Sexta-feira, 6 de Março de 2015

Van Dale - Bed Of Bricks

É já a trinta e um de março que chega aos escaparates em formato digital e cassete Van Dale, o novo disco dos Van Dale, um trabalho homónimo de um trio norte americano oriundo de Columbus, no Ohio, que inclui no alinhamento dos membros dos já consagrados Way Yes e uma das novas grandes apostas da insuspeita e espetacular editora Fleeting Youth Records, uma etiqueta essencial para os amantes do rock e do punk, sedeada em Austin, no Texas.

Disponivel para download, Bed Of Bricks é o primeiro avanço disponibilizado de Van Dale, uma canção curiosa porque balança entre um ambiente melódico contemplativo e reflexivo e uma toada sonora rugosa e visceral, com a distorção e os efeitos das guitarras e fazerem a ponte entre dois pólos que calcorreiam universos sonoros adjacentes ao indie rock alternativo que marcou os anos noventa e que podem ir da psicadelia, ao rock de garagem e ao punk rock. Confere...

Sugestão Follow Friday: Red Pass


autor stipe07 às 13:00
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Quinta-feira, 5 de Março de 2015

Tanlines - Slipping Away

Tanlines – “Slipping Away”

Oriundos de Brooklyn, Nova Iorque, os Tanlines são Jesse Cohen e Eric Emm, uma dupla que se distinguiu em 2012 com Mixed Emotions, um extraordinário disco de estreia que já tem, finalmente, sucessor anunciado. Chega a dezanove de maio aos ecaparates, por intermédio da True Panther SoundsHighlights o novo trabalho de um projeto que impressiona pela pop experimental que sugere e que mistura sintetizadores e a eletrónica com uma base de percussão sempre vibrante, muitas vezes a piscar o olho ao chamado afrobeat, numa espécie de indietrónica, adornada com alguns dos habituais detalhes da chillwave e da música de dança.

Reza a lenda que quando a banda se sentou no estúdio para começar a produzir os temas deste novo disco o computador que guardava as demos explodiu, literalmente e que, por isso, as guitarras e a bateria acabaram por passar para a linha da frente da condução melódica dos novos temas da dupla, em deterimento de uma superior primazia dos sintetizadores na estreia e que teria continuidade nas intenções iniciais deste sucessor.

Slipping Away é o primeiro avanço divulgado de Highlights, um single disponivel para download na página oficial da dupla, sendo só necessário fornecer o endereço de email em troca e o indie rock vibrante e festivo será, então, também uma marca importante no disco, com os Tanlines a quererem alargar horizontes de forma ressonante e exótica, com elevação, reflexão, método e entusiasmo. Confere...


autor stipe07 às 12:58
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Quarta-feira, 4 de Março de 2015

Le Thug - Place Is EP

Oriundos de Glasgow, os escoceses Le Thug são Clio Alexandra MacLellan (voz), Danny McColgan (samplers, teclados) e Michael Raphael Gilfedder (guitarra), um trio que editou em 2013 um excelente EP chamado Ripping e que está de regresso com outro EP, editado no dia dezasseis de fevereiro, em formato digital e vinil, através da etiqueta Song By Toad, Records de Matthew Young.

Se tivesse de escolher uma só palavra para descrever os Le Thug, atmosféricos seria o vocábulo escolhido. Assim que ouvi os seis temas deste EP senti que tinha acabado de regressar de uma viagem rumo aquelas bandas sonoras feitas nos anos oitenta propositadamente para filmes mudos, algo que atinge o auge na sequência feito com o austero tema Pals e a longa Basketball Land. E essa época musical, com um certo travo noir, é exatamente uma das declaradas influências do grupo, já que Place Is contém melodicamente o que de melhor foi feito ultimamente na synth pop europeia, um género musical várias vezes citado em Man On The Moon.

Quem estiver atento ao fenómeno, certamente terá notado que ultimamente a nostagia desta década é uma forte aposta no cenário indie europeu, um revivalismo que, apesar de ser sustentado pelo caráter minimalista da instrumentação, procura dissecar, principalmente, um universo melódico climático predominantemente sombrio e obscuro e, por isso, também mais sedutor e hipnótico. Este fio condutor também se encontra no forte sentido emotivo da componente lírica que, estando nos Le Thug a cargo da voz celestial de Clio, pretende, neste caso, replicar um registo em falsete afundado num colchão de sons eletrónicos, criados, quase sempre, por um sintetizador cheio de samplers, loops e efeitos, que parecer também satirizar uma eletrónica retro, feita com VHS, mas cheia de charme e bom gosto.

