Sexta-feira, 20 de Janeiro de 2017

Arcade Fire - I Give You Power

Arcade Fire - I Give You Power

Três anos depois do excelente Reflektor e de dois discos a solo de Will Butler, os canadianos Arcade Fire aproveitaram a tomada de posse de Donald Trump para apresentarem ao mundo aquele que é também um claro manifesto político e de protesto claro, parece-me, ao novo rumo tomado pelo país vizinho. A canção chama-se I Give You Power e conta com a participação especial vocal de Mavis Staples, importante diva do R&B e do gospel norte-americano.

Tema que deverá fazer parte do novo disco da banda, a editar ainda em 2017, I Give You Power segue um pouco a linha delineada já em Reflektor, ou seja, cada vez mais distantes do rock impetuoso dos primórdios, os Arcade Fire apostam agora na preponderância dos beats, com o formato eminemtemente pop a ser definitivamente relegado para primeiro plano e com o grupo a ter uma nova aúrea, completamente remodelada. Resta acrescentar que esta canção surge após o anúncio da edição do duplo DVD, The Reflektor Tapes + Live at Earls Court, que deverá ver a luz do dia já a vinte e sete de janeiro. Confere...


autor stipe07 às 21:26
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Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2017

The XX - I See You

Terminou há poucos dias uma longa espera relativamente a novidades dos The XX, após o aclamado Coexist, um longa duração lançado pelo grupo, à boleia da Young Turks, já há quatro anos e que tem finalmente sucessor. O terceiro álbum do trio foi editado com o mesmo selo Young Turks e chama-se I See You. O disco tem um alinhamento de dez canções, gravadas entre Março de 2014 e Agosto de 2016 em vários sítios como New York, Texas, Reykjavique, Los Angeles e Londres e foi produzido por Jamie Smith e Rodaidh McDonald.

Resultado de imagem para The XX I See You

Ao contrário de outros projetos que muitas vezes se dispersam caso haja um relativo hiato entre discos, o tempo é, sem dúvida, um aliado na curta e bem resolvida trajetória dos The XX. Ocorreram transformações na vida de cada um dos componentes da banda nos últimos anos e, apesar da espera entre cada trabalho, mantém-se o carinho e uma pressão positiva por parte do grande público. Assim, ao terceiro disco os The XX mostram a habitual boa forma, assente numa filosofia sonora muito própria e fortemente identitária e uma saudável disponibilidade para o alargamento do espetro sonoro em que se movimentam e que balança muitas vezes entre a pista de dança e a mais recatada introspeção, como se percebe logo nos dois primeiros temas do alinhamento de I See You. Logo em Dangerous, umas inéditas sirenes e a sedutora batida oferecem-nos maior audácia, relativamente ao anterior catálogo da dupla e depois, em Say Something Loving, aproveitando um sample de Alessi Brothers, a emoção instala-se facilmente em quem se deixar envolver pela beleza melódica do tema.

Percebe-se, pois, logo neste início auspicioso de I SeeYou, que este é mais um registo onde tudo se movimenta como uma massa de som em que o mínimo dá lugar ao todo, ou seja, os detalhes ainda são parte fundamental da funcionalidade e da beleza da obra do trio britânico, mas a diferença, desta vez está na maneira como exploram essa unidade e nas nuances sonoras que interligam as canções. No fundo, a receita é exatamente a do costume, mas a sonoridade foi renovada, tendo cabido ao baterista e produtor Jamie Smith assumir a linha da frente nessa tarefa, nomeadamente quando acerta nas batidas hipnóticas que servem de base para as vozes de Romy e Oliver. Todos estes acertos encontram o seu apogeu no tom pueril e na sonoridade sintética de On Hold, para mim a melhor música do disco, uma canção de amor que tem como atributo maior o diálogo entre Romy e Oliver, dois corações que flutuam no espaço e quando as mãos de ambos se soltam, sem que percebam, e verificam que estão longe demais e já é tarde demais, percebem que só remando para o mesmo lado é que poderão sobreviver a todos os precalços que o amor coloca sempre.

