Terça-feira, 28 de Março de 2017

Mark Kozelek – Night Talks EP

Mark Kozelek, o cérebro por trás do projeto Sun Kil Moon (referência a um boxeur coreano, morto aos vinte e três anos), é um verdadeiro workaholic, um artista que em duas décadas e meia de carreira já gravou mais de quarenta discos, se à banda atual juntarmos os seus trabalhos a solo e o papel fundamental que teve nos míticos Red House Painters. Este músico simplesmente não pára e entra em 2017 a explorar ao máximo algumas das melhores virtudes de Common as Light and Love Are Red Valleys of Bloodo seu último registo de originais. E fá-lo através de Night Talks, um novo ep de cinco canções.

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Este pequeno compêndio de canções conta no seu alinhamento com uma versão acústica de I Love Portugal, um dos pontos altos de Common as Light and Love Are Red Valleys of Blood, além de uma cover de Famous Blue Raincoat, um original de Bob Dylan, outra de Pretty Little Flowers, de Kath Bloom, um original homónimo e um curioso inédito intitulado Astronomy, em que Kozelek disserta sobre Trump e os novos traumas de uma América cada vez mais confusa e dividida (And as the adults talked about colonoscopies and stints and arteries and cholesterol medications, suddenly we looked around and we lost the children off to the rooms in their own little worlds doing whatever it is that children get into, while us old people talk about old boring people things like Trump banning flights into the United States, and we watch it on TV, series like Eugene Levy’s “Schitt’s Creek,” and my God, my dad snores pretty loud when he falls asleep).

Lançado através da Caldo Verde Records, etiqueta do próprio Mark KozelekNight Talks é um belíssimo tratado de folk acústica onde a simplicidade melódica coexiste com uma densidade sonora suave e canções como as já mencionadas Astronomy ou a versão acústica de I Love Portugal, são exemplos extraordinários de temas que transbordam uma majestosa e luminosa melancolia.

Se os Red House Painters eram uma instituição da expressão indie, a solo Mark Kozelek afirma-se como um compositor com uma sonoridade ainda mais frágil e cândida e neste Night Talks, à semelhança do que tem feito nos últimos registos, é a guitarra com cordas de nylon usada com mestria, que logo no tema homónimo consegue enriquecer as harmonias sem complicar, criando um ambiente sonoro descontraído e algo minimal, mas extremamente rico. E à medida que a sua voz se estende pelas melodias desta e das outras canções, sem pressas ou amarras, solidão, melancolia e inadaptação aos cânones sociais estabelecidos desfilam por letras que versam sobre estes e outros temas comuns, algo que até nem é de estranhar já que é normal encontrar Kozelek, a antítese de uma estrela rock, numa loja da esquina, a fazer a sua vida rotineira, como um cidadão comum.

Kozelek tem como virtude maior o facto de compor valendo-se, acima de tudo, das suas próprias experiências. É curioso, intenso e impressivo o modo como escreve assumindo-se como cobaia dos seus próprios pensamentos, além de servir-se da família, dos amigos, das namoradas, de figuras políticas de relevo e ícones da cultura pop também como testemunhas e referências do seu cardápio, quer lírico quer sonoro, sempre com um resultado final avassalador e tremendamente reflexivo. Espero que aprecies a sugestão...

Mark Kozelek - Night Talks

01. Night Talks
02. I Love Portugal (Acoustic Version)
03. Astronomy
04. Pretty Little Flowers (Feat. Kath Bloom)
05. Famous Blue Raincoat


autor stipe07 às 22:12
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Sábado, 24 de Dezembro de 2016

Cœur De Pirate – Chansons Tristes Pour Noël EP

Cœur De Pirate - Chansons Tristes Pour Noël

Aproxima-se o natal e, como é hábito, algumas bandas aproveitam para gravar alguns temas ou conjuntos de temas relacionados com esta época tão especial, sejam versões de alguns clássicos ou originais. Chansons Tristes Pour Noël é um desses exemplos, um pequeno mas encantador EP de três canções, da autoria dos canadianos Cœur De Pirate de Béatrice Martin e Renaud Bastien.

