Terça-feira, 22 de Abril de 2014

Damon Albarn – Heavy Seas Of Love

Damon Albarn, o líder dos Blur e dos Gorillaz, vai editar no próximo dia vinte e oito o tão aguardado disco a solo. O álbum chama-se Everyday Robots e irá ver a luz do dia por intermédio da Parlophone.

Depois do tema homónimo e de Lonely Press Play, foi divulgada a canção Heavy Seas Of Love, uma excelente balada que conta com belíssimos arranjos, um piano extraordinário e um dueto entre Albarn e Brian Eno. Confere... 

Damon Albarn - Heavy Seas Of Love


autor stipe07 às 16:43
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Segunda-feira, 21 de Abril de 2014

Coldplay - Midnight

Coldplay - Midnight

 

Os britânicos Coldplay de Chris Martin estão quase a regressar aos discos com Ghost Stories, o sexto álbum da carreira do grupo e que será editado, via Parlophone, no próximo mês de maio. O primeiro indício deste álbum foi tornado público a vinte e cinco de fevereiro último quando os Coldplay revelaram um teaser do álbum onde se incluia Midnight, um dos temas do alinhamento de Ghost Stories.

No passado dia dezanove de abril, no âmbito da efeméride Record Store Day, os Coldplay lançaram uma edição em vinil do tema, escrito a meias com Jon Hopkins e com um lindíssimo artwork feito com uma gravura de água com três leões e uma figura humana, da autoria de Mila Furstova. Sonoramente, Midnight assenta num sintetizador vibrante e cheio de efeitos luminosos, numa voz também sintetizada e numa percussão bastante vincada, mas com alguns arranjos, nomeadamente do piano, a conferirem o habitual cariz pop, épico e melancólico dos Coldplay. Confere...


autor stipe07 às 19:50
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Sexta-feira, 11 de Abril de 2014

Fujiya & Miyagi - Flaws

Fugiya & Miyagi - Flaws

Os britânicos Fujiya & Miyagi não editam nenhum disco desde Ventriloquizzing, um trabalho que chegou às lojas em janeiro de 2011 e que apostava numa pop algo confortável e com um certo groove, mas parece que, finalmente, vão juntar em 2014 mais um longa duração ao seu cardápio sonoro. O novo disco da dupla vai chamar-se Artificial Sweeteners e será editado a seis de maio pela Yep Roc.

A apostarem numa relação estreita entre o krautrock inaugurado nos anos setenta e as tendências atuais da pop movida a sintetizadores, os Fujiya & Miyagi parecem querer começar a apresentar uma estética sonora cada vez mais próxima do house, como ficou demonstrado em Tetrahydrofolic Acid, o primeiro single de Artificial Sweeteners disponibilizado pelo grupo. Agora chegou a vez de Flaws, o tema de abertura do álbum e que aposta numa espécie de Italo-disco. Confere...


autor stipe07 às 13:24
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Quarta-feira, 9 de Abril de 2014

Douglas Dare - Swim

É já a doze de maio que o músico e compositor britânico Douglas Dare se estreia nos discos através da conceituada Erased Tapes. O álbum vai chamar-se Whelm e Swim é o primeiro avanço divulgado. Natural da localidade costeira de Bridport no sudoeste de Inglaterra, Douglas estudou composição musical na Universidade de Liverpool e está agora sedeado em Londres.

Filho de um professor de piano, este músico de apenas vinte e três anos serve-se desse instrumento nesta canção, mas também de uma percussão eletrónica e de vários efeitos e arranjos intemporais e carregados de charme para criar, em Swim, uma onda melancólica intensa e emocionante, sem deixar de lado a delicadeza.

Douglas Dare foi músico de suporte das últimas digressões de Ólafur Arnalds e Nils Frahm. Swim está disponível para download gratuito. Confere...


autor stipe07 às 11:51
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Segunda-feira, 7 de Abril de 2014

Douga - Kids Of Tomorrow

Naturais de Manchester e liderados pelo multi-instrumentista Johnny Winbolt-Lewis, aos quais se junta John Waddington (baixo e teclas)e o violinista e guitarrista convidado DBH, os Douga são uma banda de indie rock que mistura a psicadelia com alguns dos melhores detalhes do rock experimental contemporâneo. Kids Of Tomorrow, o single que está a lançar esta banda para a ribalta, tem uma atmosfera única e pode ser caraterizado como um instante de indie rock psicadélico verdadeiramente extraordinário, assente numa melodia grandiosa e espacial, envolvida em camadas de guitarras distorcidas e sintetizadores incisivos e luminosos.

Esta canção está disponível para download gratuito e deixou-me a salivar pelo disco de estreia do projeto chamado The Silent Well, que foi gravado nos estúdios 80 Hertz com o produtor George Atkins e que chegará aos escaparates a dezanove de maio por intermédio da Do Make Merge Records. Confere...


autor stipe07 às 17:15
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Domingo, 30 de Março de 2014

The Kooks - Down

The Kooks letras

Depois de Junk Of the Heart (2011), os britânicos do The Kooks estão prestes a regressar aos discos com um novo álbum, que contou com a participação especial do produtor de hip hop Inflo, mas ainda sem data prevista de lançamento ou nome. No entanto, Down é o primeiro single que a banda revela em 2014, uma canção que terá direito a lançamento em formato EP, com mais três temas.

