Sexta-feira, 18 de Abril de 2014

La Sera - Running Wild

O trio de indie rock Vivian Girls anunciou há algum tempo  fim da banda e deram concretos de despedida em Nova Iorque, de onde são naturais, mais concretamente de Brooklyn e em Los Angeles.

Quem não perdeu tempo e anunciou novidades no que diz respeito à sua carreira a solo é a baixista Katy Goodman. Nesta primavera, mais concretamente a treze de maio e através da Hardly Art,  ela vai editar Hour Of The Dawn, o seu terceiro álbum, que gravou sob o pseudónimo La Sera.

Katy adiantou que Hour Of The Dawn será um trabalho mais alegre que os antecessores algo que o pop punk de Losing To The Dark, o tema de abertura do disco, demonstrou claramente, assim como o rock de garagem de Running Wild, o segundo avanço de Hour To The Dawn divulgado. Confere...


autor stipe07 às 12:35
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Terça-feira, 15 de Abril de 2014

Twin Shadow - To The Top

Depois de compôr o tema Old Love / New Love em exclusivo para o jogo GTA V, o músico Twin Shadow acaba de disponibilizar gratuitamente uma nova canção chamada To The TopGeorge Lewis Jr. ainda não revelou muitos detalhes a respeito deste seu novo tema, não havendo confirmação se fará parte do alinhamento do seu próximo álbum.

To The Top tem uma sonoridade grandiosa e épica, algures entre a world music e alguns dos melhores arranjos, instrumentalmente ricos e que fizeram escola no auge da típica pop dos anos oitenta, um universo sonoro que já tinha sustentado Confess, o último disco deste músico norte americano. Confere...


autor stipe07 às 17:29
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Segunda-feira, 14 de Abril de 2014

Dead Lef Echo - true.deep.sleeper EP

Naturais de Brooklyn, em Nova Iorque, os norte americanos Dead Lef Echo são Ana B. (guitarra, teclados e voz), Lg (guitarra e voz), Kevin K. (bateria)e Steve S. (baixo). Anunciaram o lançamento do disco de estreia para este verão, um trabalho que vai chamar-se Thought and Language e está quase pronto. Esse disco foi misturado por John Fryer (Lush, NIN, Depeche Mode) e o artwork é da autoria da lendária etiqueta V23, liderada por Vaughan Oliver, um designer que já trabalhou com os Pixies e os Bauhaus, entre outros.

Entretanto, enquanto Thought and Language não chega, os Dead Lef Echo lançaram a vinte e cinco de fevereiro um EP intitulado true.deep.sleeper, através da texana Moon Sounds Records e disponível no bandcamp do coletivo.

true.deep.sleeper foi misturado por Monte Vallier (Soft Moon, Weekend) e contém quatro canções com algum do melhor rock psicadélico com forte componente lo fi que ouvi ultimamente. O principal traço identitário dos Dead Lef Echo é o post punk feito com uma cuidada sujidade ruidosa e através da distorção das guitarras, mas onde o baixo também tem um papel importante, como é possível perceber em so.wrong. O tema título do disco é um verdadeiro caldeirão sonoro com os melhores ingredientes do típico rock psicadélico e depois há algo quase oposto em Blind Island, um tema cheio de detalhes habituais na dream pop e ainda uma toada mais dub em Heaven Sent Sleeper.

true.deep.sleeper é um conjunto coeso de quatro canções que abarcam diferentes estilos sonoros, através de uma estrutura muito bem construída e que não vão dececionar quem aprecia o rock alternativo dos anos oitenta. Daqui a algumas semanas falaremos certamente de Thought and Language. Espero que aprecies a sugestão...

true.deep.sleeper EP

true.deep.sleeper

so.wrong

blind.island

heaven.sent.sleeper


autor stipe07 às 18:32
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Quinta-feira, 10 de Abril de 2014

TOONS - TOONS

Naturais de Brooklyn, Nova Iorque, os TOONS são Matthew Gregory (voz e bateria), Brian Wess (baixo), Davey Jones (voz e guitarra) e Ryan Foster (guitarra) e lançaram no passado dia vinte e cinco de março, através da Old Flame Records, TOONS, um disco homónimo, disponível abaixo para audição e download e possível de ser adquirido em formato cassete, numa edição limitada a trezentos exemplares.

Álbum conceptual, TOONS fala da importância que uma simples vaca leiteira tem na vida destes quatro rapazes que, pelos vistos dão ao leite uma importância algo inédita para quem está mais na idade de elogiar e carburar outros liquidos mais etílicos. Vivendo na cosmopolita Nova Iorque, os TOONS terão frequentes sonhos sórdidos e pouco recomendáveis acerca da pacata e saudável vida no campo e TOONS foi a melhor forma que encontraram de expôr essa curiosa tendência.