Com dois temas cantados em francês e uma cover do clássico dos Wham Last Christmas, Chansons Tristes Pour Noël é um pequeno mas aconchegante instante natalício, perfeito para tocar na noite de consoada, naquela pausa entre o levantar das espinhas do bacalhau da mesa e a ascensão do leite creme ao primeiro plano da mesma, com uma elevada toada nostálgica e uma luminosidade muito peculiar. São canções que sobrevivem à custa de arranjos de cordas exuberantes, num cosmos natalício onde se mistura harmoniosamente a exuberância acústica da voz, conseguida através da combinação da guitarra com outros sons e detalhes.

Optimistas por natureza, estes dois músicos mostram-se maduros e conscientes, compondo num estágio superior de sapiência que lhes permite utilizar o habitual espírito acústico para se colocarem à boleia de arranjos de cordas tensos, dramáticos e melódicos e contar histórias que os materializam na forma de conselheiros espirituais sinceros e firmes e que têm a ousadia de nos querer guiar pelo melhor caminho, sem mostrar um superior pretensiosismo ou tiques desnecessários de superioridade. Espero que aprecies a sugestão...

01. Noël Sous Les Tropiques

02. Last Christmas

03. Pour La Première Fois, Noël Sera Gris


autor stipe07 às 15:08
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Sexta-feira, 9 de Dezembro de 2016

Yo La Tengo – Murder In The Second Degree

Nem sempre devidamente divulgados e apreciados, os norte americanos Yo La Tengo são um dos projetos mais influentes do indie rock contemporâneo. Nasceram em 1984 pelas mãos do casal Ira Kaplan e Georgia Hubley (voz e bateria) e Dave Schramm (entretanto retirado) e James McNew e conquistaram-me definitivamente há quase quatro anos com o excelente Fade, uma rodela lançada à boleia da Matador Records.

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Com um cardápio já extenso e que vale a pena descobrir, nele se inclui Yo La Tengo Is Murdering the Classics, um disco de versões gravado em 2006 e sobre o qual os Yo La Tengo afirmavam que tinha como objetivo principal assassinar os clássicos. O truque e a piada repetem-se agora, dez anos depois, com mais uma fornada de músicas alheias, traduzidas pela ótica peculiar deste grupo e onde se incluem temas tão inusitados e esteticamente abrangentes como Hey Ya dos Outkast, Emotional Rescue dos The Rolling Stones, Girl From The North Country de Bob Dylan ou King Kong de Ray Davies. Murder in the Second Degree é o nome deste novo álbum de versões dos Yo La Tengo, quase uma trintena de canções que a banda foi tocando ao vivo na estação de rádio WFMU, entre 1996 e 2003 e que finalmente são editadas com o merecido destaque.

Há bandas que sabem aproveitar a sua maturidade e dialogar com as tendências mais atuais. Assim, é interessante observar como os Yo La Tengo conseguiram este efeito ao longo de vinte e nove anos de carreira e o modo como revisitam alguns dos temas que fazem certamente parte do seu ideário sonoro e dos seus gostos, resulta num alinhamento coeso, com versões cheias de personalidade e interligadas numa sequência que flui naturalmente. Nele não falta o habitual registo vocal dos músicos dos Yo La Tengo em coro, melodias amigáveis e algo psicadélicas, feitas com guitarras distorcidas, mas também momentos mais íntimos e quase silenciosos, onde se canta baixo e existe uma maior escassez instrumental. Acaba por ser uma espécie de narrativa leve e sem clímax, com uma dinâmica bem definida e muito agradável e acabamos, frequentemente, por esquecer que estes temas têm a assinatura de outros projetos.

Com uma variedade de referências e encaixes sonoros que definem o indie rock atual, a banda faz em Murder In The Second Degree uma ode aos seus heróis, ao mesmo tempo que vibram com a típica sonoridade da última década do século passado e as transformações sonoras que experimentaram na década seguinte. Da autoria do cartonista Adrian Tomine, o artwork do disco merece também todo o destaque.Espero que aprecies a sugestão...

