Quinta-feira, 30 de Março de 2017

Alt-J (∆) – In Cold Blood

Alt-J (∆) - In Cold Blood

Gwil Sainsbury, Joe Newman, Gus Unger-Hamilton e Thom Green conheceram-se na Universidade de Leeds em 2007. Gus estudava literatura inglesa e os outros três belas artes. No segundo ano de estudos, Joe tocou para Gwil várias canções que criou, com a ajuda da guitarra do pai e de alguns alucinogéneos; Gwil apreciou aquilo que ouviu e a dupla gravou de forma rudimentar várias canções, nascendo assim esta banda com um nome bastante peculiar. Alt-J (∆) pronuncia-se alt jay e o símbolo do delta é criado quando carregas e seguras a tecla alt do teu teclado e clicas J em seguida, num computador Mac. O símbolo é usado em equações matemáticas para representar mudanças e assenta que nem uma luva à banda que se estreou em junho de 2012 nos discos com An Awesome Wave, e que, pouco mais de dois anos depois e já sem o contributo de Gwil Sainsbury, confirmou a excelente estreia com This Is All Yours, um álbum que além de não renegar a identidade sonora distinta da banda, ainda a elevou para um novo patamar de novos cenários e experiências instrumentais.

Agora, três anos depois desse excelente registo, os Alt-J (∆) vão regressar aos álbuns com Relaxer, oito canções, das quais conheceu-se, em primeiro lugar 3WW, tema que abre o alinhamento e agora In Cold Blood, a canção seguinte, uma composição que alarga um vasto leque de referências e que da pop ambiental contemporânea ao art-rock clássico, passando pelo R&B, é uma epopeia onde se acumula um amplo referencial de elementos típicos desses diversos universos sonoros e que se vão entrelaçando entre si de forma particularmente romântica e até, diria eu, objetivamente sensual. Confere In Cold Blood e o artwork de Relaxer...


autor stipe07 às 15:49
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Quarta-feira, 29 de Março de 2017

Slowdive – Sugar For The Pill

Slowdive - Sugar For The Pill

Mestres e pioneiros do shoegaze e uma referência ímpar do indie rock alternativo de final do século passado, os britânicos Slowdive voltam vinte e dois anos depois de Pygmalion (1995) a dar sinais de vida com Sugar For The Pill, o primeiro avanço para um homónimo que irá ver a luz do dia a cinco de maio próximo.

O guitarrista e vocalista dos Slowdive, Neil Halstead, tinha já dito recentemente que a banda estava a trabalhar em novas canções, por isso esta era uma novidade já aguardada, mas que não deixa de causar um certo espanto e uma forte impressão, ampliada pelo cariz eminentemente rugoso e contemplativo de Sugar For The Pill, uma lindíssima canção, já com direito a um vídeo inspirado no artwork do anunciado disco dos Slowdive que, por sua vez, é inspirado na animação Heaven And Heart Magic, datada de 1957 e da autoria de Harry Smith. Confere...


autor stipe07 às 12:52
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Terça-feira, 28 de Março de 2017

Mark Kozelek – Night Talks EP

Mark Kozelek, o cérebro por trás do projeto Sun Kil Moon (referência a um boxeur coreano, morto aos vinte e três anos), é um verdadeiro workaholic, um artista que em duas décadas e meia de carreira já gravou mais de quarenta discos, se à banda atual juntarmos os seus trabalhos a solo e o papel fundamental que teve nos míticos Red House Painters. Este músico simplesmente não pára e entra em 2017 a explorar ao máximo algumas das melhores virtudes de Common as Light and Love Are Red Valleys of Bloodo seu último registo de originais. E fá-lo através de Night Talks, um novo ep de cinco canções.

Resultado de imagem para Mark Kozelek 2017

Este pequeno compêndio de canções conta no seu alinhamento com uma versão acústica de I Love Portugal, um dos pontos altos de Common as Light and Love Are Red Valleys of Blood, além de uma cover de Famous Blue Raincoat, um original de Bob Dylan, outra de Pretty Little Flowers, de Kath Bloom, um original homónimo e um curioso inédito intitulado Astronomy, em que Kozelek disserta sobre Trump e os novos traumas de uma América cada vez mais confusa e dividida (And as the adults talked about colonoscopies and stints and arteries and cholesterol medications, suddenly we looked around and we lost the children off to the rooms in their own little worlds doing whatever it is that children get into, while us old people talk about old boring people things like Trump banning flights into the United States, and we watch it on TV, series like Eugene Levy’s “Schitt’s Creek,” and my God, my dad snores pretty loud when he falls asleep).

