerca de um mês, Thom Yorke usou o site oficial dos Radiohead para confirmar que a sua carreira a solo iria prosseguir. Portanto, a boa notícia é que irá nascer, muito em breve, um sucessor do aclamado The Eraser. Thom referiu também já ter duas canções editadas; FeelingPulledApartbyHorses e Hollow Earth, ambos os temas produzidos por Nigel Godrich, colaborador de longa data dos Radiohead. Já agora fica Hollow Earth, uma música bastante hipnótica, bem à imagem do músico inglês.
Parece que o vocalista dos Radiohead anunciou também na altura que já tinha um grupo de músicos para apresentar, ao vivo, este novo seu material a solo, nomeadamente Joey Waronker, o mais consistente baterista dos R.E.M. após a saída de Bill Berry da banda em 1998 e Flea, o conhecido baixista dos Red Hot Chili Peppers. Esta é a primeira fotografia oficial desta banda.

Este anúncio confirmou-se já este mês... Com Thom Yorke na liderança, já se apresentaram todos ao vivo, no Orpheum Theatre, em Los Angeles, tendo atraído celebridades tão conhecidas como Madonna, Zack De La Rocha, Sting, Slash ou Spike Jonze.
O último espectáculo teve o seguinte alinhamento, ainda muito baseado no The Eraser...
The Eraser
Analyse
The Clock
Black Swan
Skip Divided
Atoms For Peace
And It Rained All Night
Harrowdown Hill
Cymbal Rush
Encore
Lotus Flower
Open The Floodgates
Super Collider
Paperbag Writer
Judge, Jury & Executioner
The Hollow Earth
Feeling Pulled Apart By Horses
Fica o vídeo de Black Swan, a minha faixa preferida do The Eraser, num destes concertos em LA.
Aguardo ansiosamente a edição deste novo disco a solo de Thom Yorke para juntar depois ao The Eraser na minha futura prateleira do cubo.
Depois de já ter elaborado a lista das melhores canções dos anos 00, cuja lista podes consultar AQUI, o site pitchforkmedia acaba de eleger os 200 melhores álbuns da década que está a terminar.

À semelhança do que aconteceu na primeira lista, os principais estilos presentes nesta contagem são o indie, a pop, o rock, hip-hop, R&B e a electrónica.
Cada lista vale o que vale e convém referir que estas são as áreas que esta publicação costuma privilegiar. Falo desta lista e da pitchforkmedia exactamente por ser uma publicação on-line que consulto frequentemente, sendo uma das minhas principais fontes de novidades e de actualização.
Deixo somente a lista dos 50 melhores álbuns, destacando os que já possuo;
50. Deerhunter - Microcastle
49. Antony & The Johnsons - I Am A Bird Now
48. The Hold Steady - Separation Sunday
47. Joanna Newsom - The Milk-Eyed Mender
46. The Shins - Chutes Too Narrow
45. Fugazi - The Argument
44. D'Angelo - Voodoo
43. Luomo - Vocalcity
42. Grizzly Bear - Veckatimest
41. Burial - Untrue
40. The National - Alligator
39. Boredoms - Vision Creation Newsun
38. Phoenix - It's Never Been Like That
37. Yo La Tengo - And Then Nothing Turned Itself Inside-Out
36. The Streets - Original Pirate Material
35. Spoon - Ga Ga Ga Ga Ga
34. Radiohead - Amnesiac

33. Basement Jaxx - Rooty
32. Fleet Foxes - Fleet Foxes
31. TV On The Radio - Return To Cookie Mountain

30. Boards of Canada - Geogaddi
29. Bon Iver - For Emma, Forever Ago
28. Kanye West - College Dropout
27. Animal Collective - Sung Tongs
26. Fennesz - Endless Summer
25. Madvillian - Madvilliany
24. Yeah Yeah Yeahs - Fever To Tell
23. Broken Social Scene - You Forgot It In People
22. M.I.A. - Kala
21. Radiohead - In Rainbows

20 Interpol - Turn On The Bright Lights
19 Spoon - Kill The Moonlight
18 Kanye West - Late Registration
17 LCD Soundsystem - Sound Of Silver

16 Sufjan Stevens - Illinois
15 The Knife - Silent Shout
14 Animal Collective - Merriweather Post Pavillion

13 OutKast - Stankonia
12 The White Stripes - White Blood Cells
11 Ghostface Killah - Supreme Clientele
10 The Avalanches - Since I Left You
09 Panda Bear - Person Pitch
08 Sigur Rós - Ágætis Byrjun

07 The Strokes - Is This It

06 Modest Mouse - The Moon & Antarctica
05 Jay-Z - The Blueprint
04 Wilco - Yankee Hotel Foxtrot
03 Daft Punk - Discovery
02 Arcade Fire - Funeral

01 RADIOHEAD - KID A


Bem-vindo (Welcome, França, 2009), de Philippe Lioret, acaba de estrear no nosso país.
Bilal (Fyrat Ayverdi) é um simples miúdo de 17 anos, que nunca saiu da sua terra, mas que resolve deixar o Iraque, mais propriamente o Curdistão, depois de a sua namorada, Mina, ter emigrado para o Reino Unido. Assim, resolve viajar por meio-mundo, deixar a sua família, os seus amigos e a sua terra natal para trás, e a pé ou à boleia, percorrer cerca de 4000km, sem medo dos desafios e do que possa encontrar, só para a voltar a ver, nem que seja uma última vez!
Acaba por viver uma viagem aventureira pela Europa que termina abruptamente em Calais, no norte da França, onde fica encalhado. Desta forma, Bilal e Mina estão separados pelo Canal da Mancha, o mais movimentado do mundo.

