Sábado, 18 de Março de 2017

Cave Story - Trying Not To Try (vídeo)

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Os Cave Story de Pedro Zina (baixo), Ricardo Mendes (bateria) e Gonçalo Formiga (guitarra e voz) andam atualmente em digressão pela Europa e acabam de apresentar um belo vídeo para Trying Not To Try, tema que é um dos grandes destaques de West, disco que esta banda das Caldas da Rainha lançou no ocaso do ano passado.

Idealizado pelo próprio Gonçalo Formiga e realizado por João Pombeiro, o filme que ilustra Trying Not To Try continua a narrativa mais recente da banda, quer estética quer sonora, que aqui coabita com diferentes paisagens mais ou menos conhecidas enquanto nos mostra alguns dos seus melhores atributos sonoros, descritos dentro dos abrangentes limites definidos por um post punk pop experimental de elevado calibre. Confere...


autor stipe07 às 17:32
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Terça-feira, 1 de Novembro de 2016

Cave Story - West

Pedro Zina (baixo), Ricardo Mendes (bateria) e Gonçalo Formiga (guitarra e voz) são os Cave Story, uma banda nascida nas Caldas da Rainha em 2013 e que deu o pontapé de saída numa carreira promissora com um conjunto de demos que chamou a atenção de vários promotores e festivais nacionais e internacionais como a FatCat Records e o Reverence Valada, respetivamente. Tendo visto a luz do dia no início de 2015, Spider Tracks foi o primeiro EP dos Cave Story, seis canções gravadas durante um ano e que ganharam vida descritas dentro dos abrangentes limites definidos por um post punk pop experimental, tendo-se seguido depois Garden Exit, um novo tomo de canções do trio, que solidificou e tipificou o som de um projeto sempre aberto e pronto para novas sonoridades, mas que confessa sentir-se mais confortável a explorar os recantos mais obscuros de uma relação que se deseja que não seja sempre pacífica entre a mágica tríade instrumental que compôe o arsenal de grande parte dos projetos inseridos nesta miríade sonora.

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Agora, no ocaso de outubro, chegou aos escaparates West, o longa duração de estreia dos Cave Story, doze canções que são a concretização plena desta desenvoltura rockeira, o epílogo do promissor percurso acima descrito e que confirma estarmos na presença de um nome essencial das várias lebres de uma nova geração de bandas nacionais que redescobriram, à chegada do novo século, o velho fulgor anguloso e elétrico do rock’n’roll.

Gravado nas Caldas da Rainha pela própria banda (excepto os temas Body Of Work, gravado nos estúdios Valentim de Carvalho em Lisboa com Luís Caldeira, e Like Predicted, gravado nos estúdios Sá da Bandeira no Porto por João Brandão), West ganhou vida em formato cd pela Lovers & Lollypops e em vinil pelo Musicbox e leva-nos numa viagem que espelha fielmente o gosto que os Cave Story demonstram relativamente aos primórdios do rock, conseguindo apresentar, em simultâneo, algo inovador e diferente.

O álbum começa a rolar e a distorção da guitarra de Body Of Work dá-nos, só para começar, aquele travo fresco e luminoso, mas apimentado por um manto de fundo lo fi empoeirado, rugoso mas pleno de soul. É uma guitarra vintage, exemplarmente acompanhada por uma secção ritmíca vigorosa e assertiva, num resultado que pouco depois, em Modeller, recua esse instrumento quase meio século até à génese dos The Rolling Stones e à irremediável crueza dos The Kinks. Logo depois, quando no rock de American Nights existe aquele travo indisfarçável que encontra raízes no cenário punk setentista britânico e quando esse mesmo punk, mas o nova iorquino, dominado já na alvorada deste século pelos The Strokes, ganha vida em Darkness Is A Figure e na opulência de Trying Not to Try, o mapa sonoro que define o disco amplia-se ainda mais. A seguir, com o experimentalismo psicadélico setentista, algures entre Sparks e The Television, que orienta Microcosmos e com a guitarra de Like Predicted a conter aquel travo folk sulista que os R.E.M. no início dos anos oitenta adotaram para pedra basilar da sua cartilha, sem descurar a aparição do grunge em Running With Baguettes, percebe-se a elevada abrangência de West e porque este trio deve ser já, a nivel interno, considerado vanguardista e um exemplo a seguir, em plena segunda década do século XXI, devido ao modo como consegue acompanhar os pressupostos que sustentam que o indie rock lo fi e de cariz mais psicotrópico está na ordem do dia.

