Como é carnaval, o samba é a banda sonora do dia. E todos precisamos, diariamente, de sorte. Fica o Samba Enredo do Grupo de Samba Tribal, A.R.C de Estarreja, em modo É Fartar, Vilanagem. Sorte para eles hoje...
Roberto Carlos, o grande mentor do projeto de eletrónica experimental Helado Negro, vai lançar, através da Asthmatic Kitty, um novo disco em 2013 e que se chamará Invisible Life. Entretanto já foi disponibilizado para download gratuito o primeiro single desse disco; O tema intitula-se Dance Ghost.
Recordo que Roberto tem uma outra banda, os Ombre, em parceria com Juliana Barwick. Editaram Believe You Me no passado mês de agosto, também através da Asthmatic Kitty.
O projeto Sweet Baboo também terá um novo álbum em 2013! O disco irá chamar-se Ships e verá a luz do dia em abril, por intermédio da Moshi Moshi Records. Let´s Go Swimming Wild é o single de avanço para Ships e podes efetuar o download do tema aqui, ou no Facebook do grupo.
Continuando com as novidades já conhecidas para 2013, os Phosphorescent, uma banda de Athens liderada pelo compositor Matthew Houck, já têm sucessor para o disco Here’s To Taking It Easy, de 2010. O novo álbum terá Muchacho como curioso título, mas compreensível porque Houck referiu recentemente que quase todas as canções foram escritas numa praia do México. O primeiro single já revelado de Muchacho é a belíssima Song For Zula. Confere...
Sonsick é o single que antecipa o disco homónimo do projeto San Fermin, um álbum que será lançado a doze de fevereiro de 2013. Os San Fermin são uma banda Brooklyn, Nova Iorque, liderada por Ellis Ludwig-Leone, uma compositora de apenas vinte e três anos que estudou composição musical em Yale e trabalhou como assistente de Nico Muhly, um nome importante nos arranjos de álbuns dos the National, Passion Pit, Sufjan Stevens e muitos outros.
Ellis escreveu este disco homónimo durante uma estadia de dois meses no Canadá e quando regressou a Nova Iorque juntou os restantes elementos dos San Fermin; Holly Laessig e Jess Wolfe, da banda indie Lucius, e Allen Tate. Para abrilhantar ainda mais esta equipa, Ellis serviu-se de músicos que já trabalharam com Bon Iver e com a Asphalt Orchestra, para a gravação de San Fermin.
Finalmente, Raj Dawson, aka Mystery Pills, acaba de lançar um novo single; Anti Pattern tem como lado B Vital Sign e ambos estão disponíveis no bandcamp do músico.
O single foi gravado nos estúdios Rabbit Hole, em Rapid City, misturado por Stuart Sikes nos Elmwood Recording, em Dallas, Texas e masterizado por Timothy Stollenwerk nos Stereophonic Mastering, em Portland. Confere...
Está cada vez mais próximo de ver a luz do dia o imenso quebra-cabeças ruidoso que será Reign of Terror, segundo trabalho da dupla que assina como Sleigh Bells e com lançamento previsto para 21 de fevereiro. Depois de em dezembro ter dado conta que divulgaram o single Born To Lose, pouco a pouco Derek E. Miller e Alexis Krauss vão montando as peças deste segundo álbum. Agora deram a conhecer a nova Comeback Kid; com mais esta canção o duo reforça o que Born To Lose já havia apontado: o novo álbum da dupla nova-iorquina virá em contornos muito mais acessíveis e melódicos e irão romper com o noise pop desconcertante do disco de estreia Treats.
O trio londrino Saint Etienne passou os anos noventa a fazer alguma da melhor techno pop emotiva e cosmopolita que se ouviu na época. Desde 2005 que não lançam nenhum disco mas parece que este ano esse hiato vai ter um fim e já é conhecido o primeiro single do próximo álbum; Chama-se Tonight e no site oficial da banda poderás fazer o download da canção.
Saint Etienne - Tonight by Saint Etienne
No passado sábado, dia vinte e oito de janeiro, os The Flaming Lips revelaram uma canção inédita, que conta com a participação especial de Erykah Badu e de Siri, o novo aplicativo do iPhone 4S. é uma canção simples e minimalista e o frontman Wayne Coyne fez um pequeno texto onde especifica os detalhes da canção:
Sound construction piece featuring Lips, Erykah Badu, Siri, and Biz Markie backwards. It's called "Now I Understand" It's funny and will be available on SoundCloud for one week only!!! Life is beautiful. Music gets you high.
Now I Understand by theflaminglips
Na sexagésima edição de Três De Rajada..., rubrica que parte da minha busca por novidades e pretende dar a conhecer música nova lançada no mercado discográfico, destaco esta semana os novos singles de Clock Opera, Cloud Nothing e The Kills. Toca a ouvir e a tirar ilações...
Clock Opera – Once And For All
Na quinquagésima oitava edição de Três De Rajada..., rubrica que parte da minha busca por novidades e pretende dar a conhecer música nova lançada no mercado discográfico, destaco os novos singles de Florence And The Machine, o primeiro avanço para Port Of Morrow, o próximo disco dos The Shins e que divulguei na passada semana e Hang It Up, o primeiro single retirado de Sounds From Nowheresville, o tão aguardado terceiro álbum dos The Ting Tings. Toca a ouvir e a tirar ilações...
Florence And The Machine – No Light No Light
Depois de ter assinado pela 4AD, Grimes acabou por ter um 2011 bastante ocupado com a gravação de um novo disco que vai ser lançado brevemente e a preparação da respetiva digressão. Visions verá a luz do dia no final de fevereiro e já é conhecido Génesis, o primeiro avanço.

