Terça-feira, 12 de Agosto de 2014

Culture Experience 2014 - Entrevista You Can't Win, Charlie Brown

Como tenho revelado por cá, o Fusing Culture Experience é um evento cultural conhecido por juntar Música, Arte, Desporto e Gastronomia e que decorre na Figueira da Foz, com a edição deste ano a acontecer já nos dias 14, 15 e 16 de Agosto. Com um cartaz que, no campo musical, abarca alguns nomes da música nacional absolutamente obrigatórios, resolvi entrevistar algumas das bandas e projetos presentes, para aferir das suas expetativas para esta iniciativa e se há, eventualmente, alguma surpresa preparada.

Depois de ter entrevistado o David Santos, aka Noiserv, agora chegou a vez de partilhar convosco a conversa que mantive com Luis Costa, dos You Can't Win, Charlie Brown, a quem desde já agradeço, publicamente, a atenção e o carinho dispensados, assim como à Raquel Laíns, da Let's Start A Fire, por ter intermediado a minha solicitação... No final da entrevista poderás deliciar-te com a audição de Diffraction/Refraction, o fantástico último álbum da carreira dos You Can't Win, Charlie Brown.


Depois do sucesso alcançado em 2011 com Chromatic, o disco de estreia e a recriação ao vivo dos Velvet Underground, no final de 2012, os You Can’t Win, Charlie Brown regressaram há poucos meses aos lançamentos com Diffraction / Refraction. Como tem sido a aceitação deste trabalho pelo grande público?

Foi óptima, quer da parte dos media quer da parte do público. Tem havido um crescimento progressivo no interesse pela banda e isso deixa-nos muito contentes. Ainda há pouco tempo no NOS Alive tivemos direito aos primeiros cartazes feitos por fãs, e inclusive assinámos uma t-shirt feita em casa por uma fã.

 

A banda prepara-se para participar na próxima edição do  Fusing Culture Experience, um evento cultural conhecido por juntar Música, Arte, Desporto e Gastronomia, que decorre na Figueira da Foz nos dias 14, 15 e 16 de Agosto. Quais são as vossas expetativas para este concerto num evento que agrega alguns dos nomes fundamentais do universo musical indie nacional do momento?

Acho que acima de tudo a principal expectativa é de encontrar um bom ambiente , e isso é meio-caminho andado para ser um bom concerto. Da nossa experiência até agora, normalmente nestes festivais fora dos grandes centros urbanos é onde somos mais bem tratados, há um ambiente diferente e mais acolhedor comparativamente aos grandes festivais.

 

Confesso que o que mais me agradou na audição do álbum foi uma certa bipolaridade entre a riqueza dos arranjos e a subtileza com que eles surgiam nas músicas, muito de forma quase impercetível, conferindo à sonoridade geral de Diffraction / Refraction uma sensação, quanto a mim, enganadoramente, minimal. O ambiente sonoro que recriaram de forma exemplar em estúdio mantém-se nas versões ao vivo dos temas do vosso último álbum, ou vocês gostam de adicionar novos elementos ou transformar os temas, até de acordo com o ambiente onde vão tocar? Uma mesma canção tem diferentes arranjos ao vivo se for tocada numa pequena sala ou no palco do Fusing Culture Experience para milhares de fãs?

As versões ao vivo variam forçosamente em relação às de estúdio, pelo simples facto de que não conseguimos tocar todas as camadas que temos em álbum. Isso sempre foi uma premissa da nossa banda e acaba por tornar o processo de ensaiar para os concertos muito mais interessante, porque as músicas ganham uma dimensão diferente. Ainda assim, não mudamos os arranjos para cada concerto, não somos assim tão loucos! O que fazemos é simplesmente escolher as músicas que se adaptam melhor ao espaço onde vamos tocar.

 

Já há canções novas que poderão ser ouvidas no concerto?

Por acaso começámos esta semana a dar os primeiros passos de composição para o próximo álbum, mas ainda temos um caminho muito longo pela frente até ter algo de concreto.