Yo La Tengo - Murder In The Second Degree

01. Alley Cat
02. New York Groove
03. Bertha
04. Add It Up
05. To Love Somebody
06. Civilization (Bongo Bongo Bongo)
07. Suspect Device
08. First I Look At The Purse
09. Jailbreak
10. Popcorn
11. Girl From The North Country
12. Build Me Up Buttercup
13. I Wanna Be Free
14. Rock And Roll Love Letter
15. Emotional Rescue
16. Some Velvet Morning
17. The Low Spark Of High-Heeled Boys/Mr. Soul
18. Pay To Cum
19. Never My Love
20. King Kong
21. White Lines (Don’t Do It)
22. Slurf Song
23. Different Drum
24. Crazy
25. Be My Baby
26. Hey Ya!
27. Heart Of Darkness
28. Chantilly Lace + Medley


autor stipe07 às 18:30
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Terça-feira, 6 de Dezembro de 2016

The Lumineers – Blue Christmas

The Lumineers - Blue Christmas

Aproxima-se o natal e, como é hábito, algumas bandas aproveitam para gravar temas relacionados com esta época tão especial, sejam versões de clássicos ou originais escritos propositadamente para a ocasião. Um dos bons exemplos deste ano são os The Lumineers dos irmãos Fraites (Josh e Jeremiah) e de Wesley Schultz, que depois de terem tocado ao vivo uma cover do clássico Blue Christmas do king Elvis Presley, na habitual cerimónia de abertura da época natalícia na Casa Branca (National Christmas Tree Lighting Ceremony), disponibilizaram a canção para audição. Confere...


autor stipe07 às 22:25
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Domingo, 19 de Julho de 2015

Tashaki Miyaki – Under Cover Vol. II

A vocalista Lucy Miyaki e o guitarrista Tashaki formam o núcleo duro dos Tashaki Miyaki, uma banda oriunda de Los Angeles que navega nas águas turvas e profundas da dream pop de pendor psicadélico. Em digressão com os Allah-Las durante o outono de 2014, resolveram gravar algumas covers para a ocasião, na senda do que já tinham feito em 2012 com Under Cover, um lançamento que inclui versões de originais dos Roxette, INXS, Troggs e Bob Dylan, entre outros.

Neste segundo tomo de covers dos Tashaki Miyaki, a dupla resolveu revisitar com a ajuda do produtor Joel Jerome outros clássicos, sempre com a habitual atmosfera densa e particularmente sensual e hipnótica que colocam na sua música, com The Beautiful Ones, o original de Prince, a ser o exemplo claro do modo bastante original e assertivo como o fizeram.

Com uma sonoridade cada vez mais sóbria e adulta, Lucy e Tashaki criaram mais um catálogo sonoro envolvente, climático e tocado pela melancolia, que atinge o seu auge, na minha opinião, na pop luminosa e pueril de I Only Have Eyes For You. Mas logo em Ever Fallen In Love (With Someone You Shouldn’t’ve) e em Never My Love, a dupla apresenta uma instrumentação que tem como pano de fundo essencial a música folk e a herança da América do Norte, sendo audível a procura de uma sonoridade ainda mais intimista e reservada, com um suspiro algo abafado e menos expansivo. Nos inconfundível dedilhar das notas de Take My Breath Away e na sobriedade dos arranjos sente-se uma superior carga emotiva e a voz adocicada de Lucy, que parece pairar numa frágil nuvem de algodão, faz juz à cândura de uma letra que transborda fragilidade em todas as sílabas e versos. Esta voz, quando em Life Line, dos Pink Floyd, replica um registo mais grave sem colocar em causa o elevado pendor lisérgico da cantora, é mais uma manifestação audível e concreta do jogo dual que os Tashaki Miyaki conseguem oferecer ao ouvinte, entre força e fragilidade, dois aspetos que nas vozes, na letra e na insturmentação, se equilibram de forma vincada e segura.

Disponível para download gratuito, com a possibilidade de doares um valor pelo mesmo, Under Cover Vol. II é um compêndio sonoro que surpreende pelo bom gosto como apresenta de forma sombria e introspetiva, mas superiormente frágil e sedutora, a  visão dos Tashaki Miyaki sobre alguns temas que sempre tocaram a dupla, mas, principalmente, pela forma madura e sincera como tentam conquistar o coração de quem as escuta com melodias doces e que despertam sentimentos que muitas vezes são apenas visíveis numa cavidade anteriormente desabitada e irrevogavelmente desconhecida do nosso ser. Espero que aprecies a sugestão...