No restante alinhamento de I See You, o incrível poema que abastece a nuvem emotiva em que paira Performance e o incisivo espairecer que nos suscita Test Me, por um lado e o estrondoso frenesim sensual plasmado em I Dare You, por outro, insistem nesta já descrita indisfarçável filosofia de um álbum que quer fazer juz a uma herança e apontar, em simultâneo, novos faróis a um dos projetos mais distintos e criativos da pop atual e que ao terceiro disco continua a instigar, hipnotizar e emocionar. Espero que aprecies a sugestão...

The XX - On Hold

01. Dangerous
02. Say Something Loving
03. Lips
04. A Violent Noise
05. Performance
06. Replica
07. Brave For You
08. On Hold
09. I Dare You
10. Test Me


autor stipe07 às 15:37
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Terça-feira, 17 de Janeiro de 2017

oLUDO - Abraço

Foto de oLUDO Música.

Estrearam-se em 2009 com Nascituro, disco que incluia o grande sucesso A Minha Grande Culpa, um dos temas mais rodados das rádios nesse ano e que foi escolhido para banda sonora dos separadores do canal Sic Radical. Dois anos depois regressaram aos lançamentos discográficos com Almirante e agora, três anos depois, estão de regresso com um álbum intitulado Abraço. Falo dos oLUDO, um coletivo algarvio formado por Davide Anjos, João Baptista, Nuno Campos, Paulo Ferreirim e Luis Leal.

Álbum que, de acordo com os próprios, irá personificar uma espécie de encruzilhada entre o rock e o indie pop português, Abraço é aguardado por cá com enorme expetativa, ampliada depois de ter chegado à nossa redação o single homónimo. Já com direito a um video da autoria do estúdio criativo Ferro & Ferreirim, esta canção é mais uma prova feliz de que a pop não precisa de ser demasiado complicada para ser audível com prazer. Há uma guitarra inspirada que pauta a ordem da canção e depois surgem os outros instrumentos que dão ao tema a roupagem que ele necessita para ter o brilho, a harmonia e a cor que estes músicos certamente procuraram tentar transmitir, numa melodia que cativa e que apela a todos os nossos sentidos. Confere...


autor stipe07 às 16:27
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Terça-feira, 10 de Janeiro de 2017

The New Division – Precision EP

Os The New Division são uma banda de Riverside, nos arredores Los Angeles, formada em 2005 por John Kunkel, ao qual se juntam, ao vivo, Brock Woolsey, Michael Janz,Mark Michalski e Alex Gonzales. Falei deles em finais de 2011 por causa de Shadows, o disco de estreia e de Gemini, um trabalho editado há quase dois anos e que continha treze canções com alguma da melhor pop new wave que se pode escutar atualmente. Agora, no dealbar de 2017, este projeto está de volta com Precision, um ep que viu a luz do dia a sete de janeiro, através da Quapaw Music Publishing.

O revivalismo punk rock dos anos oitenta, combinado com a eletrónica mais influente dessa época, razão pela qual não será alheia a inserção das palavras New (Order) e (Joy) Division no nome, é a grande força motriz do processo de criação musical de Kunkel, um músico bastante interessando por esse período musical e que procura replicar, com uma contemporaneidade que se saúda, esse universo musical essencial na história musical e cultural de final do século passado. Tal permissa fica desde logo plasmada, por exemplo, no single Vicious, a principal amostra do ep, canção que impressiona pelo inedetismo de alguns efeitos sintetizados, piscando o olho a uma sonoridade pop, luminosa e expansiva, certamente em busca de um elevado sucesso comercial, de modo a ampliar a rede de ouvintes e seguidores do grupo, além dos habituais devotos que têm acompanhado o percurso da banda com particular devoção.