Logo desde o início do EP os Le Thug vincam este estilo que se mantém ao longo do seu alinhamento; Se a já referida Pals destaca-se pela simplicidade da secção rítmica, são as guitarras quem conduzem Basketball Land e Losing Song, com a última a destacar-se pelos sons metálicos de um teclado em espiral, que já tinha feito furor em Paint, sempre com uma natureza contagiante, em canções que são verdadeiras obras primas que revivem o que de melhor se podia escutar há uns bons trinta anos, feitas por uma banda onde todos os elementos conjugam e recriam com distinção o que de melhor foi feito numa época em que era proporcional o abuso da cópula entre os sintetizadores e o spray para o cabelo e talvez nos sirvam também para mostrar o futuro próximo de parte da eletrónica. Espero que aprecies a sugestão...

Outer Hebridean

Pals

Basketball Land

Paints 

Losing Song

FC



autor stipe07 às 21:37
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My Morning Jacket – Big Decisions

My Morning Jacket - Big Decisions

Os norte americanos My Morning Jacket de Jim James já têm sucessor para o aclamado Circuital (2011) e regressam aos discos a quatro de maio próximo com The Waterfall, um trabalho produzido novamente por Tucker Martine (The Decemberists, Modest Mouse, Neko Case).

Gravado maioritariamente em Stinson Beach, na Califórnia, mas também noutros locais como Portland ou a cidade natal da banda e com a luz do dia a ser possível com a chancela da insuspeita ATO Records, em parceria com a Capitol Records, The Waterfall será certamente mais um marco obrigatório na carreira desta banda já veterana mas ainda fundamental no universo sonoro norte americano. O indie rock psicadélico de Big Decisions, o primeiro single divulgado do disco, comprova claramente que este quinteto de Louisville, no Kentucky, deve continuar a merecer a nossa atenção. Confere...

Stinson Beach was so psychedelic and focused. It was almost like we lived on our own little moon out there. It feels like you’re up in the sky. - Jim James


autor stipe07 às 15:56
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Pacote Vacant Stare Records - Stalls vs MALL WALK

tapes.jpg

A mítica Vacant Stare Records, uma fantástica etiqueta de Oakland, na Califórnia, tem no seu cardápio os Stalls e os MALL WALK, duas bandas que partilham membros e impregnadas com um manancial de efeitos e distorções alicerçadas em trinta anos de um indie rock feito com guitarras bastante inspiradas.

O blogue Man On The Moon tem para oferecer ao seu maior fã duas excelentes cassetes dos Stalls e dos MALL WALK, que poderá receber em sua casa gratuitamente e que incluem códigos para download legal e gratuito do seu conteúdo. Para isso, quem quiser habilitar-se a este magnífico pacote, tem apenas de entrar no link do blogue (AQUI) onde é feita a análise crítica do EP homónimo dos Stalls, um dos trabalhos oferecidos e deixar a sua opinião sobre o artigo e o conteúdo sonoro do trabalho, assim como da banda.

Depois disso, o interessado tem de partilhar esse link no seu mural pessoal do Facebook e o concorrente que além do comentário que fez no blogue, obter mais Gosto e Comentar nessa partilha, até ao próximo domingo, dia oito de março de 2015, será o feliz contemplado! Arriscas?!


autor stipe07 às 14:23
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Segunda-feira, 2 de Março de 2015

Computer Magic - Dreams Of Better Days EP

Danielle Johnson aka Danz, uma DJ e bloguer com especial apetência para espetros musicais que misturem as tendências mais atuais da eletrónica com uma pop de forte pendor vintage é a mente que controla, manipula e dá vida a Computer Magic, um projeto que acaba de divular um novo EP intitulado Dreams Of Better Days, seis canções que se deitam à sombra de cruas batidas, cheias de loops e efeitos que se conjugam com alguns elementos minimalistas, alguns deles particularmente bonitos e curiosos.

A eletrónica e os ambientes intimistas que a mesma pode criar sempre que lhe é acrescentada uma toada algo acústica, mesmo que haja um constante ruído de fundo orgânico e visceral é, pois, a pedra de toque deste cardápio, onde abunda um som esculpido e complexo audível logo nosefeitos sinteizados e na leve batida de K2 / Intro, mas onde se destaca, sem dúvida, o single Shipwrecking. Esta excelente canção, produzida por Abe Seiferth, borbulha de cor e intensidade, devido aos arranjos sintetizados que contém e à condução proporcionada por uma bateria cheia de charme, encapsulando-a num ambiente algo aquático e denso, mas extremamente sedutor.