TOONS foi misturado por Mike Ditrio e as suas onze canções estão cheias de guitarras que, do fuzz ao grunge, explodem em elevadas doses de distorção, com raízes no rock alternativo da década de noventa. Não há grandes segredos no alinhamento do disco e esse é, decididamente, um elogio que se pode fazer a um álbum divertido e animado, feito por quatro músicos que sonham resgatar a alma de um som com mais de vinte anos e que, muitas vezes tocado com uma certa displicência, mas sempre com uma grande dose de alma e criatividade, marcou indubitavelmente uma geração.

Milkn', o segundo tema do alinhamento de TOONS, é um  dos grandes destaques do trabalho e essencial para se perceber o universo que os TOONS procuram criar neste disco que, até ao final, em Watch We Change, não dá descanso a guitarras que debitam continuamnete melodias certeiras, que vão diretas ao assunto e que impressionam pelas variadas mudanças de direção e por um clima sempre acelerado e festivo.

Canções como Strip Club Blues e What You Back, além das já citadas, exemplificam com precisão que estes quatro músicos são excelentes representantes da melhor herança norte americana atual do rock alternativo que se fazia há uns vinte anos, exímios intérpretes de um noise rock cheio de guitarras distorcidas e inebriantes. Depois há ainda temas mais melódicos, como N.E.T.S. (I Care) e Smile (Sold Out), que mostram um outro lado, também feito de alguma introspeção e de uma complexidade instrumental e lírica que nos envolve e nos faz mergulhar numa animada teia, tecida por uma banda que está no rumo certo para se tornar numa referência essencial do rock alternativo nos próximos anos. Espero que aprecies a sugestão...


autor stipe07 às 21:44
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Terça-feira, 8 de Abril de 2014

Liars – Mess

Poucas bandas se transformaram tanto ao longo da última década como o trio de Nova Iorque chamado Liars e formado por Angus Andrew, Aaron Hemphill e Julian Gross. Deram início à carreira com uma sonoridade muito perto do noise rock, com experimentações semelhantes ao que fora testado pelos Sonic Youth do início de carreira e até com algumas doses de punk dance e aos poucos foram aproximando-se de uma sonoridade mais amena e introspetiva. O que antes era ruído, distorção e gritos desordenados, passou a debitar algo mais brando, com uma proposta de som muito mais voltada para um resultado atmosférico, definição que passou a imperar com evidência desde o disco homónimo lançado em 2007. 

Este toque experimental acabou por se manter e WIXIW (pronuncia-se wish you) foi o culminar de uma tríade que começou no tal Liars de 2007 e prosseguiu em Sisterworld (2010). Agora, cerca de dois anos depois, os Liars voltam a apostar numa inflexão sonora com Mess, o novo trabalho do grupo,lançado no passado dia 25 de março, através da Mute Records.


Um colorido novelo de lã ilsutra a capa de Mess e, na verdade, é uma analogia interessante e feliz relativamente ao conteúdo do disco, produzido pelo próprio Angus Drew, líder dos Liars. Mess é uma mistura nada anárquica, mas bastante heterogénea de todos os vetores sonoros que têm orientado a carreira dos Liars e, sendo um álbum carregado de batidas, com uma base sonora bastante peculiar e climática, tem propostas ora banhadas por um doce toque de psicadelia a preto e branco, ora consumidas por um teor ambiental denso e complexo.

Independentemente da abordagem que é feita em cada canção e que varia imenso, a eletrónica é o fio condutor de todo o trabalho, quase sempre envolvida numa embalagem frenética, embrulhada com vozes e sintetizadores num registo predominantemente grave e ligeiramente distorcido, que cria uma atmosfera sombria e visceral.

Mask Masker, o tema de abertura, é uma excelente porta de entrada para Mess, porque além de conter uma riqueza instrumental imensa, é uma canção algo assustadora, friamente dividida em várias secções que, à medida que surgem, ampliam o cariz sombrio da canção e engrandecem o clima da mesma, agravado por uma letra onde se identifica um conteúdo que mistura, sem pudor, alusões à violência física misturadas com perversão sexual e desvios comportamentais (take my pants off, use my socks, smell my socks, eat my face off [...] give me your face).

Assim, à medida que o registo avança, ficam claras as transições sonoras em que os Liars sempre apostaram e nota-se a experimentação de diferentes estilos, com ecos bem audíveis de post punk, synthpop e dance punk dos anos oitenta e a eletrónica sombria à Gary Numam, ou mais dançante, típica de uns Nine Inch Nails, bem audível em I'm No Gold e até uma faceta algo gótica, herdada dos Depeche Mode.

É evidente a mestria com que os Liars executam aquilo que pretenderam arquitetar em Mess e impressiona a forma como enquadram todas estas referências num estilo muito próprio e inédito. Desenrolar esta bola colorida de onze canções e todas as dinâmicas que propõe é um exercício auditivo simultâneamente complexo e recompensador, porque estamos na presença de uma amálgama sonora bastante calculada e muito bem construída. Mess é, sem sombra de dúvida, mais um firme ponto de referência da carreira discográfica extraordinária que define a carreira deste trio norte americano. Espero que aprecies a sugestão...

