Quarta-feira, 18 de Maio de 2016

Oscar – Cut And Paste

Oriundo de Londres, Oscar Scheller é Oscar, um dos nomes mais comentados no cenário indie pop britânico devido a Cut And Paste, o registo de estreia deste músico e compositor, editado no passado dia treze do corrente mês com a chancela da Wichita Recordings e com dez canções feitas para dançar, até à exaustão, no baile da esquina, regado com torneiras que nunca estão secas e onde os niveis de destilação corporal atingem o limite.

O rugoso punk rock de Sometimes, canção conduzida por um baixo musculado e uma guitarra inspirada, trespassada por efeitos estratosféricos, clarifica, desde logo, que Cut And Paste é um manifesto pop, senão para o mundo inteiro, pelo menos para os subúrbios de uma Londres sempre ávida de novidades e que muitas vezes coloca em determinadas bandas ou artistas expetativas que as mesmas depois, nem sempre conseguem acompanhar. Nele, quer seja abrigado pelo groove sedutor e cheio de pêlo na venta de Feel It Too ou pelo piscar de olhos a uma centelha punk em Daffodil Days, Oscar desafia as suas probabilidades, não se preocupa com aquilo que poderão esperar de si e apresenta a sua paleta sonora, que das raízes do rock britânico a alguns dos detalhes mais prementes da pop atual, conjuga sintetizadores, teclados e batidas, com guitarras, num aparente caos, que neste caso resulta plenamente, já que nos oferece um clima sonoro que abre os nossos ouvidos para algo inédito e que parece divertir imenso o autor. Mesmo quando Oscar arrisca por terrenos mais reflexivos, como sucede na redentora Good Things, ou na luminosa Beautiful Words, não existem motivos para duvidar da capacidade deste artista em utilizar a típica ironia britânica com elevada mestria, fazendo-o de modo assertivo e sem deturpar a essência de quem é feliz alimentando-se de riffs de guitarra vigorosos e da pujança de uma percussão que cresce à sombra de um punk dançante, permissas que clarificam um modus operandi diversificado, acessível e orelhudo.

Cut and Paste foi alvo de uma produção aberta e notoriamente inspirada e cimenta num nível qualitativamente elevado o espetro sonoro e a identidade de um projeto que não falseia o desejo de se tornar num referencial dos grandes autores que atualmente mantêm vivo o indie rock alternativo britânico. E aquela toada épica e grandiosa que esse indie local quase exige em determinados instantes, como se cada banda ou projeto tivessem que compor um hino glorioso à Rainha e ao Império para conquistar os corações mais inflamados do proletariado que tantas vezes gosta de se sentir orgulhosamente só, também está devidamente salvaguardado na vibe funk de Good Things. Espero que aprecies a sugestão..

Oscar - Cut And Paste

01. Sometimes
02. Be Good
03. Feel It Too
04. Good Things
05. Only Friend (Feat. Marika Hackman)
06. Breaking My Phone
07. Daffodil Days
08. Fifteen
09. Beautiful Words
10. Gone Forever


autor stipe07 às 21:37
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Terça-feira, 17 de Maio de 2016

The Stone Roses – All For One

The Stone Roses - All For One

Mais de duas décadas depois do aclamado Second Coming (1994), o segundo registo de originais da banda e que sucedeu ao aclamado The Stone Roses, o disco de estreia, lançado em 1989, os britânicos The Stone Roses resolveram dar um novo impulso à carreira. A ideia inicial seria organizar uma digressão de verão, mas os ensaios foram tão produtivos que parece certo um novo disco, a ser lançado muito em breve.

Enquanto o terceiro registo discográfico dos The Stone Roses não chega aos escaparates, All For One é o primeiro tema divulgado pelo grupo de Manchester, uma canção conduzida por guitarras incisivas e uma percurssão inebriante e que não defrauda minimamente o ilustre passado da banda de Ian Brown e John Squire. Confere...


autor stipe07 às 13:49
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Quinta-feira, 11 de Junho de 2015

Palma Violets – Danger In The Club

Considerados por muitos como os novos pontas de lança do indie rock britânico mais genuíno, os Palma Violets estão de regresso aos discos com Danger In The Club,  o sucessor do aclamado disco de estreia 180, um trabalho editado há dois anos e que além de os catapultar para o estrelato, fez deles um dos novos nomes sonantes da sempre exigente Rough Trade Records.