 

Qual vos parece ser a importância para a música portuguesa este tipo de eventos como o Fusing Culture Experience?

É importante para descentralizar a cultura, que continua muito limitada às grandes cidades, e é também importante para as bandas nacionais terem eventos desta dimensão para tocar; os grandes festivais de verão estão normalmente restritos a nomes já consagrados e fazem falta alternativas para bandas de média dimensão tocarem.

 

Há algum elemento da banda que se arriscaria a participar noutras vertentes do evento, nomeadamente na gastronómica?

Só se for para comer.

 

Quais são os planos futuros dos You Can’t Win, Charlie Brown? Há algum regresso já programado ao estúdio, ou a banda vai continuar a dar concertos nos próximos tempos? E, já agora, depois do Fusing Culture Experience, onde podemos encontrar-vos ao vivo?

Estamos neste preciso momento a começar a trabalhar em ideias novas para um futuro álbum, mas ainda é muito cedo para fazermos planos concretos. Em paralelo queremos continuar a tocar e a mostrar o Diffraction / Refraction ao vivo, a próxima data será a 29 de Agosto no ZigurFest, em Lamego.


autor stipe07 às 19:37
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Segunda-feira, 11 de Agosto de 2014

MagaFest 2014- Entrevista a Inês Magalhães

A primeira edição do MagaFest, o festival de música nacional que propõe apresentar nove projectos musicais num só dia, terá lugar em Lisboa, na Casa Independente, no dia 6 de Setembro das 15h às 02h00m, no largo do Intendente, com o apoio da Tasca Tropical. J.P. Simões, Norberto Lobo, Bruno Pernadas e Tiago Sousa são algumas das presenças garantidas.

De acordo com o press release que me foi remetido pela Let's Start A Fire, uma das entidades promotoras do evento, MagaFest é a consequência natural das MagaSessions que viram passar pela casa da Inês Magalhães e do seu irmão Pedro mais de vinte espectáculos ao longo de dois anos. Músicos nacionais e internacionais fizeram desta casa a sua, apresentando aos convidados as mais diversas experimentações sonoras.

Inês Magalhães é, desde a primeira hora, a grande impulsionadora desta iniciativa e concedeu uma entrevista ao blogue. Confere...

 

www.magasessions.com   www.facebook.com/MagaSessions   www.vimeo.com/magasessions

MAGAFEST // 6 SETEMBRO - CASA INDEPENDENTE from MAGASESSIONS on Vimeo.

 

A primeira edição do MagaFest, o novo festival de música nacional que propõe apresentar nove projectos musicais num só dia, terá lugar em Lisboa, na Casa Independente, no dia 6 de Setembro das 15h às 02h00m. Pelos vistos, é a consequência natural das MagaSessions que viram passar pela tua casa mais de vinte espetáculos ao longo de dois anos. Antes de abordarmos o MagaFest, adorava que, se não te importasses, explicasses aos leitores deste blogue o que são as MagaSessions e como tudo começou.

Quem pode aceder às MagaSessions e como é que uma banda pode apresentar no evento o seu cardápio? Basta aparecer?
As MagaSessions começaram em Abril de 2012, com uma banda chamada Coreto da qual fazem parte Simão Palmeirim (que estará no MagaFest com o seu projecto Não Simão) e João Marques, na altura começavam o seu projecto mas como é normal nos músicos pouco jeito têm para se promover, resolvi então convida-los para um concerto em minha casa, convidar alguns amigos, filmar e fotografa-los, registo esse momento que depois os ajuda, dando-lhes material para se poderem promover.
As sessões acontecem uma vez por mês ao domingo normalmente às 18h e por isso a escolha de quem vem tocar é feita seguindo uma linha idealizada por mim. Para virem tocar às MagaSessions basta entrarem em contacto através de qualquer uma das plataformas, facebook, vimeo ou pelo site, onde peço para me enviarem algum trabalho que tenham feito, ficando depois ao meu critério se se enquadra e faz sentido.