Precision impressiona, desde logo, pela qualidade da produção e pela aposta firme na criação de um som límpido e que entre o revivalismo e algumas intenções futuristas, agrada e seduz, até pelo forte apelo às pistas de dança. Estamos na presença de um conjunto de canções cuidadosamente trabalhado, onde as influências são bem claras e canções como a já referida Vicious, a pulsante Rewind, que conta com a participação especial vocal de Missing Words, a retro Vices ou a mais orgânica e épica Precision, foram certamente pensadas para o airplay, baseando-se numa pop épica e conduzida por teclados sintéticos que dão vida a refrões orelhudos e melodias que se colam ao ouvido com particular ênfase.

Precision confirma que as guitarras dominam cada vez menos o processo de criação melódica dos The New Division e neste ep os sintetizadores e os efeitos da bateria eletrónica assumem os comandos, olhando de frente para aquela pop nórdica fortemente sentimental que, por exemplo, os A-Ha recriaram com mestria no tal período temporal que entusiasma Kunkel.

Não é novidade nenhuma dizer-se que a música enquanto forma de arte é um fenómeno onde quem inova sonoramente pode encontrar aí o caminho para o sucesso. No entanto, penso que esta manifestação artística também é um fenómeno cíclico e que as bandas e artistas que buscam elementos retro de outras décadas para recriar um estilo próprio também poderão encontrar a chave para o sucesso. Exemplos que procuram seguir esta doutrina são bem comuns nos dias de hoje são bem comuns e já não restam dúvidas que os The New Division escolheram a inesquecível década da ascensão da música eletrónica para sustentar a sua carreira discográfica. Espero que aprecies a sugestão...

The New Division - Precision

01. Vicious
02. Rewind (Feat. Missing Words)
03. Vices
04. Precision
05. Pressure (In Decay)
06. Walk


autor stipe07 às 11:18
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Sexta-feira, 6 de Janeiro de 2017

The Flaming Lips – We A Famly

The Flaming Lips - We A Family

Uma das bandas fundamentais e mais criativas do cenário musical indie e alternativo são, certamente, os norte americanos The Flaming Lips, de Oklahoma. Há quase três décadas que gravitam em torno de diferentes conceitos sonoros e diversas esferas musicais e em cada novo disco reinventam-se e quase que se transformam num novo projeto. Oczy Mlodly é o nome do próximo trabalho deste coletivo liderado pelo inimitável Wayne Coyne e será mais um capítulo de uma saga alimentada por histórias complexas (Yoshimi Battles the Pink Robots), sentimentos (The Soft Bulletin) e experimentações únicas (Zaireeka) e ruídos inimitáveis (The Terror).

A treze de janeiro de 2017 chegará aos escaparates essa nova coleção de canções dos The Flaming Lips, por intermédio da Warner, e depois de ter sido divulgada a canção The Castle, o primeiro avanço do álbum, agora chegou a vez de podermos escutar We A Famly, um extraordinário tratado de indie pop etérea e psicadélica, de natureza hermética, que conta com Miley Cyrus na voz e que aproxima este projeto da melhor fase da sua carreira, no ocaso do século passado e início deste. Confere...


autor stipe07 às 16:52
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Quarta-feira, 4 de Janeiro de 2017

Big Wave Riders – Endless Summer

Depois de Life Less Ordinary, o disco de estreia, editado em 2012, os finlandeses Big Wave Riders de Teppo, Aleksi, Anssi e Pete regressaram recentemente aos discos com Endless Summer, dez canções alicerçadas num rock pulsante, épico e majestoso, um perfil sonoro exemplarmente retratado logo no tema homónimo que abre um alinhamento patrocinado pela Soliti Music, uma etiqueta sedeada em Helsínquia, cidade finlandesa de onde também é oriundo este excelente grupo.

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Polaroid pic by Anna-Mari Leppisaari.