Ao segundo disco já deixa de ser prematuro questionar-se se o indie rock mais fervoroso e festivo, orinudo de Terras de Sua Majestade, está bem entregue nas mãos destes Palma Violets, acompanhados nos últimos tempos com particular frenesim por uma imprensa local musical sempre ávida de novidades e que muitas vezes coloca em determinadas bandas expetativas que as mesmas depois não conseguem acompanhar. Seja como for, quer no rock vibrante e festivo de Hollywood (I Got It), quer no piscar de olhos a uma centelha mais punk e eighties em Girl, You Couldn’t Do Much Better On The Beach, percebe-se que pelos menos este quarteto está disposto a fazer-nos dançar sem grandes complicações e até com um certo estardalhaço que, neste caso concreto, até é louvável. Mesmo quando a guitarra e a bateria procuram entrelaçar-se de um modo mais insinuante nessa Girl, You Couldn’t Do Much Better On The Beach, não faltam motivos para duvidar da capacidade dos Palma Violets em utilizar a típica ironia britânica que os Blur, por exemplo, exploraram até à exaustão com elevada mestria na primeira metade dos anos noventa, fazendo-o de modo assertivo e sem deturpar a essência da banda, mesmo se procuram, como acontece em The Jacket Song, encetar por uma sonoridade mais acústica e pop.

Seja como for, a grande força motriz deste Danger In The Club alimenta-se de riffs de guitarra vigorosos e da pujança de uma percussão que cresce à sombra do punk dançante, com Secrets Of America a balizar-se dentro destas permissas e a ser mais um exempo  do modus operandi diversificado, acessível e orelhudo destes Palma Violets, num disco que foi alvo de uma produção aberta e notoriamente inspirada e que alargou bastante o espetro sonoro e a identidade de um projeto que não falseia o desejo de se manter no seio das grandes bandas que atualmente mantêm vivo o indie rock alternativo britânico. Já agora, aquela toada épica e grandiosa que o indie rock local quase exige em determinados instantes, como se cada banda tivesse que compor um hino glorioso à Rainha e ao Império para conquistar os corações mais inflamados do proletariado que tantas vezes gosta de se sentir orgulhosamente só, também está devidamente salvaguardado nas guitarras de Coming Over To My Place.

Com uma bateria e um baixo algo sombrios, mas com o travo do funk nas guitarras em Matador e com um baixo arrebator e impulsivo em Gout! Gang! Go!, uma canção feitar para dançar até à exaustão no baile da esquina quando as torneiras estão quse secas e os niveis de destilação corporal no limite, chega ao ocaso um disco onde os Palma Violets expandiram a sua paleta sonora, diversificaram o clima e abriram os olhos para um novo mundo que parece diverti-los imenso e onde, pelos vistos, se sentem igualmente confortáveis. Espero que aprecies a sugestão...

Palma Violets - Danger In The Club

01. Sweet Violets
02. Hollywood (I Got It)
03. Girl, You Couldn’t Do Much Better On The Beach
04. Danger In The Club
05. Coming Over To My Place
06. Secrets Of America
07. The Jacket Song
08. Matador
09. Gout! Gang! Go!
10. Walking Home
11. Peter And The Gun
12. No Money Honey
13. English Tongue


autor stipe07 às 21:58
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Quarta-feira, 10 de Junho de 2015

The Vaccines – English Graffiti

Lançado a vinte cinco de maior por intermédio da Columbia Records, English Graffiti é o terceiro álbum dos londrinos The Vaccines, de Justin Hayward-Young, Freddie Cowan, Árni Árnason e Pete Robertson. Disco produzido por Dave Fridmann e Cole M. Greif-Neill, English Graffiti sucede aos aclamados álbuns What Did You Expect from the Vaccines? (2011) and Come of Age (2012), que consolidaram uma estética sonora que numa esfera indie rock nunca deixou de olhar quer para alguns detalhes do punk, como para certos tiques e arranjos que sobrevivem à sombra da eletrónica.