Liars - Mess

01. Mask Maker
02. Vox Turned D.E.D
03. I’m No Gold
04. Pro Anti Anti
05. Can’t Hear Well
06. Mess On A Mission
07. Darkside
08. Boyzone
09. Dress Walker
10. Perpetual Village
11. Left Speaker Blown

 


autor stipe07 às 21:42
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Dirty River - Dark Summer vs Ticket

Oriundo de Nova Iorque, o trio Dirty River prepara-se para lançar o disco de estreia, um homónimo que será editado no próximo dia quinze de abril por intermédio da Fleeting Youth Records. Depois de Releaf, o primeiro single retirado de Dirty River, agora chegou a vez de serem divulgadas mais duas canções, Dark Summer e Ticket.

Estas são mais duas canções comandadas pela voz grave e austera de Forrest Hackenbrock, mas incrivelmente próxima dos nossos ouvidos. essa voz cruza-se com uma percussão grave e uma guitarra swingada carregada de distorção no primeiro exemplo e melodicamente muito assertiva em Ticket. O resultado final de ambas é um rock, com fortes pitadas daquele blues fumarento tão americano, num resultado minimalista, mas simultaneamente eufórico e relaxante. Confere..


autor stipe07 às 17:10
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Domingo, 6 de Abril de 2014

Holy Ghost - Ok vs Bridge & Tunnel (a_just_ed Remixes)

A DFA de James Murphy é uma referência no cenário musical de dança e as suas remisturas têm uma sonoridade única e incomparável, uma espécie de imagem de marca que as distingue de todos os produtores e que os álbuns dos LCD Soundsystem tão bem introduziram no nosso ouvido. Recentemente a editora lançou dois singles de remisturas de Ok e Bridge & Tunnel, dois originais dos Holy Ghost e que estão agora disponíveis para download gratuito e que irão certamente agradar aqueles que, como eu, apreciam o género e esta editora nova iorquina. Confere...


autor stipe07 às 11:47
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Segunda-feira, 31 de Março de 2014

Woods - With Light And With Love

Woods 2014 press pic

Os Woods são de Warwick, nos arredores de Nova Iorque e uma banda formada por Jeremy Earl, Jarvis Taveniere, Kevin Morby, Aaron Neveu. Lançaram o álbum Bend Beyond em dezoito de setembro de 2012 e a nove de julho de 2013 voltaram com novidades, um single limitado a 1000 cópias com dois temas, Be All Be Easy e God's Children.

Brevemente vai chegar aos escaparates um novo disco da banda chamado With Light And With Love e acaba de ser divulgado o single homónimo, que durante nove minutos plasma um rock etéreo e psicadélico, com fortes reminiscências da folk tradicional norte americana. With Light And With Love é editado a quinze de abril pela etiqueta Woodsist. Confere...


autor stipe07 às 12:36
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Quinta-feira, 27 de Março de 2014

Dirty River - Releaf

Oriundo de Nova Iorque, o trio Dirty River prepara-se para lançar o disco de estreia, um homónimo que será editado no próximo dia quinze de abril por intermédio da Fleeting Youth RecordsReleaf é o primeiro single retirado de Dirty River, uma canção que irá agradar a quem aprecia nomes tão importantes como Kurt Vile ou Bill Callahan e onde a voz austera de Forrest Hackenbrock, mas incrivelmente próxima dos nossos ouvidos, cruza-se com uma percussão grave e uma guitarra swingada com um blues fumarento, num resultado minimalista, mas simultanemanete eufórico e relaxante. Confere... 


autor stipe07 às 12:27
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Sábado, 22 de Março de 2014

Swans - A Little God In My Hands

Oriundos de Nova Iorque, os norte americanos Swans são liderados pelo carismático Michael Gira e surpreenderam o universo em 2012 com um disco monstruoso chamado The Seer. Um ano depois estão de regresso aos lançamentos discográficos com um enorme tratado sonoro dividido por três LPs e dois CDs intitulado To Be Kind e que será editado a treze de maio pela Young God, etiqueta do próprio Gira.

To Be Kind conta com a participações especiais de Annie Clark do projeto St. Vincent, de Cold Specks e Little Annie e foi gravado nos estúdios Sonic Ranch, em El Paso.

