Segunda-feira, 29 de Setembro de 2014

Thom Yorke – Tomorrow’s Modern Boxes

Vocalista da banda que ocupa o trono do indie rock alternativo há quase duas décadas e um dos criativos musicais fundamentais da história da música contemporânea, Thom Yorke está claramente apostado em deixar uma marca indelével na história da música e não apenas e só por causa do conteúdo do seu cardápio sonoro, mas também na forma inovadora como pretende revelar e disponibilizar o mesmo. Crítico assumido sobre a forma como a indústria fonográfica tem assumido as rédeas da distribuição, Yorke disponibilizou no passado dia vinte e seis de setembro Tomorrow's Modern Boxes, o seu segundo disco a solo, para download digital e também em vinil na página oficial, experimentando uma nova forma de edição e distribuição, através da tecnologia BitTorrent, criada por uma empresa norte-americana e que permite a cada consumidor partilhar e gerir ficheiros sem intermediários.

Num comunicado que assina com Nigel Godrich, o produtor do disco e divulgado no dia do lançamento, ambos explicavam que Tomorrow’s Modern Boxes é uma experiência e que, se correr bem, poderá ser o caminho para que os criadores artísticos voltem a ter controlo sobre o comércio na Internet. Seja como for, e independemente do sucesso desta nova abordagem comercial, importa é, desde já, debruçarmo-nos sobre aquilo que realmente importa, o conteúdo deste registo de um músico que promete, como já referi, deixar uma marca indelével na história da música, particularmente a eletrónica.

Uma batida crua, cheia de loops e efeitos em repetição constante e elementos minimalistas que vão sendo adicionados a um baixo sintético com um volume crescente, quase sempre livres de constrangimentos estéticos e que nos provocam um saudável torpor, são já a imagem de marca da música de Thom Yorke, alguém que parece decididamente apostado em compôr música principalmente para si e, de forma subtil, criar um ambiente muito próprio e único através da forma como o sustenta instrumentalmente, ao privilegiar uma abordagem eminentemente sintética. Os oito temas do alinhamento de Tomorrow's Modern Boxes vivem, portanto, da eletrónica e dos ambientes intimistas que a mesma pode criar sempre que lhe é acrescentada uma toada algo acústica, mesmo que haja um constante ruído de fundo orgânico e visceral. É deste cruzamento espetral e meditativo que o disco vive, um registo que espelha a elevada maturidade do autor e espelha a natural propensão do mesmo para conseguir, com mestria e excelência, manusear a eletrónica digitalmente, através de batidas digitais bombeadas por sintetizadores e adicionar-lhe, muitas vezes de forma bastante implícita e quase inaudível o baixo e a bateria.

Analisar a música de Thom Yorke e não falar da sua voz é desprezar um elemento fulcral da sua criação artística; Ela é também em Tomorrow's Modern Boxes um fio condutor das canções, seja através do habitual falsete, amiúde manipulado em A Brain In A Bottle, o tema onde essa forma de cantar é mais explícita,ou através de um registo sussurrante, ou ainda de uma performance vocal mais aberta e luminosa e que muitas vezes contrasta com a natural frieza das batidas digitais. E este último registo ganha contornos de uma certa magnificiência e inedetismo neste disco quando é manipulado com ecos e efeitos em reverb em temas como Truth Ray ou There Is No Ice (For My Drink) e transforma-se numa das diferentes camadas sonoras sobrepostas, ficando claro que, a partir desse instante, Yorke está ainda mais íntimo da pop, mas sem abandonar as suas origens. Curiosamente, o piano costuma ser um fiel companheiro do músico e um instrumento que se alia com notável mestria ao seu registo vocal mas, neste trabalho, apenas surge destacado em Pink Section, por sinal um tema onde o protagonismo da voz é ínfimo.

Tomorrow's Modern Boxes é de um subtileza experimental incomum e, mesmo que à primeira audição isso não transpareça claramente, os temas estão carregados de sentimentos melancólicos; Cada música tem sempre algo de pessoal e há agregados sonoros que tanto podem vir a fazer furor em algumas pistas de dança como acabarem por ser um referencial de alguns dos melhores momentos ambientais e com uma toada chillwave da carreira de Thom Yorke.