O segundo disco e homónimo de Bon Iver continua a trazer-lhe um enorme reconhecimento mundial, muito devido aos dois singles já disponibilizados; Falo das belíssimas Calgary e Holocene. No final deste mês será a vez de Towers ser lançada como single e que incluirá como lado B, Bruised Orange (Chain Of Sorrow), uma versão de um original do cantor John Prine.
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Os Goldfrapp resolveram lançar uma coletânea que incluirá canções retiradas dos cinco álbuns de estúdio de Alison Goldfrapp e Will Gregory. E uma das novidades desse disco é que incluirá dois inéditos. Assim, depois de já ter sido divulgado há algumas semanas Yellow Halo, agora foi dada a conhecer uma balada calma, melancólica e nostálgica, intitulada Melancholy Sky. The Singles será lançado nos Estados Unidos e em Inglaterra no início da segunda semana de fevereiro.

Os The Shins de James Mercer divulgaram material do próximo disco de originais e que sucederá a Wincing The Night Away, disco de 2007 e que chegou a receber uma nomeação para os Grammy Awards.; Refiro-me à canção Simple Song, o primeiro single desse álbum que se chamará Port Of Morrow e cujo lançamento está previsto para o dia dezanove de março. No site do grupo é possível ouvir a canção e efetuar uma pré-encomenda do disco que dá logo acesso ao download de Simple Song. Já agora, toda a discografia da banda merece uma audição atenta!
Na quinquagésima sétima edição de Três De Rajada..., rubrica que parte da minha busca por novidades e pretende dar a conhecer música nova lançada no mercado discográfico, destaco os novos singles de Nicola Roberts, dos Tribes e de Various Cruelties. Toca a ouvir e a tirar ilações...
Nicola Roberts – Yo-Yo
Tribes – When We Were Children
Various Cruelties – Great Unknown
No Facebook de Man On The Moon as canções de 2011 mais votadas foram...
Desejo a todos os leitores de Man On The Moon um excelente Natal e, já agora, cheio de música nos sapatinhos. Eu contribuo com estas... Apareçam sempre e usufruam!
Mando Diao - Christmas Could Have Been Good
The Futureheads - Christmas Was Better In The 80s
The Raveonettes - The Christmas Song
The Kills - Silent Night

