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Coldplay – Coloratura

Sábado, 24.07.21

Os britânicos Coldplay já têm pronto o sucessor de Everyday Life, o registo duplo que a banda de Chris Martin editou em dois mil e dezanove e que deixou um pouco de lado aquela etiqueta de banda de massas da pop e da cultura musical, feita de exuberância sonora e de uma mescla da enorme variedade de estilos que foram bem sucedidos comercialmente na última década, nomeadamente a eletrónica e o rock repleto de sintetizações, para voltarem a colocar na linha da frente aquele lado mais intimista, simples e humano, o modus operandi que talvez melhor potencie todos os atributos estilísticos e interpretativos que o grupo possui.

Coldplay Share New Song "Coloratura": Listen

Music Of The Spheres é o título do novo álbum dos Coldplay, vai ver a luz do dia a quinze de outubro próximo e conta nos créditos da produção com o mago da pop Max Martin. Coloratura, a composição que marca o ocaso do alinhamento, é o tema mais recente retirado daquele que será o nono álbum a carreira dos Coldplay, uma longa canção, com cerca de dez minutos de duração e que tem uma toada particularmente etérea, no início, com deliciosas linhas de piano a acamarem o registo vocal adocicado de Chris Martin.

Por volta dos quatro minutos, a guitarra e a bateria induzem uma maior majestosidade ao tema, dando-lhe uma inédita vibe pop oitocentista, induzida também por arranjos de cordas sublimes, dos quais se destacam as harpas e as guitarras e o modo como se cruzam com o piano que se mantém sempre firme ao longo da canção. Confere...

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publicado por stipe07 às 13:51

Big Scary - Daisy

Sexta-feira, 23.07.21

Os Big Scary são uma dupla australiana sedeada em Melbourne, formada por Tom Iansek e Jo Syme, que se estreou em dois mil e dez com o EP The Big Scary Four Seasons, ao qual se seguiu, no ano seguinte, o longa duração de estreia, intitulado Vacation. Em dois mil e treze viu a luz do dia Not Art, um alinhamento que colocou o hip-hop em plano de destaque na filosofia estilística do grupo e, três anos depois, Animal olhou com gula para ambientes algo teatrais, com o post-rock em cima da mesa como referencial importante no arquétipo sonoro das suas canções.

Big Scary - 'Daisy': Album Review

Este registo Animal viu recentemente sucessor, um disco intitulado Daisy, que contém nove canções e onde é bastante percetível uma simplicidade de processos na fórmula escolhida, mas que é altamente eficaz, respeitando também um cada vez maior ecletismo do adn dos Big Scary. É um registo temática e estilisticamente oposto a Animal, com a situação pandémica atual a ser preponderante nesta alteração de modus operandi.

Acaba, portanto, por ter um naipe de canções mais intimistas relativamente ao antecessor, assentes num arsenal instrumental eminentemente sintético, com a ausência da guitarra a ser uma nuance relevante do álbum, mas que não coloca em causa, diga-se, a bitola qualitativa elevada de um alinhamento que tem no funk arrogante de Get Out!, ampliado por uma potente linha de baixo com fortes reminiscências oitocentistas e no travo arty de Kind Of World  as duas pontas do atual leque estilístico da dupla, num registo em que temas como o amor e a autenticidade em período pandémico e as aspirações pessoais num mundo cada vez mais digital, plasmam-se em letras carregadas de drama e melancolia, aspetos ampliados pela elegância e pela fragilidade característica da voz de Iansek.

Em suma, mais do que um novo acrescento ao cardápio dos Big Scary, Daisy é um upgrade de charme e de reinvenção ao mesmo, um disco revigorante, que faz sentido escutar com devoção nestes tempos conturbados em que vivemos e que, sendo escutado desse modo, endereça ao ouvinte um convite direto ao questionamento pessoal, enquanto desperta a nossa curiosidade relativamente às infinitas possibilidades críticas que a nossa própria vivencia pessoal proporciona, sem muitas vezes nos apercebermos. Espero que aprecies a sugestão...