Vistos por alguma crítica como a resposta britânica ao nova iorquinos The Strokes, quer na postura, quer na sonoridade rock frenética, livre de constrangimentos e adornos desnecessários e certeiros no modo como adoptam uma estética sonora retro à boleia de riffs de guitarra potentes e uma voz poderosa, os The Vaccines chegam ao terceiro tomo do seu percurso discográfico seguros do som que pretendem apresentar que, com um pé na new wave e outro no pós punk, procura atingir uma maior luminosidade e amplitude melódica. As festivas e frescas Handsome e 20 / 20 e o som da guitarra de Dream Lover e um efeito quase indecifrável de um teclado que deambula pela canção, assim como o andamento vigoroso da bateria marcam uma chancela rugosa e acendem uma chama intensa que, com a preciosa ajuda de Dave Fridmann, que já colocou as mãos em discos dos MGMT ou dos Flaming Lips, coloca o som do quarteto exatamente no ponto pretendido. Depois, a fina fronteira que separa o baixo do sintetizador em Denial, um dos meus temas preferidos de English Graffiti e, numa abordagem mais groove, o indie rock exuberante e irresistível de Give Me a Sign e Minimal Affection, canção que assenta em batidas sintéticas que se escutam em sintonia com riffs de guitarra melódicos e uma voz poderosa, mostram a outra face de uma mesma moeda que os The Vaccines cunharam neste disco e que os fará render milhões, se for bem explorada. Esta última canção, já agora, impressiona pela imagética criada para a ilustrar, com cenas de uma aventura espacial com uma estética retro, numa temática que gira em torno da dificuldade que as gerações mais novas têm de se relacionar pessoalmente por estarem tão dependentes das novas tecnologias.

Até ao ocaso, se os efeitos do teclado, a guitarra viciante e a condução melódica a cargo do piano fazem de (All Afternoon) In Love um dos grandes momentos nostálgicos do disco, já o frenético pop surf punk de Radio Bikini e, em oposição, a tensão emocional e o minimalismo eletrónico que o fuzz da guitarra disfarça em Maybe I Could Hold You, são outros instantes obrigatórios de um álbum que além de ter como trunfo importante a temática reflexiva das canções, impressiona pelo modo como os The Vaccines abordam diferentes espetros sonoros, com o declarado objetivo de alargarem a lista de caraterísticas essenciais do seu som, fazendo-o com enorme qualidade, jovialidade e bom gosto. Espero que aprecies a sugestão...

The Vaccines - English Graffiti

01. Handsome
02. Dream Lover
03. Minimal Affection
04. 20 / 20
05. (All Afternoon) In Love
06. Denial
07. Want You So Bad
08. Radio Bikini
09. Maybe I Could Hold You
10. Give Me A Sign
11. Undercover
12. English Graffiti
13. Stranger
14. Miracle
15. Handsome Reimagined (Dave Fridmann Edit)
16. Dream Lover Reimagined (Malcolm Zillion Edit)
17. 20/20 Reimagined (Dave Fridmann Edit)
18. Give Me A Sign Reimagined (Co Co T Edit)


autor stipe07 às 18:16
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Sexta-feira, 24 de Abril de 2015

Noel Gallagher’s High Flying Birds – Chasing Yesterday

O britânico Noel Gallagher e os High Flying Birds regressaram aos discos em março com Chasing Yesterday, atráves da Sour Mage Records, o segundo trabalho de uma banda liderada por um músico que  terá escrito algumas das páginas mais significativas do livro das escrituras da britpop, não só nos Oasis, como noutros projetos em que se envolveu também como produtor.

Responsável, portanto, por algumas das marcas identitárias do indie rock que povoa o nosso subconsciente e que forjaram parte importante da história da música dos finais do século passado, o mais velho dos irmãos Gallagher assina em Chasing Yesterday pouco mais de uma dezena de novas canções que transportam consigo muita dessa herança, mas com um espírito renovado e mais contemporâneo.

Claramente feliz com a liberdade musical ilimitada que uma carreira a solo lhe permite, já que a componente High Flying Birds do projeto é apenas um elemento acessório e que se rege cegamente pelas orientações do líder, Noel Gallagher expôe o habitual modelo de canção assente na primazia das cordas das guitarras, no que concerne ao processo de condução melódica, estando reservada à percussão um papel mais acessório e secundário. Logo nas cordas de Riverman e, mais adiante, em The Dying Of The Light, é fácil recordarmos o hino Wonderwall e In The Heat Of The Moment tem aquela toada épica e gloriosa que os Oasis tanto gostavam de explorar e que o efeito mais contemporâneo do baixo atualiza com notável precisão, ficando, nestes dois temas bastante diferentes, o cone sonoro por onde circulará o restante alinhamento, que, como se vê, tem impressa uma marca identitária única e facilmente identificável. 