A Little God In My Hands é o primeiro single divulgado de To Be Kind, pouco mais de sete minutos assentes numa percussão vibrante e poderosa e numa melodia hipnótica, disponíveis para download gratuito. Confere...


autor stipe07 às 13:35
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Quinta-feira, 13 de Março de 2014

Bear Hands - Distraction

Oriundos de Brooklyn, Nova iorque, os Bear Hands são Dylan Rau, Ted Feldman, Val Loper, TJ Orsche, uma banda norte americana que no passado dia dezoito de fevereiro editou o sempre difícil segundo disco. O álbum chama-se Distraction e viu a luz do dia por intermédio da Cantora Records, tendo sido produzido por Ted Feldman, o guitarrista da banda e misturado por James Brown (Foo Fighters, Nine Inch Nails).

Assim que comecei a escutar este disco achei logo que me soava a algo familiar e que seria um trabalho de fácil assimilação. Mas a verdade é que, poucos instantes depois, percebi que estava na presença de um trabalho influenciado não só pelas habituais camadas sonoras que compôem o rock alternativo, mas também cheio de tiques caraterísticos do pop punk, do eletropop e do rock clássico dos anos oitenta.

De facto, neste Distraction os Bear Hands demonstram uma interessante maturidade, quer como escritores de canções mas, principalmente, como criadores de melodias. Bone Digger destaca-se pela toada groove, pelo falsete de Rau, que depois se vai repetir na sombria Vile Iowa e pela forma como esta postura vocal se mistura com um sintetizador que parece ter sido ressuscitado após trinta anos de hibernação. Sleeping On The Floor contém os melhores ingredientes do chamado garage rock, uma canção que assenta numa densa parede melódica criada por excelentes loops de guitarra e também não posso deixar de falar da intrigante Bad Friend, um tema que cruza algumas das melhores caraterísticas do chamado alt-country com o rock mais progressivo.

Mas o meu grande destaque do álbum vai para Giants, o tema que me fez perceber que os Bear Hands têm algo de distinto, já que é uma canção que começa por apostar num certo hipnotismo algo sombrio, feito com sons sintéticos, para saltar logo para um rock algures entre MGMT e Public Enemy (confuso?) e que depois se estende num refrão épico e clássico e tipicamente pop. Esta canção acaba por ser uma excelente demonstração da abrangência sonora dos Bear Hands, num disco coeso, assente em texturas sonoras intrincadas e inteligentes, diferentes puzzles que dão substância às canções, com um ritmo variado que sabe aquela urgência do rock dos anos oitenta e que dá vida a letras que narram acontecimentos comuns, de forma inteligente

Hoje em dia, com a multiplicidade de propostas que diariamente chegam aos nossos ouvidos, frequentemente instala-se a confusão e são ténues as fronteiras entre aquilo que é indie ou pop, independentemente da fórmula ser eminentemente orgânica ou sintética. O foco acaba por se direcionar, no meu caso concreto, para a qualidade e para a capacidade que, independentemente do balizamento ou da rotulagem que esteja tentado a fazer, algns discos têm de transmitir sensações, sejam elas rudes, sinceras, emotivas, simples ou intrincadas. Os Bear Hands são de difícil catalogação, talvez ainda estejam à procura do rumo certo mas, quanto a mim, são bons e serão grandes se optarem sempre por esta miscelânia e heterogeneidade sonora que carateriza Distraction. Espero que aprecies a sugestão... 

Bear Hands - Distraction

01. Moment Of Silence
02. Giants
03. Agora
04. Bone Digger
05. Vile Iowa
06. Bad Friend
07. The Bug
08. Peacekeeper
09. Sleeping On The Floor
10. Party Hats
11. Thought Wrong

 


autor stipe07 às 22:24
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Quarta-feira, 12 de Março de 2014

Phantogram - Voices

Editado no passado dia dezoito de fevereiro pela Republic Records, Voices é o segundo disco da dupla norte americana Phantogram, natural de Greenwich, em Nova iorque e formada por Josh Carter (voz, guitarras) e Sarah Barthel (voz, teclas). Voices sucede a Nightlife, o disco de estreia da dupla, lançado em 2011.

Vivemos um período em que no universo sonoro indie e alternativo abundam os projetos que apostam em ambientes sonoros assentes numa eletrónica de cariz eminentemente pop, muitas vezes misturada com detalhes caraterísticos do rock, ou seja, feita com sons sintetizados, ressuscitados muitas vezes nos anos oitenta ou no trip-hop da década seguinte, misturados com guitarras com um apreciável nível de distorção e batidas e elementos da percussão que dão um certo travo R&B e algo obscuro ao clima geral.

Ao segundo disco os Phantogram apontam para estas bases sonoras, uma espécie de synthpop moderno, com um forte cariz urbano, num disco que aplica com apreciável mestria sintetizdores que vão-se enfiando por vários caminhos, alguns deles bem patentes, por exemplo, em Fall In Love e guitarras que melodicamente procuram territórios algo sombrios que em Nothing But Trouble, o interessante tema de abertura, remetem, por exemplo, para as propostas mais recentes de uma certa banda britânica, oriunda de Oxford e liderada por Thom Yorke. Escuta-se um clima envolvnete e sensual, que abre o apetite para o que vem a seguir, a melhor sequência do álbum, constituida por Black Out Days e na tal Fall in Love, duas canções com refrões marcantes, a voz de Sarah empilhada em várias camadas e uma improvável colagem de samples, que dá um tempero especial, particularmente na segunda canção.