Nigel Goodrich já tinha produzido The Eraser, o primeiro registo a solo de Yorke e também foi ele que OkComputorizou os Radiohead, pelo que este novo manifesto de eletrónica experimental é também certamente responsabilidade sua, assim como a opção pela ausência total das guitarras e pela primazia do trabalho de computador, da construção de samples, no fundo, da incubação de uma arquitetura sonora que sobrevive num domínio muito próprio e que dificilmente encontra paralelo no cenário musical atual.

Mais apontado para satisfazer o seu umbigo do que propriamente saciar a fome de excelência de quem o venera e exulta a cada suspiro ruidoso que o autor exala, Tomorrow's Modern Boxes é um despertar maquinal, onde a pureza da voz contrasta com a agressividade de uma modernidade plasmada em letras que mostram o mesmo Thom Yorke de sempre, irreverente, meio perdido, entre o compreensível e o mundo dele, estando, no meio, a sua luta constante com a sociedade e a sua vertente intervencionista politica, ambiental e social. Espero que aprecies a sugestão... 

Thom Yorke - Tomorrow's Modern Boxes

01. A Brain In A Bottle
02. Guess Again!
03. Interference
04. The Mother Lode
05. Truth Ray
06. There Is No Ice (For My Drink)
07. Pink Section
08. Nose Grows Some


autor stipe07 às 22:46
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Sexta-feira, 6 de Junho de 2014

Dia D

Há precisamente 70 anos, nas praias da Normandia, uma geração inteira deu a vida pela liberdade e começou o futuro da Europa tal como hoje a conhecemos. Em tempos tão conturbados no nosso continente, é bom que este dia seja relembrado e contado às gerações vindouras... Para que nunca mais se repita!


autor stipe07 às 16:06
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Sexta-feira, 23 de Setembro de 2011

Canon Blue - Rumspringa

Daniel James aka Canon Blue é um músico multi instrumentista norte americano natural de Nashville e que costuma colaborar com os dinamarqueses Efterklang e as islandesas Amiina, duas bandas que acompanho com realtiva devoção. Iniciou a sua carreria a solo, ainda em nome próprio, em 2007 com o EP Halcyon (2007) e com Colonies, um álbum feito a meias com Chris Taylor dos Grizzly Bear e que mistura, segundo a crítica que li, uma sonoridade pop com alguns elementos da eletrónica. Ambos os discos foram editados pela etiqueta dinamarquesa Rumraket, detida pelos Efterklang. No passado dia dezasseis de agosto lançou Rumspringa, o seu primeiro disco como Canon Blue e que tenho andado a ouvir com bastante interesse, graças à sugestão do amigo Salaberth.

Proclamado como um álbum de pop orquestrada, Rumspringa tem a particularidade de cada música ser, no título, precedida pelo nome de uma cidade dos EUA, apesar de a sonoridade derivar, quanto a mim, de um cruzamento entre a pop folk nórdica e alguns elementos tropicais. Canon Blue parece ter procurado criar um ambiente luxuoso, com uma produção rica e dramática e sem esquecer o verão, a estação em que o hemisfério norte se encontra no momento em que gravou o álbum. Indian Summer, o primeiro single, é um exemplo pradigmático desta ideia; A música tem um começo tropical repleto de elementos da percurssão, mas não demora muito até aparecer o lado orquestral da história. Violinos, diferentes camadas de percussão, clarinetes, guitarras e até um coral de fundo são alguns dos elementos que fazem jus ao título da música e que se repetem pelo alinhamento fora, que combinados e alternados formam algumas das músicas mais bonitas e alegres que descobri neste verão.

O álbum beneficia imenso das colaborações que James tem mantido com as bandas que citei anteriormente. Mas este conjunto de canções, devido à sua complexidade instrumental, criam um ambiente sonoro de profundidade e complexidade sonora, que me recorda também imediatamente alguns dos melhores momentos de Sufjan Stevens; Para isso também contribui decisivamente a presença do baterista Bjorn Heeboll na condução da bateria e dos restantes elementos da percussão.

