Sexta-feira, 28 de Novembro de 2014

Star Wars: The Force Awakens Trailer #1

Terminou a espera... Finalmente foram divulgadas as primeiras imagens de Star Wars Episode VII - The Force Awakens, filme realizado por J.J. Abrams e que tem como data prevista de estreia, dezembro de 2015.

Em cerca de minuto e meio podemos deliciar-nos com os novos X-wings, as novas fardas e equipamento dos stormtroopers e uma sequência em que o Millennium Falcon combate TIE fighters enquanto sobrevoam um deserto.

A sequência começa com a personagem interpretada por John Boyega, possivelmente um dos novos heróis do filme, vestido de stormtrooper e depois surge um pequeno droide numa espécie de parque de material aoeronaútico desativado. 

De seguida, os novos stormtroopers, completamente equipados, são largados em local desconhecido por uma nave de transporte e a personagem interpretada por Daisy Ridley surge em cima de um veículo inédito, deslocando-se em pleno deserto.

Finalmente, um piloto interpretado por Oscar Isaac surge no cockpit de um X-wing Starfighter e depois uma esquadrilha completa sobrevoa, a baixa altitude, um lago. De seguida, o dramatismo aumenta com a sequência de combate entre o Milleniun Falcon e os TIE Fighters e o trailer termina com uma figura sombria, no meio de uma floresta gelada, possivelmente Luke Skywalker, que murmura The dark side... and the light, empunhando um sabre de luz idêntico a uma espada medieval.

É possível fazer várias conjeturas acerca do enredo a partir deste trailer e a mais sombria é imaginar Luke no lado negro da força. Será? Que achas do trailer e que hipóteses colocas para a história?

Ficha Técnica:
Realizador: J.J. Abrams
Produtores: Kathleen Kennedy, J.J. Abrams e Bryan Burk
Argumento: Lawrence Kasdan, J.J. Abrams
Atores: John Boyega, Daisy Ridley, Adam Driver, Oscar Isaac, Andy Serkis, Lupita Nyong’o, Gwendoline Christie, Domhnall Gleeson, Max von Sydow, Harrison Ford, Carrie Fisher, Mark Hamill, Anthony Daniels, Peter Mayhew, Kenny Baker

 


autor stipe07 às 18:10
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Quarta-feira, 19 de Novembro de 2014

Noiserv - Everything should be perfect even if no one's there

Quase dez anos depois do primeiro concerto em Março de 2005, noiserv acaba de editar Everything should be perfect even if no one's there, o seu primeiro DVD, que acaba por ser uma excelente forma de assistirmos no conforto do nosso lar a um concerto de um dos músicos fundamentais do universo musical nacional. Com um alinhamento de nove canções, onde se escutam vinte e quatro instrumentos tocados por apenas um músico em palco, noiserv pretende comunicar conosco de um modo próximo, expondo sem receios toda a energia e emoção que coloca nos seus espetáculos, ao mesmo tempo que nos questiona sobre aquilo que nos move e faz procurar a perfeição.

Produzido pelo CANAL180 e também possível devido a uma parceria com a Filmesdamente e o Município de Ponte de Lima, o concerto documentado neste DVD foi filmado em março no lindíssimo Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima e regista fielmente o ambiente intimista e caloroso dos concertos da digressão de Almost Visible Orchestra e nos quais noiserv revisitou também algumas das músicas mais conhecidas dos discos anteriores.

 It's easy to be a marathoner even if you are a carpenter foi a canção escolhida para single deste registo ao vivo, gravado com seis câmaras e que foi ao encontro da vontade de noiserv em ter as pessoas mais perto num concerto, tentar encurtar a distância que existe sempre num auditório e registar todos os momentos importantes na sua forma de tocar estas músicas ao vivo.

Como extra, o DVD tem ainda o filme 53 minutes and a few seconds, que regista o processo de montagem de um concerto de noiserv. Dá uma vista de olhos ao sugestivo trailer de Everything should be perfect even if no one's there, adquire o DVD e no final confere a entrevista que o músico me concedeu a propósito deste lançamento fantástico!

 

Na entrevista que me concedeste na altura do lançamento de Almost Visible Orchestra, confessaste que não gostavas de criar expetativas, mas que desejavas muito que as músicas deste disco pudessem fazer parte da vida de algumas pessoas. Mais de um ano e vários concertos depois, estás feliz com tudo aquilo que Almost Visible Orchestra ofereceu à tua vida e à tua carreira e o sucesso do mesmo faz-te sentires realizado?

