Sábado, 20 de Dezembro de 2014

Stumbleine - Infinite Overcast

Depois de em dezembro de 2013 Stumbleine ter editado o EP Things Don't Sparkle Like they Used To, agora, sensivelmente um ano depois, este músico britânico está de volta com Infinite Overcast, uma coleção de nove novas canções, disponivel no seu bandcamp gratuitamente ou com a possibilidade de doares um valor pela mesma.

Infinite Overcast é mais um compêndio de canções com a habitual sensibilidade rara que este músico cria, verdadeiros achados que merecem a maior divulgação possivel, não só porque a eletrónica em que Stumbleine aposta tem uma vertente mais calma, melódica e clássica do que habitual, ou seja, é algo inédita, possui uma sua bela voz que casa muito bem com as viagens climáticas e etéreas que compôe.

Infinite Overcast são então novas canções, algumas delas apenas instrumentais, que criam ambientes etéreos e lo fi, através de sons misteriosos, samples vocais e batidas sintetizadas. Às vezes sente-se alguma soul, numa toada chillwave e shoegaze que podes obter por um preço simbólico no Bandcamp da banda, assim como a restante discografia de um projeto que acho que vale a pena conhecer e conferir.

Stumbleine - Infinite Overcast

01. Adora Skyline

02. Thawn
03. Skeksis
04. Abacus
05. Exit Sandman
06. The Great Flood
07. Camber (Feat. Steffaloo)
08. Brunette


autor stipe07 às 22:24
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Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2014

Wild Beasts – Soft Future / Blood Knowledge

O quarteto britânico Wild Beasts regressou em 2014 aos discos com o excelente Present Tense e, quase no ocaso do ano, acaba de revelar um single com dois temas, que resultam de uma parceria com um ilustrador francês, natural de Paris, chamado Mattis Dovier. Juntos criaram uma história interativa, da qual fazem parte os dois lados do single, um trabalho incluído no projeto The Jameson Works.

Soft Future é o primeiro tema instrumental do cardápio sonoro da banda e está disponivel para download gratuíto. Quanto a Blood Knowledge, continua a mostrar uns Wild Beasts apostados em mergulhar num universo que abrange alguns elementos específicos das novas propostas que vão surgindo no campo da dream pop. Confere...

Wild Beasts - Soft Future - Blood Knowledge

01. Soft Future
02. Blood Knowledge


autor stipe07 às 14:10
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Quinta-feira, 11 de Dezembro de 2014

Gold Spectacles - Lately

Sedeados em Londres, os britânicos Gold Spectacles são uma dupla que aposta numa indie pop luxuriante com o ritmo e a cadência certas e uma certa toada R&B, abraçando, desse modo, um interessante e algo inédito leque de influências que, de acordo com os próprios, vai de Paul Simon aos Phoenix, entre outros, sempre com uma filosofia vintage. Verdadeiramente genuínos, ecléticos e criativos, compõem temas capazes de enredar numa teia de emoções que nos prende e desarma sem apelo nem agravo, numa parada de cor, festa e alegria, onde os músicos comungam certamente o privilégio de estarem juntos e comporem a músicas que gostam.

Com um soundcloud que vale a pena espreitar, até porque disponibilizam as canções gratuitamente, estes Gold Spectacles acabam de divulgar mais um novo tema intitulado Lately, enquanto não chega um lançamento discográfico. Confere...


autor stipe07 às 12:48
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Quarta-feira, 10 de Dezembro de 2014

Belle And Sebastian – Nobody’s Empire

Belle And Sebastian - Nobody's Empire

Já se sabe desde setembro que os escoceses Belle & Sebastian estão de regresso aos discos com um novo álbum. Esse trabalho irá chamar-se Girls In Peacetime Want To Dance e verá a luz do dia a vinte de janeiro através da Matador Records, sendo o primeiro da banda em quatro anos, desde Write About Love e produzido por Ben H. Allen (Animal Collective, Washed Out).

Depois de ter sido divulgado Party Line, o primeiro single de Girls In Peacetime Want To Dance, agora chegou a vez de conhecermos o tema de abertura do disco intitulado Nobody's Empire. Com versos confessionais que falam da infância do vocalista, a canção conduz-nos de volta ao indie pop mais orelhudo, com aquele requinte vintage que revive os gloriosos anos oitenta. Confere...


autor stipe07 às 21:42
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The Vultures - Vlad vs Cancer

The Vultures

Sedeados em Inglaterra e com músicos oriundos de cinco países de três continentes diferentes, os The Vultures servem-se das cordas de violas, guitarras, baixo e violinos, da bateria e de sintetizadores para criar canções que contêm uma paleta sonora com uma deliberada componente gótica, mas que não se resume a esse espetro, já que o indie rock e o punk são também bitolas importantes para a caraterização da música do projeto.