A gradual introdução dos instrumentos ao longo das canções ou do alinhamento de um disco,  é uma arte praticada por algumas bandas de renome, sendo os Radiohead e os Grizzly Bear dois exemplos que me saltam logo à memória e que percebe-se que James queira de alguma forma imitar. A primeira canção do álbum, Chicago (Chicago), começa com vocalizações suaves antes de adicionar vários tambores; Esta prática mantém-se ao longo do disco com diferentes posturas vocais, vários tipos detambores e linhas de sintetizadores incomuns a ressoar em cada música. Honeysuckle (Milwaukee) é dominada pela batida suave da bateria e pelo sintezador, indo ao encontro da mesma sonoridade pop da já citada  Indian Summer (Des Moines). A repetição contínua do refrão It’s gonna be the last day of our lives e a conjugação das vozes, faz com que a canção cresça até atingir um climax. Lulls (Memphis), uma música completamente instrumental, começa suavemente e depois vai sofrendo um acrescento contínuo de cordas quase até quase ao fim da canção. A Native (Madison) trouxe-me logo à memória o casamento entre as cordas e a parelha vocal masculina e feminina tão típica dos Arcade Fire e Velveteenager (Minneapolis B) impressionou-me pela complexidade da bateria, com uma sonoridade a recordar Bed Of Nails dos Wild Beasts.

Em suma, Rumspringa é feita por uma míriade de influências que derivam das bandas com quem Canon Blue colabora directamente, assim como do fato de ser um músico que viaja imenso, ouve muita música e passa bastante tempo na Europa. As músicas são quase todas uma espécie de sinfonia onde se explora quase ao limite as possibilidades de harmonização e, em termos de escrita, as possibilidades líricas, resultando numa espécie de efervescência sonora extravagante infinita e intrincada; Pessoalmente, ao ouvi-las foi como se estivesse a fazer o roaming de um mundo sonoro onde nunca estive antes.
Tal como eu, os fãs de paisagem sonoras densas e épicas sob harmonias pop, vão certamente gostar de ouvir Rumspringa. Já agora, Canon Blue anda na estrada a abrir os concertos da digressão americana dos Foster The People. Espero que aprecies a sugestão...

 01 - Chicago (Chicago)
02 - Autark (Nashville)
03 - Indian Summer (Des Moines) single
04 - Honeysuckle (Milwaukee)
05 - Velveteenager (Minneapolis B)
06 - Heavy Heart (Minneapolis A)
07 - Lulls (Memphis)
08 - Fading Colors (Bloomington)
09 - A Native (Madison)
10 - Bows & Arrows (Vegas)
11 - Andalusia (Davenport)

http://www.canonblue.com
http://www.facebook.com/pages/Canon-Blue/28455937447
http://twitter.com/#!/canonbluemusic
http://www.myspace.com/canonblue

 


autor stipe07 às 17:35
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Quarta-feira, 21 de Setembro de 2011

R.E.M - The End...

Os R.E.M. acabam de anunciar a separação...

Estou em choque, confesso! Custa a acreditar...

Fica a curta declaração oficial da banda e de cada um dos membros. Para já nada mais me ocorre dizer...

 

"To our Fans and Friends: As R.E.M., and as lifelong friends and co-conspirators, we have decided to call it a day as a band. We walk away with a great sense of gratitude, of finality, and of astonishment at all we have accomplished. To anyone who ever felt touched by our music, our deepest thanks for listening."

 


MIKE

"During our last tour, and while making Collapse Into Now and putting together this greatest hits retrospective, we started asking ourselves, 'what next'? Working through our music and memories from over three decades was a hell of a journey. We realized that these songs seemed to draw a natural line under the last 31 years of our working together.

"We have always been a band in the truest sense of the word. Brothers who truly love, and respect, each other. We feel kind of like pioneers in this--there's no disharmony here, no falling-outs, no lawyers squaring-off. We've made this decision together, amicably and with each other's best interests at heart. The time just feels right."

MICHAEL

"A wise man once said--'the skill in attending a party is knowing when it's time to leave.' We built something extraordinary together. We did this thing. And now we're going to walk away from it.