Esta nova proposta dos The Kooks deixa um pouco de lado as guitarras e aposta em batucadas, palmas e na voz de Luke Pritchard a funcionar como mais um instrumento da banda, algo muito semelhante ao que tUnE-yArDs costuma propôr. Confere...

The Kooks - Down

Website
[mp3 320kbps] tb ul ob zs


autor stipe07 às 14:01
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Quinta-feira, 20 de Março de 2014

Fanfarlo – Let’s Go Extinct

Depois do bem sucedido Reservoir, o trabalho de estreia, editado em 2009 e do menos exuberante, mas igualmente competente, sucessor, Rooms Filed With Light (2012), já chegou às lojas o terceiro disco da banda londrina de pop folk Fanfarlo, liderada pelo carismático músico sueco Simon Balthazar, ao qual se juntam Valentina Magaletti (substituiu recentemente Amos Memon), Cathy Lucas (teclado e violino), Leon Beckenham (piano e trompete) e Justin Finch (baixo). O novo trabalho dos Fanfarlo chama-se Let´s Go Extinct, viu a luz do dia através da etiqueta Blue Horizon e foi produzido por David Wrench, habitual colaborador do grupo e pelos próprios Fanfarlo.

 

Tem sido uma experiência bastante interessante o acompanhamento do percurso sonoro evolutivo destes Fanfarlo que, na minha opinião, por muitos álbuns que ainda venham a editar, dificilmente conseguirão, alguma vez, superar o espetacular encanto frágil e inocente de Reservoir, o trabalho de estreia, um pouco à imagem do que os Coldplay fizeram em Parachutes ou os Arcade Fire com Funeral. O sucessor, Rooms Filled With Light, foi um passo em frente no processo de amadurecimento da banda e na busca de novoas propostas instrumentais e agora Let's Go Extinct representa, de algum modo, o epílogo de uma triologia, a confirmação da superação de algumas limitações e receios e do sucesso na obtenção de um som mais empolgante, maduro e ambicioso.

Portanto, quem, como eu, tiver a perceção clara do conteúdo dos dois discos anteriores, ao escutar Let's Go Extinct percebe imediatamente que Simon e os seus parceiros procuraram, desta vez, criar ambientes sonoros épicos e luminosos e um som mais aberto e expansivo. A Distance, o primeiro tema que foi divulgado deste álbum, mostrou logo uns Fanfarlo mais alegres e explosivos e percebeu-se que eles queriam apresentar algo mais dançante e bem menos introspectivo.

A materialização prática de todo este novo referencial sonoro dos Fanfarlo, audível em Let's Go Extinct, utiliza como receita uma maior primazia da vertente sintética e dos teclados relativamente às cordas e à secção de sopros, duas nuances importantes da banda para a obtenção da sua caraterística toada folk, que não desaparece, mas ganha contornos mais modernos e consentâneos com a indie pop atual. Temas como We’re The FutureThe Beginning And The End e Landlocked são exemplos claros da aposta nesta nova estratégia sonora, quase oposta ao conteúdo geral frágil e intimista das raízes de Reservoir.

Esta manutenção dos habituais tiques sonoros essencial dos Fanfarlo com novas abordagens é, realmente, o sustentáculo da sonoridade geral de Let's Go Extinct que, tematicamente, também procura dar um passo em frente no que liricamente o grupo costuma apresentar. Assim, desta vez procuram abordar temas cada vez mais abrangentes e arriscados que, conforme indica o título do álbum, abordam as principais dúvidas existenciais de uma humanidade que procura sobreviver neste planeta cada vez menos azul, fazendo-o a partir das nossas próprias origens, e ajudando o ouvinte a refletir sobre as mesmas, num clima feliz, animado e dançante.

Com uma maior aposta na mistura de uma orquestração pop com a eletrónica e numa mais diversificada amálgama sonora, em Let's Go Extinct os Fanfarlo anunciam que são uma banda que quer evoluir e ousa mudar, e assim, continuar a ser promissora. Espero que aprecies a sugestão..

