Sexta-feira, 19 de Dezembro de 2014

The Road Chief - Our First Christmas

The Read Chief - "Our First Christmas"

Mark Mcguire costuma fazer música assinando como The Road Chief e Our First Christmas é o seu novo single, um tema de Natal que Mark oferece aos seus seguidores e nada mais nada menos que uma cover de um original de Alexander O'Neal de 1986.

Com a contribuição de Rachel Waterhouse na voz e produzido pelo próprio McGuire, o single com um lado b intitulado You Were Meant To Be My Lady (Not My Girl) e as duas canções mantêm o clima pop fortemente sintetizado que costuma caraterizar as canções de The Road Chief. Confere...


autor stipe07 às 16:07
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Quinta-feira, 18 de Dezembro de 2014

Mile Me Deaf - Holography

Oriundos de Viena, os austríacos Mile Me Deaf regressaram em 2014 aos discos com Holography, um trabalho que viu a luz do dia no início de maio e que podes escutar no bandcamp do grupo, onde está igualmente disponível toda a sua discografia, podendo ser adquirido através da Siluh Records.

Um músico chamado Wolfgang Möstl é o lider destes Mile Me Deaf, sendo ele quem escreve e compôe a maioria das canções. No entanto, não se trata propriamente de um projeto a solo até porque ao vivo os Mile Me Deaf apresentam-se como um conjunto coeso, com vários músicos e que não sofre grandes alterações desde 2008, ano em que se estrearam nos lançamentos.

Quanto à música e a este disco em particular, os Mile Me Deaf são exemplares no modo como sugerem um rock de garagem, cru e lo fi, exemplarmente replicado em canções como Science Fiction, o sensual rock de cabaret de True Blood, o grunge de Cryptic Boredom Rites e em Out Of Breath At Ego Death, este último um tema algo inédito no alinhamento já que nele coexiste uma relação frutuosa entre a distorção da guitarra e da voz, com uma bateria acelerada, algo que remete a canção para o experimentalismo punk, que se estende para Domestics, no caso da voz e também para o fuzz psicadélico de Motor Down, plasmado na relação progressiva que, neste caso, se estabelece entre o baixo e a bateria.

No entanto, os Mile Me Deaf também não descuram paisagens sonoras mais amenas, com a indie pop descomprometida que temas como o single Artificial ou a divertida War Bonding, claramente comprovam. A primeira é um dos grandes destaques de Holography, uma canção com uma tonalidade muito vincada e onde Wolfgang consegue, através da voz, envolver-nos numa elevada toada emotiva e delicada, que faz o nosso espírito facilmente levitar e que provoca um cocktail delicioso de boas sensações.

Holography são doze canções onde a herança dos anos oitenta e do rock alternativo da década seguinte estão bastante presente e com o processo de construção melódica a não descurar uma forte vertente experimental nas guitarras e uma certa soul na secção rítmica, o que só abona a favor deste projeto austríaco que contém uma forte componente nostálgica, mas também algo descomprometida. Espero que aprecies a sugestão...


autor stipe07 às 21:12
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Leapling - Silent Stone

Leapling - Vacant Page

É já a dez de fevereiro que chega aos escaparates via Inflated/Exploding In SoundVacant Page o novo disco do projeto nova iorquino Leapling, que já pode ser encomendado.

Este quarteto formado por Dan Arnes, Yoni David, R.J Gordon e Joey Postiglione já tinha divulgado Crooked, o primeiro single de Vacant Page, há algumas semanas e agora chegou a vez da promissora Silent Stone, uma magnífica canção que que flutua entre o indie rock mais anguloso e aquele que aposta num forte cariz experimental, já que no tema, além de um maravilhoso falsete, sobressai uma percussão com um elevado pendor jazzístico. Vacant Page promete ser um dos lançamentos mais interessantes do início de 2015 e eu cá estarei para analisar cuidadosamente o disco. Confere... 


autor stipe07 às 17:40
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Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2014

Wild Beasts – Soft Future / Blood Knowledge

O quarteto britânico Wild Beasts regressou em 2014 aos discos com o excelente Present Tense e, quase no ocaso do ano, acaba de revelar um single com dois temas, que resultam de uma parceria com um ilustrador francês, natural de Paris, chamado Mattis Dovier. Juntos criaram uma história interativa, da qual fazem parte os dois lados do single, um trabalho incluído no projeto The Jameson Works.

Soft Future é o primeiro tema instrumental do cardápio sonoro da banda e está disponivel para download gratuíto. Quanto a Blood Knowledge, continua a mostrar uns Wild Beasts apostados em mergulhar num universo que abrange alguns elementos específicos das novas propostas que vão surgindo no campo da dream pop. Confere...