"I hope our fans realize this wasn't an easy decision; but all things must end, and we wanted to do it right, to do it our way.

"We have to thank all the people who helped us be R.E.M. for these 31 years; our deepest gratitude to those who allowed us to do this. It's been amazing."

PETER

"One of the things that was always so great about being in R.E.M. was the fact that the records and the songs we wrote meant as much to our fans as they did to us. It was, and still is, important to us to do right by you. Being a part of your lives has been an unbelievable gift. Thank you.

"Mike, Michael, Bill, Bertis, and I walk away as great friends. I know I will be seeing them in the future, just as I know I will be seeing everyone who has followed us and supported us through the years. Even if it's only in the vinyl aisle of your local record store, or standing at the back of the club: watching a group of 19 year olds trying to change the world."
 
Até sempre e obrigado por isto e muito mais...

autor stipe07 às 19:26
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Terça-feira, 17 de Maio de 2011

Alex Turner - Submarine

Depois dos Arctic Monkeys terem lançado o primeiro single do seu próximo álbum, o vocalista Alex Turner lançou no passado dia 14 de março um pequeno disco a solo, banda sonora de uma comédia dramática inglesa chamada Submarine, realizada por Richard Ayoade e cujo enredo gira em torno de um adolescente e o seu crescimento.

Este filme tem sido muito aclamado pela crítica e nomeado para vários prémios. Vi o trailer e fiquei muito curioso e interessado em vê-lo. Em relação ao álbum, é composto por seis músicas muito calmas e melancólicas. Alex Turner tem uma voz fantástica e única, que encaixa muito bem nas guitarras eléctricas e distorções dos Arctic Monkeys, como também em músicas com uma guitarra acústica e um piano, como as deste EP.

Há muito tempo que não ouvia uma banda sonora abençoada por uma mão cheia de canções pop tão bem feitas, até por terem nascido, ao que consegui desvendar, no momento e com pouca reflexão. Habitualmente, nestas coisas da pop, tocar espontaneamente resulta sempre melhor do que enveredar por elaborados exercícios de laboratório e produção em estúdio.

Assim, este EP é um registo sonoro muito diferente do que estamos habituados a ouvir nos Arctic Monkeys. As músicas são todas muito boas e muito bonitas. Uma das melhores e a minha preferida, apesar de não ser totalmente melancólica é Piledriver Waltz; Na música, a voz de Alex e a guitarra são rodeadas por diversos instrumentos que transmitem alegria, mas o solo de guitarra que se ouve não deixa que a melancolia desapareça. E anda por ali um forte sentimento épico a rondar subtilmente toda a composição.

Outra música que gostei muito foi Stuck on the Puzzle, pois tem um refrão com muita sonoridade e que encaixa muito bem no ouvido. Glass in The Park e Hidding Tonight são os melhores exemplos da tal melancolia e beleza que o EP transmite. No fundo, a sonoridade de Submarine mistura o nevoeiro britânico onde Alex nasceu, com o deserto californiano que lhe é familiar, dando origem a um registo efémero e delicioso.

Ouçam-no e digam o que acharam (Download)! Eu gostei muito...

 

Submarine 320x320 Alex Turner / Submarine [2011]

01. Stuck On The Puzzle (Intro)
02. Hiding Tonight
03. Glass In The Park
04. It’s Hard To Get Around The Wind
05. Stuck On The Puzzle
06. Piledriver Waltz


autor stipe07 às 22:15
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Sábado, 14 de Maio de 2011

Música do dia...

1/2 vida na maioridade...


autor stipe07 às 09:58
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Terça-feira, 12 de Abril de 2011

Músicas do Dia...

Hoje foi um dia fantástico para, entre outras, também ouvir...



 

 

  

 

 

 

 

 

 

 

 


autor stipe07 às 23:12
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Terça-feira, 15 de Fevereiro de 2011

Foster The People EP

Revelo mais uma excelente descoberta musical, neste caso uma banda que começa agora a dar os primeiros passos. São de Los Angeles, chamam-se Foster The People e nasceram no Outono de 2009. Cheguei até eles devido a Pumped Up Kicks, uma música que mistura os assobios de Peter, Bjorn & John com a melodia dos MGMT, grupos a quem são já comparados.