E há mais duas novas canções dos Radiohead...
Hoje, data em que é editado o DVD From The Basement, resultante das sessões homónimas promovidas pelo produtor Nigel Godrich, também são editadas duas canções aí reveladas: The Daily Mail e Staircase. Relembro que já tinha dado conta deste lançamento no passado dia vinte de agosto e no Curtas XIII.
Mas a maior novidade do dia é mesmo saber-se que a banda está a ensaiar quatro ou cinco canções para os concertos do próximo ano, onde se inclui o Optimus Alive a 15 de Julho. À XFM, Ed O´Brien explicou que a banda quer manter-se criativa. E acrescentou: Temos novas canções, estamos a ensaiar quatro ou cinco esta semana, por isso vamos tentar levá-las para a estrada. É uma sensação muito boa.
Venham elas... E eles!
Hoje, no dia em que é editado Inni, o novo disco dos Sigur Rós, na quinquagésima primeira edição de Três De Rajada..., rubrica que parte da minha busca por novidades e pretende dar a conhecer música nova lançada no mercado discográfico, destaco os novos singles dos The Cage The Elephant, The Kooks e dos The Wombats. Toca a ouvir e a tirar ilações...
Cage The Elephant – Aberdeen
The Kooks – Junk Of The Heart
The Wombats – 1996
Ontem, dia 21 de setembro, os R.E.M. anunciaram ao mundo o fim de uma grande aventura com mais de 30 anos no site oficial da banda. Estava sentado no sofá de casa a ouvir a primeira faixa de Rumspringa, o disco mais recente do projeto Canon Blue, quando oportal Stereogum, através da rede social Facebook, surgiu-me perante o olhar com uma atualização onde se lia R.E.M. quits. Muito sinceramente, tenho uma dificuldade imensa em descrever o que senti naquele preciso momento, o enorme vazio que instantaneamente se apoderou de mim! Fiquei sem vontade nenhuma de abrir o link e ler o conteúdo e senti uma necessidade imensa de abrir bem os meus olhos e respirar fundo para não me deixar abater emocionalmente pelo que iria ler. Carreguei então no dito link que de imediato me remeteu para o comunicado oficial da banda e que ontem transcrevi neste blogue.

À medida que os anos vão passando, crescemos, a nossa vida evolui e avança, passamos por experiências boas e amargas e, se tudo for correndo bem, atingimos sonhos e objetivos. E ao longo dessa caminhada há sempre marcas, pessoas, circunstâncias e factos da nossa vida, ideias, sonhos e desejos que nos acompanham e marcam a nossa identidade, como se fossem um carimbo ou uma tatuagem invisivel, que não se vê, mas que nós e os que connosco convivem sabem que existe e que está lá. E os R.E.M. são, sem a mínima hesitação, uma marca na minha vida, um descritor essencial da minha identidade, algo indissociável da meu eu enquanto pessoa, doa a quem doer, como sabem todos aqueles que porventura me conhecem minimamente e possam estar a ler este texto.
Poderá haver quem me ache demasiado sentimental e lamechas (só eu sei o quanto algumas músicas dos R.E.M. contribuiram ao longo da minha vida para alimentar esta marca da minha personalidade) em determinados momentos e situações da minha existência; Neste facto concreto, o fim dos R.E.M. enquanto banda, tenho todo o direito de o ser e de extravasar a minha imensa mágoa, exatamente porque eles são, como referi, uma caraterística essencial da minha identidade!
Sei que pode haver quem ache um exagero falar assim, mas sinto que ontem perdi um bom amigo e que ele deixou um vazio cá dentro que ninguém (neste caso uma banda) poderá colmatar! Foi como se tivesse deixado de ter ao meu lado um ser que estava sempre ali, que me ouvia quando colocava um disco deles a tocar, com quem falava nos meus passeios e viagens, nos meus momentos de solidão e mais pessoais e por quem esperava avidamente por notícias e novidades! Agora ficam-me apenas as recordações desse amigo, na vasta discografia que guardo lá em casa, como se fossem cartas que me escreveu e me deixou para eu ler sempre que queira!
Os R.E.M. acabam de anunciar a separação...
Estou em choque, confesso! Custa a acreditar...
Fica a curta declaração oficial da banda e de cada um dos membros. Para já nada mais me ocorre dizer...
"To our Fans and Friends: As R.E.M., and as lifelong friends and co-conspirators, we have decided to call it a day as a band. We walk away with a great sense of gratitude, of finality, and of astonishment at all we have accomplished. To anyone who ever felt touched by our music, our deepest thanks for listening."