Ao longo do alinhamento, se os teclados retro de The Girl With X-Ray Eyes e o seu refrão apoteótico piscam o olho a uma certa lisergia pop, acontecendo o mesmo com os metais de The Right Stuff, já o rock psicadélico sujo e empoeirado de The Mexican, a espiral emotiva da grandiosa Lock All The Doors e a batida sintética e o jogo de guitarras de Ballad Of The Mighty I, trilham a paleta de cores caraterística do percurso do autor, com While The Song Remains The Same a ser um outro bom exemplo dessa fórmula, mas com as tais roupagens mais atuais e que piscam o olho a um público mais jovem. O próprio efeito inicial da guitarra que depois se transforma, quase por magia, num riff assombroso e inebriante em You Know We Can't Go Back mostra como Gallagher tem a noção que os seus ouvintes esperam de si música que possa ser cantada sem complicações desnecessárias e que ao vivo deve surpreender e encher espaços amplos e abertos.

Chasing Yesterday é um disco elegante, impecavelmente produzido e pronto para ser cantado por multidões que irão decorar estas letras até à exaustão, pensado, idealizado e tocado, quase na íntegra, por um dos melhores compositores, cantores e guitarristas das últimas duas décadas e ao qual o indie rock britânico tanto deve. Espero que aprecies a sugestão...

Noel Gallagher's High Flying Birds - Chasing Yesterday

01. Riverman
02. In The Heat Of The Moment
03. The Girl With X-Ray Eyes
04. Lock All The Doors
05. The Dying Of The Light
06. The Right Stuff
07. While The Song Remains The Same
08. The Mexican
09. You Know We Can’t Go Back
10. Ballad Of The Mighty I
11. Do The Damage
12. Revolution Song
13. Freaky Teeth
14. In The Heat Of The Moment (Remix)
15. Leave My Guitar Alone


autor stipe07 às 15:45
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Sexta-feira, 17 de Abril de 2015

Only Real - Jerk At The End Of The Line

O projeto britânico Only Real estreou-se nos discos através da Virgin/EMI em final de março com Jerk At The End Of The Line e Pass The Pain e Cadillac Girl, um álbum produzido por Dan Carrey e Ben Allen e os dois avanços primeiros divulgados do trabalho, mostraram desde logo que Niall Gavin, o grande mentor deste projeto, é um fazedor nato de canções que mostram o indie rock como um trunfo explorado positivamente até à exaustão e um artista que domina diferentes vertentes e se expressa em múltiplas linguagens artísticas e culturais, sendo a música mais um dos códigos que ele utliza para expressar o mundo próprio em que habita e dar-lhe a vida e a cor, as formas e os símbolos que idealizou.

Na verdade, a antecipação dessas duas canções deixou logo avisada a crítica e os potenciais fãs para o furacão que estaria prestes a entrar pelos nossos ouvidos, em pleno início de primavera. E basta ouvir, logo após Intro (Twist It Up), o teclado planante, a percussão tropical e a voz grave que dominam Jerk para perceber que, realmente, essa exaltação inicial tinha sentido, já que Only Real comunica connosco através de um código específico, tal é a complexidade e a criatividade que estão plasmadas nas suas canções, usando como principal ferramenta alguns dos típicos traços identitários de uma espécie de pop ácida e psicadélica, inspirada em alguns dos detalhes identitários da britpop mais genuína, com uma considerável vertente experimental associada e que ganha um realce ainda maior quando, logo de seguida, em Yesterday, as guitarras distorcidas e turvas têm a capacidade de proporcionar uma aúrea algo mística e ampliada, não só à voz, como também, no fundo, à própria mensagem das canções.

Estando dado este mote logo nos intantes iniciais do disco, fica claro para o ouvinte que Jerk At The End Of The Line exalta cenários e sensações que se expressam com particular envolvência e que expõem sentimentos com genuína entrega e sensibilidade extrema e com uma expressividade única e claramente intencional. Niall é fortemente irónico, sem ser sarcástico, tanto pisca o olho à energia juvenil de um Damon Albarn em início de carreira como aos The Streets auto-depreciativos, mas mantém sempre impecável o seu adn identitário e um charme que dispensa amarguras e abraça a lisergia, sem apelar, mesmo que implicitamente, a qualquer tipo de reforço psicotrópico para ser devidamente apreciado.

Only Real homenageia, no fundo, uma vasta miríade de nomes conterrâneos e mais ou menos contemporâneos, exaltando as virtudes da escola musical indie britânica, sendo possível conferir nuances típicas de projetos como os Gorillaz e de artistas como os já citados ou um Jamie T no seu cardápio. Todo o arsenal bélico instrumental e já acima referido na sua grande parte, com que ele nos sacode, traduz, na forma de música, a mente criativa que nele vive e que parece, em determinados períodos, ir além daquilo que Niall vê, pensa e sente, nomeadamente quando questiona alguns cânones elementares ou verdades insofismáveis do nosso mundo, sendo os próprios tons neon da capa do disco, uma representação feliz das diferentes colagens de experiências assumidas por Only Real, um talento prematuro que soube aproveitar o melhor da sua juventude e da sua criatividade nesta estreia verdadeiramente auspiciosa. Espero que aprecies a sugestão... 