Voices está impecavelmente produzido e envolto numa aúrea de mistério muito sedutora. E isso acentua-se quando se percebe que uma importante aposta neste disco parece ser a opção por canções com uma toada algo lenta e contemplativa; Temas como Bad Dreams, que incorpora uma peculiar bateria acústica e The Day You Died, canção que mistura muito bem guitarras e sintetizadores, têm na componente melódica, eminentemente romântica e introspetiva, uma correspondência clara com letras sombrias e pouco otimistas, com a própria voz de Sarah a acentuar todo este cenário algo sofrido.

O resto do disco tem alguns momentos igualmente expressivos, com temas como Never Going Home e I Don't Blame You a procurarem envolver o ouvinte num clima fortemente emocional, compatível com a lentidão de Bill Murray, algo quebrado por Howl At The Moon e Celebrating Nothing, duas canções que se aproximam da toada incial de Voices.

O fim do álbum chega com My Only Friend, uma bela melodia, com arranjos que dão à canção uma densidade particularmente rica e detalhada e ficamos com a sensação que escutámos uma banda que tem uma capacidade impar para nos afundar num colchão de sons eletrónicos que satirizam a eletrónica retro e, simultaneamente, mostrar-nos algumas pistas em relação ao futuro próximo de parte da eletrónica. Espero que aprecies a sugestão... 

01 Nothing But Trouble
02 Black Out Days
03 Fall in Love
04 Never Going Home
05 The Day You Died
06 Howling at the Moon
07 Bad Dreams
08 Bill Murray
09 I Don't Blame You
10 Celebrating Nothing
11 My Only Friend


autor stipe07 às 20:37
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Quinta-feira, 6 de Março de 2014

La Sera - Losing To The Dark

O trio de indie rock Vivian Girls anunciou há algum tempo  fim da banda e deram concretos de despedida em Nova Iorque, de onde são naturais, mais concretamente de Brooklyn e em Los Angeles.

Quem não perdeu tempo e anunciou novidades no que diz respeito à sua carreira a solo é a baixista Katy Goodman. Na próxima primavera, mais concretamente a treze de maio e através da Hardly Art,  ela vai editar Hour Of The Dawn, o seu terceiro álbum, que gravou sob o pseudónimo La Sera.

Katy adiantou que Hour Of The Dawn será um trabalho mais alegre que os antecessores algo que o pop punk de Losing To The Dark, o tema de abertura do disco, parece demonstrar claramente. Confere o single, disponível para download gratuíto e a tracklist de Hour Of The Dawn...

01 “Losing To The Dark”
02 “Summer Of Love”
03 “Running Wild”
04 “Fall In Place”
05 “All My Love Is For You”
06 “Hour Of The Dawn”
07 “Kiss This Town Away”
08 “Control”
09 “10 Headed Goat Wizard”
10 “Storm’s End”


autor stipe07 às 12:40
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Terça-feira, 4 de Março de 2014

Sharon Van Etten - Taking Chances

Sharon Van Etten 2014 press pic

Sharon Van Etten anunciou recentemente o lançamento de Are We There, o seu novo e terceiro registo de originais, um disco produzido pela própria e Stewart Lerman e que chegará às lojas a vinte e sete de maio por intermédio da Jagjaguwar, mas só agora é que foi divulgado o primeiro single desse trabalho.

Taking Chances é o primeiro avanço de Are We There, uma canção que surpreende e que representa uma mudança de direção na habitual sonoridade desta cantora natural de Brooklyn, Nova Iorque. O disco estará certamente cheio de letras que exploram as narrativas pessoais mais íntimas e dolorosas, decisões impossíveis, antecipação e resolução. Uma colecção de canções de excepcional confidência e sublime generosidade que nos desafia a perdermo-nos nos confins da sua alma, os seus desejos, memórias, as perdas, medos e anseios. Confere...