Mike Doughty é um músico norte americano de quarenta anos, nascido no Kentucky e com uma carreira iniciada já na década de noventa como vocalista dos saudosos Soul Coughing, banda que conheceu o seu término no ano 2000.
De imediato lançou-se numa carreira a solo, tendo sido Haughty Melodic (2005) o primeiro disco a dar alguma visibilidade à sua carreira. Golden Delicious (2008) cimentou o projeto e teve a participação especial de Dave Matthews, fundador e dono da nova iorquina ATO Records e, como sabem, líder carismático da Dave Matthews Band. No presente ano já lançou dois álbuns; O primeiro foi Dubious Luxury, que teve samples e participações especiais de Joanne Kyger, Todd Colby, Erica Livingston, Young Jean Lee, Becky Yamamoto e Rachel Benbow Murdy e no último dia trinta de agosto lançou Yes And Also Yes, este através da sua própria etiqueta, a SNACK BAR.

O que define muitas vezes um verdadeiro artista eletrónico é a sua capacidade de misturar loops, riffs e múltiplos detalhes sonoros, removendo-os do seu contexto original e tornando-os seus. Kid Koala, The Avalanches e claro DJ Shadow, são três exemplos paradigmáticos do que falo. Mike Doughty, uma descoberta recente e ainda pouco explorada, poderá vir a ser outro grande exemplo, sendo o seu estilo, de acordo com quatro discos que já ouvi, feitos com guitarras mas também carregado de barulhos estranhos, vozes sampladas e grandes batidas freaky.
Nos Soul Coughing o contrabaixo comandava o regimento; A solo Mike deixa-se contagiar por guitarras solarengas como se tivesse necessidade de arrumar o passado num baú e de passar a ser conhecido pelo nome e não como antigo vocalista dos Soul Coughing. Portanto, a solo há um lote de canções de rosto californiano e baladas acústicas com pouco mais de dois minutos que parecem saídas de um acampamento de escuteiros. Quanto a mim, faz um rock folk e funky com o ritmo perfeito para andar na rua.
O mais recente Yes And Also Yes, diferencia-se um pouco dos restantes porque é um disco ainda mais acústico, marcado por uma pop alternativa para relaxar e com algumas músicas com forte presença da guitarra.
Além da carreira musical, Mike Doughty compôs para cinema e, aproveitando a internet, escreveu vários textos sobre fotografia e viagens feitas a países como Etiópia, China e Cambodja. Estamos pois perante um artista com talento, dono de um blogue e um site bastante ativos e que, apesar do fantasma Soul Coughing, começa a demonstrar aquela consistência sonora que o poderá conduzir ao estrelato individual.
Espero que aprecies a sugestão...
Looking At The World From The Bottom Of A Well
Unsignable Name
Madeline And Nine
Busting Up A Starbucks
White Lexus
American Car
Tremendous Brunettes
I Hear The Bells
Sunken-Eyed Girl
Grey Ghost
His Truth Is Marching On
Your Misfortune
Fort Hood
I Just Want The Girl In The Blue Dress To Keep On Dancing
Put It Down
More Bacon Than The Pan Can Handle
27 Jennifers
I Wrote A Song About Your Car
I Got The Drop On You
Wednesday (Contra La Puerta)
Like A Luminous Girl
Nectarine (Part One)
Navigating By The Stars At Night
Soundythigh
O.S.S.U.M.
Gimme the Cake
Powerful Medium – The Claw
Uh-murr-kah
Let's Turn On
Oona Bet Door
Do You Find Me Sexy
I Just Want to be Mellow, Man
Oh Ray Ray
Are You Here I Am Here
That's Right
Chinese Spies
You Don't Have to Think About What to Do
More Bacon Than the Pan Can Handle (Remix)
Cheap Suite
1. Na Na Nothing
2. Into the Un
3. Day By Day By
4. Holiday (What Do You Want?)
5. Russell
6. Strike the Motion
7. Have at It
8. Makelloser Mann
9. The Hufer and the Cutter
10. Rational Man
11. Telegenic Exes 1 (Hapless Dancers)
12. Weird Summer
13. Vegetable
14. Telegenic Exes 2 (Astoria)
Depois do dia mais feliz da minha vida e que agora vai ter sequência por muitos e longos anos e de uma lua de mel fantástica na terra dos burritos, mariachis e tequillas e onde também se ouviu boa música portuguesa (para breve um post dedicado a este assunto), estou de volta com novidades, sugestões e o que mais apetecer. E para este regresso, sugiro um projeto que descobri há algumas semanas chamado Public Transport.