Wild Beasts - Soft Future - Blood Knowledge

01. Soft Future
02. Blood Knowledge


autor stipe07 às 14:10
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Terça-feira, 16 de Dezembro de 2014

Le Rug - Swelling (My Own Worst Anime)

Natural de Brooklyn, Nova Iorque, o guitarrista e cantor Ray Weiss é um dos destaques da Fleeting Youth Records, um nome importante do cenário indie punk local e que integrou projetos tão importantes como os Butter the Children, Red Dwarf, Rasputin's Secret Police ou Medics. A banda Le Rug é a sua nova aposta e Press Start (The Collection) a primeira coleção de canções que apresentou ao mundo, no passado dia dezassete de junho, por intermédio dessa etiqueta essencial para os amantes do rock e do punk, sedeada em Austin, no Texas.

Apesar deste novo projeto chamado Le Rug, Weiss tem tido um ano de 2014 complicado; Os Butter the Children separaram-se, o músico viu-se igualmente confrontado com o fim de uma relação amorosa, a luta permanente contra os sintomas de bipolaridade que sofre, algumas tendências suicidas e, finalmente, a solidão. Todos estes contratempos não afetaram a enorme veia criativa do músico que passou uma temporada por Banguecoque, na Tailândia, onde acabou por compôr algumas canções. Por isso, os Le Rug, que também vão terminar a carreira em breve, segundo o que afirma Weiss, já têm pronto o seu segundo e último disco, o sucessor de Press Start (The Collection).

O novo trabalho dos Le Rug chama-se Swelling (My Own Worst Anime), foi editado em formato digital e cassete a dois de dezembro, podendo ser já encomendado através da editora. Este é um álbum que gira em redor de conceitos tão sombrios como a morte, o cinismo e as separações amorosas. Dudley foi o primeiro avanço divulgado do disco, tendo sido também tornado público o respetivo video, que foi gravado em Banguecoque e realizado por Gary Boyle. Entretanto, a pouco mais de uma semana do lançamento do álbum, Le Rug tinha apresentado mais duas canções do alinhamento, Dipshit e Birth Control, que confirmaram as expetativas anteriores. Se a frenética Dipshit é mais uma clara demonstração da capacidade poética de Weiss, especialmente quando a perca e o sentimento de derrota e frustração são o assunto dominante, já Birth Control dá vida ao tal desejo do músico de dizer adeus a uma vida que ultimamente lhe tem sido madrastra (I believe in birth control because the world is already full and everyone wants to die).

Disponivel para audição gratuita, Swelling (My Own Worst Anime), usa e abusa da simbiose entre garage rockpós punk e rock clássico. O alinhamento está recheado com uma sonoridade crua, rápida e típica da que tomou conta do cenário lo fi inaugurado há mais de três décadas. São onze canções com um alinhamento que raramente deixa de ser fluído e acessível, apesar de alguns momentos mais contemplativos e intrincados, como What's Best For Glenn e da especificidade rugosa do som que carateriza Le Rug, notavelmente expresso, por exemplo, no experimentalismo progressivo de Hotline e Optional Discharge.

Portentosa e assente nos já habituais riffs da guitarra que vincam o ADN de Weiss, esta amálgama sonora, que inicialmente se estranha e depois entranha-se rapidamente, sobrevive muito bem a audições repetidas, incita várias reações físicas e prende o nosso ouvido a algo incomum mas visceralmente sedutor. Espero que aprecies a sugestão...


autor stipe07 às 21:33
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Modest Mouse – Lampshades On Fire

Modest Mouse - "Lampshades On Fire"

Strangers To Ourselves, o novo disco do produtor, músico e compositor nova iorquino Danger Mouse irá ver a luz do dia a três de março do próximo ano, através da Epic Records e irá interromper um hiato de sete anos, já que é o primeiro álbum da carreira deste artista após o extraordinário We Were Dead Before The Ship Even Sank (2007).

Lampshades On Fire é o primeiro single divulgado do novo álbum de Danger Mouse e o pronúncio de um disco que irá marcar certamente a primeira metade do próximo ano. Confere...


autor stipe07 às 19:41
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Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2014

Damon Albarn And The Heavy Seas – Live At The De De De Der

O melancólico, mas sempre genial, brilhante, inventivo e criativo Damon Albarn, personagem central da pop britânica das últimas duas décadas, regressou este ano aos discos em nome próprio e em grande estilo com Everyday Robots, um trabalho que viu a luz do dia a vinte e oito de abril e um belíssimo compêndio de doze canções produzidas por Richard Russell e lançadas por intermédio da Parlophone, que entraram diretamente para o top dos melhores discos de 2014 para este blogue.