 

Adoro música e acho altamente sedutora a ideia de imaginar no mesmo espaço várias bandas a interagirem entre si, com os vários elementos a conversar e a trocar ideias enquanto uma delas toca e, em simultâneo, os próprios fãs e ouvintes envolvidos ativamente nessa dinâmica. Como é o ambiente dessas sessões? Um simples observador, invisível, sentado num canto, poderá observar o quê?
Acabou por ser muito especial e percebi que havia poucos espaços para não dizer quase nenhuns onde se pudesse entrar livremente e estar à distancia de um braço dos músicos. Gosto sempre de frisar que as MagaSessions não são privadas, são íntimas, claro que quando começaram vinham os amigos e alguns amigos de amigos, mas com o tempo, e já lá vão dois anos e meio, a casa foi enchendo. Se no inicio era eu que propunha aos musicos virem tocar, com tempo e muita dedicação ao projecto as MagaSessions foram se materializando para um espaço que já não era só a minha casa.

 

Como se passou das MagaSessions para um MagaFest?
O MagaFest é uma celebração das MagaSessions, dois anos e meio de muito trabalho que irá culminar dia 6 de Setembro na Casa Independente, uma casa igualmente livre que acolheu de braços abertos a minha proposta, é evidentemente maior e tem uma estrutura para acolher um número de pessoas que infelizmente não consigo na minha casa.

 

Quais são as tuas expetativas para a primeira edição do evento? O que será para ti um sucesso?
Que a intimidade não se perca e que não chova!

 

O cartaz da primeira edição já está fechado. Como foi possível incluir nomes tão importantes como o Bruno Pernadas, de quem sou confesso admirador, ou o JP Simões, não querendo descurar a importância dos outros sete projetos?
A maior parte dos musicos que o integram já foram tocar às MagaSessions, e mesmo os que não foram como é o caso do Bruno Pernadas e JP Simões, por se identificarem com o projecto e também por quererem dar força a este tipo de iniciativas aderiram com entusiasmo logo que lhes propus. É incrível.

 

Apesar de notar uma saudável heterogeneidade nos nomes que estão previstos participar, houve alguma tentativa de conseguir uma certa linearidade sonora no que concerne aos artistas que fazem parte do cartaz, ou o MagaFest está e estará sempre aberto aos mais diversos estilos sonoros, mesmo que não tenham um cariz declaradamente índie?

Há nomes no Cartaz como Tiago Sousa, João Lobo, Noz² que não seguem uma linha Indie, como houve nas MagaSessions, sessões de música experimental, jazz e música de câmara, por onde passaram nomes como Carlos Zíngaro, Hugo Antunes, Pak Yan Lau e Giovanni di Domenico.

 

Há já algo pensado de diferente para a edição de 2015? A quantidade de artistas, o conceito e o local serão para se manter ou estão abertos a quem possa patrocinar novas e diferentes possibilidades de crescimento?
A edição de 2015 ainda está em aberto, mas talvez uma mudança de local e ser dois dias em vez de um, a ver.


autor stipe07 às 12:00
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Quinta-feira, 7 de Agosto de 2014

Fusing Culture Experience 2014 - Entrevista a Noiserv

Como tenho revelado por cá, o Fusing Culture Experience é um evento cultural conhecido por juntar Música, Arte, Desporto e Gastronomia e que decorre na Figueira da Foz, com a edição deste ano a acontecer já nos dias 14, 15 e 16 de Agosto. Com um cartaz que, no campo musical, abarca alguns nomes da música nacional absolutamente obrigatórios, resolvi entrevistar algumas das bandas e projetos presentes, para aferir das suas expetativas para esta iniciativa e se há, eventualmente, alguma surpresa preparada.

A primeira entrevista que partilho convosco é a de David Santos, aka Noiserv, a quem desde já agradeço, publicamente, a atenção e o carinho dispensados, assim como à Raquel Laíns, da Let's Start A Fire, por ter intermediado a minha solicitação... No final da entrevista poderás deliciar-te com a audição de Almost Visible Orchestra, o lindíssimo último álbum da carreira de Noiserv.