Public Transport é um projeto a solo de Duncan Bailey, natural do Maine e que também é fotógrafo e tem um programa semanal de rádio, na rádio WERU, onde toca essencialmente rock e música eletrónica.
Duncan começou a escrever música em 1998, que foi lançando gratuitamente na internet. No site do músico podes encontrar toda a sua discografia disponível. No passado dia 27 de junho, Duncan lançou mais um EP, agora através da etiqueta 23 Seconds Netlabel.
De acordo com a crítica, a música dos Public Transport leva-nos numa viagem de sonho com ponto de partida no shoegaze e na chillwave. Assim, temos aqui música pop eletrónica, filtrada com alguma distorção e influências óbvias do final do século passado, nomeadamente os My Bloody Valentine e os Stereolab. Espero que aprecies a sugestão...

1. Der Unterschied zwischen Signal und Rausch
2. Up All Night
3. Interlude
4. Never Coming Back
5. Airy
Quem, como eu, procura estar atento ao fenómeno musical, mesmo que muitas vezes o tempo para isso seja escasso (tenho apenas dois ouvidos e uma vida, felizmente bastante ocupada), sente-se recompensado quando beneficia da oferta de serviços de venda e streaming de música digital e respectivas campanhas promocionais. E às vezes encontram-se verdadeiras pérolas! A que divulgo hoje, o myspace transmissions, não sendo um conceito inédito, é bastante interessante.

01. For Emma
02. Flume
03. Lump Sum
04. Blindsided
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1/2 vida na maioridade...
Hoje foi um dia fantástico para, entre outras, também ouvir...

Johnny Greenwood, guitarrista dos Radiohead, escreveu ontem no site oficial da banda que estão a terminar o sucessor de In Rainbows (2007). E em Radiohead/com/deadairspace, desmentiu um jornalista italiano da revista Rolling Stone que escreveu recentemente que o próximo disco da banda terá 10 canções e que planeiam tocar ao vivo em 2011; I think this Italian writer has, either through over-enthusiasm or frustration at all my non-committal answers, mistranslated me a little. In fact we haven't quite finished the album - in the studio at the moment. Quanto a concertos, Greenwood acrescentou também que são infundados os rumores de que a banda poderá tocar no próximo Glastonbury, até porque ainda não têm planos para a próxima digressão; …Nor have we yet considered any touring, the plan is to have no plan until the record is finished.

Entretanto prosseguem os rumores e pistas em redor de um eventual regresso dos Blur. Depois do documentário No Distance Left To Run lançado no início deste ano e do qual dei conta (AQUI) em Dezembro de 2009 e após o single Fool's Day, lançado em Abril e inserido no evento Record Store Day, ao qual também fiz referência, Damon Albarn revelou há poucos dias à Sky News que falou com outros elementos da banda e está planeado juntarem-se em Janeiro; We did talk about doing something in January, something small, no career-based world domination ideas. I've got a lot of songs that will always only be comfortable in the context of Blur.
Estou a contar com um disco deles em 2011.

