Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Kumpania Algazarra - Let's Go (Dr. Fre & Sam Rabam remix)

Sexta-feira, 27.11.20

O coletivo Kumpania Algazarra é exímio a criar música que celebra a vida, os afectos e a partilha de um mesmo céu, um mesmo planeta e um mesmo amor. Nasceram nas ruas de Sintra em dois mil e quatro e, sendo saltimbancos por natureza e filhos da rua por destino, é ao vivo que mostram sempre toda a sua potência máxima, pondo toda a gente a dançar, nos quatro cantos do mundo. Na verdade, já atuaram em diversos países, como a Bélgica, Itália, Suíça, Brasil, França, Espanha, Macau, Reino Unido e Sérvia, entre tantos outros.

Kumpania Algazarra… Tour “Let's Go” a fazer a festa de norte a sul do país  – Glam Magazine

Os Kumpania Algazarra trazem tatuadas na pele influências musicais de todas as cores, formas, geografias e latitudes, do ska ao folk, dos ritmos latinos ao funk e ao afro, do reggae às inebriantes melodias dos Balcãs. A comemorar quinze anos de vida e para assinalar a data, a banda gravou o álbum ao vivo Live onde reúnem temas de todos os discos editados até ao momento. Agora, no início de dois mil e vinte e um, preparam o lançamento do álbum Remixed Vol. 2, um compêdio de remisturas produzidas por diversos artistas nacionais e internacionais durante o período de reclusão da pandemia. Para materializar o álbum, resolveram pôr termo ao sossego de vários produtores nacionais e internacionais e convidaram-nos a reinventar um tema à sua escolha pertencente aos vários álbuns da banda.

Para assinalar a divulgaçáo do lançamento deste registo de remisturas, os Kumpania Algazarra já nos deram a conhecer uma das remisturas, a do clássico da banda Let's Go. O original foi revisitado por Dr. Fre & Sam Rabam, produtores belgas que têm trabalhado sobretudo com electro swing, balkan beat e house music. Combinando batidas modernas com melódicas clássicas dos Balcãs, estes produtores tornaram-se nomes de referência no panorama europeu de balkan beats. O videoclipe da remistura foi gravado por João Guimarães na mítica discoteca 2001 - Catedral do Rock no Autódromo do Estoril. Confere...

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por stipe07 às 15:16

Tom Vek - New Symbols

Quinta-feira, 26.11.20

Famoso por ter recentemente apresentado a sua invenção chamada Sleevenote, um leitor de música portátil que simula uma embalagem de um disco físico, exibindo a capa dos álbuns ouvidos no gadget, Thomas Timothy Vernon-Kell, que assina a sua música como Tom Vek e que se estreou a solo há quinze anos com We Have Sound, está de regresso aos discos com New Symbols, um alinhamento de oito composições que apareceu sem aviso prévio e que sucede ao aclamado registo Luck, de dois mil e catorze.

Tom Vek's New Tech and "New Symbols" — Post-Punk.com

New Symbols é um tratado de indie rock experimental e progressivo, assente num eletrorock de forte pendor nostálgico, já que nos traz à memória, canção após canção, nomes ímpares das duas últimas décadas do século passado, com nomes como Beck no groove anguloso de Slippery Fish, os Beastie Boys nos riffs e distorções incontroláveis de Guilty Pleasure, os míticos alemães The Notwist na  bateria embaladora e nas  guitarras metálicas de All The Time In The World ou os próprios Underworld no festim percurssivo de Rolling You Down, a serem alguns dos nomes que nos podem surgir espontaneamente à memória durante a audição de um registo cheia de elementos do krautrock, mas que também passa pelo hip hop mais negro, o clássico indie rock e o jazz progressivo.

De facto, New Symbols oferece-nos um verdadeiro caldeirão sonoro onde cada elemento foi cuidadosamente tratado e que está minuciosamente carregado de vida. Com a filosofia criativa do músico londrino, que produziu também o disco a meias com Jack Ross, a ter recaído em em linhas ricas de baixo e sintetizadores dominantes, este é um disco imponente e vertiginoso, que irradia positividade e onde, do mais ínfimo detalhe até à manipulação geral do álbum, tudo soa muito polido, o que acaba por gerar num resultado muito homogéneo e conseguido e com incomensurável diversidade sónica. Espero que aprecies a sugestão...