  1. Afraid of Nothing
  2. Taking Chances
  3. Your Love Is Killing Me
  4. Our Love
  5. Tarifa
  6. I Love You But I’m Lost
  7. You Know Me Well
  8. Break Me
  9. Nothing Will Change
  10. I Know
  11. Every Time the Sun Comes Up

autor stipe07 às 17:17
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Sexta-feira, 28 de Fevereiro de 2014

The Pains of Being Pure at Heart - Simple and Sure

Depois de se terem deixado influenciar por uma toada mais shoegaze em Belong (2011), os The Pains Of Being Pure At Heart vão infletir um pouco a sua orientação sonora e apresentar algo mais luminoso e alegre. Mestres do Indie pop, esta banda de Brooklyn, Nova Iorque, está então de regresso aos discos com Days Of Abandon, um trabalho que irá chegar aos escaparates a vinte e dois de abril. Algures onde brilharam os Lightning Seeds nos anos noventa, Simple And Sure, o primeiro avanço deste novo disco dos The Pains Of Being Pure At Heart, é já uma prova clara desta mudança, refletida em recentes declarações do vocalista Kip Berman sobre Days Of Abandon: I didn’t want to make Belonger. This album was a chance to step back from that universal style of songwriting to something that was far more personal, more in keeping with my original ideals. I wanted the music to be joyful and full of light, even if the subjects were often dark. Confere...


autor stipe07 às 12:56
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Sexta-feira, 21 de Fevereiro de 2014

Total Slacker - Slip Away

Naturais de Brooklyn, Nova Iorque e formados por Emily (baixo e voz), Zoe Brecher (bateria), Tucker Rountree (guitarra e voz) e David Tassy (guitarra), os Total Slacker acabam de editar Slip Away, um álbum que viu a luz do dia a onze de fevereiro por intermédio da Black Bell Records e que sucede a Trashin' , um disco que a banda editou em 2011 e onde a temática girava em redor de algumas das caraterísticas mais emblemáticas dos anos noventa. Entre estes dois discos os Total Slacker perderam Terence Connor, o primeiro baterista do grupo, falecido em dezembro de 2012 devido a um acidente de bicicleta, quando tinha apenas vinte e quatro anos.

Três anos depois de Trashin', os Total Slacker querem mostrar uma nova faceta mais visualmente renovada contemporânea e adulta, certamente também devido ao infortúnio que sofreram. Mas os anos noventa continuam a estar muito presentes, nomeadamente no conteúdo sonoro, com a guitarra agora a ter uma toada mais psicadélica, alongando-se nos solos que terminam quase sempre em enormes quantidades de fuzz e distorção e toda a banda a criar uma massa densa de sons.

Apesar de durar apenas trinta e sete minutos, a verdade é que esta aposta firme no predomínio da guitarra faz com que as canções pareçam um pouco mais longas, com momentos bastante enérgicos e que apostam fortemente numa sonoridade elaborada e a tentar ser comprometida com um indie rock criativo e maduro, sendo Super Big Gulp um excelente exemplo dessa busca de renovação.

Mas é difícil levar estes Total Slacker totalmente a sério quando escrevem depreciativamente sobre o namorado de uma babysitter (Fight the Babysitter Boyfriend) e tocam essa letra sobre um épico solo de guitarra, ou quando repetem a receita numa canção que fala explicitamente sobre as habilidades sexuais que é possível qualquer pessoa praticar a solo (Touch Yrself).

Thighmaster é contida e contêm referências mais nostálgicas e comtemplativas, sem nada de relevante a assinalar em termos liricos, mas depois a polémica regressa quando, em Who Killed Kennedy, os Total Slacker lançam uma teia de novas teorias conspiratórias inusitadas acerca do assassinato de JFK, que envolvem a prória rede social facebook.

Um dos destaques do disco acaba por ser See Right Through, uma canção onde a simbiose entre o baixo e a guitarra é perfeita e as letras encaixam com mestria no registo vocal anasalado de Rountree. Mas também há que ouvir com afinco Keep The Ships At Bay, mais uma canção assente num garage rock lo fi, visceral e vibrante e que mistura elemenos típicos do grunge com a crueza do punk rock.

Os Total Slacker têm um apetite particular pela abordagem a alguns dos aspetos mais icónicos da realidade cultural norte americana e de os cruzar com detalhes surreais, procurando assim convencer que merecem ser levados a sério e tidos em conta no espetro sonoro em que se inserem. E, na verdade, Slip Away é um verdadeiro caldeirão de influências que nos transporta para uma espiral sonora onde a percurssão rápida, uma voz pujante e o fuzz das guitarras fazem destes Total Slacker um dos projetos mais interessantes de seguir no indie rock atual. Confere...

01. Satisfied
02. Who Killed Kennedy
03. Touch Yrself
04. Would If I Could
05. Out of Body Experience
06. Fight the Babysitter Boyfriend
07. Keep The Ships At Bay
08. See Right Through
09. Super Big Gulp
10. Thighmaster
11. Sometimes You Gotta Die

 

 


autor stipe07 às 13:04
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Segunda-feira, 17 de Fevereiro de 2014

Clouder - Lost In Reverie and Phantom Girl

Liderados por Eric Gilstrap, os Clouder preparam-se para editar Syster Raygun, o trabalho de estreia desta banda de Brooklyn, Nova Iorque e que irá ver a luz dia a quatro de março, em formato digital e cassete, através da Fleeting Youth Records.