Fanfarlo - Let's Go Extinct

01. Life In The Sky
02. Cell Song
03. Myth Of Myself (A Ruse To Exploit Our Weaknesses)
04. A Distance
05. We’re The Future
06. Landlocked
07. Painting With Life
08. The Grey And Gold
09. The Beginning And The End
10. Let’s Go Extinct

 


autor stipe07 às 20:57
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Terça-feira, 18 de Março de 2014

The Horrors - So Now You Know

Depois de I See You, já é conhecido So Now You Know, mais um avanço para Luminous, o novo trabalho dos britânicos The Horrors, que verá a luz do dia a cinco de maio e sucederá ao excelente Skying (2011), 

Faris, o vocalista, já confessou que este é um álbum que deu imenso gozo à banda compôr e que, de todos os discos lançados até hoje pelos The Horrors, é aquele em que coloca maiores expetativas, principalmente porque ampliaram o cardápio sonoro do grupo com mais sintetizadores e criaram um som mais amplo e elaborado. So Now You Know é um tema mais acessível que I See You mas, tal como essa, além de ter é os habituais ingredientes desta banda britânica, percebe-se que há, realmente, uma maior primazia da vertente sintética em relação à orgânica das guitarras. Confere...


autor stipe07 às 18:39
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Sexta-feira, 14 de Março de 2014

Wild Beasts - Present Tense

Três anos após o excelente Smother, o quarteto britânico Wild Beasts está de regresso com Present Tense, um novo álbum lançado no passado dia vinte e quatro de fevereiro pela Domino Records. Depois de trabalharem com Richard Formby nos três primeiros álbuns, este novo trabalho foi gravado com Lexxx, um engenheiro de som parceiro de Mike Stent e que já trabalhou em álbuns de Björk, Madonna e Goldfrapp.


A carreira dos Wild Beasts tem sido marcada por um desenvolvimento progressivo e um aumento da bitola qualitativa da sonoridade apresentada de disco para disco, com o ponto alto a ser atingido com Smother, considerado unanimemente o ponto alto da carreira deste grupo. Assim, era com elevada pressão que se aguardava um novo trabalhos dos Wild Beasts e importa referir, sem mais delongas, que Present Tense não defrauda quem estava à espera de algo de nivel semelhante a Smother, com a nuance de haver ainda propostas sonoras mais ambiciosas e sofisticadas e um alargar do leque musical dos Wild Beasts, além de uma qualidade lírica acima de qualquer suspeita e que importa também analisar com algum detalhe.

Então, Present Tense reforça a sonoridade caraterística que os Wild Beasts já apresentam há cerca de uma década e aprimora a vertente experimental, na medida em que não a descura e mantém as canções acessíveis à maioria dos ouvidos, como comprova o já apreciável catálogo de singles retirados do disco (Wanderlust, Mecca, Sweet Spot e A Dog’s Life). A toada geral das canções é amena e a vertente instrumental centra-se mais no campo sintético, do que propriamente nas guitarras, valendo-se de um conjunto de referências que vão da música minimalista dos anos setenta, a alguns fragmentos da eletrónica atual, sem descurar uma forte presença da synthpop típica dos anos oitenta, de forma equlibrada e não demasiado vintage. Todos estes aspetos mergulham Present Tense num universo que abrange alguns elementos específicos das novas propostas que vão surgindo no campo da dream pop, algo que projetos como os Everything Everything e Alt-J têm apresentado, dois grupos também britânicos e que confessam admirar a discografia dos Wild Beasts.

Este clima sonoro que não deixa também de ter um certo charme, juntamente com o habitual falsete de Thorpe, ajuda à aproximação entre a banda e o ouvinte, ao mesmo tempo que confere a densidade correta às letras, ajudando a que o conjunto final de muitas canções tenha vida e um pulsar que não nos passa despercebido.

Da política, à estratificação social, passando, obviamente, pelo amor, Present Tense aborda a nossa realidade, permite que nos identifiquemos com o conteúdo e canções como o single Wanderlust (Don't confuse me with someone who gives a fuck), ou a abordagem da luxúria e da sedução em Sweet Spot, asim como algum exibicionismo e machismo patentes em Nature Boy, fazem-nos pensar nessas questões. Também é difícil não nos deixarmos levar pelo romantismo melancólico de Palace, mas o meu grande destaque deste disco é mesmo Sweet Spot, uma excelente música, com o clima contido de sempre e pontuado pela vocalização etérea de Thorpe e por sintetizadores que nos envolvem até ao final da canção

Present Tense é um disco que amarra várias pontas soltas que os Wild Beasts foram deixando ao longo do seu percurso e, com isso, amplia o cardápio de referências e a herança inspiradora que deixa para outras bandas que se possam servir de Present Tense como um válido e importante referencial. Ao longo da audição este vai crescendo de ofrma bela e sofisticada e aconselho vivamente um isolamento completo de eventuais distrações sonoras para que possam seer devidamente apreciados todos os detalhes que sustentam o alinhamento. Espero que aprecies a sugestão...

Wild Beasts - Present Tense

01. Wanderlust
02. Nature Boy
03. Mecca
04. Sweet Spot
05. Daughters
06. Pregnant Pause
07. A Simple Beautiful Truth
08. A Dog’s Life
09. Past Perfect
10. New Life
11. Palace

 


autor stipe07 às 21:21
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Terça-feira, 11 de Março de 2014

Maxïmo Park – Too Much Information

Lançado no passado dia dois de fevereiro por intermédio da V2 Records, Too Much Information é o quinto álbum dos ingleses Maxïmo Park, de Paul Smith, um dos nomes mais interessantes do cenário indie atual e líder de uma banda que quando surgiu foi considerada um novo fenómeno fundamental para o ressurgimento da herança post punk da década de oitenta e que, de disco, para disco, vem demonstrando um crescendo de maturidade e uma capacidade inata para apresentar novas propostas diversificadas sem se afastar do ADN que a carateriza.

