Segunda-feira, 28 de Dezembro de 2015

Os melhores discos de 2015 (20-11)

Aproxima-se o final do ano e o momento de fazer o balanço discográfico de 2015. Como é habitual, Man On The Moon começa hoje a publicar a lista daqueles que considera terem sido os vinte melhores discos do ano, abrindo as hostilidades com os lançamentos discográficos posicionados da vigésima à décima primeira posição. Confere...

20 - Moon Duo - Shadow Of The Sun

Shadow Of The Sun é o terceiro tomo de uma saga que merece figurar já nos anais dos melhores percursos discográficos da última década, mais uma coleção de nove excelentes canções e que elevam os Moon Duo para um patamar superior de qualidade e de inedetismo quando se compara este trabalho com tudo o que a dupla apresentou até então. Esta é uma irrepreensível coletânea de rock psicadélico, proposta por um casal que aposta numa espécie de hipnose instrumental pensada para nos levar numa road trip pelo deserto, com o sol quente na cabeça, à boleia das cordas, da bateria e do sintetizador, uma viagem lisérgica através do tempo, até há quase meio século, em completo transe.

Moon Duo - Shadow Of The Sun

01. Wilding
02. Night Beat
03. Free The Skull
04. Zero
05. In A Cloud
06. Thieves
07. Slow Down Low
08. Ice
09. Animal

19 - Vetiver - Complete Strangers

Vetiver é mestre a misturar harmoniosamente a exuberância acústica das cordas com a sua voz grave, mas suave e confessional, sendo este um álbum ameno, íntimo e cuidadosamente produzido, além de arrojado no modo como exala uma enorme elegância e sofisticação. As canções deste disco falam do nosso interior com clareza e ressuscitam o que de melhor a mente humana pode sentir, sendo a sua audição uma experiência ímpar e de ascenção plena a um estágio superior de letargia. Os lindíssimos acordes que nos vão surpreendendo ao longo do álbum dão-nos a motivação necessária para acreditarmos que vale a pena esse sacrifício desgastante de calcorrear a vida real, desde que haja portos de abrigo como este durante o percurso, trabalhos discográficos que nos dão as pistas certas para uma vivência existencial plena e verdadeiramente feliz.

Vetiver - Complete Strangers

01. Stranger Still
02. From Now On
03. Current Carry
04. Confiding
05. Backwards Slowly
06. Loose Ends
07. Shadows Lane
08. Time Flies By
09. Edgar
10. Last Hurrah

18 - Courtney Barnett - Sometimes I Sit And Think, And Sometimes I Just Sit

Respirar ao som deste disco é saborear automaticamente um clima festivo sem paralelo e dar de caras com um compêndio sonoro que não poderia ter melhor nome, já que nele Courtney prende hermeticamente nos seus punhos e transmite depois para as letras e finalmente, para o modo como as canta, o turbilhão ruminante de uma qualquer mente quotidiana, criando um universo familair e cativante que facilmente nos enclausura. São onze canções que podem tornar-se futuramente em clássicos intemporais, uma verdadeira explosão de cores e ritmos, personificada num disco arrebatador e real, sobre sentimentos reais, mudanças que surgem para balançar o que parecia estável, sobre problemas que vêm de dentro para fora e que podem atingir o outro ou qualquer um de nós.

Elevator Operator
Pedestrian at Best
An Illustration of Loneliness (Sleepless in NY)
Small Poppies
Depreston
Aqua Profunda!
Dead Fox
Nobody Really Cares if You Don't Go to the Party
Debbie Downer
Kim's Caravan
Boxing Day Blues

17 - Overlake - Sighs

Sighs é um excelente disco e um dos seus maiores atributos é ser ainda apenas a base de algo ainda maior que esta banda irá desenvolver. Aqui encontras dez canções que quer estejam assentes numa pop com traços de shoegaze ou num indie rock carregado de psicadelia, trazem sempre consigo uma sobriedade sentimental que pode servir de contraponto em instantes mais sombrios e de cariz lo-fi, mas também para marcar a intensa aúrea vincadamente orgânica e, por isso, fortemente sensual que envolve os Overlake e para mostrar, com ousadia, a verdadeira personalidade do agregado sentimental que carateriza este grupo.

Overlake - Sighs

01. First
02. Disappearing
03. Not Enough
04. Back To The Water
05. Fell Too Far
06. Your KS
07. We’ll Never Sleep
08. Our Sky
09. Is This Something?

16 - Foreign Diplomats - Princess Flash

Com nuances variadas e harmonias magistrais, em Princess Flash tudo se orienta com o propósito de criar um único bloco de som, fazendo do disco um corpo único e indivisível e com vida própria, com os temas a serem os seus orgãos e membros e a poderem personificar no seu todo um groove e uma ligeireza que fazem estremecer o nosso lado mais libidinoso, servidos em bandeja de ouro por um compêndio aventureiro, mas também comercial, que deve figurar na prateleira daqueles trabalhos que são de escuta essencial para se perceber as novas e mais inspiradas tendências do indie rock contemporâneo, além de ser, claramente, um daqueles discos que exige várias e ponderadas audições, porque cada um dos seus temas esconde texturas, vozes, batidas e mínimas frequências que só são percetíveis seguindo essa premissa.