E agora a melhor notícia e surpresa do dia!
O mesmo Damon Albarn referiu ao NME no último sábado que está já a gravar o próximo disco dos Gorillaz, o sucessor de Plastic Beach, no seu iPad da Apple, imagine-se! E o mais espantoso é que conta revelá-lo ao mundo ainda antes do natal!!? I've made it on an iPad – I hope I'll be making the first record on an iPad. I fell in love with my iPad as soon as I got it, so I've made a completely different kind of record. And I want to release the album before Christmas.
E o primeiro single desse disco já foi revelado, apesar de só ser editado na próxima segunda-feira. Chama-se Doncomatic (All Played Out) e conta com a participação do cantor britânico Daley. Para este novo tema, a banda virtual inspirou-se num aparelho japonês criado em 1963, que se chama The Donca Matic mas, os Estados Unidos voltam a ser, segundo o vocalista, a principal influência do novo álbum, à semelhança de Plastic Beach que era, segundo Damon, uma carta de amor à América.
Os Gorillaz andam em digressão pela Inglaterra e há poucos dias deram um concerto memorável na MEN Arena, em Manchester.

E continuam as pazes, reuniões e regressos, seja por amor à música ou... ao dinheiro, de bandas que já se julgava estarem definitivamente fora do circuito; Agora são os Pulp. Considero a notícia relevante porque a banda de Jarvis Cooker está intimamente ligada ao sucesso do movimento índie. Foram um fenómeno de certa forma marginal na música britânica na década de 90, visto terem sido sempre catalogados como um grupo de alucinados que passaram uma década inteira na fronteira do sucesso, apesar de terem grandes canções atrás de si. Não na forma e no conteúdo musical, mas certamente no estilo, acho que foram uma espécie de resposta bife aos americanos Sonic Youth.
Ainda não é claro se com esta reunião vem um novo disco, ou se servirá apenas para ganhar umas massas em concertos e festivais. Seja como for, aplaudo a ideia e partilho um dos vídeos mais divertidos dos anos noventa.

Para terminar por hoje, tenho novidades da sueca Lykke Li, uma das minhas vozes preferidas da pop actual. O segundo álbum da cantora chega ao mercado discográfico em 2011 e o primeiro single, Get Some, pode ser descarregado gratuitamente no site oficial de Lykke Li. É de aproveitar, até porque ainda há um B-side e a música é porreira.