Testemunhamos contornos de uma certa magnificiência e inedetismo neste EP quando é manipulado com ecos e efeitos em reverb; Em My Love, por exemplo, a vertente sintética mostra-se apenas como uma das diferentes camadas sonoras sobrepostas, ficando claro que Danz plasma a sua íntima e estreita relação com a pop, udando também alguns dos artifícios obrigatórios do rock clássico, mas sem abandonar as suas origens mais eletrónicas e sombrias. Já agora, este último tema acumula um amplo referencial de elementos típicos desses dois universos sonoros, que se vão entrelaçando entre si de forma particularmente romântica e até, diria eu, objetivamente sensual, fazendo-o com um elevado índice de maturidade e firmeza, o que plasma o imenso bom gosto na forma como a autora aposta nesta relação simbiótica, enquanto parte à descoberta de texturas sonoras. Curiosamente, a gitarra poderia ser um fiel companheiro da artista e um instrumento que se aliaria com notável mestria ao seu registo vocal mas, neste trabalho, apenas surge com um certo destaque e bastante implícito na homónima Dreams of Better Days (Don’t Pass Me By), por sinal um tema onde o protagonismo da voz é menos evidente e o registo algo modificado maquinalmente.

Dream Of Better Days é de uma subtileza experimental incomum e, mesmo que à primeira audição isso não transpareça claramente, os temas estão carregados de sentimentos melancólicos; Cada música tem sempre algo de pessoal e há agregados sonoros que tanto podem vir a fazer furor em algumas pistas de dança como acabarem por ser um referencial de alguns dos melhores momentos ambientais e com uma toada chillwave da carreira de Computer Magic. Espero que aprecies a sugestão...

K2 / Intro
Shipwrecking
My Love
Dreams of Better Days (Don’t Pass Me By)
Mindstate
Birds / Outro


autor stipe07 às 17:56
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Warpaint - No Way Out

Theresa Wayman, Emily Kokal, Jenny Lee Lindberg e Stella Mozgawa são as Warpaint, um título feliz para quatro intérpretes que compôem música que parece vir do interior da alma mais sincera e verdadeira que podemos imaginar e que o ano passado surpreenderam com um disco homónimo onde deixaram as guitarras, o baixo e a bateria seguirem a sua dinâmica natural e assumirem uma faceta negra e obscura, para criar um álbum tipicamente rock, esculpido com cordas ligas à eletricidade e com uma certa timidez que não era mais do que um assomo de elegância contida, uma exibição consciente de uma sapiência melódica

Agora, quase um ano depois, as Warpaint voltam a deixar-nos boquiabertos com No Way Out, uma nova canção que indicia a proximidade de um novo registo de originais e que promete ser mais um marco na carreira deste projeto californiano. O tema assenta em deliciosos acordes e melodias minusiosamente construídas com diversas camadas de instrumentos. A escrita carrega uma sobriedade sentimental que acaba por servir de contraponto a uma sonoridade algo sombria e, em alguns instantes, tipicamente lo-fi. Confere...


autor stipe07 às 15:56
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Domingo, 1 de Março de 2015

CLIQUE​, ​LOOSE TOOTH​, ​GHOST GUM​, MUMBLR - CLIQUE​/​/​LOOSE TOOTH​/​/​GHOST GUM​/​/​MUMBLR SPLIT

CLIQUE//LOOSE TOOTH//GHOST GUM//MUMBLR SPLIT cover art

Filadélfia é uma das cidades atualmente mais ativas no universo indie norte americano, principalmente quando se trata de replicar a simbiose entre garage rockpós punk e rock clássico, que contém aquela sonoridade crua, rápida e típica da que tomou conta do cenário lo fi inaugurado há mais de três décadas e que, um pouco mais ao lado, em Seattle, também fez escola e tomou conta do resto do mundo à época.

Os Mumblr de Nick Morrison, Ian Amidon, Sean Reilly e Scott Stitzer, são um dos grandes destaques desse movimento, mas há outras bandas locais que parecem querer calcorrear um percurso semelhante e, unindo esforços, chegar a um número cada vez mais de ouvintes.

Com o alto patrocínio da Fleeting Yourh Records, de Ryan M., os Clique, os Loose Thoot e os Ghost Gum, deram as mãos aos já consagrados Mumblr e editaram um EP, em que cada banda contribuiu com um tema, disponível para download gratuíto e que pretende ser uma porta de entrada acessível para esta sonoridade rugosa e envolvente, feita de guitarras que apontam em diferentes direções, sempre acompanhadas pelo baixo que, frequentemente, não receia tomar as rédeas do conteúdo melódico dos temas. Confere...