Tom Vek - New Symbols

01. Survive
02. Guilty Pleasure
03. Slippery Fish
04. Rolling You Down
05. All The Time In The World
06. My Child
07. Washed Up On The Beach
08. Fountains Spit Your Name

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por stipe07 às 10:11

Steven Wilson – 12 Things I Forgot

Quarta-feira, 25.11.20

Também conhecido pela sua contribuição ímpar nos projetos Porcupine Tree e Storm Corrosion, Steven Wilson tem já uma profícua carreira a solo, que vai ver um novo capítulo a vinte e nove de janeiro com o registo The Future Bites. Sexto trabalho do catálogo de Steven Wilson, The Future Bites irá suceder ao aclamado álbum To The Bone, trabalho que há já quase três anos comprovou que este é um dos músicos que na atualidade melhor mistura rock progressivo e eletrónica, fazendo-o sempre com grandiosidade e elevado nível qualitativo. Aliás, bastava escutar o antecessor Hand. Cannot. Erase.,(2015) ou a obra-prima The Raven That Refused To Sing (And Other Stories) (2013), para se perceber como Steven Wilson é exímio nessa mescla e como convive confortavelmente com o esplendor e a grandiosidade, não tendo receio de arriscar, geralmente com enorme dinâmica e com uma evidente preocupação pela limpidez sonora.

Steven Wilson mostra novo tema, "12 THINGS I FORGOT" | Arte Sonora

12 Things I Forgot, o recente avanço divulgado de The Future Bites, acentua ainda mais tal impressão qualitativa, uma canção que impressiona pela riqueza melódica e por uma assertiva conexão entre belas paisagens acústicas conferidas por cordas assentes num inconfundível timbre metálico aconchegante e um vigoroso ritmo, que nos remete para a melhor herança daquele rock oitocentista mais nostálgico e efusiante. Confere...

Steven Wilson - 12 Things I Forgot

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por stipe07 às 11:29

Scott Orr – Do You?

Terça-feira, 24.11.20

O canadiano Scott Orr é um dos nomes fundamentais da indie mais melancólica e introspetiva da América do Norte. Depois do excelente registo Worried Mind, um álbum com uma subtileza muito própria e contagiante e que marcou o ano discográfico de dois mil e dezoito, Orr tem-se dedicado a lançar alguns singles avulsos, através da editora independente canadiana Other Songs Music Co., uma etiqueta indie independente de Hamilton no Ontário, terra natal deste extraordinário músico e compositor.

SCOTT ORR - Letras, playlists e vídeos | Shazam

O single mais recente lançado por Scott Orr é Do You?, uma lindíssima paisagem sonora assente num minimalismo eletrónico eminentemente etéreo e com uma forte vocação experimental de elevado travo pop, uma canção conduzida por um sintetizador bastente pueril, ao qual cordas e sopros vão sendo adicionados, com uma subtileza muito própria e contagiante. São pouco mais de quatro minutos onde a toada instrumental se entrelaça com o charme inconfundível da voz do autor, um lançamento disponível gratuitamente ou com a possibilidade de doares um valor pelo mesmo. Confere...

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por stipe07 às 10:54

Fujiya And Miyagi – Feeling The Effects (Of Saturday Night)

Segunda-feira, 23.11.20

Com mais de década e meia de atividade e assumindo-se, à boleia de um já vasto e riquíssimo catálogo discográfico, como um dos projetos mais relevantes do cenário indie britânico, pelo modo exímio como misturam alguns dos melhores aspetos do rock alternativo com a eletrónica de cariz mais progressivo, os Fujiya And Miyagi de David Best, Steve Lewis and Ed Chivers estão de regresso com um novo single intitulado Feeling The Effects (Of Saturday Night), que viu a luz do dia recentemente à boleia da Impossible Objects Of Desire.