Foreign Diplomats - Princess Flash

01. Lies (Of November)
02. Comfort Design
03. Queen+King
04. Color
05. Flash Sings For Us
06. Lily’s Nice Shoes!
07. Beni Oui Oui
08. Mexico
09. Guns (Of March)
10. Crown
11. Drunk Old Paul (And His Wild Things)

15 - Beach House - Depression Cherry

A pop experimental dos Beach House está cada vez mais elaborada e charmosa. E Depression Cherry é tudo menos um disco igual a tantos outros ou um compêndio sonoro comum. Nele viajamos bastante acima do solo que pisamos, numa pop com traços de shoegaze e embrulhada numa melancolia épica algo inocente, mas com uma tonalidade muito vincada e que sopra na nossa mente de modo a envolvê-la com uma elevada toada emotiva e delicada, uma receita que faz o nosso espírito facilmente levitar e que provoca um cocktail delicioso de boas sensações.

Beach House - Depression Cherry

01. Levitation
02. Sparks
03. Space Song
04. Beyond Love
05. 10:37
06. PPP
07. Wildflower
08. Bluebird

14 - The Jungle Giants - Speakerzoid

Speakerzoid é um inventido e luxuriante compêndio de canções que entre o indie rock, o hip hop e a pop psicadélica, nos oferece uma sonoridade geral heterógenea e uma groove viajante com uma estética mais próxima de uma certa pop negra avançada, fazendo-o com uma vibração excitante, numa revisão da psicadelia que busca pontos de encontro com o rock clássico. Cheio de espaço, com texturas e fôlegos diferentes e onde é transversal uma sensação de experimentação caseira, Speakerzoid clarifica as novas coordenadas que se apoderaram do departamento de inspiração deste quarteto, mostrando uns The Jungle Giants cada vez mais heterogéneos e abrangentes.

The Jungle Giants - Speakerzoid

01. Every Kind Of Way
02. Devil’s Play
03. Kooky Eyes
04. Lemon Myrtle
05. What Do You Think
06. Mexico
07. Creepy Cool
08. Not Bad
09. It Gets Better
10. Together We Can Work Together
11. Tambourine
12. Work It Out (Bonus Track)

13 - Tame Impala - Currents

Cheio de espaço, minimal e carregado de sintetizadores impregnados de efeitos, com texturas e fôlegos diferentes e onde aquela sensação de experimentação caseira ainda bem presente, além de letras simples e até algo vagas, Currents clarifica as novas coordenadas que se apoderaram do departamente de inspiração de Parker, sendo o resultado da sua nova ambição em se rodear com uma aúrea resplandescente e romântica e de mostrar uns Tame Impala renovados e cada vez mais heterogéneos e abrangentes.

Tame Impala - Currents

01. Let It Happen
02. Nangs
03. The Moment
04. Yes I’m Changing
05. Eventually
06. Gossip
07. The Less I Know The Better
08. Past Life
09. Disciples
10. Cause I’m A Man
11. Reality In Motion
12. Love/Paranoia
13. New Person, Same Old Mistakes

12- Leapling - Vacant Page

Vacant Pagé é um disco cheio de emoções fortes, inédito no modo como dificulta uma catalogação rigida e bem balizada, intemporal no cruzamento transversal que faz entre os mais variados espetros do universo sonoro indie, delicado na invocação de sentimentos felizes, divertido na forma como esbanja ritmo e sensualidade e jovial no modo como pode conquistar na nossa prateleira discográfica aquele recanto especial onde se guardam aquelas coleções de canções que chamamos para a parada dos nossos momentos mais genuínos, muitas vezes ocupados na busca por uma musicalidade amena, coberta por uma aúrea de sensibilidade e fragilidade romântica indisfarçáveis.

Vacant Page cover art

Negative Space

Flesh Meadows

N.E.R.V.E.

Going Nowhere

Crooked

Retrograde

Silent Stone

Hung Out To Dry

Slip Slidin' Away

In Due Time

11 - Pond - Man It Feels Like Space Again

Querendo estar mais perto do grande público e serem comercialmente mais acessíveis, nesta parada psicotrópica explicitamente aberta ao experimentalismo que é Man It Feels Like Space Again, além de não colocarem em causa a sua própria integridade sonora ou descurarem a essência do projeto, propôem mais um tratado de natureza hermética e não se cansando de quebrar todas as regras e até de desafiar as mais elementares do bom senso que, no campo musical, quase exigem que se mantenha intocável a excelência, conseguem conquistar novas plateias com distinção. Os Pond sabem como impressionar pelo arrojo e mesmo que incomodem em determinados instantes da audição, mostram-se geniais no modo como dão vida a mais um excelente tratado sonoro do melhor revivalismo que se escuta atualmente relativamente ao rock psicadélico do século passado. Espero que aprecies a sugestão...