A quinze e dezasseis de novembro últimos, Damon Albarn deu dois excelentes espetáculos no mítico Royal Albert Hall, em Londres, com a particularidade de terem sido gravados pelos técnicos dos estúdios de Abbey Road e terem ficado imediatamente disponíveis para venda após cada um dos concertos. Além dos The Heavy Seas, a banda que acompanha Albarn em estúdio e ao vivo, os concertos contaram com as participações especiais de Brian Eno, De La soul, Kano e Graham Coxon, seu parceiro nos Blur.

Escutar estes dois concertos permite-nos fazer uma visita guiada sobre toda a herança sonora essencial que Damon Albarn nos deixou, principalmente nas duas últiams décadas, num alinhamento que contém temas dos Gorillaz, dos The Good The Bad And The Queen, dos Blur, Mali Music e, obviamente, do seu projeto a solo, com destaque para o mais recente e acima citado Everyday Robots.

Falar de Damon Albarn como artista a solo e não abordar as experiências musicais do artista em projetos tão significativos como os Blur, os Gorillaz ou os The Good The Bad and The Queen é algo impossível e Live At The De De De Der transpira a tudo aquilo que Albarn idealizou e criou nestes projetos, com canções que vale bem a pena escutar num formato mais cru e orgânico, umas mias despidas e outras notavelmente enriquecidas e que, desse modo, ganham uma outra personalidade.

Albarn é, por excelência, um minimalista viciado pelos detalhes, uma contradição apenas aparente e que se torna ainda mais audível no modo como, ao vivo, este artista viciado em tecnologia, mas também apaixonado pela natureza orgânica de um enorme espetro de instrumentos e permanentemente inquieto e numa pesquisa constante sobre o modo como os pode tocar, transborda modernidade, juntamente com uma extraordinária sensação de proximidade com o público, a que não será também alheio o facto de ter-se feito sempre acompanhar por outros músicos extraordinários, mesmo nunca tendo deixado de ser o protagonista maior de todas as bandas e projetos que criou.

Impecavelmente produzido e conseguindo transpirsar todas aquelas boas sensações que distinguem um espetéculo ao vivo das versões de estúdio, Live At The De De De Der é absolutamente fundamental para quem quiser rever o cardápio de um músico que é, antes de tudo, um homem comum, às vezes também solitário e moderno. Em palco o coração traiçoeiro de Albarn converte-se num portento de sensibilidade e optimismo, a transbordar de um amor que o liberta definitivamente de algumas das amarras que filtrou ao longo do seu percurso musical e, sem deixar completamente de lado a melancolia que, como ele tão bem mostra, tem também um lado bom, diante de um público entusiasta e que o venera, empenha-se em mostrar-nos que a existência humana e tudo o que existe em nosso redor, por mais que esteja amarrada à ditadura da tecnologia, pode ser um veículo para o encontro do bem e da felicidade coletivas. Espero que aprecies a sugestão...

Damon Albarn And The Heavy Seas - Live At The De De De Der

CD 1
01. Spitting Out The Demons
02. Lonely Press Play
03. Everyday Robots
04. Tomorrow Comes Today
05. Slow Country
06. Kids With Guns
07. Three Changes
08. Bamako City
09. Sunset Coming On
10. Hostiles
11. Photographs (You Are Taking Now)
12. Kingdom Of Doom
13. You And Me
14. Hollow Ponds

CD 2
01. El Manana
02. Don’t Get Lost In Heaven
03. Out Of Time
04. All Your Life
05. End Of A Century
06. The Man Who Left Himself
07. Tender
08. Mr. Tembo
09. Feel Good
10. Clint Eastwood
11. Heavy Seas


autor stipe07 às 17:44
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Dum Dum Girls - On Christmas

Dum Dum Girls

Como é já hábito, no início de dezembro a iniciativa Converse Rubber Tracks começa a divulgar os temas que fazem parte da sua compilação anual. Essa sequência de lançamentos diária, que podes acompanhar na página da iniciativa, ocorre nos primeiros dias do últimos mês do ano e conta com a participação de bandas e projetos do universo alternativo de relevo. Este ano, os GRLMN, os Deer Trick, que estão a comemorar dez anos de carreira, ou as Dum Dum Girls, além dos IamSU!, Michael Christmas e Torreblanca, são cabeças de cartaz de um alinhamento com canções relacionadas com a época de Natal, sempre disponíveis para download gratuito.