Funk, muito funk com os Fujiya & Miyagi em “Flashback” – Glam Magazine

O primeiro esboço desta composição já tem, imagine-se, vinte e um anos, tendo sido incubado ainda antes do projeto lançar o seu disco de estreia Electro Karaoke In The Negative Style. O rascunho surgiu novamente no universo do trio durante este período de confinamento, que acabou por influencia a revisão do conteúdo lírico do mesmo e foi tomada a decisão de o finalizar, usando como trunfos principais a voz sussurrada de Best e o groove de um teclado retro, ao qual se juntam amiúde efeitos metálicos percurssivos com uma declarada essência vintage, tudo alinhado por uma batida vigorosa e com elevado travo funk. Confere Feeling The Effects (Of Saturday Night) e uma declaração dos Fujiya And Miyagi acerca da mesma...

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por stipe07 às 15:50

Teenage Fanclub – Home

Sexta-feira, 20.11.20

Trinta anos depois do registo de estreia e quatro depois do excelente disco Here, os icónicos vereranos escoceses Teenage Fanclub estão de volta ao ativo, pelos vistos mais efusivos e luminosos do que nunca, com Endless Arcade,  doze novas canções de um projeto simbolo do indie rock alternativo e que, de certa forma, ainda tem um lugar reservado, de pleno direito, no pedestal deste universo sonoro.

Teenage Fanclub | Discografia | Discogs

Home, o tema que abre aquele que será o sétimo álbum do projeto, é o primeiro single divulgado de Endless Arcade, uma composição que navega no seio de guitarras efusivas e com aquela dose equilibrada de eletrificação que permite alguns instantes de experimentalismo, num resultado final com aquele cariz fortemente radiofónico que sempre caracterizou os Teenage Fanclub. Confere Home e o vídeo da canção captado recentemenre por Donald Milne no Leith Theatre em Edimburgo e a tracklist de Endless Arcade...

Teenage Fanclub - Home

Home
Endless Arcade
Warm Embrace
Everything Is Falling Apart
The Sun Won’t Shine On Me
Time
In Our Dreams
I'm More Inclined
Back In The Day
Teenage Fanclub – The Future
Living With You
Silent Song

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por stipe07 às 17:42

Bleachers – Chinatown vs 45

Quinta-feira, 19.11.20

Jack Antonoff é a mente brilhante que conduz as reluzentes águas pelas quais navega o projeto norte-americano Bleachers que se estreou em dois mil e catorze com o estrondoso registo Strange Desire. Depois, a curiosidade relativamente a este nome imprescindível da pop da última década ampliou-se, em dois mil e dezassete, com Gone Now, um disco onde participaram Lorde, Carly Rae Jepsen e MØ, entre outros e, a partir daí, Antonoff foi sendo consecutivamente recrutado para colaborar com diversos outros artistas e projetos, podendo ser encontrado nos créditos de álbuns como Melodrama desse mesmo Lorde, Norman Fucking Rockell, de Lana Del Rey, Gaslighter  dos The Chicks e Folklore, de Taylor Swift.

Bruce Springsteen Joins Bleachers for New Song “chinatown”: Watch the Video  | Pitchfork

Agora, quase no ocaso de dois mil e vinte, Antonoff cria água na boca com Chinatown, inusitada criação que conta com a participação de Bruce Springsteen e ainda 45. São dois temas que fazem adivinhar um novo álbum dos bleachers, temas repletos de uma impressionante sensibilidade e assentes num conceito de fusão entre alguns dos canônes fundamentais de uma etérea cosmicidade, com cordas camufladas por uma ímpar lisergia que nos transporta para a melhor herança oitocentista. Confere...

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por stipe07 às 21:23

Sigur Rós – Stendur æva

Quarta-feira, 18.11.20

Os islandeses Sigur Rós são provavelmente os maiores responsáveis pela geração a que pertenço se ter aproximado da música erudita ou de quaisquer outras formas de experimentação e de estranhos diálogos que possam existir dentro do campo musical. Ao lado da conterrânea Björk, este projeto não apenas colocou a Islândia no mapa dos grandes expoentes musicais, como definiu de vez o famigerado pós rock, género que mesmo não sendo de autoria da banda, só alcançou o estatuto e a celebração de hoje graças, em grande parte, ao rico cardápio instrumental que este grupo conseguiu alicerçar nas mais de duas décadas que já leva de existência.

