Domingo, 22 de Fevereiro de 2015

Noel Gallagher’s High Flying Birds – Ballad Of The Mighty I

Noel Gallagher's High Flying Birds - Ballad Of The Mighty I

O britânico Noel Gallagher e os High Flying Birds regressam aos discos em março de 2015 com Chasing Yesterday, atráves da Sour Mage Records e depois de ter sido revelado In The Heat Of The Moment, o primeiro single extraído do trabalho, uma edição que contava com Do The Damage como lado b, agora chegou a vez de Ballad Of Thr Mighty I, mais um tema que vive à sombra do caloroso e pujante indie rock britânico, a biblia sagrada por onde se orienta Noel Gallagher, ele que terá escrito algumas das páginas mais significativas dessas escrituras, não só nos Oasis, como noutros projetos em que se envolveu também como produtor. Revolution Song é o lado b deste single. Confere...

01. Ballad Of The Mighty I
02. Revolution Song


autor stipe07 às 15:21
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Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2015

Blur - Go Out




Go Out é o primeiro avanço divulgado de The Magic Whip, o primeiro álbum dos britânicos Blur desde o extraordinário Think Thank de 2003 e, de acordo com Damon albarn, finalizado apenas ontem. Anunciado esta manhã de forma surpreendente, quer o single quer a data de edição do disco, esta é uma novidade verdadeiramente incrivel, já que, apesar de ter havido sempre rumores de um novo tomo no cardápio desta banda, a verdade é que os receios de tal nunca vir a suceder foram sempre mais fortes.

The Macic Whip será colocado à venda a vinte e sete de abril e, já agora, o anúncio foi feito através de uma conferência de imprensa transmitida em streaming a partir de um restaurante chinês em Londres, onde a banda aproveitou também para anunciar um grande concerto para o Hyde Park, na capital britânica, no dia 20 de Junho. Confere a primeira amostra do disco...


autor stipe07 às 14:14
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Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2015

Only Real - Pass The Pain vs Cadillac Girl

Only Real

O projeto britânico Only Real vai estrear-se nos discos em final de março com Jerk At The End Of The Line e Only Real e Cadillac Girl são dois avanços já divulgados do trabalho, canções que mostram o indie rock como um trunfo explorado positivamente até à exaustão e que ganha um realce ainda maior quando as guitarras distorcidas e algo turvas têm a capacidade de proporcionar uma aúrea algo mística e ampliada, não só à voz, como também, no fundo, à própria mensagem das canções.

Jerk At The End Of The Line será certamente alvo de análise por cá, um disco que irá certamente exaltar cenários e sensações que se expressam com particular envolvência e que expõem sentimentos com genuína entrega e sensibilidade extrema e com uma expressividade única e claramente intencional. Confere...

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autor stipe07 às 13:16
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Terça-feira, 17 de Fevereiro de 2015

Spector – All The Sad Young Men

Spector - All The Sad Young Men

Ainda não se conhecem todos os detalhes do segundo álbum dos britânicos Spector, mas já foram divulgados dois singles do mesmo. All The Sad Young Men é o segundo tema conhecido do sucessor do aclamado Enjoy It While It Lasts, o disco de estreia dos Spector, editado em 2012.

O vocalista e lider da banda, Fred Macpherson, já veio a terreiro afirmar que esta canção é a melhor que a banda compôs até hoje. Confere...


autor stipe07 às 17:48
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Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2015

The Wombats – Greek Tragedy

The Wombats - Greek Tragedy

É já a seis de abril que os The Wombats de Matthew Murphy, Daniel Haggis e Tord Øverland-Knudsen, regressam aos discos com Glitterburg, um trabalho porduzido pela própria banda e por Mark Crew, que recentemente participou na produção de Bad Blood, o disco de estreia dos Bastille. Glitterburg é o terceiro álbum desta banda de Liverpool que se notabilizou por ofecer canções cheias de guitarras aceleradas, inflamadas com letras divertidas, sempre com um audível elevado foco na componente mais new wave do indie rock.

Greek Tragedy é o primeiro single divulgado de Glitterburg e o respetivo video, dirigido por Finn Keenan, mostra uma fã que tem uma devoção doentia pela banda, perseguindo os seus membros constantemente e invadindo as suas próprias casas e carros. Esta obsessão não é bem aceite pelo grupo, o que causa uma reação radical na admiradora. Confere...


autor stipe07 às 13:23
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Domingo, 8 de Fevereiro de 2015

Kaiser Chiefs – Falling Awake

Kaiser Chiefs - Falling Awake

Depois de há quase um anos os britânicos Kaiser Chiefs terem editado Education, Education, Education & War, o quinto álbum da carreira, a banda liderada pelo carismático Ricky Wilson e que conta atualmente na sua formação também com Andrew White e Simon Rix Nick Baines e Vijay Mistry, estará de regresso, em 2015, com um novo trabalho ainda sem título ou data de edição prevista.