Pond - Man It Feels Like Space Again

01. Waiting Around For Grace
02. Elvis’ Flaming Star
03. Holding Out For You
04. Zond
05. Heroic Shart
06. Sitting Up On Our Crane
07. Outside Is The Right Side
08. Medicine Hat
09. Man It Feels Like Space Again


autor stipe07 às 17:17
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Domingo, 20 de Dezembro de 2015

Os Melhores Discos de 2015: As Escolhas dos Leitores

Aproxima-se o final do ano e o momento de fazer o balanço discográfico de 2015. Como é habitual, este blogue irá publicar a lista daqueles que considera terem sido os vinte melhores discos do ano, mas em Man On The Moon os leitores também tiveram direito a opinar sobre este assunto.

Para esta edição especial de Os Melhores Discos de 2015: Lista dos Leitores, o blogue propôs aos seus seguidores e leitores que votassem naqueles que consideraram terem sido os cinco melhores discos nacionais e internacionais de 2015. Essa votação poderia ser feita até ao passado dia dezoito de dezembro (sexta-feira), por email.

Como apenas três leitores participaram no evento, o blogue considera justo divulgar a votação de cada um deles, em vez de fazer um levantamento dos trabalhos mais citados. Seguem as três listas recebidas e em breve divulgarei qual dos três foi o grande vencedor deste concurso, a escolher por sorteio.

Luis Ferreira

Lista Nacional 
1 Tv Rural Sujo
2 Beatify Junkyards The beast shouted love
3 Os Capitaes da Areia A Viagem dos capitaes da Areia a bordo do Apolo 70
4 Pega Monstro Alfarroba
5 Benjamim Auto-Radio
 
Lista Internacional
1 Father John Misty I love you honeybear
2 Tame Impala Currents
3 Joanna Newson Divers
4 Beach House Depression Cherry
5 Wilco Star Wars
 
Ricardo Fernandes
Lista Nacional:
1 Best Youth
2 Os Capitães da Areia
3 Balla
4 David Fonseca
5 Modernos
 
Lista Internacional:
1 Tame Impala
2 Blur
3 Viet Cong
4 Pond
5 Foals
 
Pedro Pereira
Lista Nacional
1 - Fandango - Fandango
2 - A Jigsaw - No True Magic
3 - Best Youth - Highway Moon
4 - Moulinex - Elsewhere
5 - Márcia - Quarto Crescente 
 
Lista Internacional
1 - Sufjan Stevens - Carrie & Lowell 
2 - Max Richter - from SLEEP
3 - Beach House - Thank Your Lucky Stars
4 - Destroyer - Poison Season
5 - Daniel Knox - Daniel Knox
 

autor stipe07 às 18:38
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Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2015

Os Melhores Discos de 2015: Lista dos Leitores

Aproxima-se o final do ano e o momento de fazer o balanço discográfico de 2015. Como é habitual, este blogue irá publicar a lista daqueles que considera terem sido os vinte melhores discos do ano, mas em Man On The Moon os leitores também têm direito a opinar sobre este assunto.

Para esta edição especial de Os Melhores Discos de 2015: Lista dos Leitores, o blogue propôe aos seus seguidores e leitores que votem naqueles que consideram terem sido os cinco melhores discos nacionais e internacionais de 2015. Essa votação poderá ser feita até ao dia dezoito de dezembro (sexta-feira), por email (stipe07@gmail.com), seguindo o exemplo abaixo.

Lista Nacional

1. _______________________ 
2. _______________________ 
3. _______________________ 
4. _______________________ 
5. _______________________

Lista Internacional

1. _______________________
2. _______________________ 
3. _______________________ 
4. _______________________ 
5. _______________________ 

Importante: Só serão aceites discos lançados em 2015. Votos com discos lançados noutros anos serão anulados, portanto, é importante prestar atenção às escolhas.

Todos os votantes que enviem propostas válidas ficam habilitados ao sorteio de uma lembrança sonora deste blogue, que chegará, posteriormente, à morada do mesmo. De que estás à espera? Envia-nos a tua lista...


autor stipe07 às 13:05
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Quinta-feira, 8 de Outubro de 2015

Beach House - Thank Your Lucky Stars (preview)

Beach House Releasing New Album Thank Your Lucky Stars Next Week

Ainda há poucas semanas chegou às lojas, através da Sub Pop, Depression Cherry, o quinto álbum da dupla Beach House, um projeto sedeado em Baltimore, no Maryland, formado pela francesa Victoria Legrand e pelo norte americano Alex Scally e a dupla já tem outro longa duração na forja e prestes a ver a luz do dia. Thank Your Lucky Stars é o novo álbum dos Beach House, será editado já a dezasseis de outubro e, de acordo com a banda, não é uma compilação de b sides de Depression Cherry ou uma espécie de segundo capítulo do mesmo, mas uma coleção de canções com uma filosofia e uma sonoridade totalmente diferentes, estando ambos muito satisfeitos com o resultado final.