Olhando para o rock alternativo com aquele olhar tipicamente nórdico, que procura, dentro deste género sonoro, criar canções com forte abrangência instrumental, elevado acerto melódico e uma superior dose de imponência, Endless Summer está impregnado, de alto a baixo, com ecos e ritmos, dominados, predominantemente, pelas cordas eletrificadas, mas também com um indisfarçável toque de lustro eletrónico. Percebe-se facilmente que os Big Wave Riders balizaram as suas influências num género sonoro específico, mas fazem música sem matemática ou cálculos precisos, compondo quer canções rápidas, quer lentas, ou seja, com diferentes ritmos e uma imensa variedade. Assim, se o baixo e a bateria de Escaping The City se aliam à guitarra para alicercar uma canção plena de cor e jovialidade, já em Fearless estes elementos conjuram para cimentar um clima sonoro que, algures entre o frenético e o hipnótico, prende e fustiga, sem apelo nem agravo. Depois, numa abordagem um pouco menos complexa, a guitarra estridente e plena de swing que conduz While You’re Half A World Away e que depois não deixa o punk da dupla Crest Of A Wave e What You Do Is Up To You descarrilar para uma espiral eletrificada de ruídos e ritmos desproporcionados, firma-se como a grande força motriz de um disco ruidoso, algo rugoso até em determinados instantes, mas que não deixa de conter também, algo implicitamente, uma toada doce e sonhadora. Escuta-se o clima animado e descontraído de Flipping The Bird e as variações ritmícas e o looping da guitarra de Rebel Without a Cause e percebe-se que este quarteto não se importa minimamente com as grandes questões que preocupam a gllobalidade do mundo em que vivemos, e que terá, no fundo, uma perspetiva mais imediatista e descomplicada da sua existência. Espero que aprecies a sugestão...

Big Wave Riders - Endless Summer

01. Endless Summer
02. Escaping The City
03. While You’re Half A World Away
04. Fearless
05. Crest Of A Wave
06. What You Do Is Up To You
07. Flipping The Bird
08. A Head Full Of Attitude
09. Rebel Without A Cause
10. Treading The Borderline


autor stipe07 às 14:42
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Terça-feira, 3 de Janeiro de 2017

Blueberries For Chemical live Mary Spot Vintage Bar (20.01.17)

Com arraiais assentes em Penafiel e formados por Tiago Mota, Marcos Moreira, Filipe Mendes e Miguel Lopes, os Blueberries For Chemical andam por cá desde 2013 e já contam com algumas promissoras atuações ao vivo em carteira, que lhes conferem atualmente uma já sólida reputação no cenário musical alternativo local.

Como é natural, os Blueberries For Chemical pretendem dar-se a conhecer a um número cada vez maior de ouvintes e essas mesmas atuações ao vivo são, claramente, a melhor forma de atingir esse desiderato. Assim, é já na sexta-feira dia vinte do corrente mês que os Blueberries For Chemical se apresentam ao vivo no Mary Spot Vintage Bar em Matosinhos, a partir das vinte e três horas e trinta minutos, para um concerto que se adivinha imperdível. Do alinhamento desse espetáculo fará certamente parte So Come And Go Let's Go!, uma canção que explora territórios sonoros que olham o sol radioso de frente e enfrentam-no com uma percussão vigorosa e compassada, o baixo e a guitarra sempre no limite do vermelho e com uma intensa vertente experimental, uma composição onde um rock com um espetro que pode ir do punk a territórios mais progressivos é dedilhado e eletrificado com particular mestria. Fica a sugestão...

Foto de Blueberries for Chemical.


autor stipe07 às 17:06
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Sábado, 24 de Dezembro de 2016

Cœur De Pirate – Chansons Tristes Pour Noël EP

Cœur De Pirate - Chansons Tristes Pour Noël

Aproxima-se o natal e, como é hábito, algumas bandas aproveitam para gravar alguns temas ou conjuntos de temas relacionados com esta época tão especial, sejam versões de alguns clássicos ou originais. Chansons Tristes Pour Noël é um desses exemplos, um pequeno mas encantador EP de três canções, da autoria dos canadianos Cœur De Pirate de Béatrice Martin e Renaud Bastien.