Sinto-me 100% realizado com este disco, é bom sentir, que mais de um ano depois, quando oiço o disco ainda sinto que não mudava nada, que é assim que faz sentido! Por outro lado o feedback das pessoas tem sido excecional, e se no fundo é para elas que as músicas existem, acho que era impossível ter corrido melhor.

Como acabou por surgir a ideia de editar um dos concertos da digressão de Almost Visible Orchestra em DVD? Foi algo espontâneo, ou já havia a vontade de um dia fazer algo do género?

Sempre tive a vontade de um dia ter um registo ao vivo das minhas canções, e senti que era agora ao fim de 3 discos a altura certa.

Houve algum cuidado especial em termos de produção nesse concerto em Ponte De Lima, ou quem assistiu a espetáculos teus, da mesma digressão, em salas semelhantes, sonoramente não irá notar a diferença?

Os concertos nunca são iguais, e dentro daquilo que os diferencia este é diferente de todos os outros.

Já agora, a que se deveu a escolha do Teatro Diogo Bernardes em Ponte de Lima? As caraterísticas da sala pesaram na escolha, ou teve a ver com questões de promoção, nomeadamente o apoio da Câmara Municipal desse Concelho?

A escolha deste teatro deveu-se exclusivamente ao facto de ser para mim uma das salas mais bonitas que temos no País e eu achar que era aí que fazia sentido. Felizmente tive um grande apoio do Municipio o que logisticamente foi muito importante.

Nesse concerto tocas nove músicas, rodeado por vinte e quatro instrumentos, qual one man show. Acredito que já te tenham feito esta pergunta várias vezes, mas não resisto… Como consegues ter controlo absoluto sobre toda a situação e qual foi a fonte da criatividade onde bebeste para conseguires oferecer algo tão bonito e sonoramente tão diversificado e abrangente sozinho?

Conseguir ter controlo sobre tudo, vem de muitos ensaios e de tocar muitas vezes. A fonte de criatividade é uma resposta dificil, as coisas não surgiram de uma só vez, foi algo que foi crescendo ao longo dos tempos, fruto de muita dedicação e vontade, julgo eu.

Desses vinte e quatro instrumentos há assim algum mais curioso, ou que tenha uma história especial que queiras partilhar connosco?

Eu acho que todos eles são especiais, principalmente porque foram todos comprados em locais e alturas diferentes. Tenho por exemplo um pianinho vermelho, muito pequeno, que comprei a um senhor de idade nas ruas de Berlim, quando há uns anos lá fui tocar.

O DVD chama-se Everything should be perfect even if no one's there. Além de ser um título em tudo semelhante ao conceito do nome das canções do disco, há alguma explicação lógica para o mesmo?

Há uma explicação muito forte que se percebe depois de ver o DVD :P, mas não vou revelar para não tirar a surpresa :)!

Ainda sobre o título, procuraste sempre a perfeição nos teus concertos nesta digressão, mais em termos de replicares com exatidão as canções conforme se escutam na versão de estúdio, ou fazê-lo obedecendo ao que idealizaste quando as imaginaste tocadas ao vivo? Em suma, houve momentos em que sentiste necessidade de improvisar no momento, mesmo que o público não tenha notado, ou correu tudo de acordo com o plano pré-estabelecido?

Quando falo em perfeição, é mais na dedicação que quero sempre ter em cada música, posso improvisar um instrumento, ou mudar algo no momento, agora o que procuro sempre que seja perfeito, é a minha dedicação total a quem se deslocou para ir ver um concerto meu.

Admiro a necessidade que sentes de ter o público próximo de ti, o modo como te expões, o grau de proximidade e até o carinho com que nos tratas, não só nos concertos, como nas redes sociais ou diariamente, quando és reconhecido. Como tem sido lidar com a exposição que Almost Visible Orchestra te proporcionou, apesar de já seres, anteriormente, um músico conhecido e reconhecido?

Eu acho que serei eternamente agradecido a todos aqueles que por gostarem do que eu faço, me deixam continuar a fazê-lo. Por isso, dentro de certos limites, acho que as pessoas merecem o carinho que tenho por todas elas, porque na realidade é o que sinto, um enorme agradecimento.

E sucessor? Há planos para voltar ao estúdio? E quanto a isso, volto a encerrar esta entrevista com a mesma questão da anterior… O que te move é apenas o acústico e o experimental ou gostarias no futuro de experimentar outras sonoridades? Em suma, o que podemos esperar do futuro discográfico de Noiserv?