Too Much Information são pouco mais de trinta minutos de um indie rock que usa as guitarras mas que, desta vez, dão a mão ao sintetizador no processo de criação melódica, uma unidade poucas vezes vista no grupo e que prova o tal processo mutante e que, no caso dos Maxïmo Park, parece natural e intrínseco à banda. Brain Cells, é a canção do disco que melhor esclarece esta nova nuance na carreira deste grupo inglês, um tema cheio de camadas de sons sintetizados, batidas e uma letra que fala da adição ao universo psicotrópico (I wanna try different this time).

Paul Smith é um caso à parte na capacidade de escrita e na sua capacidade lírica e poética, um compositor que parece possuir uma capacidade inteletual incomum e que quase sempre, se embrenha no lado mais obscuro do amor e a banda está disposta a acompanhá-lo na ousadia e na vontade de, disco após disco, incorporar novas ideias, estilos e sentimentos.

Com um vocalista cada vez mais a fazer juz ao ditado que fala da idade do vinho do porto e um toque sintético distinto, Too Much Information fala-nos ao coração e convida-nos à apropriação e à identificação com o conteúdo. A voz embriagada de Paul em Drinking Martinis poderia ser a de qualquer um de nós, numa noite em que demos asas a alguns dos nossos desejos mais mundanos e a balada Leave This Island, com o crescendo que a inflama e as questões que Paul coloca, com uma acidez sincera que o remete para Morrissey, e nos obrigam a refletir sobre algumas das nossas decisões e dúvidas, cabia bem no forte desejo de conforto que nos assalta quando algo amargo invade o nosso coração e ele clama por aconchego (Have you ever been compelled under a spell from a protagonist who knows you far too well? Are you going to tell me why there’s a backpack by the bedroom window? It’s a pack of lies).

As cordas não foram completamente postas de lado e em Give, Get, Take temos o momento mais orgânico de Too Much Information que ao abrir o disco ilude um pouco, algo que de algum modo se repete em Midnight On the Hill, uma outra balada qu tem no típico timbre amargurado de Paul e na sua interpretação emotiva os seus maiores trunfos (What happens next? I would like to know, funny how things come and go).

Até ao final do disco há que destacar a lúdica I Recognise the Light e o brilhantismo de Lydia, The Ink Will Never Dry, uma canção que apela fortemente à herança dos Smiths, no meio de riffs viajantes e da poesia em movimento escrita por Paul. Não há dúvida que ele é o típico frontman que se declara através do microfone e somente através do mesmo (Lydia, tell me how hard can it be? I don’t know about you but it feels good to me).

Menos intensos e ruidosos mas melodicamente mais maduros e assertivos e naturalmente bastante competentes, os Maxïmo Park mantêm em Too Much Information intata a capacidade de serem relevantes e de construirem, em conjunto, belas canções com uma forte tendência poética e com impacto musical e instrumental. Espero que aprecies a sugestão...

Maxïmo Park - Too Much Information

01. Give, Get, Take
02. Brain Cells
03. Leave This Island
04. Lydia, The Ink Will Never Dry
05. My Bloody Mind
06. Is It True
07. Drinking Martinis
08. I Recognise The Light
09. Midnight On The Hill
10. Her Name Was Audre
11. Where We’re Going 


autor stipe07 às 21:01
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Fear Of Men - Outrun Me

Fear Of Men - "Outrun Me"

Os britânicos Fear of Men continuam a divulgar canções do seu novo longa duração, um disco intitulado Loom, que chegará às lojas no próximo dia vinte e dois de abril por intermédio da Kanine, um álbum que terá direito a uma edição de luxo em vinil no próximo Record Store Day.

Luna foi o primeiro single oficial retirado de Loom, uma canção que nos leva a salivar por Loom, tal é a beleza dos arranjos simultaneamente deslumbrantes e delicados da canção, ampliada pela cândura da voz de Jessica Weiss. Agora chegou a vez de Outrun Me, tema que segue a mesma receita e que confirma as minhas suspeitas... Loom poderá muito bem vir a ser um dos melhores álbuns de dream pop de 2014. Confere...


autor stipe07 às 12:53
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Segunda-feira, 3 de Março de 2014

Coldplay - Magic

É oficial. Os Coldplay de Chris Martin regressam aos discos muito em breve, mais concretamente em maio e, como sempre, por intermédio da Parlophone. O sexto álbum de estúdio desta banda britânica vai chamar-se Ghost Stories e já é conhecido o seu alinhamento. Além disso, depois de na semana passada ter sido revelado Midnight, nas últimas horas chegou a vez de Magicum tema a fazer recordar bastante o período Kid A / Amnesiac dos Radiohead, com um baixo vibrante e uma percussão bastante vincada, mas com alguns arranjos, nomeadamente do piano, a conferirem o habitual cariz pop, épico e melancólico. Confere Magic e o alinhamento de Ghost Stories...