 

Parece-me evidente e justo considerar que Almost Visible Orchestra é já um marco importante na história da música nacional contemporânea mais recente. Como tem sido a aceitação deste trabalho pelo grande público?

Tem sido muito boa. Depois de todos os medos de um segundo disco, dos receios que as pessoas pudessem não gostar daquilo que a mim me fazia todo o sentido, acho que o feedback que tenho recebido justificou todo o trabalho que tive com o disco e deixa-me muito feliz.

 

O Noiserv prepara-se para participar na próxima edição do Fusing Culture Experience, um evento cultural conhecido por juntar Música, Arte, Desporto e Gastronomia, que decorre na Figueira da Foz nos dias 14, 15 e 16 de Agosto. Quais são as expetativas do David para este concerto, num evento que agrega alguns dos nomes fundamentais do universo musical indie nacional do momento?

Não gosto muito de criar expetativas antes das coisas acontecerem. Acima de tudo tentarei dar o meu melhor concerto e esperar que essa vontade chegue a quem estiver a ver.

 

Confesso que o que mais me agradou na audição de Almost Visible Orchestra foi a riqueza dos arranjos e a subtileza com que eles surgiam nas músicas, muito de forma quase impercetível, conferindo à sonoridade geral do disco uma sensação, quanto a mim, enganadoramente, minimal. O ambiente sonoro que recriaste de forma exemplar em estúdio mantém-se nas versões ao vivo dos temas, ou gostas de adicionar novos elementos ou transformar os temas, até de acordo com o ambiente onde vais tocar? Uma mesma canção tem diferentes arranjos ao vivo se for tocada numa pequena sala ou no palco do Fusing Culture Experience para milhares de fãs?

Tento sempre acreditar que a minha música funciona bem numa sala pequena ou num palco grande ao ar livre. A forma de tocar as canções não muda de sitio para sitio, mas por vezes deixo algumas músicas de fora se sentir que não funcionam tão bem no local do concerto.

 

Já há canções novas que poderão ser ouvidas no concerto?

Apenas músicas 'relativamente' novas, as do Almost Visible Orchestra. :)

 

Qual te parece ser a importância para a música portuguesa este tipo de eventos como o Fusing Culture Experience?

São eventos de extrema importância. Festivais com esta exposição mediática, que apostam tanto na música portuguesa, acabam por ser fundamentais para cada músico, cada banda conseguir chegar a um público mais vasto.

 

Arriscarias participar noutras vertentes do evento, nomeadamente na gastronómica?

Claramente a gastronomia não é o meu forte, pelo que se acontecer poder participar, será para aprender e nunca para mostrar os dotes que não tenho :)!

 

Quais são os planos futuros para o projeto Noiserv? Há algum regresso já programado ao estúdio, ou o David vai continuar a dar concertos nos próximos tempos?

Por enquanto continuo focado em apresentar este disco ao vivo e conseguir que ele chegue ao máximo possível de pessoas.


autor stipe07 às 14:08
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Segunda-feira, 14 de Julho de 2014

Milhões de Festa - Cartaz

É já nos próximos dias 24, 25, 26 e 27 de julho que decorre em Barcelos mais uma edição do Milhões De Festa, um festival com um cartaz recheado de nomes sonantes e novas promessas da músicas nacional e internacional. De acordo com a organização, este evento pretende fazer subir as temperaturas com música, através de uma programação que se afirma como uma lufada de ar fresco no panorama cultural português e europeu - e que vai tão bem com um mojito, com um mergulho e, claro, com Milhões de música.

Os horários e alinhamento já estão fechados e prometem música desde as 14h até altas horas da madrugada, nos dias do evento. Os bilhetes custam €60 para os 4 dias e €30 diariamente. Podem ser adquiridos nos locais habituais. Fica a sugestão, altamente recomendável!


autor stipe07 às 13:43
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Quarta-feira, 9 de Abril de 2014

Fusing Culture Experience 2014

Depois do sucesso que foi a edição de 2013 do Fusing Culture Experience, um evento cultural conhecido por juntar Música, Arte, Desporto e Gastronomia, já se conhecem alguns detalhes importantes sobre a edição deste ano que decorre na Figueira da Foz nos dias 14, 15 e 16 de Agosto.