O sucessor...pergunta dificil :P! Haverá certamente um sucessor, mas ainda não consigo ter uma previsão, por enquanto vou deixando apenas que as ideias comecem a surgir. O que podemos esperar, nem eu sei bem, só o tempo o dirá, também a mim.


autor stipe07 às 13:16
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Sexta-feira, 26 de Setembro de 2014

Thom Yorke - Tomorrow's Modern Boxes preview

Thom Yorke tem novo disco a solo. O trabalho chama-se Tomorrow's Modern Boxes e está já disponível para download digital e também em vinil na página oficial. Além disso, também já é oficial que os Radiohead se encontram em estúdio a gravar um novo longa duração do grupo. Em breve este novo disco de Thom Yorke será dissecado por cá.

Deixo-vos um aperitivo do disco e a tracklist. Fica atento...

"A Brain in a Bottle"
"Guess Again!"
"Interference"
"The Mother Lode"
"Truth Ray"
"There is No Ice (For my Drink)"
"Pink Section"
"Nose Grows Some"


autor stipe07 às 17:40
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Segunda-feira, 4 de Agosto de 2014

MagaFest 2014

A primeira edição do MagaFest, o festival de música nacional que propõe apresentar nove projectos musicais num só dia, terá lugar em Lisboa, na Casa Independente, no dia 6 de Setembro das 15h às 02h00m, no largo do Intendente, com o apoio da Tasca Tropical. J.P. Simões, Norberto Lobo, Bruno Pernadas e Tiago Sousa são algumas das presenças garantidas.

De acordo com o press release que me foi remetido pela Let's Start A Fire, uma das entidades promotoras do evento, MagaFest é a consequência natural das MagaSessions que viram passar pela casa da Inês Magalhães e do seu irmão Pedro mais de vinte espectáculos ao longo de dois anos. Músicos nacionais e internacionais fizeram desta casa a sua, apresentando aos convidados as mais diversas experimentações sonoras.

As MagaSessions nasceram espontaneamente da necessidade de ter um espaço em que músicos pudessem apresentar propostas das mais distintas origens sonoras. Aproveitando o ambiente informal, viveram-se, mais que concertos, encontros íntimos de criatividade, aproximando músicos e público.

As MagaSessions transformaram-se rapidamente num laboratório de experimentação, tanto para novos projectos como para autores consagrados do panorama musical português, tornando-se passagem obrigatória para quem gosta de aproveitar uma tarde de domingo entre amigos. Desafiar autores a apresentar-se em ambiente caseiro de forma a dar acesso à cultura, permitindo que se reúnam à volta de uma heterogénea selecção musical, sempre foi um dos grandes objectivos.

Se, no início, as sessões eram a convite da organização, há algum tempo que as portas se abriram a todo o tipo de projectos, ficando toda a produção, curadoria e comunicação a cargo de Inês Magalhães, que, incansavelmente, vai acolhendo não só músicos como artistas das mais variadas áreas.

Os bilhetes custam 15€ e estão à venda nas plataformas MagaSessions e Casa Independente e esta é, sem d´vida, uma excelente proposta para um final de verão diferente na capital.

www.magasessions.com   www.facebook.com/MagaSessions   www.vimeo.com/magasessions

MAGAFEST // 6 SETEMBRO - CASA INDEPENDENTE from MAGASESSIONS on Vimeo.

 


autor stipe07 às 12:35
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Sexta-feira, 6 de Junho de 2014

Dia D

Há precisamente 70 anos, nas praias da Normandia, uma geração inteira deu a vida pela liberdade e começou o futuro da Europa tal como hoje a conhecemos. Em tempos tão conturbados no nosso continente, é bom que este dia seja relembrado e contado às gerações vindouras... Para que nunca mais se repita!


autor stipe07 às 16:06
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Quinta-feira, 5 de Junho de 2014

Interpol - El Pintor

Depois de um interregno de quase quatro anos os Interpol já têm praticamente pronto El Pintor, o novo disco desta banda liderada por Paul Banks. Escrito e gravado durante o ano de 2013, em Nova Iorque, cidade de onde a banda é natural, nos estúdios Electric Lady Studios & Atomic Sound, por Mr. James Brown, El Pintor foi misturado em Londres, nos Assault & Battery Studios, por Alan Moulder.