Lost In Reverie e Phantom Girl são dois avanços já divulgados de Syster Raygun, duas canções disponibilizadas gratuitamente e que demonstram a capacidade dos Clouder em reproduzir um rock de garagem, genuíno e visceral, melodicamente muito assertivo, como todos os ingredientes para ampliar ainda mais a notoriedade de uma banda que, pelos vistos, já se destaca no meio local pela atuações ao vivo.

Syster Raygun pode ser encomendado através do Bandcamp dos Clouder. Confere...

 


autor stipe07 às 17:16
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Sábado, 15 de Fevereiro de 2014

Flagland - Sugarcube

Flagland

Naturais de Nova Iorque, os Flagland são Kerry Kallberg, Dan Francia e Nick Dooley, uma banda que se prepara para lançar Love Hard, um novo disco. Com uma guitarra bastante melódica e uma excelente linha de baixo, bastante pronunciada, Sugarcube é um avanço já conhecido e um dos grandes destaques de Love Hard, que irá chegar aos escaparates já a vinte e cinco de fevereiro, através da Father/Daughter. Confere...


autor stipe07 às 17:53
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Quarta-feira, 12 de Fevereiro de 2014

Woods - Leaves Like Glass / Moving To The Left

Woods, featuring (from left) Jarvis Taveniere, Kevin Morby, G. Lucas Crane and Jeremy Earl. Photo: Nick Haggard

Os Woods são de Warwick, nos arredores de Nova Iorque e uma banda formada por Jeremy Earl, Jarvis Taveniere, Kevin Morby, Aaron Neveu. Lançaram o álbum Bend Beyond em dezoito de setembro de 2012 e em julho de 2013 voltaram com novidades, um single limitado a 1000 cópias com dois temas, Be All Be Easy e God's Children.

Em 2014 o regresso dos Woods aos lançamentos discográficos está marcado para dia quinze de abril com With Light And With Love, um álbum que verá a luz do dia por intermédio da Woodsist. Leaves Like Glass e Moving To The Left são as duas amostras já conhecidas do disco. Confere...


autor stipe07 às 22:09
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Beverly - Honey Do

Beverly

Membro dos Vivian Girls, Crystal Stilts e Dum Dum Girls, Frankie Rose também editou, a solo, nos últimos anos, alguns discos que são verdadeiras pérolas de indie pop e agora é, também, uma das metades de uma dupla chamada Beverly. A outra metade deste projeto chama-se Drew Citron, que também toca numa banda de Nova Iorque chamada Avan Lava.

Nas Beverly, Citron é a grande responsável pela escrita e cabe a Rose o processo de composição, quase sempre assente em arranjos delicados e muito melódicos. Honey Do, o mais recente tema divulgado das Beverly, é um bom exemplo disso, uma canção que fará parte da compilação que a Kanine Records prepara para o próximo Record Store Day. Confere...


autor stipe07 às 11:04
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Quinta-feira, 6 de Fevereiro de 2014

Passenger Peru - Passenger Peru

Oriunda de Brooklyn, Nova Iorque, a dupla norte americana Passenger Peru editou o seu trabalho de estreia no passado dia vinte e oito de janeiro, uma edição apenas em cassete e em formato digital, através da Fleeting Youth Records e que temos dissecado já por cá, com a divulgação de alguns singles. Recordo que os Passenger Peru sã formados por Justin Stivers (baixista dos The Antlers no álbum Hospice) e pelo virtuoso multi-instrumentista Justin Gonzales.

PassengerPeru

Considero que este projeto é uma excelente opção para quem aprecia aquela sonoridade pop rock, algo cósmica, mas ligeiramente lo fi, cheia de arranjos detalhados, que nomes tão influentes como os Yo La Tengo, Neutral Milk Hotel, Early Animal Collective, entre outros, tão bem replicam sonoramente.

Heavy Drugs é o primeiro avanço de Passenger Peru, uma canção com um título enganador e  muito metafórico, assente num ritmo muito contemplativo e melodicamente muito sensível. O tema está cheio de arranjos e detalhes que facilmente nos deslumbram. Mas depois também há a destacar Dirt Nap, uma canção com uma toada igualmente contemplativa e melodicamente sensível, mas um pouco mais folk que o primeiro tema revelado, devido à forte presença das cordas. Neste tema o sintetizador proporciona o toque perfeito de modernidade e sustenta a sonoridade algo cósmica que parece caraterizar este projeto. Gostaria também de destacar a excelente abertura do disco com a luminosa Tiger Lily e a aproximação feliz aos My Bloody Valentine em Your Hunger, dois temas que plasmam as virtudes técnicas que os Passenger Peru possuem para criar música e a forma como conseguem abarcar vários géneros e estilos do universo sonoro indie e alternativo e comprimi-los em algo genuíno e com uma identidade muito própria. A cover de Don’t Ask Why, dos tais My Bloody Valentine, também é um bom exemplo desta imensa capacidade criativa do grupo.