01 “Always In My Head”
02 “Magic”
03 “Ink”
04 “True Love”
05 “Midnight”
06 “Another’s Arms”
07 “Oceans”
08 “A Sky Full Of Stars”
09 “O”

autor stipe07 às 10:53
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Domingo, 2 de Março de 2014

Gentle Friendly - Rrides EP

Enquanto não chega o novo álbum, os britânicos Gentle Friendly disponibilizaram gratuitamente no soundcloud da Fat Cat Records Rrides, o novo EP do grupo. Já agora, convido a espreitarem o Bandcamp luxuoso deste projeto sedeado em Londres e formado por David Morris e Richard Manber.

Estes Gentle Friendly eram-me completamente desconhecidos até ter encontrado esta coleção de sete canções chamada Rrides, que me obrigou a vasculhar um pouco mais a discografia do grupo, até porque, do alinhamento deste EP constam temas retirados de vários trabalhos anteriores do grupo, além de dois novos temas, Autumn Nite e You Are The Brother que, pelos vistos, poderão vir a constar do alinhamento do próximo longa duração da banda, que também irá ver a luz do dia por intermédio da Fat Cat Records. Já agora, RIP Static, Vincentt e Clean Breaker faziam parte do álbum Ride Slow (2009) e Speakers constava do disco Rrrrrrr (2011), ambos lançados por intermédio da Upset The Rhythm Records.

A impressão geral com que fiquei é que, independente da pluralidade de acertos que caracterizam a sonoridade dos Gentle Friendly, o que realmente lhes importa é transpôr barreiras, encontrar novos detalhes e levar a experimentação sonora ao limite máximo da criatividade da banda e da miríade instrumental que têm ao dispôr ou que se lembram de utilizar.

Assim, em Rrides EP, encontramos sete temas com uma elevada toada experimental e que impressionam, principalmente, pela percurssão eletrónica, pela voz sintetizada e por refrões verdadeiramente hipnóticos. Se na novíssima Autumn Nite conseguiram transformar o aparentemente ruidoso em algo melódico e em RIP Static mostrar interessantes pormenores típicos da pura e dura psicadelia, já em Vincentt, o meu maior destaque do EP, levaram a vertente experimental a um expoente tal que, quase sem se aperceberem (digo eu), aproximaram-se estranha e perigosamente da pop, muito à imagem de alguns dos melhores momentos de uns Animal Collective. Espero que aprecies a sugestão...

gentlefriendly.co.uk/

www.facebook.com/pages/Gentle-Fri…/182537195119773
twitter.com/gentlefriendly
gentlefriendly.bandcamp.com/ 


autor stipe07 às 21:11
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Quinta-feira, 27 de Fevereiro de 2014

Fear Of Men - Luna

Os britânicos Fear of Men preparam-se para lançar o seu novo longa duração intitulado Loom, no próximo dia vinte e dois de abril por intermédio da Kanine, um disco que terá direito a uma edição de luxo em vinil no próximo Record Store Day.

Luna é o primeiro single oficial retirado de Loom, uma canção que nos leva a salivar por Loom, tal é a beleza dos arranjos simultaneamente deslumbrantes e delicados da canção, ampliada pela cândura da voz de Jessica Weiss. O tema ganha um tom fortemente frágil e uma atmosfera verdadeiramente sublime quando Weiss entrega-se de corpo e alma à canção enquanto canta alguns dos versos mais intrincados e emocionais que pudemos escutar ultimamente (What you want is bleached out by the sun, my weakness, is waiting, couldn’t even shake what I’ve become, I hate this, I hope you know that).

Loom poderá muito bem vir a ser um dos melhores álbuns de dream pop de 2014. Confere...


autor stipe07 às 17:13
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Terça-feira, 25 de Fevereiro de 2014

Coldplay - Midnight

A banda de Chris Martin parece que tem finalmente novidades importantes, nomeadamente a confirmação do sexto álbum da carreira desta banda britânica, lá para o ocaso de 2014.

Hoje foi revelado um novo tema do grupo intitulado Midnight e ainda não há confirmação oficial se fará parte do alinhamento deste disco ainda sem nome confirmado. A canção tem uma forte tonalidade ambiental, etérea e espacial, parecendo conduzir os Coldplay por caminhos mais introspetivos. no entanto, há que ter em conta a possibilidade de esta canção ser apenas uma demo e não a versão definitiva do tema. Seja como for, se me é permitida a opinião, os Coldplay não mexiam mais no tema. Confere...


autor stipe07 às 19:17
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The Horrors - I See You

Sem editar nenhum disco desde o excelente Skying (2011), os britânicos The Horrors de Faris Badwan preparam-se para voltar às luzes da ribalta com Luminous, um trabalho que será editado no próximo dia cinco de maio.