Todas as canções de El Pintor foram escritas e produzidas pelos Interpol, com Daniel Kessler à guitarra, Samuel Fogarino na bateria e Paul Banks na voz, na guitarra e, pela primeira vez, no baixo. O disco conta com as participações especiais de Brandon Curtis (The Secret Machines) nos teclados em nove canções, de Roger Joseph Manning, Jr. (Beck) nos teclados em Tidal Wave e de Rob Moose (Bon Iver) a tocar violino e viola em Twice as Hard.
O álbum chegará aos escaparates a oito de setembro por cá e no dia seguinte nos Estados Unidos da América, mas já pode ser encomendado. A banda disponibilizou no seu site um video das sessões de gravação do disco e também já é conhecida a tracklist, dois detalhes que podes conferir abaixo. Agora é só esperar ansiosamente por setembro!

1. All the Rage Back Home
2. My Desire
3. Anywhere
4. Same Town, New Story
5. My Blue Supreme
6. Everything is Wrong
7. Breaker 1
8. Ancient Ways
9. Tidal Wave
10. Twice as Hard


autor stipe07 às 17:29
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Sexta-feira, 21 de Março de 2014

Videos musicais Lego

Apesar de terem posto termo à sua carreira, os LCD Soundsystem continuam a ser recordados. Uma das formas de o fazer foi o vídeo feito pela Lego de All My Friends, a ganhar uma versão, não oficial, com bonecos de Lego. Vê e compara com o original e não percas o filme destas peças mágicas criadas no reino da Dinamarca!

  
 
Anteriormente, já tinha sido dada a conhecer uma versão de Transmission, dos Joy Division, nos mesmos moldes...
 
E existem outros vídeos do género, alguns de músicas bastante conhecidas...
Circle Circle Dot Dot - Jamie Kennedy and Stu Stone
 

 P.O.D. - Youth Of The Nation

 
Radiohead - Street Spirit
 
Black Eyed Peas - Pump It
 
Queen - We Will Rock You
 
The Offspring - Gone Away
 
The Orange Strips - Kissed A Girl (It Wasn't You)

autor stipe07 às 19:44
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Terça-feira, 28 de Janeiro de 2014

Coachella 2014 - Cartaz Oficial

Já é conhecido o cartaz do próximo Coachella, um dos melhores festivais do mundo de música alternativa e que se vai realizar de onze a dezoito de abril. Do pop rock ao punk, passando pelo indie rock e a eletrónica, nessa semana vão-se encontrar na Califórnia algumas das melhores bandas e projetos musicais do mundo.

É um cartaz impressionante, só ao alcance de uma organização com fundos quase ilimitados e difícil de igualar. são imensas as bandas que eu adorava ver se fosse possível marcar lá presença e já há várias bandas a pronunciar-se, quer através das redes sociais quer de comunicados para a imprensa a enorme excitação por estarem lá presentes. Sem dúvida, um evento único e uma viagem que sugiro para quem tiver a possibilidade!

Anunciado cartaz de Coachella: quais destas bandas gostava de ver por cá? -


autor stipe07 às 17:06
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Domingo, 5 de Janeiro de 2014

Adeus Eusébio...

Uma das maiores mágoas que guardo do futebol foi nunca ter-te visto jogar, quer pelo meu Benfica quer pela Seleção Nacional. Mas desde pequenino ouvi falar muito de ti lá em casa e, ao perceber o grande jogador e o grande Homem que foste, aprendi cedo a admirar-te. Quando na televisão comecei a ver as tuas jogadas, então tive a certeza que foste e sempre serás o verdadeiro... Rei! Obrigado, Eusébio...


autor stipe07 às 12:32
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Sábado, 28 de Dezembro de 2013

Os melhores discos de 2013 (10 - 01)

10 - The Flaming Lips -The Terror

Uma das bandas fundamentais e mais criativas do cenário musical indie e alternativo são, certamente, os norte americanos The Flaming Lips, de Oklahoma. Uma das virtudes e encantos deles foi sempre a capacidade de criarem discos algo desfasados do tempo real em que foram lançados, quase sempre relacionados com um tempo futuro, cenários imaginados e universos paralelos. The Terror segue esta permissa temporal, agora num futuro pós apocalítico mas, tematicamente, parece ser um trabalho muito terreno, digamos assim, porque fala imenso do amor, mas também do abandono e da proximidade com a morte. A poesia dos The Flaming Lips é sempre metafórica, o que faz deles um grupo ao mesmo tempo próximo e distante da nossa realidade, capaz de atrair quem se predispõe a tentar entendê-los para cenários complexos, mas repletos de sensações únicas e que só eles conseguem transmitir.