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publicado por stipe07 às 15:28

Scott Orr – Disappear

Quinta-feira, 22.07.21

O canadiano Scott Orr é um dos nomes fundamentais da indie mais melancólica e introspetiva da América do Norte. Depois do excelente registo Worried Mind, um álbum com uma subtileza muito própria e contagiante e que marcou o ano discográfico de dois mil e dezoito, Orr tem-se dedicado a lançar alguns singles avulsos, através da editora independente canadiana Other Songs Music Co., uma etiqueta indie independente de Hamilton no Ontário, terra natal deste extraordinário músico e compositor.

SCOTT ORR - Letras, playlists e vídeos | Shazam

Depois de no final de dois mil evinte ter lançado o tema Do You?, uma lindíssima paisagem sonora assente num minimalismo eletrónico eminentemente etéreo e com uma forte vocação experimental de elevado travo pop, agora, no verão de dois mil e um, o artista canadiano volta à carga com Disappear, uma canção conduzida por um sintetizador bastante subtil, ao qual diferentes nuances percurssivas, teclas e sopros vão sendo adicionados, com uma intimidade muito própria e contagiante. São pouco mais de três minutos onde a toada instrumental se entrelaça com o charme inconfundível da voz do autor, um lançamento disponível gratuitamente ou com a possibilidade de doares um valor pelo mesmo. Confere...

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publicado por stipe07 às 17:20

Manic Street Preachers – The Secret He Had Missed (feat. Julia Cumming)

Quarta-feira, 21.07.21

A forte veia política mantem-se bastante ativa nos galeses Manic Street Preachers, de James Bradfield, uma banda com mais de vinte anos de carreira, mas que continua a surpreender pelo fulgor e pela capacidade de inovar e de reinventar as suas propostas, sem descurar a sua herança e algumas das tendências sonoras atuais que mais agradam aos seus seguidores. Tudo isto está bem patente em Orwellian e The Secret He Had Missed, os singles mais recentes do grupo e primeiros avanços divulgados de The Ultra Vivid Lament, o décimo quarto registo dos Manic Street Preachers, sucessor do aclamado compêndio Ressistance Is Futile, de dois mil e dezoito.

Manic Street Preachers, Tudo Sobre o Novo Álbum "The Ultra Vivid Lament" |  Arte Sonora

The Ultra Vivid Lament chegará aos escaparates no ocaso deste verão, mais concretamente a três de setembro e terá como convidados especiais Mark Lanegan, dos Screaming Trees, e Julia Cumming, dos Sunflower Bean.

The Secret He Had Missed é exatamente o tema que conta com a participação especial de Julia Cumming, uma composição particularmente melancólica, assente numa vertente instrumental frenética e densa mas melodiosa, feliz a cruzar teclas e guitarras elétricas e acústicas e onde Bradfield continua a escrever de modo particularmente reflexivo, neste caso sobre um amor antigo que ficou gravado de modo indelével numa praia algures em França.

O tema tem também já direito a um vídeo bastante cinematográfico, interpretado pela também galesa Aimee-Ffion Edwards e realizado por Kieran Evans, que já assinou diversos vídeos dos Manic Street Preachers. Confere...

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publicado por stipe07 às 15:11

Kurt Vile – Run Run Run (The Velvet Underground cover)

Terça-feira, 20.07.21

Uma das bombas discográficas do próximo outono será certamente l'll Be Your Mirror: A Tribute to The Velvet Underground & Nico, o disco de tributo ao mítico registo The Velvet Underground & Nico, assinado pelos The Velvet Underground em mil novecentos e sessenta e sete. Este alinhamento de homenagem foi idealizado pelo produtor Hal Willner, que faleceu o ano passado com a idade de sessenta e quatro anos, devido a complicações pós-covid, semanas depois de ter assinado um outro alnihamento de tributo, esse aos T. Rex intitulado AngelHeaded Hipster: The Songs Of Marc Bolan And T. Rex.

Kurt Vile and the Violators Cover Velvet Underground's 'Run Run Run' -  Rolling Stone

l'll Be Your Mirror: A Tribute to the Velvet Underground & Nico contará vom as participações especiais de Iggy Pop, Michael Stipe, Matt Berninger, St. Vincent e Thomas Bartlett, Thurston Moore a meias com Bobby Gillespie, Sharon Van Etten com Angel Olsen, Courtney Barnett e Fontaines D.C., entre outros, nomeadamente Kurt Vile e os The Violators, que fizeram uma espetacular nova roupagem para Run Run Run, um dos destaques maiores de The Velvet Underground & Nico.