Tashaki Miyaki - Under Cover Vol. II

Ever Fallen In Love (With Someone You Shouldn’t’ve)
Take My Breath Away
Never My Love
Life Line
This Time Tomorrow
I Can’t Stand The Rain
I Only Have Eyes For You
The Beautiful Ones


autor stipe07 às 22:59
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Domingo, 19 de Abril de 2015

Zero 7 – EP3

Depois do EP Simple Science, editado a dezoito de agosto do ano passado por intermédio da Make Records, os britânicos Zero 7, um dos nomes fundamentais da eletrónica downtempo e da chillwave, estão de regresso com um novo EP intitulado EP3, que dá continuidade à filosofia que orientou EP1 (1999) e EP2 (2000), dois trabalhos lançados quando a dupla ainda estava vinculada a etiquetas menores.

Com a participações especiais de nomes como José González, Only Girl e o australiano Danny Pratt, EP3 contém quatro originais e uma remistura, composições que, de acordo com os Zero 7, foram sendo compostas ao longo do ano anterior e como não se incluiam no arquétipo sonoro de Simple Science, acabaram por ficar na gaveta à espera do melhor momento para verem a luz do dia. Como a banda achou que a sonoridade de 400 Blows tinha um certo paralelismo com uma cover que fizeram de The Colour Of Spring, um original de Mark Hollis, então estava encontrado o mote para este EP3.

E que sonoridade é esta que se interliga entre os diferentes temas deste novo capítulo discográfico dos Zero 7? Uma eletrónica sofisticada e ambiental, com um cariz quase minimal e cheia de detalhes preciosos, que dão às canções uma toada densa, mas bastante agradável. Das passagens de piano do primeiro tema, aos sons da natureza que se escutam em The Colour Of Spring, passando pela excelência das vozes de Pratt e de Only Girl e no modo como encaixam de modo fluente no conceito sonoro dos Zero 7, são vários os pontos de contacto entre as várias músicas. E depois há José González e a sua participação especial na enigmática e sombria Last Light, que oferece à dupla britânica uma performance vocal irreprensível numa canção de forte cariz cinematográfico, num registo muito quente e a apelar à soul.

EP3 encerra com um belíssimo instrumental eletrónico, que se destaca pela percurssão orgânica ritmada, com as pistas de dança na mira, acoplada a detalhes sintéticos absolutamente deliciosos e que exalam aquele charme típico dos Zero 7, que dão à dupla aquele ambiente fashion que sempre os caraterizou.

Disponível no formato físico vinil e em formato digital, EP3 é um extraordinário momento de puro relaxamento e de contemplação sonora que nos permite embarcar numa curta mas profunda viagem ao universo musical típico dos Zero 7 e do seu cardápio sonoro. Em EP3 tudo soa muito polido e nota-se a preocupação por cada mínimo detalhe, o que acaba por gerar num resultado muito homogéneo e conseguido, alicderçado em criações sonoras versáteis e que resultam de uma fórmula legítima e louvável de uma dupla que está sempre aberta a encontrar um sopro de renovação. Espero que aprecies a sugestão...

Zero 7 - EP3

01. 400 Blows
02. The Colour Of Spring
03. Last Light (Feat. José Gonzalez)
04. Crush Tape
05. 400 Blows (John Wizards Remix)


autor stipe07 às 18:14
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Sexta-feira, 10 de Abril de 2015

R.E.M. Rarities Jukebox

Obscuro para muitos, praticamente desconhecido para imensos, mas considerado pela maioria dos fãs como o período aúreo da banda, o período em que os R.E.M. estiveram sobre a alçada da editora I.R.S., coincidiu com o lançamento dos cinco primeiros álbuns da banda, em plenos anos oitenta.

No rescaldo dessa fase inicial do trajeto do grupo de Michael Stipe, Mike Mills, Peter Buck e, ainda na altura, Bill Berry, os R.E.M. foram unanimemente considerados pela crítica norte americana como a melhor banda de rock alternativo da década, acabando por assinar pela multinacional Warner, etiqueta que permitiu alcançarem de modo mais massivo outros mercados, numa relação iniciada com Green e que atingiu proporções inimagináveis com Out Of Time e Automatic For The People.