No próximo mês de janeiro os The Vultures vão editar Three Mothers Part1, o disco de estreia, através da Ciao Ketchup Recordings e, em jeito de antecipação, acabam de divulgar um single com dois temas, Cancer e Vlad, assim como os respetivos vídeos. Já agora, depois de escutares as duas canções e ficares devidamente alerta para o disco que será certamente alvo de crítica neste espaço daqui a algumas semanas, sugiro uma visita à página oficial da banda, uma das mais originais que conheço. Confere...
*PRE-ORDER* Cancer / Vlad cover art
Vlad
Cancer


autor stipe07 às 17:54
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Quinta-feira, 4 de Dezembro de 2014

Cairobi - Zoraide

Cairobi

Com músicos da Inglaterra, México, Itália e Áustria, mas baseados atualmente em Londres, os Cairobi são Giorgio Poti, Salvador Garza, Stefan Miksch, Alessandro Marrosu e Aurelien Bernard, um coletivo prestes a lançar-se nos lançamentos discográficos com Distante Fire, um EP que vai ver a luz do dia a dezasseis de fevereiro do próximo ano.

Zoraide é a canção que abre o alinhamento de Distante Fire, uma junção sónica e psicadélica de um verdadeiro caldeirão instrumental e melódico, um momento de pura experimentação, assente numa colagem de várias mantas de retalhos que nem sempre se preocupam com a coerência melódica e que, por isso e por ser extremamente dançável, deverá ser objeto do maior deleite e admiração. Esta é, acreditem, uma canção que desperta-nos para um paraíso de glória e esplendor e subjuga momentaneamente qualquer atribulação que nesse instante nos apoquente. Confere...


autor stipe07 às 18:28
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Segunda-feira, 24 de Novembro de 2014

American Wrestlers - I Can Do No Wrong

American Wrestlers é um projeto liderado por um escocês de identidade desconhecida e que vive atualmente nos Estados Unidos, no estado do Missouri. Tendo crescido em Glasgow, no país natal, mudou-se há alguns anos para Manchester, na vizinha Inglaterra, onde conheceu a sua futura esposa, com quem se mudou entretanto para o outro lado do Atlântico.

Nos Estados unidos começou a compôr e a gravar numa mesa Tascam de oito pistas e assim nasceram os American Wrestlers. Recentemente o projeto deu um grande passo em frente, ao assinar pela insuspeita Fat Possum. Esta etiqueta vai editar o single I Can Do No Wrong, a vinte e sete de janeiro do próximo ano, mas o mesmo encontra-se disponivel no bandcamp da banda, com a opção de o obteres gratuitamente ou doares um valor pelo mesmo.

A canção é uma peça sonora magnífica, principalmente por ser difícil de descrever. O ambiente sonoro que cria tem um teor lo fi algo futurista, devido à distorção e à orgânica do ruído em que assenta. Depois, alguns arranjos claramente jazzísticos e uma voz num registo em falsete com um certo reverb, acentuam o charme rugoso da mesma. Confere...


autor stipe07 às 17:24
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Segunda-feira, 17 de Novembro de 2014

Noel Gallagher’s High Flying Birds – In The Heat Of The Moment

Noel Gallagher's High Flying Birds - In The Heat Of The Moment

O britânico Noel Gallagher e os High Flying Birds regressam aos discos em março de 2015 com Chasing Yesterday, atráves da Sour Mage Records e In The Heat Of The Moment é o primeiro single divulgado do trabalho, uma edição que conta com Do The Damage como lado b e que também já teve direito a video.

Conforme documenta esta canção, o caloroso e pujante indie rock britânico é a biblia sagrada por onde se orienta Noel Gallagher, ele que terá escrito algumas das páginas mais significativas dessas escrituras, não só nos Oasis, como noutros projetos em que se envolveu também como produtor. Confere...


autor stipe07 às 17:34
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Quarta-feira, 12 de Novembro de 2014

Michael A Grammar - Michael A Grammar

Inicialmente formados por Frankie Mockett e Joel Sayers, uma dupla de amigos de infância que cresceu a ouvir discos dos Radiohead e dos Joy Division, os Michael A Grammar aumentaram o número de elementos da banda e Clémentine Blue e John Davies passaram, entretanto, também a fazer parte do alinhamento do projeto. Este grupo britânico de Brighton, surpreendeu no início do ano com o EP Random Vision e agora chegou finalmente o primeiro longa duração, um espetacular trabalho homónimo, editado através da Melodic Records.