A versão assinada por Vile mantém a essência psicadélica vincadamente sessentista do original, amplificando a mística sensorial e espiritual da mesma com a efervescente filosofia folk que marca o adn do músico natural de Filadélfia, na Pensilvânia. Confere a versão de Kurt Vile & The Violators para Run Run Run dos The Velvet Underground e a tracklist de l'll Be Your Mirror: A Tribute to the Velvet Underground & Nico...

01 Michael Stipe – “Sunday Morning”
02 Matt Berninger – “I’m Waiting For The Man”
03 Sharon Van Etten – “Femme Fatale” (Feat. Angel Olsen)
04 Andrew Bird & Lucius – “Venus In Furs”
05 Kurt Vile & The Violators – “Run Run Run”
06 St. Vincent & Thomas Bartlett – “All Tomorrow’s Parties”
07 Thurston Moore – “Heroin” (Feat. Bobby Gillespie)
08 King Princess – “There She Goes Again”
09 Courtney Barnett – “I’ll Be Your Mirror”
10 Fontaines D.C. – “The Black Angel’s Death Song”
11 Iggy Pop & Matt Sweeney – “European Son”

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publicado por stipe07 às 14:23

Wavves – Hideaway

Segunda-feira, 19.07.21

Os californianos Wavves de Nathan Williams, uma das novas grandes apostas da Fat Possum Records, estão de regresso com Hideaway, o sétimo álbum deste grupo com praticamente década e meia de estrada e que, atingindo este marco temporal importante para bandas contemporâneas, angaria já uma certa maturidade em torno de si.

Wavves – 'Hideaway' review: their most original and varied work yet

Produzido por Dave Sitek, baterista e figura talismã responsável pelo sucesso dos TV On The Radio, mas também produtor de nomes como os Yeah Yeah Yeahs ou os Foals, Hideaway oferece-nos um animado alinhamento com um irrepreensível travo noventista, em que surf punk e garage rock se confundem, sem apelo nem agravo, com astúcia e luminosidade, atingindo no âmago o habitual adn dos Wavves, mas conferindo-lhe uma maior bitola qualitativa relativamente à componente melódica, demonstrando, desse modo, que Nathan Williams tem sabido, ao longo do tempo, aprimorar as suas qualidades interpretativas, sem se deixar contagiar por uma vertente mais pop e comercial, que é sempre tentadora para quem, abrindo o olhar para outros horizontes, acaba por ceder à radiofonia e à ditadura implacável do mercado.

De facto, as constantes mudanças ritmícas de Thru Hell, um majestoso exercício de surf rock, a virtuosidade estrutural do tema homónimo, a riqueza dos arranjos que definem a sagacidade de Help Is On The Way, a luminosidade singela de Honeycomb, mas que também tem têmpora, a heterogeneidade das cordas que cirandam por Sinking Feeling, tema que aborda a temática da depressão, ou o country-rock de The Blame, são exemplos quecomprovam a elevada riqueza melódica de um disco que olha para o modo como as canções podem seguir o seu rumo abarcando diversos espetros, não apenas através do modo como a bateria ou o baixo as acamam e as fazem pulsar, mas, principalmente, na maneira como as guitarras tomam as rédeas das mesmas, sem receio e com elevada personalidade.

Álbum com um curioso travo intemporal e eclético, Hideaway não deixa de transmitir sensações e ideias tipicamente juvenis, mas fá-lo com critério e bom gosto, explorando o vasto leque de possibilidades que o punk rock oferece a quem se predispõe, como é o caso, a não colocar entraves e limites na sua exploração. E quando tal acontece, o resultado final só pode ser um atestado de uma cada vez maior abrangência e ecletismo de uns Wavves que sempre tiveram fortes ligações ao universo punk, mas que têm piscado os olhos cada vez mais aquele rock que abre os braços a toda e qualquer possibilidade que possa surgir quando em estúdio não há conceitos estilisticos rigidamente balizados. Espero que aprecies a sugestão...