Assim, a edição de 2014 acaba de confirmar seis novos nomes da música nacional absolutamente obrigatórios, nomeadamente os PAUSFor Pete SakeFirst Breath After ComaDead ComboYou Can’t Win Charlie Brown e Capicua. No cartaz já estavam confirmados os nomes Legendary TigermanCapitão FaustoOcta PushPrimitive Reason,Sensible Soccers e Norton.

 

Os PAUS são muito mais que Joaquim Albergaria, Hélio Morais, Makoto Yagyu e Fábio Jevelim somados. Com raízes a virem de projectos como Linda Martini, If Lucy Fell e até Vicious Five, esta banda natural de Lisboa tem sido uma das bandas portuguesas com maior expansão internacional nos últimos tempos. Reconhecidos pela sua bateria siamesa, pelo baixo e pelos teclados, os PAUS, considerados um dos melhores concertos do FUSING 2013, regressam à Figueira da Foz com o seu último álbum “Clarão”, apresentado no passado dia 28 de Março.

 

Os For Pete Sake andam nestas andanças há pouco tempo mas já marcaram lugar na primeira fila do universo musical português. Donos de uma fusão de géneros e ritmos que vão do folk dos anos 70 ao indie rock, este sexteto de Lisboa é reconhecido por temas como “Stains”, “Morning”, “House” e o mais recente hino da EDP, “Got Soul”.

 

Os First Breath After Coma apresentam-nos uma música espacial, um post rock e desde 2012 têm conquistado uma vasta comunidade de fãs. Formada por Roberto Caetano, Telmo Soares, Rui Gaspar e Pedro Marques, a banda venceu já o casting Vodafone Mexefest e lançou em Novembro passado o seu primeiro álbum, "The Misadventures Of Anthony Knivet”.

 

Os Dead Combo têm só dois elementos mas deixam um rasto de destruição por todas as salas de espectáculos e festivais por onde passaram. Reconhecidos dentro e fora do país, a dupla formada por Tó Trips e Pedro Gonçalves lançaram no passado dia 10 de Março o seu quinto álbum de originais, “A Bunch of Meninos”.

 

Os You Can’t Win, Charlie Brown são formados por Afonso Cabral, Salvador Menezes, David Santos (mais conhecido como Noiserv), Luís Costa, Tomás Sousa e João Gil e garantem uma viagem ao folk e à electrónica, através de sonoridades melancólicas e saudosistas.

 

Com álbum acabado de sair, Ana Matos Fernandes AKA Capicua vai mostrar à Figueira da Foz do que é capaz uma Sereia Louca. A Rapper conhecida pelas suas letras intensas e prestações em palco brutais e cheias de garra, é um dos nomes mais falados de 2014 e promete representar o Hip Hop no FUSING ao mais alto nível.


O passe geral para o FUSING Culture Experience já está disponível na bilheteira online e nos locais habituais. Até 30 de Abril, o passe geral para o evento custa apenas 30 euros e conta já com elevada afluência na sua compra. Todas as informações estão disponíveis em www.fusing.pt ou na página oficial do evento no Facebook, Fusing Culture Experience.

A mostrar CARTAZ.FUSING.2014.NOVAS_CONFIRMAÇÕES_WEB.png


autor stipe07 às 10:56
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Quarta-feira, 29 de Janeiro de 2014

Primavera Sound 2014, Barcelona - Cartaz

Se no final do próximo mês de maio andares por Barcelona ou tiveres a possibilidade de passar por lá, fica a sugestão e o excelente cartaz...

Primavera Lineup


autor stipe07 às 12:56
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Terça-feira, 28 de Janeiro de 2014

Coachella 2014 - Cartaz Oficial

Já é conhecido o cartaz do próximo Coachella, um dos melhores festivais do mundo de música alternativa e que se vai realizar de onze a dezoito de abril. Do pop rock ao punk, passando pelo indie rock e a eletrónica, nessa semana vão-se encontrar na Califórnia algumas das melhores bandas e projetos musicais do mundo.