 


autor stipe07 às 14:48
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Sábado, 28 de Fevereiro de 2015

Highlands – Dark Matter Remnants EP

Editado no passado dia quinze de julho, Dark Matter Traveler foi o segundo disco dos Highlands, um grupo de Long Beach, na Califórnia, formado por Scott, Chris, Stephen e Beau Balek. Esse trabalho, produzido pela banda e por Rollie Ulug e masterizado por J.P. Bendzinski, era particularmente tenso, narcótico, intenso e hipnótico, já que o ambiente sonoro destes Highlands, que partilham connosco o seu gosto pelo cruzamento entre o punk mais sombrio e o rock clássico e noisy, carregado de reverb, debitava melodias épicas, com um certo groove e um forte pendor psicadélico.

Dark Mark Traveler continha dez canções mas, à época, os Highlands tiveram de fazer alguma seleção relativamente ao alinhamento já que dispunham de outros temas que acabaram por ficar de fora do conteudo desse disco. Dark Matter Remnants viu a luz do dia a vinte de novembro último e é uma súmula com cinco canções que ficaram de fora do segundo álbum do projeto, mas que poderiam muito bem ter feito parte desse disco, já que continuam a demonstrar que os Highlands não têm receio de mostrar a capacidade intrínseca que possuem para replicar a psicadelia que se desenvolveu nas décadas de setenta e oitenta e adicionar outras sonoridades atuais, mais coloridas e aprimoradas.
Logo em Red, o primeiro tema do EP, confere-se uma revisão dessa psicadelia e uma busca pontos de encontro com o rock clássico, proposto há mais de quatro décadas por gigantes do rock alternativo que se entregaram ao flutuar sonoro da lisergia.
Com uma postura vocal algo arrastada mas assertiva, o reverb na voz acaba por ser uma consequência lógica desta opção que, na melancolia épica de Delusion, carrega toda a componente nostágica com que os Highlands pretendem impregnar o seu ADN. O vocalista, ao soprar na nossa mente e ao envolvê-la com uma elevada toada emotiva e delicada, faz o nosso espírito facilmente levitar, algo que provoca um cocktail delicioso de boas sensações.
Dark Matter Remnants era o capítulo que faltava no percurso destes Highlands para poderem agora prosseguir em paz de espírito e sem remorsos por terem deixado de fora no seu último longa duração temas tão excelentes como os que compôem este EP e assim, olhando definitivamente em frente, continuarem a sua saga musical com o exclusivo propósito de demonstrar a uma qualquer entidade exterior o que os humanos são capazes de produzir de melhor no universo indie mais progressivo e psicadélico. Espero que aprecies a sugestão...
 

Highlands - Dark Matter Remnants

01. Red
02. Delusion
03. Never Look
04. The Only Things
05. Eternal Coast


autor stipe07 às 21:17
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Quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2015

Robot Princess - Action Park

Oriundos de Brooklyn, Nova Iorque, os Robot Princess são Beau Alessi, Daniel D. Lee, Peter Ingles, Joe Reichel e Catherine Anderson, uma das novas apostas da Fleeting Youth Records, uma etiqueta essencial para os amantes do rock e do punk, sedeada em Austin, no Texas.

Os Robot Princess gravaram Ten Vogue, o disco de estreia, nos estúdios Seriuos Business. em Nova Iorque, há um par de anos, mas esse trabalho nunca viu a luz do dia, ou qualquer tipo de edição, quer física, quer digital. Recentemente, Catherine Anderson, membro da banda, produziu mais um punhado de canções do grupo, que resultaram num EP intitulado Action Moves.

Com estes dois trabalhos em mãos e com a Fleeting Youth Records a apostar seriamente nos Robot Princess, chegou finalmente a hora de um dos segredos mais bem guardados do indie rock nova iorquino ver finalmente música a chegar aos escaparates, com a edição em conjunto do álbum e do EP, que verão a luz do dia em formato digital e cassete a vinte e quatro de março.

Já disponivel para download gratuito, Action Park é o primeiro avanço divulgado do cardápio que vai ser editado, uma canção onde Beau Alessie, o vocalista, ironiza com um parque temático situado nos arredores de Nova Jersey com o mesmo nome e com a tudo aquilo que de semelhante tem o amor e todas as emoções que um parque de diversões nos oferece. No final do mês divulgarei certamente a análise crítica desta estreia nos lançamentos dos Robot Princess. Confere...


autor stipe07 às 18:58
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