Com algumas histórias estranhas e acontecimentos bizarros a marcar a atualidade da banda, já que um dos membros esteve quase a ser deportado para o país africano de origem e o disco tinha sido dado como perdido quando desapareceu o computador onde estava alojado, os Michael A Grammar lá conseguiram fazer com que estas canções vissem a luz do dia e com elas cerca de uma hora de música magnífica, distribuída por doze temas que nos permitem aceder a uma outra dimensão musical, com uma assumida pompa sinfónica e inconfundível, sem nunca descurar as mais básicas tentações pop e onde tudo soa utopicamente perfeito.

Gravado em Manchester e produzido pela própria banda, com Frank a tratar do processo de mistura e Joel, Daniel e John a opinarem frequentemente, Michael A Grammar é um trabalho subtil e melodicamente atrativo, já que aposta num som espacial, experimental, psicadélico, barulhento e melódico, que deambula pela pop mais requintada e o rock progressivo cheio de distorções inebriantes, feitas com pedais carregados de reverb e arranjos captados com microfones que foram espalhados pelo estúdio e gravaram alguns sons estranhos, que temas com The Way You Move claramente mostram. Existiu, sem dúvida, um aturado trabalho de produção, nenhum detalhe foi deixado ao acaso e houve sempre a intenção de dar um sentido épico e grandioso às canções, arriscando-se o máximo até à fronteira entre o indie mais comercial e o teste de outras sonoridades, uma receita levada à prática com o firme propósito de criar ambientes sonoros amplos, luminosos e onde a banda projeta inúmeras possibilidades e aventuras ao ouvinte em cada canção.

Olhando para o alinhamento de Michael A Grammar, ouve-se canções fáceis e ao mesmo tempo complexas, mas existiu sempre um enquandramento sequencial como se o disco funcionasse como um todo, já que há uma constância dinâmica relativamente ao som que preenche o trabalho. No entanto, isso não impede que existam pontos divergentes entre algumas canções; Se a bateria, o baixo e a voz sintetizada de Suzanna dão à canção um groove peculiar e depois de receber a distorção da guiatrra ela ganha aquela toada que procura uma revisão da psicadelia quando busca pontos de encontro com o rock clássico, já em Upstairs Downstairs percebe-se que o red line nas guitarras é um detalhe importante e que essa opção alinhada com uma percurssão vibrante, é decisiva na demanda pelo verdadeiro som épico, luminoso e expansivo que só o indie rock de cariz mais progressivo consegue replicar e que o longo festim sonoro que é The Way You Move claramente reforça. Se Nature's Child e You Make Me são exemplos clássicos de como o indie rock clássico pode ser hoje animado e dançável e se All Night Afloat e Mondays têm uma especificidade ainda maior quando piscam o olho ao punk rock nova iorquino, já a persistência nos constantes encaixes instrumentais durante a construção melódica, no almofadado conjunto de vozes em eco e nas guitarras mágicas que se manifestam em Upside Down e The Day I Come Alive, olham deliberadamente para o som que foi produzido há umas três décadas e procuram retratá-lo com novidade, mas com os pés bem fixos no presente.

Para o ocaso de Michael A Grammar estava guardado um dos melhores momentos do disco; Na verdade, Don't Wake Me é uma imensa exaltação que talvez de forma inconsciente homenageia os grandes mestres do cenário indie britânico da década de noventa; Os Oasis, os Blur, os Spritualized, os Supergrass, The Verve, The Stones Roses ou os Primal Scream que, entre tantos outros, marcaram uma geração e deixaram uma herança que os Michael A Grammar não descuraram e souberam sabiamente aproveitar, cabem todos no ambiente deste tema.

Michael A Grammar é um portento de grandiosidade, um álbum imenso no modo como se abre para o ouvinte e o presenteia com uma manancial de cores que projetam inúmeras possibilidades sonoras. Incubado por um quarteto que servindo-se de um universo sonoro recheado de várias experimentações e renovações, pretende, acima de tudo, soar poderoso, jovial e inventivo, este disco prova que o indie rock de cariz mais sinfónico e potente ainda tem razão de ser e um elevado potencial criativo ainda por explorar, desde que se torne na pedra de toque primordial da cartilha sonora de quem o pretender replicar e aprofundar. Os Michael A Grammar fizeram-no de um modo tão assertivo que arriscam-se a ter conseguido criar um dos discos essenciais de 2014. Espero que aprecies a sugestão....