Após sete anos de cativeiro, foi finalmente libertada hoje a Prémio Nobel da Paz Aung San Suu Kyi e lider da oposição na Birmânia. O primeiro sinal da libertação foi a retirada das apertadas barreiras policiais junto à sua casa, onde estava detida em prisão domiciliária. Já ontem cerca de 1500 pessoas manifestavam-se nesse local, apelando à sua libertação e gritando palavras de ordem contra a junta militar birmanesa que governa o país. No entanto e na minha modesta opinião, esta libertação funciona apenas como uma espécie de engodo...
Há uma semana houve eleições gerais no país, que foram classificadas por alguns observadores internacionais como uma fraude e fantochada. Por isso, acho que a libertação de Aung San poderá ser uma manobra por parte da junta militar para obter algum reconhecimento internacional que legitime esse escurtínio.
O Secretário Geral da ONU já veio congratular-se publicamente com a libertação da Prémio Nobel e líder da Liga Nacional para a Democracia (LND) e apelou à junta militar birmanesa que não alargue o prazo de condenação e que termine com todas as restrições às deslocações e actividades da Nobel da Paz. Ban Ki-moon acrescentou ainda que a democracia e a reconciliação nacional exigem que todos os cidadãos birmaneses sejam livres de participar como querem na vida política do seu país e considerou que a dirigente birmanesa é um exemplo para o mundo. Salil Shetty, secretário geral da Aministia Internacional, também já se pronunciou afirmando que a libertação de Aung San Suu Kyi é certamente bem-vinda, mas constitui apenas o fim de uma condenação injusta que foi pronunciada ilegalmente e não representa de forma nenhuma uma concessão das autoridades. Também Barak Obama, congratulou-se hoje com a libertação da líder da oposição birmanesa, apelidando-a de minha heroína e aproveitou para reclamar a libertação de todos os presos políticos ainda detidos nesse país asiático.
Nos últimos vinte e um anos, Aung San Suu Kyi esteve presa dezassete, sem acesso ao exterior, sem telefone, televisão e Internet e sem poder receber visitas.
Desde que ganhei alguma consciência política, mesmo sem o manifestar publicamente, tornei-me logo um fervoroso defensor dos direitos humanos e da liberdade democrática e de expressão conscientes; Para mim esta é, sem dúvida, uma notícia que merece a minha celebração, mesmo que seja solitário e interior o meu profundo regozijo. Sei que a Birmânia fica lá do outro lado do mundo, que a minha opinião pouco conta para esta questão em particular mas, talvez com pequenos gestos como este, de manifestação pública de alegria por este acontecimento politico, se possa chamar a atenção para outras Aung San, espalhadas por este mundo fora, até bem mais perto de nós e para todas as formas de silenciamento e de repressão que ainda persistem, mesmo nesta sociedade democrática e dita civilizada onde vivemos.
Recentemente, no concerto dos U2 em Coimbra, relembrei Aung San e a sua luta, homenageada pela banda quando tocaram Walk On, uma música escrita em sua homenagem. Esta é, sem qualquer dúvida, a música do dia!
Sós contamos pouco mas, se dermos as mãos, mesmo individualmente e no seio de cada um de nós, mas com um objectivo comum de paz, justiça e liberdade, faremos certamente deste mundo um local bem melhor para se viver! Podemos começar na nossa casa, na nossa rua, na nossa família, no nosso grupo de amigos e por aí fora... É que estas coisas contagiam-se e não há melhor forma de propagação de ideais justos do que através do... exemplo! Eu acredito que podemos fazer deste mundo, um local bem melhor e ainda mais feliz para se ser... feliz!
E a lua, sempre atenta e vigilante, irá certamente sorrir muito mais vezes quando puser os olhos em nós e neste planeta tão belo.
A escolha de hoje é óbvia, eu sei...
Quarenta e um anos depois de Neil Armstrong, eu também lá vou, todos os dias, porque não desisto...
Gosto do arranque, da ignição, do ênfase dado por Thom a transport e tramlines... Dificilmente consigo acompanhar a descida a taking of and landing, fico sempre a meio caminho, a engolir em seco...
Crushed like a bug in the ground leva-me direitinho ao limbo e põe-me nos eixos, infiltrando-me na melancolia doce do timbre seguinte.
Embalado pela sequência, acedo ao mundo dos desejos! Mas, em one day i'm going to grow wings, despisto-me de novo e em chemical reaction volto ao mundo real, mudo e calado e de onde já não quero sair... hysterical and useless.
Respiro fundo, fecho os olhos ao som do piano distorcido, vejo estrelas onde ele desafina, toco nelas também encadeado pela luz infinita que vem do vazio e fico invadido pela doce tentação do enorme sorriso em You know, you know where you are with You know where you are with Floor collapsing Floating, bouncing back e, com o peito cheio e o coração leve, deixo de me importar com os males deste mundo, mesmo aqueles que já provei, porque afinal tenho mesmo asas e isso já não faz de mim uma aberração, apenas alguém ambicioso, que não vira a cara, não tem medo de olhar em frente e que sabe que um dia chegará lá... at the (less) emptiest of feelings.
That was my Today's Soundtrack...
Let down and hanging around
Crushed like a bug in the ground
Let down and hanging around...
And one day....
I am going to grow wings
A chemical reaction
Hysterical and useless
Hysterical and...
Let down and hanging around
Crushed like a bug in the ground
Let down and hanging around
as minhas bandas
The Good The Bad And The Queen
My Town
eu...
Outros Planetas...
Isto interessa-me...
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