CD 1
01. Look… The Sun Is Rising
02. Be Free, A Way
03. Try To Explain
04. You Lust
05. The Terror
06. You Are Alone
07. Butterfly, How Long It Takes To Die
08. Turning Violent
09. Always There In Our Hearts

CD 2
01. Sun Blows Up Today
02. All You Need Is Love

 

9 - Sigur Rós - Kveikur

Quem conviveu intimamente na última década com a música dos Sigur Rós e criou algumas defesas quanto à possível transformação sonora da banda, tornando-se algo purista relativamente à fórmula que sempre adoptaram, terá já torcido o nariz a Valtari e ainda mais desapontado ficará com Kveikur. Mas, se quem teve essa tal convivência íntima de espírito aberto e são e predisposto a aceitar novos rumos, tem em Kveikur um novo manancial de de detalhes e nuances instrumentais para explorar e descobrir, um exercício musical que certamente será do agrado de quem não se importa de descobrir uns Sigur Rós mais crús, diretos e psicadélicos, mas que não deixam, mesmo assim, de nos fazer flutuar num universo de composições etéreas e sentimentalmente atrativas.

01. Brennisteinn
02. Hrafntinna
03. Ísjaki
04. Yfirborð
05. Stormur
06. Kveikur
07. Rafstraumur
08. Bláþráður
09. Var

 

8 - Foxygen - We Are The 21st Century Ambassadors of Peace and Magic

We Are The 21st Century Ambassadors Of Peace & Magic é um ensaio de assimilação de heranças, como se da soma que faz o seu alinhamento nascesse um mapa genético que define o universo que motiva os Foxygen. É um impressionante passo em frente quando comparado com Take the Kids Off Broadway e um disco vintage, fruto do psicadelismo que, geração após geração, conquista e seduz, com as suas visões de uma pop caleidoscópia e o seu sentido de liberdade e prazer juvenil e suficientemente atual, exatamente por experimentar tantas referências do passado.

In The Darkness

No Destruction

On Blue Mountain

San Francisco

Bowling Trophies

Shuggie

Oh Yeah

We Are the 21st Century Ambassadors of Peace & Magic

Oh No 2

 

7 - Weekend - Jinx

A cuidada sujidade ruidosa que os Weekend produzem é feita com justificado propósito usando a distorção das guitarras como veículo para a catarse de vários conflitos emocionais e conotações filosóficas, as grandes temáticas das dez letras de Jinx. Esta acaba por ser a fórmula que faz deste álbum um conjunto coeso de dez canções, com uma estrutura muito bem construída, que não vão dececionar quem aprecia o rock alternativo dos anos oitenta, firmado num estilo sonoro que tanto tem um sabor algo amargo e gótico como, ao mesmo tempo, encontra raízes numa espécie de hardcore luminoso.

Weekend - Jinx

01. Mirror
02. July
03. Oubliette
04. Celebration, FL
05. Sirens
06. Adelaide
07. It’s Alright
08. Rosaries
09. Scream Queen
10. Just Drive

6 - Franz Ferdinand - Right Thoughts, Right Words, Right Action

O grande segredo dos Franz Ferdinand reside na capacidade que demonstram de se renovarem e exerimentarem coisas novas e, ao mesmo tempo, não quererem complicar! É curioso até perceber que, de disco para disco, a noção de simplicidadce está cada fez mais presente, já que agora nem se vislumbram alguns arranjos eletrónicos que constavam de alguns dos anteriores alinhamentos da banda. Para este grupo quem dita as regras são eles próprios, apesar de pequenos detalhes que nos remetem para outros projetos, com os Gang Of Four à cabeça. Mas o importante é que a ideia de festa esteja sempre presente.

Franz Ferdinand - Right Thoughts, Right Words, Right Actions

01. Right Action
02. Evil Eye
03. Love Illumination
04. Stand on the Horizon
05. Fresh Strawberries
06. Bullet
07. Treason! Animals.
08. The Universe Expanded
09. Brief Encounters
10. Goodbye Lovers And Friends

 

5 - Crystal Stilts - Nature Noir

Mestres em dissecar uma já clássica relação estreita entre o rock de garagem e o punk psicadélico e exímios na forma como colocam na voz aquele cariz algo sombrio que tão bem os carateriza, em Nature Noir, os Crystal Stilts apresentam-nos dez canções viscerais e cheias de estilo, tão enevoadas como a penumbra que rodeia o próprio grupo, mas também tão luminosas como só as bandas que sabem ser eficazes à sombra das suas próprias regras conseguem ser.