Confere o artwork e o alinhamento deste Thank Your Lucky Stars, um trabalho que será certamente alvo de crítica neste espaço muito em breve e um pequeno filme sobre os Beach House intitulado Forever Still...

We are very excited, it's an album being released the way we want," the band wrote onTwitter. "It's not a companion to Depression Cherry or a surprise or b-sides." (We beg to differ: It very much IS a surprise.

01 Majorette
02 She's So Lovely
03 All Your Yeahs
04 One Thing
05 Common Girl
06 The Traveller
07 Elegy to the Void
08 Rough Song
09 Somewhere Tonight


autor stipe07 às 12:49
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Sábado, 30 de Maio de 2015

Noiserv @ Castelo de Paiva

Uma das mentes mais brilhantes e inspiradas da música nacional chama-se David Santos e assina a sua música como Noiserv. Vindo de Lisboa, Noiserv trará na bagagem um compêndio de canções que fazem parte dos EPs  56010-92 e A Day in the Day of the Days , dos álbuns One Hundred Miles from Thoughtless e Almost Visible Orchestra e do DVD Everything Should Be Perfect Even if no One's There, uma já assinalável discografia, ímpar no cenário musical nacional, de um artista que trouxe uma nova forma de compôr e fazer música e que gosta de nos deixar no limbo entre o sonho feito com a interiorização da cor e da alegria sincera das suas canções e a realidade às vezes tão crua e que ele também sabe tão bem descrever.

No próximo dia dezanove de junho, Noiserv estará em Castelo de Paiva, no auditório municipal, a partir das 21:30, para nos embalar com os seus acordes, num espetáculo organizado em parceria por este blogue, a Academia de Música de Castelo de Paiva, a Rádio Paivense FM e a Câmara Municipal de Castelo de Paiva.

Este espetáculo servirá também para homenagear Sérgio Vieira, uma figura incontornável do universo musical paivense, que recentemente nos deixou e que era leitor assíduo deste blogue, além de um grande fã de Noiserv e da sua música.

Os bilhetes, com um preço único de 5 euros e limitados a uma lotação de duzentos lugares, podem ser já adquiridos através do contacto 962751689, nas instalações Rádio Paivense, no Posto de Turismo local, no Café Central ou, caso ainda existam disponíveis no dia do concerto, na bilheteira do Auditório Municipal. Oportunamente serão divulgados mais locais de venda.

Contamos com a tua presença numa noite que será certamente muito bonita e inesquecível! Para já, fiquemos com uma pequena amostra do que poderá ser este concerto único...


autor stipe07 às 16:03
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Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2015

Blur - Go Out




Go Out é o primeiro avanço divulgado de The Magic Whip, o primeiro álbum dos britânicos Blur desde o extraordinário Think Thank de 2003 e, de acordo com Damon albarn, finalizado apenas ontem. Anunciado esta manhã de forma surpreendente, quer o single quer a data de edição do disco, esta é uma novidade verdadeiramente incrivel, já que, apesar de ter havido sempre rumores de um novo tomo no cardápio desta banda, a verdade é que os receios de tal nunca vir a suceder foram sempre mais fortes.

The Macic Whip será colocado à venda a vinte e sete de abril e, já agora, o anúncio foi feito através de uma conferência de imprensa transmitida em streaming a partir de um restaurante chinês em Londres, onde a banda aproveitou também para anunciar um grande concerto para o Hyde Park, na capital britânica, no dia 20 de Junho. Confere a primeira amostra do disco...


autor stipe07 às 14:14
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Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2015

Yes, Gorillaz Returns

Mais de três anos após o lançamento de The Fall, os Gorillaz de Damon Albarn e Jamie Hewlett deram finalmente indicações concretas de que o regresso poderá estar próximo e que o período de hibernação terá, finalmente, o seu epílogo.

Foi o próprio Jamie Hewlett quem confirmou a novidade no Instagram, com a mensagem de Yes, Gorillaz Returns, precedida de imagens de novos desenhos de Murdoc e Noodle.

Depois de Murdoc, Noodle e os restantes companheiros terem gravado The Fall numa ilha secreta flutuante no Pacífico Sul, onde instalaram o quartel-general da Plastic Beach, feito de detritos, ruínas e restos da humanidade, fica agora a curiosidade para perceber onde será o local de gravação do novo trabalho da banda virtual mais conhecida do planeta e umas das minhas preferidas, que deverá ver a luz do dia lá para 2016.
Em 2014, Damon Albarn lançou o seu primeiro álbum de originais, Everyday Robots , e tinha logo anunciado planos para este novo disco dos Gorillaz, mas também para os fantásticos The Good, The Bad & The Queen. Recordemos dois dos melhores momentos destes dois projetos.