É um cartaz impressionante, só ao alcance de uma organização com fundos quase ilimitados e difícil de igualar. são imensas as bandas que eu adorava ver se fosse possível marcar lá presença e já há várias bandas a pronunciar-se, quer através das redes sociais quer de comunicados para a imprensa a enorme excitação por estarem lá presentes. Sem dúvida, um evento único e uma viagem que sugiro para quem tiver a possibilidade!

Anunciado cartaz de Coachella: quais destas bandas gostava de ver por cá? -


autor stipe07 às 17:06
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Terça-feira, 30 de Julho de 2013

Fusing Culture Experience

É já esta quinta-feira que arranca o Fusing Culture Experience, um evento único que decorre de 1 a 4 de Agosto, na Figueira da Foz e vale bem a pena uma visita. Com uma programação totalmente nacional e com grandes nomes como: Orelha Negra, Linda Martini, Paus, Noiserv, HMB, António Zambujo, We Trust, Frankie Chavez, DJ Ride, Throes + The Shine, e muitos mais.

Para além da música, na gastronomia temos o Maior Workshop Culinário do Mundo, por Chakall, os showcookings móveis, os workshops, o mote "Gourmet de comer à mão" na zona gastronómica do recinto principal, para além de muito mais deliciosas actividades gastronómicas.
Na arte, há várias paredes da cidade que irão ser intervencionadas por diversos artistas urbanos, a exposição colectiva THE ART OF USING.THE BOX, a exposição de fotografia de Rui Gaiola, a exposição Multissensorial "Explode" dos The Gift, os mini docs do Canal 180, as curtas-metragens do Shortcutz Porto, os workshops de stencil, ilustração e dança e muito mais.
No desporto, destaque para o surf nocturno, o snowboard urbano, o surf adaptado, a bicicleta como meio de transporte principal no evento, entre muito mais actividades desportivas que irão decorrer ao longo do festival.

Esta é uma experiência de verão única em Portugal, através da fusão entre quatro áreas, Música, Arte, Desporto e Gastronomia, com a cidade e com o público.

O recinto principal é composto por uma praia privada, uma garagem transformada em galeria de arte, uma pista onde vai decorrer uma etapa do circuito nacional de snowboard urbano, uma zona lounge que receberá desde curtas-metragens a performances e 3 palcos, sendo um deles no Casino da Figueira.

Também a cidade vai ser alvo de transformações e fusões inusitadas que vão desde o Showcooking móvel, através de uma bicicleta, às intervenções urbanas de artistas como Mário Belém ou Kruella D’Enfer. No mercado municipal, o mote é a gastronomia em que o Peixe e o Arroz, tão característicos da cidade, se assumem como a base das várias actividades. Apareçam!

 

autor stipe07 às 17:32
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Sábado, 6 de Abril de 2013

Conheces os Booby Trap?

Uma das míticas bandas da década de noventa do universo punk, rock e e trash metal hardcore foram os Booby Trap. De acordo com a au biografia oficial, nasceram em 1993 na cidade de Aveiro e marcaram uma época com o seu som thrash metal/hardcore, apesar de misturarem outras influencias como o rock ou punk). Da sua formação original faziam parte Pedro Junqueiro (voz), Pedro Azevedo (guitarra), Miguel Santos (bateria) Nuno Barbosa (guitarra) e Ricardo Melo (baixo). 