Depois de ter partilhado o contributo dos Deer Trick, com a canção White Havoc e Before December (You're Alive) dos GRMLN, assim como as canções de IamSU! e Michael Christmas, chegou agora a vez das Dum Dum Girls e On Christmas, uma canção produzida por Kurt Feldman dos Ice Choir e que contém a habitual pop sintetizada que as carateriza. Confere...

Noise To The World 2 also features people like Deer Tick and IamSu!; check it out here.


autor stipe07 às 17:41
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Domingo, 14 de Dezembro de 2014

Dirt Dress - Revelations EP

Ativos desde 2007, ano em que se estrearam com o EP Theme Songs, os norte americanos Dirt Dress vêm de Los Angeles, na Califórnia e têm no indie rock a sua força motriz, uma sonoridade que não é inédita, mas que, neste caso, é feita com enorme originalidade, já que o grupo tem uma forma muito própria de conjugar a guitarra com os sintetizadores, como ficou particularmente explícito em Donde La Vida No Vale Nada, o último trabalho do trio, editado em novembro de 2012. Agora, estão de regresso com mais quatro canções, ensacadas num EP intitulado Revelations, que viu a luz do dia a dezoito de novembro, por intermédio da Future Gods.

Twelve Pictures foi o primeiro tema do EP divulgado pelos Dirt Dress e logo aí percebeu-se que vivem muito de referências do passado, nomeadamente o garage rock dos anos sessenta e a psicadelia da década seguinte. O breve interlúdio feito com um saxofone, as guitarras e a voz, levam-nos de volta aos primórdios do punk de cariz mais lo fi, em plena década de setenta e onde não falta aquele travo do surf pop psicadélico, numa canção que também comprova o elevado grau de emotividade e de impressionismo que o projeto coloca nas suas letras (I’ve cut myself so deep I’ve seen my muscles bleed).

O clássico rock sombrio e visceral, misturado com o punk e o surf rock mais obscuro, são, portanto, o grande referencial sonoro do grupo, mas também a pop experimental, a surf pop dos anos sessenta e a pop alternativa dos anos oitenta. Assim, a ânsia, a rispidez e a pura e simples crueza, são amenizadas por um grande cuidado na produção e nos arranjos, principalmente nas cordas e por uma utilização assertiva do sintetizador.

Além de Twelve Pictures, temas como Skin Diving e, principalmente, Silk Flowers, plasmam um superior cuidado não só na procura de uma diversidade melódica e até instrumental, mas também na demonstração de controle das operações, mas sem deixar que isso ofusque o charme exalado pelo universo cinzento e nublado que cobre a mente criativa do coletivo. Isso também é conseguido no modo como as canções aconchegam a voz, quase sempre colocada numa postura um pouco lo fi, o que lhe dá uma tonalidade fortemente etérea e ligeiramente melancólica.

Interessantes no modo como dissecam uma já clássica relação estreita entre o rock de garagem, a pop lo fi e o punk psicadélico e exímios na forma como colocam na voz o tal cariz algo sombrio que tão bem os carateriza, em Revelations os Dirt Dress apresentam-nos quatro canções cheias de estilo, tão enevoadas como a penumbra que rodeia o próprio grupo, mas também tão luminosas como só as bandas que sabem ser eficazes à sombra das suas próprias regras conseguem ser. Espero que aprecies a sugestão...


autor stipe07 às 17:07
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Sunbears! - Wonderful Christmas Time

 

Oriundos de Jacksonville, na Flórida e formados por Jonathan Berlin, Jared Bowser, Walter Hill e Jordan Allen Davis, os norte americanos Sunbears! apostam no indie rock psicadélico, amplo, luminoso e orquestral.

Há alguns dias divulguei a minha crítica a Future Sounds, o mais recente trabalho dos Sunbears!, por sinal um disco que vai direitinho e com todo o mérito, para o top ten daqueles que eu considero serem os melhores álbuns de 2014 e, pelos vistos, como modo de agradecerem tão ilustre nomeação por parte de uma publicação tão presitigada mundialmente como é Man On The Moon, resolveram compôr um tema de Natal e oferecer a todos os seus fãs.

Wonderful Christmas Time é, portanto, a canção de Natal dos Sunbears! e, com seria de esperar, tem um conteúdo sonoro embutido numa aúrea psicadélica vintage, luxuriante e orquestral, com forte sentido melódico e um experimentalismo que se saúda sempre, principalmente quando se tenta gravitar em torno de diferentes conceitos sonoros e esferas musicais, como é claramente o caso destes Sunbears!, pelos vistos capazes de compôr um tratado sonoro tão autêntico e intenso como o Natal que se aproxima. Confere...


autor stipe07 às 17:02
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