 

 


autor stipe07 às 14:03
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Sábado, 27 de Dezembro de 2014

Os melhores discos de 2014 (10-01)

10 - Black Whales - Throught The Prim, Gently

Há uma farta beleza utópica nas composições dos Black Whales, assim como as belas orquestrações que vivem e respiram lado a lado com as distorções e arranjos mais agressivos. Throught The Prim, Gently esbanja todo o esmero e a paciência do quarteto em acertar os mínimos detalhes de um disco. Das guitarras que escorrem ao longo de todo o trabalho, passando pelos arranjos de cordas, pianos, efeitos e vozes, tudo se movimenta de forma sempre estratégica, como se cada mínima fração do projeto tivesse um motivo para se posicionar dessa forma. Ao mesmo tempo em que é possível absorver a obra como um todo, entregar-se aos pequenos detalhes que preenchem o trabalho é outro resultado da mais pura satisfação, como se a banda projetasse inúmeras possibilidades e aventuras ao ouvinte em cada canção, assentes num misto de pop psicadélica e rock progressivo.

Black Whales - Through The Prism, Gently

01. Spilt Personalities
02. Avalon
03. The Warm Parade
04. Are You The Matador
05. Red Fantastic
06. Come Get Immortalized
07. No Sign Of Life
08. O Fortuna
09. Do You Wanna Dance?
10. You Don’t Get Your Kicks
11. Tiny Prisms
12. Metamorphosis

9 - Foxygen - ...And Star Power

Deliciosamente arrojado e mal acabado, ...And Star Power é um ensaio de assimilação de heranças, como se da soma que faz o seu alinhamento de vinte e quatro canções nascesse um mapa genético que define o universo que motiva os Foxygen, uma banda com uma identidade muito própria e um sentido melódico irrepreensível. Numa dupla que primeiro se estranha, mas depois se entranha, é um impressionante passo em frente quando comparado com os registos anteriores, num disco vintage, fruto do psicadelismo que, geração após geração, conquista e seduz, com as suas visões de uma pop caleidoscópia e o seu sentido de liberdade e prazer juvenil e suficientemente atual, exatamente por experimentar tantas referências do passado.

I: The Hits & Star Power Suite
Star Power Airlines
How Can You Really
Coulda Been My Love
Cosmic Vibrations
You & I
Star Power I: Overture
Star Power II: Star Power Nite
Star Power III: What Are We Good For
Star Power IV: Ooh Ooh
II: The Paranoid Side
I Don’t Have Anything / The Gate
Mattress Warehouse
666
Flowers
Wally’s Farm
Cannibal Holocaust
Hot Summer
III: Scream: A Journey Through Hell
Cold Winter / Freedom
Can’t Contextualize My Mindi
Brooklyn Police Station
The Game
Freedom II
Talk
IV: Hang On To Love
Everyone Needs Love
Hang

8 - You Can't Win Charlie Brown - Diffraction/Refraction

Diffraction / Refraction é uma espécie de pintura sonora carregada de imagens evocativas, pintadas com melodias acústicas bastante virtuosas e cheias de cor e arrumadas com arranjos meticulosos e lúcidos, que provam a sensibilidade dos You Can't Win Charlie Brown para expressar pura e metaforicamente a fragilidade humana. E não restam dúvidas que eles combinam com uma perfeição raramente ouvida a música pop com sonoridades mais clássicas. No que diz respeito à escrita, uma espécie de fantasmagoria impregna a poesia das canções, por isso Diffraction / Refraction recordou-me também tempos idos, sonhos e aquelas pessoas especiais que não estão mais entre nós, mas que ficaram fotografadas por uma máquina em tudo semelhante à da capa na nossa memória.

1 - After December
2 - Fall For You
3 - Post Summer Silence
4 - Be My World
5 - I Wanna Be Your Fog
6 - Shout
7 - Natural Habitat
8 - Heart
9 - From Her Soothing Mouth
10 - Under
11 - Won’t Be Harmed

7 - Parquet Courts - Sunbathing Animal

Independentemente de todas as referências nostálgicas que Sunbathing Animal possa suscitar, o que importa reter é o seu conteúdo musical e a verdade é que neste trabalho os Parquet Courts apresentam-nos uma sucessão incrível de canções que são potenciais sucessos e singles, temas que parecem ter viajado no tempo e amadurecido numa simbiose entre garage rockpós punk e rock, até se tornarem naquilo que são, peças sonoras que querem brincar com os nossos ouvidos, sujá-los com ruídos intermináveis e assim, proporcionarem uma audição leve e divertida.

01 Bodies
02 Black and White
03 Dear Ramona
04 What Color Is Blood
05 Vienna II
06 Always Back in Town
07 She's Rollin
08 Sunbathing Animal
09 Up All Night
10 Instant Disassembly
11 Duckin and Dodgin
12 Raw Milk
13 Into the Garden

6 - Sunbears! - Future Sounds

Future Sounds contém um cardápio instrumental bastante diversificado e prova que os Sunbears! entram no estúdio de mente aberta e dispostos a servir-se de tudo aquilo que é colocado ao seu dispor para criar música. Consegui-lo é ser agraciado pelo dom de se fazer a música que se quer e ser-se ouvido com particular devoção e estes norte americanos conseguem-no com uma quase pueril simplicidade, ao mesmo tempo que mostram capacidade para reinventar, reformular ou simplesmente replicar o que de melhor tem o indie rock psicadélico nos dias de hoje para nos oferecer. Assim, Future Sounds é um trabalho que faz uma espécie de simbiose entre a pop e o experimentalismo, temperado com variadas referências típicas do shoegaze e da psicadelia e carregadas de ácidos, um caldeirão sonoro feito por um coletivo que sabe melhor do que ninguém como recortar, picotar e colar o que de melhor existe no chamado electropsicadelismo.