Faris, o vocalista, já confessou que este é um álbum que deu imenso gozo à banda compôr e que, de todos os discos lançados até hoje pelos The Horrors, é aquele em que coloca maiores expetativas, principalmente porque ampliaram o cardápio sonoro do grupo com mais sintetizadores e criaram um som mais amplo e elaborado. I See You, o primeiro avanço divulgado de Luminous, é uma canção com os habituais ingredientes desta banda britânica, mas percebe-se que há, realmente, uma maior primazia da vertente sintética em relação à orgânica das guitarras. Confere...


autor stipe07 às 12:44
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Terça-feira, 18 de Fevereiro de 2014

Fujiya & Miyagi - Tetrahydrofolic Acid

Os britânicos Fujiya & Miyagi não editam nenhum disco desde Ventriloquizzing, um trabalho que chegou às lojas em janeiro de 2011, mas parece que, finalmente, vão juntar em 2014 mais um longa duração ao seu cardápio sonoro, apesar de ainda não haver uma data concreta (mês e dia) anunciada.

A apostarem numa relação estreita entre o krautrock inaugurado nos anos setenta e as tendências atuais da pop movida a sintetizadores, os Fujiya & Miyagi parecem querer começar a apresentar uma estética sonora cada vez mais próxima do house, como fica demonstrado em Tetrahydrofolic Acid, o mais recente single disponibilizado pelo grupo. Confere...

 


autor stipe07 às 12:49
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Segunda-feira, 17 de Fevereiro de 2014

The High Wire - Still

Os britânicos The High Wire acabam de divulgar um novo single. Disponibilizada para download gratuíto, a canção chama-se Still e causou-me impacto pela aproximação melódica aos Beach Boys e pelo muro de sintetizadores, pianos e percurssão que fará feliz os admiradores mais nostálgicos da fase The Soft Bulletin de uns tipos de Oklahoma, liderados por Wayne Coyne. Confere...


autor stipe07 às 13:02
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Sábado, 15 de Fevereiro de 2014

Temples - Sun Structures

Naturais de Kettering, no Reino Unido, os Temples são uma nova banda de rock psicadélico formada por James Edward Bagshaw (vocalista e guitarrista), Thomas Edison Warsmley (baixista), Sam Toms (baterista) e Adam Smith (teclista e guitarrista) e que acaba de se estrear nos discos com Sun Structuresum trabalho que viu a luz do dia a onze de fevereiro de 2014, através da Fat Possum. Este projeto nasceu em 2012 mas ganhou amplitude a partir do último verão, quando se deram a conhecer em vários festivais na Europa, nos Estados Unidos e no Canadá e conquistaram já uma legião de fãs, ansiosa pela chegada deste álbum.

Sun Structures é mais uma confirmação do que era naturalmente expetável; O sucesso dos Tame Impala, assim como a consolidação dos TOY, The Horrors, POND, ou os próprios MGMT abriu uma espécie de caixa de pandora e onde a estética sonora que reinventaram serve de inspiração para novos projetos, como é o caso dos Temples, mas onde também podemos arriscar incluir os norte americanos Moon Duo ou os os Wooden Shjips, além dos conterrâneos Black Market Karma.

Mas claro que há diferenças óbvias entre os Temples e, por exemplo, os Tame Impala. A mais notória é a perigosa proximidade dos Temples aos Beatles, que, com respectivas indiossincracias, é mais óbvia que nos Tame Impala. De resto, o disco segue as regras esperadas: está lá o desfilar de electricidade e de fuzz, ouve-se ao fundo voz etérea e a secção rítmica é assertiva, sendo a bateria uma das importantes mais valias deste trabalho. Sand Dance assenta em referências óbvias, que nos levam a David Gilmour, Roger Waters e Syd Barrett, Mesmerise, um dos destaques de Temples, é um tema clássico no que diz respeito à conexão feliz entre o fuzz de uma guitarra e a secção rítmica vitaminada que encorpora o rock psicadélico dos anos sessenta. O mesmo sucede com Fragment's Light e Sun Structures, canções onde a intimidade centra-se no baixo e na guitarra, feita e vivida com extremo charme e classe, muito à moda de um estilo alinhado, que dá alma à essência daquele rock muito britânico. Mas também há um piano fantástico, que é sempre um instrumento válido para a criação de ambientes psicadélicos, neste caso em Move With The Seasons, uma das canções mais calmas e bonitas do disco. Tudo isto foi antecedido de Shelter Song, o tema de abertura do álbum, que induz-nos com clareza no ambiente sonoro típico de Temples e faz-nos, com grande eficácia, o convite para uma viagem no tempo, do passado ao presente.

Sun Structures é o disco de estreia de uma banda que aposta em melodias contagiantes e que parece ser mais experiente do que o seu tempo de existência, tal é o grau de maturidade que já demonstram neste trabalho. A experiência que Bagshaw e Thomas Edison trazem de bandas como The Moon e Sukiestambém terá sido importante para a materialização desta evidência. O indie rock psicadélico, no reino que o viu nascer, está vivo e recomenda-se. Espero que aprecies a sugestão...