Tudo começou quando o músico Mark Foster, natural de Cleveland, Ohio, reuniu alguns amigos e acabou por formar uma banda, os The People. Esses músicos eram Mark Pontius (bateria), Cubbie Fink (baixo, vozes) e Zach Heiligman (MC e compositor), que entretanto abandonou o projecto. Os outros três (Mark F., Mark P. e Cubbie) fizeram-se à vida e à estrada, acrescentaram o apelido do fundador ao nome da banda e assim surgiram os Foster The People.

Depois de um ano de 2010 cheio de concertos e a viverem do sucesso do tema Pumped Up Kicks, no passado dia vinte e cinco de Janeiro publicaram o seu primeiro EP, homónimo,  pela Startimeintl, editora que inclui no seu catálogo nomes tão conhecidos como os já mencionados Peter Bjorn & John e os Magnetic Man.

Com teclados e batidas eletrónicas ritmadas por uma bateria cujo som parece um bater de palmas, Houdini apresenta este animado EP; É uma música que além do enorme potencial dançante, abusa de um excelente refrão.

A segunda faixa é a já mencionada Pumped Up Kicks, uma música límpida, estival  e que faz sentir uma incontida alegria, quanto a mim um verdadeiro fôlego de ar fresco e de esperança. O vídeo foi gravado num ambiente ensolarado e tipicamente californiano, seguindo a banda através de concertos e gravações, mas assente naquela boa sensação de férias nos vários instantes retratados.

Helena Beat é a música menos orelhuda do EP; Conta com vocalizações em soprano de Mark Foster, que me fizeram recordar de imediato os falsetes afinados quer de Jónsi, quer dos Passion Pit e a atmosfera Oracular Spectacular dos MGMT, devido à melodia aguda, inserida num ritmo dançante e electropop com influências descaradas dos anos oitenta.

Apesar de ainda serem novatos no circuito de bandas indie, os Foster The People mostram com este EP enorme competência e qualidade para virem a fazer boa música. Vi no site da editora que preparam o seu primeiro longa duração. O disco deverá ver a luz do dia lá para o final do ano e contará com um nome de peso na produção; Refiro-me a Paul Epwoth, produtor britânico que já trabalhou com os Bloc PartyAdele, Cee-Lo Green, Florence and the Machine, Plan B, Friendly Fires, Primal Scream, The Rapture, Kate Nash e Maxïmo Park, entre outros. São, sem sombra de dúvida, nomes de enorme peso! Vamos então aguardar porque deve vir coisa boa por aí, aposto! Eu estarei atento...

 

Houdini

Pumped Up Kicks

Helena Beat

 

Site Oficial da banda refere que neste momento andam em digressão pela Austrália. Em abril vão ter um grande teste quando tocarem no tradicional festival Coachella, na Califórnia, com bandas como os The Strokes, Kings Of Leon, Animal Collective Kanye West.

Fica o vídeo de Pumped Up Kicks e as músicas do EP... Deliciem-se!

 

 

 


autor stipe07 às 22:01
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Segunda-feira, 2 de Agosto de 2010

Cartaz SWtmn 2010 & Hoje Ouvi.

É já na próxima quarta-feira que começa o SWtmn Festival Sudoeste 2010, já considerado um dos melhores festivais do mundo e que, por cá, costuma encerrar a época.

Massive Attack, M.I.A., Groove Armada, 2ManyDjs, Mika, Flaming Lips, Air, Lykke Li e Jamiroquai, são excelentes motivos para uma estadia na Herdade da Casa Branca, na Costa Vicentina.

Aviso que uma nuvem teimosa já assentou na região quinta-feira passada, provavelmente para assistir ao festival. Seja como for, as praias são excelentes, a água é quentinha e a música promete! Usufruam e divirtam-se...

Fica o cartaz;

 

E Hoje Ouvi...

 

 

 

 

music: Interpol - Rosemary

autor stipe07 às 22:01
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