Michael A Grammar - Michael A Grammar

01. Upside Down
02. All Night, Afloat
03. Light Of A Darkness
04. King And Barnes
05. The Day I Come Alive
06. Suzanna
07. Upstairs Downstairs
08. The Way You Move
09. Mondays
10. You Make Me
11. Nature’s Child
12. Don’t Wake Me

 


autor stipe07 às 19:56
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Segunda-feira, 10 de Novembro de 2014

Black Swan Lane – A Moment Of Happiness

Formados em 2007 por Jack Sobel e John Kolbeck, antigos membros dos The Messengers e Mark Burgess, dos The Chameleons, os Black Swan Lane são uma das novas coqueluches do indie rock britânico, com outros nomes tão importantes como Andy Clegg, Andy Whitaker, Kwasi Asante, Yves Altana & Achim Faerber, a terem dado já uma mão a um projeto que se estreou ainda nesse ano com A Long Way From Home, tendo-se depois seguido já mais quatro discos: The Sun and The Moon Sessions (2009), Things You Know and Love (2010), Staring Down The Path Of Sound (2011) e The Last Time in Your Light (2013). Recentemente chegou aos escaparates A Moment Of Happiness, o mais recente álbum do cardápio destes Black Swan Lane que, com uma carreira dividida pelos dois lados do atlântico, entre Atlanta e Manchester, acabam por agregar tudo aquilo que tem de melhor o indie rock atual.

Com um percurso já bastante sólido e profícuo, numa média de quase um lançamento por ano, estes Black Swan Lane chegam a A Moment Of Happiness no auge de uma carreira, que as guitarras e o baixo de DNA ou Dust claramente revisitam e resumem, a primeira num registo mais punk e sombrio e a segunda numa vertente mais luminosa. A viagem espiritual da acústica Body and Soul é também um excelente registo introspetivo que mostra muito do código genético de uma banda que tem colado a si, como seria de esperar, o indie rock de cariz mais alternativo e que aposta no revivalismo de outras épocas, nomeadamente os primórdios do punk rock mais sombrio que fez furor nos finais da década de setenta e início da seguinte, com nomes com os Joy Division, os The Chameleons, naturalmente, ou os Cure à cabeça.

A voz de Jack Sobel ganha plano de destaque quando em Lost For You persegue um esqueleto instrumental melancólico, fazendo com que a frase Everything I Lost For You, ecoe dentro de nós com tal ênfase só possível de replicar por quem reside num universo algo sombrio e fortemente entalhado numa forte teia emocional amargurada. Em Pretty in Tears volta a não descolar no grau de emotividade que coloca na sua interpretação vocal, exemplarmente acompanhado pelas exuberância das cordas e, em Below The Sound tem ao seu lado uma percurssão coesa e bastante ritmada.

Até ao ocaso de A Moment Of Happiness torna-se imprescindível e especial deleitar os nossos ouvidos com o ritmo sempre crescente, até à inevitável explosão sónica, de More e com o cariz épico de Years. O alinhamento chega quase ao encerramento de forma espetacular com uma nova versão alargada no tempo e na emoção de Lonely, uma canção que os Black Swan Lane já compuseram há alguns anos, mas que só agora aparece em disco.

A Moment Of Happiness é um álbum muito bem produzido, sem lacunas, com elevada coerência e sequencialidade, mas é sobretudo um exercício de audição individual das canções. Mesmo ignorados por meio mundo, os Black Swan Lane aproveitam o fato de estarem no apogeu da carreira e do grau de maturidade de todos os seus membros, para persistirem em criar discos fantásticos e que mereciam uma maior projeção. Talvez seja desta vez que conseguem quebrar o enguiço de quem insiste em querer catalogar com injusto menosprezo alguns  projetos que procuraram replicar apenas, ao longo da carreira, zonas de conforto, memso que o façam com elevada bitola qualitativa. Seja como for, a verdade é que com A Moment Of Happiness os Black Swan Lane firmam a sua posição na classe dos artistas que basicamente só melhoram com o tempo. Espero que aprecies a sugestão...

Order

Black Swan Lane - A Moment Of Happiness

01. DNA
02. Dust
03. Body and Soul
04. Lost for You
05. Pretty in Tears
06. Below the Sound
07. Time
08. More
09. Sandia
10. Lonely
11. Years
12. A Moment of Happiness

 


autor stipe07 às 22:13
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