Temples - Sun Structures

01. Shelter Song
02. Sun Structures
03. The Golden Throne
04. Keep In The Dark
05. Mesmerise
06. Move With The Season
07. Colours To Life
08. A Question Isn’t Answered
09. The Guesser
10. Test Of Time
11. Sand Dance
12. Fragment’s Light


autor stipe07 às 21:10
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Sexta-feira, 14 de Fevereiro de 2014

Dead Sons – The Hollers And The Hymns

Naturais de Sheffield, os ingleses Dead Sons são Thomas Rowley (voz, orgão, piano, guitarras), Ryan Sellars (baixo), Mathew Byrne (percurssão, marimbas, harmónica, voz, guitarras), Joseph Green (bateria, percurssão) e Luke Baker (guitarras, orgão, piano, voz). The Hollers And The Hymns é o disco de estreia deste grupo britânico e foi lançado há quase um ano, em dezoito de fevereiro de 2013, por intermédio da Bereyt Records.

O chamado stoner rock não nasceu no Reino Unido mas nomes como os Cream, Led Zeppelin ou Black sabbath são referências fundamentais desse sub-género do rock e projetos súbditos de Sua Majestade. Os Dead Sons procuram um lugar ao sol no universo sonoro alternativo apostando nessa sonoridade e, além de não fugirem a comparações com essas bandas, também há quem os ligue aos Arctic Monkeys até porque são bandas conterrâneas em termos de cidade de proveniência.

Este disco, apesar do atraso na sua divulgação, tem uma importante relevância porque o sucesso que tem obtido no país de origem está a fazer com que a alquimia que resulta da simbiose entre o peso do rock e os riffs certeiros que definem o blues, voltem a fazer escola no Reino Unido, depois de a partir da década de noventa ter tido como principal base de desnvolvimento os estados unidos da América, sendo os Queens Of The Stone Age o expoente máximo desse reinado.

Os riffs pesados, a enorme distorção e o fuzz de Ghost Train, um tema onde duas guitarras agressivas se entrelaçam com um baixo pulsante e a voz de Thomas Rowley consegue ainda destacar-se e elevar-se acima de todo esse barulho, abrem The Hollers And The Hymns e fica desde logo claro o que nos spera nas restantes treze canções.

Na sequência, a banda mantém a toada, mas não deixa de diversificar um pouco as direções em que atira, servindo-se também de alguns contornos e da sensibilidade do indie rock, principalmente na componente melódica. Shotgun Woman é um dos pontos altos do álbum e cria um momento em que é quase impossível não se fazer comparações com a fase Humbug do Arctic Monkeys. Nesta e noutras canções, a semelhança vocal entre Rowley e Alex Turner também chama a atenção.

Os temas BangonfullturnA Love As Good As Ours e Hangman seguem o cardápio feito de guitarras barulhentas e melodias agressivas, cada uma trazendo uma perspectiva diferente do género no qual a banda se apoia para fazer as suas criações. A primeira impressiona pela métrica francamente curiosa e algo desconexa da letrea, (Pay phone- Cocaine-Sex room, Death star-Love gun- Boom, Fucking Boom!) com um ritmo acelerado e ecoante que é acompanhando por uma linha bastante grave do baixo; A segunda brinca em torno de melodia que aumenta e diminui ao ritmo da letra e a última destaca-se pelos riffs da guitarra que criam o ambiente sombrio perfeito para a letra que, logicamente, fala de um carrasco.

Temptation Pool é um dos poucos momentos de The Hollers And The Hymns em que a banda acalma, mas pouco depois voltam as parecenças com os Arctic Monkeys em Room 54, principalmente devido à bateria acelerada e a sonoridade que remete para a intersecção entre stoner rock e indie rock.

Junk Room é um tema algo curioso porque a presença constante do orgão a vaguear entre o baixo e a guitarra dá à canção uma toada algo psicadélica; No entanto, a sonoridade mais abrasiva regressa logo, na reta final, com Stuck In The MazeThe Last Man Standing At e Black Hole Machines e a herança da banda de Josh Homme mais presente do que nunca. Ainda antes do epílogo, os constantes avanços e recuos rítmicos do tema homónimo permitem respirar um pouco e o blues de Hold On fecha o disco guiado melodicamente por uma tímida guitarra que embala a voz de Rowley.

No geral The Hollers and the Hymns apresenta uma boa diversidade construída a partir do som abrasivo típico do stoner rock e ainda capta alguma acessibilidade que o indie rock proporciona, sendo este um disco feito à medida dos verdadeiros apreciadores deste tipo de sonoridade. Espero que aprecies a sugestão...