Ensaio de assimilação de heranças, como se da soma que faz o seu alinhamento nascesse um mapa genético que define o universo que motiva esta banda da costa oeste, West conquista e seduz, com as suas visões de uma pop caleidoscópia e o seu sentido de liberdade e prazer juvenil e suficientemente atual, exatamente por experimentar tantas referências antigas. Espero que aprecies a sugestão...


autor stipe07 às 17:24
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Quinta-feira, 22 de Setembro de 2016

Cave Story - Body Of Work

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Pedro Zina (baixo), Ricardo Mendes (bateria) e Gonçalo Formiga (guitarra e voz) são os Cave Story, uma banda nascida nas Caldas da Rainha em 2013 e que deu o pontapé de saída numa carreira promissora com um conjunto de demos que chamou a atenção de vários promotores e festivais nacionais e internacionais como a FatCat Records e o Reverence Valada. Tendo visto a luz do dia no início de 2015, Spider Tracks foi o primeiro EP dos Cave Story, seis canções gravadas durante um ano e que ganharam vida descritas dentro dos abrangentes limites definidos por um post punk pop experimental, tendo-se seguido depois Garden Exit, um novo tomo de canções do trio, que solidificou e tipificou o som de um projeto sempre aberto e pronto para novas sonoridades, mas que confessa sentir-se mais confortável a explorar os recantos mais obscuros de uma relação que se deseja que não seja sempre pacífica entre a mágica tríade instrumental que compôe o arsenal de grande parte dos projetos inseridos nesta miríade sonora.

Será em outubro que irá chegar aos escaparates West, o longa duração de estreia dos Cave Story e Body Of Work, o primeiro avanço divulgado do disco, será a concretização plena desta desenvoltura rockeira, o epílogo do promissor percurso acima descrito e que confirma estarmos na presença de um nome essencial das várias lebres de uma nova geração de bandas nacionais que redescobriram, à chegada do novo século, o velho fulgor anguloso e elétrico do rock’n’roll. Confere...

 


autor stipe07 às 21:25
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Quinta-feira, 7 de Abril de 2016

Cave Story - Garden Exit

Pedro Zina (baixo), Ricardo Mendes (bateria) e Gonçalo Formiga (guitarra e voz) são os Cave Story, uma banda nascida nas Caldas da Rainha em 2013 e que deu o pontapé de saída numa carreira promissora com um conjunto de demos que chamou a atenção de vários promotores e festivais nacionais e internacionais como a FatCat Records e o Reverence Valada.

pic by Manuel Simões

Tendo visto a luz do dia no início de 2015, Spider Tracks foi o primeiro EP dos Cave Story, seis canções gravadas durante um ano e que ganharam vida descritas dentro dos abrangentes limites definidos por um post punk pop experimental, que ainda hoje, tendo em conta o conteúdo de Garden Exit, o novo tomo de canções do trio, tipifica o som de um trio que admite estar sempre aberto e pronto para novas sonoridades, mas que confessa sentir-se mais confortável a explorar os recantos mais obscuros de uma relação que se deseja que não seja sempre pacífica entre a mágica tríade instrumental que compôe o arsenal de grande parte dos projetos inseridos nesta miríade sonora.

Na verdade, este lançamento que antecipa o disco de estreia do grupo, que está já a ser gravado no habitat natural da banda, em plena costa oeste, enquanto também se ocupam noutros projetos paralelos e em trabalhos de produção para outros grupos, contém e perpetua o salutar arrojo de quem olha para a partitura como um tubo de ensaio para a mistura apaixonada de tudo aquilo que é musicalmente viciante e significativo.