Mas Bilal não desiste! Voltar para trás está fora de questão! O amor que sente por Mina é capaz de ultrapassar qualquer obstáculo e não será o Canal da Mancha a impedi-lo de realizar o seu sonho! Assim, Bilal, que nunca nadou na vida, resolve aprender a nadar para passar o Canal da Mancha a nado.
Então ele começa a treinar numa piscina em Calais onde conhece Simon (Vincent Lindon), um nadador-salvador, que se dispõe a ajudá-lo depois de saber do seu plano.
Simon é um homem de meia-idade, com problemas familiares, divorciado e desacreditado; fica tocado com a coragem deste miúdo, abriga-o em sua casa e acaba por mudar definitivamente a sua vida, por causa de Bilal! Parece que esta admiração de Simon por Bilal vai aumentando, acabando por nascer ali um amor paternal. Simon acabará por confrontar tudo e todos em função disso, inclusive ele próprio. Parece que uma das cenas mais comoventes do filme acontece quando, em determinado momento, um vizinho de Simon, incomodado com a presença de imigrantes em sua casa, confronta-o, vizinho esse que tem na porta um tapete com a palavra Welcome.
Pelo que acabo de descobrir nas minhas pesquisas, parece que quando estreou, o filme causou enorme polémica em França, país onde as punições para quem abriga emigrantes ilegais são severas. Mas, há poucas semanas, inspirado pelo filme, o partido socialista francês criou um projeto de lei chamado Welcome, que revoga os artigos chamados delitos de solidariedade, ou seja, deixa de ser punível a assistência a este tipo de pessoas por razões humanitárias, ou de outra força maior.
No blog Cinéfilo, encontrei a seguinte citação de alguém que já teve o provilégio de o ver; o filme aborda de forma testemunhal uma série de conflitos, sejam eles religiosos, étnicos ou humanitários. O ritmo da narrativa vai crescendo até culminar, num último acto, verdadeiramente lindo, maravilhoso! E o melhor: sem uma gota de sentimentalismo. Saí da sala de projecção pleno. Um filmaço!
Estou cheio de vontade de ver este filme, confesso! Sempre achei que não devemos deixar as coisas acontecerem simplesmente, ou que seja a própria vida a definir o nosso destino; Devemos ser nós a tomar nas nossas mãos as rédeas da nossa vida, lutar sempre pelo que achamos que vale a pena lutar, pelo que nos diz o coração, pois só assim seremos felizes!
E depois há o Amor... Para mim é o sentimento mais forte e mais belo que cada um transporta dentro de si, quando o sente genuinamente, sem dúvida o nosso maior tesouro! Acho que vou ver muito de tudo isto neste filme e vou de certa forma identificar-me com o mesmo e com o próprio Bilal.
Parece um daqueles filme lamechas... Mas, pelos vistos, deve ser um filme mesmo muito bom, um daqueles filmes que nos deixa algo, que nos toca, que nos faz sair da sala mais cheios de vigor e coragem para enfrentar aqueles dias em que nos queixamos tanto e de tanta coisa e às vezes nos esquecemos dos outros, daqueles que nunca terão uma porção do que nos coube em sorte, mas que lutam, todos os dias, para serem felizes!
O trailer de 2 minutos foi suficiente para me comover e me deixar plenamente convencido da obrigatoriedade de o ver...
Comecei o dia a ouvir, no silêncio, dentro de mim, light up, light up e a perguntar-me a mim próprio; De onde me lembro disto? Que música é esta? Quando me consegui lembrar do resto do refrão fez-se luz...
Light up, light up
As if you have a choice
Even if you cannot hear my voice
I'll be right beside you dear
Run - Snow Patrol, 2º single de Final Straw, após Spitting Games e antes de How To Be Dead.
Gosto muito de Run. É uma música lenta, com uma cadência muito peculiar, que se arrasta e a voz do Gary Lightbody é quase suplicante na forma como a canta.
O final, quando a música explode e as guitarras ganham todo o protagonismo, é muito bonito... A música fica enorme, épica, quase que dá vontade de abrir os braços e ouvi-la bem alto. A voz do Gary Lightbody é quase suplicante na forma como a canta, em especial no dito refrão.
Run é, na minha opinião, The Veils, The Fray, Coldplay, Radiohead, Muse, U2 e outras coisas boas pelas quais esta banda se foi deixando influenciar ao longo destes anos.
Passou durante algum tempo nas rádios, há 4 / 5 anos atrás.
É a música do dia, aquela que tenho vontade de ouvir hoje on repeat... É mais uma música Smartieees.
Entretanto relembro que Up To Now, que já referi aqui, está quase a chegar às lojas. Para quem quiser sacar e guardar Run , siga o link... Acho que vale a pena.
A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.
as minhas bandas
The Good The Bad And The Queen
My Town
eu...
Outros Planetas...
Isto interessa-me...
Todos Diferentes Todos Especiais
Rádio
Na Escola
Free MP3 Downloads
Cinema
Editoras
Records Stream