Lançam a sua demo de estreia “Brutal Intervention”em 1994 e o split CD “Mosh It Up" em 1996 com as bandas brasileiras T.I.T. e Locus Horrendus entre várias outras aparições por diversas colectâneas.
Deram mais de uma centena de concertos, partilhando palcos com bandas de renome como Cruel Hate, Inkisição, Dorsal Atlantica, G.B.H., Cradle Of Filth, Gorefest, Grave, Hypocrisy, Moonspell, Primitive Reason, Hate Over Grown, Genocide, WC Noise, entre muitas outras. Os Booby Trap eram conhecidos por dar concertos muito poderosos em que a descarga de energia e a interacção com o público eram muito valorizadas. Tocaram em locais míticos do rock/metal em Portugal como o Johnny Guitar, Cave das Quimicas, Voz do Operario, C.T.S. De Celas ou o festival Penafiel Ultra Brutal. As suas letras mostravam uma forte opinião e critica de cariz social por entre laivos de humor negro.

Os Booby Trap foram pioneiros e deram a cara por um movimento musical desenvolvido na região que viria a ser conhecido a nível nacional como “Aveiro Connection. Após o seu prematuro desaparecimento em 1997, os seus elementos deram origem a varias outras bandas como Anger, Konk, Superego, Strange Airplane, Snowball e Wild Bull.

A boa notícia é que depois de no ano passado se terem reunido novamente para dois concertos de comemoração, contando agora com Carlos Ferreira no baixo, e depois de estas duas actuações terem sido muito bem recebidas por parte do publico e após constatarem que a vontade de continuarem a tocar juntos, deicidiram dar continuidade á sua actividade como banda e estão a preparar um novo EP. Enquanto esse trabalho não chega convido-te a fazeres o download gratuito de uma antologia da banda, relativa ao seu percurso na década de noventa, uma coletânea disponível no bandcamp dos Booby Trap. Confere...



autor stipe07 às 22:24
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Segunda-feira, 3 de Outubro de 2011

Sigur Rós - Detalhes finais de INNI

Já é conhecido o alinhamento final de INNI, o filme concerto realizado por Vincent Morisset para os islandeses Sigur Rós , banda que faz parte da minha triologia. INNI foi um dos grandes destaques do último Festival de Cinema de Veneza.

Este filme, que os Sigur Rós classificam como the definitive live experience, será lançado no mercado no próximo dia sete de novembro, via Krunk, a editora da banda e já têm a faixa Festival do último álbum Með Suð Í Eyrum Við Spilum Endalaust (2008) para mostrar.

INNI terá várias edições distintas, todas elas com a opção DVD com 2CDs que incluirá um filme de cem minutos com imagens do concerto da banda no Alexandra Palace, em Londres, no dia vinte de novembro de 2008, referente à digressão do já citado Með suð í eyrum við spilum endalaust.

Há uma edição especial disponível para encomenda apenas no site da banda e que será embalada de forma artesanal e única, um envelope com imagens em A5 com endereços de internet para que se possam fazer as suas próprias imagens de Inni para partilhar no site dos Sigur Rós, posters, crachás e terá, como extra, um vinil de 7 polegadas da música inédita que se pode ouvir nos CDs e nos créditos finais do filme, Lúppulagid.

Se seguir os passos de HeimaINNI deverá ser mais uma bela demonstração do talento cinematográfico do grupo e esta será, sem sombra de dúvida, uma das minhas prendas antecipadas de natal.

 

Disc 1

  1. Svefn-G-Englar
  2. Glósóli
  3. Ný Batterí
  4. Fljótavík
  5. Vid Spilum Endalaust
  6. Hoppípolla
  7. Med Blódnasir
  8. Inní Mér Syngur Vitleysingur
  9. E-Bow

Disc 2

  1. Sæglópur
  2. Festival
  3. Hafsól
  4. All Alright
  5. Popplagid
  6. Lúppulagid (Bonus Track)

Disc 3: DVD 'Inni'

  1. Ny Batterí
  2. Svefn-G-Englar
  3. Fljótavík
  4. Inní Mér Syngur Vitleysingur
  5. Sæglópur
  6. Festival
  7. E-Bow
  8. Popplagid
  9. Lúppulagid
  10. Glósóli (Bonus Track)
  11. Við Spilum Endalaus (Bonus Track)
  12. Hafssól (Bonus Track)
  13. All Alright (Bonus Track)

 

Sigur Rós: Festival (Live) by sigur rós


autor stipe07 às 19:27
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