O procedimento não está guardado num cofre forte cheio de gavetas a transbordar de segredos, já que quer o tema homónimo, quer Prime Time e Foreign Faith abrigam-se à sombra de um rugoso rigor volumoso de versos sofridos e sons acinzentados, feitos com belíssimos arranjos, assentes num baixo vibrante adornado por uma guitarra jovial e pulsante e com alguns efeitos e detalhes que nos arrastam sem dó nem piedade para um ambiente ora sombrio e nostálgico, ora aquele onde cabem os jeans coçados escondidos no guarda fatos, as t-shirts coloridas e um congelador a bombar com cerveja e a churrasqueira a arder porque é hora de festa.

Em suma, Garden Exit confirma estarmos na presença de mais uma lebre de uma nova geração de bandas nacionais que redescobriu, à chegada do novo século, o velho fulgor anguloso e elétrico do rock’n’roll.

Nos próximos meses, os Cave Story marcarão presença, entre outros festivais e salas de concerto, no Belém Art Fest (Museu de Arqueologia), Festival A Porta (Leiria), Quintanilha Rock (Bragança) e Rodellus (Braga). Espero que aprecies a sugestão...


autor stipe07 às 18:21
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Sábado, 14 de Fevereiro de 2015

Cave Story - Spider Tracks EP

Pedro Zina (baixo), Ricardo Mendes (bateria) e Gonçalo Formiga (guitarra e voz) são os Cave Story, uma banda nascida nas Caldas da Rainha em 2013 e que deu o pontapé de saída numa carreira que se adivinha promissora com um conjunto de demos que chamou a atenção de vários promotores e festivais nacionais e internacionais como a FatCat Records e o Reverence Valada.

Spider Tracks é o primeiro EP dos Cave Story, seis canções gravadas durante um ano e que ganham vida quando são descritas dentro dos abrangentes limites definidos por um post punk pop experimental que tipifica o som de um trio que admite estar sempre aberto e pronto para novas sonoridades, mas que confessa sentir-se mais confortável a explorar os recantos mais obscuros de uma relação que se deseja que não seja sempre pacífica entre a mágica tríade instrumental que compôe o arsenal de grande parte dos projetos inseridos nesta miríade sonora.

Gravado durante cerca de um ano, como já referi, num recanto desconhecido, cuja localização a própria banda não quis revelar na entrevista que me concedeu e que podes conferir adiante e onde não faltavam sons da natureza que a banda não se importou de captar (é possível escutar o som de um cão ladrar aos dezassete segundos do EP), Spider Tracks contém canções que muitas vezes crescem em emoção, arrojo e amplitude sonora, sempre de forma progressiva e sem evitar o salutar arrojo de quem olha para a partitura como um tubo de ensaio para a mistura apaixonada de tudo aquilo que é musicalmente viciante e significativo.

O que aqui temos são, no fundo, cerca de vinte minutos onde se pode apreciar um rugoso rigor volumoso de versos sofridos e sons acinzentados e belíssimos arranjos, assentes num baixo vibrante adornado por uma guitarra jovial e pulsante e com alguns efeitos e detalhes que nos arrastam sem dó nem piedade para o ambiente que quisermos, ora sombrio e nostálgico, ora aquele onde cabem os jeans coçados escondidos no guarda fatos, as t-shirts coloridas e um congelador a bombar com cerveja e a churrasqueira a arder porque é hora de festa.

Conferindo um efeito saboroso e inebriante, que pode ser potenciado por repetidas audições que permitem que determinados detalhes e arranjos se tornem cada vez mais nítidos e possam, assim, ser plenamente apreciados, Cave Story é um EP com uma insana cartilha sonora que busca um equilíbrio lisérgico entre momentos frenéticos e contemplativos e que confirma estarmos na presença de mais uma lebre de uma nova geração de bandas nacionais que redescobriu, à chegada do novo século, o velho fulgor anguloso e elétrico do rock’n’roll.