Lançado através da Caldo Verde Records, etiqueta do próprio Mark KozelekNight Talks é um belíssimo tratado de folk acústica onde a simplicidade melódica coexiste com uma densidade sonora suave e canções como as já mencionadas Astronomy ou a versão acústica de I Love Portugal, são exemplos extraordinários de temas que transbordam uma majestosa e luminosa melancolia.

Se os Red House Painters eram uma instituição da expressão indie, a solo Mark Kozelek afirma-se como um compositor com uma sonoridade ainda mais frágil e cândida e neste Night Talks, à semelhança do que tem feito nos últimos registos, é a guitarra com cordas de nylon usada com mestria, que logo no tema homónimo consegue enriquecer as harmonias sem complicar, criando um ambiente sonoro descontraído e algo minimal, mas extremamente rico. E à medida que a sua voz se estende pelas melodias desta e das outras canções, sem pressas ou amarras, solidão, melancolia e inadaptação aos cânones sociais estabelecidos desfilam por letras que versam sobre estes e outros temas comuns, algo que até nem é de estranhar já que é normal encontrar Kozelek, a antítese de uma estrela rock, numa loja da esquina, a fazer a sua vida rotineira, como um cidadão comum.

Kozelek tem como virtude maior o facto de compor valendo-se, acima de tudo, das suas próprias experiências. É curioso, intenso e impressivo o modo como escreve assumindo-se como cobaia dos seus próprios pensamentos, além de servir-se da família, dos amigos, das namoradas, de figuras políticas de relevo e ícones da cultura pop também como testemunhas e referências do seu cardápio, quer lírico quer sonoro, sempre com um resultado final avassalador e tremendamente reflexivo. Espero que aprecies a sugestão...

Mark Kozelek - Night Talks

01. Night Talks
02. I Love Portugal (Acoustic Version)
03. Astronomy
04. Pretty Little Flowers (Feat. Kath Bloom)
05. Famous Blue Raincoat


autor stipe07 às 22:12
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Sexta-feira, 24 de Março de 2017

Gorillaz - Saturn Barz (feat Popcaan)

Depois de há alguns dias atrás a página oficial do órgão Phonographic Performance Limited, entidade que no Reino Unido regista novas canções de artistas do país, ter criado enorme alarido ao informar que novos temas dos Gorillaz de 2-D, Murdoc, Noodle e Russel, estariam prestes a ver a luz do dia, eis que acaba de ser divulgado o título do novo álbum deste projeto liderado por Damon Albarn, assim como a sua data de lançamento e respetivo alinhamento de canções.

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Assim, Humanz, o próximo disco dos Gorillaz, produzido pelo próprio Damon Albarn e primeiro da banda desde The Fall (2011), irá ver a luz do dia a vinte e oito de abril e terá dezanove canções e seis interlúdios, que incluirão a participação especial de nomes tão relevantes como Mavis Staples, Carly Simon, Grace Jones, De La Soul, Jehnny Beth das Savages, Pusha T, Danny Brown, Vince Staples, Kelela e D.R.A.M., entre outros. Humanz foi gravado em cinco locais diferentes, nomeadamente Londres, Paris, Nova Iorque, Chicago e na Jamaica.

Com o anúncio destes detalhes do novo disco dos Gorillaz, foi também dado a conhecer o vídeo integral, realizado por Jamie Hewlett, de Saturnz Barz, o primeiro single retirado de Humanz e que conta com a participação especial vocal de Popcaan, assim como excertos de Ascension, Andromeda e We Got The Power, outras três canções do álbum, também já disponíveis para audição integral, abaixo.

1. Ascension feat. Vince Staples
2. Strobelite feat. Peven Everett
3. Saturnz Barz feat. Popcaan
4. Momentz feat. De La Soul
5. Submission feat. Danny Brown & Kelela
6. Charger feat. Grace Jones
7. Andromeda feat. D.R.A.M.
8. Busted and Blue
9. Carnival feat. Anthony Hamilton
10. Let Me Out feat. Mavis Staples & Pusha T
11. Sex Murder Party feat. Jamie Principle & Zebra Katz
12. She’s My Collar feat. Kali Uchis
13. Hallelujah Money feat. Benjamin Clementine
14. We Got The Power feat. Jehnny Beth
Bonus material on Deluxe:
15. The Apprentice feat. Rag’n’ Bone Man, Zebra Katz & RAY BLK
16. Halfway To The Halfway House feat. Peven Everett
17. Out Of Body feat. Kilo Kish, Zebra Katz & Imani Vonshà
18. Ticker Tape feat. Carly Simon & Kali Uchis
19. Circle Of Friendz feat. Brandon Markell Holmes

 


autor stipe07 às 09:14
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Quarta-feira, 22 de Março de 2017

Real Estate - In Mind

Depois do excelente Atlas, editado em 2014, os norte americanos Real Estate de Martin Courtney, Alex Bleeker, Jackson Pollis e Matthew Kallman, acabam de regressar aos discos com In Mind, um trabalho que viu a luz do dia a dezassete de março através da Domino Records e que foi gravado em Los Angeles. São onze canções que tornam ainda mais impressa a personalidade e o som típico deste projeto oriundo de Rodgewood, nos arredores de Nova Jersey e que se assume cada vez mais como um dos mais interessantes e inovadores do cenário indie atual.