Stream "Stendur æva", Sigur Rós' New Orchestral Single | Consequence of  Sound

Agora, sete anos depois do último disco da banda, o aclamado Kveikur,  os Sigur Rós voltam a fazer mossa com Odin’s Raven Magic, um disco orquestral ao vivo, que conta com as participações de vários músicos do país da banda, nomeadamente Maria Huld Markan Sigfúsdóttir do projeto Amiina, Hilmar Örn Hilmarsson e Steindór Andersen e que é inspirado num poema medieval islandês chamado Edda e que retrata um banquete de deuses marcado por presságios agoirentos sobre o fim do mundo. Já agora, a primeira interpretação desta verdadeira banda sonora de um poema sucedeu um par de vezes, há já dezoito anos, em dois mil e dois, no evento Reykjavik Arts Festival. Este lançamento em disco de Odin’s Raven Magic, que vai acontecer a quatro de dezembro à boleia do consórcio Krunk vs Warner, teve os arranjos assinados por Kjartan Sveinsson e por Sigfúsdóttir, da banda Amiina e capta uma performance no La Grande Halle de la Villette, em Paris, em setembro de dois mil e quatro.

Stendur æva (stands alive) é o mais recente tema divulgado deste novo registo dos Sigur Rós que faz uma súmula desse concerto em Paris, uma composição efervescente e onde todas as opções instrumentais, predominantemente sintéticas e minimalistas, mas também fortemente orgânicas e dominadas pelas cordas e pelos sopros da orquestra participante, se orientaram de forma controlada. A canção é marcada por um loop hipnótico conferido por um curioso xilofone construído a partir de fragmentos de pedra rudemente talhados, da autoria do escultor Páll Guðmundsson. A partir dessa base, os restantes elementos instrumentais, a voz profunda de Andersen e o falsete de Jonsi vão conjurando entre si até se aglutinarem num clímax sereno, mas bastante emotivo, resultando, no seu todo, num salutar grau de epicidade, sendo a audição da composição uma experiência auditiva de forte pendor metafísico e sensorial. Confere Stendur æva e a tracklist de Odin’s Raven Magic...

Sigur Rós - Stendur æva

1. Prologus 
2. Alföður orkar 
3. Dvergmál 
4. Stendur æva 
5. Áss hinn hvíti 
6. Hvert stefnir 
7. Spár eða spakmál 
8. Dagrenning

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por stipe07 às 10:20

Matt Berninger – Serpentine Prison

Segunda-feira, 16.11.20

Já viu a luz do dia Serpentine Prison, o disco de estreia da carreira a solo de Matt Berninger, um registo que deve muito do seu conteúdo ao período de confinamento que o músico viveu em Nova Iorque e que lhe permitiu debruçar-se com maior empenho neste seu projeto paralelo à realidade The National. Serpentine Prison conta nos créditos com os produtores Booker T. Jones e Sean O’Brien, e viu a luz do dia através da Book Records, uma nova etiqueta, subsidiária da Concord Records e formada por Berninger e Jones em conjunto.

Matt Berninger – 'Serpentine Prison' review: poise and prowess

Por muitas voltas que Matt Berninger dê à sua carreira musical, seja a solo, seja nos The National ou no projeto El VY, há sempre um tronco comum a todas as suas abordagens artísticas, as ideias de melancolia, de angústia amorosa e de sofrimento mais ou menos profundo devido a esse sentimento único. Serpentine Prison não foge à regra, num registo quem mostra logo esse adn do músico em My Eyes Are T-Shirts (When I see you something sad goes missing, I stop crying, lay down and listen, I hear your voice and my heart falls together, please come back, baby, make me feel better) e, logo a seguir e com uma sobriedade descomunal em Distant Axis, um tema que foi crescendo a partir de um esboço criado por Walter Martin (The Walkmen) e que tinha o nome inicial Savannah. Distant Axis é, aliás, a canção que melhor conjuga, na minha opinião, as dimensões lírica e sonora de Serpentine Prison, uma lindíssima composição, instrumentalmente riquíssima e repleta de arranjos das mais diversas proveniências, com uma toada emotiva crescente e na qual cordas e piano se deixam cobrir com mestria por uma nuvem espessa de classicismo e por uma aúrea de sentimentalismo e sensibilidade únicos, impressões ampliadas pela superior delicadeza do registo vocal grave de Berninger.