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publicado por stipe07 às 13:40

Malaboos - Nada Cénico

Domingo, 18.07.21

Projeto com cinco anos de existência, os Malaboos são formados por Diogo Silva (Guitarra e Voz), Ivo Correia (Bateria, Voz e Sintetizador) e Rui Jorge (Baixo), um trio que é fruto de um entendimento musical e uma ligação pessoal muito vincada. Inauguraram o cardápio com dois EPs, Plântula e Matuta, trabalhos que permitiram ao grupo partilhar cartaz e palcos variados com artistas de renome e ganhar uma já apreciável reputação no universo indie nacional.

Malaboos antecipa novo disco “Nada Cénico” com videoclip – ineews the best  news

Depois desta auspiciosa estreia, rapidamente o grupo percebeu que dois mil e vinte e um era o momento certo de avançar para o passo seguinte, o disco de estreia. Chama-se Nada Cénico, viu a luz do dia no final do passado mês de maio e logo no punk rock majestoso e eloquente de Cavaco o ouvinte mais perspicaz percebe que tem nas mãos um registo que explora a simbiose entre a dureza, crueza e robustez do Rock Avant-Garde com a delicadeza e experimentalismo do Art-Rock,.

De facto, o press release de divulgação prometia que Nada Cénico iria conter uma fusão de belos riffs, com pesados e marcados beats de bateria. E a verdade é que neste disco somos constantemente esmurrados, no bom sentido da palavra, por uma inteligente crueza, trespassada por uma filosofia experimentalista muito alicerçada num modus operandi tipicamente jam,. Nele, e cintuando a citar o press release porque faz uma análise assertiva do conteúdo e desarma qualquer crítico mais experimentado, as constastes oscilações de dinâmicas e mudanças abruptas de tempo estabelecem o limbo entre a calma e o caos, sentimentos que causam um agradável massacre psicológicoQuando não há nada, encontra-se sempre mais do que se estaria à espera. Entre paisagens desprovidas de sentimento mas providas de textura, encontra-se o nosso refúgio. A filosofia destrutiva e pessimista da interpretação (escute-se Tudônada) é camuflada com entoações e melodias cantantes tornando assim este álbum num exercício enfático de  enaltecimento e ampliação do que é humano, desde os sentimentos mais banais até aos mais invulgares, tornando-se assim um lugar seguro para a libertação de emoções e da viagem conjunta pela solidão constante presente em nósEste álbum é uma tela em branco, fica ao encargo do espectador delinear o seu próprio percurso durante esta viagem atribulada, entre paisagens verdejantes, ao encanto do mar até ao fundo de um escuro poço. Tudo é possível, tudo é válido, tudo e nada coexiste no mesmo universo auditivo, criando assim a possibilidade de uma mancha abstrata no nosso mundo utópico. Espero que aprecies a sugestão...

YouTube https://www.youtube.com/c/MALABOOS/featured
Spotify https://open.spotify.com/artist/0Jb1nrRjiY3JwRk2esf2ew?si=_gy7ACzHSsSvFKFh3vfXWA
Bandcamp Music | Malaboos (bandcamp.com)
Instagram https://www.instagram.com/malaboosmalaboos/
Facebook 
https://www.facebook.com/Malaboos.oficial/

 

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publicado por stipe07 às 21:04

The Jungle Giants – Love Signs

Sexta-feira, 16.07.21

Oriundos de Brisbane e formados por Sam Hales, Cesira Aitken, Andrew Dooris e Keelan Bijker, os The Jungle Giants já têm finalmente prestes a entrar nos escaparates o sucessor de Quiet Ferocity, o registo que este quarteto editou em dois mil e dezassete. Recordo que os Jungles Giants, estrearam-se em dois mil e treze com Learn To Exist e dois anos depois viu a luz do dia Speakerzoid, o antecessor desse Quiet Ferocity.