Resultado de imagem para Real Estate band 2017

Compêndio de canções feitas com guitarras levemente distorcidas e harmoniosas, banhadas pelo sol dos subúrbios e misturadas com arranjos luminosos e com um certo toque psicadélico, In Mind contém ,como seria expectável, os traços identitários que têm construído o cardápio sonoro de um grupo que, disco após disco, olha cada vez mais e com maior atenção para o rock alternativo de final do século passado e, servindo-se de uma vincada vertente sintética, fá-lo quase sempre com um cariz algo urbano e sempre atual. Logo nos acordes iniciais da guitarra de Matthew que conduz a solarenga Darling, mas também no baixo de Bleeker e na bateria de Jackson, fica patente todo este receituário inédito no panorama sonoro atual e depois, à medida que o alinhamento prossegue, conseguimos, com indubitável clareza, perceber os diferentes elementos sonoros que vão sendo adicionados e que esculpem as canções, com as guitarras, melodicamente sempre muito próximas da voz de Martin e alguns arranjos sintéticos a sobressairem, não porque ficam na primeira fila daquilo que se escuta, mas porque suportam aqueles simples detalhes que, muitas vezes com uma toada lo fi, fazem toda a diferença no cariz que uma canção toma e nas sensações que transmite.

Na verdade, mesmo que haja abordagens díspares a alguns territórios sonoros mais dispersos, nomeadamente a country em Diamond Eyes, um piscar de olhos ao rock psicadélico em Time, ou ao mais clássico em Two Arrows, canções do calibre da já citada Darling ou a agridoce e radiofónica White Light levam-nos, num abrir e fechar de olhos, do nostálgico ao glorioso, numa espécie de indie-folk-surf-suburbano, feito por mestres de um estilo sonoro carregado de um intenso bom gosto e que parecem não se importar de transmitir uma óbvia sensação de despreocupação, algo que espalha um charme ainda maior pela peça em si que este disco representa.

Escutar os Real Estate é um elixir revitalizador para o espírito, aconchega a alma e faz esquecer, nem que seja por breves instantes, aquelas atribulações que de algum modo nos afligem, tal é a afabilidade e suavidade desta espécie de nostalgia melodiosa e açucarada, impressa num disco extraordinariamente jovial, que seduz pela forma genuína e simples como retrata eventos e relacionamentos de um quotidiano rotineiro, um trabalho fantástico para ser escutado num dia de sol acolhedor. Espero que aprecies a sugestão...

Resultado de imagem para Real Estate - In Mind

01. Darling
02. Serve the Song
03. Stained Glass
04. After the Moon
05. Two Arrows
06. White Light
07. Holding Pattern
08. Time
09. Diamond Eyes
10. Same Sun
11. Saturday

 


autor stipe07 às 20:52
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Sábado, 18 de Março de 2017

Cave Story - Trying Not To Try (vídeo)

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Os Cave Story de Pedro Zina (baixo), Ricardo Mendes (bateria) e Gonçalo Formiga (guitarra e voz) andam atualmente em digressão pela Europa e acabam de apresentar um belo vídeo para Trying Not To Try, tema que é um dos grandes destaques de West, disco que esta banda das Caldas da Rainha lançou no ocaso do ano passado.

Idealizado pelo próprio Gonçalo Formiga e realizado por João Pombeiro, o filme que ilustra Trying Not To Try continua a narrativa mais recente da banda, quer estética quer sonora, que aqui coabita com diferentes paisagens mais ou menos conhecidas enquanto nos mostra alguns dos seus melhores atributos sonoros, descritos dentro dos abrangentes limites definidos por um post punk pop experimental de elevado calibre. Confere...


autor stipe07 às 17:32
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Sexta-feira, 17 de Março de 2017

Kasabian – You’re In Love With A Psycho

Kasabian - You're In Love With A Psycho

Os britânicos Kasabian regressam aos discos a vinte e oito de abril próximo e à boleia da Record Bird, com For Crying Out Loud, trabalho que vai suceder a 48:13, um registo pesado, marcante, elétrico e explosivo, que a banda lançou em 2014 e que firmou de modo ainda mais explícito, as várias intersecções que este coletivo de Leicester vinha a estabelecer entre rock e eletrónica nos últimos trabalhos.