Hoje, dia catorze de Fevereiro, os Cave Story apresentam este EP ao vivo, pelas 23h00m, no Sabotage Club, em Lisboa. Espero que aprecies a sugestão...

Com uma carreira ainda no início, mas que já chamou a atenção de vários promotores importantes, começo com uma questão cliché… quais são, antes de mais, as vossas expetativas para esta estreia?

Queremos tocar por aí e ficamos muito contentes se alguém vier falar connosco dizer que gostou e falar sobre o EP. Idealmente a conversa segue para mais música, com sorte vamos para casa ouvir uma cena nova que não conhecíamos.

Começaram com um single chamado Richman, um tributo apaixonado a Jonathan Richman e com uma versão do tema Helicopter Spies dos Swell Maps. Algum motivo especial para este arranque? São artistas e bandas que admiram? Como foi saber que o próprio Jowe Head adorou a vossa versão?

No final de 2013 editamos uma demo com três faixas, foi esse o começo. “Richman” que lançamos já em 2014 foi um single muito especial para nós, uma maneira literal de colocar na mesa as nossas intenções. A versão da Helicopter Spies serviu o mesmo propósito além de trazer uma grande malha para o nosso arsenal nos concertos. Desde o ínicio que sabemos o que pode ser o nosso som e aquilo que podemos trazer, mas o ponto de partida serão sempre as nossas influências, e fazemos questão de ser abertos nesse sentido. Dito isto é claro que achámos muita piada ao comentário do Jowe Head, os Swell Maps são uma referência.

Falando agora de Spider Tracks… Gravado numa pequena casa no campo, num ambiente supostamente bastante bucólico e certamente isolado, algures na zona oeste, presumo eu, com as muralhas de Óbidos, ou as praias entre São Martinho do Porto e Lourinhã, ou então os pomares do Bombarral, em pano de fundo, o EP tem seis canções ambiciosas, impecavelmente produzidas e com um brilho raro e inédito no panorama nacional. Se tivessem gravado noutro local, mais agitado, o conteúdo poderia ter sido diferente?

Sem dúvida, mas não só a gravação em particular, todo processo desde os primeiros acordes foi feito no mesmo sítio. Isolado, mas sem isolamento acústico irónicamente. Na capa há uma nota que diz que se ouve ‘ladrar aos dezassete segundos’ e é verdade. Qualquer ruído no jardim poderia ter feito parte do EP se o ganho dos microfones permitisse. Um disco, espera-se ter sempre uma parte mais ou menos marcada do seu próprio tempo e espaço, para nós, o Spider Tracks é aquilo que construimos ao longo do ano passado, numa altura pós-estudos/génese de novas responsabilidades que decidimos passar juntos, a tocar neste tal sítio no campo tanto tempo quanto possível… Guess we could feel better about worse.

Confesso que o que mais me agradou na audição do EP foi uma certa bipolaridade entre a riqueza dos arranjos e a subtileza com que eles surgiam nas músicas, muitos de forma quase impercetível, conferindo à sonoridade geral de Spider Tracks uma clara sensação de riqueza e bom gosto. Em termos de ambiente sonoro, o que idealizaram para o álbum inicialmente correspondeu ao resultado final ou houve alterações de fundo ao longo do processo?

O que idealizámos foi mutando ao longo das gravações e misturas. A começar pela escolha das faixas que queriamos incluir e das que acabámos por excluir. Durante as gravações fazemos questão de deixar espaço para que aconteçam coisas, não queremos ter total controlo sobre a gravação, não queremos saber nota a nota as nossas partes. É a diferença entre tirar uma fotografia num ambiente totalmente controlado ou onde há perigo de algo realmente interessante ou desastroso acontecer. Até agora tem funcionado, há sempre um take que tem qualquer coisa peculiar, irrepetível, que nos faz perceber logo “é este”. Os “arranjos” quase imperceptíveis são uma parte importante, para nós é o que nos deixa não ficar tão cansados das nossas músicas. Algo que lá deixámos que cria uma textura com mais camadas.