01. Spirit In Front Of Me
02. Star Crawl
03. Future Folklore
04. Sticks And Stones
05. Memory Room
06. Worlds Gone Weird
07. Darken The Door
08. Electrons Rising
09. Nature Noir
10. Phases Forever

 

4 - Youth Lagoon - Wondrous Bughouse

Mesmo que a loucura seja uma espécie de fio condutor de Wondrous Bughouse e que ela seja tratada como um referencial que flutua constantemente entre a metáfora e a realidade, através de letras corroídas pelo medo de encarar o quotidiano adulto, as melodias ascendentes e alegres do disco, fazem dele uma obra prima, porque raramente um compositor conseguiu analisar o universo de um jovem adulto com tanta veracidade e dor e, simultaneamente, deixar-nos com um enorme sorriso nos lábios quando somos confrontados com a beleza melódica de que se serve para atingir tal desiderato.

01. Through Mind and Back
02. Mute
03. Attic Doctor
04. The Bath
05. Pelican Man
06. Dropla
07. Sleep Paralysis
08. Third Dystopia
09. Raspberry Cane
10. Daisyphobia

3 - Unknown Mortal Orchestra - II

Em II, os Unknown Mortal Orchestra aperfeiçoam letras e ruídos, duas vertentes essencias do seu cariz identitário. Em relação à estreia, o disco tem uma sonoridade mais grandiosa e controlada, ao mesmo tempo. As canções têm um maior volume e densidade, mas continuam a soar muito bem em ambientes fechados e reduzidos. A simplicidade não deixa de se fazer notar e o disco flutua num ambiente próprio, livre de exageros e coerente com a proposta determinada pela banda e que, como ficou patente na estreia, sustenta-se na dualidade existente nos tais laços entre a psicadelia e o R&B. Coerente com vários discos que têm revivido os sons outrora desgastados das décadas de sessenta e setenta, II é uma viagem ao passado sem se desligar das novidades e marcas do presente.

01 – From The Sun
02 – Swim And Sleep (Like A Shark)
03 – So Good At Being In Trouble
04 – One At A Time
05 – The Opposite Of Afternoon
06 – No Need For A Leader
07 – Monki
08 – Dawn
09 – Faded In The Morning
10 – Secret Xtians

2 - The National - Trouble Will Find Me

Como é normal com todos os discos dos The National, Trouble Will Find Me é uma rodela que exige tempo, que se revela a pouco e pouco e que só será devidamente entendida após várias e repetidas mas dedicadas audições. É um álbum muito bem produzido, sem lacunas, com elevada coerência e sequencialidade, mas é sobretudo um exercício de audição individual das canções. Com ele os The National firmam a sua posição na classe dos artistas que basicamente só melhoram com o tempo.

The National - Trouble Will Find Me

01. I Should Live In Salt
02. Demons
03. Don’t Swallow The Cap
04. Fireproof
05. Sea Of Love
06. Heavenfaced
07. This Is The Last Time
08. Graceless
09. Slipped
10. I Need My Girl
11. Humiliation
12. Pink Rabbits
13. Hard To Find

 

1 - Arcade Fire - Reflektor

Reflektor é um disco altamente preciso e controlado, pensado ao mínimo detalhe e que vai ao encontro das enormes expetativas que sobre ele recaiam, ainda por cima num ano em que a concorrência mais direta lançou discos, alguns deles com uma elevada bitola qualitativa. É um salto qualitativo em frente na carreira dos Arcade Fire por ter colocado um enorme ponto de interrogação nos fãs e apreciadores da banda relativamente ao futuro sonoro do grupo

Arcade Fire - Reflektor

CD 1
00. Hidden Track
01. Reflektor
02. We Exist
03. Flashbulb Eyes
04. Here Comes The Night Time
05. Normal Person
06. You Already Know
07. Joan Of Arc

CD 2
01. Here Comes The Night Time II
02. Awful Sound (Oh Eurydice)
03. It’s Never Over (Oh Orpheus)
04. Porno
05. Afterlife
06. Supersymmetry


autor stipe07 às 15:26
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