You're In Love With a Psycho é o primeiro single divulgado de For Crying Out Loud, uma canção composta em apenas quinze minutos por Serge Pizzorno, o guitarrista da banda, e que traz consigo todo o esplendor festivo dos Kasabian, já que ao longo do tema sente-se a vibração a aumentar e diminuir de forma ritmada, como é apanágio no cardápio do grupo, que, neste caso, teve osx anos oitenta em declarado ponto de mira. Confere...


autor stipe07 às 18:17
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Segunda-feira, 13 de Março de 2017

Mark Lanegan Band – Beehive

Mark Lanegan Band - Beehive

Mark Lanegan vai regressar aos discos a vinte e oito de abril com Gargoyle, um disco que será editado pela Heavenly Recordings e com um naipe de canções que estarão certamente atreladas à já habitual atmosfera melancólica e sombria que carateriza a obra de Mark Lanegan, um dos autores mais profícuos do universo indie atual.

Beehive é o primeiro single já conhecido de Gargoyle, canção que comprova a forma incisiva como Lanegan consegue escrever sobre a tristeza, de forma quase sempre bela e profundamente comtemplativa, neste caso num grandioso tratado de indie rock, mas com o controle necessário para que seja perfeito o equilibrio entre esta abordagem sonora eloquente e a tal típica escuridão do universo Lanegan. Confere...

 


autor stipe07 às 09:18
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Quinta-feira, 9 de Março de 2017

Fleet Foxes – Third Of May / Ōdaigahara

Fleet Foxes - Third Of May - Ōdaigahara

Seis anos depois de Helplessness Blues, o último registo de originais, os norte americanos Fleet Foxes regressam em 2017 aos discos com Crack-Up, título inspirado num ensaio do aclamado escritor F. Scott Fitzgerald. Este novo trabalho da banda atualmente formada por Robin Pecknold, Skyler Skjelset, Casey Wescott, Christian Wargo e Morgan Henderson, irá ver a luz do dia a dezasseis de junho à boleia da Nonesuch Records e foi produzido por Robin e Skyler, membros do grupo, misturado por Phil Ek e masterizado por Greg Calbi.

De Crack-Up, cuja capa do disco é uma lindíssima foto da autoria de  Hiroshi Hamaya, já há um single para apreciar. Chama-se Third of May / Ōdaigahara e são quase nove minutos de música verdadeiramente inspiradores e tocantes, que antecipam calorosamente aquele que será, de certeza, um dos trabalhos discográficos de maior relevo do ano. Confere o tema, o artwork de Crack-Up e o seu alinhamento...

 

fleet-foxes-crack-up

01. I Am All That I Need / Arroyo Seco / Thumbprint Scar
02. Cassius, –
03. – Naiads, Cassadies
04. Kept Woman
05. Third of May / Ōdaigahara
06. If You Need To, Keep Time on Me
07. Mearcstapa
08. On Another Ocean (January / June)
09. Fool’s Errand
10. I Should See Memphis
11. Crack-Up


autor stipe07 às 09:21
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Terça-feira, 7 de Março de 2017

Alt-J (∆) – 3WW

Alt-J (∆) - 3WW

Gwil Sainsbury, Joe Newman, Gus Unger-Hamilton e Thom Green conheceram-se na Universidade de Leeds em 2007. Gus estudava literatura inglesa e os outros três belas artes. No segundo ano de estudos, Joe tocou para Gwil várias canções que criou, com a ajuda da guitarra do pai e de alguns alucinogéneos; Gwil apreciou aquilo que ouviu e a dupla gravou de forma rudimentar várias canções, nascendo assim esta banda com um nome bastante peculiar. Alt-J (∆) pronuncia-se alt jay e o símbolo do delta é criado quando carregas e seguras a tecla alt do teu teclado e clicas J em seguida, num computador Mac. O símbolo é usado em equações matemáticas para representar mudanças e assenta que nem uma luva à banda que se estreou em junho de 2012 nos discos com An Awesome Wave, e que, pouco mais de dois anos depois e já sem o contributo de Gwil Sainsbury, confirmou a excelente estreia com This Is All Yours, um álbum que além de não renegar a identidade sonora distinta da banda, ainda a elevou para um novo patamar de novos cenários e experiências instrumentais.

Agora, três anos depois desse excelente registo, os Alt-J (∆) vão regressar aos álbuns com Relaxer, oito canções, das quais já se conhece a que abre o alinhamento. A canção chama-se 3WW e entre a pop ambiental contemporânea e o art-rock clássico, é uma epopeia onde em quase cinco minutos se acumula um amplo referencial de elementos típicos desses dois universos sonoros e que se vão entrelaçando entre si de forma particularmente romântica e até, diria eu, objetivamente sensual. Confere 3WW e o artwork de Relaxer...


autor stipe07 às 21:07
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