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Only Real: Jerk At The End Of The Line (Signed)

1-Intro (Twist It Up)
2-Jerk
3-Yesterdays
4-Break It Off
5-Can't Get Happy
6-Blood Carpet
7-Petals
8-Cadillac Girl
9-Daisychained
10-Pass the Pain
11-Backseat Kissers
12-When This Begins


autor stipe07 às 22:01
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Quarta-feira, 18 de Março de 2015

Peter Doherty – Flags Of The Old Regime

Flags Of The Old Regime

Eterno enfant terrible da brit pop e lider dos The Libertines, banda atualmente em estúdio a gravar um novo álbum, Peter Doherty editou recentemente Flags Of The Old Regime, um single de tributo a Amy Winehouse e que viu a luz do dia através da Walk Tall Recordings.

Todos os lucros da venda deste single revertem a favor da Amy Winehouse Foundation, que trabalha junto de faixas etárias mais novas de modo a desencorajar o consumo de substâncias aditivas e psicotrópicas.

Na canção, Peter Doherty conta com a participações especial de Drew McConnell dos Babyshambles, Jamie Morrison, Stephen Large e Stephen Street, que também produziu o tema. Confere...

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[mp3 V0] ul ob zs uc


autor stipe07 às 13:12
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Domingo, 22 de Fevereiro de 2015

Noel Gallagher’s High Flying Birds – Ballad Of The Mighty I

Noel Gallagher's High Flying Birds - Ballad Of The Mighty I

O britânico Noel Gallagher e os High Flying Birds regressam aos discos em março de 2015 com Chasing Yesterday, atráves da Sour Mage Records e depois de ter sido revelado In The Heat Of The Moment, o primeiro single extraído do trabalho, uma edição que contava com Do The Damage como lado b, agora chegou a vez de Ballad Of Thr Mighty I, mais um tema que vive à sombra do caloroso e pujante indie rock britânico, a biblia sagrada por onde se orienta Noel Gallagher, ele que terá escrito algumas das páginas mais significativas dessas escrituras, não só nos Oasis, como noutros projetos em que se envolveu também como produtor. Revolution Song é o lado b deste single. Confere...

01. Ballad Of The Mighty I
02. Revolution Song


autor stipe07 às 15:21
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Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2015

Blur - Go Out




Go Out é o primeiro avanço divulgado de The Magic Whip, o primeiro álbum dos britânicos Blur desde o extraordinário Think Thank de 2003 e, de acordo com Damon albarn, finalizado apenas ontem. Anunciado esta manhã de forma surpreendente, quer o single quer a data de edição do disco, esta é uma novidade verdadeiramente incrivel, já que, apesar de ter havido sempre rumores de um novo tomo no cardápio desta banda, a verdade é que os receios de tal nunca vir a suceder foram sempre mais fortes.

The Macic Whip será colocado à venda a vinte e sete de abril e, já agora, o anúncio foi feito através de uma conferência de imprensa transmitida em streaming a partir de um restaurante chinês em Londres, onde a banda aproveitou também para anunciar um grande concerto para o Hyde Park, na capital britânica, no dia 20 de Junho. Confere a primeira amostra do disco...


autor stipe07 às 14:14
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Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2015

The Wombats – Greek Tragedy

The Wombats - Greek Tragedy

É já a seis de abril que os The Wombats de Matthew Murphy, Daniel Haggis e Tord Øverland-Knudsen, regressam aos discos com Glitterburg, um trabalho porduzido pela própria banda e por Mark Crew, que recentemente participou na produção de Bad Blood, o disco de estreia dos Bastille. Glitterburg é o terceiro álbum desta banda de Liverpool que se notabilizou por ofecer canções cheias de guitarras aceleradas, inflamadas com letras divertidas, sempre com um audível elevado foco na componente mais new wave do indie rock.

Greek Tragedy é o primeiro single divulgado de Glitterburg e o respetivo video, dirigido por Finn Keenan, mostra uma fã que tem uma devoção doentia pela banda, perseguindo os seus membros constantemente e invadindo as suas próprias casas e carros. Esta obsessão não é bem aceite pelo grupo, o que causa uma reação radical na admiradora. Confere...


autor stipe07 às 13:23
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