Com dois temas cantados em francês e uma cover do clássico dos Wham Last Christmas, Chansons Tristes Pour Noël é um pequeno mas aconchegante instante natalício, perfeito para tocar na noite de consoada, naquela pausa entre o levantar das espinhas do bacalhau da mesa e a ascensão do leite creme ao primeiro plano da mesma, com uma elevada toada nostálgica e uma luminosidade muito peculiar. São canções que sobrevivem à custa de arranjos de cordas exuberantes, num cosmos natalício onde se mistura harmoniosamente a exuberância acústica da voz, conseguida através da combinação da guitarra com outros sons e detalhes.

Optimistas por natureza, estes dois músicos mostram-se maduros e conscientes, compondo num estágio superior de sapiência que lhes permite utilizar o habitual espírito acústico para se colocarem à boleia de arranjos de cordas tensos, dramáticos e melódicos e contar histórias que os materializam na forma de conselheiros espirituais sinceros e firmes e que têm a ousadia de nos querer guiar pelo melhor caminho, sem mostrar um superior pretensiosismo ou tiques desnecessários de superioridade. Espero que aprecies a sugestão...

01. Noël Sous Les Tropiques

02. Last Christmas

03. Pour La Première Fois, Noël Sera Gris


autor stipe07 às 15:08
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Sexta-feira, 23 de Dezembro de 2016

Andrew Belle – Back For Christmas

Andrew Belle - Back For Christmas

O compositor e músico californiano Andrew Belle compôs e editou um tema de natal para este ano. A canção intitula-se Back For Christmas e está incluída no alinhamento de A Very RELEVANT Christmas, Vol 6, uma edição da publicação Relevant e na qual se incluem, também com composições alusivas a esta quadra festiva, outros nomes imprescindíveis como Kyle Cox, Sleeping At Last, Hoyle e Branches, entre outros.

Esta canção já existe em formato demo desde 2010, mas só agora, no ocaso de 2016, Andrew Belle viu a oportunidade certa para lhe dar os arranjos finais. Ela tem um historial bastante interessante de junção de fragmentos, conforme referiu Belle no release de lançamento: The demo of this song was actually created back in 2010 and I wrote each of the verses at different times over the last six years,” shares Belle. “In the first verse I’m talking about the existence of God, the second is about discovering who he is, and the third verse says, ‘I only got what I can give away,” which is something I’m learning, slowly, as I get older.

Com o ambiente sonoro multicolorido e espetral a ser influenciado pela paisagem multi cultural de Los Angeles, cidade onde Andrew vive atualmente e com um forte cunho impressivo por parte do produtor Chad Copelin (Ben Rector, Sufjan Stevens, Ivan & Alyosha), Back For Christmas explora algumas das mais contemporâneas interseções entre pop e eletrónica enquanto nos oferece um excelente instante sonoro para esta consoada.Confere...


autor stipe07 às 21:09
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Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2016

Low – Some Hearts (At Christmas Time)

Low - Some Hearts (At Christmas Time)

Aproxima-se o natal e, como é hábito, algumas bandas aproveitam para gravar alguns temas relacionados com esta época tão especial, sejam versões de alguns clássicos ou originais. Um deles é Some Hearts (At Christmas Time), um original dos Low de Alan Sparhawk e Mimi Parker, aos quais se juntou o baixista Steve Garrington desde 2008, banda que desde a última década do século passado tem vindo a impressionar-nos com a sua pop emotiva e sedutora, desde a pequena cidade de Duluth, no Minnesota.

Mesmo sendo uma canção de natal, Some Hearts (At Christmas Time) é, claramente, mais um marco significativo na carreira dos Low, mais uma pancada seca e certeira numa pop paciente e charmosa, nas asas de uma fidelidade quase canónica à lentidão melódica, ao charme da guitarra e à capacidade que o uso assertivo de agudos e falsetes na voz têm de colocar em causa todos os cânones e normas que definem alguns dos pilares fundamentais da nossa interioridade. Confere...


autor stipe07 às 17:56
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