Falling Awake é o primeiro tema divulgado desse novo disco dos Kaiser Chiefs, uma canção de amor festiva e com sintetizadores algo inéditos neste grupo, detalhe ao qual não será alheio o trabalho de produção, a cargo de Ben H. Allen III. Confere...


autor stipe07 às 14:05
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Sábado, 7 de Fevereiro de 2015

The Charlatans – Modern Nature

Um dos fenómenos mais consistentes, duradouros e bem sucedidos da britpop são os The Charlatans, de Tim Burgess, ao qual se juntam atualmente o guitarrista Mark Collins, o baixista Martin Blunt e o teclista Tony Rogers. Nascidos no final da década de oitenta e com a estreia nos discos no primeiro ano da seguinte com o clássico Some Friendly, somam já doze álbuns no seu cardápio e um percurso imaculado assente num indie rock anguloso, aditivo e com uma particular veia experimental.

Gravado no estúdio da própria banda, chamado Big Mushroom e lançado no passado dia vinte e seis de janeiro, Modern Nature é o novo trabalho dos The Charlatans e um marco importante para um grupo que foi recentemente colocado há prova, há semelhança do que já tinha sucedido há mais de duas décadas. Quando em 1996 Rob Collins, o primeio teclista da banda, faleceu num acidente de carro, os The Charlatans criaram a sua obra de arte no ano seguinte, intitulada Tellin' Stories; Agora, dois anos após a morte do baterista Jon Brookes devido a doença prolongada, que ainda não tem substituto oficial, a banda decidiu seguir com os planos e recrutou Gabriel Gurnsey dos Factory Floor, Stephen Morris dos New Order e Pete Salisbury dosThe Verve, para a gravação deste novo álbum, três nomes de peso e que contribuiram decisivamente para que chegasse aos escaparates um trabalho com um conteúdo também de elevada qualidade e que plasma os principais atributos do grupo, acima referidos.

A mistura do rock clássico com sonoridades mais experimentais fez escola em finais de década de noventa em terras de Sua Majestade, com os Stone Roses, Primal Scream e estes The Charlatans, entre outros, a encabeçarem um verdaeiro motim, para regozijo da agitada juventude birtãnica, sempre sedenta de novas experiências e daquela efervescência que o clima local não proporciona e que acaba por ser a música, muitas vezes, a ter esse papel agitador e impulsivo.

Modern Nature é o trabalho que atualmente melhor revitaliza e faz o ponto da situação desse movimento, baptizado de Madchester, com onze excelentes exemplares de rock mutante, que dão vida a letras impressivas e inspiradas, num disco atemporal e revivalista, porque é de hoje, mas podia ter sido editado há vinte e cinco anos. Canções como a soul negra de Keep Enough, o luminoso e aquático single So Oh, o groove pop que sobrevive da fusão entre teclado e guitarra em Let The Good Times Be Never Ending, o tributo ao rock dos anos sessenta feito em dose dupla com Keep Enough e Emily, dois temas onde as cordas impressionam, assim como alguns instrumentos de percussão algo inéditos,com destaque para o bongo, são uma resoluta declaração de sobrevivência misturada com a reflexão que os The Charlatans certamente fazem sobre o seu som e como ele pode sobreviver imaculado à passagem do tempo. Por outro lado, as batidas sintéticas de Talking Tones e Trouble Understanding e o piano elétrico e o baixo sinuoso de Come Home Baby dão ao grupo o indispensável cunho atual e moderno e acomodam-nos temporalmente nas mais recentes tendências.

Simultaneamente modernos e revivalistas e naturalmente genuínos, os The Charlatans conseguem dar à carreira um enorme fôlego com este Modern Nature e reúnem os ingredientes necessários para manter a saua base fiel de seguidores e angariar para a causa os mais entusiastas seguidores das novas tendências do indie rock alternativo, superando com distinção mais uma enorme prova de fogo. Espero que aprecies a sugestão... 

The Charlatans - Modern Nature

01. Talking In Tones
02. So Oh
03. Come Home Baby
04. Keep Enough
05. In The Tall Grass
06. Emilie
07. Let The Good Times Be Never Ending
08. I Need You To Know
09. Lean In
10. Trouble Understanding
11. Lot To Say


autor stipe07 às 21:51
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Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2015

The Vultures - Three Mothers Part 1

Sedeados em Inglaterra e com músicos oriundos de cinco países de três continentes diferentes, os The Vultures servem-se das cordas de violas, violoncelos, guitarras, baixo e violinos, da bateria e de sintetizadores para criar canções que contêm uma paleta sonora com uma deliberada componente gótica, mas que não se resume a esse espetro, já que o indie rock e o punk são também bitolas importantes para a caraterização da música do projeto.