Hoje mesmo, no dia em que escrevo estas linhas, nove de abril de 2015, passam trinta e um anos do lançamento de Reckoning, o segundo álbum da banda. Este período entre o EP Chronic Town, lançado a vinte e quatro de agosto de 1982 e o álbum Document, editado a vinte e um de março de 1987, foi um tempo em que a banda viveu permanentemente, sem pausas, a dividir-se entre o palco e o estúdio, tendo sido o seu espaço temporal mais profícuo e criativo, com centenas de concertos, algumas digressões europeias, cinco álbuns de estúdio, além desse EP de estreia e um catálogo imenso registado pelo grupo e pelos fãs que, muitos anos depois, ainda reserva algumas surpresas.

Em 2007 or R.E.M. passaram finalmente a fazer parte do Rock 'N' Roll Hall of Fame e a publicação Online Athens, na ocasião, produziu o documentário R.E.M. In The Hall, que inclui os melhores momentos dessa cerimónia e uma caixa digital intitulada R.E.M. Rarities Jukebox. São vinte e uma canções disponíveis para download gratuíto e quase todas captadas ao vivo. Delas destacam-se uma extraordinária versão de Radio Free Europe, o primeiro grande single da banda e algumas versões de clássicos da música norte americana como Ive Got you Babe, Steppin Stone ou Louie Louie, entre outros.

Este cardápio é aboslutamente imprescindível para qualquer fã ou apenas para quem quiser conhecer ainda melhor esta banda fundamental do universo sonoro alternativo. Confere...


autor stipe07 às 13:25
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Terça-feira, 23 de Dezembro de 2014

Blueneck – Night Of The Meek EP

Os britânicos Blueneck acabaram de editar um novo trabalho intitulado King Nine, através da Denovali Records e, aproveitando a embalagem e o período natalício, gravaram Night Of The Meek, um EP com versões de quatro verdadeiros clássicos de Natal.

Esta banda de Bristol é já um nome consensual e consagrado no universo do rock progressivo europeu e este EP, disponivel para download gratuito no bandcamp dos Blueneck, é uma excelente prenda que oferecem aos seus fãs e a todos aqueles que procuram bandas sonoras e canções um pouco diferentes para alegrarem aquela que é a noite mais especial do ano.

Sem colocarem em causa a integridade dos originais, os Blueneck esmeraram-se no modo como revisitaram os quatro temas, adicionando-lhes alguns arranjos que são intrínsecos à sonoridade do grupo e dando assim um cunho muito próprio a quatro canções que são obrigatórias nesta altura do ano. Espero que aprecies a sugestão...

Blueneck - Night Of The Meek

01. Driving Home For Christmas
02. Blue Christmas
03. Silent Night
04. White Christmas


autor stipe07 às 21:09
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A Jigsaw - Have Yourself A Merry Little Christmas

1943 foi o ano que viu nascer a canção Have Yourself A Merry Little Christmas escrita por Hugh Martin. No entanto, seria necessário aguardar mais um ano até que a canção fosse apresentada pela primeira vez na voz da actriz Judy Garland no filme "Meet Me in St Louis".

Os a Jigsaw escolheram gravar esta canção para o Natal de 2014 como tributo aos 70 anos decorridos da sua primeira exibição, que em nada diminuíram a magia desta pérola.

Convidaram o colaborador e amigo de longa data Luis Belo (que desenhou o artwork do seu álbum "Drunken Sailors & Happy Pirates") para a criação/edição do vídeo com que é apresentada agora esta canção.

 


autor stipe07 às 18:23
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Sexta-feira, 19 de Dezembro de 2014

The Road Chief - Our First Christmas

The Read Chief - "Our First Christmas"

Mark Mcguire costuma fazer música assinando como The Road Chief e Our First Christmas é o seu novo single, um tema de Natal que Mark oferece aos seus seguidores e nada mais nada menos que uma cover de um original de Alexander O'Neal de 1986.

Com a contribuição de Rachel Waterhouse na voz e produzido pelo próprio McGuire, o single com um lado b intitulado You Were Meant To Be My Lady (Not My Girl) e as duas canções mantêm o clima pop fortemente sintetizado que costuma caraterizar as canções de The Road Chief. Confere...


autor stipe07 às 16:07
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