Há algo de autêntico e de verdadeiramente excitante nestes Passenger Peru; A banda tem um indie appeal muito genuíno e cada canção deste trabalho é uma deliciosa fatia de um bolo que sabe cada vez melhor a cada audição. Neste trabalho homónimo de uma banda que certamente irá tornar-se na próxima grande sensação musical de Brooklyn, percebe-se claramente que as treze canções foram concebidas para criar uma atmosfera subtil e onde, da luminosidade das guitarras aos sons aquáticos e claustrofóbicos, tudo serve para chegar próximo do post rock e de outras preferências mais etéreas, que passam também pelo jazz e pela música experimental e assim dar vida a um trabalho que é já um dos maiores destaques do início deste ano. Espero que aprecies a sugestão...

Passenger Peru self titled

1. Your Hunger

2. In the Absence of Snow

3. Pollen Season

4. Tiger Lily

5. Heavy Drugs

6. Weak Numbers

7. Memory Garden

8. Health System

9. Dirt Nap

10. Life and Death of a Band

11. More Than This(Roxy Music Cover)

12. Don’t Ask Why (MBV cover)

13. Live Noizz


autor stipe07 às 21:25
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Quarta-feira, 5 de Fevereiro de 2014

The National - I Need My Girl & Learning (Perfume Genius cover)

Os The National vão lançar mais um single do último disco da banda norte americana natural de Brooklyn, Nova Iorque. I Need My Girl é esse single retirado de Trouble Will Find Me e o lado b é algo de verdadeiramente único e surpreendente. Falo de Learning, uma cover de um original do disco de estreia de Perfume Genius, que tinha o nome dessa canção.

A banda de Matt Berninger decidiu tocar esta cover de Perfume Genius devido a um concurso de São Valentim, em que nos convidam a reinterpretar I Need My Girl. O vencedor irá embolsar quinhentos dólares e irá aparecer no site dos The National; Para motivar potenciais interessados, optaram eles por fazer essa cover de Learning. Confere...

The National - I Need My Girl

01. I Need My Girl
02. Learning (Perfume Genius Cover)


autor stipe07 às 12:55
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The Men - Another Night & Different Days

image

Oriundos de Nova Iorque, os The Men preparam-se para lançar aquele que poderá vir a ser um dos trabalhos mais relevantes do rock alternativo em 2014. Falo de Tomorrow’s Hits, um álbum que verá a luz do dia no início de março por intermédio da Sacred Bones e que sucede ao fantástico New Moon.

Depois de há cerca de um mês terem iniciado a apresentação do álbum com a divulgação de Pearly Gates, agora, de uma penada só, chegaram aos nossos ouvidos Another Night e Different Days, mais duas canções do alinhamento de Tomorrow's Hits. Do indie punk ao rock de garagem, passando pelo krautrock, os The Men apostaram forte no novo álbum e alargaram consideravelmente o seu cardápio sonoro, o que fará com que se tornem brevemente numa das principais referências sonoras da cidade que nunca dorme. Confere...


autor stipe07 às 10:34
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Domingo, 2 de Fevereiro de 2014

Toons - Milkn'

Naturais de Brooklyn, Nova Iorque, os Toons são Matthew a i Gregory (voz e bateria), Brian Wess (baixo), Davey Jones (voz e guitarra) e Ryan Foster (guitarra) e, através da Old Flame Records, editaram no início deste ano, em formato cassete, Milkn', pouco mais de dois minutos cheios de guitarras que, do fuzz ao grunge, explodem em elevadas doses de distorção, com raízes no rock alternativo da década de noventa.

Milkn' é o segundo tema do alinhamento de Toons, um disco que será lançado no próximo mês de março e que será certamente objeto de crítica e divulgação em Man On The Moon. Abaixo, depois de Milkn', poderás já ficar com um aperitivo desse disco e escutar algumas das canções do seu alinhamento. Confere...


autor stipe07 às 18:42
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Sexta-feira, 31 de Janeiro de 2014

Passenger Peru - More Than This (Roxy Music cover)

Depois de ter divulgado Heavy Drugs e Dirt Nap, regresso aos Passenger Peru, agora para dar conta de uma cover que esta dupla de Brooklyn, Nova Iorque, formada por Justin Stivers (baixista dos The Antlers no álbum Hospice) e pelo virtuoso multi-instrumentista Justin Gonzales, criou para o clássico de 1982 More Than This, dos Roxy Music.

É muito curioso escutar a forma como os Passenger Peru deram uma nova roupagem a este tema, sem colocar em causa a sua essência, através de toada igualmente contemplativa e melodicamente sensível, mas verdadeiramente experimental e até psicadélica, com o sintetizador a proporcionar o toque perfeito de modernidade e a sustentar a sonoridade algo cósmica, tão cara aos Passenger Peru. Confere...


autor stipe07 às 19:02
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