No final de janeiro os The Vultures editaram Three Mothers Part1, o disco de estreia, através da Ciao Ketchup Recordings, um compêndio de oito canções que segue uma bitola sonora assente em orquestrações com tanto de amplo e monumental como de sombrio, o tal indie rock com um certo cariz gótico, já definido por alguma crítica como um altpop neogótico, uma adaptação contemporânea e atual do som que fez escola na década de oitenta, no cenário indie britânico e que estes The Vultures pretendem resgatar.
Um das caraterísticas mais interessantes deste quinteto relaciona-se com a elevada componente sexual da sua música. Há algo de profundamente libidinoso no cardápio do grupo e o próprio plantel, que mistura músicos de ambos os sexos, propícia à criação dessa aúrea, que o amibente sonoro que exalam não desmente e que, tradicionalmente, sempre foi um veículo expressivo de transmissão de ideias e pensamentos que abordam o lado mais obscuro, agitado impulsivo e carnal das relações. Além da percurssão coesa e bastante ritmada, o vasto arsenal de cordas amplia igualmente essa sensação que mistura mistério e luxúria e que transborda da coesão e da amplitude de um som encorpado, onde está plasmado, em Three Mothers Part 1, um superior cuidado não só na procura de uma diversidade melódica e até instrumental, mas também na demonstração de controle das operações, mas sem deixar que isso ofusque o charme exalado pelo universo cinzento e nublado que cobre a mente criativa do coletivo. Essa assertividade processual, que tem um fim temático bem definido e que ajuda a conceptualizar o disco, também é conseguida no modo como as canções aconchegam a voz, quase sempre colocada numa postura um pouco lo fi, o que lhe dá uma tonalidade fortemente etérea e ligeiramente melancólica, com a postura vocal a procurar, muitas vezes, que seja nítida a sensação de diálogo entre a banda e o ouvinte, como se falassem dirtamente connosco, em vez de cantarem para uma vasta plateia. Assim, a ânsia, a rispidez e a pura e simples crueza, são amenizadas por um grande cuidado na produção e nos arranjos, principalmente nas cordas e por uma utilização assertiva do sintetizador.
Estreia particularmente promissora, Three Mothers Part 1 firma os The Vultures no universo das bandas que merecem já elevado crédito e apertada vigilância relativamente ao futuro. Uma certa ânsia e rispidez normais no arranque, são amenizadas por um grande cuidado na produção e nos arranjos, principalmente nas cordas e, desse modo, por uma demonstração cabal do já apreciável grau de maturidade deste projeto que parece ter a perfeita noção daquilo que pretende explorar e replicar sonoramente, ao longo da carreira. Após a audição de Three Mothers Part 1, sugiro uma visita à original página oficial da banda. Confere...

1. Vlad

2. The Plague

3. Cancer

4. Ants

5. Weakest Storm

6. Tyrant to the Irish

7. Magic Air

8. Stalin’s Army


autor stipe07 às 21:17
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Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2015

Yes, Gorillaz Returns

Mais de três anos após o lançamento de The Fall, os Gorillaz de Damon Albarn e Jamie Hewlett deram finalmente indicações concretas de que o regresso poderá estar próximo e que o período de hibernação terá, finalmente, o seu epílogo.

Foi o próprio Jamie Hewlett quem confirmou a novidade no Instagram, com a mensagem de Yes, Gorillaz Returns, precedida de imagens de novos desenhos de Murdoc e Noodle.

Depois de Murdoc, Noodle e os restantes companheiros terem gravado The Fall numa ilha secreta flutuante no Pacífico Sul, onde instalaram o quartel-general da Plastic Beach, feito de detritos, ruínas e restos da humanidade, fica agora a curiosidade para perceber onde será o local de gravação do novo trabalho da banda virtual mais conhecida do planeta e umas das minhas preferidas, que deverá ver a luz do dia lá para 2016.
Em 2014, Damon Albarn lançou o seu primeiro álbum de originais, Everyday Robots , e tinha logo anunciado planos para este novo disco dos Gorillaz, mas também para os fantásticos The Good, The Bad & The Queen. Recordemos dois dos melhores momentos destes dois projetos.

 

 


autor stipe07 às 14:03
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Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2015

Cosmo Sheldrake - Tardigrade Song

Tardigrade Song, uma canção inspirada numa criatura com o mesmo nome, um micro animal pertencente à ordem taxonómica Folivora/Phyllophaga, é o possível avanço para EP de estreia de uma das mais recentes apostas da Transgressive Records. Falo de Cosmo Sheldrake, um compositor, produtor, vocalista e multinstrumentista inglês, oriundo de Londres e uma das novidades mais excitantes dos últimos tempos.

Depois de um single de sete polegadas, intitulado The Moss, editado em 2014 pela paradYse Records, amplamente escutado, nomeadamente na plataforma SoundCloud, Tardigrade Song é uma extraordinária sequência, que eleva Sheldrake para um novo patamar de cenários e experiências instrumentais, enquanto encaixa indiefolkhip-hop e electrónica, com noção de equilíbrio e um limbo perfeito.

A canção aposta num som esculpido e complexo, que faz uma ponte entre a pop ambiental contemporânea e o art-rock clássico, enquanto acumula, com  a percurssão e os instrumentos de sopro, um amplo referencial de elementos típicos desses dois universos sonoros e que se vão entrelaçando entre si de forma particularmente romântica e até, diria eu, objetivamente sensual. Acaba por haver uma sobreposição de texturas, sopros e composições jazzísticas contemplativas, numa paisagem imensa e ilimitada de possibilidades, com o resultado final a servir como um refúgio bucólico dentro da amálgama sonora que sustenta a música atual. Confere...


autor stipe07 às 17:22
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