Berninger é, na sua essência, confessionalmente monocromático e, artisticamente, uma fonte inesperada de soul, conforme se percebe, por exemplo, em One More Second, ou nas cordas que abraçam generosamente a sua voz suplicante em Loved So Little. Poucos duvidam que pessoalmente não seja uma personagem irrequieta, bem humorada e divertida, sendo público o seu sorriso fácil e uma genuína simpatia. É um ser repleto de cor e de jovialidade, mas, artisticamente, este autor, cantor e compositor sempre preferiu uma outra profundidade, fazendo-o com uma abordagem genuína e biográfica, plasmada numa faceta cinza que o coloca num pedestal de refinamento e classicismo exuberante e até algo distante da filosofia dos The National, eminentemente crua, enérgica e imediata, quando comparada com esta proposta em nome próprio.  O piano que conduz Take Me Out Of Town é uma sagaz ilustração desta sua visão requintada e charmosa do processo de composição e o cariz boémio e nublado de Collar Of Your Shirt um marco de nobreza melancólica que todos devemos apreciar com elevada devoção.

Em suma, Serpentine Prison oferece-nos com tremenda nitidez alguns dos maiores medos e inseguranças do autor e Berninger fá-lo aqui tornando-se na própria estrela que interpreta o estilo particulamente cinematográfico de uma escrita sempre tocante, intensa e realista. Espero que aprecies a sugestão...

Matt Berninger - Serpentine Prison

01. My Eyes Are T-Shirts
02. Distant Axis
03. One More Second
04. Loved So Little
05. Silver Springs (Feat. Gail Ann Dorsey)
06. Oh Dearie
07. Take Me Out of Town
08. Collar Of Your Shirt
09. All For Nothing
10. Serpentine Prison

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por stipe07 às 17:56

Still Corners – Crying

Sábado, 14.11.20

Dois anos depois do belíssimo registo Slow Air, a dupla britânica Still Corners está de regresso, novamente à boleia da Wrecking Light, com The Last Exit, o quinto álbum da carreira deste projeto formado por Greg Hughes e Tessa Murray e que sedeado há já alguns anos nos Estados Unidos tem pautado a sua carreira por calcorrear um percurso sonoro balizado por uma pop leve e sonhadora, íntima da natureza etérea e onde os sintetizadores são reis, mas também uma pop que pisca muitas vezes o olho aquele rock alternativo em que as guitarras eléctricas e acústicas marcam indubitavelmente uma forte presença.

Still Corners "Crying" - Northern Transmissions

Crying é a mais recente composição divulgada do alinhamento deste novo trabalho dos Still Corners, uma composição que apontando timidamente para ambientes dançantes e sendo dominada por um efeito sintetizdo retro, também impressiona por aquela saudável rugosidade orgânica que o baixo e a guitarra eletrificada contêm, tendo sempre em ponto de mira um indisfarçável ambiente de romantismo e sensualidade. Confere...

Still Corners - Crying

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por stipe07 às 18:54






mais sobre mim

foto do autor


Parceria - Portal FB Headliner

HeadLiner

Man On The Moon - Paivense FM (99.5)

Man On The Moon · Man On The Moon - Programa 400


Disco da semana 100#


Em escuta...


pesquisar

Pesquisar no Blog  

links

as minhas bandas

My Town

eu...

Outros Planetas...

Isto interessa-me...

Rádio

Na Escola

Free MP3 Downloads

Cinema

Editoras

Records Stream


calendário

Novembro 2020

D S T Q Q S S
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
2930

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.