Além de ter apreciado o modo como conjugam a guitarra, o baixo e a bateria, também impressionou-me o uso, por exemplo, do violino, em Cleaner e Buzzard Feed e a vossa capacidade criativa na seleção dos arranjos, que conferem ao cenário melódico das canções, uma atmosfera particularmente bonita. Em que se inspiram para criar as melodias? Acontece tudo naturalmente e de forma espontânea em jam sessions conjuntas, ou as melodias são criadas individualmente, ou quase nota a nota e depois existe um processo de agregação?

Acontece tudo naturalmente, acho que só o baixo costuma saber a música nota a nota. No caso dos violinos na Cleaner fizemos nove vozes diferentes que depois arranjamos na mistura. Seis vozes pensadas, três aleatórias, alguns bocados foram cortados outros repetidos, esticados invertidos, um processo que seria muito mais romântico se tivesse sido feito em fita. 

Spider Tracks foi misturado pelo Gonçalo Formiga, um de vocês. Esta opção acabou por surgir com naturalidade ou já estava pensada desde o início e foi desde sempre uma imposição vossa? E porque a tomaram?

Como já demos a entender, para nós todo o processo desde composição até à mistura passando pela gravação é um difícil de separar. Não foi uma imposição mas foi uma escolha feita desde o início. Tomamos essa decisão porque a escrita de canções e a forma que tomam sónicamente são duas coisas que não nos interessa separar. Seremos sempre os nossos próprios produtores ou co-produtores, vindo a trabalhar com outras pessoas.

Adoro a canção Fantasy Football. Os Cave Sotry têm um tema preferido em Spider Tracks?

A Fantasy Football. Apesar de claro, termos uma relação próxima com todas.

Não sou um purista e acho que há imensos projetos nacionais que se valorizam imenso por se expressarem em inglês. Há alguma razão especial para cantarem em inglês e a opção será para se manter?
É o que faz mais sentido para nós. Podemos aventurar-nos a escrever algo em português mas para já não está nos nossos planos.

O que vos vai mover sempre será este post punk e esta pop experimental ou gostariam ainda de experimentar outras sonoridades? Em suma, o que podemos esperar do futuro discográfico dos Cave Story?
No futuro próximo devemos manter a linguagem, ainda há coisas para explorar. Quando sentirmos que esgotamos a nossa proposta, se sentirmos, logo se vê. Mas não acredito em mudar só porque sim, se chegámos até este post punk pop experimental, como dizes, foi porque faz sentido para nós, muito teria de mudar para Cave Story virar reggae.

No próximo dia catorze vão apresentar o EP ao vivo, no Sabotage Club, em Lisboa. Alguma surpresa preparada? Ter calhado no dia de são Valentim foi apenas uma coincidência? Será Spider Tracks uma excelente banda sonora para casais apaixonados?
Foi uma coincidência, mas agora não há hipótese vão ter de levar connosco. Vamos ser acompanhados pelos Ghost Hunt, o seu primeiro concerto, o sr Eduardo Morais nos discos e Helena Fagundes nos visuais, só pode correr bem!

Há cerca de dez anos passei um fim-de-semana nas Caldas da Rainha, hospedado numa residencial no centro de uma rua movimentada, em frente ao parque da cidade. Aí havia um pequeno edifício, uma espécie de café / quiosque e, no fim-de-semana, havia aí bandas a ensaiar. Esse espaço ainda funciona? Como está o cenário musical alternativo das Caldas da Rainha neste momento? Que bandas me aconselham?
Não sei se funciona, e mesmo que funcione não sei se será o mesmo. Há vários sítios para ensaiar e várias bandas, o panorama infelizmente não é maior porque há pouca gente interessada apesar da oferta ser considerável. LEAF e Challenge, bandas em que o Ricardo nosso baterista também toca. Depois há os Füzz e os Lupiter. Ainda há uma editora inteira com o nome do bairro onde moro, AVNL Records, apesar de nunca os ter visto. Para os conhecer foi preciso ler um artigo sobre eles numa publicação internacional, curioso.


autor stipe07 às 18:07
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