Dead Sons - The Hollers And The Hymns

01. Ghost Train
02. Shotgun Woman
03. Bangonfullturn
04. A Love As Good As Ours
05. Hangman
06. Temptation Pool
07. Room 54
08. Junk Room
09. Quest For The Fire
10. Stuck In The Maze
11. The Last Man Standing At The Nine Till Noon Inn
12. Black Hole Machines
13. The Hollers And The Hymns
14. Hold On

 


autor stipe07 às 21:19
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Quinta-feira, 13 de Fevereiro de 2014

Spiritualized - Always Forgetting With You (The Bridge Song)

Spiritualized

Lefse Records vai editar no próximo Record Store Day The Space Project, uma compilação de canções que poderiam ter chegado até nós vindas do outro lado do universo. Há quase um mês dei conta de Worms, a contribuição de Youth Lagoon para este trabalho e agora chegou a vez de vos sugerir Always Forgetting With You (The Bridge Song), a oferenda dos Spiritualized de Jason Pierce, sob o pseudónimo Mississippi Space Program, para esta curiosa iniciativa.

Esta canção é mais um bom exemplo de variações eletromagnéticas emanadas por planetas, ruídos intergaláticos e uma série de elementos que ao serem posicionados de forma correta se transformam em música. O tema segue a linha condutora de Sweet Heart, Sweet Light, o último disco da banda britânica, na medida em que que nos permite aceder a uma outra dimensão musical com uma assumida pompa sinfónica e inconfundível, sem nunca descurar as mais básicas tentações pop e onde tudo soa utopicamente perfeito. Confere...


autor stipe07 às 17:14
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Quarta-feira, 12 de Fevereiro de 2014

Wild Beasts - Sweet Spot

Depois de Wanderlust, o quarteto britânico Wild Beasts continua a apresentar novos temas de Present Tense, o álbum que a banda vai lançar no próximo dia vinte e quatro de fevereiro. Depois de trabalharem com Richard Formby nos três primeiros álbuns, este novo trabalho foi gravado com Lexxx, um engenheiro de som parceiro de Mike Stent e que já trabalhou em álbuns de Björk, Madonna e Goldfrapp.

A nova canção divulgada chama-se Sweet Spot, mais uma excelente música do quarteto, com o clima contido de sempre e pontuado pela vocalização etérea de Hayden Thorpe e por sintetizadores que nos envolvem até ao final da canção. Confere...


autor stipe07 às 12:56
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Sexta-feira, 7 de Fevereiro de 2014

Paolo Nutini - Scream (Funk My Life Up)

O escocês Paolo Nutini deve o seu nome pouco britânico ao pai de ascendência italiana e a sua sonoridade à paixão pelas raízes da soul e da Motown. O seu novo disco chama-se Caustic Love e tem edição prevista para catorze de abril e Scream (Funk My Life Up) é o primeiro avanço já divulgado desse novo trabalho de Nutini.

Pela amostra carregada de groove e swing, o escocês mantém-se apostado em replicar a soul, com arranjos cheios de sopros e metais e uma toada gospel nas vozes que, pessoalmente, muito me agrada. 

Confere abaixo Scream (Funk My Life Up) e o trailer de Caustic Love...

Scream (Funk My Life Up)


autor stipe07 às 12:44
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Quinta-feira, 6 de Fevereiro de 2014

Klaxons - There Is No Other Time

Os Klaxons de Jamie Reynolds (baixo e voz), James Righton (teclas e voz), Simon Taylor-Davies (guitarra) e Steffan Halperin (bateria), já não nos animavam com novidades há mais de três anos, mas parece que, finalmente, começaram a dar sinais de que vão regressar em força e com um novo disco. Para já, enquanto não há data anunciada para um novo lançamento, surpreenderam com There Is No Other Time, um novo single que poderá vir a fazer parte do alinhamento do terceiro trabalho dos Klaxons.

Esta canção só será editada oficialmente a vinte e três de março, e, para além do produtor de There Is No Other Time, Gorgon City, os Klaxons trabalharam no novo disco com James Murphy, Tom Rowlands (The Chemical Brothers) e Erol Alkan.
Como é habitual nos Klaxons, nesta nova canção o grupo cruzou os universos do indie rock e da música eletrónica de dança, com pitadas de new rave, algo que o grupo faz questão de aprimorar desde que, em 2007 os Klaxons nos brindaram com Myths of the Near Future, ao qual sucedeu o fantástico Surfing The Void, em 2010. Confere..

 


autor stipe07 às 11:15
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Sexta-feira, 31 de Janeiro de 2014

Yuck - Athena

yuck-band-interview-2013-cover2

Os Yuck lançaram Glow and Behold na segunda metade de 2013 e esse segundo disco personificou uma espécie de segunda estreia desta banda britânica já que o anterior líder da banda, Daniel Blumberg, tinha abandonado o projeto e agora é o vocalista e guitarrista Max Bloom a assumir a voz e as rédeas dos Yuck, reduzidos a trio.

A veia criativa dos Yuck continua muito ativa e foi anunciado um novo EP para a primavera intitulado Southern Skies. Athena é o primeiro avanço conhecido desse EP, uma balada pop, com uns efeitos envolventes de guitarra no fundo, perfumada pelo passado e a navegar numa espécie de meio termo entre o rock clássico, o shoegaze e a psicadelia. Confere...


autor stipe07 às 12:43
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