Sunbears! - Future Sounds

01. Future Sounds

02. He’s a Lie! He’s Not Real!
03. I’m Feelin’ Low
04. Don’t Take Too Many Things
05. Overspiritualized
06. How Do You Go Forward??
07. Now You’re Gone
08. I Dreamed a Dream (That I Dreamt You)
09. Laughing Girl!
10. A Sad Case of Hypersomnia
11. Love (Breaks All Sadness)

5 - Teleman - Breakfast

Este disco consegue transmitir, com uma precisão notável, sentimentos que frequentemente são um exclusivo dos cantos mais recônditos da nossa alma, através de uma fresca coleção de canções pop que são uma das melhores surpresas de 2014.

Teleman - Breakfast

01. Cristina
02. In Your Fur
03. Steam Train Girl
04. 23 Floors Up
05. Monday Morning
06. Skeleton Dance
07. Mainline
08. Lady Low
09. Redhead Saturday
10. Travel Song

4 - Ty Segall - Manipulator

Manipulator é o ponto alto da carreira de Ty Segall e um dos álbuns de referência deste ano. Não é apenas um disco de indie rock de garagem, é um compêndio de fusão de várias nuances que definem o que de melhor se pode escutar no indie rock com um cariz mais psicadélico.

01 Manipulator
02 Tall Man, Skinny Lady
03 The Singer
04 It's Over
05 Feel
06 The Faker
07 The Clock
08 Green Belly
09 Connection Man
10 Mister Main
11 The Hand
12 Susie Thumb
13 Don't You Want To Know? (Sue)
14 The Crawler
15 Who's Producing You?
16 The Feels
17 Stick Around

3 - Damon Albarn - Everyday Robots

Com um pé na folk e outro na pop e com a mente a sempre a convergir para a soul, Albarn entregou-se à introspeção e refletiu sobre o mundo moderno, não poupando na materialização dos melhores atributos que guarda na sua bagagem sonora, havendo, neste disco, vários exemplos do forte cariz eclético e heterogéneo da mesma.

Damon Albarn - Everyday Robots

01. Everyday Robots
02. Hostiles
03. Lonely Press Play
04. Mr Tembo
05. Parakeet
06. The Selfish Giant
07. You And Me
08. Hollow Ponds
09. Seven High
10. Photographs (You Are Taking Now)
11. The History Of A Cheating Heart
12. Heavy Seas Of Love

2 - Beck - Morning Phase

O Beck que antes brincava com o sexo (Sexx Laws) ou que gozava com o diabo (Devil's Haircut) faz agora uma espécie de ode à ideia romântica de uma vida sossegada, realizada e feliz usando a santa triologia da pop, da folk e da country. A receita é extremamente assertiva e eficaz e Morning Phase reluz porque assenta num som leve e cativante e contém texturas psicadélicas que, simultanemente, nos alegram e nos conduzem à introspeção, com uma sobriedade distinta, focada numa instrumentação diversificada e impecavelmente produzida. Fica claro em Morning Phase que Beck ainda caminha, sofre, ama, decepciona-se, e chora, mas que vive numa fase favorável e tranquila.

Beck - Morning Phase

01. Morning
02. Heart Is A Drum
03. Say Goodbye
04. Waking Light
05. Unforgiven
06. Wave
07. Don’t Let It Go
08. Blackbird Chain
09. Evil Things
10. Blue Moon
11. Turn Away
12. Country Down

1 - The Antlers - Familiars

Disco muito coeso, maduro, impecavelmente produzido e um verdadeiro manancial de melodias lindíssimas, Familiars é mais um tiro certeiro na carreira deste trio de Nova Iorque e talvez o melhor álbum dos The Antlers até ao momento, não só por causa destas caraterísticas assertivas, mas também por ser capaz de nos transportar para um universo particularmente melancólico, sensível e confessional.

The Antlers - Familiars

01. Palace
02. Doppelgänger
03. Hotel
04. Intruders
05. Director
06. Revisited
07. Parade
08. Surrender
09. Refuge

 


autor stipe07 às 21:58
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Sexta-feira, 26 de Dezembro de 2014

Os melhores discos de 2014 (20-11)

20 - Chad Van Gaalen - Shrink Dust

Shrink Dust é um verdadeiro jogo de texturas e distorções controladas pelos nossos ouvidos. Um passeio pela essência da música psicadélica, idealizado por um inventor de sons que nos canta as subtilezas da mortalidade, mas que até convida às pistas de dança, sem nunca se entregar ao exagero, até porque é explícita a toada experimental que ocupa este compêndio folk de enorme beleza espacial.