The Jungle Giants announce new album 'Love Signs'

Love Signs é o título desse novo trabalhos dos The Jungle Giants, vai ver a luz do dia já a vinte e três de julho e, em jeito de antecipação, a nossa redação partilha o tema homónimo, uma canção produzida pelo próprio Sam Hales, o líder do grupo e que através de um baixo encorpado e pleno de groove, algumas teclas insinuantes, uma guitarra impregnada com aquele fuzz psicadélico hoje tanto em voga e alguns efeitos futuristas, nos oferece uma ode festiva e inebriante, capaz de exaltar o melhor do catálogo do grupo. Confere...

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publicado por stipe07 às 15:13

Teleman – Right As Rain

Quinta-feira, 15.07.21

Nascidos das cinzas dos Pete & The Pirates, um quinteto de Reading que editou dois excelentes discos no final da década passada, os britânicos Teleman começaram por ser o vocalista Tommy Sanders, o seu irmão Jonny (teclados), o baixista Peter Cattermoul e o baterista Hiro Amamiya. Entretanto Jonny abandonou o projeto recentemente para se dedicar de modo mais intenso à sua carreira como realizador e designer.

Teleman Return With New Single 'Right As Rain' | News | Clash Magazine

Depois de Breakfast (2014) o fantástico disco de estreia desta banda que é já um dos grandes destaques do catálogo da insuspeita Moshi Moshi Records e do segundo registo intitulado Brilliant Sanity (2016), o na altura ainda quarteto regressou ao formato álbum em dois mil e dezanove com Family Of Aliens, onze excelentes canções gravadas com método e enorme profissionalismo, que terão sequência este ano com um EP intitulado Sweet Morning. Este EP, fortemente marcado pela realidade pandémica atual, irá ver a luz do dia a cinco de novembro e tem nos créditos da produção a dupla dos Hot Chip, Al Doyle e Joe Goddard.

Right As Rain é o primeiro tema divulgado desse novo EP do agora trio Teleman, já com direito a um fantástico vídeo, curiosamente assinado por Jonny Sanders. É uma canção pop exemplarmente estruturada, que começa com uma batida bem vincada trespassada por uma insinuante guitarra e pelo peculiar registo vocal de de Tommy, sendo depois toda esta trama inicial devidamente adocicada com arranjos de teclados bem conseguidos e efeitos da mais variada proveniência, tudo envolto com aquela pulsão rítmica que carateriza a personalidade dos Teleman, que terão certamente na forja mais um alinhamento consistente e carregado de referências assertivas, mesmo que num formato mais curto. Confere...

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publicado por stipe07 às 15:20

Strand Of Oaks – Galacticana

Quarta-feira, 14.07.21

Foi há cerca de dois anos que Tim Showalter editou Eraserland, o sétimo registo de originais em que assinou Strand Of Oaks e que tinha sucedido aos excelentes discos Hard Love  e Heal, este último o trabalho que colocou Oaks nas luzes da ribalta e que foi, de acordo com o autor, gravado numa época tumultuosa e sobre enorme pressão. A boa aceitação por parte da crítica e dos fãs desta sua caminhada discográfica mais recente acabou por constituir um bálsamo retemperador para o músico natural de Indiana e agora sedeado em Austin, que tem estado a trabalhar no seu oitavo álbum, um alinhamento de onze canções chamado In Heaven, que irá ver a luz do dia a um de outubro próximo.

Strand Of Oaks, 'Galacticana' : #NowPlaying : NPR

Chama-se Galacticana a primeira amostra divulgada de In Heaven. É o tema que abre o disco e uma das melhores canções que já pudemos ouvir este ano. Estando plena de intimismo e nostalgia, começa banhada por um manto luminoso de indie folk feito com uma viola acústica e um teclado de forte pendor orgânico, que é depois envolvido por uma vasta míriade de orquestrações opulentas, onde sobressaiem alguns detalhes percussivos e um solo de guitarra a preencher o refrão, nuances que, no seu todo, oferecem à canção um grau de refinamento classicista incomensuravelmente belo. Confere Galacticana e a tracklist de In Heaven...

01 “Galacticana”
02 “Easter”
03 “Hurry”
04 “Horses At Night”
05 “Somewhere In Chicago”
06 “Jimi & Stan”
07 “Sunbathers”
08 “Carbon”
09 “Sister Saturn”
10 “Slipstream”
11 “Under Heaven”

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publicado por stipe07 às 14:32






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