Chad VanGaalen - Shrink Dust

01. Cut Off My Hands
02. Where Are You?
03. Frozen Paradise
04. Lila
05. Weighed Sin
06. Monster
07. Evil
08. Leaning On Bells
09. All Will Combine
10. Weird Love
11. Hangman’s Son
12. Cosmic Destroyer

19 - Coldplay - Ghost Stories

Ghost Stories é um álbum real, sobre sentimentos reais, mudanças que surgem para balançar o que parecia estável, sobre problemas que vêm de dentro para fora e que podem atingir o outro ou qualquer um de nós. É um disco sobre o amor e uma boa arma para fazer qualquer um entender que, definitivamente, uma história de amor não é feita só de momentos felizes.

Coldplay - Ghost Stories

01. Always In My Head
02. Magic
03. Ink
04. True Love
05. Midnight
06. Another’s Arms
07. Oceans
08. A Sky Full of Stars
09. O
10. All Your Friends
11. Ghost Story
12. O (Part 2/Reprise)

18 - The Horrors - Luminous

Luminous é um nome feliz para um disco que apesar de ter ainda muito presente a guitarra de Joshua a dançar em altos e baixos divagantes que formam uma química interessante com a secção rítmica, aposta todas as fichas numa explosão de cores e ritmos que criam um álbum simultaneamente denso e dançável, um compêndio de um acid rock eletrónico despido de exageros desnecessários e apoteótico.

The Horrors - Luminous

01. Chasing Shadows
02. First Day Of Spring
03. So Now You Know
04. In And Out Of Sight
05. Jealous Sun
06. Falling Star
07. I See You
08. Change Your Mind
09. Mine And Yours
10. Sleepwalk

17 - She Sir - Go Guitars

Go Guitars é um excelente disco e um dos seus maiores atributos é ser ainda apenas a base de algo ainda maior que esta banda irá desenvolver. É que se há projetos que atestam a sua maturidade pela capacidade que têm em encontrar a sua sonoridade típica e manter um alto nível de excelência, os She Sir provam já a sua maturidade na capacidade que demonstram em mutar a sua música e adaptá-la a um público ávido de novidades, que tenham algo de novo e refrescante e que as faça recordar os primórdios das primeiras audições musicais que alimentaram o seu gosto pela música alternativa.

She Sir - Go Guitars

01. Portese

02. Kissing Can Wait
03. Bitter Bazaar
04. Warmwimming
05. Mania Mantle
06. Winter Skirt
07. Snakedom
08. He’s Not A Lawyer, It’s Not A Company
09. Condensedindents
10. Continually Meeting On The Sidewalk Of My Door

16 - Elbow - The Take Off And Landing Of Everything

Os Elbow acertaram novamente e criaram mais um disco bonito e emotivo, cheio de sentimentos que refletem não só os desabafos de Garvey em relação ao que mudou na sua vida e na dos seus colegas, mas também a forma como ele entende o mundo hoje e as rápidas mudanças que sucedem, onde parece não haver tempo para cada um de nós parar e refletir um pouco sobre o seu momento e o que pode alterar, procurar, ou lutar por, para ser um pouco mais feliz. The Take Off And Landing Of Everything é a banda sonora ideal para essa paragem momentânea que, para tantos, deveria ser obrigatória.

Elbow - The Take Off And Landing Of Everything

01. This Blue World

02. Charge
03. Fly Boy Blue / Lunette
04. New York Morning
05. Real Life (Angel)
06. Honey Sun
07. My Sad Captains
08. Colour Fields
09. The Take Off And Landing Of Everything
10. The Blanket Of Night

15 - Temples - Sun Structures

Os Temples são mestres a criar canções onde a intimidade centra-se no baixo e na guitarra, feita e vivida com extremo charme e classe, muito à moda de um estilo alinhado, que dá alma à essência do rock muito britânico. Há aqui uma clara aposta em melodias contagiantes e esta banda parece ser mais experiente do que o seu tempo de existência, tal é o grau de maturidade que já demonstram na estreia. Também por causa deles, o indie rock psicadélico, no reino que o viu nascer, está vivo e recomenda-se.

Temples - Sun Structures

01. Shelter Song
02. Sun Structures
03. The Golden Throne
04. Keep In The Dark
05. Mesmerise
06. Move With The Season
07. Colours To Life
08. A Question Isn’t Answered
09. The Guesser
10. Test Of Time
11. Sand Dance
12. Fragment’s Light

14 - Childhood - Lacuna

Com canções que podem tornar-se futuramente em clássicos intemporais, Lacuna torna percetivel a evidente capacidade que os Childhood possuem, logo na estreia, de criar algo único e genuíno, com uma quase pueril simplicidade, num trabalho que faz uma espécie de simbiose entre a pop e o experimentalismo, temperado com variadas referências típicas do shoegaze e da psicadelia, uma espécie de caldeirão sonoro feito por uma banda que parece saber como recortar, picotar e colar o que de melhor existe no eletropsicadelismo.

Childhood - Lacuna

01. Blue Velvet
02. You Could Be Different
03. As I Am
04. Right Beneath Me
05. Falls Away
06. Sweeter Preacher
07. Tides
08. Solemn Skies
09. Chiliad
10. Pay For Cool
11. When You Rise

13 - Warpaint - Warpaint

Warpaint é para as Warpaint um notório marco de libertação e de experimentação onde não terá havido um anseio por cumprir um caderno de encargos alheio, o que deu origem a um disco que nos agarra pelos colarinhos sem dó nem piedade e que nos suga para um universo pop feito com uma sonoridade tão preciosa, bela, silenciosa e estranha como a paisagem que as rodeou durante o período de gestação.

Warpaint - Warpaint

01. Intro
02. Keep It Healthy
03. Love Is To Die
04. Hi
05. Biggy
06. Teese
07. Disco//Very
08. Go In
09. Feeling Right
10. CC
11. Drive
12. Son

12 - Bear In Heaven - Time Is Over One Day Old

Time Is Over One Day Old é uma sucessão de dez canções onde a psicadelia pretende hipnotizar, com a firme proposta de olhar para o som que foi produzido no passado e retratá-lo com novidade, com os pés bem fixos no presente. Simultaneamente criativos e coerentes, os Bear In Heaven mostram-se particularmente experimentais na forma como deram vida a um trabalho tipicamente rock, onde persiste uma vincada relação entre o vintage e o contemporâneo, mas que será melhor compreendido no futuro próximo, à medida que for mais dissecado. Enquanto tal não sucede, resta-nos começar viajar e a delirar, quanto antes, ao som das suas canções.

Bear In Heaven - Time Is Over One Day Old

01. Autumn

02. Time Between
03. If I Were To Lie
04. They Dream
05. The Sun and The Moon And The Stars
06. Memory Heart
07. Demon
08. Way Off
09. Dissolve The Walls
10. You Don’t Need The World

11 - Fink - Hard Believer

Hard Believer é um trabalho rico e arrojado, que aponta em diferentes direções sonoras, apesar de haver um estilo vincado que pode catalogar o cardápio sonoro apresentado. O disco tem um fio condutor óbvio, assente em alguma da melhor indie pop contemporânea, mas uma das suas particularidades é conseguir, sem fugir muito desta bitola, englobar diferentes aspetos e detalhes de outras raízes musicais, num pacote cheio de paisagens sonoras que contam histórias que a voz de Fin sabe, melhor do que ninguém, como encaixar.

Fink - Hard Believer

01. Hard Believer

02. Green And The Blue
03. White Flag
04. Pilgrim
05. Two Days Later
06. Shakespeare
07. Truth Begins
08. Looking Too Closely
09. Too Late
10. Keep Falling

 


autor stipe07 às 18:42
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Sexta-feira, 28 de Novembro de 2014

Star Wars: The Force Awakens Trailer #1

Terminou a espera... Finalmente foram divulgadas as primeiras imagens de Star Wars Episode VII - The Force Awakens, filme realizado por J.J. Abrams e que tem como data prevista de estreia, dezembro de 2015.

Em cerca de minuto e meio podemos deliciar-nos com os novos X-wings, as novas fardas e equipamento dos stormtroopers e uma sequência em que o Millennium Falcon combate TIE fighters enquanto sobrevoam um deserto.

A sequência começa com a personagem interpretada por John Boyega, possivelmente um dos novos heróis do filme, vestido de stormtrooper e depois surge um pequeno droide numa espécie de parque de material aoeronaútico desativado. 

De seguida, os novos stormtroopers, completamente equipados, são largados em local desconhecido por uma nave de transporte e a personagem interpretada por Daisy Ridley surge em cima de um veículo inédito, deslocando-se em pleno deserto.

Finalmente, um piloto interpretado por Oscar Isaac surge no cockpit de um X-wing Starfighter e depois uma esquadrilha completa sobrevoa, a baixa altitude, um lago. De seguida, o dramatismo aumenta com a sequência de combate entre o Milleniun Falcon e os TIE Fighters e o trailer termina com uma figura sombria, no meio de uma floresta gelada, possivelmente Luke Skywalker, que murmura The dark side... and the light, empunhando um sabre de luz idêntico a uma espada medieval.

É possível fazer várias conjeturas acerca do enredo a partir deste trailer e a mais sombria é imaginar Luke no lado negro da força. Será? Que achas do trailer e que hipóteses colocas para a história?

Ficha Técnica:
Realizador: J.J. Abrams
Produtores: Kathleen Kennedy, J.J. Abrams e Bryan Burk
Argumento: Lawrence Kasdan, J.J. Abrams
Atores: John Boyega, Daisy Ridley, Adam Driver, Oscar Isaac, Andy Serkis, Lupita Nyong’o, Gwendoline Christie, Domhnall Gleeson, Max von Sydow, Harrison Ford, Carrie Fisher, Mark Hamill, Anthony Daniels, Peter Mayhew, Kenny Baker

 


autor stipe07 às 18:10
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